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Caio Henrique lamenta nova derrota e frisa necessidade de reagir no Brasileirão

Lateral-esquerdo do Fluminense também criticou os ‘gols evitáveis’ que a equipe vem sofrendo ao longo dos jogos

Foto: Lucas Merçon / FFC

Vivendo um momento complicado no Campeonato Brasileiro, o Fluminense viu a situação piorar ao perder por 2 a 1 o clássico regional contra o Vasco, em São Januário. Com a derrota, o Tricolor caiu para a 16ª posição na tabela e, dependendo dos outros resultados, pode terminar a rodada na zona de rebaixamento. Dona da pior defesa da Série A, a equipe de Fernando Diniz não vence há oito jogos.

Após a partida, Caio Henrique lamentou o resultado negativo contra o rival e aproveitou para criticar os inúmeros ‘gols evitáveis’ que o Fluminense vem sofrendo ao longo do campeonato. Para ele, o time tem que continuar trabalhando pois precisa reagir no Brasileirão.

“O pensamento era sair na frente do placar e ir para o intervalo com a vantagem, mas não soubemos aproveitar isso. Não soubemos segurar o resultado. Sabíamos que seria um jogo difícil. Temos que começar a reagir no campeonato. O time tem sofrido gols evitáveis, mas temos que continuar treinando, com a cabeça tranquila para buscar os resultados”, afirmou.

Participativa, mas prejudicada pelas expulsões: a estreia de Nenê pelo Fluminense

Recém- contratado, atleta de 38 anos fez seu primeiro jogo com a camisa tricolor na derrota por 2 a 1 para o Vasco, em São Januário

Foto: Lucas Merçon / FFC

A derrota por 2 a 1 para o Vasco marcou a estreia de Nenê pelo Fluminense. Contratado depois de uma longa novela junto ao São Paulo, o meia atuou pela primeira vez com a camisa tricolor justamente contra o Cruzmaltino, clube que defendeu por quase três anos. Diante de um desempenho pouco inspirado do time de Fernando Diniz, o jogador de 38 anos foi um dos únicos que se salvou no revés em São Januário.

Titular devido ao desfalque de Paulo Henrique Ganso, Nenê se portou bem na sua estreia. Buscando jogo, o meia foi participativo, segurou bem a bola e cavou faltas com inteligência. Diante de uma equipe que não tinha grande criatividade – muito pelas ausências de Allan e Ganso -, o recém-contratado acabou se vendo sozinho em algum momentos, mas junto de Daniel – que também não conseguiu produzir o desejado – foi quem tentou criar.

Com o retorno do meio-campo titular, Nenê só tem a evoluir. Apesar da idade, o jogador contribui no setor de criação de jogadas e tem um toque de bola refinado, além de ser importante na bola aérea, onde o Fluminense sofre em busca de um bom aproveitamento. Além dos desfalques, que foram cruciais na partida ruim do Tricolor das Laranjeiras, a expulsão Digão interferiu na atuação do meia, que acabou sendo sacado para dar lugar a Frazan, que minutos depois também levou o cartão vermelho.

Mantendo-se bem fisicamente, Nenê tem muito a somar ao elenco. Junto de Ganso, Allan e Pedro, destaques do time, e Wellington Nem, que quando estiver 100% também entrará na equipe, o meia pode ser peça-chave para uma recuperação do Fluminense no Campeonato Brasileiro e para manter vivo o sonho de título na Copa Sul-Americana.

Porém, como ainda não está inscrito na competição, Nenê só voltará à campo no dia 3 de agosto, quando o Tricolor recebe o Internacional, pela 13ª rodada. Isso porque o jogador de 38 anos, além de não enfrentar o Peñarol nos jogos de ida e volta, não poderá ser escalado contra o São Paulo na próxima rodada do Brasileirão por um acordo feito na rescisão de contrato com o clube paulista.

Substituído no clássico após levar pancada, João Pedro vira dúvida para duelo contra o Peñarol

Jovem atacante deixou São Januário de bota e ainda não se sabe a gravidade do pisão sofrido no pé direito

Foto: Magalhães Jr / Estadão Conteúdo

Na manhã deste sábado (20), o Fluminense visitou o Vasco em São Januário e, de virada, perdeu por 2 a 1. Com o resultado, o Tricolor caiu para a 16ª posição e se complicou no Campeonato Brasileiro, podendo até terminar a rodada na zona de rebaixamento. Além da derrota e das expulsões de Digão e Frazan, a equipe de Fernando Diniz têm mais uma notícia ruim.

Jóia da base, João Pedro levou um pisão no pé ainda no primeiro tempo e começou a mancar. O atacante ainda tentou prosseguir na partida, mas acabou sendo substituído aos 39 minutos, quando o placar do jogo ainda estava em 0 a 0. Para piorar, o jovem de 17 anos deixou São Januário com uma bota protegendo o local da pancada e sentindo dores.

Titular no ataque tricolor, João Pedro se tornou dúvida para o duelo com o Peñarol, no Uruguai, pelas oitavas da Copa Sul-Americana. Como ainda não se sabe a gravidade da lesão, o atacante será reavaliado para saber se terá condições de entrar em campo na próxima terça (23).

Diniz vê expulsões como ‘determinantes’ na derrota e lamenta desfalques importantes

Treinador tricolor destacou ainda que o Fluminense tinha grande chances de sair de campo vencedor se não fossem os cartões vermelhos

Foto: Lucas Merçon / FFC

Complicada. Essa é a situação do Fluminense no Campeonato Brasileiro. Após a derrota de virada por 2 a 1 para o Vasco, em São Januário, o Tricolor caiu para a 16ª posição, com apenas nove pontos conquistados, e pode terminar a rodada dentro da zona de rebaixamento dependendo dos outros resultados. Diante de mais um tropeço, o trabalho de Fernando Diniz começa a ser questionado pelos torcedores, que cobram resultados efetivos da equipe tanto no Brasileirão como na Sul-Americana.

Em entrevista coletiva depois do clássico, o treinador tricolor comentou sobre a partida e lamentou as expulsões de Digão e Frazan no segundo tempo. De acordo com ele, o Fluminense estava equilibrado e tinha boas chances de sair de campo com a vitória.

“Não criou muito pelas mudanças na equipe, perdemos um pouco de entrosamento. Uma das coisas trabalhadas para esse jogo foi ficar mais seguro para evitar contra-ataques, que foi um erro nos últimos jogos. Fluminense estava equilibrado”, disse.

“As expulsões acabaram sendo determinantes no resultado. Se jogasse 11 contra 11 provavelmente Flu teria vencido a partida”, completou.

Perguntado sobre as mudanças na escalação, Diniz destacou que Nenê estava em boa forma para fazer sua estreia pelo clube, mas também afirmou que os desfalques acabam prejudicando na manutenção da identidade do time.

“O Nenê chegou em boas condições para estrear. Tínhamos ausência do Ganso. Não são exatamente das mesmas características, mas ambos têm peso. Perdemos Yony de última hora. Com as mudanças, perdemos um pouco de harmonia que o time tinha para sair e produzir ataques”.

Por fim, o treinador comentou sobre a falta de resultados e falou sobre a necessidade da equipe perseverar e não se deixar abater apesar da sequência ruim.

“O resultado é aquele grande dilema. O que fazer com o resultado? Jogar tudo para o alto? Será que isso é o melhor cenário? É uma coisa que não me permito fazer. Sou um cara profundo em relação ao futebol, entrego minha vida completamente para fazer o melhor nos times que estou, e aqui no Fluminense de maneira especial. Vou perseverar, os jogadores vão perseverar. Não tem esculacho para ninguém, a responsabilidade é minha. Temos que corrigir as coisas que têm que ser corrigidas. A pontuação é um desastre. Mas fazer o que? O que fazer é persistir e melhorar o que estamos fazendo. Precisamos fazer cada vez mais”.

De olho nas oitavas da Copa Sul-Americana, o Fluminense volta a treinar neste domingo e embarca para o Uruguai na próxima segunda-feira (20), onde irá enfrentar o Peñarol na terça, às 21h30 (de Brasília).

Em má fase no Brasileirão, Fluminense terá desfalques contra o São Paulo

Time de Fernando Diniz teve Digão e Frazan expulsos no segundo tempo na derrota para o Vasco

Foto: Lucas Merçon / FFC

Sem vencer há oito jogos, o Fluminense encontra-se em uma situação delicada no Campeonato Brasileiro. De 33 pontos disputados, a equipe de Fernando Diniz venceu apenas nove, o que o deixa na beira da zona de rebaixamento, na 16ª posição, podendo inclusive entrar no Z4 dependendo dos resultados da rodada. Porém, a dor de cabeça não para por aí.

Na derrota por 2 a 1 para o Vasco, o Tricolor teve Digão expulso após receber dois cartões amarelos. Então, o treinador colocou Frazan no lugar de Nenê para garantir a segurança defensiva do time. Entretanto, poucos minutos depois, o zagueiro acabou sendo expulso em um lance um tanto quanto controverso, fazendo com que o Fluminense terminasse a partida com dois jogadores a menos.

Precisando urgentemente vencer para respirar no Brasileirão, o clube das Laranjeiras não poderá contar com os dois defensores na próxima rodada, onde enfrenta o São Paulo, no Maracanã. Como Matheus Ferraz está lesionado, e Léo Santos ainda se recupera de uma contusão, Diniz provavelmente precisará improvisar algum atleta. Como opção, o técnico tem o volante Yuri, que foi titular contra o Vasco, e o jovem Luan, de 18 anos, zagueiro de origem que foi integrado ao elenco profissional antes da parada para a Copa América.

Foto: Lucas Merçon / FFC

Após derrota no clássico, Bruno Silva esbraveja contra arbitragem: “Uma palhaçada”

Volante tricolor criticou muito o juiz da partida, que pouco depois de expulsar Digão aplicou novamente o cartão vermelho para Frazan

Foto: Lucas Merçon / FFC

Na manhã deste sábado (20), o Fluminense foi até São Januário enfrentar o Vasco e perdeu por 2 a 1, de virada. Depois de abrir o placar no final da etapa inicial, o Tricolor teve dois jogadores expulsos no segundo tempo e viu o resultado escapar. Logo após a partida, Bruno Silva, que voltou a ser titular da equipe, deu entrevista ao canal Premiere e criticou bastante a arbitragem, que acabou sendo decisiva nos rumos que o clássico tomou, principalmente após aplicar o cartão vermelho para Frazan.

“Não gosto nem de falar não, mas foi uma palhaçada o que o juiz fez hoje. Tem que rever isso, não pode acontecer. Agora porque tem o VAR os caras se apegam ao erro porque vai ser corrigido”, disse o volante.

“A bola em disputa não existe vermelho, o cara não ia fazer o gol. Os caras precisam continua treinando para melhorar mais porque não dá pra confiar, o VAR está acabando com o futebol”, completou.

Com a derrota, o Fluminense caiu para a 16ª posição com apenas 9 pontos conquistados de 33. Além disso, chegou ao seu oitavo jogo sem vitória. O próximo compromisso é na terça-feira (23), às 21h30 (de Brasília), contra o Peñarol, no Uruguai, pelas oitavas da Copa do Sul-Americana.

Mário Bittencourt cita importância de Nem na negociação: “Fez de tudo para voltar”

Presidente do Fluminense fez questão de elogiar o staff do jogador e também seus parceiros de clube, Angioni e Celso Barros

Foto: Mailson Santana / FFC

O Fluminense apresentou oficialmente Wellington Nem como novo reforço para esta temporada. O atacante acertou seu retorno ao clube por empréstimo junto ao Shakhtar e vai vestir a camisa tricolor até dezembro. Após treinar junto de seus companheiros, o jogador de 27 anos concedeu sua primeira coletiva no CTPA, que contou com a presença de Paulo Angioni e Mário Bittencourt, dois nomes que foram cruciais para a volta do atleta, que é formado nas categorias de base de Xerém.

Presidente do Fluminense, Mário comentou sobre a negociação e não poupou elogios a Nem, que de acordo com o mandatário ‘fez de tudo’ para retornar ao clube das Laranjeiras. Além disso, destacou também a importância de Angioni e Celso Barros para formar uma estratégia que conseguisse fazer a história ter um desfecho positivo.

“O Wellington fez de tudo para voltar ao Fluminense. Tentamos outras vezes e sempre tivemos muitas dificuldades. Dessa vez, tentamos outra estratégia liderada pelo Paulo e pelo Celso. Todo o staff que cuida da carreira dele se empenhou demais também. A dificuldade foi ele sair de lá, porque a conversa entre Wellington e Fluminense foi fácil”, disse.

Apresentado oficialmente, Wellington Nem destaca laço com o Flu: “Sempre quis estar aqui”

De volta ao clube, atacante também comentou sobre o estilo de jogo de Fernando Diniz e afirmou: “No Shaktar eu tinha tudo, menos alegria”

Foto: Mailson Santana / FFC

Nesta sexta-feira (19), o Fluminense apresentou oficialmente Wellington Nem como novo reforço. O atacante de 27 anos chega por empréstimo junto ao Shakhtar Donetsk-UCR até dezembro. Cria de Xerém, o atacante foi destaque na campanha do título brasileiro em 2012, e volta ao clube com vontade com muita motivação. É o que garantiu o próprio jogador em sua primeira entrevista coletiva, concedida após o treino da manhã, no CTPA.

Perguntado sobre sua ligação com o Fluminense, Wellington Nem destacou seu amor pelo clube e revelou que chorou em sua despedida em 2013, contra o Criciúma. O atacante também citou a importância do projeto apresentado por Mário Bittencourt e Celso Barros para sua volta.

“Sempre quis estar aqui, até quando fui para a Europa. Quando saí, chorei muito. Lembro bem do jogo contra o Criciúma, foi difícil para mim. Agora, o Mário e o Celso conseguiram apresentar um projeto e deu certo”.

O atleta comentou sobre as lesões que prejudicaram o andamento da sua carreira. De acordo com o jogador, isso não irá prejudicar seu desempenho, tendo em vista que ele vêm de uma boa sequência no Shakhtar.

“Coisas da vida, aconteceu. Todo mundo que entra no campo está sujeito a isso. Me machuquei jogando e em acidentes. Me dedico ao máximo para estar bem e jogar. Chego muito bem. No Shakhtar fui titular, fiz gols, dei assistências. Joguei muitos jogos e não tive lesão. Chego muito bem”.

Nem em seu primeiro treino após retornar ao Fluminense (Foto: Mailson Santana / FFC)

Questionado sobre o estilo de jogo imposto pelo treinador Fernando Diniz, Nem afirmou que está acostumado a valorizar a posse de bola, pois jogava dessa forma na Ucrânia, e se disse ansioso para estrear.

“Para fazer gol e controlar o jogo, tem que estar com a bola. No Shakhtar a gente jogava desse jeito. Sempre ficamos com a bola e tentamos rondar a defesa adversária. Ainda não conversei muito com ele, mas estou muito ansioso para começar a jogar”.

Porém, confirmou que ainda precisa de uma melhor preparação para poder entrar em campo e conquistar vitórias pelo Tricolor carioca.

“Ainda não estou pronto, faltam umas duas semanas. Vamos conversar aos poucos com a comissão técnica para ver quando vou poder jogar”.

Foto: Mailson Santana / FFC

O atacante de 27 anos projetou uma parceria de sucesso com Pedro e João Pedro. De acordo com ele, as revelações tem um potencial enorme e podem esperar muita motivação e confiança.

“Vou dar toda a confiança para eles entrarem no campo e dar o máximo, com alegria e vontade. Se errar, tem que continuar tentando, porque as coisas vão acontecer. Eles são experientes, começaram bem. O João Pedro está fazendo gols, o Pedro já foi até chamado para a Seleção. Já demonstraram no profissional que são bons jogadores”.

Por fim, Wellington Nem afirmou que recebeu outras propostas, mas o desejo de voltar ao Fluminense, onde é feliz, foi maior.

“No Shakhtar eu tinha tudo, menos o que eu mais prezo, que é a alegria. Aqui, tenho isso. Minha família está aqui, todos são tricolores e posso ficar perto deles. Chegaram outras coisas para mim, mas não aceitei porque queria voltar ao Fluminense. O que eu mais prezo na vida é a alegria e o amor”.

Agenor comemora chegada de novos reforços e projeta clássico contra o Vasco

Dono da meta tricolor, goleiro analisou postura necessária para conseguir bom resultado em São Januário e respirar no Brasileirão

Foto: Lucas Merçon / FFC

Depois de um empate frustrante dentro de casa contra o Ceará, o Fluminense virou a chave e começou a preparação para o clássico contra o Vasco, no próximo sábado (20), às 11h (de Brasília), em São Januário, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro. Na 15ª posição com apenas nove pontos conquistados até aqui, o Tricolor precisa de um bom resultado para se distanciar da parte de baixo da tabela e respirar na competição.

Nesta quinta (18), Agenor concedeu entrevista coletiva após o treinamento no CTPA e projetou o duelo contra o Cruzmaltino. De acordo com o goleiro, o jogo será bastante disputado e as duas equipes buscarão a vitória.

“Podemos esperar um clássico bastante disputado, com as duas equipes buscando a vitória. É um horário atípico, sábado, 11h. Mas já jogamos neste horário, não é novidade. Nesta semana treinamos mais pela parte da manhã. Fizemos uma boa semana de trabalho, visando o próximo jogo. Esperamos chegar em São Januário e fazer uma boa partida”.

Perguntado sobre a postura necessária para bater o Vasco, o atual titular da meta tricolor destacou que é importante manter o estilo de jogo passado por Fernando Diniz independentemente do panorama que se desenhar durante a partida.

“Postura tem que ser da maneira que viemos jogando, imponto nosso ritmo de jogo, nossa maneira de jogar. Sabemos que clássico é diferente, ainda mais fora de casa. Mas independentemente do adversário, não podemos mudar o que viemos treinando desde o início do ano. Temos que chegar em São Januário, fazer uma boa partida e buscar os três pontos”.

Agenor também comentou sobre o fato do Fluminense acabar sofrendo gols em quase todos os jogos. Para ele, é necessário corrigir falhas na origem das jogadas, para assim evitar que a defesa seja vazada de forma ‘boba’.

“Viemos tomando muitos gols, mas não são em situações criadas. São situações que acontecem no jogo. No último foi um bate e rebate na área e o cara fez um gol de bicicleta. Cada gol que tomamos existe um por quê. E estamos corrigindo esses por quês. Determinadas partidas que fizemos deixamos a desejar seja em marcação, posicionamento, imposição. Isso tudo agrava na hora de tomar gol. Gol quando toma é o detalhe final. Mas a origem da jogada é que faz toda a diferença. Temos que corrigir esses detalhes. Incomoda bastante, não só a mim. Sabemos que podemos melhorar, e temos que melhorar”.

Veja outros assuntos comentados na coletiva de Agenor:

Nenê e Wellington Nem

“Um cara superbacana (Nenê). Já conhecíamos ele de outros clubes. Grupo recebeu ele da melhor maneira possível. Já chegou, treinou. Se vai jogar ou não é com Diniz. Se começar jogando, vai nos ajudar bastante, se entrar no decorrer, também. Não temos que pensar só nesse jogo do Vasco. A nível de campeonato fortalece ainda mais o elenco. Temos o Ganso, o Daniel, o Allan, que ajudam bastante. Quem ganha é o Fluminense. Temos que tirar proveito de ter esses jogadores”.

“Todo jogador que tenha qualidade é muito bem-vindo. Ele (Nem) vindo é um baita de um reforço. Todos sabemos da qualidade dele. É mais um cara que temos que tirar proveito. Campeonato longo e disputado como Brasileiro, fortalecer cada posição do elenco o Fluminense fica mais fortalecido”.

Rodolfo

“É um cara muito bacana. Independentemente do que aconteceu, temos total confiança dele. Já falamos com ele após o episódio. O grupo inteiro está solidário. Sabemos a dificuldade que ele vem passando. Entendemos que podemos contribuir com ele com mais coisas, mas vamos deixando ele no tempo dele. No momento ele fica mais com a família, recluso aos advogados. E a partir do momento que ele conversa conosco, abraçamos ele da melhor maneira possível. Afinal de contas, foi um fato isolado. Mas por trás desse fato ele é uma grande pessoa, um pai de família. O grupo é o mais acolhedor possível com ele”.

Auto-avaliação

“Avalio que venho fazendo uma sequência boa. Os erros que aconteceram fui o primeiro a colocá-los. Sempre converso com o treinador de goleiros e com o Diniz, sempre procuro tirar o máximo dos dois para que os erros cometidos não venham a acontecer. Mas de modo geral venho fazendo uma ótima sequência”.

Muriel

“Fico feliz com o Muriel comigo aqui. Nos criamos na base do Inter. Temos dez anos de convivência, passamos praticamente a infância inteira juntos, subimos ao profissional juntos. Quando soube que ele viria, conversamos. Quem ganha é o Flu. Sei da capacidade dele, sei que Flu espera bastante dele. Ele sabe também das disputas que terá aqui, do tamanho do clube”.

Desempenho x Resultado

“Estamos fazendo bons jogos e os números às vezes não correspondem. Hoje o mais importante para o Fluminense é somar pontos, ganhar partidas. Temos sim que jogar bem, continuar com a postura que estamos jogando, só que ganhando jogos. É uma cobrança interna nossa”.

Desfalques de Allan e Ganso

“São posições que vêm fazendo a diferença. Sabemos da qualidade do Allan e o quanto ele cresceu durante a temporada. Faz diferença dentro de campo. Entendo que temos jogadores que fazem a função dele. Todo mundo que entra vai manter o padrão de jogo que viemos mostrando. É torcer para quem entrar fazer o melhor jogo possível e que possa nos ajudar dentro de campo”.

Pressão sobre Fernando Diniz

“O grupo inteiro tem ciência. Sabemos que no Fluminense a pressão é grande. Viemos jogando bem, mas temos que focar em ganhar partidas, somar pontos. O Fluminense não pode ficar na situação que se encontra na tabela, temos que estar na parte de cima. Claro que a pressão sobre o treinador é grande. Mas o Diniz é um cara especial, nos trata com bastante atenção e carinho, independentemente da pressão que vem sofrendo. O grupo reconhece isso, abraça ele desde que chegou aqui. Nesse sentido, o grupo passa bastante tranquilidade para ele, para que possamos buscar os resultados que precisamos”.

Peso

“Não gosto muito de falar sobre essas coisas. Fui bastante cobrado desde o início. Hoje me encontro, sim, no meu peso. Pode pegar os números aqui. Sei da cobrança que tenho no Fluminense. Hoje me sinto titular no Fluminense, mas não me sinto acomodado. Procuro a cada dia melhorar mais, evoluir como pessoa. Após a parada pude voltar abaixo do peso. Não ligo muito para essas críticas. Procuro sempre focar no meu trabalho no dia a dia. Procuro tirar o máximo do preparador de goleiros, do Diniz. Sigo tranquilo, independentemente das críticas, me preocupo sempre no próximo jogo. Minha preocupação agora é o Vasco e é isso o que tenho que fazer”.

Marcos Paulo destaca união do time e faz promessa: “Vamos dar muita alegria à torcida”

Jovem atacante projetou uma melhora significativa do Fluminense no Brasileirão

Foto: Lucas Merçon / FFC

Apesar de jogar um bom futebol, o Fluminense sofre para conseguir resultados convincentes no Campeonato Brasileiro. De 30 pontos disputados até aqui, o Tricolor carioca só conquistou nove. Beirando o Z4, a equipe de Fernando Diniz tem um clássico importantíssimo pela frente. No próximo sábado (20), o clube das Laranjeiras enfrenta o Vasco, às 11h (de Brasília), em São Januário, em um confronto direto na briga para fugir da parte de baixo da tabela.

De acordo com o atacante Marcos Paulo, que entrou durante o empate em 1 a 1 com o Ceará na última rodada, o grupo está muito unido e com bastante vontade de conseguir as vitórias tão esperadas. Por fim, a jovem promessa ainda aproveitou para fazer uma promessa aos tricolores.

“Podem esperar um time muito unido, com muita vontade de jogar. Podem ter certeza que vamos dar muita alegria à torcida”, afirmou.

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