Basta! A falta de Defesa Institucional tem que acabar!. Opinião por Antonio Gonzalez

Nos últimos 10 anos (4 gestões e 3 presidentes – Peter Siemsen, Pedro Abad e Mário Bittencourt) o Fluminense não teve nenhuma Defesa Institucional. Pelo contrário, o clube calou-se diante do achincalhamento produzido com base na mentira, na manipulação da narrativa dos fatos.

Cumprem-se 8 anos do caso Flamenguesa e até hoje o Tricolor das Laranjeiras é vítima de todo tipo de acusações e culpas, quando o verdadeiro vilão tem sede na Rua Gilberto Cardoso, com entrada pela Borges de Medeiros. Sem esquecer das agressões sofridas por alguns de nossos torcedores nas ruas da zona sul no final de 2013, apos manchetes de jornais, do tipo “No “tapetão”, Fluminense se salva e Portuguesa cai para a segunda divisão” (brasilelpais.com), manipularem a razão dos fatos.

Nunca foi virada de mesa e sim o cumprimento do regulamento da competição.

O de ontem (o penalti marcado pelo VAR) foi apenas mais um fato equivocado que envolve e prejudica ao FFC.

Entretanto a nossa torcida (a consciente) não quer e nem aguenta nenhum tipo de teatro: gritar, ofender, dedo em riste, nada disso traz solução para qualquer transformação. A liturgia do cargo de um presidente exige atitudes concretas, denúncias efetivas e comprovadas.

De outra forma, os espelhos pessoais e os seus reflexos JAMAIS podem estar acima dos interesses do clube. Assim como as promessas de campanha não cumpridas.

Nem o Peter, nem o Abad, nem o Mário souberam entender o que tinha e o que deve ser feito: Defesa Institucional requer outro tipo de comportamento, procedimento e aspecto.

A nossa torcida tem o orgulho de bater com a mão no peito e gritar aos 4 cantos do mundo: “o Fluminense é gigante!”.

Eu diria (com pesar) que de gigante ficou somente o nosso passado. Hoje somos uma franquia barata das glórias que um dia tivemos. É preciso mudar a compreensão da realidade, fazendo uma apreciação descontaminada do raio X que revela o pouco que nos resta de pulmão.

Peter, Abad e Mário tem muito em comum, principalmente porque não souberam ler os fundamentos que regem a liturgia do cargo que ocuparam / ocupam.

A Defesa Institucional não existe. Triste porém verdadeiro.

Há 10 anos a filosofia do “novo fluminense do Peterzismo” comanda o clube. 9 anos sem títulos, dividas que cresceram sem controle, mais de 150 contratações de jogadores sem critérios, de diversos cabeças de bagre, de barangas e de veteranos que não passam de ex jogadores em atividade com salários fora da realidade. Sem falar no time de contratados (nas 3 gestões) por terem no currículo o fato de serem amigos da política situacionista e de cabos eleitorais, para trabalharem na administração do clube. Sem esquecer a omissão de grande parte das nossas organizdas. PARAMOS NO TEMPO.

Se não lutarmos contra esse tipo de fatos, o apequenamento avançará sem piedade.

Por outro lado, grande parte dos que hoje se dizem oposição, navegam sem rumo. Muita vaidade, muita falta de autocrítica, muito pavão que se acha a última Coca-Cola do deserto.

No meu caso que frequento a Frente Ampla Tricolor escolho o debate construtivo, além da construção de um grande projeto que nos leve ao renascer como GIGANTE.

Terminando… tem gente que se diz oposição questionando “mas você se reuniu com o Gonzalez”… porra eu tenho que rir… que culpa eu tenho se quem questiona tem o pau pequeno.

Posso viver mais 1 dia, 1 semana, 1 mês, 1 ano… quem sabe mais…

Mas para você que tem micro pênis um carinhoso lembrete: AINDA TENHO MUITA GASOLINA PARA QUEIMAR.

No mais…

DEFESA INSTITUCIONAL JÁ!

VOTO ONLINE JÁ!

Abs

Antonio Gonzalez

“Fluminense eu sou!” – 60 anos de Batismo – Por Antonio Gonzalez

“Fluminense eu sou!” – 60 anos de Batismo 

Meu PAI me fez Fluminense.  Minha MÃE também. Meu Tio Lorenzo, um dos fundadores da Força Flu, carteirinha número 010, também. Meu Avô, o Antonio Careca ou o Senhorito do Restaurante Yankee Brasil, também.  Meu outro Tio, o Antonio Castro Gil, Vice de Futebol em 1984, também.

Nesse sentido a vida não me permitiu perder tempo. Eu gostei da democracia familiar. Berço e terço! Amém! Salve! Água bendita daquela pia Batismal e o óleo dos catecúmenos (“catecúmenos são os que se preparam para receber o Batismo. Este óleo significa a força de Deus que penetra no catecúmeno – como o óleo que penetra em seu coração, o liberta e prepara para o nascimento pela água e pelo Espírito” – Wikipédia).

Traduzindo: nasci Fluminense! Ponto! Vamos em frente!

A vida é para ser vivida. Sou daqueles que preferiu viver tão depressa que não teve tempo para ter medo.

A minha infância dura exatamente 52 anos, desde aquele gol do Flavio em 1969… “É ou não é piada de salão, o time do urubu querer ser campeão?”.

Todos os dias vivo aquela noite. Isso me faz permanecer vivo.

E vieram aqueles gols do Mickey, a 1ª Máquina que atropelou o High Society daquele mágico 1970.

De 1971 ninguém fala do roubo no jogo do turno. Penalti roubado, presenteado ao Botafogo pelo senhor Juiz Carlos Costa, 1 a 0 com gol de Paulo Cézar Lima. Ou seja: “quem com ferro fere, com ferro será ferido”.  O Fluminense é um clube de pessoas respeitosas. Ponto!

A inocência de uma infância multicampeã deixa de herdeira uma adolescência alucinada. A nova Máquina. Rivelino, Paulo Cezar e cia… Os melhores do mundo vestiram as nossas cores.

Mas a verdadeira alucinação adolescente chegou aos 16 anos, início de 1978: a Força Flu. Não foi uma paixão à primeira vista, era reencarnação na certeza que ambos já nos conhecemos de tempos de outrora.

Do nada aquele menino teve que ter postura de homem aos 19… foi uma escola de vida, muito mais que qualquer outra forma de amor, mesmo valendo a pena. Dias de glórias, tempos de festas, de cortes sem volta.

O tempo traz consigo passados e retratos. Alguns já sem pintura.  Mais de 4 décadas se passaram. Nem o meu cabelo ficou.

Mas a Força Flu sim.

Hoje é um dia importante. 

Estive afastado, tive meus motivos: 2 garotos de 20 anos faltaram ao respeito. Corri detrás de um. Fugiu. Naquele dia falei “acabou”, eu com mais de 50 anos, correndo em direção a quem desrespeitou-me.  E pensei que “disposição não falta, tô velho para isso”.

Um novo ciclo se apresenta…

Quem nasceu na arquibancada do verdadeiro Maracanã sabe o tamanho que tem: o Sobranada não só me estendeu a mão, como me ouviu e interpretou.

E sem pedir passagem quando dei por mim não restavam traços daquele guri que procurou ao Ricardo Belford, que era o Presidente da época: “Tem camisa? Quanto é?”…

Serei eternamente grato ao SOBRANADA 1902.

A atual Diretoria me procurou em maio de 2020. Aos poucos a confiança foi reconquistada, tanto que sempre que posso vou à sala.

Hoje fui convidado para a Festa de Aniversário 50/51.  Agradeço aos envolvidos.

A Força Flu é a imagem viva da HISTÓRIA DO FLUMINENSE.

“FLUMINENSE EU SOU!” traduz um pouco desse Fluminense que vivenciei, que muitos tem aceso na memória.  É um canto de PAZ e uma canção de guerra.

O Claudio, THE MAN, Kote deu vida.

Vai para todos, de todas as gerações: se vai ser cantada ou não… sei lá, não me preocupa. Foge da minha alçada.

Cumprir 51 anos de existência eleva à condição de destaque quando se trata de uma torcida organizada. E sendo do Fluminense, trata-se de referência.

Para quem ainda se surpreende com a minha forma de escrever: aprendam a ler nas entrelinhas.  A última mensagem tinha o intuito de mexer com os brios, conseguiu.  Só que é uma proposta de paz! Nada além disso: debate e união.

UNIDOS POR UM FLU FORTE é uma frase de Heitor D’Alincourt… Eternizada pelo peso histórico.

E…

Para quem se preocupa com o futuro: amanhã tem a LIVE da Frente Ampla Tricolor, esqueça o viés político, mas dá uma passada (Facebook e Youtube) – “CLUBE EMPRESA – Caminhando em direção ao futuro”.  Vai ser muito didática. Comece a se interessar, não deixe que falem por você.

Um forte abraço! Até qualquer dia!

Meu PAI me fez Fluminense.  Minha MÃE também. Meu Tio Lorenzo, um dos fundadores da Força Flu, carteirinha número 010, também. Meu Avô, o Antonio Careca ou o Senhorito do Restaurante Yankee Brasil, também.  Meu outro Tio, o Antonio Castro Gil, Vice de Futebol em 1984, também.  A FORÇA FLU TAMBÉM!

“Despedidas” Opinião por Antonio Gonzalez

Toda despedida tem 3 faces: a do até amanhã, a do até qualquer dia (que ocorre nas viagens de turismo) e a de mudança de ritmo (fim de relações, afetivas ou não) com início de novos ciclos.

A nossa vida é assim: idas, vindas, partidas, lenços chorosos, risos raivosos, promessas e repromessas, lutas, brigas, cair, levantar e voltar a cair.

Hoje, despeço-me sem despedida… talvez sem até breve…

A minha realidade está cansada, o que mais me irrita é a falta de identidade que traz consigo ausências de compromissos.

Que Fluminense é isso que se apresenta pelos gramados desse Brasil afora?

Obviamente não é o clube que aprendi a amar: vitorioso, campeão, invejado, de caráter ilibado.

Dirão os new experts em Fluminensismo que o mundo dos dias de hoje é diferente ao que se viveu no século XX, que a dinâmica é outra, etc…

Também comentarão os pseudos influenciadores de plantão e de Platão, que a torcida tem que apoiar, não pode vaiar, só elogiar e, de preferência, enaltecer à mediocridade.

Existem presentes que chegam em forma de vitórias mentirosas, da mesma forma que derrotas, verdadeiras, demonstram o quão feia é a realidade que se varre para debaixo do tapete.

É muita mentira junta.

Entretanto tem gente batendo palmas… graciosamente como bobalhões úteis ou remunerados como corja rastejante.

Reflitam.

Que seja rápido porque o tempo não gosta de parar, tampouco espera.

Por que somos Fluminense?

Por que escolhemos ser Fluminense?

No meu caso faz-se necessária profunda reflexão: até quando valerá a pena?

Tempos sombrios diante de uma oposição sem (com raras exceções) coragem, também refém de vaidades, impessoal e de amiguetes descompromissados.

Dizem que o problema sou eu.

E se é esse o problema… uma caixa de Kleenex por favor!

No meu humilde caso… LOADING.

Antonio Gonzalez

“FLUMINENSE EU SOU” – Opinião Antonio Gonzalez

FLUMINENSE EU SOU

Será que num processo de autoanálise, nós os torcedores do Fluminense, poderíamos dizer quem somos?

Certamente a imensa maioria não hesitaria, sem pensar na profundidade do conteúdo, numa resposta automática diria: SOU TRICOLOR DE CORAÇÃO, SOU DO CLUBE TANTAS VEZES CAMPEÃO.

Mas o que é ser TRICOLOR DE CORAÇÃO?

O Fluminense não é uma instituição qualquer, quase 120 anos nas costas e dono de uma história que já foi muito invejada. Convenhamos: ser um clube centenário não dá um certificado de qualidade a ninguém.

Certificado de qualidade?

“Certificado de qualidade é um documento que atesta a competência de uma determinada empresa em fabricar produtos ou entregar serviços dentro de regras e padrões preestabelecidos por um órgão normatizador” (https://blog-pt.checklistfacil.com/).

E o que isso tem a ver com o FFC?

Fabricamos jogadores em quantidade, direcionados à sociedade consumidora. É inegável que Xerém seja uma fábrica de alguns talentos e de outros tantos com menos talento, alguns sem nenhum. Mas reconheçamos que é uma grife.

Quanto às entregas, devemos preceder a resposta com outra pergunta: que Fluminense queremos ser?

Qual é o desenho?

SOU TRICOLOR DE CORAÇÃO porque SOU DO CLUBE TANTAS VEZES CAMPEÃO, pode ser uma das alternativas…

Outros dirão que a conduta, a classe (tão em falta hoje em dia), o espírito da luta constante (nunca nada foi fácil) que um dia viu e o caráter vencedor, não podem faltar ao perfil que venha a ser escolhido.

Haverá gente defendendo o atual modelo, entretanto muitos mais defenderão ao clube empresa.

Na caminhada do Tricolor das Laranjeiras ao longo dos séculos XX e XXI feita de glórias e vitórias mil certamente encontramos equívocos. Tropeços esses que já começam com a não defesa à absurda narrativa que somos um clube racista, iniciada nos anos 1910. Porra nenhuma! Tá ligado!?!.

Ao longo das décadas o nosso clube foi a vanguarda do deporto nacional, mas em outros momentos deixou levar-se por fama passageira: a mesma entidade que conquista a Taça Olímpica, em 1949, como modelo de organização esportiva, 7 anos depois (abril/1956), foi agraciada com a renúncia do então Presidente Antônio Leite. O certo é que (apesar da linguagem oficial) o clube estava sem 1 centavo, batendo na porta da falência. Arnaldo Guinle teve que assumir às pressas, pagando as dívidas do próprio bolso.

O que quero dizer com isso? Que isso de dizer que o Fluminense foi um exemplo de organização esportiva tem mais de folclore do que de outra coisa: Não era o clube organizado e sim o clube de pessoas muito organizadas, que ao se aposentarem e/ou falecerem, levaram consigo as suas fórmulas de trabalho.

Nesse somatório não podemos esquecer da família Guinle. Além do Patrono Arnaldo Guinle, Carlos e Guilherme similarmente ocuparam a cadeira da presidência. Isso me obriga a pensar: o Fluminense era um clube rico ou um clube de pessoas ricas e famílias (Coelho Netto, Carneiro de Mendonça, Frias, Kelly, Pollo) engajadas?

Eu respondo com a maior tranquilidade possível: até os anos 1970 foi um clube de pessoas ricas e famílias (Coelho Netto, Carneiro de Mendonça, Frias, Kelly, Pollo) engajadas?

Os ricos faliram a partir da 2ª ou 3ª geração (no máximo sobrenome de rua) e as famílias se diluíram. Daquele Fluminense de múltiplas vitórias, de acertos e erros, pouco ficou. Somente torcedores, assim como eu, de 60 para cima.

Nosso clube vive uma guerra civil desde o início de 1978, quando o anti-futebol (curiosamente as grandes organizadas apoiaram) decidiu que o futebol não era mais a 1ª prioridade em Laranjeiras, elegeu o Sylvio Vasconcelos.

De lá até os dias de hoje, com raras exceções de tempo… o Tri do Schwartz e a era Celso Barros e Unimed… o meu pensamento continua sendo um testemunho de resistência.

Voltando às entregas… Sem títulos não há entregas. Ponto, nem precisa explicar. Ponto!

O que fiz nesse embaralhado de ideias que fui jogando nesse texto: FALTA CERTIFICADO DE QUALIDADE. Somente cumprimos há mais de 8 décadas a parte da fabricação. Mas ultimamente, nesse tal de “novo fluminense), 10 anos de Peterzismo mudando a essência maior, as entregas desapareceram.

As minhas gerações das arquibancadas envelheceram, já não tem a força da juventude, mas tem os mais belos quadros pintados nas retinas que deram voltas nas estradas desse Brasil. Passar informação e formação. É o que eu pretendo.

Nunca vou aceitar conceitos de que “o gol sofrido não vai me abater”, de que “eu canto nense se o time vai bem, eu canto nense se o time vai mal” e de que “a minha torcida não é pequena como a do Botafogo”…

VAMOS ACORDAR TORCIDA!!!

Ser do clube tantas vezes campeão não se constrói com fanfarronice.

SEJA FLUMINENSE! DE VERDADE… TRICOLOR DE CORAÇÃO!!!

De resto… não desista (apesar do maltrato dispensado ultimamente aos sócios), estude, se aprofunde nos assuntos que envolvem a entidade, se faça respeitar, não deixe que te tratem apenas como um número / estatística. Participe da vida política do clube sim.
Por tudo isso, eu digo:

FLUMINENSE EU SOU!!!

“PERDER NUNCA FEZ PARTE DO JOGO” – Opinião Antonio Gonzalez

PERDER NUNCA FEZ PARTE DO JOGO (por Antonio Gonzalez)

É difícil encontrar alento para tentar transmitir qualquer mensagem depois do que aconteceu ontem, na partida em que o Fluminense perdeu de forma sem vergonha para o Ceará.

E não me venha agora o Fred teatralizar o ocorrido escondendo-se detrás de narrativas mimizentas de pré-jogo.

Ora bolas Capitão (que passada de mão na cabeça do otário! Ou não somos TODOS do #TIMEDETODOS?): um elenco cascudo, veterano e campeão, como esse que foi montado pelo Vice-Presidente de Futebol,  Mário Bittencourt e pelo Diretor Executivo de Futebol, THE MISSING Paulo Angioni, não pode ter medo de baratas, nem de lacraias. Futebol sempre foi assim… e que se dane o politicamente correto…

“Futebol também se ganha em campo” é uma filosofia de pensamento de um dos mais laureados PRESIDENTES da HISTÓRIA DO FLUMINENSE, o saudoso e visionário eterno Manoel Schwartz.

Mesmo que certos PSEUDOS professores de história do “novo fluminense” sejam da linha da idolatria ao perdedor mor (ZERO título no futebol), o ex Presidente Fábio Egypto.

E esse amor platônico ao modelo Fábio Egypto de entender o futebol,  tem a mais acertada definição na frase: “Perder faz parte do jogo”… PORRA NENHUMA CAMBADAS DE HEREGES.

O Ceará teve um jogador expulso aos 28 minutos do 1° tempo… trocando em miúdos… nosso time (somando os descontos) teve mais 1 hora e 10 minutos para alterar o rumo da partida.

Quem me conhece sabe que não gosto de hipocrisia: o Ceará mereceu vencer… saiu barato.

Mas ontem os nossos 66% de posse de bola foram acéfalos, desorientados e burros.

E para piorar: TIME CUZÃO! Cadê os cascas grossas? Cadê os experientes? Cadê a inteligência dos cabos eleitorais? Cadê os jogadores bons de vestiário?

Nada! SE OMITIRAM!

Nunca gostei de perder.  Não combina com o nosso VERDADEIRO DNA (não essa merda de dêneá dessa basofia “novo fluminense”)! 

Mas o de ontem extrapolou.

O maior e melhor lutador e treinador de porrada que já existiu no universo, o tricolor  Carlson Gracie, tinha uma expressão que definia ao lutador covarde e frouxo: GALO FUJÃO.  Ontem, com sorte, fomos um PINTINHO AMARELINHO.

E se não bastasse tudo o que essa derrota significa,  ainda temos o TEATRO GARANTIDO… Quer dizer que o nosso Capitão ficou revoltado com a cera do goleiro adversário… belo despertar que somente aconteceu na décima (sim… décima) derrota. Mas por que essa raiva toda se certamente o Marcos Felipe é o goleiro de time grande (ou a normalidade da derrota já não nos entende como time grande?) que mais faz cera (uma média de 2 câimbras por jogo em que estamos vencendo) na América do Sul?

E por último,  o Capitão fala “A gente, mesmo com um a mais, não conseguiu trabalhar a bola, tentamos jogar pelo alto e isso dificulta na hora de fazer o gol”… ora bolas meu querido, você (que já vestiu a camisa do Atlético Mineiro dentro das Laranjeiras) regressou ao Flu há  exatos 16 meses… e só agora se deu conta de que o seu time não consegue trabalhar a bola??!!

O Presidente do Fluminense, Mário Bittencourt tem que tomar uma atitude  drástica e demitir de uma canetada só:

a) O executivo Paulo Angioni;

b) O C.E.O. Fernando Simone;

c) O Vice Presidente de Esportes Olímpicos, Márcio Trindade;

d) O Secretário (que não apresenta as atas) Ricardo Lopes, também chamado de Ricardo Cremona;

e) O Diretor Executivo de Comunicação,  Ronaldo França;

f) Todo o Departamento de Marketing;

g) O Vice Presidente de Porra Nenhuma, o SUPOSTAMENTE CANDIDATO A DEPUTADO,  Edmundo Coelho;

h) Todo o Departamento do Flumemória;

i) O Assessor de não sei o que, Luiz Monteagudo;

… e por último,  a demissão mais importante…

j) O Vice Presidente de Futebol Mario Bittencourt, que apesar da eloquência verbal, pelo visto, nunca deu 2 treinos na vida.

Essas demissões (todas) seriam um bom começo… podem me cobrar… o discurso de reeleição  vai se esconder detrás da possível pacificação política do clube e da importância da união. Aguardarei ansiosamente por isso.

Devemos ganhar do Sport. Temos a obrigação. Nunca foi tão fácil conseguir uma vaga para a Libertadores.

Para terminar…

QUANTOS SÓCIOS DO FLUMINENSE, EM DIA COM AS SUAS OBRIGAÇÕES, PERDERAM O DIRETO A VOTO DESDE A ÚLTIMA SEXTA-FEIRA?

Sem esquecer de reafirmar que…

SOMENTE AS VITÓRIAS FAZEM PARTE DO JOGO… PORQUE SOMENTE VITÓRIAS FABRICAM TÍTULOS.

O texto é de total responsabilidade do autor.

“VAMOS VIRAR NENSE” – Opinião Antonio Gonzalez

VAMOS VIRAR NENSE (por Antonio Gonzalez)

O Fluminense entra em campo logo mais, em Fortaleza, contra o Ceará que tem a imperiosa obrigação de vencer, namora o Z-4. O nosso querido (e único) tricolor está a 2 pontos do G-6. Por diante temos o Internacional (6°) e o Corinthians (7°), ambos com 41 pontos. A equipe gaúcha, que entrará em campo conhecendo o nosso resultado, terá uma parada difícil pela frente: o São Paulo em pleno Morumbi, necessitado de pontos. Já o time do Parque São Jorge pode acabar de enterrar a Chapecoense.

Infelizmente jogaremos desfalcados do John Kennedy. Nem o Abel Hernández, nem o Bobadilla e nem o Fred, ocupam e aproveitam os espaços do campo, nem imprimem a velocidade do moleque atrevido de Xerém. JK traz consigo o tesão e a fome de ser alguém no mundo do futebol.

Portanto, hoje e sempre, VENCER OU VENCER!!!

xxx

NA RISCA DA GRANDE ÁREA:

  • Presidente Mário Bittencourt: por favor cumpra com a sua promessa de campanha… a implementação do voto ONLINE na próxima eleição tem que ser feita ou SIM ou SIM;

-Presidente Mário Bittencourt: por favor… é urgente que se resolvam os problemas que estão ocorrendo com os cadastros e pagamentos dos Sócios do Fluminense. O senhor deve comparecer imediatamente diante da torcida e esclarer todos os questionamentos que existem, além de garantir o direito a voto a todos aqueles que cumpriam estatutariamente as com exigências estabelecidas para tal;

  • O que faz o C.E.O. (sic) Fernando Simone?;
  • O que faz o Assessor de Não Sei Lá o Que, Luiz Monteagudo (ex dirigente do Grupo Político Tricolor de Coração) trabalhando profissionalmente no club. Confesso que gostaria saber qual é o real desenho da função e quais os requisitos necessários para ocupá-la?;
  • O escrete do Voley Feminino começou perdendo;
  • Vocês repararam que tanto Odair Hellman, Roger Machado e Marcão do Tik Tok, tem o mesmo perfil de respostas (mudando apenas a verborragia) nas coletivas de imprensa depois das derrotas do Flu? Parece roteiro mastigado pelo Departamento de anti-Comunicação do FFCZ;
  • Presidente Mário Bittencourt: por favor, o senhor já tem a data da coletiva onde será dada a resposta à oferta do Pedro Antonio sobre a conclusão das obras do Centro de Treinamento? Na minha opinião a sua resposta tem a obrigação de ser positiva.

QUE VENHA O CEARÁ!!!

O FLUMINENSE PRECISA DA SUA TORCIDA

VOTOONLINENOFLU

VOTOONLINEJÁ

O texto é de total responsabilidade do autor.

NUNCA SE PERDE UM FLA-FLU NA VÉSPERA (por Antonio Gonzalez)

Mais de 5 décadas de arquibancada permitem-me certas afirmações sobre o Fluminense, mesmo sabendo que isso não me faz ser mais tricolor que ninguém. Entretanto o raio-X prévio à partida e a tudo que precedeu ao apito inicial da arbritagem (como sempre mequetrefe), faziam com que eu não me vestisse de luto sem saber quem seria o defunto.

Vejamos então:

a) há mais de um mês a nossa própria torcida (em sua imensa maioria) contabilizava a derrota para a equipe rubronegra;

b) os nossos torcedores criaram um clima de pessimismo pela decisão da direção do FFC em vender ingressos aos mulambus. Ora bolas, essa claque da dissidência perdeu conteúdo e poder de persuasão ao optar pelo embranquecimento das suas raízes. A proliferação de olhos azuis e cabelos louros mostram que na Gávea abriram mão da essência do transpirar do povão, dando vez ao consumidor criado a leite de pera e que crê que Maracanã sem selfie não é Maracanã. Não dá para pensar que eles vão nos superar no incentivo;

c) o time dos caras, há tempos (desde a saída do Gerson) vem apresentando um futebol espesso que depende muito mais da individualidade do que do jogo coletivo. Se aliarmos a isso que os caras estão, ainda, disputando 3 competições e traziam 6 desfalques (praticamente ZERO de poder ofensivo, daquele que empurra a bola para dentro do gol adversário), o resultado poderia fugir à lógica;

d) a presença do Jhon Kennedy no centro do nosso ataque trazia consigo a percepção de que a dupla de zaga mulamba teria que correr além da conta.

Com todos esses ingredientes era preciso buscar a cumplicidade na história.

E tudo começou no dia 7 de julho de 1912, mesmo tendo perdido nove titulares (traidores) que foram abrir o departamento de futebol da mulambada, o FFC ganhou por 3 a 2 (primeiro gol da história do Fla-Flu, de Edward Calvert, do Flu, a um minuto de jogo),

Da mesma forma que desde sempre a desosnestidade arbitral caminhou lado a lado com a família urubu. Por outro lado vale destacar a valentia dos nossos primeiros dirigentes, além do amplo conhecimento de regulamentos, estatutos e regras. E nada melhor do que recorrer à Wikipédia:

“22 de outubro de 1916, o Flamengo vencia o Fluminense por 2 a 1 quando o árbitro R. Davies marcou um pênalti contra o Fluminense. Rienner perdeu. Logo depois, marcou outro pênalti contra o Fluminense, Sidney cobrou e Marcos de Mendonça defendeu. O árbitro mandou cobrar outra vez alegando que não havia apitado. Sidney bateu e novamente Marcos de Mendonça defendeu. R. Davies mandou cobrar de novo, agora alegando que jogadores do Flu haviam invadido a área. Foi aí que o escritor Coelho Neto e o delegado Ataliba Correia Dutra pularam a grade e correram para o campo. Os torcedores também invadiram o gramado. O regulamento dizia que o jogo que fosse paralisado por cinco minutos seria suspenso definitivamente. Como a paralisação propositada foi além dos sete minutos, o jogo foi anulado. Foi a primeira anulação de um jogo de Campeonato Carioca. Em 8 de dezembro, no campo do Botafogo, foi realizada uma nova partida e o Flu ganhou por 3 a 1.”.

Cruzando o tempo chegamos ao Fla-Flu da Lagoa, em 1941, quando conquistamos o 5° Carioca em 6 anos (1936/37/38/40/41). Grande parte do jogo com um jogador a menos (Carreiro foi expulso) e com o nosso goleiro Batatais atuando com a clavícula quebrada (na época não se permitiam substituições). Fluminense campeão e na Praia do Pinto, reduto mulambeiro, um silêncio ensurdecedor.

Nasci em 1961 e quase 8 anos depois presenciei o 3×2 que nos deu o título… FLÁVIOOOO 9 É A CAMISA DELE.

Já em 1973, entrando na minha adolescência, 4×2 debaixo de um temporal. Manfrini, o melhor jogador do campeonato, decidiu.

Nos anos da segunda Máquina eles não serviram nem para ser coadjuvantes… tempos de Merica, Dendê e cia no mengaum.

Ontem, no meu caso, o dia amanheceu com a cara do Assis… típico 1983 e 1984… e sabendo que o treinador deles era o Renato Gaúcho, as lembranças de 1995 permitiram que eu não me preocupasse antes da hora.

O 3 a 1 final deixou claro para as novas gerações que NUNCA SE PERDE UM FLA-FLU NA VÉSPERA. O verdadeiro tamanho do FLUMINENSE permite NUNCA TER MEDO DO FLAMENGO.

Sobre o jogo em si:

  • se o Presidente Mário Bittencourt tivesse ouvido as pessoas corretas (em junho passado) e demitido o Roger Machado, certamente as nossas aspirações seriam outra;
  • tem Conselheiro que deveria ser multado por discurso encomendado e prepotente: “Menino é menino, adulto é adulto”… e agora… o John Kennedy é menino?;
  • David Braz é zagueiro que não tem testículos… TEM O COLHÃO que faltava no nosso time;
  • o time é esse, mas o Marcão continua sendo horroroso e previsível;
  • muito obrigado Fred pelos serviços prestados.

Os próximos jogos exigirão uma mudança de postura tática… faz-se necessário apresentar um futebol que não seja apenas reativo.

De resto…

VENCER OU VENCER OU VENCER OU VENCER OU VENCER OU VENCER OU VENCER OU VENCER OU VENCER OU VENCER OU VENCER OU VENCER OU VENCER… SEMPRE!

” Há 20 anos” Opinião Antonio Gonzalez

Há 20 anos  (por Antonio Gonzalez)

Meu avô, um pouco antes de falecer em 1973, já com a diabetes em estado bem avançado, disse umas palavras que me servem de exemplo até os dias de hoje: “Meu querido neto: o tempo não passa, o tempo voa!”

E o Antonio Sanchez Barreiro, o velho Careca do Restaurante Yankee Brasil, na Rua Rodrigo Silva nº 32, em pleno pulmão centro da cidade, entre a 7 de Setembro e a Assembleia, tinha razão. Passadas quase 5 décadas, agora ele é uma estrela, eu um diabético problemático, emocional.  Sim a velocidade do tempo é cruel e, sem cuidado, pode ser definitiva.

A performance do histórico e lendário boxeador Evander Holyfield, neste fim de semana, traz consigo elementos de que a grandeza um dia alcançada passou porque o tempo voou.  E o grande campeão tornou-se uma presa de fácil alcance e curto recorrido. Provavelmente com o bolso mais recheado de dólares.

Beijar a lona é para valentes e voltar a ficar de pé é para HOMENS. Mas o querer só existe se acompanhado pelo verbo poder.  QUERER É PODER.

Vivemos o momento em que se honram as vítimas de umas das maiores barbáries que já existiram no planeta terra, quiçá em todo universo: os atentados perpetrados pela organização fundamentalista islâmica al-Qaeda (além das  Torres Gêmeas também, naquele 11/09/2001, teve mais avião caindo: um no Pentágono e outro na zona rural perto de Shanksville, na Pensilvânia).  20 anos depois aquelas cifras assustam: Houve um total de 2 996 mortes, incluindo os 19 sequestradores.

Lembro que naquele dia eu estava na antiga Academia Staff, que existia na Rua Machado de Assis. Meu treinador de boxe na época era o Márcio, um mago da arte de ensinar, que naquela manhã colocou-me para “apanhar gostoso”, num daqueles treinos em que o ar desaparece e os miolos dão cambalhotas. Uma vez finalizada a atividade, fui para a Sala de Cardio, 40 minutos de bicicleta. Do nada a televisão mostra uma das torres em chamas. Um terrível acidente, afirmavam. Corre-corre pelas ruas de Nova Iorque, incertezas.

Do nada, de forma totalmente imprevisível até para o mais futurista dos escritores apocalípticos, outro avião se choca contra a outra torre do World Trade Center… E o que era acidente deixou de ser, tornando-se o mais sanguinário atentado da história. 

Nada mais justo do que manter viva as imagens daquele dia. Fatídico, brutal, cruel. Infelizmente não pode, nem deve ser apagado das nossas memórias. A nossa luta tem que ser para que os homens deixem de se matar. Encontrar novas e acertadas soluções para a humanidade deve ser a missão.

Quase 3 meses depois, para ser exato era o dia 8 de dezembro de 2001, recebi uma missão oficial do Fluminense: fui designado pelo clube junto ao comando do Batalhão de Choque da Polícia Militar de Curitiba, como o representante pelos 20 ônibus de torcedores tricolores que se dirigiram à capital do Paraná. Era a semi-final do Campeonato Brasileiro, 3 a 2 para o Athético Paranaense, fomos roubados… em campo e no regulamento: arbitragem caseira e disputa a um jogo.

Já na estrada, depois de sairmos das garras da PM (a porrada comeu e foi feia, tivemos mais de 30 torcedores baleados – bala de borracha – pela JUDARIA de quem deveria ter proporcionado segurança), muito puto com a derrota e com a 3ª colocação definitiva na competição, tive a sensação de que o Presidente David Fischel terminava o primeiro mandato com um forte processo de recuperação e resgate:  de campeão da Série C em 1999 a 3º no Brasileiro de 2001.  Pelo menos isso. Mas era muito pouco.

A história das falsas narrativas são direcionadas a tirar méritos e criar monstros: se não fosse o surgimento da Vanguarda Tricolor o Fluminense teria desaparecido, nenhum clube no mundo teria resistido a presidentes (consecutivos) como Gil Carneiro e Álvaro Barcelos que sucederam a um Arnaldo Santhiago que fez a dívida do clube saltar de 3 para 25 Milhões entre 1993 e 1995. Três presidentes com fortes laços de amizade com o feudalismo dos Esportes Olímpicos e a galera do Social que é comandada pela mesa do whisky (que existe até hoje e elegeu ao Peter, ao Abad e ao Mario).

Na primeira parada dos ônibus num posto de gasolina e com restaurante, carros da Polícia Rodoviária Federal nos aguardavam.  Dei graças a Deus, impossível qualquer tipo de confusão, queria estar chegando ao Rio no menor tempo possível.  Relaxei, depois de descobrir que não havia almoçado, era imperioso colocar combustível no corpo.

Pensar que 2 anos depois de passar pela penúria da 3ª divisão estávamos entre os 3 primeiros clubes do Brasil, merecia muito fincar os joelhos no chão e levantar as mãos ao céu…

Mas não representava nada para os 1.000 tricolores que estiveram na Arena da Baixada, gente que cresceu vendo ao Flu entrando em campeonatos para vencer.

Gritar “É CAMPEÃO!!!” é um orgasmo diferenciado. É muito mais do que ejacular. Choramos de prazer.

Mas a Vanguarda Tricolor cometeu um grande erro: em nome de uma pacificação política NÃO PUXOU A DESCARGA.

20 anos depois o tempo não passou, ele voou. A humanidade, apesar de parte dela ainda cultivar velhos hábitos de não convivência (racismo, xenofobia, homofobia), acelera à uma velocidade gigantesca, as novas tecnologias estão muito acima do dicionário básico de quem se esconde nas redes sociais.

E o Fluminense 20 anos depois? 

Vocês lembram dos 25 milhões de dívida que o Arnaldo Santhiago deixou?  Dizem que hoje são 750… mas com a opaca transparência alguns pensam na casa de 1 bi.

E ao não puxar a descarga a Vanguarda Tricolor permitiu que aqueles a quem ela derrotou com o discurso de limpar o clube, voltassem a ocupar lugar de destaque. E o pior, eleger o presidente do Flu.

A década de 1990 representou um Fluminense que vivia no reino de Alice no País das Maravilhas, um verdadeiro paraíso de empresários e as suas respectivas barangas.

20 anos depois da tragédia dos U.S.A., tirando a Era Unimed, o que temos para comemorar?

Nada! Mais do mesmo e as consequências daquela babaquice chamada “novo fluminense” criada para eleger o Peter Siemsen. Fábrica de factoides, sem projetos reais, criação de falsas narrativas, segmentação do ódio na divisão da torcida.

O Fluminense necessita uma mudança radical. O câncer tem que ser combatido, extirpado se necessário.  O modelo deste século é outro e a distância aumenta para com quem está à frente.

As novas tecnologias estão muito acima do dicionário básico de quem se esconde nas redes sociais.  Transformar a contratação em definitivo do mítico Caio Paulista em evento do ano é coisa de gente medíocre.

Tenho muito orgulho da campanha do voto ONLINE. Conhecer o Estatuto é fundamental. Não é um laboratório, nem se necessitam alquimistas, menos ainda sem personalidade.

Hoje jogaremos no Maracanã contra o São Paulo. O que acho? Espero vencer sofrendo como sempre e mantenho a ilusão de que tem possibilidade de ser campeão brasileiro.  Basta não atrapalhar.

Manter a ilusão? Sim. Nascemos para ser CAMPEÕES!!!

Me despeço com as palavras do Patrick Bruel, um cantor e compositor francês de origem judaica.

“No creo ya lo que hay pintado en la pared,
No creo ya el mismo rollo otra vez,
No estoy para sonrisas de salón,
Déjame gritar mi rabia déjame…” (Romper la voz – Patrick Bruel)

É fundamental começar o 2º turno passando o carro na galera do Morumbi!!!

Antonio Gonzalez

” Quanto REALMENTE custa o Departamento de Futebol do Fluminense? ” Opinião por Antonio Gonzalez

Quanto REALMENTE custa o Departamento de Futebol do Fluminense? (por Antonio Gonzalez)

Nas redes sociais e até mesmo alguns analistas financeiros andam dizendo que a folha salarial do Departamento de Futebol do clube é de 4 milhões de reais. Discordo. Deve andar perto da casa dos 7 milhões sem encargos.

Apesar da falta de transparência no site e da gestão, podemos fazer projeções (mesmo sem saber o que é CLT, IMAGEM e PJ)

Explico. Dividi em grupos.

1) MEDALHÕES: Fred + Nenê + Ganso + Manoel + Egídio + Cazares = no mínimo 2 milhões e 200 mil reais sem encargos.

2) SUPLENTES DE LUXO: Muriel + David Braz + Matheus Ferraz + D.Barcelos + Lucca + Hudson + Wellington + Nonato + A.Hernandez + Bobadilla = no mínimo 1 milhão e meio de reais sem encargos.

3) DEMAIS TITULARES: M.Felipe, + Samuel + Nino + L.Claro + Martinelli + Y.Felipe + Caio Paulista + Biel = no mínimo 1 milhão de reais sem encargos.

4) SUPLENTES MADE IN XERÉM: Calegari + Luiz Henrique + John Kennedy + Kayky + André + Luan + Matheus Martins + Miguel + outros de Xerém = No mínimo 500 mil reais por mês sem encargos.

Até aqui, SUPOSTAMENTE, 5 milhões e 200 mil reais.

Vamos em frente.

5) SUB ANGIONI: por baixo, 150 mil reais por mês sem encargos.

6) COMISSÃO TÉCNICA DO ROGER: também por baixo, 400 mil reais sem encargos.

7) COMISSÃO TÉCNICA PERMANENTE : Marcão, Ailton, Edvaldo, André Carvalho, Marco Salgado & demais = 100 mil reais sem encargos aproximadamente.

8) JOGADORES CEDIDOS ONDE O CLUBE PAGA PARTE OU TOTALIDADE DOS SALÁRIOS: Pablo Diego, Frazam e outros = 200 mil reais por baixo sem encargos.

9) Médicos, Fisioterapeutas, Fisiologistas, Roupeiros, Massagistas, Preparadores Físicos, Nutricionista, Psicólogo = 250 mil reais por baixo sem encargos.

10) HERANÇAS ADMINISTRATIVAS DO PETER E DO ABAD: Angioni, Marcelo Peña, Rodrigo Henriques + auxiliares = 250 mil reais sem encargos.

11) PREMIAÇÕES: variável.

12) CUSTOS DO SUB-20 e dos atletas de Xerém já com contrato profissional = 300 mil reais por baixo sem encargos.

Sem esquecer os custos tipo Kombi CT/Laranjeiras/CT para lavagem da roupa de treino.

Concluindo, por baixo, sem encargos, chega -se facilmente a 7 milhões de reais … Sem encargos.

Qual é o problema?

  • O clube arrecada pouco como um time de Série A, Copa do Brasil e Libertadores. Os patrocínios deixam a desejar.
  • A direção contrata sem critério e mal. Por exemplo, dos grupos 1 e 2 quais jogadores seriam titulares absolutos nos 12 principais clubes do país da Série A? A realidade é que gastamos mal.

O Fluminense na atual gestão pratica o futebol de resultados. Até agora tem dado certo, mas distante de conquistar títulos.

E as mentiras e mentirinhas na vida: tem começo, meio e fim.

Para terminar…

Tá cheio de palhaço de arquibancada metido a filósofo: se vocês preferem virar a cara para o outro, o problema é de vocês. Só não encham o saco dos poucos torcedores que realmente tem consciência e se preocupam com o futuro.

Que venha o América Mineiro.

NO FINAL DAS CONTAS É O FLUMINENSE QUEM PAGA A CONTA!!!

Antonio Gonzalez

“Meu repúdio” Opinião por Antonio Gonzalez)

Não sei o que me resta de vida. Desde fevereiro o meu mundo ficou diferente, minha saúde física e mental deu sinais inequívocos de insatisfação. Portanto vou escrever o que penso sobre a relação do clube com a suas torcidas organizadas, em especial a Força Flu, antes que o meu tempo se cale.

Quando tudo vai bem, as mensagens vindas de dentro do intramuros de Álvaro Chaves – 41, advertem que o clima é de parceria. As mensagens de Whatsapp não mentem no famoso e falso “se der merda deixa comigo”.

Tudo as mil maravilhas… Love is in the air… O amor de castelo de areia é lindo.

Mas bastou surgirem os maus resultados para que a fábrica que se utiliza de falsidades e mentiras para chegar aos objetivos de alcançar o poder, ficasse incomodada com as manifestações públicas da Força Flu, onde o desgosto pelos péssimos resultados (3 derrotas consecutivas) obtidos ficou latente.

E esses descontentamentos tinham nome e sobrenome: Egídio, Ganso e Roger.

Ponto.

Para nada foi um ato político como covardemente tentam se escorar os mentirosos de aluguel.

Veio o dia seguinte e pintou a 4.849a. porradinha entre membros de organizada do Fluminense. Os homens do lado da razão. Nada além disso. Esse é o idioma que se fala.

Da Bravo não vou falar. Não representa os valores que a arquibancada vencedora me ensinou.

Já da Força Flu sim. Tenho história lá dentro. Como vejo? Simples. É o reencontro com a sua identidade.

Sempre foi assim, venceu, bate palmas… perdeu, cobra.

Isso é torcida de time GRANDE.

E o que faz a direção do clube? Se aproveita do momento e PROIBE que as organizadas façam mosaicos e enfeitem o estádio com suas faixas e bandeiras.

Para piorar o péssimo Departamento de Arenas assume a responsabilidade de fazer o mosaico. E cá para nós: se o apresentado é fruto do trabalho de uma empresa contratada, pobre de nós. Posso adiantar que não é a empresa que PROFISSIONALMENTE trabalha nesse sentido para o Flamengo.

O momento não é de retrocesso, nenhum passo atrás. A atual gestão do Fluminense cruzou a fronteira, quis se tornar a dona de tudo e mostra o repúdio que sente pelo cheiro do torcedor consciente.

A Força Flu tem que procurar a Justiça. É URGENTE. A arquibancada é o nosso altar, é solo sagrado batizado há mais de 100 anos por nuvens de pó de arroz.

Portanto deixo latente o meu repúdio. Isso que está aí não tem identificação com o verdadeiro Fluminense.

Mas resta uma bala a eleição em novembro de 2022. Ou muda de vez ou troca o nome para Compra e Venda Football Club.

Terminando, meu querido Presidente Mário Bittencourt: o seu Vice Presidente Edmundo Coelho, declarou em uma LIVE (no Canal do Marcelo Jorand) na semana passada que é favorável ao voto ONLINE. E isso foi importante… saber que não existe unanimidade dentro do Conselho Diretor – de um lado os interesses dos Esportes Olímpicos e daqueles que vivem dos seus contra-cheques do FFC, do outro estarão os que pensam na perenidade do clube – traz consigo esperança.

Hoje tem Cerro Porteño. Vencer com tranquilidade é obrigação.

Até qualquer dia.

Antonio Gonzalez – FORÇA FLU – OLD SCHOOL