“Sou Fluminense, isso é o que importa!” – Por Antonio Gonzalez

Sou Fluminense, isso é o que importa!

Recebi algumas mensagens nas últimas semanas, todas com o mesmo enfoque: “Gonzalez você não está batendo na gestão do Mário!”.

Deixa eu explicar: o meu comportamento com qualquer início de mandato (mesmo em caso de reeleição) no Fluminense, sempre foi o de aguardar 100 dias, até que possa emitir opiniões com profundidade.

O que isso significa?

Que mesmo que eu possa discordar de alguma ou outra contratação, o momento me pede calma e para aguardar os próximos meses, 100 dias…

Continuo oposição?

Estar oposição é um estado de espírito…

Entretanto SER FLUMINENSE é questão de DNA.

Nunca torci para dirigente, mesmo que tenha tido o meu voto: se faz bem eu aplaudo, se faz mal, critico.

A grande maioria (+ de 70%) dos votantes apostou na continuidade de Mário Bittencourt na presidência do Fluminense. É preciso respeitá-los.

Jamais quis ser o dono da verdade, pelo contrário, torço para equivocar-me. Faz parte da minha liturgia.

Meu saudoso e eterno Júlio Bueno me ensinou: o sucesso do Mário Bittencourt é o sucesso do Fluminense.

Portanto, continuo na luta, da minha maneira, pedindo a instalação imediata do voto online e maior brevidade nos balancetes e no orçamento.

Quanto ao campo, deixa a bola rolar…

O Mário prometeu o bicampeonato carioca e a conquista da Libertadores. Resolvi dar um crédito…

Torcer, torcer e torcer!

Feliz Ano Novo!

Recomendo que vocês passem lá no meu canal do YouTube:

A DIFÍCIL OPÇÃO DO MENOS PIOR – Coluna Antonio Gonzalez

A DIFÍCIL OPÇÃO DO MENOS PIOR

No próximo sábado, 26 de novembro de 2022, ocorrerá a eleição para a presidência do Fluminense.

Pensar que o voto para presidente completou 21 anos de instituído (depois de uma grande batalha política da Vanguarda Tricolor iniciada em 1996 – O DIRETAS JÁ NO FLU – que culminou na Reforma Estatutária de 2001), me torna cúmplice e ponta de lança daquele momento histórico.

Sim!

Eu fui um dos LOUCOS DA CABEÇA que não tiveram medo de lutar para transformar e democratizar o clube.

Valeu à pena?

Com certeza. O Fluminense do feudalismo empurrava, a passos largos, a Instituição, para o seu desaparecimento.

Mas… Passados esses 21 anos, como eu vejo a atualidade política?

Enquanto grandes quadros e talentos, escolheram o exílio da não convivência com certas situações, por outro lado é visível o crescente analfabetismo político que ocupou espaços que, por estofo e conteúdo, nunca lhes pertenceram.

Nesse caso, as 2 candidaturas que se colocam contrárias à reeleição do atual mandatário, trazem consigo tudo de espesso que se protege detrás de certos analfabetos políticos.

O pior que pode acontecer com o FFC é ter, entre os que atualmente se sentem peças do tabuleiro, analfabeto com diploma, isso sem falar em certas digitais, que buscam benefício próprio.

O candidato Marcelo Souto não é fraco! Ele é muito fraco. Verdadeiro CD arranhado. Discurso tipo pizza de “Tomate seco com rúcula”, 100% bazófia… Muita vaidade, feita em laboratório, mas sem nenhuma experiência ou perspectiva do que seja o verbo gerir.

E o Rolim? Se perdeu, deixou que certos vampiros agasalhassem a sua coordenação de campanha. E a esses morcegos devoradores não permitiram nada além de hipocrisia. Somados à empáfia, à arrogância, à prepotência do dono de um projeto, propositalmente mal divulgado, segredo a 7 chaves para nada transparente.

Do outro lado, o Mário Bittencourt…

Com ele podemos ler:

a) não cumpriu a promessa do voto online;

b) apequenamento dos conceitos históricos do real tamanho da história do clube – bicicleta na sala de troféus, livros sem nexo, etc;

c) inexplicável afastamento do seu Vice Presidente Geral;

d) com raríssimas exceções, investiu mal no Futebol (os 18,2 Milhões de reais investidos em 50% do Caio Paulista e no Cris Moldávia), além de renovações desnecessárias como as do Matheus Ferraz e Wellington Baiana;

e) caso LIVESORTE – falta de transparência para um discurso com várias versões;

f) cabos eleitorais que se transformaram em empregados do clube. A.D.A. (amigos dos amigos) em forma de patrulhamento. Tática mor do Peterzizmo – “eu vos dou a tranquilidade financeira e vocês me dão a tranquilidade política”;

g) Etc…

Por incrível que pareça nesse 26 do 11, o sócio do Fluminense não votará no melhor candidato. O voto, em sua maioria, irá para o menos pior.

Dando o papo: pelo menos no quesito campanha, o Mário venceu com vários corpos na frente.

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Estou lançando outro trabalho ao lado do Genial Cláudio Kote.
Passe por lá e deixe o seu comentário:

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Tenho muita preocupação com o futuro.

Até ter vida, vou continuar fazendo a minha parte. Nunca pertenci aos leões de teclado.

Sempre fui dos que arregaçaram as mangas.

Não convivo com hipócritas. Muito menos com covardes.

Lute pelo Fluminense que você acredita.

Mas lute até o fim.

Antonio Gonzalez

Gozar nas coxas não monta chapa – Coluna Antonio Gonzalez

Gozar nas coxas não monta chapa

Na última segunda-feira fui surpreendido por um telefonema. Uma amiga de longa data dizia:

“Você não sabe da maior: o Marcelo Souto fechou a chapa mas não tem o requerimento com as 50 assinaturas pronto. Aliás, desconhecia essa necessidade”.

Para nada me surpreendeu partindo da candidatura imberbe.

Diz o Estatuto

“Seção V – Da Eleição

Art. 23
Parágrafo 3º – O registro das chapas deverá ser solicitado ao Presidente do clube, em requerimento assinado, no mínimo, por 50 (cinquenta) Sócios, ficando os dois primeiros signatários credenciados a prestar esclarecimentos e tomar as providências que sejam necessárias.”.

Ora senhores, 2 ensinamentos, um cristalino – as 50 ou mais assinaturas. O outro exige visão política, os 2 primeiros signatários não podem ser otários, não podem ser pseudo players, muito menos analfabetos políticos. Tem que ser gente cascuda, com horas de vôo. Esse negócio de barata voa, pode servir para coordenar (ou achar que coordena) grupelho de Whatsapp. Mas clube grande como o Fluminense tem que ter gente inteligente à frente de processos como o de criar uma chapa.

Mas não parou por aí.
Hoje, às 10 da matina, a mesma amiga. “Gonzalez, vai dar merda, a chapa do Souto tem 43 fichas sem condições e a do Rolim 46”…

A minha resposta só poderia ser uma (longe de mandar alguém chupar uma rola): “Puta que pariu, esse pessoal não sabe nada vezes nada e se acham os donos do pedaço, culpa de quem deu espaço”.

Pessoas cascudas sabem que historicamente caem de 10 a 12% de fichas: fotocópias não servem, escaneadas tampouco, se não tiver antiguidade roda, se estar devendo ao clube tem que regularizar o atraso e só podem assinar as fichas sócios proprietários ou contribuintes.

Mas para chegar à cifra de 10 a 12% tem que trabalhar com seriedade e profissionalismo. Ou seja não pode ser feito nas coxas. Nem em uma semana. Isso de que eu faço, eu aconteço, só funciona em novela reprisada por 8ª vez na sessão da tarde.

O 4º parágrafo desse artigo 23 é objetivo:
“Se houver pendência, o Presidente do Clube, no prazo de 72 (setenta e duas) horas da apresentação da chapa, convocará os dois Sócios credenciados, para que as satisfaçam em 3 (três) dias úteis, sob pena de indeferimento do registro.”.

2 candidaturas de Advogados sem ninguém que conheça o Estatuto do Fluminense.

2 candidaturas que falam em ruptura e não tem inteligência pra montar uma chapa sem dor de barriga.

2 candidaturas que criticam o passado mas não sabem nem o básico de uma eleição, que é montar chapa.

De que adianta falar em S.A.F. sem visão política de como ganhar uma eleição. Jatinho e power point somente ganham eleição de soberba, arrogância e prepotência.

Sem esquecer que os fakes da candidatura do Rolim resolveram me atacar com mentiras. Pobres garotos e garotas: SOU ANTONIO GONZALEZ. Goste ou não nenhum de vocês tem pau para falar do Fluminense comigo.

Por enquanto divirtam-se com um pouco de história do Fluminense:

Unidos por um Fluminense forte – (poema para Heitor D’Alincourt) – Antonio Gonzalez e Claudio Kote.

De resto, com todos os questionamentos, com todas as discordâncias, a candidatura do atual Presidente é um milhão de vezes melhor ao dessa pseudo oposição.

Aprendam: não podem mais se juntar as chapas Souto e Rolim, nem cruzar fichas. Quem não conseguir cumprir as pendências, morre no jogo e na praia. Não pode nem juntar as fichas. Só poderia ter sido feito isso antes.

Como diria o nosso querido Alexandre Vilella: “CENÁRIO DEVASTADOR”.

No mais… Abaixo a informação oficial da Assessoria de Imprensa do Fli

INFORMAÇÃO
“O Fluminense FC informa que três chapas apresentaram fichas visando à eleição para o próximo triênio.

A chapa “Com amor e com Vigor” apresentou suas fichas no sábado (12/11), foi notificada de que havia 25 inconsistências e, após as correções feitas na segunda (14/11), já teve seu registro homologado.

As chapas “Herdeiros de Oscar Cox” e “Meu Fluminense Acelera” deram entrada em suas fichas na terça-feira (15/11) e terão até as 18h de sábado (19/11) para corrigir as inconsistências e defecções. Elas tiveram, respectivamente, 43 (21,5%) e 46 (23%) inconsistências.”.

Resta-me pouco para viver, mas o Fluminense continua sendo inegociável diante dos meus princípios.

Antonio Gonzalez

Se eu morrer, amanhã, ninguém sentirá a minha falta – Coluna Antonio Gonzalez

Se eu morrer, amanhã, ninguém sentirá a minha falta.

Dias tristes, Gal Costa faz, precocemente, a passagem e Milton Nascimento aposenta a voz. O Brasil, rico em produzir cultura nos anos 1960 e 1970, perde luz, intelectualidade, poesia, voz.

De bom, a 3a. colocação no Brasileiro, definitivamente o melhor ano desde 2012.

Duela a quem duela!

Não reconhecer agride o que pensa a grande maioria da torcida tricolor.

Outra coisa é que eu concorde com os métodos da atual gestão. Tampouco sou daqueles que tira foto com a faixa de 3° colocado.

Sem hipocrisia: acalanto a evolução, mas não dou cambalhotas, nem tiro fotos tendo “a bicicleta do Fred” como amuleto.

Tenho a minha consciência tranquila, assim como sei que a Frente Ampla Tricolor foi o único movimento autêntico de resistência na política do Fluminense nós últimos 3 anos e meio.

Mas a fotografia que hoje falsamente alardeia de oposição, é turva.

Marcelo Souto, apesar da barba que carrega, é um imberbe: nada sabe de gestão, nem de política. Se sente maior do que o seu espelho reflete. Não é dele que o Fluminense precisa.

A outra parte passa pelo Rafael Rolim. A minha crítica não é ao ser humano. E sim à falta de clarividência e transparência do que diz ser o “projeto da SAF”…

Mas como assim se em junho já se sabia que, em caso de composição, a Presidência do Conselho Deliberativo não passaria pela mão de ninguém que não escrevesse o livrinho da obediência às necessidades do dono do “projeto da SAF”?

O meu nome surge nas hemerotecas que falam da história do Fluminense em 1978.

Não cheguei ao clube tentando (valorizar) fazer negócio.

Jamais pedi que atropelassem o estatuto para favorecer uma possível candidatura à eleição do sucessor do Peter Siemsen.

Muito menos indiquei peixe para trabalhar no clube… E o pior, era peixe preguiça que não fazia nada… Nada… Nada.

De modo algum posei de alquimista para anunciar patrocínio fracassado (bastava 2 dedos de frente para saber que iria dar merda)… Leia-se Matte Viton e Dry Word.

Porém, sempre que o Fluminense necessitou eu estive ali única e exclusivamente para defender os interesses da Instituição.

Assim foi, quando Conselheiro, com relação à aprovação das contas de 2016, último ano da 2a. gestão Peter Siemsen. Dia 8 de junho de 2017.

A grande maioria dos conselheiros sabia que aquela prestação de contas era mequetrefe, entre outros motivos, pelas luvas recebidas com relação ao Campeonato Carioca.

Luvas ou adiantamento que enforcariam, também, as finanças do clube pelas próximas 3 gestões… De 2017 a 2024…

Como uma das lideranças do Grupo Unido e Forte, sabia que haviam pessoas dispostas a votar contrárias à aprovação. Não queriam se expor às vigilâncias dos “coronés” dos Esportes Olímpicos e da Flusócio.

Antonio Gonzalez, Alexandre Villela, Sérgio Poggi, Luiz Montiagudo e Paulo Studart, foram os conselheiros que utilizaram a tribuna do Conselho Deliberativo para: pedir votação sigilosa para a “aprovação de contas” e para pedir que as contas não fossem aprovadas.

Já os conselheiros Marcus Vinícius Caldeira, Ricardo Lopes (Secretário das gestões Peter, Abad e Mário) e Pedro Antônio da Silva Ribeiro (Vice Presidente de Projetos Especiais – gestões Peter e Abad), se manifestaram favoráveis à aprovação.

Dá para entender quem eu sou???

Como acreditar num projeto oculto de uma SAF, vindo pelas mãos de quem em 2017 pouco se importava com as contas do Fluminense e atualmente fala das contas do Mário?

Que coerência é essa?

Repito: o fato de ser contrário à gestão Mário Bittencourt, não me permite ser hipócrita.

Construir o Centro de Treinamento era necessário? Sim. Contudo foi uma obra cara, mal feita e utilizada como ferramenta de susto ao sócio na eleição de 2016.

Como dar um cheque em branco a um projeto que já tem definido há 6 meses o nome do, em caso de vitória, futuro Presidente do Conselho Deliberativo?

Mais um ato hipócrita: se avacalha o atual Conselho Deliberativo por ser homologativo para as questões de interesse da gestão. Sem embargo querem um Conselho Deliberativo com a mesma forma de atuação.

Como aceitar uma reforma estatutária escrita por quem pode entender de negócios (SIC), mas que não conhece o Fluminense?

Como aceitar uma reforma estatutária para aprovar um modelo de SAF sem um milímetro de discussão?

Repito: pessoalmente nada (até agora) contra o Rolim, mas a candidatura dele (falo da coordenação) se cercou de pessoas icônicas: todas dignas de me terem do outro lado. Me dão nojo como tricolores e seres humanos.

Terminando…

Na última sexta-feira lancei DIZEM (ELES MENTEM), um trabalho realizado com o Cláudio KOTE. Fala da minha vida.

Por último, o vídeo do Wagner Victer (aquele do OVO e que mandou o Pedro Antônio “chupar uma rola”), que sem citar o meu nome, diz que é mentira que gente ligado à campanha do Rolim estaria divulgando que o “Ademar Arrais teria pedido 200 mil reais para renunciar à sua candidatura”…

Não é mentira! Você Wagner, que gosta muito da palavra jabaculê (deve ser herança dos governantes Garotinho e Cabral), deveria ser menos kamikaze.

Te lanço um desafio: me processe se eu estiver mentindo. Os prints e os áudios a respeito já estão devidamente arquivados.

Portanto Rolim, sou obrigado a manter a distância com relação a você, à sua candidatura e, principalmente ao dono da sua candidatura.

Fiz a minha parte, tentei dialogar… Você preferiu aos que gostam de fazer política rasteira.

Tomara que você consiga montar chapa.

Eu não torço para jogador.

Eu não torço por torcida organizada.

Eu não torço para dirigente (meu tio Antonio Castro Gil, VP de Futebol, campeão brasileiro de 1984 e bicampeão carioca 1984/1985, foi xingado pela Torcida Força Flu – eu era o Presidente na época – “Antonio Castro Gil vá pra puta que pariu”).

Nasci para defender o Fluminense!

Frase essa que constará no meu epitáfio.

Até sempre

Antonio Gonzalez

“O reino dos fanfarrões na sacristia dos boçais” – Opinião Antonio Gonzales

O reino dos fanfarrões na sacristia dos boçais.

Levava tempo sem escrever por aqui, claro o diagnóstico: sem saco para o analfabetismo funcional que hoje é princípio de vida para muitos. Aqui se fala de Fluminense e, despudoradamente, a distância se faz maior diante da incompetência que reina.

Ora senhores, não é ver o copo meio cheio ou vazio, isso é traduzir à fração mais simples, porém mentirosa e traiçoeira, o que se vê.

Entretanto a fotografia, a real, não aceita gente falsa. E cá para nós: execro traição e traidores. Tampouco tenho saco para traídos com vocação de cornos.

Na luta pelo voto online, poucos deram a cara: Bruno Freitas, Walcyr Borges, Armando Alcoforado, Marcello Luna, Ademar Arrais e Antonio Gonzalez, foram os que botaram a cara para tomar porrada. Incomensurável, politicamente, o trabalho da Frente Ampla Tricolor, sem esmorecimento, único (agora tem surfista de trem na área). Nas redes, sociais e não sociais, assumiram postura o Panorama Tricolor, o Canal do Jorand, o Canal do Villela. Outros no máximo, fizeram Lives sem levantar bandeiras. Já os grandes sites, se valeram de uma absurdo e mofino silêncio por conveniência e conivência. Às ordens do que dita o Ronaldo França (diretor executivo – empregado – da Comunicação do FFC) de turno. Hoje, os galhudos, se conformam com a mentira do estelionato da eleição passada.

O que o Fluminense necessita a maioria esclarecida (somos poucos e cada vez mais roucos) sabe.

É indubitável que passa pela palavra gestão.

Qual o modelo?

Seja a transposição para uma SAF – Sociedade Anônima de Futebol, seja o modelo Paulo Nobre (o homem que resolveu o Palmeiras), seja no formato Bandeira de Melo (que realmente mudou o patamar do Flamengo – por favor sem mimimi de que ganham mais de cotas de Tv e/ou tem ajudas governamentais, assim como o VAR amigo).

Mas sem controles das contas e dos gastos nada mudará. O que não de deve aceitar (teve comemoração) são contratações bizarras como as de Felipe Melo (mais de 18 Mi de reais, entre salários e impostos por 2 anos) e o gente fina do William Bigode (outras, aproximadamente, 14 milhas pela mesma duração). Sequer reforços (sic) do nível de Marrone e o retornado – mais de um ano sem jogar – Allan.

Se você aliar a isso a venda precoce de certos valores crias da base, o charuto azeda ao vender ativos para pagar salários dessas malas acima e de “otras cositas más”…

Isso é uma coisa. Tem que ser extirpada, sem receios ou freios. Sem pestanejar sou a favor.

Outra coisa são fórmulas prontas que vem como salvadoras únicas da pátria, sem debate prévio. Isso é ditadura do pensamento único, autocrata, tirano.

Disso estou fora.

Precedentemente afirmo que não estou fechado com nenhuma candidatura oposicionista, nem situacionista.

A resolução dos problemas passa pelo amplo debate político e por um Conselho Deliberativo composto por sujeitos com colhões roxos. Mas isso atrapalha os planos de certas candidaturas.

Se aliarmos a isso a cegueira do sacristão que deixou o vinho do padre azedar e ainda por cima comeu as hóstias, fica acaçapado que a sinuca há muito deixou de ser de bico. Não tem método que não nasça sem discussão e credibilidade.

Sei quando incomodo o status quo: o meu celular não toca, nem respondem aos áudios e mensagens que deixo.  Depois de 45 anos na vida política nada me surpreende, menos ainda me machuca. Cada vez que isso acontece (como nas últimas semanas) me fortaleço. Significa que estou do lado correto da história.

Decisões tomadas por desespero podem ter uma forte caganeira como resultado final. E de merda – sem que os adversários nos ouçam – o Fluminense está cheio, há décadas. E nisso não embarco, escolho o afastamento.

Do nada lembrei do saudoso Presidente David Fischell quando me confidenciou o pedido de comissão (money-money) feito por alguém a quem ele julgava ser daqueles que realmente estavam preocupados em reerguer o clube entre o final do século passado e o início do atual. Nos olhamos, semblante sério, determinados. De babaca a gente tinha a cara.

Na atualidade os fanfarrões me atacam. Porra, isso é currículo. A minha escolha pelo lado certo da história me permite estar 100% relax. Sei quem são os meus amigos, verdadeiros. A minha gratidão é eterna aos que se preocupam comigo.

Quanto aos arrotadores, farofentos, parlapatões de turno da escola Anthony Garotinho, não resistem a 30 segundos de papo reto. Gaguejam, são frouxos, valentes de redes sociais que se escondem detrás de teclados, que no fundo não se vestem pelos pés.

Na minha vida já fui inconsequente. Me fodi, mas o problema foi e é meu.

Já com o Fluminense não me permito ser. Não negocio. Menos ainda conjugo o se pintar um clima, nem falar o nome de Deus em vão.

Quem não gostar, paciência.

Geraldo Vandré um dia, após perder um festival disse: “a vida não se resume a festivais”. Se associarmos a isso ao Flu, digo que a vida não se resume a eleições, mas sim à inteligentes.

Estou a 1.500 quilômetros de distância das Laranjeiras, mais 12 dias estou de volta. Recordo com emoção ao saudoso irmão Júlio Bueno que tinha duas expressões que levo para toda a vida: “a urna purifica o voto” e “fulano é encoxador de alambrados”…

Meu querido JB: a purificação do voto só existe – e você sabia – para quem sabe fazer a boa política. Aquela que sabe marcar os tempos com consciência. Já o tal “encoxador de alambrado” se multiplicou, no Fluminense, numa agressiva e imperita progressão geométrica.

O meu Fluminense é esse:

No mais…
Me esqueçam de momento, divirtam-se na vosso próprio andarço. O Natal se aproxima e tem vaga de sobra nos presépios da cidade.

Antonio Gonzalez

“Faz o L Presidente” – Opinião Antonio Gonzalez

“Faz o L Presidente”

Hoje, às 19h15 (horário de Brasília), o Fluminense entrará em campo, para disputar uma batalha decisiva, na Sulamericana, contra o Unión Santa Fe, na Argentina. A partida será disputada no Estádio 15 de abril e somente a vitória interessa.

Depois de bater na porta da Libertadores e ficar do lado de fora de forma humilhante, o nosso Tricolor tem por OBRIGAÇÃO passar de fase nesse torneio de consolação que é a Sulamericana.

Cabe ao treinador Fernando Diniz encontrar a fórmula mágica para sair vitorioso.

E muito cuidado!

Como dizia o saudoso, único e eterno ex Presidente Manoel Schwartz (homem íntegro, que colocou no clube, enquanto ocupava o cargo, muito dinheiro do próprio bolso, como por exemplo na contratação do Romerito): “Futebol também se ganha dentro de campo”. Portanto muito cuidado porque o VAR não estará presente.

Ontem participei do VINI PODCAST, do Vinícius Toledo. Só tenho palavras de agradecimento. Recebi muitas mensagens, fiquei lisonjeado.

Mas uma das mensagens me chamou muito a atenção: a do Seu Frederico, desde o Piauí. Ele vive na localidade de Malvada dos Porcos, no município de São Julião.

Fiquei muito emocionado em saber, uma vez mais, da grandiosidade do Fluminense. Seu Frederico tem a minha idade, 60 anos (foi uma das primeiras pessoas a nascer no município que foi fundado 18 de dezembro de 1960) e conhece como poucos a história do clube. Assim como eu, define a Francisco Laport, a Francisco Horta e a Manoel Schwartz, como os melhores presidentes do Tricolor nesses últimos 60 anos.

Trocamos muitas mensagens a ponto que lhe perguntei como era viver em São Julião. Ele foi claro: “isso aqui era um lugar tranquilo, até que apareceram uns fofoqueiros que desvirtuaram o alto astral que existia no município… é um tal de X-9 pra cá, fake news pra lá…”.

Enfim, são pessoas como o Seu Frederico, que se aposentou recentemente, que constroem a verdadeira história do Fluminense.

Por isso vou dedicar ao Seu Frederico a canção de minha autoria junto ao meu irmão Claúdio Kote:

De resto, hoje tem que ser VENCER OU VENCER!

Faz o L Presidente!!!

“UNIDOS POR UM FLUMINENSE FORTE” – poema para Heitor D’Alincourt – Por Antonio Gonzalez

“UNIDOS POR UM FLUMINENSE FORTE” – poema para Heitor D’Alincourt  (por Antonio Gonzalez)

No final de novembro de 2021 encontrei com o Léo Bagno na esquina da rua das Laranjeiras  com rua Ipiranga. Eu havia lançado no início daquele mês a música “Fluminense eu sou!” e numa LIVE eu declamei a parte da letra original que tive que cortar da canção. Léo Bagno sugeriu que eu fizesse algo em cima daquele texto.

Ali começava a nascer “Unidos por um Fluminense forte”. Imediatamente entrei em contato com o meu irmão Claudio Kote (excelente músico e um gigante como produtor musical), que mais uma vez comprou a ideia. Novamente sem custos pelo trabalho dele (o que é injusto). Enviei pelo celular os acordes do que pensava e de saída ele interpretou o que eu queria. Semanas depois, já em dezembro entramos no KS Studio para gravar.

Mas a inteligência musical do Kote exigia algo mais: faltava um refrão. Com o seu violão Ovation sugeri “Unidos por um Fluminense Forte” e ele acrescentou “com amor eu sou tricolor”.
Gravamos.

A mente do Kote novamente viajou: se a gente contratasse as irmãs Diaz, a gente poderia fazer assim ou assado, dessa forma. 

Amei a ideia!

Corri atrás de patrocinadores. Surgiram uns anjos que me permitiram trazer as 3 fadas que transformaram em realidade aquele sonho.

Debilitado por problemas de saúde tive que pisar no freio. Calma “Seu Gonzalez”! Faltava o vídeo, tinha que contar um pouco da nossa história, tinha que homenagear amigos, tinha que render admiração à Mídia Independente tricolor. E no meio do caminho a brilhante conquista do Campeonato Carioca de 2022, nos obrigou a realizar uns ajustes. Felizes ajustes!

Finalmente nasceu. Na semana de São Jorge e do RECarnaval do Rio de Janeiro.
Já não nos pertence!

Claudio Kote e Antonio Gonzalez apenas serviram de instrumentos. Pertence a TODOS os tricolores. Presentes e ausentes. São 120 anos de história que precisam ser eternizados pelos mais jovens. Certamente você não assistirá a um vídeo que concorrerá a prêmios no Music Video Festival… mas sentirá as pulsações de corações regidos a sangue verde, branco e grená.

Peço perdão aos milhares de atletas que já envergaram o nosso manto e não foram citados,  todos eles foram protagonistas nas vidas da nossa torcida durante esses 120 anos.

https://www.youtube.com/watch?v=67vkIHOQu04

Finalizando:


Por que “Poema para Heitor D’Alincourt”?

Vou contar verdades que poucos conhecem. Não é papo de lenda. É fato real.

No final dos anos 1970 e no início dos anos 1980, o Clube de REGATAS do Flamengo, dominava o cenário brasileiro: tricampeão carioca (em 2 anos), tricampeão brasileiro, campeão sulamericano e mundial. Por outro lado, algumas organizadas do Fluminense deixavam de existir e com isso, nos Fla-Flus, os caras vinham imensos e teimavam em colocar faixas depois do placar central (do antigo, único e falecido Maracanã), ou seja, no nosso território.

Conclusão: a porrada comia.

Muita porrada! Todo jogo, 1, 2, 3… quantas vezes fossem necessárias.  Bambus, cintos, talabardes, macetas de surdo, entre outros apetrechos, ditavam o ritmo.

Na véspera do Fla-Flu do triangular final de 1983, o Zezé (que era o meu Vice Presidente na Força Flu) me ligou e pediu dinheiro para comprar 20 metros de morim. O Heitor havia tido a ideia de uma frase para uma faixa que iria ser colocada ao lado do placar central do estádio.

A nossa missão era ocupar aquele espaço para impedir que a torcida dos caras poluísse.

Comprei os 20 metros de tecido e me desentendi do assunto.

Depois soube que na sexta-feira prévia ao jogo, a porrada estancou com uns crocodilos da Raça Rubro Negra enquanto a faixa era pintada na porta da nossa sala no Mario Filho. O suficiente para que a gente da Força Flu chegasse aliado com o Capeta, com Belzebu e com Satanás  na manhã daquele domingo. A pancadaria estancou na rua Eurico Rabelo, em frente ao portão 18. Eu escolhi o meu alvo, o principal, o bom para cacete: Branco, o presidente da Raça, a quem depois daquele dia passei a chamar de Roxo (cor da maquiagem que lhe proporcionei).

No início daquela noite nascia o Carrasco Assis.

1 a 0 Fluminense. Campeões Cariocas!

A faixa pé quente que estreou com a conquista do título.

Sabem o que estava escrito naquela faixa?

“UNIDOS POR UM FLU FORTE!”… Em 2022 cumprem-se 40 anos que a Força Flu me deu de presente um irmão.

Seu nome: Heitor D’Alincourt, o autor da célebre frase

Um beijo no coração de todos os torcedores do Fluminense.
Somos milhões, sem essa dos 10 mil de sempre!

Antonio Gonzalez

PS.: se você gostou do vídeo de “UNIDOS POR UM FLUMINESE FORTE”, por favor, deixe o seu like no vídeo, se inscreva no canal e ative o sininho.

Muito obrigado!

ATENÇÃO: NÃO DEIXE A SORTE SE CANSAR (por Antonio Gonzalez)

Ontem (segunda 28) escrevi para um amigo, Tricolor como a gente que pensa e vive o Fluminense grande:

“Quanto mais vivemos, aprendemos.

Quanto mais torcemos para o Fluminense, aprendemos ainda mais”.

Havia pouco o que comentar.

O regozijo pela classificação para as finais do Carioca trouxe, previamente, consigo algumas marcas (das que doem muito).

Decepção, raiva, amargura, mágoa, revolta, desilusão… sentimentos únicos… juntos e misturados.

Mais uma vez o Fluminense nos tira do sério e nos maltrata. Time covarde, sem conteúdo, mal escalado, pessimamente treinado e de ideias ultrapassadas.

Após o 2° gol botafoguense voltei no tempo, aturdido, tal qual aquele fatídico 13 de agosto de 2014… o mesmo sabor do 5° gol marcado pela equipe do América de Natal, naquela também vergonhosa derrota em pleno Maracanã, 5 a 2 para o time potiguar, o que nos custou a eliminação na Copa do Brasil.

Assim como na atualidade, o Vice Presidente de Futebol em 2014 era o Presidente Mário Bittencourt.

Entretanto quis o destino escrito pelo Gravatinha que dessa vez, faltando 10 segundos, surgisse o gol milagroso. Graças a Deus (me perdoem o trocadilho) o Cano não permitiu que o Fluminense entrasse pelo cano.

Feridas machucam, fazem sangrar, doem… entretanto (se tratadas) cicatrizam, são curadas.

Amanhã tem Fla-Flu. É a primeira parte de um jogo de 180 minutos. Temos a obrigação de impedir o tetracampeonato carioca do arquirrival.

Por isso suplico: que tal se por momentos a gente esquecessse a vergonha vivenciada no domingo passado?

Repito: “Quanto mais torcemos para o Fluminense, aprendemos ainda mais”.

Termino essa coluna reproduzindo parte da letra de “FLUMINENSE EU SOU!”:

“Em 1902 nascia a lenda, somos a história, pó de arroz.
JOGA COM RAÇA, NOSSO POVO TE ABRAÇA, João de Deus, o Careca… VENCER OU VENCER!”

Mas não se esqueça de acender 10 caixas de velas para que os espíritos de Quincey Taylor, Carlos Carlomagno, Ondino Vieira, Gentil Cardoso, Zezé Moreira, Tim, Telê Santana e Pinheiro, consigam iluminar a, cada vez mais sem luz, cabeça do Abel.

Façamos a nossa parte de torcedores.

É bom não abusar da sorte. O sucesso da gestão é o sucesso do Fluminense.

Mas é importante não cansar a sorte.

Que venha o Flamengo.

Antonio Gonzalez

foto Flu memória

Sério que você está revoltado com a possível venda do Luiz Henrique? (por Antonio Gonzalez)

Não estou entendendo!

Quando o Fluminense, em julho de 2015, contratou ao jogador Osvaldo com supostos salários de 300 mil reais, em nenhum momento ouvi a sua voz por aquela contratação sem sentido. Bastava ver o histórico descendente que acompanhava desde 2013. E com contrato de 2 anos e meio de duração.

Tampouco ouço nada vindo de você quando analisamos o que foi contratado e jogado fora (o dinheiro do Fluminense) quando temos que falar de laterais esquerdos: Giovani, Guilherme Santos, Breno Lopes, Orinho, Egídio Piscininha Amor, Danilo Barcelos, Cris Silva… quantos milhões de reais no somatório final custaram? E quantos pontos perdemos em campo por causa das inúmeras falhas cometidas por eles?

O inimigo dorme ao lado quando se acreditam em narrativas e essas crenças são transformadas em cheques em branco, traduzindo as palavras do rei em verdade absoluta, mesmo que tenha mais de uma versão.

Dançamos ao som do Lucão do Breack, empinamos a bunda no funk do Bitcoin cantado pelo Nenê e pelo, posteriormente proscrito, Miguel. E na ejaculação precoce decidimos transformar um mão de pau em um muro, sem deixar de rir com o goleiro gordinho e ter piedade pelo enfermo químico.

Venderam o Richarlison e gastamos dinheiro (muito) com o Robinho (que hoje “brilha” em Bangladesh) jogador que foi contratado em 2017 por 2 milhões de euros (cerca de R$ 7,4 milhões), e seus direitos econômicos estão divididos entre o Tricolor, que tem 55%, e o Atibaia-SP, onde foi revelado. Você continuou sem nada dizer. Quando muito uma rede social.

E o pior: aprovou as contas do Peter Siemsen de 2016, em 2017, sem saber o que foi feito com mais de 60 milhões de reais das luvas da Tv Globo. Somente nessa brincadeira Danilinho, Dudu, Maranhão, Rojas, Aquino, Marquinho, Dourado, William Matheus… E ainda bateram palmas absolutas para Sornoza e Orejuela, por causa de jogos visto na tv. O mesmo serve para o Yoni Gonzalez, Fernando Pacheco e Michel Araujo. Transformaram o De Amores no novo Castilho, mesmo antes de estrear. Aliás, jamais estreou e é outro que está na justiça.

Perder o Gustavo Scarpa desobedecendo as instruções da vice presidência de Interesses Legais significou que a indignação não passou do Twitter, as demissões por Whatsapp feitas pela dobradinha Pedro Abad – Marcelo Teixeira idem.

O perdão ao Sport de 4 milhões de reais (recebeu 1) pela transferência do jogador Diego Souza, caiu no esquecimento da nossa, hoje exigente, torcida.

O mesmo silêncio ficou ainda mais forte se falamos dos 8 milhões pagos em 50% do passe do Caio Paulista ou dos 9 milhões pelo ex Cristiano.
Quando se contratou o reserva do reserva da lateral esquerda do Botafogo você se preocupou com o dinheiro do Flu?
Quando o Welligton teve renovação automática por TER FICADO NO BANCO não vi você lançar nenhuma RASTEGUI #. E na recontratação do Hudson você reclamou?
Quando o Nenê dava trotes pelo Maracanã você acreditou no marketing que queria transformá-lo em ídolo?
E o que falar da renovação do Matheus Ferraz? Foi melhor ficar em silêncio.

Sem contar nas minímas cobranças pelas saídas semi-grátis do Evanilson, Marcos Paulo, Miguel e Pitaluga. Sem falar no Spadácio e no Rafael Resende, que sem passar pelos profissionais, foram vendidos para países arábes.

Afinal de contas os poucos que colocaram a cara na reta e reclamaram, tomaram muita porrada nas redes sociais: politiqueiros, politicagens, torcem contra.

Isso sem falar na omissão quanto à cobrança do dinheiro dos investidores e patrocinadores que existiam em campanha.

Ora meus queridos, a conta sempre chega. Não esqueça das palmas para o Bobadilla e para o Abel Hernández, nem da ampliação do contrato do Samuel Xavier. Você parou alguma vez para questionar a quem contrata o Júnior Dutra e ao Felipe Oliveira? Você sabe quanto o Fluminense deve ao Uram?

As finanças do Fluminense são torpedeadas há 3 gestões, Peter, Abad e Mário cometeram muito mais erros do que acertos. E nessa matemática nem sempre tem a rubrica dos Esportes Olímpicos para maquiarem as cagadas cometidas por certos gastos do futebol, assim como de um BackOffice cada vez mais caro, principalmente inchado de cabos eleitorais.

Repito: a conta sempre chega.

Os oficialmente quase 750 milhões de dívida que, segundo o discurso semeado pelo Ronaldo França (executivo de comunicação / guru político), estão sendo saneados. Pintou a lei da S.A.F. e resolvemos pegar carona num artigo. Apostou no Regime Centralizado de Execuções e nisso (dessa vez coincidimos), assim como vocês, eu também bati palmas.

Mas isso tem um custo de 90 milhas somente no primeiro ano.

Pergunto: como se paga sem dinheiro novo, sem que o teu departamento comercial, de marketing e de finanças te apresentem novas fórmulas de grandes e quantitativas captações (sem esquecer que você repete o discurso mentiroso sobre os efeitos de uma possível S.A.F.)?

A resposta é a de sempre: com venda de jogador. E a lei da comunidade do futebol é única nesse sentido.
De fácil compreensão: se você não precisa de dinheiro, o Luis Henrique pode valer 50 milhões de euros, pois você vende quando quiser. Entretanto se você é um duro, o mesmo jogador vale 13 milhões de euros, pois você é obrigado a vender por quanto te oferecem.

Uma coisa é o quanto você acha que vale o seu carro, a outra coisa é o seu desespero em vender…

Então meus queridos: ou decidimos ser 100% torcedores que se preocupam com o presente e futuro do Fluminense… ou deixa rolar porque o Luis Henrique não será o último a ser mal vendido.

De certo que não era o momento de esta confusão acontecer, a classificação para a fase de grupos e as finais do Carioca estão aí, são reais.

Vale a gritaria? Ou será que você decidiu fazer política, politicagem ou torcer contra?

O não cumprimento do acordo no Regime Centralizado de Execuções pode significar uma bomba de consequências devastadoras. Um destino meio Vasco, meio Cruzeiro.

Meu conselho: menos ruf ruf e maior participação na vida política do clube. Principalmente quando (com raríssimas exceções) existe um Conselho Deliberativo de vaquinhas de presépios.

Ou a culpa será sempre do jogador. Assim foi com o Pedro, com o João Pedro, com o Marcos Paulo, com o Evanilson, com o Metinho, com o Kayky… até com o Danielzinho.

Cuidado!

Quarta-feira é guerra! E é isso o que de verdade importa!

NO FINAL DAS CONTAS É O FLUMINENSE QUEM PAGA A CONTA!

Antonio Gonzalez

Brilha com o sol da manhã
qual luz de um refletor,
SALVE O TRICOLOR! (por Antonio Gonzalez)

Brilha com o sol da manhã
qual luz de um refletor,
SALVE O TRICOLOR! (por Antonio Gonzalez)

Contrariando orientações da minha terapeuta, me dirigi à Volta Redonda, na manhã do sábado passado. Tenho a exata noção da fragilidade do meus estados de saúde, físico e mental…

“Doutora: muito obrigado por tudo o que você tem feito por mim. Mas desta vez é impossível negociar: não abro mão de ver o Fluminense ser campeão”…

Sem mais! Assim foi!

Brilha com o sol da manhã… com luz própria o Fluminense conquistou a 11a. Taça Guanabara da sua história, depois de uma partida irretocável, um 4 a 0 que poderia ter sido 8. A leveza do nosso teórico segundo time fez que com 6 minutos de jogo, ao marcar o 2° gol, os responsáveis pela Sala de Troféus já preparassem um lugar especial para a taça dessa brilhante conquista.

Brilha com o sol da manhã… salve os Mulekes de Xerém, são eles os que definitivamente correm e resolvem. São eles que custam pouco e nos dão o retorno financeiro que permite ao clube não cair nas garras do laço da forca das dívidas que nos afligem há décadas.

Brilha com o sol da manhã… palmas para o Abel Braga, suas palavras ao final da partida o definem como ser humano. Longe de, neste momento, analisar questões táticas e técnicas, repito o que digo desde 2017: no conjunto da obra (cria da base, jogador profissional e treinador) o Abel é, por direito, um dos grandes personagens que escreveram e escrevem a nossa história.

Brilha com o sol da manhã… mesmo diante das divergências pessoais que existem entre nós, reconheço que o Presidente Mário Bittencourt está trabalhando de acordo com as suas crenças e, mesmo discordando do seu estilo, o que ambos QUEREMOS é GRITAR É CAMPEÃO.

Brilha com o sol da manhã… a nossa torcida vive momentos de lua de mel, diante da carência que a vitimiza desde 2012. Um salve especial à Força Flu que vem, por atitude, marcando a diferença.

Brilha com o sol da manhã… o Departamento Jurídico é o grande alicerce dessa gestão, sem a inteligência dos responsáveis, o FFC estaria no limbo.

Brilha com o sol da manhã… chegou a hora de mudar o chip…

Quarta-feira é guerra! E a Libertadores tem que ser (HUMILDEMENTE e PASSO A PASSO) o nosso grande objetivo.

Portanto façamos, enquanto torcedores, a nossa parte: lotar o Engenhão a ponto de não sobrar sequer um ingresso. É noite para, definitivamente VENCER OU VENCER OU VENCER OU VENCER!!!

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NA CANELA

  • O que faz a pessoa que ocupa o cargo de Gerente de Arenas do Fluminense? A sua preocupação maior tem que ser o alto nível de atendimento na operação, principalmente no trato à nossa torcida: não foi assim na Colômbia, menos ainda em São Januário e, para piorar, nem em Volta Redonda, onde um público de menos de 8 mil pessoas, ficou privado de água e refrigerantes (para a venda) no intervalo do jogo… e isso, também, é responsabilidade de quem ocupa o cargo. Menos fotinhos em redes sociais e muito mais produtividade;
  • Conseguiram transformar o Flumemória em um departamento vulgar, sem conteúdo, sem estofo, sem propostas, mas com instrumentalização política. Como dizia o Barão de Itararé: “De onde menos se espera, daí é que não sai nada”;
  • Oposição PSTU: tem gente que não aprende: levam 4 anos exigindo a morte dos Esportes Olímpicos e agora para conseguirem voto de pai de atleta, mudam o discurso, coisa de quem quer o poder pelo poder. Isso sem falar em acordos que oferecem a essa altura de um pleito que ainda não começou, 60 cadeiras no CDel, a presidência do mesmo CDel e alguma vice presidência não estatutária. Mais do mesmo, só que esse PSTU da velha políca tricolor não tem projeto financeiro, nem administrativo. ZERO. Em realidade o que querem é o controle do futebol… e isso é no mínimo estranho. Simples assim;
  • Por outro lado existe gente fazendo oposição digna: Ademar Arrais e Pedro Antônio;
  • O que faz Fernando Simone ocupando o cargo de CEO do clube?;
  • O que faz Luiz Montiagudo trabalhando no clube?;
  • A frequência ao Parque Aquático virou zona. O que deveria ser direito exclusivo dos sócios proprietários e contribuintes, não funciona assim. Ou então, reformem o estatuto é permitam o acesso a qualquer pessoa.

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Finalizando…

Estou adorando essa fase de transição onde deixo de me portar como um ser político e viver as 24 horas do meu dia apenas como torcedor. Começar a semana enchendo os pulmões e loucamente gritar é campeão, não tem preço.

O lado triste deste fim de semana foi o falecimento do Benemérito Sérgio Thadeu de Magalhães Lago. Se hoje existe DEMOCRACIA no Fluminense, onde o sócio do clube tem direito a voto na eleição direta, se deve muito ao excelente trabalho do Sérgio Lago na Vanguarda Tricolor, onde trabalhamos lado a lado. Pessoalmente perdi um amigo de verdade.

Comemore a brilhante conquista da Taça Guanabara e se prepare para a guerra da Libertadores ao som de “Fluminense eu sou!”:

No mais…

Eis que o mundo dá voltas e me pego parabenizando efusivamente ao Presidente Mário Bittencourt, que depois de quase 5 anos à frente do Departamento de Futebol (2 como Vice Presidente e quase 3 como Presidente) igualou os feitos do seu antecessor Pedro Abad: 1 Taça Guanabara e 1 Taça Rio.

Por último… quarta-feira é guerra!

Brilha com o sol da manhã
qual luz de um refletor,
SALVE O TRICOLOR!

Antonio Gonzalez