fbpx

Opinião – Você já se perguntou se fulano é um ladrão?

Aquele que gere haveres de terceiros – quer sejam públicos, quer sejam privados – se submetem a tentações – evidentemente proporcionais ao patrimônio administrado. A mais comum delas é a de roubar o que não lhe pertence. Pior, há pessoas vocacionadas para esse mal. Para elas, a “propensão à subtração” é inelutável.

O roubo tem vários nomes e roupagens mais ou menos sofisticadas, entre as quais, comissões indevidas incidentes sobre o negócio que administra, subfaturamento nas vendas de bens e serviços, superfaturamento nas compras de bens e serviços, prestação fictícia de serviços e contratações indevidas de profissionais.

Mas, noves fora a nomenclatura, em essência, trata-se dum roubo, duma reles subtração de coisa alheia. E quem perpetra o roubo, ladrão é.

Dito isso, sempre me despertou grande curiosidade a relação entre o ladrão e as pessoas de seu entorno. Será que estas questionam a procedência do dinheiro daquele ou, diferentemente, se põem em estado de cegueira deliberada – “willful blindness”?

Você, filho ou filha de um(a) gestor(a) de haveres de terceiros, já se perguntou se seu pai (mãe) é um ladrão (ladra) safado(a), que enriquece indevidamente, espoliando terceiros incautos?

Você, pai ou mãe de um(a) gestor(a) de haveres de terceiros, já se perguntou se seu filho(a) é um ladrão (ladra) safado(a), que enriquece indevidamente, espoliando terceiros incautos?

Você, irmão ou irmão de um(a) gestor(a) de haveres de terceiros, já se perguntou se seu irmão(ã) é um ladrão (ladra) safado(a), que enriquece indevidamente, espoliando terceiros incautos?

Você, amigo ou amiga de um(s) gestor(a) de haveres de terceiros, já se perguntou se seu amigo(a) é um ladrão(ladra) safado(a), que enriquece indevidamente, espoliando terceiros incautos?

Se vocês ainda não fizeram tal pergunta, façam-na. Afinal de contas, o novo apartamento, o reluzente carrão, o relógio de ouro ou a viagem à Disneylândia podem não ser presentes de Papai Noel.

E mais, vai que Deus existe. Pelo sim, pelo não…. seu ente querido pode estar a caminho do inferno.

Saudações tricolores!

Opinião – A Teoria do Heliocentrismo segundo muitos da Nassão

Consoante a pacífica Teoria do Heliocentrismo, o Sol é o centro do Universo.

Entretanto, desdizendo o modelo engendrado, principalmente, por Copérnico e Galileu Galilei, muitos rubro-negros acham o Flamengo o centro do Universo. Assim sendo, tudo o mais giraria em torno do urubu. Nós seríamos os “… antis…” – como se o prefixo “anti” admitisse plural.

PQP!!!

Para os flamenguistas – ou melhor, para a relevante parte dos que padecem de delírios doentios de grandeza – arrolo três fatos, dois deles são notórios e o último, pessoal:

a-) em 1976, na semifinal do Campeonato Brasileiro, disputada entre Fluminense e Corinthians, havia, num Maracanã lotado, pelo menos 20 mil flamenguistas à direita das cabines de rádio torcendo pelo Timão. Não há registro histórico de nada similar, ao menos no Brasil. Era a “Fla-Fiel”. Quem são os “… antis…”?

b-) em 2008, na final da Libertadores de 2008, os flamenguistas criaram a LDU – “Liga dos Urubus” especialmente para torcer contra o Fluminense. Quem são os “… antis…”?

c-) após o triste desenlace da final da Libertadores, um desinfeliz, com quem não falava há anos, me mandou um e-mail para me sacanear. O FDP nunca me contatara para saber de minha saúde – então bastante debilitada -, mas para me torrar o saco, ele apareceu do nada. Naturalmente, mandei o espírito de porco para a esquina seguinte à Casa do Cacete. Quem é o “… anti…”?

O Flamengo não nasceu de parto normal, tampouco anda com as próprias pernas. Diferentemente, o urubu é produto artificial de um modelo excludente – para os demais – e veiculador de privilégios financeiros e esportivos odiosos – para si.

Do ponto de vista financeiro, a Televisão patrocina um Plano Marshall às avessas, pois, ao invés de reconstruir os que necessitam de apoio, fortalece quem já é privilegiado. Há método nessa leviandade! Genuína mamadeira de piroka.

E, do ponto de vista esportivo, o quadro é ainda mais vergonhoso. Alguém pode citar o último jogo decisivo no qual o Flamengo foi prejudicado? Vale recorrer ao Google.

Caiam em si, escrotos!

Quando o Flamengo perde, não se comemora a derrota em campo. Festeja-se o malogro do sistema – elaborado por mentes diabólicas da nação e sustentado por muitos imbecis da Nassão.

Saudações tricolores!

Opinião – IPhone 5

Sr. Mário Bittencourt, faço-lhe uma oposição clara, aberta, induvidosa, implacável e inarredável.

No entanto, essa oposição encontra limites na urbanidade e civilidade necessárias à convivência social. Nesse tom, a sua família é intocável pela minha pena, eis que é sagrada aos meus olhos, Presidente.

Isso posto, proponho-lhe um teste, com o maior respeito, Presidente.

Vossa Senhoria é um advogado bem formado e informado. Enquanto membro da classe média, o senhor tem condições financeiras de presentear seu(sua) filho(a) com um IPhone. Em tempos de IPhone XI, dê-lhe de presente um IPhone 5. Grave, com o seu celular, a reação dele(a). Depois, analise-a detidamente, nos seus mínimos detalhes.

Por que isso?

Porque o senhor tem traços de arrogância que beiram o autismo.

Só que as vítimas desse autismo somos nós. A sofrida torcida tricolor clama por “A” e o senhor contrata “B”. E “A” nem é tão caro assim.

Putz grilo!!!

Com o teste do IPhone, espero, o senhor terá uma pálida ideia da reação da torcida tricolor diante dos nomes até agora ventilados nas Laranjeiras. São todos – TODOS – pavorosos!

De duas, uma: ou o senhor não entende necas de futebol e deve ser ejetado do cargo o quanto antes ou o senhor está de brincadeira com a nossa cara e não deveria sequer ter assumido a Presidência do Fluminense.

Volte para o seu escritório, Mário!

Pelo amor de Deus!

Saudações tricolores!

Opinião – Dirigentes e proxenetas

Acompanho, incansavelmente e com paixão, o dia a dia do Fluminense F.C há mais de 40 (quarenta) anos.

Desde então tive, por um lado, a fortuna de testemunhar a ação de grandes dirigentes à frente do tricolor das Laranjeiras. Como exemplos, cito Francisco Horta, José Carlos Vilela, Manoel Schwartz, Antônio Castro Gil, Hugo Mosca e Newton Graúna. Desinteressadamente, eles serviram ao Fluminense e merecem um lugar de destaque na nossa História.

Por outro lado, tive o imenso infortúnio de presenciar a ação de proxenetas. Como exemplos dos que parasitaram o Fluminense, cito …. deixa pra lá … são tantos e tão odiosos. Têm eles um lugar reservado, na melhor das hipóteses, na lata de lixo. Na pior, no inferno.

Saudações tricolores!

Opinião – Particular projeção da Teoria da Imprevisão

Grosso modo, segundo a Teoria da Imprevisão, os pactos podem ser revistos sempre que, após a sua celebração, verificar-se um substancial desequilíbrio entre as partes contratantes.

Isso posto, miro o contrato celebrado entre o Fluminense e a Rede Globo de Televisão.

Eu sei, eu sei, formalmente, o Flamengo não é parte da relação bilateral formada entre o Fluminense e a Rede Globo. Mas o “queridinho do plim plim” é parte – e que parte – da avença vista como um todo.

De mais a mais, é forçoso convir que o desequilíbrio superveniente, entre os “beneficiários”, era bastante previsível. Apenas Peter Siemsen e os mentecaptos da Flusócio não o avistaram. É isso mesmo: a pornográfica discrepância na distribuição de cotas de TV – mal maior do futebol brasileiro de hoje – não pode ser debitada na conta do Dr. Mário Bittencourt.

Mas a inação, a inércia, a bovina conformação com esse estado de coisas podem, sim, Sr. Presidente.

Imploda o sistema, Mário!

Não temos vocação para sparring! Ou você tem?

Saudações tricolores!

Opinião – “MárioX”

Era uma vez um bilionário que mercadejava sonhos. Embalado por poderosa retórica, o Rei Midas criara empresas fantásticas, cuja denominação social continha, não por acaso, um “X”, símbolo da multiplicação de riquezas. Ações da OGX, da MMX e de outras “X” mais eram disputadas fervorosamente no mercado financeiro. Ante o elevadíssimo valor, seus IPO afastavam, até mesmo, a classe média. Mais, tais papéis se tornaram símbolo de status social. Quem não os tinha carecia de “… visão de futuro…”. Ao final, essas ações viraram pó, ou melhor, os investidores descobriram, dolorosamente, que nunca passaram de pó envolto num sofisticado estelionato.

Cortemos para o Fluminense F.C.

Era uma vez um fluente advogado que, na oposição, mercadejava sonhos. Embalado por poderosa retórica, o sabichão tinha respostas para tudo – do tratamento para unha encravada até a colonização de Marte. Na administração do futebol, então – assunto tão comezinho ante a sua assombrosa inteligência -, ele acenava com a redução da gigantesca dívida do clube, com patrocínios milionários celebrados com investidores de primeira linha, com times galácticos e com outras coisas mais.

Sabemos todos que os ouvidos dos incautos aceitam tudo, em especial aquilo que lhes agrada.

E, como era de se esperar, o vendilhão de sonhos – quase um messias – ganhou a eleição para Presidente do Fluminense, enchendo de esperança os corações apaixonados. Quem discordasse disso carecia de “… visão de futuro…”.

Eis que, desafortunadamente, como num passe de mágica, já eleito, o arguto pensador e filósofo do gigantismo deu lugar ao taciturno administrador, amante do medíocre.

Dolorosamente, milhões – votantes e não votantes – descobriram que tudo não passava de pó envolto em (mais um) reles estelionato eleitoral.

MárioX.

Fui enganado?

Não, de forma alguma!

Talvez eu ainda não tenha alcançado a idade bastante para descrer em Papai Noel ou no coelhinho da Páscoa. Mas já estou velho demais para acreditar em fanfarrões.

Em tempo, um Enderson Moreira vem aí!

MárioX.

Saudações tricolores!

Opinião – Imperativo afirmativo

Trata-se de um modo verbal por meio do qual se expressa uma ordem, um convite, um conselho, um pedido ou uma súplica. O imperativo afirmativo: 

a-) por sua própria natureza, não é conjugado na primeira pessoa do singular;

b-) no caso de “tu” e “vós”, é formado a partir do presente do indicativo, eliminando-se o “s” ao final da conjugação;

c-) para as demais pessoas, a formação segue a do presente do subjuntivo.

Seguem-se alguns exemplos de verbos no imperativo afirmativo para a terceira pessoa do singular:

1-) verbo acabar: “Acabe com as ‘mamatas’, Mário”;

2-) verbo agregar: “Agregue, Mário”;

3-) verbo auditar: “Audite os números de seus predecessores, Mário”;

4-) verbo chamar: “Chame os grandes tricolores, Mário”;

5-) verbo congregar: “Congregue esforços, Mário”;

6-) verbo contratar: “Contrate com critério, Mário”;

7-) verbo conviver: “Conviva com os opostos, Mário”;

😎 verbo denunciar: “Denuncie as irregularidades, Mário”;

9-) verbo desconstituir: “Desconstitua os esquemas, Mário”;

10-) verbo desmontar: “Desmonte as ‘panelinhas’, Mário”;

11-) verbo demitir: “Demita os incompetentes, Mário”;

12-) verbo desistir: “Desista da Presidência, Mário”;

13-) verbo fazer: “Faça uma auditoria, Mário”;

14-) verbo ir: “Vá para casa, Mário”;

15-) verbo largar: “Largue o osso, Mário”;

16-) verbo levar: “Leve seus amiguinhos com você, Mário”;

17-) verbo pagar: “Pague as obrigações em dia, Mário”;

18-) verbo passar: “Passe o Fluminense a limpo, Mário”;

19-) verbo pedir: “Peça ajuda, Mário”;

20-) verbo pegar: “Pegue o boné, Mário”;

21-) verbo pensar: “Pense grande, Mário”;

22-) verbo permitir: “Permita a pluralidade, Mário”;

23-) verbo reassumir: “Reassuma os seus misteres como advogado, Mário”;

24-) verbo renunciar: “Renuncie, Mário”;

25-) verbo revelar: “Revele a real situação do Fluminense, Mário”;

26-) verbo sair: “Saia do Fluminense, Mário”;

27-) verbo salvar: “Salve o Fluminense, Mário”;

28-) verbo seguir: “Siga outro caminho, Mário”;

29-) verbo ser: “Seja humilde, Mário”;

30-) verbo voltar: “Volte para o lugar de onde você veio, Mário”.

Os exemplos são infindáveis!

Saudações tricolores!

Opinião – “O Carrossel do Dr. Bittencourt ou Clear and present danger”

Mais dois ou três pontos na tabela, e o Fluminense se livra, de vez, do rebaixamento para a Série B do Campeonato Brasileiro. Oxalá isso já ocorra amanhã, no jogo contra o Avaí, em Santa Catarina/SC.

Diante de nossa rica história, isso é pouco, muito pouco!

Convém enfatizar isso à exaustão, pois diante estamos de um perigo silencioso – mas palpável e gigantesco.

Onde mora o tal perigo?

Mora no Gabinete do Presidente do clube. Afinal, o Sr. Mário Bittencourt é um excelente operador do Direito. E mais, ele tem o dom da palavra – muito embora “enrole” aqui e ali sobre pontos capitais. Mas, retomando o norte, o Presidente do Fluminense não entende necas de futebol. Repito, necas!

Caso nos livremos do rebaixamento com duas rodadas de antecedência, periga o Dr. Mário Bittencourt chegar às seguintes – e terríveis – conclusões:

a-) Danielzinho é um novo Johan Cruyff;

b-) Marcão é a reencarnação de Rinus Mitchel;

c-) o Fluminense é o novo carrossel holandês;

d-) ante a retomada do prumo, nada há de ser feito para 2020.

Preocupemo-nos, amigos!

O perigo é real e imediato – (“clear and present danger”).

Saudações tricolores!

Opinião: “Dizem que Roque Santeiro… um homem debaixo de um Santo…

Foto: Reprodução/Vídeo

Na memorável obra de Dias Gomes, Asa Branca vivia em torno do mito de Roque Santeiro, um homem que, em vida, supostamente reunira virtudes heroicas – a ponto de enfrentar uma quadrilha de maus elementos que aterrorizava a pequena cidade. O cruento combate a Navalhada e a seus comparsas lhe custara a vida, mas lhe garantiu um lugar na História. Os crentes do local, ávidos por conforto e esperança, devotavam-lhe grande reverência. Destoando, o padre, cioso dos indispensáveis requisitos para o conseguimento da beatificação e, em seguida, da canonização, não gostava nadinha daquelas manifestações profanas. Um dia qualquer, Roque Santeiro reapareceu na cidade, vivinho da Silva. Não havia ele morrido, muito menos era um santo. Neste particular, coberto de razão estava o padre de Asa Branca.

Atualmente, o Fluminense tem um Roque Santeiro, que guarda semelhanças e diferenças com o de Asa Branca.

Evidentemente, a primeira semelhança está na vida que anima os seus corpos. Tanto o Roque Santeiro de Asa Branca quanto o das Laranjeiras estão – e são – muito vivos.

A segunda semelhança decorre da primeira: nem um nem outro são santos, embora deles, muitos esperem milagres em profusão.

A terceira semelhança decorre das duas primeiras: frustrar-se-ão os que esperam por milagres dos falsos santos. Isso por imperativo lógico e categórico.

A partir daqui, adentro as diferenças entre o Roque Santeiro de Asa Branca e o das Laranjeiras.

Começando, o mito do Roque Santeiro de Asa Branca foi forjado à revelia deste, que, inclusive, repudiava a ideia malsã – gerada na mente de aproveitadores que visavam ao lucro fácil. Por outro lado, o mito do Roque Santeiro das Laranjeiras foi construído com a anuência dele, que adora uma aclamação acrítica, como se aclamação crítica pudesse haver.

Por fim, o Roque Santeiro de Asa Branca tem, apenas, uma Viúva Porcina; o das Laranjeiras, várias, que, além de encherem o saco, não enxergam um palmo à frente do nariz.

Mais dia, menos dia, todos daremos razão ao padre.

Pobre Fluminense!

Saudações tricolores!

Opinião:”Éramos três”

Foto: Arquivo Pessoal

Após a tenebrosa “jestão” da Flusócio (2011-2019) – algo comparável, em termos de trevas, apenas ao odioso Império Galáctico de Palpatine -, a formação do triunvirato foi uma lufada de esperança para a sofrida torcida tricolor.

Esperava-se, dos integrantes do triunvirato, uma sinergia – para usar palavra ao gosto da malfadada Flusócio -, de maneira que, em determinado ponto, as virtudes de um – ou de dois – refreassem os defeitos de um – ou de dois. Seria uma espécie de “sistema de freios e contrapesos” no “executivo” do Fluminense F.C.

De fato, parecia uma boa ideia – mais uma boa ideia na História da Humanidade.

Mas havia algo que inquietava a muitos tricolores, inclusive a mim. Afinal, três egos não ocupam o mesmo lugar no espaço. Três, não, quatro, pois um dos integrantes do tencionado triunvirato tem o ego em dobro.

A conta parecia não fechar!

E a conta não fechou mesmo.

Num primeiro momento, Ricardo Tenório abandonou o barco. Mais, ele fundou a dissidência. Especulam-se várias razões para tal. Confesso que não sei o motivo realmente determinante.

Agora, Celso Barros – cujos méritos nos títulos nacionais de 2007, 2010 e 2012 não canso de reconhecer – é “rifado”, embora não formalmente defenestrado, eis que eleito vice-presidente do clube.

Do triunvirato original sobrou justamente aquele que achei – e temia – que sobraria, o Sr. Mário Bittencourt – ou SuperMário(®) para os mariominions.

E, desgraçadamente, um ego duplo ocupa muito lugar no espaço.

Pobre Fluminense!

Saudações tricolores!

Top