” Há 20 anos” Opinião Antonio Gonzalez

Há 20 anos  (por Antonio Gonzalez)

Meu avô, um pouco antes de falecer em 1973, já com a diabetes em estado bem avançado, disse umas palavras que me servem de exemplo até os dias de hoje: “Meu querido neto: o tempo não passa, o tempo voa!”

E o Antonio Sanchez Barreiro, o velho Careca do Restaurante Yankee Brasil, na Rua Rodrigo Silva nº 32, em pleno pulmão centro da cidade, entre a 7 de Setembro e a Assembleia, tinha razão. Passadas quase 5 décadas, agora ele é uma estrela, eu um diabético problemático, emocional.  Sim a velocidade do tempo é cruel e, sem cuidado, pode ser definitiva.

A performance do histórico e lendário boxeador Evander Holyfield, neste fim de semana, traz consigo elementos de que a grandeza um dia alcançada passou porque o tempo voou.  E o grande campeão tornou-se uma presa de fácil alcance e curto recorrido. Provavelmente com o bolso mais recheado de dólares.

Beijar a lona é para valentes e voltar a ficar de pé é para HOMENS. Mas o querer só existe se acompanhado pelo verbo poder.  QUERER É PODER.

Vivemos o momento em que se honram as vítimas de umas das maiores barbáries que já existiram no planeta terra, quiçá em todo universo: os atentados perpetrados pela organização fundamentalista islâmica al-Qaeda (além das  Torres Gêmeas também, naquele 11/09/2001, teve mais avião caindo: um no Pentágono e outro na zona rural perto de Shanksville, na Pensilvânia).  20 anos depois aquelas cifras assustam: Houve um total de 2 996 mortes, incluindo os 19 sequestradores.

Lembro que naquele dia eu estava na antiga Academia Staff, que existia na Rua Machado de Assis. Meu treinador de boxe na época era o Márcio, um mago da arte de ensinar, que naquela manhã colocou-me para “apanhar gostoso”, num daqueles treinos em que o ar desaparece e os miolos dão cambalhotas. Uma vez finalizada a atividade, fui para a Sala de Cardio, 40 minutos de bicicleta. Do nada a televisão mostra uma das torres em chamas. Um terrível acidente, afirmavam. Corre-corre pelas ruas de Nova Iorque, incertezas.

Do nada, de forma totalmente imprevisível até para o mais futurista dos escritores apocalípticos, outro avião se choca contra a outra torre do World Trade Center… E o que era acidente deixou de ser, tornando-se o mais sanguinário atentado da história. 

Nada mais justo do que manter viva as imagens daquele dia. Fatídico, brutal, cruel. Infelizmente não pode, nem deve ser apagado das nossas memórias. A nossa luta tem que ser para que os homens deixem de se matar. Encontrar novas e acertadas soluções para a humanidade deve ser a missão.

Quase 3 meses depois, para ser exato era o dia 8 de dezembro de 2001, recebi uma missão oficial do Fluminense: fui designado pelo clube junto ao comando do Batalhão de Choque da Polícia Militar de Curitiba, como o representante pelos 20 ônibus de torcedores tricolores que se dirigiram à capital do Paraná. Era a semi-final do Campeonato Brasileiro, 3 a 2 para o Athético Paranaense, fomos roubados… em campo e no regulamento: arbitragem caseira e disputa a um jogo.

Já na estrada, depois de sairmos das garras da PM (a porrada comeu e foi feia, tivemos mais de 30 torcedores baleados – bala de borracha – pela JUDARIA de quem deveria ter proporcionado segurança), muito puto com a derrota e com a 3ª colocação definitiva na competição, tive a sensação de que o Presidente David Fischel terminava o primeiro mandato com um forte processo de recuperação e resgate:  de campeão da Série C em 1999 a 3º no Brasileiro de 2001.  Pelo menos isso. Mas era muito pouco.

A história das falsas narrativas são direcionadas a tirar méritos e criar monstros: se não fosse o surgimento da Vanguarda Tricolor o Fluminense teria desaparecido, nenhum clube no mundo teria resistido a presidentes (consecutivos) como Gil Carneiro e Álvaro Barcelos que sucederam a um Arnaldo Santhiago que fez a dívida do clube saltar de 3 para 25 Milhões entre 1993 e 1995. Três presidentes com fortes laços de amizade com o feudalismo dos Esportes Olímpicos e a galera do Social que é comandada pela mesa do whisky (que existe até hoje e elegeu ao Peter, ao Abad e ao Mario).

Na primeira parada dos ônibus num posto de gasolina e com restaurante, carros da Polícia Rodoviária Federal nos aguardavam.  Dei graças a Deus, impossível qualquer tipo de confusão, queria estar chegando ao Rio no menor tempo possível.  Relaxei, depois de descobrir que não havia almoçado, era imperioso colocar combustível no corpo.

Pensar que 2 anos depois de passar pela penúria da 3ª divisão estávamos entre os 3 primeiros clubes do Brasil, merecia muito fincar os joelhos no chão e levantar as mãos ao céu…

Mas não representava nada para os 1.000 tricolores que estiveram na Arena da Baixada, gente que cresceu vendo ao Flu entrando em campeonatos para vencer.

Gritar “É CAMPEÃO!!!” é um orgasmo diferenciado. É muito mais do que ejacular. Choramos de prazer.

Mas a Vanguarda Tricolor cometeu um grande erro: em nome de uma pacificação política NÃO PUXOU A DESCARGA.

20 anos depois o tempo não passou, ele voou. A humanidade, apesar de parte dela ainda cultivar velhos hábitos de não convivência (racismo, xenofobia, homofobia), acelera à uma velocidade gigantesca, as novas tecnologias estão muito acima do dicionário básico de quem se esconde nas redes sociais.

E o Fluminense 20 anos depois? 

Vocês lembram dos 25 milhões de dívida que o Arnaldo Santhiago deixou?  Dizem que hoje são 750… mas com a opaca transparência alguns pensam na casa de 1 bi.

E ao não puxar a descarga a Vanguarda Tricolor permitiu que aqueles a quem ela derrotou com o discurso de limpar o clube, voltassem a ocupar lugar de destaque. E o pior, eleger o presidente do Flu.

A década de 1990 representou um Fluminense que vivia no reino de Alice no País das Maravilhas, um verdadeiro paraíso de empresários e as suas respectivas barangas.

20 anos depois da tragédia dos U.S.A., tirando a Era Unimed, o que temos para comemorar?

Nada! Mais do mesmo e as consequências daquela babaquice chamada “novo fluminense” criada para eleger o Peter Siemsen. Fábrica de factoides, sem projetos reais, criação de falsas narrativas, segmentação do ódio na divisão da torcida.

O Fluminense necessita uma mudança radical. O câncer tem que ser combatido, extirpado se necessário.  O modelo deste século é outro e a distância aumenta para com quem está à frente.

As novas tecnologias estão muito acima do dicionário básico de quem se esconde nas redes sociais.  Transformar a contratação em definitivo do mítico Caio Paulista em evento do ano é coisa de gente medíocre.

Tenho muito orgulho da campanha do voto ONLINE. Conhecer o Estatuto é fundamental. Não é um laboratório, nem se necessitam alquimistas, menos ainda sem personalidade.

Hoje jogaremos no Maracanã contra o São Paulo. O que acho? Espero vencer sofrendo como sempre e mantenho a ilusão de que tem possibilidade de ser campeão brasileiro.  Basta não atrapalhar.

Manter a ilusão? Sim. Nascemos para ser CAMPEÕES!!!

Me despeço com as palavras do Patrick Bruel, um cantor e compositor francês de origem judaica.

“No creo ya lo que hay pintado en la pared,
No creo ya el mismo rollo otra vez,
No estoy para sonrisas de salón,
Déjame gritar mi rabia déjame…” (Romper la voz – Patrick Bruel)

É fundamental começar o 2º turno passando o carro na galera do Morumbi!!!

Antonio Gonzalez

” Quanto REALMENTE custa o Departamento de Futebol do Fluminense? ” Opinião por Antonio Gonzalez

Quanto REALMENTE custa o Departamento de Futebol do Fluminense? (por Antonio Gonzalez)

Nas redes sociais e até mesmo alguns analistas financeiros andam dizendo que a folha salarial do Departamento de Futebol do clube é de 4 milhões de reais. Discordo. Deve andar perto da casa dos 7 milhões sem encargos.

Apesar da falta de transparência no site e da gestão, podemos fazer projeções (mesmo sem saber o que é CLT, IMAGEM e PJ)

Explico. Dividi em grupos.

1) MEDALHÕES: Fred + Nenê + Ganso + Manoel + Egídio + Cazares = no mínimo 2 milhões e 200 mil reais sem encargos.

2) SUPLENTES DE LUXO: Muriel + David Braz + Matheus Ferraz + D.Barcelos + Lucca + Hudson + Wellington + Nonato + A.Hernandez + Bobadilla = no mínimo 1 milhão e meio de reais sem encargos.

3) DEMAIS TITULARES: M.Felipe, + Samuel + Nino + L.Claro + Martinelli + Y.Felipe + Caio Paulista + Biel = no mínimo 1 milhão de reais sem encargos.

4) SUPLENTES MADE IN XERÉM: Calegari + Luiz Henrique + John Kennedy + Kayky + André + Luan + Matheus Martins + Miguel + outros de Xerém = No mínimo 500 mil reais por mês sem encargos.

Até aqui, SUPOSTAMENTE, 5 milhões e 200 mil reais.

Vamos em frente.

5) SUB ANGIONI: por baixo, 150 mil reais por mês sem encargos.

6) COMISSÃO TÉCNICA DO ROGER: também por baixo, 400 mil reais sem encargos.

7) COMISSÃO TÉCNICA PERMANENTE : Marcão, Ailton, Edvaldo, André Carvalho, Marco Salgado & demais = 100 mil reais sem encargos aproximadamente.

8) JOGADORES CEDIDOS ONDE O CLUBE PAGA PARTE OU TOTALIDADE DOS SALÁRIOS: Pablo Diego, Frazam e outros = 200 mil reais por baixo sem encargos.

9) Médicos, Fisioterapeutas, Fisiologistas, Roupeiros, Massagistas, Preparadores Físicos, Nutricionista, Psicólogo = 250 mil reais por baixo sem encargos.

10) HERANÇAS ADMINISTRATIVAS DO PETER E DO ABAD: Angioni, Marcelo Peña, Rodrigo Henriques + auxiliares = 250 mil reais sem encargos.

11) PREMIAÇÕES: variável.

12) CUSTOS DO SUB-20 e dos atletas de Xerém já com contrato profissional = 300 mil reais por baixo sem encargos.

Sem esquecer os custos tipo Kombi CT/Laranjeiras/CT para lavagem da roupa de treino.

Concluindo, por baixo, sem encargos, chega -se facilmente a 7 milhões de reais … Sem encargos.

Qual é o problema?

  • O clube arrecada pouco como um time de Série A, Copa do Brasil e Libertadores. Os patrocínios deixam a desejar.
  • A direção contrata sem critério e mal. Por exemplo, dos grupos 1 e 2 quais jogadores seriam titulares absolutos nos 12 principais clubes do país da Série A? A realidade é que gastamos mal.

O Fluminense na atual gestão pratica o futebol de resultados. Até agora tem dado certo, mas distante de conquistar títulos.

E as mentiras e mentirinhas na vida: tem começo, meio e fim.

Para terminar…

Tá cheio de palhaço de arquibancada metido a filósofo: se vocês preferem virar a cara para o outro, o problema é de vocês. Só não encham o saco dos poucos torcedores que realmente tem consciência e se preocupam com o futuro.

Que venha o América Mineiro.

NO FINAL DAS CONTAS É O FLUMINENSE QUEM PAGA A CONTA!!!

Antonio Gonzalez

“Meu repúdio” Opinião por Antonio Gonzalez)

Não sei o que me resta de vida. Desde fevereiro o meu mundo ficou diferente, minha saúde física e mental deu sinais inequívocos de insatisfação. Portanto vou escrever o que penso sobre a relação do clube com a suas torcidas organizadas, em especial a Força Flu, antes que o meu tempo se cale.

Quando tudo vai bem, as mensagens vindas de dentro do intramuros de Álvaro Chaves – 41, advertem que o clima é de parceria. As mensagens de Whatsapp não mentem no famoso e falso “se der merda deixa comigo”.

Tudo as mil maravilhas… Love is in the air… O amor de castelo de areia é lindo.

Mas bastou surgirem os maus resultados para que a fábrica que se utiliza de falsidades e mentiras para chegar aos objetivos de alcançar o poder, ficasse incomodada com as manifestações públicas da Força Flu, onde o desgosto pelos péssimos resultados (3 derrotas consecutivas) obtidos ficou latente.

E esses descontentamentos tinham nome e sobrenome: Egídio, Ganso e Roger.

Ponto.

Para nada foi um ato político como covardemente tentam se escorar os mentirosos de aluguel.

Veio o dia seguinte e pintou a 4.849a. porradinha entre membros de organizada do Fluminense. Os homens do lado da razão. Nada além disso. Esse é o idioma que se fala.

Da Bravo não vou falar. Não representa os valores que a arquibancada vencedora me ensinou.

Já da Força Flu sim. Tenho história lá dentro. Como vejo? Simples. É o reencontro com a sua identidade.

Sempre foi assim, venceu, bate palmas… perdeu, cobra.

Isso é torcida de time GRANDE.

E o que faz a direção do clube? Se aproveita do momento e PROIBE que as organizadas façam mosaicos e enfeitem o estádio com suas faixas e bandeiras.

Para piorar o péssimo Departamento de Arenas assume a responsabilidade de fazer o mosaico. E cá para nós: se o apresentado é fruto do trabalho de uma empresa contratada, pobre de nós. Posso adiantar que não é a empresa que PROFISSIONALMENTE trabalha nesse sentido para o Flamengo.

O momento não é de retrocesso, nenhum passo atrás. A atual gestão do Fluminense cruzou a fronteira, quis se tornar a dona de tudo e mostra o repúdio que sente pelo cheiro do torcedor consciente.

A Força Flu tem que procurar a Justiça. É URGENTE. A arquibancada é o nosso altar, é solo sagrado batizado há mais de 100 anos por nuvens de pó de arroz.

Portanto deixo latente o meu repúdio. Isso que está aí não tem identificação com o verdadeiro Fluminense.

Mas resta uma bala a eleição em novembro de 2022. Ou muda de vez ou troca o nome para Compra e Venda Football Club.

Terminando, meu querido Presidente Mário Bittencourt: o seu Vice Presidente Edmundo Coelho, declarou em uma LIVE (no Canal do Marcelo Jorand) na semana passada que é favorável ao voto ONLINE. E isso foi importante… saber que não existe unanimidade dentro do Conselho Diretor – de um lado os interesses dos Esportes Olímpicos e daqueles que vivem dos seus contra-cheques do FFC, do outro estarão os que pensam na perenidade do clube – traz consigo esperança.

Hoje tem Cerro Porteño. Vencer com tranquilidade é obrigação.

Até qualquer dia.

Antonio Gonzalez – FORÇA FLU – OLD SCHOOL

Resultado injusto, placar mentiroso e os mesmos de sempre. Opinião Antonio Gonzalez

RESULTADO INJUSTO, PLACAR MENTIROSO E OS MESMOS DE SEMPRE (por Antonio Gonzalez)

Quando vi a escalação que foi a campo ontem à noite contra o Ceará, percebi que o Roger sabia que o adversário era daqueles de princípios reativos, bem parecidos com os administrados, no Fluminense, pelo treineiro gaúcho.

Certamente essa foi a escalação inicial com menor média de idade que foi a campo nesse Campeonato Brasileiro, mais leve, com oxigênio e pulmões diferenciados, rápidos.

Com o Luiz Henrique e o Caio Paulista (hoje a nossa principal válvula de escape) fazendo o corredor, só que com maior objetividade ofensiva, encontramos “a grande novidade” no posicionamento do Gabriel Teixeira, que atuou centralizado, entrelinhas, o que permitiu um maior número de quilômetros abrangidos pelo o que deveria ser o nosso meio de campo. Biel por vezes faz com que eu lembre do Zé Roberto (campeão em 1973 e 1975), canhoto e oriundo da nossa base: jogadores de qualidade individual que não se importam de ser coadjuvantes em prol do coletivo.

A atuação time, muito longe do mínimo desejável, foi acima do nível apresentado e exigido nos últimos tempos.

Mas… desta vez apareceu a figura que alterou o destino traçado: o goleiro adversário com 2 defesas de impacto que decidiram o placar.

Na saída do Fred (espero que fique apenas no susto e no sinal de alerta) Roger apostou no Lucca e nesse caso não há muito o que dizer que não seja de indignação. Eu teria colocado o Kayky, visando os últimos 20 metros de campo: velocidade, passe, drible, arrancada e definição.

De resto, mais um ponto, num total de 14 em 10 jogos, o que se mantida a proporção até o momento, chegaríamos ao 53 ao final da 38a. rodada. Hoje ocupamos o 10° lugar, com a mesma pontuação do 8°, entretanto podendo ser ultrapassado pela dissidência e pelo Corinthians, ambos com jogos a menos.

Ou seja, para começar a pensar na Libertadores 2022 é preciso subir o tom. Não obstante vale ressaltar que a 5a. colocação no passado Brasileirão foi obtida pelos 64 pontos conquistados. A equipe do Athlético Paranaense que ficou com a 9a. posição obteve 53 pontos.

Fica a dica!

Mudando o rumo da prosa…

Falando em velha política: o que significa?

Tem uma galerinha que se diz oposição (mas que na essência não é) que nas rádios de fofocas nos corredores do clube e nos grupos de Whatsapp, tem como esporte favorito TENTAR me dar porrada, colocando-me a pecha de representar a velha política.

Vamos lá então:

Antonio Gonzalez apoiou o Horcades ou ocupou cargo na gestão dele? NÃO!

Antonio Gonzalez fez campanha política para candidato Peter Siemsen e participou da destruição moral da candidatura do Júlio Bueno (com um milhão de vezes com mais conteúdo e estofo) com atos como contratar bandinha para cantar “Se gritar pega ladrão” ou através da falsa acusação de ficha suja? NÃO!

Antonio Gonzalez bancou financeiramente a participação de algum Vice Presidente na gestão Peter? NÃO!

Antonio Gonzalez ocupou cargo na gestão Peter Siemsen, seja noprimeiro ou segundo mandato? NÃO!

Antonio Gonzalez enquanto Conselheiro aprovou as contas das gestões Peter Siemsen? NÃO!

Antonio Gonzalez participou ou deu o seu nome em apoio ao então candidato Mário Bittencourt na eleição de 2016? NÃO!

Antonio Gonzalez aceitou o convite para trabalhar de forma REMUNERADA no FFC na gestão Pedro Abad? NÃO!

Antonio Gonzalez participou ou deu o seu nome em apoio ao então candidato Mário Bittencourt na eleição de 2019? NÃO!

Antonio Gonzalez fez parte da Flu+, Tricolor de Coração, Flusócio ou Ideal Tricolor (grupos que apoiaram e elegeram o Peter Siemsen e o Mário Bittencourt? NÃO!

É melhor parar por aqui.

QUEREMOS O NOVO, O DESCONHECIDO QUE VENHA PARA REVOLUCIONAR.

Esse papinho de defenestrar currículos é a arma dos de sempre. Já conheço o modus operandi dos que REALMENTE FAZEM E OPERAM A VELHA POLÍTICA.

Repito:

QUEREMOS O NOVO, O DESCONHECIDO QUE VENHA PARA REVOLUCIONAR.

Se não tiver intimidade com o playground não desça para brincar.

Terminando:

BEIJUNDAS NESSA OPOSIÇÃO SITUACIONISTA.

Antonio Gonzalez

O FLUMINENSE NASCEU PARA TROCAR PORRADA: O CHOQUE DE REALIDADE NECESSITA UM CHOQUE DE GESTÃO. Opinião Antonio Gonzalez

O FLUMINENSE NASCEU PARA TROCAR PORRADA: O CHOQUE DE REALIDADE NECESSITA UM CHOQUE DE GESTÃO. Opinião Antonio Gonzalez

Nesses dias de frio onde a água encontra duplo significado, quente e fria nas situações do cotidiano, uma vez passadas mais de 40 horas da mágica vitória sobre o Clube de REGATAS do Flamengo, que tem que ser comemorada e muitíssimo “recomemorada”. Um grande feito, que os adversários (mesmo sabendo da qualidade do nosso elenco, da teimosia do treinador ranzinza que inclusive se esqueceu de como se comemoram gols como o do André) aprendam a nunca tratar ao Fluminense como cachorro morto, nem a nos chutar como se fossemos uma caixa de papelão carcomido.

Somos a história porque CONSTRUÍMOS A HISTÓRIA!

Tem que respeitar! Apesar de que há muito as nossas canetas esgotaram em inspiração.

O Fluminense tem que ser REVERENCIADO pela sua importância para o futebol brasileiro e mundial. Então se o novos mulambos querem trocar porrada com a gente tem que se revestir de modéstia e deferência. Ou nos derrubam nos primeiros assaltos ou aprendam que por pontos não nos vai ganhar (a não ser com a cumplicidade e ajuda arbitral).

A juventude tricolor (isso já foi nome de torcida organizada) resolveu a parada: o trabalho que em seu dia foi iniciado na era moderna por Nilson Matos, Milton de Souza, Julio Dutra, Carlos Henrique Ferreira, dirigentes que durante décadas trabalharam todos os dias do ano GRACIOSAMENTE pelo futebol de base nos anos em que as revelações eram chamadas de prata da casa.

Hoje, são os “Moleques de Xerém”.

Equivoca-se aquele que coloca na conta de algum figurão contemporâneo e/ou desses dirigentes REMUNERADOS (alguns fugazes) que são os grandes responsáveis pela constante produção. ZERO!!! O que tem que ser RESPEITADO é o trabalho do Ivan Proença no Futsal que é fonte de abastecimento à matriz, que fica na Baixada, terra do Zeca Pagodinho, que é o rei da região. O sambista faz jus à condecoração sujeito homem que é.

Todavia ainda resta tinta para esse domingo, o maravilhoso 4 de julio de 2021. As presenças do Samuel Xavier e do Caio Paulista trouxeram um pouco mais de equilíbrio às linhas, da mesma forma que ao contrário do, péssimo, embate contra o Athético Paranaense, estavam mais conjuntadas. O problema de qualquer treinador que dirija o Fluminense é ser obrigado a ter um menu onde o prato do dia está repleto de veteranos refugos, já sem o gás que se necessita para desenvolver esporte de alto rendimento. Todavia quem corre são os Marcos Felipe, Calegari, André, Martinelli, Gabriel Teixeira, Luiz Henrique e Kayky. Por agora, mais uma na conta do Covid-19: as 5 substituições.

E como elas fazem a diferença!

É justo reconhecer que o Roger Machado, DESTA VEZ, modificou o jogo com os câmbios feitos. E quando o Fluminense joga para o gol dá igual ser Gil Carneiro, Álvaro Barcellos, Roberto Horcades, Peter Siemsen, Pedro Abad ou Mário Bittencourt, o Presidente: o nosso DNA (o verdadeiro não aquele que o departamento de Marketing insiste em nos vender há 11 anos) é jogar para vencer SEMPRE ATACANDO. Não gosto do nosso treineiro, sua forma de ser não produz nenhuma afinidade. O que ele tem feito com os atletas desse elenco, que por sinal é muito desequilibrado, assusta. O que realmente não impede de identificar o quanto funcionou no domingo passado.

O Fluminense nasceu para trocar porrada, nós somos assim! Nossas conquistas, todas, tiveram como água batismal a forte presença do espírito de luta. Sempre com valentia e disposição.

Aprender dos erros é necessário: a tragédia da derrota para a boa (e super bem treinada) equipe do Athlético Paranaense, numa disputa em que o Fluminense literalmente foi atropelado por um furacão, toda e qualquer reflexão, desde que regenerativa faz-se essencial para o seguir e conseguir avançar.

Faltam 7 dias para o 1° jogo contra o Cerro Porteño e 14 para a partida da volta. São as oitavas de final da Libertadores.

De saída, até a data, serão as disputas mais importantes do ano. Espero que não sejam as últimas. Independentemente de que o nosso time quando completo seja fraco e a montagem do elenco, apesar da falsa narrativa do planejamento, foi feitas sem parâmetros pre definidos, sem o equilíbrio necessário, de idade avançada, o FFC tem todas as chances para se classificar sob a condição…

Sob que condição?

Sob a condição de que nem o Roger, nem o Paulo Angioni, nem o Fernando Simone e o Mário Bittencourt atrapalhem. O presente tem como exigência o trabalho (desde que com proposta de regeneração de métodos e dos conjuntos de proposições), a humildade e o silêncio.

E nessa condicionante cabe o mutismo por completo dos PPPs (PASSADORES DE PANO PROFISSIONAIS). Que não atrapalhem, que enfiem essa busca desesperada por likes e seguidores no fundo das suas gavetas, que não conjuguem o verbo da plumifera vaidade. Chega de factóides e falsas narrativas construídas com o veneno das pataratas do descaro da transparência limitada, protegidos, quer dizer, escondidos sob a proteção do teclado da sinfonia dos covardes.

Para terminar, algumas perguntas para reflexão:

  • Quem vai substituir o Martinelli contra o Cerro Porteño na primeira peleja?;
  • Por que o Conselho Fiscal ainda não emitiu o parecer sobre as contas de 2020, uma vez que as mesmas foram apresentadas no longínquo 30 de abril passado?;
  • Por que o Conselho Diretor do Fluminense tem medo do voto ONLINE? Será que é medo ou é mais promessa de campanha que jamais será cumprida?.

Repito:

O Fluminense nasceu para trocar porrada, nós somos assim!

Que venha o Ceará!

Em novembro de 2022 você pode mudar o rumo, evitando o naufrágio e definitivamente certo conceitos cancerígenos de modelo de gestão do clube.

O CHOQUE DE REALIDADE NECESSITA UM CHOQUE DE GESTÃO.

Antonio Gonzalez

” Mentiras piedosas ou essa derrota deve ser transformada em vitória” Opinião Antonio Gonzalez

MENTIRAS PIEDOSAS ou ESSA DERROTA DEVE SER TRANSFORMADA EM VITÓRIA (por Antonio Gonzalez)

Em 1990 o poeta espanhol Joaquin Sabina gravava o seu 7° álbum em estúdio (o 9° da carreira considerando mais 2 ao vivo). “MENTIRAS PIEDOSAS” foi além de ser o nome de batismo do disco que vendeu 300 mil cópias… também era título de uma das canções que faziam parte do LP.

Na minha humilde opinião, a maior virtude da poesia do Sabina é que, sem se importar com os caminhos escolhidos, ele sempre coloca os dedos, todos, na ferida. Suas frases, carregadas de áspera urbanidade, contém a sem vergoninhice do caradurismo de quem vislumbra os movimentos, passados e futuros, das peças do tabuleiro.

“Yo le quería decir la verdad
Por amarga que fuera…

Contarle que el universo era más
ancho que sus caderas…

Le dibujaba un mundo real…
No uno color de rosa…

Pero ella prefería escuchar mentiras
piedosas”…

O Fluminense vive a maior crise de identidade da sua história. A divisão é clara: as gerações dos exigentes x as novas gerações dos conformados.

E essas gerações de conformados especializaram-se em aceitar o destino desenhado por medíocres de ocasião, criadores de narrativas dignas da Turma da Mônica, sem embargo desconhecedores das entrelinhas do clube que um dia foi gigante e, principalmente, como se escreveu a trajetória, rica em feitos e capacidades.

Ontem terminei a minha coluna dizendo: “que venha o Athlético Paranaense”…

E para o nosso azar (ou será nossa sorte?) a equipe paranaense veio. Sem pisar em ovos, mas entrando como um elefante numa fábrica de louça (tão frágil, quanto vagabunda), a equipe rubronegra fashion, de forma inquestionável, deixou ao FFC desnudo, sem direito sequer a um simples guardanapo de papel como tapa sexo.

Culpados?

Dizer que a culpa pertence somente ao6 Roger é reduzir à fração mais simples. O mesmo que empurrar com a barriga, para debaixo do tapete, as verdades ocultas. Tão encobertas, disfarçadas, clandestinas e furtivas, que criaram a figura dos PASSADORES DE PANO PROFISSIONAIS, os PPSs.

Não tenho nenhuma dúvida das culpabilidades do treineiro: de discurso rebuscado onde o zero e o nada se personificam, cabeça dura, teimoso e terceirizador de autorias.

Ora Senhores… antes do Roger Machado tem o crivo do Angioni, com os seus mais de 40 anos na Comunidade do Futebol.

Há quantos anos o Angioni está no clube?

Quantos jogadores foram contratados nesse período? Dessas dezenas e dezenas de contratações quantas deram certo?

Quantos jogadores o FFC “mal” vendeu nesse tempo?

Quantos atletas saíram gratuitamente (sem nenhum benefício financeiro) nos últimos 3 anos? Será que todos tem pais e familiares complicados, ávidos pelo enriquecimento precoce? Ou será que o ilustre Angioni não fez ou nem soube fazer o dever de casa?

Até agora já são 2 os causadores… entretanto não para por aí…

Não pode ser esquecida a figura do CEO… Fernando Simone foi Gerente Executivo de Futebol com o Peter Siemsen e, depois de um breve estágio no Campos (suposta escola de dirigentes do Grupo City) e de uma fulgurante passagem pelo Boavista (uma espécie de Harvard na Comunidade do Futebol Brasileiro), transformado pelo Pedro Abad em Chief Executive Officer… função que também ocupa na atualidade.

QUAIS FORAM OS AVANÇOS FEITOS PELO FLUMINENSE COM A FIGURA DO FERNANDO SIMONE SENDO O CHEFE DO EXECUTIVO?

Que tal ir além??!!

Por que razão na venda do jogador Pedro para o Fiorentina, por ocasião do famoso encontro entre as partes num restaurante na área nobre da cidade, nem o Vice Presidente Geral, Sr. Celso Barros, nem o Diretor Executivo de Futebol, Paulo Angioni, NÃO ESTAVAM PRESENTES e o Fernando Simone estava?

Por que o Fernando Simone fez parte da negociação do Fluminense com o dono da franquia dos Guerreirinhos do bairro de Campo Grande, com relação ao pagamento do comissionamento sobre a venda dos direitos federativos do jogador Rafael Resende para um clube dia Emirados Árabes Unidos?

Na Espanha os mais vividos dizem que não existe 2 sem 3…

No caso do Fluminense não existe 3 sem 4.

Falo do grande responsável pela derrota de ontem: o Presidente Mário Bittencourt. Nem preciso ir à frente. Cada qual que enfeite o seu jiló com o tomate seco de turno, desses que são dignos dos saltimbancos da série BASTIDORES. Não vou perder o meu tempo.

Assim sendo, sem nenhum receio a equivocar-me a derrota de ontem tem 4 donos. Ponto!

O que fazer?

Sendo extremamente frio e imediatista torço para que os erros cometidos nas últimas partidas, principalmente ontem, sirvam de lição de cara aos jogos contra o Cerro Porteño e o Criciúma. Que se aprenda como não devemos atuar. Pelo menos de cara a salvar o dinheiro das classificações.

Nesse ínterim não olvide de fazer a sua parte… O clube está no leito de morte, só não vê quem prefere a obtusidade assalariada ou de apedeutos conformistas.

Se for através de um processo político desde já declare a sua contrariedade à reeleição do existente mandatário. Evidentemente apresentando alternativas de peso, sem qualquer rasgo de possível estelionato eleitoral, sem promessas que não ultrapassem a barreira do papel.

Agora se você for daqueles que acreditam que a salvação exclusivamente ocorrerá de fora para dentro, procure a Justiça, o Ministério Público… É esse um dos caminhos. Talvez o MP se interesse pelo caso LIVE SORTE, pela venda do Pedro (que tal perguntar ao Duquecaxiense como ele se sente nessa parada), pelas vendas do Spadaccio e do Rafael Resende…. Até mesmo proteja aos sócios efetivando o voto ONLINE.

Humildemente procuro fazer a minha parte. Não deixe para fazer a sua meramente após derrotas por 4 a 1.

ACORDA BRÁZ MAZULLO!

Você é o Presidente do Conselho Deliberativo do Fluminense… A sua trajetória profissional não condiz com o posicionamento de um capacho. E você ainda não é um. Você é maior, é o dono da palavra final:

VOTO ONLINE JÁ!!!

“Y así fue como aprendí que en historias de dos conviene a veces mentir…

Que ciertos engaños son, narcóticos contra el mal de amor…” (MENTIRAS PIEDOSAS – Joaquim Sabina)

Antonio Gonzalez

Ps.: essa imagem diz tudo, assim se comportavam as gerações exigentes quando faziam parte das NOVAS GERAÇÕES EXIGENTES.

O FFC havia brilhantemente conquistado o Carioca de 1980 e havia sido (que merda) 5° colocado no Brasileiro de 1982.

20 dias antes do começo do Carioca de 1983, a Força Flu voltou a pichar os muros das Laranjeiras. Dias depois foram contratados o Assis e o Washington…

O RESTO DA HISTÓRIA VOCÊS SABEM… SE NÃO CONHECEM, ESTUDEM.

“A INCRÍVEL ARTE DE TRANSFORMAR UM PROBLEMA EM 2 CAGADAS”. Opinião Antonio Gonzalez.

Antes de mais nada, é de justiça, é meu dever como cidadão tricolor, exaltar à memória do Thiago Caruso. Infelizmente foi outra das quase 510 mil vítimas desse vírus assassino, pandemia essa, a do Covid-19, sanitariamente mal administrada por quem de direito.

Sobre o jogo de ontem na derrota para o Atlético Goianiense por 1 a 0 é mais do mesmo, só que sem gol cagado.

O discurso das narrativas da INDIgestão dirá, sobre uma análise mais profunda, que qualquer crítica com embasamento é coisa dos abutres, dos cavaleiros do apocalipse… da oposição que torce contra (será que atual situação acha que toda oposição torce contra, lembrando dos seu comportamento dos tempos em que era oposição… vide bolinho na secretária).

A equipe de Goiás treinada pelo Barroca optou por dar a bola ao Fluminense, com uma prévia leitura de que o nosso time somente sabe jogar de forma reativa.

Com isso o nosso time teve que tentar sair para o jogo como protagonista.

E quem disse que o nosso elenco, brilhantemente montado, sabe propor jogo?

Sem laterais (sobre o Calegari podemos até nos esconder dizendo que está improvisado, mas quanto ao Danilo Barcelos é impossível qualquer definição sem pensar em palavrão), com um meio de campo que não sabe criar, com os nossos jogadores que deveriam fazer as extremidades ofensivas transformados em carregadores de bandeja dos inexistentes laterais citados no começo dessa frase, sem jogadas que aprofundem os últimos 15 metros do campo, nem de linha de fundo, nem com passes pelo meio com a objetividade necessária, fica praticamente impossível que a bola chegue ao, cada vez mais atenuado, Fred.

Falando do nosso camisa 9: dá pena ver o seu grande esforço dentro de campo, diante de um esquema mequetrefe.

Dirão os enxugadores de gelo (esses que cantam que o gol sofrido não abate, esses que aplaudem público, desses que torcem para dirigentes ou que tem por objetivo aparecer e trabalhar na FluTv) que perdemos somente no 6° jogo do Brasileiro, que já temos 9 pontos e que estamos nas próximas fases da Libertadores e da Copa do Brasil.

Se esse é o seu horizonte como torcedor do FFC mantenha a distância com relação à minha pessoa. Realmente somos diferentes, em pensamento e caráter.

No intervalo da partida escrevi na minha conta do Twitter que dava para vencer… Mas sem direção e/ou luzes vindas de fora das 4 linhas era missão impossível.

Se aliarmos a isso os sinais evidentes de fadiga, é bom não fazer vista grossa ao sinal amarelo: muita atenção faz-se necessária…

E do nada, quando a exigência da velocidade e qualidade do pensamento se torna real, o treinador Roger Machado transforma a cereja do bolo em um desnutrido coelho sacado de uma cartola furada.

A escalação do Samuel Xavier no 2° tempo foi correta. Se o atleta estava liberado pelo departamento médico, pelos fisioterapeutas e pelos preparadores físicos, para nada podemos culpar o nosso técnico. Recaídas de lesões sempre existiram.

Isso é uma coisa…

A outra é transformar um problema em 2 cagadas: ao colocar o André no lugar do Samuel Xavier, mas com o Yago Felipe passando a atuar como lateral, definitivamente ele colocou no Atlético Goianiense a crença de que iria vencer.

E assim foi.

Antes ele tivesse colocado uma cadeira em substituição ao Samuel Xavier. Teríamos tido que administrar apenas o problema da lateral.

Mas ao deslocar o Yago para a lateral e colocar o André no meio, o Roger Machado conseguiu a proeza de transformar um problema em 2 cagadas que foram fundamentais na vitória adversária: ficamos sem um lateral de ofício e perdemos a peça mais importante do nosso meio de campo, a que morde… A que faz a transição defesa / ataque, a que entra na área contrária.

2 grandes tortas de chocolate fedorento. Podem colocar essa derrota na conta do Roger. E do Angioni e do Vice Presidente de Futebol que autorizaram a contratação do possante reserva do reserva do Botafogo, o ilustre Danilo Barcelos.

CONTINUO QUERENDO GRITAR É CAMPEÃO.

Nosso VP de Interesses Legais precisa se pronunciar a respeito do caso Rafael Resende.

O Comitê de Governança e Compliance também.

Que venha o Corinthians (em São Januário, já que o projeto de revitalização das Laranjeiras, o LARANJEIRAS XXI, há 4 anos é maltratado por questões meramente políticas)!

Não sei o quanto me resta de vida. Mas enquanto eu tiver de pé ninguém vai me calar na defesa do verdadeiro Fluminense.

Antonio Gonzalez

COM A PALAVRA O VICE PRESIDENTE DE INTERESSES LEGAIS DO FLUMINENSE – Opinião Antonio Gonzalez

COM A PALAVRA O VICE PRESIDENTE DE INTERESSES LEGAIS DO FLUMINENSE

“O mecanismo de solidariedade da FIFA é um instrumento criado em 2001 para ajudar os clubes formadores de jovens atletas. Uma espécie de “retorno” por tudo o que time (ou times) fez (ou fizeram) por ele durante a sua formação…”

“A cada transferência internacional de um jogador, o (s) clube (s) formador (es) do atleta tem direito patê 5% dos valores envolvidos.  No Brasil, a Lei n° 9615/98 (Lei Pelé) assegura o mesmo valor às transferências nacionais”.

Traduzindo: trata-se de uma ação comum na Comunidade do Futebol, com 20 ou mais anos de existência, o que deveria ser de amplo conhecimento dos profissionais que militam no meio.

Sendo assim, vejo-me com a necessidade de fazer alguns questionamentos ao Vice Presidente de Interesses Legais, Sr. Heraldo Iunes, a respeito de uma certa operação comercial envolvendo o Fluminense.

Mas faz-se necessária a ética (tão em falta no clube na última década) e a fidalguia, características dos verdadeiros tricolores, para apresentar as minha sinceras condolências ao Sr. Heraldo Iunes, pela recente passagem de um ente, com toda a certeza, muito querido.  Já passei por esse terrível momento e sei o tamanho exato dessa dor.

Posto isto e sem rodeios vamos direto ao assunto, que pode ter passado desapercebido para os torcedores amantes do pragmatismo apresentado pelo time dirigido pelo Roger Machado.

Dito isto…

Na última quinta-feira o jornalista Victor Lessa publicou uma matéria que envolvia a transferência de um atleta do FFC em 2019, já na gestão Mário Bittencourt, a venda do meio-campista Rafael Resende, de 19 anos, para o Sharjah FC, dos Emirados Árabes Unidos. Especula-se que o atleta fora vendido por 300 mil dólares.

No dia seguinte o Netflu também apregoou notícia a respeito:

https://www.netflu.com.br/suposta-fraude-em-venda-de-jogador-flu-perde-acao-e-pode-ser-investigado/

No caso específico desse jogador ele chegou a Xerém por ter tido destaque na franquia do Guerreirinhos de Campo Grande, bairro da zona oeste da cidade do Rio de Janeiro.

E no contrato assinado entre as partes a cláusula 5.8 é definitiva: “o Fluminense se compromete a ceder ao franqueado 10% dos direitos financeiros decorrentes de eventual e futura transferência onerosa do vínculo federativo do atleta pertencentes ao Fluminense na época da transferência”.

No caso se a venda atingiu ao suposto montante de U$ 300.000,00 (trezentos mil dólares) o proprietário da franquia teria, supostamente, direito a 30 mil dólares.

Pelo menos deveria ter sido assim. Não foi.

Passado 1 ano da venda do atleta para o exterior e sem nada receber até aquele momento o franqueado procurou o clube e começou a tratar com o excelente advogado Bernardo Leal sobre como resolver o impasse e receber o que lhe correspondia por direito.

Entretanto, do nada aparece a figura do CEO do Fluminense, Sr. Fernando Simone, como interlocutor do clube.

Como se mostra na imagem deste texto, na troca de mensagens via Whatsapp, o CEO DO FFC, transmite que o clube iria pagar em 10 vezes o valor líquido da venda…

Como assim se a cláusula 5.8 do contrato assinado em seu dia não fala de descontos?

Disse então o Sr. Fernando Simone que teriam que descontar os impostos… se isso for verdade, o Sr. Heraldo Iunes, que é o VP de Interesses Legais, deveria dar um puxão de orelhas no Departamento Jurídico pela péssima formatação do documento oficial.

Mas o Sr. Fernando Simone foi além e falou que também deveria ser descontado o “solidariedade”…

Como assim o “solidariedade”?

O Sr. Fernando Simone (que trabalha há 10 anos na Comunidade do Futebol) tem que vir a público e esclarecer… ou ele não sabe (depois de 10 anos na Comunidade do Futebol) o que é o Mecanismo de Solidariedade… ou ele teve um lapsus de memória… ou ele, indevidamente, falou de um desconto, que toda a Comunidade do Futebol sabe que não existe.

Posteriormente chegou-se a um acordo onde o clube começaria  a pagar a partir de janeiro de 2021 às 10 prestações. Isso de saída já desmente a nota oficial do clube que falava da não existência do pactuado, pela existência de intermediação.

Ora Senhores… cabem questionamentos:

– Sr. Heraldo Iunes, VP de Interesses Legais, por que razão a negociação que estava sendo brilhantemente conduzida pelo Sr. Bernardo Leal, advogado do Fluminense, passou para as mãos do CEO, Sr. Fernando Simone?

– O  Sr. Heraldo Iunes, VP de Interesses Legais, concorda com os descontos dos impostos uma vez que não são citados  na cláusula 5.8 do contrato entre as partes?

– O que o  Sr. Heraldo Iunes, VP de Interesses Legais e membro do Comitê de Governança Corporativa e Complience, acha da cobrança indevida, sugerida pelo CEO do clube, com relação ao mecanismo de solidariedade?

– O Sr. Heraldo Iunes, VP de Interesses Legais e membro do Comitê de Governança Corporativa e Complience, teria em sua empresa um funcionário que não sabe (depois de 10 anos na Comunidade do Futebol) o que é o Mecanismo de Solidariedade… ou que teve um lapsus de memória… ou que, indevidamente, falou de um desconto, que toda a Comunidade do Futebol sabe que não existe?

– Como pode o Sr. Heraldo Iunes, VP de Interesses Legais e membro do Comitê de Governança Corporativa e Complience, interpretar a nota oficial MENTIROSA do Departamento de Comunicação, cujo Diretor também faz parte do Comitê de Governança Corporativa  e Complience?

Para variar já virou processo. Como sempre digo NO FINAL DAS CONTAS É O FLUMINENSE QUEM PAGA A CONTA.

Mas fica um péssimo cheiro no ar:

Meu caro Sr. Heraldo Iunes, VP de Interesses Legais e membro do Comitê de Governança Corporativa e Complience, o Fluminense, em algum momento, orquestrou cobranças indevidas? 

Penso que não! Isso não condiz com a ética e fidalguia que são as marcas registradas da nossa pele tricolor.

Mas esse sururu vai explodir nas mãos  do Departamento Jurídico sob a sua responsabilidade.  Basta apresentar a documentação com os respectivos descontos (se é que existiram), incluindo o TMS (Transfer matching system) ferramenta eletrônica oficial da FIFA, que mostra a origem e o destino dos valores da negociação, se houve agente envolvido e o valor real da transferência.

Quanto ao CEO, Sr. Fernando Simone, acredito, uma vez que ele faz parte da Comunidade do Futebol, que ao referir-se ao “solidariedade” ele tenha tido um lapsus de memória.

Esperamos que o Fluminense seja transparente e não se esconda detrás de falsas narrativas como no caso LIVE SORTE.

Que venha o Atlético Goianiense.

Muchas gracias Mr. President – Opinião Antonio Gonzalez

Glória a Deuxxx!!!

Habemus Papam!!!

722 dias após a posse da atual gestão, ou seja, passados 1 ano, 11 meses e 21 dias, a torcida do Fluminense recebeu a grata notícia de que FINALMENTE o Fluminense havia fechado o tão desejado patrocínio master.

EXCELENTE!!!

Seja bem-vinda Betano (empresa internacional do ramo de apostas online)! São 16 milhões de motivos para que eu acenda todos os dias uma caixa de velas para o anjo da guarda do Fluminense.

16 milhões de reais por 2 anos de contrato. 8 milhões ano.

É o nosso valor no mercado. Pena que durante bastante tempo tivemos que nos conformar com o discurso de que a nossa camisa só teria um master desde que este pagasse o quanto a atual diretoria achava que valia o nosso espaço de exposição da marca. Tiveram que recuar.

Obviamente que por questão de CREDIBILIDADE, de pertencer à comunidade do futebol e por ter investidores dispostos a injetarem grana no clube, tardamos somente 722 dias para cumprir essa badalada promessa de campanha.

Mas não podemos esquecer de que a torcida do Fluminense está vacinada com relação a patrocínios. Entre permutas e mais permutas, já vimos desfilar pseudo gigantes que chegaram ao clube como extraterrestres e foram embora sem deixar saudades, somente dores de cabeça.

Nossos últimos masters tiveram começos de luzes e finais de trevas: Mate Viton e Valle Express.

Isso sem falar da cereja do bolo da gestão Peter, a Dryworld.

Então, cabe a este humilde torcedor alertar ao Fluminense para que esteja sempre atento. É a melhor forma de não ser pego desprevenido.

Como tudo o que ocorre no clube nessa gestão, a tal famigerada transparência continua passando distante:

a) em que condições foi feito o distrato com a Betmotion? Os SUPOSTOS 2 milhões de reais (suposto montante do contrato) foram recebidos integralmente na ocasião da assinatura do contrato (01/02/2021) ou o pagamento era mensal? E se o pagamento era mensal a Betmotion estava em dia?;

b) a própria Betmotion em sua nota oficial fala que a rescisão do contrato foi UNILATERAL, ou seja, foi o Fluminense quem desfez a parceria. Assim sendo: existia alguma multa pelo rompimento do negócio?;

c) por outro lado, essas 16 milhas da Betano chegam free ou existem comissões pelo meio do caminho? E se existem comissões, quem são os comissionados? Existe algum tipo de comissão destinada à alguma pessoa ligada ai clube?.

Somente, sem qualquer tipo de suspense que não seja a cara da verdade, queremos saber!

HOW MUCH TRANSPARENCY DO WE REALLY WANT?

De todas as formas meus parabéns Señor Presidente. É todo um luxo para o clube contar com uma pessoa tão abenegada a dirigi-lo. Muito obrigado.

Não obstante seria interessante que no nosso Balanço/2020 pudéssemos encontrar vestígios de detalhamento das despesas com intermediários. Essa rubrica é chatinha né… faltam cores e sobram dúvidas. Muitas.

Por último… que coisa feia a mensagem da comunicação do clube ao desdenhar da torcida: a frase “CADÊ O MASTER? CADÊ O MASTER? CADÊ O MASTER?” utilizada nas mídias sociais é de uma baixeza amoral. É assim que vamos captar novos sócios? Quem pensou e criou essa mensagem não conhece o verdadeiro caráter do torcedor Tricolor. Não passa de um repugnante.

Humildade começa com os pés e sala de troféus somente cresce com títulos… e cá para nós: depois da saída da Unimed, do Vice-presidente Geral Celso Barros, NÃO GANHAMOS NADA.

E término dizendo o que repito desde o dia 10/06/2019: O SUCESSO DO MÁRIO BITTENCOURT SERÁ O SUCESSO DO FLUMINENSE.

Portanto: muita sorte Mr. PRESIDENT.

xxx

RECORDAR É VIVER

Já que estamos cumprindo, passados 722 dias, uma das PROMESSAS de campanha, que tal não cumprir algumas outras?

O voto ONLINE e o projeto de revitalização das Laranjeiras, o LARANJEIRAS XXI pedem passagem.

Logo mais tem Copa do Brasil. Precisamos VENCER OU VENCER.

“Pé no chão dá mais resultado que uma ejaculação precoce” Opinião Antônio Gonzalez

Pé no chão dá mais resultado que uma ejaculação precoce (por Antonio Gonzalez)

Existem momentos, que se aconteceram em determinado ponto da jornada, se bem analisados (com vontade política para retificar), podem reassignificar as opções de luta ao realinhar o que se tem em mãos na correta proposta para o capital que cada um possui: questão de estofo e conteúdo.

Para os DINOSSAUROS, com mais de 40 anos de arquibancadas, a derrota para o Junior Barranquilla, traz consigo a retirada da máscara. A mais pura fotografia do que se revelava desde o começo das atividades futebolísticas do calendário 2021.

As falhas de marcação, a falta de compactação das linhas, a quase nenhuma ousadia na hora de propor jogo, a absoluta covardia de renunciar à posse da bola… Tudo isso, até esta semana estava encoberto pelos (GRAÇAS A DEUS) resultados positivos.

E até a passada terça-feira estávamos neutralizados: o gol cagado, jogar por uma situação de gol, as defesas do Marcos Felipe, o gol do Fred, a bola parada do Nenê… TUDO ISSO JOGAVA A FAVOR. Pura morfina que somente entorpece mas, mesmo ocultando o doloroso, não modifica o destino.

Não foi por falta de aviso.

E agora?

A primeira medida passa pela nossa torcida: que tal a mudança de postura e formato?

Que tal deixarmos de ser bregas e voltarmos a ser exigentes de verdade?

Não dá para se achar campeão da Libertadores ainda na fase de grupos e, o pior, se equivocar no dever de casa. Dos 9 pontos disputados no Maracanã, somente 4 foram conquistados.

Não dá para se iludir com o empurrão do Bobadilla no jogador do Santa Fé, lá na Colômbia e querer transformar isso em idolatria. A nossa bancada vivencia o culto ao atleta nota meio… até o Caio Paulista tem defensores ferrenhos.

Não dá para se deixar levar por uma imprensa que, com exceção da VERDADEIRA E INDEPENDENTE MÍDIA INDEPENDENTE TRICOLOR, enxuga gelo diariamente, criando falsas narrativas. O neo-jornalismo sem o estofo de outrora: quem frequentou Álvaro Chaves entre 1975 e 2000 sabe da excelência que pesava sobre a caneta e a voz dos Jornalistas que frequentavam a sede do clube.

O certo é que essa derrota para o Júnior Barranquilla nos obriga a dar um passo atrás. As falhas definitivamente apareceram para atrapalhar, até então, mesmo perceptíveis, não deixavam digitais negativas.

Sabemos o tamanho do nosso tamanho? Porque se nos vemos em condições de ser um leão, sem a última batalha, é um erro básico.

Senhor Roger: feche a casinha, aumente a circulação entre as peças que perambulam pelo nosso meio de campo, se preocupe com pelo menos brigar pela segunda bola, sem abrir mão dá inteligência e rapidez na transição. Aposte na melhor utilização dos laterais (se não tem o cacoete ofensivo, pelo menos que cumpram de cara às necessidades defensivas).

Jogamos por 2 resultados: 1 a 0 no Flamengo e 1 a 0 no River Plate.

Impossível? Jamais… A nossa bandeira é mais do que centenária. Nossa camisa tem peso histórico.

Mas tem que ser humilde.

Repito: sabemos o tamanho do nosso tamanho?

Essa resposta é o nosso primeiro passo em direção à futuras conquistas.

Mas não basta apenas ter humildade, tem que respeitar.

Quem tem Ángel Labruna, Di Stefano, Daniel Passarela, Enzo Francescoli e Marcelo Gallardo no DNA daqueles que escreveram a sua trajetória, não deve ser dado por morto mesmo diante de um surto de Covid-19. A nossa torcida menosprezou e apostou na derrota do River por achismos e bruxaria… deu o que deu… não fizemos o nosso dever de casa.

Agora, mais do que nunca temos que ter os pés no chão.

Quanto ao Roger Machado: já se passaram mais de 4 meses do início do seu trabalho… APESAR DA SORTE, muito pouco de positivo foi apresentado.

Não se escreve um itinerário vitorioso com soberba e auto-suficiência.

Amanhã e terça tem que VENCER OU VENCER.

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Antonio Gonzalez