“Você já se perguntou como isso aconteceu?” – Opinião André Ferreira de Barros

Você já se perguntou como isso aconteceu?”


Muitas vezes, diante duma situação dantesca, tomados por grande estupefação, perguntamo-nos: “Como, meu Deus, isso foi acontecer?”


Passando em revista a ilustração que encima este texto, deparamo-nos com quatro situações pra lá de inusitadas ou, melhor, esdrúxulas.
Tenho explicações para três das quatro dessas situações.


Na primeira foto, o céu está placidamente azul. Porém, na véspera, um forte tornado, de intensidade 4 na escala Saffir-Simpson, arremessou a caminhonete para entre os troncos da árvore.


De sua vez, o bode no fio foi colocado por um flamenguista que suplicava aos céus a volta de Jorge Jesus.


O cavalo preso no curral foi escrupulosamente costurado, com fios invisíveis, pelo Dr. Leonard Mccoy, numa das visitas da “Enterprise” à Terra.


Já Mario Bittencourt ser Presidente do Fluminense F.C é uma aberração sem qualquer explicação.


Saudações tricolores!

“Na mão grande, não! (2)” – Por André Ferreira de Barros

“Na mão grande, não! (2)”


Sr. Mário Bittencourt,
Quem conhece futebol, sabe que o chope da vitória demora à beça para chegar. Afinal, o resultado da partida final é incerto.


Ou não?


Seria muito proveitoso que um veículo de comunicação com credibilidade gerasse imagens internas e atualizadas da Gávea. Ninguém arruma a festa antes. Afinal, o resultado da partida é incerto.


Ou não?


Saudações tricolores!

“Na mão grande, não!” – Por André Ferreira de Barros

“Na mão grande, não!”


Sr. Mário Bittencourt,
Semana de Fla x Flu decisivo impõe-nos, a todos, uma Trégua de Natal. Assim obro neste momento.
É célebre a frase de Karl Marx – prolatada em “18 Brumário” – segundo a qual “… primeiro como tragédia [Napoleão Bonaparte], depois como farsa [Luís Napoleão]…”.


Essa é a História dos campeonatos cariocas nos últimos 40 anos. Em 1986, o W.O foi uma tragédia que nos custou o tetracampeonato; depois, sucederam-se farsas.


Sr. Presidente, na primeira etapa do jogo de ontem, o assistente invalidou, ab ovo, uma jogada legítima do Fluminense que redundou em gol. Nem consulta ao VAR houve. Por outro lado, no segundo tempo, o mesmo personagem deu seguimento a um ataque dos Orcs que culminou com grande defesa do Fábio. Não tenha dúvidas que “… no seu legítimo espaço de interpretação…”, os árbitros – inclusive os da cabine – considerariam que se dera uma nova jogada – uma nova linha de desdobramento causal, em juridiquês.
Caras de pau!!!


Mais, no último lance do jogo, armava-se um contra-ataque do tipo “4 contra 2”. O que Sua Senhoria, o árbitro, fez? Trilou, imediatamente, o apito, impedindo jogada promissora do Fluminense.


Quem já deu dois treinos sabe que essa vantagem de dois gols é facilmente descontada com um cartão amarelo aqui, outro ali e um vermelho acolá. E a alegação já está na ponta da língua da Flapress: “… o time do Flamengo é melhor!…”, “… deixaram chegar…”, “… a torcida foi o décimo segundo jogador…” e outras bobagens repetidas como mantras.


Vão nos roubar, na cara dura, Sr. Presidente!!!!!
Isso é perceptível no ar!!!!
Decerto, a farmacologia jurídica oferta algum remédio para dizer: “Pilantras, estamos aqui! E processos choverão!”


Como tenho em mente uma medida cautelar, o juízo cível é, sim, competente! Quanto ao fumus boni juris? O senhor pode juntar uns 500 vídeos de jogos decisivos, começando, por puro diletantismo, pela criminosa marcação de impedimento do Palhinha em 1980. Naquele fatídico lance, o urubu foi campeão brasileiro.


O circo está armado para um falso estoicismo rubro-negro, Sr. Presidente. Repito, isso se sente no ar.
Incumbe ao senhor – e apenas ao senhor – velar para que não façamos papel de palhaços no maior espetáculo da Terra.


Saudações tricolores!

O texto é de responsabilidade do autor.

“Bastardos inglórios” – Opinião André Ferreira de Barros


“Bastardos inglórios”

No fim de 2018, surgiu um movimento político visando à renúncia do então Presidente Pedro Abad por suas notórias incompetência, inapetência e inaptidão para o exercício do cargo. Como professavam os gregos na Antiguidade, nada nasce do nada. Tudo isso foi urdido pelos “Bastardos inglórios”, que travestidos de bons moços, enganaram a torcida tricolor, que, crente, deu tração aos propósitos deles.

Nefastos propósitos que, Oxalá, um dia atrairão a responsabilidade penal  de todos – e de cada um – dos “Bastardos inglórios”.

Pois bem, a situação fática atual é no mínimo semelhante. Incumbe aos “Bastardos inglórios” reconhecerem a sua oceânica incompetência, inapetência e inaptidão para dirigir o Fluminense – noves fora os opacos negócios celebrados. Elias Duba deve ser ouvido sobre isso! E, nesse tom, devem os “Bastardos” convocar IMEDIATAMENTE novas eleições. À torcida, incumbe pressioná-los a largar o osso – ou melhor o filé.

Saudações tricolores.

Em tempo, a expressão “palhaço” me remete ao Arrelia, ao Carequinha, etc – deixo de fora o Bozo devido a seus contornos dilargados. Por isso, assim não tacho aquele senhor que pegou a bandeira do Fluminense em Volta Redonda. Alguém viu aquele sacripanta hoje?

André Ferreira de Barros.

“Ademar 2022” – Opinião de André Ferreira de Barros (Colunista)

Ademar Arrais – Candidato a Presidente do Fluminense FC.

“Ademar 2022”

Em primeiro lugar, por honestidade intelectual, destaco a pluralidade política característica do “Flunews”. A um só tempo, abriga colunistas dos mais diversos matizes e, enquanto portal, não apoia este ou aquele candidato à Presidência do Fluminense F.C

Por outro lado, também é digna de destaque a tradição dos grandes jornais norte-americanos de franquearem a seus colunistas a oportunidade de declarar as suas preferências político-eleitorais.

É o que faço aqui neste espaço, que me foi generosamente ofertado pelo “Flunews”!

De cara, explicito o meu ponto de observação da matéria: por mais que o passado recente e o presente nos condenem, não consigo me desapegar de um Fluminense íntegro, gigante e vencedor. Sobrevivem vívidas em minha mente imagens mil, por mais que sacripantas operem contra isso.

Não por acaso, principiei o rol pela integridade – mãe de todos os atributos indispensáveis a um bom gestor de coisa alheia -, que, de há muito, anda em falta nas Laranjeiras. Contratos e contatos nebulosos passaram a fazer parte do nosso dia a dia, transformando o Fluminense F.C no paraíso de empresários – no mais das vezes picaretas – e no inferno de seus apaixonados torcedores. Sendo mais incisivo, os conchavos, os disse que disse e os cofres-fortes passaram a ser parte integrante do embaçado cotidiano tricolor, aproximando-o, ao menos numa primeira mirada, a uma ORCRIM. A competente retórica de um certo janota dá ares de normalidade à escuridão. E, lembra-nos o Chief Justice Louis Brandeis, a luz do sol é o melhor detergente.

Prosseguindo, estamos caminhando para o décimo ano sem títulos relevantes no futebol profissional. Se, em 1995, isso causava grandes comoção e furor, hoje grita um silêncio sepulcral nas Laranjeiras. Desafortunadamente, na atualidade, somos um clube situado na terceira – ou na quarta – prateleira do futebol brasileiro. E isso passa impercebido para a legião de alienadas marionetes. A propósito, principal – mas não o único – desditoso subproduto dessa mediocridade é o Sr. Mário Bittencourt, um rematado oportunista que pensa, somente, em si e no seu inapetente entorno. Aliás, o termo “inapetente” deve ser bem contextualizado. Refiro-me, estritamente, à ambição por títulos relevantes no futebol profissional.

Continuando, com raríssimas exceções, de Gil Carneiro de Mendonça a Mário Bittencourt, imperou, nas Laranjeiras, a máxima de Pierre de Frédy – o Barão de Coubertin, então Presidente do Comitê Olímpico Internacional: “… o importante é competir…”. Decerto, o francês só falou isso porque não tinha vizinhos “molambos” que berram como se fosse o fim do mundo. Aliás, o Sr. Mário Bittencourt deve morar numa ilha, pois tais gritos não parecem incomodá-lo.

Com as vênias de estilo ao francês, sigo os ideais da “… maior Força-Flu de todos os tempos…”: temos que ganhar, porra! E tome paralelepípedo. Heróis anônimos, defensores da vergonha tricolor. R.I.P (para um deles).

Ao pensar em Francisco Horta, em Manoel Schwartz, em Antônio de Castro Gil, em Rafael de Almeida Magalhães, em Newton Graúna e em outros grandes dirigentes de nossa História, ressai a pequenez, a insignificância, a indigência – moral e intelectual – do Sr. Mário Bittencourt, cuja aparição no Fluminense equiparo a uma praga bíblica que necessita de urgente esconjuração.

Pôr fim nisso é preciso! O Fluminense não resistirá a mais um triênio nas mãos de Mário et caterva.

E a esconjuração do mal está logo ali, mora ao nosso lado, integra o nosso grupo de zap: Ademar Arrais.

Homem de fala mansa, mas firme. Ademar Arrais assumiu, sem mais, a sua candidatura à presidência, enquanto o “favorito da galera”, o respeitável Sr. Pedro Antônio, não diz se casará ou se comprará a bicicleta.

Não sou idiota! Sei quando a pessoa é “… do bem…”.

ADEMAR ARRAIS É DO BEM!

Da boca de Ademar Arrais, jorra credibilidade; de sua cabeça, brotam boas ideias – nada mirabolante, tudo factível.

Descartem a contratação do Messi.

Esperam times fortes, dignos de nossa tradição.

Enfim, da equilibrada conduta de Ademar Arrais, transborda integridade.

Do outro lado, sombras e retórica vazia. Infelizmente, existem otários no mundo. Com direito a voto…

De mais a mais, as palavras de Ademar Arrais são impregnadas de amor ao tricolor.

As derrotas malferem a sua alma, como castigam a nossa.

Ademar Arrais sente o que o tricolor-raiz sente – inclusive a repulsa pelos repulsivos e os seus atos repulsivos, com o perdão do pleonasmo.

Desfechando:

EU QUERO UM FLUMINENSE PASSADO A LIMPO!

EU QUERO UM PRESIDENTE RESPONSIVO ÀS COBRANÇAS DA TORCIDA TRICOLOR!

EU QUERO VOLTAR A IMPERAR NOS CLÁSSICOS ESTADUAIS!

EU QUERO VOLTAR A SER MULTICAMPEÃO!

EU QUERO VOLTAR A SER ODIADO PELAS TORCIDAS ADVERSÁRIAS DEVIDO À FORÇA DE MEU TIME!

EU QUERO ENTOAR “SORRIA…”, EMUDECENDO AS TORCIDAS ADVERSÁRIAS!

EU QUERO MÁRIO ET CATERVA LONGE DAS LARANJEIRAS – SEM PREJUÍZO DE UMA ESPÉCIE DE TOMADA DE CONTAS ESPECIAL.

COMO O PRANTEADO MANOEL SCHWARTZ DISSE CERTA FEITA, “EU QUERO O MEU VERDADEIRO FLUMINENSE DE VOLTA”.

POR ISSO TUDO – E MUITO, MUITO, MAIS – EU APOIO ADEMAR ARRAIS À PRESIDÊNCIA DO FLUMINENSE EM 2022!

André Ferreira de Barros.

O texto é de responsabilidade do autor.

PS.: O Canal Flunews dá total liberdade para que seus Colunistas expressem e publiquem suas opiniões.

“SAFlu”- Opinião José Florêncio K, The Second (pseudônimo de André Ferreira de Barros)

“SAFlu”
Segundo a mitologia grega, Cassandra ganhou destaque na “Guerra de Troia” pelos desacertos de suas previsões – erros, aliás, que, alegadamente, advinham duma maldição que lhe fora conjurada pelo deus Apolo.


Pois bem, encarno neste post a Cassandra Tricolor. Ou seja, arrisco-me a escrever um monte de asneiras – incomodativas asneiras – que poderão ser facilmente desconstituídas por pessoas mais versadas no assunto em tela.


Quando a Praça XV ainda tinha uma passarela rumo à estação das barcas – estou ficando velho -, um camelô oferecia, aos berros, um elixir que tratava de hemorroidas a Mal de Alzheimer. Com um otimismo panglossiano comprei – e tomei – aquela porra. Em troca, ganhei uma baita dor de barriga. Tenciono com isso dizer que não acredito em remédios milagrosos – SAF incluída.


Sincera e honestamente, não tenho conhecimentos bastantes para opinar sobre o mérito da questão da SAF. Mas, enquanto servidor público, tremo, da cabeça aos pés, ao ouvir falar em alteração de regime jurídico. Nunca vi mudança para melhor. E é diante disso que estamos, amigos, duma migração de sociedade civil sem fins lucrativos para sociedade anônima.


Mantendo o norte, Mário Henrique Simonsen dizia que o problema mais difícil do mundo era resolvível se fosse corretamente enunciado. E, aí, justamente aí, que reside a minha preocupação central. A transformação em SAF é tratada, ao menos pela maioria de tricolores, como uma forma de nos livrarmos de Mários, Abads et caterva. Mais, tão logo, a SAF ganhe personalidade jurídica, jorraria grana no Fluminense.


Gente, estamos na iminência duma baita mudança na política monetária norte-americana. Decerto, o aumento na taxa dos FED funds vai drenar os recursos financeiros para os Estados Unidos. Não há, no planeta Terra, investimento indiferente à curva de juros de Tio Sam. Temperança é preciso!


Prosseguindo, bons gestores é um gênero de primeira necessidade – e escasso, há anos, nas Laranjeiras. É deles que precisamos, quer nos mantenhamos como sociedade civil sem fins lucrativos, quer nos convolemos em SAF. Exemplos saltam aos olhos. A escola municipal na Rua Moreira César, em Icaraí, Niterói/RJ, é mais bem administrada do que a então bilionária – e (des)capitalizada – Enron.


Em suma, eu faria um pacto com o diabo para livrar o Fluminense de Mário et caterva, mas manteria, ao menos por enquanto, o status jurídico. Alterá-lo seria, com o devido respeito aos que pensam diferentemente, um grande salto no escuro. Evocando um clássico do cinema, se formos visitar o “Parque dos Dinossauros”, sugiro que o façamos algum tempo após a sua inauguração. Vai que o T-Rex se solta e destrói a porra toda.


José Florêncio K, The Second .

O texto é de responsabilidade do autor.

“O Dossiê de Odessa” – Opinião José Florêncio K, The Second (pseudônimo de André Ferreira de Barros)

“O Dossiê de Odessa”

À primeira vista, referir-me-ia ao frenético filme dirigido por Ronald Neame (1974) sobre um repórter que, em 1963, por obra do acaso, se depara com “Odessa”, uma sociedade secreta que aninhava ex oficiais da SS.

Não, meus caros, o aludido dossiê é muito mais explosivo. Sugiro, até, um nome para ele: “Dossiê Barros – O incorrigível punheteiro”.

Aos fatos.

Há cerca de um ano, um FILHO DA PUTA me encaminhou, anonimamente – como sói ocorrer com os covardes –, via zap, um suposto dossiê contra o meu amigo Marcelo Jorand, ácido crítico da gestão Mário Bittencourt. Como não sou dado a “leva e traz”, não li aquela merda, muito menos a repassei. Mais, só em 24/12/2021 levei o fato ao conhecimento do ilustre influencer tricolor, que é igual à massa de bolo: quanto mais apanha, mais cresce.

Aliás, só perturbei o Natal do Marcelo Jorand porque um FILHO DA PUTA – que pode ser ou não o mesmo de um ano atrás – me ligara, em 23/12/2021, de um número desconhecido, ameaçando-me com a publicação de um dossiê contra mim. Não sem antes decantar seu (falso) amor pelo Fluminense. Cara de pau!

Ajudá-lo-ei na elaboração do dossiê, filho da puta!

Em 1978, eu “matava” aulas de catecismo para assistir aos jogos da Copa do Mundo. Falava para a impoluta D. Maria Elisa que estava passando mal. Ela, sempre atenciosa e despida de maldade, me liberava da aula. ERA MENTIRA MINHA! Como já me confessei perante o padre, isso talvez não tenha nenhuma serventia. Ou tenha, sei lá….

Em 1979, fiz uma das maiores sacanagens da minha vida. Escondi a apostila da Maria Isabel e disse que foi o Alberto. Putaria das grandes. Nunca falei a verdade sobre isso! Eis um ponto que pode ser explorado pelos sacripantas confeccionadores de dossiê.

Em 1981, catei um punhado de grilos e coloquei na mochila da Cristina. Fi-lo, pois ela me mandava calar a boca rude e constantemente, a pretexto de “… prestar atenção na aula…”. Quer saber? Não me arrependo!

Em 1983, espalhei, no colégio inteiro, que comera a Iracema. Mentira! Sequer dei-lhe um beijo. Invenção para aparecer.

Em 1984, “homenageei” a Elaine diversas vezes no chuveiro. Aliás – e isso vai me dar uma grande confusão – mesmo casado, até hoje mando uma no banheiro.

De 1985 a 1989, cursei Engenharia na UFRJ. COLEI PRA CARALHO!!!

Pensemos em algo mais recente… faço Mestrado na FGV. Quando a aula está muito chata, acesso o xhamster.com na segunda tela, com um olho no gato e outro na sardinha.

A isso se somam pecadilhos mil.

ZERO desvio de dinheiro público ou de terceiros.

Pois bem, FILHO DA PUTA, publique, imediatamente, o tal dossiê ou enfie-o no rabo. Desconfio que você preferirá a segunda opção.

José Florêncio K, The Second[1]

Em tempo: Sr. Mário Bittencourt, o senhor é inteligente demais para fazer uma burrice como a aqui descrita. Mas os idiotas que o apoiam, não. Lembro-lhe, então, da tal “Teoria do Domínio do Fato”, segundo a qual a responsabilidade penal alcança escalões superiores da instituição a despeito de a execução ser levada a cabo por um zé-ninguém.

O texto é de responsabilidade do autor.


[1] “José Florêncio K, The Second” é pseudônimo de André Ferreira de Barros.

“Solstício e sacripantas” – Opinião José florêncio K, The Second (pseudônimo de André Ferreira de Barros)

“Solstício e sacripantas”

O nascimento de Jesus de Nazaré teve lugar no solstício – de verão no hemisfério sul, de inverno, no norte.

Em sintonia com o fenômeno da natureza, a sedimentada crença cristã tem nessa data – fixada, por convenção, em 25 de dezembro -, o fim da escuridão e o início das luzes.

Isso posto, saio do convencional para desejar que o solstício de verão energize e impregne de luz os sacripantas – alguns dos quais aninhados nas Laranjeiras. Sinceramente, desejo a esses seres de pouca luz que alimentem a alma que habita os seus corpos. Em bom português, desejo-lhes que sejam menos filhos da puta.

Em tempo: travei cruentas batalhas contra o Senhor Danilo Félix, mas, verdade seja dita, ele nunca descera ao nível de ameaças anônimas. Ao tema tornarei.

José Florêncio K, The Second[1]

O texto é de responsabilidade do autor.


[1] “José Florêncio K, The Second” é pseudônimo de André Ferreira de Barros.

“O captain! My captain!” – Opinião André Ferreira de Barros

O captain! My captain!

O título do post faz referência a poema, escrito em 1865, por Walt Whitman acerca do magnicídio de Abraham Lincoln. A fala destacada, em particular, foi difundida entre nós pelo notável filme “A Sociedade dos Poetas Mortos” (1989).

Pois bem, Fred, por meio deste post, convido-o a uma genuína e catártica reflexão – não sem antes destacar o seu lugar no panteão dos grandes tricolores.

Vou me concentrar nos centroavantes, ok?

Eu vi Manfrini jogar. Grande jogador! Já no Botafogo, marcara um gol contra o Fluminense e não comemorou. Que eu me lembre, foi a primeira vez que isso aconteceu.

Vi Doval jogar. Grande jogador! Herói do título de 1976.

Depois sucederam-se parraros e neinhas, que, para mim, eram o fundo do poço. Ledo engano!

Com pompa e circunstância, contratamos o Nunes que também não deu certo. Nas veias do João Danado, corria sangue molambo.

O Cristóvão Borges era bom de bola, mas vindo de trás. Como centroavante, eu não gostava dele.

Então, fez-se a luz: Cláudio Adão… cracaço!

Numa estória que mexe comigo até hoje, o Fluminense trocou, com o Vasco, o Adão pelo Amauri mais uma grana como compensação. Saímos perdendo, embora o Amauri tenha metido um golaço no Leão, no Estádio Olímpico, que, por pouco, não nos levou a um confronto histórico com os molambos em 1982.

Ôpa, tô me perdendo na narrativa!

Voltemos ao ponto!

Em 1983, apareceu um tal Jason que, embora tenha feito 3 gols no Fortaleza, mais lembrava, pelo nome, o imorrível serial killer de Sexta-Feira 13. Em tempo, ninguém entoava “O Jason vai te pegar”.

Eis que, no segundo semestre de 1983, surge o Washington do Casal 20. Com todo o respeito, ali vivi o meu melhor momento como torcedor do Fluminense.

Vou parar por aqui, Fred!

Cláudio Adão foi o único centroavante que, tecnicamente, ombreava contigo. Mas você, Fred, foi muito mais marcante!

Em suma: dos que eu vi jogar, NINGUÉM envergou a gloriosa camisa 9 tricolor como você, Fred!

Límpido e cristalino que você foi um dos maiores jogadores de nossa História, convém, agora, adentrar terreno minado.

No livre exercício de seu direito de expressão, você chamou a atenção da torcida tricolor depois do jogo com o Fortaleza. Com luvas de pelica, medindo as palavras, mas chamou! Pareceu-me, até coisa encomendada, desculpe-me a franqueza.

Espero, do fundo do coração, que a sua coragem tenha mão dupla. No ponto, exorto-lhe a responder às seguintes perguntas:

1-) fitando, olho no olho, o Presidente Mário Bittencourt, você enxerga nele honestidade de propósitos e amor ao Fluminense? Sim ou não?

2-) fitando, olho no olho, o Presidente Mário Bittencourt, você avista nele conflito de interesses? Sim ou não?

3-) fitando, olho no olho, o Presidente Mário Bittencourt, você afiançaria os negócios por ele celebrados? Ou melhor, você entende que, ao celebrar determinada transação envolvendo jogadores, o Presidente pensa única e exclusivamente no Fluminense? Sim ou não?

4-) fitando, olho no olho, o Presidente Mário Bittencourt, você considera a gestão dele à frente do Fluminense suficientemente transparente? Sim ou não?

Fred, se você respondeu “não”, pelo menos uma vez, às perguntas “1”, “3” e “4”, e resta calado até agora, você foi um grande centroavante – talvez o maior de nossa História, de nossa decadente História. Nem um centímetro a mais. Idem, se respondeu “sim” à pergunta “2”.

Para ver a situação por outro ângulo, Fred, ou seja, pelo ângulo da sofrida torcida tricolor, sugiro subir na mesa do Presidente do Fluminense.

O captain! My captain!

Saudações Tricolores!

O texto é de total responsabildade do autor.

“Nós, os covardes” – Opinião André Ferreira de Barros

“Nós, os covardes”

Enquanto nós ficarmos medindo palavras com medo de processos…

Enquanto nós ficarmos dizendo que não há provas de nada…

Enquanto nós ficarmos reclamando apenas nas 24 horas seguintes aos insucessos…

O GRANDE FILHO DA PUTA NADA DE BRAÇADA!!!!

Quando alguém, com densidade política bastante, vai chamar o canalha de canalha?

SOMOS UM AJUNTAMENTO DE COVARDES!!!

O texto é de total responsabilidade do autor.