É GUERRA – Opinião Antonio Gonzalez

É  GUERRA

Estamos de volta sabedores que a história nos deve uma.  E pensar que fazem 50 anos que fomos apresentados:

“29/01/1971 –
PALMEIRAS-SP 0 x 2 FLUMINENSE-RJ –
COPA LIBERTADORES DA AMÉRICA

Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho – Pacaembú – São Paulo / SP – Brasil –
Público: 26.687 pagantes.

Árbitro: Armando Marques (SP)

Palmeiras (São Paulo/SP): Leão, Zeca (Eurico), Luís Pereira, Nélson, De, Dudu, Cabralzinho, Edu, Héctor Silva, César, Pio (Fedato) –
Técnico: Rubens Minelli
Fluminense (Rio de Janeiro/RJ): Félix (Vitório), Oliveira, Galhardo, Assis, Toninho, Denílson, Didi, Cafuringa, Samarone, Flávio (Mickey), Lula –
Técnico: Zagallo
Gols: Flávio (Fluminense), aos 5 min e aos 25 min primeiro tempo”.

(na foto Galhardo desarma o Palmeirense, observado pelo Denilson Rei Zulu e pelo Oliveira, Palmeiras 0 x 2 Fluminense, na Libertadores de 1971)

Talvez, passadas 5 décadas, não existam 50 tricolores vivos, que estiveram na noite daquele  sábado no Pacaembu.

Gostaria saber quem são ao outros 49!

Todos sabem do quão é de ojeriza, repulsa e, até mesmo, repugnância o meu sentimento a essa gestão.  Se fosse na década de oitenta diríamos que o Fluminense foi invadido por farofeiros tal a galhofa existente onde o imperativo da anti-transparência é colônia barata.

Mas antes que tergiversem as minhas palavras, antes que apareçam covardes, FRAUDULENTAS, porcas lorotas trapaceiras parecidas com as que inventaram sobre a minha pessoa onde levianamente fui acusado de que haveria pedido 260 mil reais de comissão no caso LIVE SORTE (falando em LIVE SORTE quero mais que essa merda termine nos tribunais, de saída me coloco a inteira disposição do Ministério Público… traduzindo: estou louco de vontade de conversar sobre o tema e eu sei muito)… antes que a Comunicação, os haters, os influencers de contracheque e os bloguinhos barriga de aluguel, criem uma nova narrativa a meu respeito, vou deixar claro:

ESTAMOS NA LIBERTADORES E TEMOS QUE ENTRAR COM ESPÍRITO DE GUERRA, A TAÇA TEM QUE VIR PARA A NOSSA SALA DE TROFÉUS.

Mesmo sem ter dado 2 treinos, sei de sobra que o bom resultado do Fluminense no Campeonato Brasileiro a 5ª colocação, para nada foi fruto do planejamento ou da boa administração.

Mas isso não é o que me importa, temos que vencer ao River Plate, esta noite no Maracanã, pelo civil e pelo criminal (como dizia Luiz Aragonés, treinador espanhol campeão da Eurocopa de seleções em 2008) e assim começar o que vai ser uma marcha triunfal pela América do Sul.

É óbvio que são 2 as nossas armas, a camisa e a torcida… apesar dos farofeiros.

Então deixa eu fazer as minhas rezas, deixa eu pedir a quem de direito.  Permitam-me algumas palavras:

É guerra…
E na guerra tem Castilho, Píndaro e Pinheiro…
Tem Telê Santana, Pingo de Ouro e Waldo artilheiro.

Tem Carlos Alberto capitão de renome…
Tem Félix, Galhardo, Flávio e Samarone.

Tem Lula, Manfrini, Rubens, Kleber e Pintinho…
Tem Búfalo Gil, Rivelino e Edinho.

Tem Deley com a bola rolando de pé em pé…
Tem Robertinho, Gilberto, Claudio Adão e Zezé.

Tem Aldo, tem Branco, Tato, Jandir, Romerito…
Tem Washington, Ricardo, Vica e Paulo Vitor.

Tem Ximbica, seu Armando, tem o Careca…
Tem Tia Helena, tem Biscoito e tem Edir…
Tem Zé de Almeida, tem Schwartz, tem Laport…
Tem David Fishell, tem Francisco Horta, tem VENCER OU VENCER…
Tem João Boueri, tem Graúna, tem Castro Gil…
Tem Oscar Cox, tem o patrono Arnaldo Guinle…
Tem Nelson Rodrigues, tem Vilela Rei do Tapetão.

Tem gol de Barriga, Deco Maestro, o Fred vai te pegar…
Tem o Carrasco “Assis acabou com vocês” para viver e recordar.

Hoje à noite todos eles (vivos e mortos) estarão conosco e com o nosso time.

E já que é guerra… DECLARE GUERRA POR UM FLUMINENSE CAMPEÃO.

Vencer ou Vencer, sempre!

#LIBERTADORESÉOBRIGAÇÃO

#VOTOONLINEJÁ

O texto é de total responsabilidade do autor.

A quem interessa não ter voto online? Opinião Antonio Gonzalez

A quem interessa não ter voto online? 

A matéria publicada ontem no NetFlu, com a assinatura do sempre brilhante Paulo Brito, “Mário não garante voto online na eleição do Fluminense em 2022” (https://www.netflu.com.br/mario-nao-garante-voto-online-na-eleicao-do-fluminense-em-2022/) traz consigo algumas considerações feitas pelo Presidente Mario Bittencourt na última reunião (12/04/2021) do claudicante e omisso Conselho Deliberativo.  Entre elas a de que o próprio “presidente do Fluminense não garantiu que o modelo (voto online) estará disponível para as eleições do ano que vem”.

Então antes de qualquer especulação, que tal falarmos do Estatuto do FFC?

O artigo 9 é direto: “A Assembleia Geral é constituída de Sócios maiores de 16 (anos), pertencentes ao Quadro Social há mais de 1 (um) ano e há mais de 2 (dois) anos para a categoria Sócio Futebol, ambos, ininterruptamente, e em situação regular com o clube”.

O artigo 11 é claro: “A Assembleia Geral reunir-se-á: I – Ordinariamente de 3 (três) em 3 (três) anos, na segunda quinzena de novembro, para eleger o Presidente do FLUMINENSE, o Vice-Presidente Geral e os membros titulares e suplentes do Conselho Deliberativo”.

ONDE SE REALIZARÁ?

O Estatuto não diz!

Aguenta o clube a circulação de 20 mil sócios dentro  de Álvaro Chaves 41 no mesmo dia num espaço de 9 horas (09h00 às 18h00)? É óbvio que não. Se com 4 mil presentes as filas são quilométricas.

QUE TIPO DE REUNIÃO?

Ora Senhores, em tempos de pandemia, em tempos de aplicativos que te levam a comida quentinha à sua casa, em tempos de Zoom, não existe problema para que essa Assembleia Geral também possa ser virtual.

O parágrafo 2 do artigo 12 diz: “A Assembleia Geral realizar-se-á com qualquer número de Sócios presentes”…

Pera aê (como dizem os mais jovens): presentes aonde? E se o formato da Assembleia Geral utilizar a participação digital, podemos dizer que os Sócios estão presentes? Claro que sim! Cabe recordar que as reuniões do Conselho Deliberativo levam quase um ano sendo feitas em plataforma digital, para nada presencial.

Como é que se marcam os ingressos dos jogos?  O Sócio entra no site do clube, vai no setor de compra de ingressos, digita o número da sua carteirinha e a sua senha, marca e compra o ingresso.  Isso só acontece se o associado estiver em dia com as suas obrigações.  Em se tratando de eleição bastava colocar mais um filtro (que quando se digitasse o número da carteirinha): o do tempo de antiguidade, 1 ano para Contribuinte e Proprietário, 2 anos para a categoria Futebol.

Então até agora ZERO de mistério.

Vamos então para o CAPÍTULO IX, DO PRESIDENTE DO FLUMINENSE, Seção l, da eleição, Artigo 48: “O Presidente e o Vice-Presidente Geral, serão SÓCIOS DO FLUMINENSE, maiores de 21 (vinte e um anos), em pleno gozo dos seus direitos sociais há mais de 5 (cinco) anos, eleitos pela Assembleia Geral, em escrutínio secreto, para uma legislatura de 3 (três) anos. Apenas uma reeleição será permitida.

Parágrafo 1º – A eleição do Presidente e do Vice-Presidente Geral processar-se-á na forma estabelecida nos artigos 22, e 23 caput”.

Até agora NADA que diga que só pode ser nas Laranjeiras.

Mas o que dizem os artigos 22 e 23?

O artigo 22 é incontestável: “A Assembleia Geral Ordinária elegerá, em escrutínio secreto e concomitantemente, o Presidente do FLUMINENSE, o Vice-Presidente Geral, os 150 (cento e cinquenta) Membros Efetivos e os 50 (cinquenta) Suplentes do Conselho Deliberativo, para uma legislatura de 3 (três) anos”.

Continuo perguntando: onde está explicitado que o sistema de votação é presencial? Ou que a reunião tenha por obrigação ser totalmente realizada no intramuros da rua Álvaro Chaves, 41?

Já o artigo 23 fala que as eleições dar-se-ão por meios de chapas. E os parágrafos a seguir falam da formatação das chapas, com as suas particularidades.

Repito: Até aqui, onde é que reside algum impeditivo explícito para a realização de uma votação online?

Se formos à Seção XV, do Sócio Futebol, no artigo 101, em seu parágrafo 1º encontramos essas palavras: “O Sócio-Futebol terá direito a voto após dois anos de contribuição efetiva e ininterrupta, nesta categoria, conforme art. 9º.”.

Terá direito a voto? Sim!

Onde votará? Não se fala de local e sim da existência da Assembleia Geral previamente convocada, mas também sem nenhuma previsão ESTATUTARIA de local para realização. E a forma de votação?

Seguindo em frente nos encontramos com o artigo 164 – “o eleitor deve expressar seu voto assinalando os nomes dos candidatos de sua preferência na cédula ou em SISTEMA INFORMATIZADO QUE VENHA SER IMPLEMENTADO no clube, na forma disciplinada no Regulamento Geral e nos Regimentos competentes, aprovados pelo Conselho Deliberativo”.

Não sou eu e sim o Estatuto quem diz: “SISTEMA INFORMATIZADO QUE VENHA SER IMPLEMENTADO”… mais transparente que copo de cristal na prateleira.

Portando NADA impede a implementação do voto online para a eleição de 2022.  Sem esquecer que foi promessa de campanha.

Mas respondendo ao título deste texto:

A quem interessa não ter voto online? 

Vamos lá:

 Aos Esportes Olímpicos, com o voto online o Futebol elegerá facilmente o próximo presidente e eles deixarão de viver às custas do dinheiro do Futebol;

 Aos Senhores Feudais, personagens decadentes, que não vem o Fluminense com os mesmos olhos de quem frequenta as arquibancadas em todo o Brasil. São os mesmos que defendem o poder com unhas e dentes, para manter os empregos de familiares (muito bem remunerados, acima do mercado);

 A aqueles que há 11 anos vivem do Fluminense e fizeram do clube seu meio de vida. Estão em vários departamentos da administração, com aquela conversa de sinhá mariquinha cadê o vigário, utilizando linguagem de banco de universidade, mas sem nenhum poder prático na captação de novos recursos para o clube. Nunca souberam o que é queimar a bunda nos cimentos das Moças Bonitas de por aí.

Então Presidente Mario Bittencourt, não há muito o que pensar e sim á alinhar.  Coloco-me à disposição para a interpretação do Estatuto devido a carência de conhecimentos da mesa que dirige os trabalhos do Conselho Deliberativo.

Como bom cidadão que é, ciente dos seus deveres e homem de palavra, sei que o Presidente Mario Bittencourt cumprirá a sua promessa de campanha, gesto esse, o da implementação do voto online, que abrilhantará o seu currículo pessoal junto aos nossos Sócios.

Outrossim, finalizando essa resenha, estou muito preocupado Sr. Presidente com alguns profissionais que trabalham  consigo.  Senão vejamos, a sua Secretária Cristiane Luz foi para as redes sociais, no dia 25/10/2019 (há exatos 18 meses) disparou a seguinte pérola: “Querem voto online? Está pronto!”.

É ou não é para ficar preocupado?

Será que ela se empolgou então? Quem sabe!!!

Será que ela se precipitou e colocou a carroça na frente do gado? Quem sabe!!!

Será que ela seguiu os passos determinados pelo Papa da Comunicação do Fluminense? Quem sabe!!!

Mas o que mais me assusta é a dúvida: será que ela se equivocou (conforme a foto abaixo) somente com relação ao voto online, ou a parada é pior e nem o PORTAL DA TRANSPARÊNCIA, nem o NOVO SÓCIO FUTEBOL, nem a GOVERNANÇA e o COMPLIENCE, nem a DIVISÃO DE CONTAS e CENTROS DE CUSTOS um dia serão realidade.
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Em tempos de Presidentes como Arnaldo Guinle, Marcos Carneiro de Mendonça, Francisco Laport, Jorge Frias de Paula, Manoel Schwartz e David Fischell, entre outros, a decisão seria única com relação a casos especiais  Assim funcionava o Fluminense que aprendi a amar e respeitar, aquele que jamais foi  A CASA DA MÃE JOANA!

Um forte abraço meu Presidente Mário Bittencourt! Apesar do pacotão das novas contratações, espero (rezando) a chegada de um Camisa 10, daqueles  meias de criação que tem gol, desses que são craques de Seleção.

Que Deus lhe abençoe!

PS.: vamos ter novidades com relação a um clube inglês que vai além da compra / venda de jogadores? Ou devo procurar a resposta junto ao futebol boliviano? Quem souber a resposta me procura no Twitter @TomRegueirasgon

O texto é de total responsabilidade do autor.

Por um prato de comida – Opinião Antonio Gonzalez

Por um prato de comida

De saída quero agradecer o convite para escrever neste site, é uma honra… primeiro no Explosão Tricolor, depois no Panorama Tricolor e agora no Flunews. Muito orgulho é o que sinto por essa trajetória, espero estar à altura. Somos Tricolores, isso é o que importa.

Mal chegamos na terça-feira (6) e parece que já vivemos os 30 dias deste abril que mal acaba de começar.  Ontem as redes sociais pareciam o vulcão Etna, em plena erupção siciliana… Teve todo o tipo de “Spaghetti western”.   A pergunta é a seguinte: Quem quer ser o mocinho se na tela da vida real não se fala deles?

O sentimento é uma mescla de tristeza e desesperança. O trem na estação, o casamento é daqui a pouco e aquela sensação de não ter conseguido, pelo menos, engraxar os sapatos, menos ainda levar o blazer surrado na tinturaria.  Nem ao menos uma lavagem a seco.

Do nada pinta uma Libertadores (GRAÇAS A DEUS), baita oportunidade para uma mudança de estigmas e de conceitos.  Mas tem que ir além do discurso. Não dá para se portar como low profile, quando o momento exige nervos de aço e atitude vencedora.  Menos ainda ter discurso tipo rúcula com tomate frito (o de conjugar os verbos do que dizem ser politicamente correto),  quando na vida real as fotos revelam outra direção.  A ação pede outro tipo de velocidade, muito além de Flusquinhas.

Quem já foi a Ferrari do futebol brasileiro não pode se acostumar com viajar em vagão com banco de madeira, nos fundos.  Amigos: é a Libertadores!  Um título que não temos e nos faz muitíssima falta.  Uma questão de história, a que hoje poucos conhecem e outros poucos querem mudar através da construção de falsas narrativas. Até em cuspe a distância: o Fluminense nasceu com a histórica  missão,  a de disputar títulos.  A mera participação não deve encontrar eco em nossas vidas.

Samuel Xavier, o Wellington, o Rafael Ribeiro, são algumas das referências que acabam de chegar… o David Braz, de 33 anos,  pelo visto está a caminho…
Teve gente pensando que o Matheus Babi seria a solução, quando em casa você tem John Kennedy, Kayky, Samuel… sem fazer força.

Se pelo menos 1 deles (o que não é o caso) não performar (verbo Flusociano) o que pode produzir o Babi, então temos que rever os conceitos de Xerém.  E é obvio que a nossa base produz atacantes, no mínimo, tão bons quanto o Babi.

Mas pode piorar: chutaram a bola do Fluminense pela linha de fundo e o árbitro marcou tiro de meta favor do Athlético Paranaense.  Se há 44 anos, em 1977, quando comecei a participar de movimentos de arquibancadas, alguém cometesse um deslize e ousasse dizer que um dia o nosso clube perderia um jogador para qualquer clube do Paraná, seria chamado de maluco (que não significa o mesmo que louco).

Entretanto os mares não param de vomitar inflamações ocultas, do nada os 50% do Praxedes encolheram na força de uma água sanitária batida na roça, nas pedras de algum riacho.  Hoje são somente 10%.  Mas a indignação não se move além das mídias digitais. Muita conversa sem ação convicta e com poder de convocação.

Será que ninguém está vendo o que realmente está acontecendo?

Será que a explanação de ocasião, na vaidade em primeira pessoa, vai continuar te contando mentiras e você vai acreditar?

Mas o pior estava reservado para o começo da noite quando do nada acabamos sabendo sobre a multi-função. A preguiça é normal dentro do mundo do futebol em clubes com o modelo do Fluminense.  Mais fácil uma procuração para que um Agente Fifa te represente. Isso é uma coisa…

O que é de difícil digestão é que o  Uram represente o nosso clube numa possível negociação com o Goiás,  pelo atleta David Duarte. O que a princípio para os enxuga gelo da gestão é normal, dista das melhores práticas que seriam as eticamente corretas.  Nosso querido Eduardo  Uram também é o empresário do jogador.  Sabe o tal de Complience em todas as suas facetas? Só existe de forma uníssona, sem conceções.

O certo é que já vamos ter o sorteio das chaves da mais importante competição sulamericana.

E a gestão apresentou, até o momento,  muito pouco.

Com o elenco no CT distante das Laranjeiras e sem público presente nos estádios ficou super tranquilo…
quando o correto seriam os gritos de QUEREMOS TIME e QUEREMOS CRAQUES.

Nos foi dito que a premiação da CBF em conjunto com a da primeira fase da Libertadores nos apresentava a um dinheiro novo cuja cifra era superior a 40 milhões de reais, dinheiro suficiente (mesmo destinando a metade para pagar dívidas) para investir em um William Bigode da vida e para trazer um camisa 10 de verdade, meia de criação que nos falta desde a aposentadoria do Deco e da saída do Thiago Neves.

Infelizmente essa percepção não é a mesma daqueles que dirigem, os mesmos que já deram mais de 2 treinos e assinaram cheques.

Espero que nas minhas próximas  palavras eu consiga trazer notícias de um elenco consistente, equilibrado e competitivo.

Por outro lado, desde que livre de fanfarrões, a oposição tem e deve organizar-se. Tem gente se preparando e, graças a Deus, sem populismo barato, nem formatação de palavras sem conteúdo para ir além da segunda linha.

As promessas feitas em campanha podem ser vistas de formas distintas: aquelas que dependem de outras partes,  tipo patrocínio master e os investidores (além da imprescindível  credibilidade)

Mas prezado Presidente Mário Bittencourt: colocar o voto ONLINE em prática depende somente do Fluminense.  E nesse caso eu continuo acreditando nas suas palavras… que em 2022 TODO O SÓCIO terá o direito ao voto ONLINE.

E você torcedor não permita que pseudo tricolores tentem fazer a sua cabeça dizendo que está tudo a mil maravilhas. É contaminação fabricada por aqueles que em realidade lutam por um prato de comida vendendo a alma por um contracheque ou minutos de fama fugaz.

De resto,  hoje à noite tem Carioca, que venha o Macaé!

Antonio Gonzalez

PS – a minha solidariedade aos funcionários do Fluminense que estão com os salários atrasados. Já são 2 meses sem receber.

O texto é de total responsabilidade do autor.