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“NOVAS ARMADURAS – PANDEMIA – LIVE – MIOPIA E DEMÊNCIA!” Opinião Rafael de Castro

Olá, Guerreiros!
Antes ainda que tivéssemos a real noção dos impactos da pandemia, escrevi aqui meu último artigo. Minha paciência já havia chegado ao limite com a inépcia da gestão no que tange a marketing e comunicação. Quem tiver interesse: https://canalflunews.com/2020/03/los-de-siempre-mamando-na-teta-opiniao-rafael-de-castro/

Hoje a população sangra, a prioridade básica passou a ser apenas sobreviver. O nível de exigência caiu e basta uma “Live” para que MILHARES de pessoas se conectem, estando todos em seus lares.

Poderia enumerar dezenas de artistas que já ultrapassaram a casa do milhão nestes eventos. Poderia elencar alguns artigos que já mencionam cifras consideráveis para promoção destes momentos de alegria diante do isolamento social. No entanto, poderia apenas destacar uma onda sensacional de solidariedade diante destas oportunidades, onde a pessoa que está em casa recebendo a boa distração, mesmo fragilizada, consegue compreender o que é humanidade e doa parte do pouco que tem para quem sequer conhece.

Eis que surge o momento de lançarmos nossos novos uniformes. O cenário do marketing convencional fora de questão, lojas físicas fechadas, povo sem grana, muitos já sem renda e todos carentes dos domingos de Maraca para desfilar sua nova armadura.

A solução que qualquer míope consegue enxergar é fazer o evento online, até porquê o clube precisa de recursos, vender novas camisas pode ser ótima oportunidade e não há mais nenhum efeito de surpresa, pois todos os modelos já rodaram nas redes.

Quando parece que nosso marketing vai dar uma “bola dentro”, surge a divulgação que a apresentação das armaduras ocorrerá em Live com Xamã!!!!!

Não estou aqui para desmerecer o artista, mas é um escárnio com nossa história, com o entendimento do perfil da torcida tricolor. O artista não irá acrescentar em nada para o evento. O FFC é que irá expô-lo em uma vitrine gigantesca.

Há inúmeros excelentes cantores que poderiam nos representar nesta Live e nos trazer alegrias, além do lançamento. Todos estes que me passam pela cabeça possui milhares de seguidores, tricolores ou não, que se sentiriam atraídos para a ocasião. Atuais patrocinadores e até mesmo novos parceiros pontuais poderiam ter suas marcas expostas para toda essa massa e ainda estarem atrelados a gestos de solidariedade, pois facilmente aplicaria-se um QR Code na tela para doações. Aplicaria-se QR Code também para vendas das camisas e demais produtos da parceira Umbro, com descontos para sócios…daí, um novo link surgiria, com ativação no ato de novos sócios, que já receberiam desconto no ato da compra de novos uniformes.

Poderíamos associar nosso evento a apenas um artista tricolor que tem um canhão de seguidores, como Chico Buarque, Lulu Santos ou Roupa Nova; mas se fossemos ainda mais eficazes, poderíamos elencar 13 grandes personalidades: Vestindo a nova camisa de goleiro, entra Paulo Ricardo na Live cantando o grande sucesso das arquibancadas; na sequência, com a camisa 2, surge Sergio Malandro, fazendo suas gaiatisses; com a 3, abrimos a exceção para o grande Xamã mostrar sua arte; para sair jogando com qualidade ao seu lado, que venha o Pedro Bial nos contemplar de suas poesias tricolores com a camisa 4; na sequência, entra Filipe Ret com a 6 para fechar a zaga de forma mais eclética; fazendo suas cassetadas vem Beto Silva com a camisa 5; com armadura 8, o recém famoso Felipe Portugal; que um grande maestro como Chico Buarque nos contemple com 10 e que venha música boa; o camisa 7 normalmente tem o poder de sacudir geral e cabe ao Roupa Nova essa missão; com a 11 vem um intelectual e ícone Jô Soares; o 9 é matador, mas nessa caso, vem a matadora Cláudia Leite; Com a camisa da comissão técnica a única exceção da bola, nosso também artista Parreira; e para fechar, apresentando a coleção feminina com foco no dia das mães, nada mais nada menos, do que Fernanda Montenegro, nos deixando uma mensagem final de otimismo!
Estou falando de uma live com aproximadamente 3 minutos para cada um dos artistas acima. Uma música, uma piada, uma poesia ou qualquer demonstração de sua arte, exaltando o orgulho de vestir a armadura. Os selecionados receberiam a camisa em casa, fariam uma simples gravação de até 3 minutos e o clube organizaria a entrada dos vídeos na apresentação.
Teríamos repercussão em todo país e até mesmo fora dele. Levaríamos os nomes dos parceiros comerciais para o topo de visualizações, agradaríamos os torcedores, conquistaríamos novos sócios, associaríamos nossa imagem a artistas com milhares de seguidores, venderíamos muitos uniformes e elevaríamos a marca do FFC, AJUDANDO MUITAS PESSOAS, ATRAVÉS DE UM GRANDE CANAL DE SOLIDARIEDADE!
Nosso Presidente, em entrevista recente, elogiou nosso marketing e nossa comunicação e anunciou que vem aumentando ainda mais o investimento nos setores e na FLUTV. Talvez ele esqueça que preside um clube com uma torcida inteligente e mesmo os míopes, como eu, não associam a deficiência visual a demência, como a do projeto Xamã.

Rafael de Castro Ladewig de Araujo.
Meu sangue é grená com glóbulos verdes e brancos.

Família Cremona: vida dedicada ao nado artístico do Fluminense

Twila herdou o cargo de técnica da equipe da mãe Magali, que ficou 46 anos à frente da modalidade

Pioneiro do nado artístico no Brasil, um dos clubes com mais títulos estaduais e nacionais e o que mais cedeu atletas à seleção, o Fluminense deve seu sucesso na modalidade à família Cremona. Desde 1977, quando o “balé aquático” virou esporte no país, o Tricolor teve duas técnicas no comando de sua equipe: Magali Cremona e sua filha Twila. De lá para cá já se vai quase meio século de dedicação e amor às cores verde, branco e grená.

A saga da família no Fluminense, porém, começa antes. Em 1957, recém-chegados de São Paulo e desacostumados à vida em apartamento, os Cremona resolveram se associar ao Fluminense. Levada pela mãe Edith, Magali, então com 12 anos de idade, aprendeu a nadar no clube e, três anos depois, juntamente com sua irmã Marili, começou a praticar o que ainda se chamava balé aquático.

“Na época ainda não era uma modalidade esportiva. Fazíamos apenas apresentações e participávamos de inaugurações de piscinas pelo país. Já chegamos a viajar 30 horas para apresentar um show que incluía balé aquático, saltos ornamentais e os aqualoucos. Era tudo muito divertido”, relembrou Magali.

Foram anos de diversão até o nado artístico virar esporte no Brasil. No fim da década de 1970, Magali assumiu o comando técnico do Fluminense, onde ficou até a aposentadoria, em 2016. Durante esse período, ela se dividiu entre o Tricolor e a seleção brasileira, que liderou nos Jogos Olímpicos Los Angeles 1984, Seul 1988 e Rio 2016, e em cinco edições dos Jogos Pan-americanos.

Entre tantas atletas que treinou, duas vieram de dentro de casa: as filhas Ticiana e Twila. A primeira era a mais dedicada, defendeu o Fluminense e a seleção por muitos anos até deixar o esporte para seguir outra carreira. Já a segunda começou a nadar para ficar mais perto da mãe e, apesar do talento dentro da piscina, decidiu que queria trabalhar do lado de fora da água, seguindo os passos de Magali.

“Eu gostava era de ficar no clube. Gostava de competir, mas não era muito fã de treinar. Era chamada para a seleção e pedia dispensa. Não sei se porque entrei no nado para ficar perto da minha mãe. Acabei encontrando minha paixão do lado de fora da piscina. Com o passar do tempo, minha mãe precisou de ajuda e comecei a trabalhar com ela”, explicou Twila.

Com 18 anos de idade, Twila começou a auxiliar Magali. Depois veio o estágio com a própria mãe, até assumir o comando da equipe, no fim de 2016.

“Quando era atleta, a Twila já me ajudava muito. Era muito criativa e ótima coreógrafa. Ela aprendeu tudo muito rápido e a coisa foi fluindo, tudo aconteceu de forma natural. Muito nova já pegou seleção juvenil, depois a júnior. Hoje é uma grande técnica disputando vaga olímpica. Talento puro”, elogiou a mãe coruja.

Técnica do dueto que disputará vaga nos Jogos Olímpicos Tóquio 2020 quando a pandemia de coronavírus passar, Twila é só gratidão a mãe, técnica e professora.

“Todo o lado técnico aprendi com minha mãe e hoje passo adiante. Também herdei as regras de treino, a maneira como ela comandava, com horários e disciplina. Tudo isso que ela implementou flui bem até hoje”, afirmou Twila.

Além da paixão pelo nado artístico, mãe e filha dividem também o amor pelo Fluminense.

“Fluminense é tudo pra mim. Tive várias oportunidades para sair e ganhar mais dinheiro, mas nunca sai. Minha festa de 15 anos e meu casamento foram no clube. Costumo dizer que meu sangue é tricolor. O Fluminense é minha vida”, finalizou Magali, lembrando de seu casamento com o hoje diretor da modalidade Ricardo Lopes.

Texto: Comunicação/FFC
Foto: Arquivo pessoal

FLUMINENSE DE LUTO. ARGEU AFFONSO A ENCICLOPÉDIA TRICOLOR, DESCANSE EM PAZ.

Faleceu nessa madrugada de 02 de abril de 2020 o Grande Benemérito e Jornalista Argeu Affonso. O Tricolor mais ilustre com provas de amor ao Fluminense FC  desde 1949. Argeu teve importante participação nas gestões da maioria dos Presidentes desse Clube de uma maneira extremamente participativa sem vaidades, apenas ideias básicas e pontuais.

Teve participação nos Departamentos Social, Futebol e Marketing, Diretor do Conselho Consultivo. Foi também um dos fundadores da Associação dos Amigos do Vale das Laranjeiras e do Grupo Democracia Tricolor.

O comportamento exemplar  de Argeu Affonso fez com que inúmeras pessoas principalmente Sócios e Torcedores do Fluminense o cercassem para ouvir suas ideias ,conselhos e histórias sobre o Fluminense, não por escreve-lás, mas sim por tê-lás  vivido.

Jornalista por décadas do Jornal O Globo, um dos criadores do Prêmio Estandarte de Ouro para os destaques do desfile das Escolas de Samba onde é e será o Presidente de Honra.

O muito obrigado do Canal Flunews em ter conhecido o Homem Argeu Affonso que viveu a maior parte de sua vida para o Fluminense FC.

Salve Argeu!!!

Descance em paz,

Saudações Tricolores

“O Canal Flunews iniciará no próximo sábado a publicação de uma série de histórias vividas e escritas pelo grande Argeu Affonso.”

Técnicos Tricolores aguardam novas datas dos pré-olímpicos

Planejamento dos treinos dos atletas tricolores que lutam por vaga nos Jogos Tóquio 2020 depende da definição da FINA

Com o anúncio da nova data de realização dos Jogos Tóquio 2020 – de 23 de julho a 8 de agosto de 2021 -, os técnicos do Fluminense aguardam a definição dos pré-olímpicos para dar sequência à preparação dos atletas que ainda disputam vaga na competição. Diante da pandemia de coronavírus que interrompeu os treinamentos, André Raposo, do polo aquático, Andreia Boehme, dos saltos ornamentais, e Twila Cremona, do nado artístico, planejam, dentro do possível, o retorno às atividades.

Inicialmente, o Pré-olímpico de polo seria realizado no fim de março, em Roterdã, Holanda, e os de nado e saltos no fim de abril (posteriormente remarcados para junho), em Tóquio, Japão. Após a definição dos Jogos, porém, a Federação Internacional de Natação (FINA), responsável por administrar competições de desportos aquáticos, divulgou comunicado no qual dizia que iria rever as datas, que seguem indefinidas.

Técnico do polo aquático do Fluminense e vídeo analista da seleção brasileira, André Raposo, o Quito, acredita que o tricolor Logan Oliveira e os demais atletas da equipe precisaram de, ao menos, três meses para voltar à forma física e tática perto do ideal. Isso, caso a quarentena dure um mês.

“Logan, juntamente com a seleção brasileira, vinha de três meses de treinamentos intensos. Em Bauru, em janeiro, no Maria Lenk, em fevereiro, e ainda fizeram um tour pela Europa. E a perda do condicionamento físico se dá de uma maneira muito mais acelerada que o seu ganho. Além disso, os esportes aquáticos diferem dos esportes terrestres. Por mais que o atleta se mantenha ativo com exercícios fora d’água a questão da especificidade conta muito, e a preparação tanto física e técnica é toda perdida por conta da paralisação. Quando voltar a vida normal, o treinamento se inicia praticamente da estaca zero”, explicou Quito.

Twila Cremona, técnica do dueto brasileiro formado por Luisa Borges, do Fluminense, e Laura Miccuci, do Flamengo, também está preocupada com as novas datas do Pré-olímpico.

“Ninguém conseguiu voltar aos treinamentos ainda. As meninas estão treinando em casa com exercícios passados pelos preparadores do Time Brasil. Também passei para elas um exercício de alongamento e flexibilidade, chamado Zala, e nos reunimos on-line três vezes por semana para fazer a marcação da coreografia. Os exercícios que faríamos dentro da piscina, estamos fazendo fora. É dessa maneira que estamos nos virando para tentar manter a concentração, a preparação, a cabeça e o corpo ativos. Espero que o Pré-olímpico aconteça mais para frente. Ele é muito importante para nós”, explicou a técnica tricolor do nado artístico.

Andreia Boehme também vive a expectativa de saber quando o torneio classificatório dos saltos ornamentais acontecerá. Para a técnica do Fluminense e da seleção brasileira, no entanto, existe um lado bom nesse afastamento de Ingrid Oliveira dos treinos na piscina. A atleta pode aproveitar esse tempo para se recuperar totalmente de uma lesão no punho esquerdo que a atrapalhou durante toda a temporada passada.

“Ela está perdendo tempo de treinamento, mas está ganhando tempo para a recuperação. Está fazendo exercícios de alongamento e fortalecimento sob orientação do COB e, quando voltar para a piscina, poderá fazer saltos que antes da quarentena não conseguíamos fazer. Agora dependemos de uma definição da FINA. É essencial saber essa data, para aí sim montar o treinamento. Porque, além do Pré-olímpico, precisamos saber as datas dos eventos que serão realizados antes e que ajudariam na disputa pela vaga nos Jogos de Tóquio”, finalizou Andreia.

Movimento Sou Tricolor envia carta aberta ao Presidente Tricolor

Sr. Presidente,

Apesar de várias discordâncias no que tange à gestão do nosso clube de coração, vimos, pelo presente, informar que o Movimento Sou Tricolor fará o maior esforço possível entre seus integrantes para não deixar de quitar as mensalidades do programa sócio futebol.

Jamais abandonaríamos o Fluminense num momento de crise, seja em campo ou fora dele.

Sugerimos abertamente a todos os sócios, independente de corrente ou pensamento político, que façam o mesmo, na medida da capacidade de cada um.

Att.

Movimento Sou Tricolor

Tudo Pelo Fluminense. Nada do Fluminense

Alex Campos
Presidente
Marcelo Daemon
Fundador

Geração 2006 chega ao Sub-14 para brigar por títulos

Para o técnico Rômulo Rodriguez, a base do Fluminense é sinônimo de sucesso

A Geração 2006 do Fluminense, sem perder desde 2017, chega à fase de especialização da Metodologia usada para formar jogadores em Xerém. Comissão técnica e atletas esperam repetir, no Sub-14, os bons jogos realizados no período de inicialização. O técnico do time, Rômulo Rodriguez, acredita que, com dedicação e respeitando os valores do clube, a equipe possa seguir invicta por mais uma temporada.

“O nosso objetivo é sempre de formar melhores pessoas e atletas. Mas uma grande geração também é marcada pelas suas conquistas coletivas e o nosso Sub-14 tem muita vontade de conquistar ainda mais. Todos eles sabem que a cada ano as dificuldades se multiplicam e a dedicação tem que ser ainda maior. Além disso, alguns atletas podem colher algumas conquistas individuais este ano, como por exemplo, ser convocado para a Seleção Brasileira. Isso iria valorizar ainda mais o nosso trabalho. O mais forte da nossa equipe é o conjunto, mas é normal ter atletas que se destaquem e se tornem decisivos nas suas funções em campo. Posso citar o Samuel Cardoso, o Mateus Rocha, o Matheus Pedro, o Kauã Sousa, o Gustavo Veiga e o Kauã Elias como principais destaques, mas, além desses atletas, temos vários outros que têm potencial e que acreditamos na evolução durante este ano”, comentou o técnico Rômulo Rodriguez.

Na Metodologia de formação praticada em Xerém, as categorias são divididas em três fases: Inicialização (Sub-11, Sub-12 e Sub-13), na Especialização (Sub-14 e Sub-15) e na Profissionalizante (Sub-16, Sub-17, Sub-18 e Sub-19). A Geração 2006 chegou à segunda fase, onde terá ênfase o trabalho na cultura do clube e na prática de treino diária. São mais treinos do que jogos, para que o jogador assimile os detalhes dos princípios do DNA Tricolor.

“Todos os nossos atletas aprendem os valores praticados pelo clube e a ter no sangue o DNA tricolor. Tentamos sempre controlar as partidas com posse de bola objetiva, com ações ofensivas, mas sem perder a criatividade e o drible. Além disso, mostramos dentro de campo que o espírito de equipe, comprometimento e o respeito são valores que devem ser realizados diariamente”, explicou o treinador.

Rômulo Rodriguez chegou ao Fluminense em 2018, assumindo a categoria Sub-12 (Geração 2006), e logo percebeu se tratar de uma geração de muito talento. Rapidamente adaptado ao DNA Tricolor, conseguiu obter excelentes desempenhos contra os rivais. Em 2019, continuou como treinador da geração, desta vez no Sub-13, disputou duas competições Nacionais (VR Cup e a Liga de Desenvolvimento da CBF), garantindo a conquista de dois títulos contra as melhores equipes do país. Com a conquista do Nacional, a equipe disputou, em 2020, o Sul-Americano da categoria, que rendeu mais uma taça internacional para Xerém e uma vaga na Disney Cup, inicialmente marcada para julho.

Comunicação FFC
Foto: Mailson Santana/FFC

Dodi fala da proximidade com família na quarentena

Para o volante, esta pausa forçada está sendo fundamental para ficar mais perto da esposa e filha pequena

A vida de um jogador de futebol é um pouco diferente da tradicional. Muitas viagens, muito tempo concentrado, treino todos os dias, jogos meio e fim de semana. Tudo isso, somado ao grande desgaste físico, acaba dificultando aos atletas estarem próximos da família como gostariam. Para o volante Dodi, está sendo difícil estar afastado do trabalho, mas por outro lado, a quarentena o aproximou do convívio familiar.

– Não queria estar passando por esse momento difícil, mas por outro lado estou aproveitando bastante com minha filha e minha esposa. Estamos treinando juntos, jogando videogame, fazendo o dever de casa da Martina (filha do casal) que está tendo aula online. Por esse lado está sendo muito bom – disse o volante, que completou:

– Todo mundo sabe que a nossa rotina é de muita viagem, muito treino. É muito difícil ter bastante tempo assim em casa. Por esse lado, de aproveitar com elas, está sendo bom. Espero que isso passe logo para estar todo mundo junto de novo.

Dodi veio do Criciúma para o Fluminense em abril de 2018 e, de lá para cá, fez 45 jogos vestindo a camisa do Time de Guerreiros, marcando um gol. Nesta temporada, participou de cinco jogos até aqui – cinco vitórias do Tricolor.

Texto: Comunicação/FFC
Fotos: Lucas Merçon/FFC

CONFRARIA TRICOLOR estreia nesta quinta

Representantes dos três maiores sites de Flu se reunem para uma Live no youtube

Após participação no NetFlu na rede, representantes dos três maiores sites independentes de Fluminense se uniram definitivamente para a CONFRARIA TRICOLOR, programa que estreia nesta quinta-feira, ao vivo, às 19h30, no canal do NETFLU no youtube.

Vinicius Toledo, do Explosão Tricolor, Leandro Dias, do NETFLU, e Douglas Wandekochen, do Flunews, debatem o Fluminense, num bate-papo com duração de um tempo de futebol: 45 minutos.

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