A DIFÍCIL OPÇÃO DO MENOS PIOR – Coluna Antonio Gonzalez

A DIFÍCIL OPÇÃO DO MENOS PIOR

No próximo sábado, 26 de novembro de 2022, ocorrerá a eleição para a presidência do Fluminense.

Pensar que o voto para presidente completou 21 anos de instituído (depois de uma grande batalha política da Vanguarda Tricolor iniciada em 1996 – O DIRETAS JÁ NO FLU – que culminou na Reforma Estatutária de 2001), me torna cúmplice e ponta de lança daquele momento histórico.

Sim!

Eu fui um dos LOUCOS DA CABEÇA que não tiveram medo de lutar para transformar e democratizar o clube.

Valeu à pena?

Com certeza. O Fluminense do feudalismo empurrava, a passos largos, a Instituição, para o seu desaparecimento.

Mas… Passados esses 21 anos, como eu vejo a atualidade política?

Enquanto grandes quadros e talentos, escolheram o exílio da não convivência com certas situações, por outro lado é visível o crescente analfabetismo político que ocupou espaços que, por estofo e conteúdo, nunca lhes pertenceram.

Nesse caso, as 2 candidaturas que se colocam contrárias à reeleição do atual mandatário, trazem consigo tudo de espesso que se protege detrás de certos analfabetos políticos.

O pior que pode acontecer com o FFC é ter, entre os que atualmente se sentem peças do tabuleiro, analfabeto com diploma, isso sem falar em certas digitais, que buscam benefício próprio.

O candidato Marcelo Souto não é fraco! Ele é muito fraco. Verdadeiro CD arranhado. Discurso tipo pizza de “Tomate seco com rúcula”, 100% bazófia… Muita vaidade, feita em laboratório, mas sem nenhuma experiência ou perspectiva do que seja o verbo gerir.

E o Rolim? Se perdeu, deixou que certos vampiros agasalhassem a sua coordenação de campanha. E a esses morcegos devoradores não permitiram nada além de hipocrisia. Somados à empáfia, à arrogância, à prepotência do dono de um projeto, propositalmente mal divulgado, segredo a 7 chaves para nada transparente.

Do outro lado, o Mário Bittencourt…

Com ele podemos ler:

a) não cumpriu a promessa do voto online;

b) apequenamento dos conceitos históricos do real tamanho da história do clube – bicicleta na sala de troféus, livros sem nexo, etc;

c) inexplicável afastamento do seu Vice Presidente Geral;

d) com raríssimas exceções, investiu mal no Futebol (os 18,2 Milhões de reais investidos em 50% do Caio Paulista e no Cris Moldávia), além de renovações desnecessárias como as do Matheus Ferraz e Wellington Baiana;

e) caso LIVESORTE – falta de transparência para um discurso com várias versões;

f) cabos eleitorais que se transformaram em empregados do clube. A.D.A. (amigos dos amigos) em forma de patrulhamento. Tática mor do Peterzizmo – “eu vos dou a tranquilidade financeira e vocês me dão a tranquilidade política”;

g) Etc…

Por incrível que pareça nesse 26 do 11, o sócio do Fluminense não votará no melhor candidato. O voto, em sua maioria, irá para o menos pior.

Dando o papo: pelo menos no quesito campanha, o Mário venceu com vários corpos na frente.

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Estou lançando outro trabalho ao lado do Genial Cláudio Kote.
Passe por lá e deixe o seu comentário:

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Tenho muita preocupação com o futuro.

Até ter vida, vou continuar fazendo a minha parte. Nunca pertenci aos leões de teclado.

Sempre fui dos que arregaçaram as mangas.

Não convivo com hipócritas. Muito menos com covardes.

Lute pelo Fluminense que você acredita.

Mas lute até o fim.

Antonio Gonzalez

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