“#ÉPELOFLUDEVERDADE (2)” – Opinião André Barros

“#ÉPELOFLUDEVERDADE (2)”
Ante as horrendas opções que, comumente, restavam aos brasileiros no segundo turno das eleições, Leonel Brizola, com a argúcia que lhe era característica, dizia algo assim: “Ao escolher entre o cramulhão e o coisa ruim, não tem jeito, ao final, o inferno sempre vence”.
Essa preciosa lição de Ciência Política se aplica, às inteiras, ao Fluminense F.C.
De um lado, temos a Flusócio, de Danilo Félix; do outro, o “Triunvirato de Um”, de Mário Bittencourt.
Tenho para mim que o porquê de tamanha desgraça ter se abatido sobre as Laranjeiras está no “Livro do Apocalipse” – ali e somente ali.
Enquanto não consigo consultar um Teólogo de escol para entender – e desfazer – o que creio ser uma maldição de proporções bíblicas, associemo-nos em massa, tricolores!
Votemos em massa, tricolores!
Se não, o inferno triunfará mais uma vez.

#ÉPELOFLUDEVERDADE

“#ÉPELOFLUDEVERDADE” – Opinião André Barros

“#ÉPELOFLUDEVERDADE”
Fora Odair!
Fora Julião!
Fora Egídio!
Fora Yuri!
Chega de barangas!
Fora Flusócio dos infernos!
Fora Simone!
Fora Angioni!
Fora Mário Bittencourt!
Xô eguns sem luz!
Associemo-nos em massa, tricolores!
Votemos em massa, tricolores!
Se não, eles ficam…

#ÉPELOFLUDEVERDADE

“Mentiroso, arrogante, covarde e incompetente” opinião André Barros


No início, era um “Triunvirato de Três” – com o perdão da redundância a ser logo esclarecida -, ao estilo da aliança estabelecida em 60 a.C, em Roma, entre Júlio César, Pompeu e Licínio Crasso. À maioria dos tricolores, parecia a solução para um clube em pandarecos, pois as qualidades de uns sobrepor-se-iam aos defeitos dos outros.
Entretanto, no meio do caminho, por obra do “Grande Mentiroso”, formou-se o “Triunvirato de Dois”. Só no Fluminense de hoje!
Escanteado o segundo integrante, restou o “Triunvirato de Um”, formado por ele, “O Grande Mentiroso”. Só no Fluminense de hoje!
“O Grande Mentiroso” mentiu compulsivamente na composição da chapa, mentiu repetidamente no período eleitoral – principalmente no que respeita ao conseguimento do patrocínio máster – enfim, ele mente cada vez que abre a boca. Trocando em miúdos, ele é um mitômano.
Ele também poderia ser chamado de “O Grande Arrogante”. Ele é odioso e odiado por muitos. Logo, ele é incapaz de aglutinar os apoios necessários ao reerguimento do Fluminense. De mais a mais, ele é orgulhoso demais para pedir ajuda a reles mortais.
Ele também é um “Grande Covarde”, pois não arrosta a torcida tricolor. Diferentemente, ele somente fala com os chamados “microfones amestrados”, influencers escolhidos a dedo – eufemismo para se designarem falsos tricolores escalados para passar pano para uma gestão pífia. Eu não poderia deixar de mencionar essa súcia de desqualificados, que ajuda a afundar o Fluminense.
Por fim, ele é um “Grande Incompetente”. Tem o rosto do Odair, do Egídio, do Julião, do Yuri e quejandos. Ou seja, tem a face de ruim e perdedor.
Refiro-me, claro, ao Sr. Mário Bittencourt, mais um elo desgraçado nessa cadeia diabólica iniciada com Fábio Egypto em meados dos anos 80.
O que nós, tricolores, fizemos para suportar tamanha desgraça?
FORA MÁRIO MENTIROSO!!!!!!!!

Opinião – Ignomínias

Infelizmente, a odiosa Flusócio fez escola no Fluminense – e não apenas no quesito “jestão”, com “j” de jumento.

Espraiou-se pelas Laranjeiras, também, um modo macunaímico – e patológico – de comportamento social – segundo o qual, por um lado, tudo o que provém dos meus é inerentemente bom e, por outro, o que não provém é inerentemente ruim.

Mais, segundo as macabras escrituras da Flusócio, o Fluminense foi descoberto pelo Peter, revelado pelo Danilo e refundado pelo Pedro. Cáspite!

Nessa obtusa linha de raciocínio, o Pai de Todos os Pavões passou a encarnar o Fluminense F.C.

Ele – e só ele – encarna o Fluminense, eis que ungido pelos Céus, posto que ateu. Uma espécie de Luís XIV das Laranjeiras.

O que vimos na FLUFEST de sábado passado foi uma pantomima, ou melhor, um show de horrores, em cujo palco central desfilava um janota – um incompetente janota.

O assunto em apreço era o tricampeonato brasileiro de 2010. Isso evocava em nossa memória afetiva Muricy Ramalho? Dario Conca? Celso de Barros? Roberto Horcades? Tudo junto e misturado?

Decerto, o tema não evocava, nem de raspão, Mário Bittencourt.

Mas, o cara de pau perdeu a noção do ridículo e tentou, a fórceps, recontar a História, colocando-se, claro, como protagonista da inesquecível conquista. Mais duas horas de festa e embalado pelo inarredável cordão dos puxa-sacos, perigava o Mário dizer que contratara o Rivelino e montara “A Máquina”.

Putz grilo!!!

Quando o Fluminense se livrar dessa raça de mutantes, o chopp é por minha conta – pelo menos até o limite do cartão.

Saudações tricolores.

Opinião – “Nós, os culpados”

“Nós, os culpados”

Foto site NetFlu


O Fluminense, enfim, retornou ao campo de futebol. E, claro, protagonizou mais um vexame que, infelizmente, não será o último.
Os culpados por essa situação deprimente?
Não é difícil apontá-los, muito pelo contrário.
Começo agrupando os torcedores tricolores em quatro classes.
A primeira classe de torcedores tricolores é contada às dezenas, no máximo em duas centenas. São os aproveitadores de plantão, que só dão ao clube o que têm para dar dentro de si: incompetência, inapetência, retórica, ódio, cizânia e gula. Tais torcedores são um verdadeiro cancro para o Fluminense, mas só vicejam – e se cevam – porque uma imensa maioria não os importuna – e isso há décadas. Ou seja, a bem do rigor, eles não são culpados de nada, pois apenas ocupam o espaço deixado pelos grandes tricolores.
A segunda classe de torcedores também é bastante diminuta. Pense no comensalismo existente na natureza. Eles são como rêmoras, que abocanham as pequenas migalhas de toda sorte deixada pelos tubarões – uma P.J aqui, uma assessoria ali, uma intermediação acolá. Outrossim, também não são culpados de nada, eis que aproveitadores de segunda categoria.
A terceira classe de torcedores tricolores é a das “polianas”, que, contra todas as evidências, creem que tudo, num passe de mágica, vai melhorar. O Fluminense foi eliminado na primeira fase da Copa Sul-Americana? “Não há de ser nada! Tudo vai melhorar”. O Fluminense foi goleado pelo Volta Redonda? “Isso foi obra do acaso”. Estamos na iminência de ser eliminados da Copa do Brasil? “Aguardemos o Campeonato Brasileiro”. Ficamos em décimo quarto lugar no Brasileirão? “Ano que vem melhora”. Essa classe de torcedores é bastante numerosa, e os seus integrantes me dão nos nervos, pois, com a sua pouca ambição e excesso de idiotice, legitimam o exercício desastroso do poder por parte das duas classes anteriores. Vocês, “polianas”, desconhecem a grandeza do Fluminense e “cantarão e vibrarão o jogo todo” mesmo diante duma hecatombe. Isso não é amor, “polianas”, é martírio!
Por fim, a quarta e mais numerosa classe de torcedores – na qual eu, impiedosamente, me incluo: a dos omissos. Refiro-me àqueles que sabem que está tudo uma droga, que ainda vai piorar bastante e, a despeito disso, não fazem nada de efetivo para mudar esse quadro dantesco. Lembram-se de Manoel Schwartz, de Francisco Horta, de Newton Graúna, de Antônio de Castro Gil e de outros tantos que engrandeceram o Fluminense. Têm certeza, portanto, que Mário Bittencourt é a encarnação da degradação do Fluminense. Num exercício de abstração, alguém o imaginaria concorrendo à Presidência nos anos 80? Aliás, alguém o imaginaria com algum cargo no clube nessa época? Claro que não! Mas, desafortunadamente, depois de um ou outro muxoxo no grupo de zap, todos se calam, deixando as duas primeiras classes nadarem de braçada e enterrarem, cada vez mais, o Fluminense. Em suma, Fábio Egypto, Ângelo Chaves, Peter Siemsen, Danilo Félix, Pedro Abad, Mário Biitencourt e outros desse tenebroso naipe são produtos de nossa gigantesca desídia. Nós, os culpados!!!
Saúde e paz para todos.

Opinião – “O amor (ao Fluminense) em tempos de COVID-19 – Passagem (10)”

“O amor (ao Fluminense) em tempos de COVID-19 – Passagem (10)”


23 de setembro de 1984.
Flamengo x Fluminense, decisão da Taça Guanabara de 1984.
Lutávamos pelo bicampeonato da outrora relevante Taça GB.
Pensei em dizer que fui a todos os Fla x Flu da década de 80.
Mas, como eu posso ser traído pela memória cada vez mais falha, deixo aberta uma fresta para lapsos: não me lembro de ter perdido um único Fla x Flu na década de 80. Aliás, não me lembro de ter perdido um único clássico na década de 80.
E, lógico, numa arquibancada rachada ao meio, nós, tricolores, costumeiramente “engolíamos” os molambos, que desde sempre foram como pombos – muitos, feios, sujos e não cantam.
Mas algo soava distinto naquele domingo ensolarado de setembro de 1984.
É forçoso – e doloroso – reconhecer que os molambos nos calaram. Não aos gritos de “Mengo”, mas, sim, aos de “ô ô ô… Fluminense malufou…”.
Nós, tricolores, entreolhávamo-nos atônitos, sem saber, ao certo, como reagir àquela provocação.
Embora houvesse uma faixa aqui outra ali, na torcida do Fluminense, rechaçando o apoio do clube – ou, ao menos, de parte dele – ao que era considerado retrógrado à época, a massa tricolor restava inerte na arquibancada à direita das tribunas. Só os urubus gritavam.
Isso porque, convém lembrar, às vésperas do jogo decisivo, metade do grupo do time Campeão Brasileiro – entre eles o grande goleiro Paulo Vítor – foi hipotecar apoio político a Paulo Salim Maluf – um candidato identificado com a ditadura militar e com a compra de votos no infame colégio eleitoral.
Inevitavelmente, a pasmaceira passou da arquibancada para o campo. Abobado, o capitão Duílio creu ter ouvido o apito do juiz e colocou a mão na bola. Tita cobrou a falta e Adílio marcou de cabeça. Desunidos, perdemos o jogo, ou melhor, a batalha.
Em 16 de dezembro de 1984, como já contei aqui, daríamos o troco nos urubus, vencendo a guerra, com mais um golaço do Carrasco Assis.
Mas a História nos deixou lições, inesquecíveis e dolorosas lições.
Torcedor tricolor, sincera e honestamente, não tenho a menor intenção de influenciar a sua orientação política. Não sou filiado a nenhum partido político, muito menos tenho político de estimação.
Mas sou intransigente defensor de valores democráticos – sem os quais não poderia estar aqui, livremente, escrevendo (“free market place of ideas”). E graças aos quais os meus opositores vão poder me descer o cacete nos comentários.
Mas, seja você de direita, centro ou esquerda, tenha sempre a democracia como valor fundamental e inalienável.
Não fiquemos, outra vez, do lado errado da História.
Saúde e paz para todos.

O amor (ao Fluminense) em tempos de COVID-19 – Passagem (9)”

O amor (ao Fluminense) em tempos de COVID-19 – Passagem (9)”

Imagens Sportv – Narração Luiz Carlos Júnior

Primeiro de novembro de 2009.
A campanha épica do Fluminense na Copa Libertadores de 2008 forjou uma pequena tricolor de quatro costados em minha casa: Marine, minha filha, então com nove anos de idade.
Cerca de um ano depois, o Fluminense fazia uma campanha pífia no Brasileirão de 2009. Os matemáticos cravavam em 2%, na melhor das hipóteses, as chances de nossa permanência na primeira divisão.
Empolgadíssima com a vitória sobre o Atlético/MG – um dos melhores times do Campeonato de 2009 –, Marine, do alto de sua doce inocência, cria piamente em outro triunfo sobre o poderoso Cruzeiro/MG, então líder do Brasileirão. Tentei, de alguma maneira, esfriar os seus ânimos, alertando-lhe que, desta feita, o Fluminense jogaria fora de casa e, pior, com o Mineirão lotado. Nada, no entanto, lhe continha o ímpeto. Mais, deixando escapar uma ponta de superstição, ela disse que chamaria sua colega de colégio, Ingrid, para assistir ao jogo conosco. E deveríamos todos guardar a mesma posição do meio de semana…
Marine e Ingrid, eufóricas, envergavam a camisa tricolor. Eu, confesso, estava bastante ressabiado. Afinal, o Fluminense empilhava vexames no Campeonato.
Os dois times já estavam em campo. Então, um grito ensurdecedor tomou conta do estádio: “Fred guerreiro… volta pro Cruzeiro…”. As imagens da televisão mostraram o centroavante do Fluminense impassível diante da reverência da massa azul-celeste.
Bola rolando.
Pressão total cruzeirense.
Guérron – o maldito – nos infernizando de novo. Ô carma!!!
Pênalti perdido… gol do Cruzeiro… gol do Cruzeiro. Algo assim, não me lembro ao certo da sequência – registro que tenho um compromisso comigo mesmo de somente consultar o Google para conferir as datas dos jogos.
Intervalo de jogo no Mineirão.
Cruzeiro 2 x 0 Fluminense.
Foi pouco, muito pouco.
A vaca estava indo para o brejo com bezerro e tudo. À velocidade da luz.
Conformado, eu comecei a mexer nuns papéis do trabalho. Quando dei por mim, o segundo tempo do jogo já havia começado. O Fluminense voltou com três zagueiros – Gum, Dalton e Digão. “Grande coisa”, pensei eu, cá com meus botões.
Do nada, o time engrenou e passou a encurralar o Cruzeiro.
Gum, o Guerreiro, então desconhecido, marcou o primeiro gol, dando início à reação.
Fred, o ídolo em construção, empatou o jogo.
Fred, o mito em construção, após jogada espetacular de Maicon, virou o jogo.
Fred guerreiro voltou do Cruzeiro.
Oxalá rendimentos do passado sejam garantia de lucros no futuro.
Saúde e paz para todos.

Foto capa arquivo globoesporte.com

Opinião – André F. de Barros – “O amor (ao Fluminense) em tempos de COVID-19 – Passagem (8)”

“O amor (ao Fluminense) em tempos de COVID-19 – Passagem (8)”


Você sabia que, no time campeão estadual de 1980, o lateral-direito tricolor (Edevaldo) envergava a camisa 2, o zagueiro central (Tadeu), a 3, o quarto-zagueiro (Edinho), a 5, o lateral-esquerdo (Rubens Galaxe), a 4 e o volante (Deley), a 6?
Você sabia que, na maior parte do tempo, no timaço de 83/84/85, o lateral-direito tricolor (Aldo) envergava a camisa 4, o zagueiro-central (Duílio), a 2, o quarto-zagueiro (Ricardo), a 3, o lateral-esquerdo (Branco), a 6 e o volante (Jandir), a 5?
Você sabia que, nos jogos decisivos de 1984, Paulo Vítor não sofreu nenhum gol? No Campeonato Brasileiro, foram duas semifinais contra o Corinthians – sendo uma vitória em São Paulo (0x2) e um empate no Rio (0x0) – e duas finais contra o Vasco – com uma vitória do Flu (0x1) e um empate (0x0). Já no Campeonato Carioca, foram duas vitórias consecutivas – contra Vasco (2×0) e contra Flamengo (1×0).
Você sabia que, no triênio 83/84/85, os gols decisivos do Fluminense ocorreram na baliza à direita das cabines de rádio? Recordar é viver: Assis contra o Flamengo (1983), Romerito contra o Vasco (1984), Assis contra o Flamengo (1984), Romerito contra o Bangu (1985) e Paulinho contra o Bangu (1985).
Você sabia que Assis marcou o gol do bi aos 30 minutos do segundo tempo, e Paulinho, o do tri aos 31 minutos do segundo tempo?
Você sabia que, embora o saudoso Assis tenha sido imortalizado como “Carrasco do Flamengo”, Paulinho foi o único jogador do Fluminense a marcar gol nos três triangulares decisivos? Recordemos: ele marcou gol contra o Bangu em 1983, contra o Vasco em 1984 e contra o Bangu em 1985.
Você sabia que o Danilo Félix é um Mário Bittencourt que sabe informática?
Você sabia que o Mário Bittencourt é um Danilo Félix que sabe juridiquês?
Saúde e paz para todos.

“O amor (ao Fluminense) em tempos de COVID-19 – Passagem (7)”

Imagens Rede Globo – Narração Galvão Bueno.

“O amor (ao Fluminense) em tempos de COVID-19 – Passagem (7)”


18 de dezembro de 1985.
Se a manhã dos dias de jogos decisivos de anos anteriores emitiram sinais e vibrações positivas, a daquela quarta-feira se iniciara de forma contrastante: Kohoutek – o meu lendário cachorro vira-latas com nome de cometa e de astrônomo checo – partira desta vida para a melhor. Evidentemente, eu estava muito, muito chateado.
Eu cursava o primeiro ano de Engenharia e já estava de férias. Por outras palavras, como ainda não fazia estágio, estava entregue ao ócio – merecido, diga-se de passagem, pois a transição do Colégio Salesianos para a UFRJ não fora fácil. Quem passou por isso sabe do que estou falando. Mas, a imagem de Kohoutek agonizando na mesa do veterinário era assaz atordoante em minha mente.
Empurrado por meu grande amigo Melão, fui para o Clube dos Pioneiros, em Santa Rosa, Niterói/RJ – outro inesquecível marco da minha juventude.
O assunto no clube era um só: a possibilidade do tri por parte do Fluminense F.C.
Para tal, precisávamos vencer a fortíssima equipe do Bangu, que tinha eliminado ninguém menos do que o C. R. Flamengo.
Ensimesmado, eu não abria a boca. Mais, persistia em minha mente a dúvida sobre ir, ou não, ao jogo.
20:00. Impelido pelos colegas, parti para o Maracanã. Aliás, partimos – todos no ônibus da Young-Flu Niterói.
4 minutos de jogo… Gol do Bangu, que jogava pelo empate.
É… o dia começou mal, haveria de terminar mal. Eu não soubera ler os sinais.
Renê jogava bem. Aliás, jogava muito bem, mas não tinha a estrela do Assis.
Por outro lado, o Bangu – do astuto Moisés – estava bem postado em campo.
Perivaldo marcava Tato em cima.
Então, Tato se machuca.
Deuses do futebol intervêm.
Segundo tempo.
Romerito empatou o jogo.
Torcida tricolor encurralou o Bangu.
Paulinho virou o jogo em cobrança de falta magistral.
Último lance do jogo: Cláudio Adão caiu na área do Fluminense.
José Roberto Wright, acertadamente, não marcou nada.
Afinal não foi o Vica que derrubara o Adão.
Diferentemente, o espírito do Kohoutek se materializara e mordeu o Cláudio Adão dentro da grande área do Fluminense.
Segue o jogo.
Saúde e paz para todos.