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Salão Nobre do Fluminense terá grande evento de réveillon

Confira as informações da festa de Ano Novo Tricolor

O Fluminense Football Club voltará a ter uma festa de réveillon. No dia 31 de dezembro, uma terça-feira, a partir de 21h, o clube estará aberto para sócios e não associados se confraternizarem na virada de 2019 para 2020.

A festa terá grandes atrações da música pop brasileira dos anos 80, como Sylvinho Blau Blau e Os Pelúcias e Dr. Silvana & Cia. Haverá ainda discotecagem do DJ Vitor Hugo e um Espaço Kids, com recreação e cantinho do sono. Por fim, como não poderia deixar de ser, terá um farto serviço com variadas comidas, bebidas (inclusive open bar) e sobremesas.  

O evento está planejado para ir até 3h de 1 de janeiro. O estacionamento do clube estará liberado para todos que adquirirem o convite. Cada mesa caberá até 10 pessoas.

Sócio paga R$ 430,00 por convite e não associado, R$ 500,00. Crianças até 6 anos terão entrada liberada e de 7 a 12 anos pagam R$ 100,00. Os pagamentos podem ser no clube, em dinheiro ou cartão, com parcelamento em até duas vezes sem juros. Se quiser garantir logo a sua presença e a de sua família, os convites, que são limitados, também podem ser adquiridos pelo site https://loja.multiclubes.com.br/fluminense/ingressos/RVL20.

Demais informações devem ser solicitadas no Departamento Social do Fluminense, que funciona de segunda a sexta, de 9h às 20h, ou sábado, entre 9h e 13h. Qualquer dúvida, você pode também tirar pelo e-mail social@fluminense.com.br ou pelos telefones 3179-7454 e 99472-8960.

CARDÁPIO RÉVEILLON 2020


COQUETEL

Blini de Tapioca com Rolinho de Rosbife ao Molho de Mostarda e Manjericão

Verrine com Ceviche de Linguado, Manga, Pimentões e Perfume de Coentro

Crocante de parmesão com brie e damasco

Wrap de pão folha com peito de peru, cream cheese e tomates

Batatinha com shitake

Terrine de gorgonzola com geléia de Damasco e torradas

Mix de folhas verdes com parma e parmesão

Mini quiche de Alho Poró e orégano

Camarão Empanado com agridoce

Vol-au-vent de shitake

Folheado de brie com damasco

Batatinha recheada com bacalhau e cream cheese

Mini moquequinha com molho de pimenta

Harumaki de queijo coalho com melado de cana

Kafta de cordeiro com dip de ervas

Bolinha de queijo

Coxinha ao catupiry

Aipim com carne seca

Mini Cheesburger de Picanha com Cebola Caramelizada ao Shoyo

MINI DEGUSTAÇÕES

Picadinho com arroz à piamontese e batata noisette

Bacalhau com musseline de baroa

Risoto de camarão com perfume de limão siciliano

Escondidinho de aipim com carne seca e catupiry

SOBREMESAS

Brownie de chocolate com sorvete de creme e calda quente de chocolate

Salada de frutas

MENU ESPAÇO KIDS

Mini Dog

Mini pizza

Mini cheesburguer

Pão de queijo

BEBIDAS

Refrigerante comum e zero

Água

Suco de abacaxi com hortelã

Suco de manga com gengibre

Cerveja

Espumante

OPEN BAR

Caipirinha

Caipivodka

Sex on the Beach

Pina Colada

Flu vai á final do Estadual de vôlei em mais duas categorias

Tricolor vai brigar pelo título no infanto feminino e no infantil masculino

O Fluminense vai brigar pelo título do Campeonato Estadual de Vôlei no infanto feminino e no infantil masculino. As meninas disputam o primeiro jogo da final contra o Tijuca Tênis Clube na próxima segunda-feira (16/12), em Laranjeiras. Já os meninos pegam o Flamengo no domingo (15/12), na Gávea.


O time infanto feminino garantiu vaga na decisão ao derrotar o Flamengo por 3 sets a 0, com parciais de 25/15, 25/19 e 26/24, na Gávea, em jogo válido pela semifinal, na terça-feira passada (10/12). O Tricolor infantil masculino passou pelo Botafogo na disputa por uma vaga na final. Foram duas vitórias de 3 sets a 0 sobre o rival alvinegro, a primeira no domingo passado (08/12) e a segunda na terça-feira (10/12).

Pelo primeiro jogo da final do Estadual Juvenil Masculino, o Fluminense foi superado pelo Flamengo por 3 sets a 2, parciais de 20/25, 22/25, 25/23, 25/19 e 15/11, também na terça, na Gávea. As duas equipes voltam a se enfrentar no domingo (15/12), às 9h30, em Laranjeiras.

Fluminense conquista a prata do Estadual Sub-19 de Basquete

Equipe tricolor foi superada pelo Flamengo na decisão do campeonato


O time sub-19 de basquete do Fluminense conquistou nesta quarta-feira (11/12) o vice-campeonato estadual da categoria. No segundo jogo da final, disputado em Laranjeiras, o Tricolor foi derrotado pelo Flamengo por 80 a 68. No primeiro jogo da série, segunda-feira passada (09/12), na Gávea, o time havia perdido para o rival por 94 a 52.

O tricolor Elias Conceição foi o cestinha geral do Campeonato Estadual Sub-19. Ele marcou 329 pontos em 24 partidas, uma média de 13,70 pontos.

Texto: Comunicação/FFC
Foto: Aline Miranda/FFC

Sub-17 e Sub-15 garantem vaga nas quartas do Torneio do Paraguai

Molecada de Xerém entra em campo nesta quinta de olha na vaga nas semifinais da competição


A molecada do Sub-17 e do Sub-15 do Fluminense garantiu vaga na próxima fase do Torneio do Paraguai. Os dois times estão classificados para as quartas de final e entram em campo, nesta quinta-feira (12/12), de olho nas semifinais. Os adversários serão o Sagrado-PAR e a Liga Paranaense-PAR, respectivamente.

O Sub-17, apesar do tropeço na segunda rodada, conseguiu a classificação em segundo lugar do Grupo A, com 4 pontos ganhos, marcando dois gols e sofrendo apenas um. O 3 de Febrero-PAR ficou com a primeira vaga da Chave. O adversário desta quinta-feira, o Sagrado-PAR, ficou em primeiro lugar do Grupo B, com seis pontos.

Os meninos do Sub-15 estão invictos. Foram dois jogos e duas vitórias, marcando dez gols e sofrendo apenas um. A equipe enfrenta, agora, a Liga Paranaense-PAR, que se classificou em segundo lugar do Grupo B.

Comunicação FFC
Foto: Mailson Santana/FFC

Em jogo equilibrado, Fluminense perde para o Osasco no tie-break

Próximo adversário do Tricolor será o São Caetano, sábado, na casa do adversário


Em um jogo muito equilibrado, o Fluminense acabou superado pelo Osasco/Audax no tie-break, parciais de 21/25, 25/22, 22/25, 25/19 e 15/11, na noite desta quarta-feira (11/12), no Hebraica, Rio de Janeiro, pela quarta rodada da Superliga Feminina de Vôlei. O próximo desafio do time na competição será contra o São Cristovão Saúde São Caetano, no sábado (14/12), às 17h, na casa do adversário.

“Tivemos oportunidades quando estivemos na frente e precisávamos ser mais agressivas, principalmente no tie break. No finalzinho faltou agressividade e também tranquilidade ao nosso time. Sabíamos da força de Osasco. Agora vamos buscar melhorar o que não funcionou hoje para os próximos jogos, que tenho certeza que serão melhores”, disse Paula Borgo.

O Fluminense surpreendeu o Osasco no início do primeiro set e logo fez 4 a 0, obrigando o técnico adversário a pedir o primeiro tempo técnico do jogo. As paulistas conseguiram equilibrar a partida e o trio formado por Paula Borgo, Thais e Leticia entrou em ação para manter o Tricolor em vantagem. No fim da parcial, com um bloqueio de Natasha e um ataque para fora do Osasco, o time venceu por 25 a 21.

Thais abriu o placar no segundo set, mas as adversárias marcaram seis pontos na sequência. Com a ponteira bem no ataque, o Flu se manteve próximo no marcador apesar da desvantagem. Na segunda metade da parcial, com a levantadora Rose e a ponteira Neneca em quadra, a equipe chegou a ficar a um ponto do empate. O Osasco, porém, venceu por 25 a 22.

No terceiro set foi a vez de Paula Borgo colocar o Tricolor em vantagem. A oposta deu trabalho à defesa paulista e manteve o time na frente durante toda a parcial. E foi numa bola diagonal de Paula que o Fluminense fechou o set em 25 a 22.

Após um início de quarto set equilibrado, o Osasco abriu cinco pontos em relação ao Fluminense (12 a 7). A oposta Pamela e a ponteira Julia, vencedora do troféu VivaVôlei na vitória contra o Valinhos, entraram para tentar a virada. O time ensaiou uma reação com dois bloqueios da central Leticia, mas o adversário levou a parcial por 25 a 19.

No tie-break, o Osasco largou na frente e conseguiu manter a vantagem até o fim, fechando o set decisivo em 15 a 11.

O Fluminense começou o jogo com: Giovana, Paula, Leticia, Natasha, Thais, Mari Cassemiro e Andressa Krachefski.
Entraram: Larissa, Neneca, Rose e Pamela.

Texto: Comunicação/FFC
Foto: Mailson Santana/FFC

Diretoria tricolor nos USA! Vem novidades…

Segundo informações apuradas pelo Canal FluNews, o mandatário tricolor, Mario Bittencourt viajou para Nova York e pretende trazer na mala um patrocínio Master para o Fluminense.

Ainda, pelo que conseguimos apurar os moldes do acordo seria muito parecido com os da Crefisa no Palmeiras.

Apesar de já termos o nome do possivel futuro investidor, preferimos nesse primeiro monento, deixar em sigilo para que não venha atrapalhar as negociações. Assim, soubemos ser uma empresa que quer expandir a marca e nada melhor que a usar camisa do Tricolor das Laranjeiras. Podendo fechar patrocínio Master na Camisa do Fluminense Football Club .


Luisa Borges recebe o Prêmio Brasil Olímpico 2019

Tricolor foi escolhida a melhor atleta brasileira do nado artístico na temporada


A noite desta terça-feira (10/12) foi de festa e reconhecimento para a atleta do Fluminense Luisa Borges. Em cerimõnia realizada na Cidade das Artes, Rio de Janeiro, ela recebeu o Prêmio Brasil Olímpico de melhor atleta brasileira do nado artístico em 2019. Vencedora do troféu em 2015 e 2016 ao lado de Duda Micucci, esta é a primeira vez que a tricolor vence sozinha.

“Essa temporada foi muito boa para mim e todo o trabalho valeu a pena. É um orgulho muito grande ter sido premiada”, comemorou a atleta.

Leia mais: Oito atletas do Flu garantem vaga na seleção de nado artístico

No dia seguinte a cerimônia de premiação, Luisa já estava em São Paulo, onde treina com Laura Micucci para o torneio classificatório para os Jogos Olímpicos Tóquio 2020. Em setembro, a tricolor foi pré-convocada pela Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos para disputar o dueto na competição, em abril do ano que vem.

“Estou treinando com a seleção brasileira em São Paulo, então fui para o Rio ontem (10/12) à tarde e voltei hoje (11/12) para o treino da manhã. Estamos treinando em dois turnos, montando as coreografias para o pré-olímpico. A convocação para o dueto me deixou muito feliz e animada para tentar competir a minha segunda Olimpíada”, finalizou Luisa Borges.

Texto: Comunicação/FFC
Fotos: Alexandre Loureiro e Gaspar Nobrega/Inovafoto/COB

“Arte da guerra 3 – O resgate da credibilidade” opinião Rafael de Castro

Olá, Guerreiros!
Chegamos ao terceiro capítulo focado na sequência lógica de uma utópica administração 100% TRANSPARENTE e de um clube focado na sua origem (FOOTBALL), tendo neste campo de batalha milhares de torcedores (SOLDADOS) que tiveram a autoestima resgatada diante deste novo sonhado cenário que traz indiretamente investidores, patrocinadores e demais parceiros.
Evitei a palavra CREDIBILIDADE nos dois capítulos anteriores, porquê acredito que todo processo deve seguir um fluxo natural. Primeiro elabora-se um planejamento, uma estratégia; depois se apresenta estas táticas aos soldados; e diante da CREDIBILIDADE resgatada se obtém resultados.
O fenômeno de momento é comparar a apatia do nosso torcedor ao engajamento do rival da barreira. Alguns creditam a forma como eles se portaram no 4×4 contra o time das trevas. No entanto, eles se mobilizaram para o projeto “dívida zero” bem antes do clássico e se mobilizaram para a construção do C.T bem antes do clássico;
Concordo muito que nossa torcida seja acomodada, afinal, os feudos das Laranjeiras alimentaram esta característica.
Tenho convicção que ninguém aqui deposita dinheiro em c/c de partido político por ideologia, pois sabe como o sistema opera.
Guardadas as devidas proporções, o FFC precisa mostrar para o torcedor que não é mais “nenhum partido político”.
Não adianta muito arrecadar 2Mi no sócio futebol e gastar 3Mi nos esportes olímpicos; Não adianta muito arrecadar 2Mi no sócio futebol e gastar 3Mi com PJs, custos Administrativos injustificáveis…
O Mário tem uma grande oportunidade de mudar a cara do FFC. Se não tiver o rabo preso no passado, abre todas as contas de forma analítica, chama o MP para reverter o absurdo (contas Peter) e chama a torcida para montar um time, com total transparência e conta, com resumo de extrato aberto no site oficial, exclusiva do sócio futebol administrada como uma nova empresa específica para montagem do time. Tenho certeza que muitos acomodados levantarão das tumbas com tal transparência!
Na condição que chegou o FFC, Sétima maior receita do Brasil em 2018 e décima segunda da América Latina, não basta ser honesto, tem que transparecer muito isso!
Vejamos a seguir um esboço da repercussão após a publicação do segundo capítulo da “Arte da Guerra”:

Ambos estão diante da razão e ambos estão errados. O torcedor pode e deve “comprar a briga espontaneamente”, mas a obrigação de trazê-lo ao campo de batalha é do gestor.
Acredito muito na grande frase de Sócrates: “Sob a direção de um forte general, não haverá jamais soldados fracos”.
Sou do time que venda os olhos pela emoção, mas não vou desprezar o pensamento dos racionais, como venho observando nas postagens de alguns colegas.
Torcedor do FFC não é um ser de outro planeta, um ser com outro DNA e outra cultura, se comparado ao rival da colina, por exemplo. O fato é que torcemos para clubes com histórias bem diferentes. O FFC passou o último século achando “lindo” se apresentar como time da elite, enquanto nosso rival sempre fez questão de esboçar suas raízes operárias e construtivas com base nos esforços do seu torcedor. O FFC passou o último século se vangloriando das Laranjeiras, o berço do futebol, hoje “tombado e tombando”, enquanto nosso rival se orgulha de ter construído seu estádio, útil até hoje, pelas mãos do seu torcedor e hoje já possui projeto real para modernização e ampliação. Essas e outras sequências de fatos históricos definem características e isso sim afeta no comportamento de uma torcida diante de uma campanha de sócios, que é a grande febre da década para clubes mal geridos, com gestões arcaicas e até mal intencionadas em muitas ocasiões.
Conheço tricolores mais humildes, de áreas mais afastadas da Cidade, que jamais pisou nas Laranjeiras. Outros, que no máximo conhecem o gramado nos bons tempos de comemoração. Isso não significa apenas que estes não possuam condições financeiras para fazer o barato “tour na sala de troféus”, mas sim que o conjunto de características formadas pelo nosso clube criou uma aristocracia constrangedora aos mais humildes.
O FFC atual não é mais o clube da elite e precisa rediscutir sua essência. Oscar Cox e companhia nos trouxeram um projeto para que o RJ tivesse em menos de 1 década de fundação seu maior clube de Football e como a cidade era a vitrine do Brasil, naturalmente isso refletiria para todo território.
Qual o compromisso estatutário dos nossos gestores com nossa origem (maior clube de football do RJ)? Qual a dificuldade em compreender que o futebol mudou, passou a ser disputado por todas as classes sociais, mas que a esmagadora maioria é “pobre”? Qual a maneira de atrair estes torcedores? Certamente não seria fazendo uma explanação sobre nossos vitrais franceses!
Toda história deve ser respeitada, mas o FFC precisa enfim chegar ao século XXI. Precisamos de estratégias arrojadas para adesão de sócios torcedores. Precisamos compreender que temos em mãos um tesouro chamado Maracanã e que em 95% dos jogos no ano temos “50.000” lugares disponíveis para atrair novos torcedores, resgatar a relação com aquele torcedor que passou a optar pelo sofá e até mesmo aqueles que passam pela cidade (turistas) e levarão para sua terra o nome do FFC, a camisa comprada no estádio e as fotos de um Maracanã tricolor.
Sem perder minha sequência lógica, ressaltei que nossa “guerra começa dentro de casa – capítulo 1”, que diante de “ações ultra transparentes recrutaríamos soldados – capítulo 2” e que a conseqüência seria o resgate da autoestima, o poder de pertencimento e principalmente a ”Credibilidade – capítulo 3”.
Empresas sérias divulgam balancetes, fazem ações sociais e ambientais, mas vão além e apresentam ao mercado certificações Iso9000, por exemplo; Empresas de capital aberto gastam fortunas para proteger sua imagem, pagam para abafar roubos, crises e até para obterem prejuízo em uma operação que possa ser bem recebida pelo mercado…Daí nossos amadores gestores do futebol brasileiro não perceberam que isso refletiria no “quase fim dos grandes patrocínios” e passaram a última década permitindo que diariamente a instituição fosse achincalhada por atletas com nível de série D, por estarem com salários atrasados; recebendo negativas de outros medíocres, que se colocam acima da instituição, mesmo em ocasiões onde viriam por empréstimo sem custo; humildes funcionários que não recebem seu salário mínimo por dois ou três meses, enquanto o clube se enche de diretores, PJs e cria custos, como os camarotes do amigos de campanha; expondo o clube ao ridículo de não possuir uniforme para jogar, pois se aliou a empresa fornecedora sem nenhum know how; que não possui um departamento de marketing profissional; que sequer conseguiu por longo tempo tratar seu sócio com dignidade, seja o que “não tinha água na piscina”, seja o da arquibancada que acreditou em programas de sócios que enganou o torcedor por mais de 1 ano (fato reparado pela atual gestão).
Estas grandes empresas, meus amigos, seguem normas rígidas de gestão. Trabalham suas imagens como seus maiores ativos e mesmo sabendo que gastariam “10 vezes menos com marketing” para patrocinar um grande clube e obter muito mais exposição na mídia, preferem não atrelarem-se aos riscos (basta pesquisar quanto custa um anúncio de 30 segundos em horário nobre X uma partida de 90 minutos + jornal + web + camisa dos torcedores pelas ruas + a quantidade de seguidores de um clube + a quantidade de seguidores de um craque que joga neste clube…).
O resgate da Credibilidade traz de volta o torcedor, traz novos torcedores, traz investidores!
A próxima década será vital para que clubes centenários continuem sendo chamados de “grandes”. O cenário ficará ainda mais crítico no que tange aos investimentos. Novas maneiras de se captar recursos e atrair investidores já estão nas mesas de alguns clubes. Já há legalidade para capital externo, mas ele só virá com total TRANSPARÊNCIA, adesão plena dos SOLDADOS TORCEDORES, e essa CREDIBILIDADE nos trará recursos, solidez, capacidade de maturar e somente após retorno técnico vender bem nossas jóias da base e consequentemente brigar por TÍTULOS.
É óbvio que esta “guerra” teria muitos outros capítulos (batalhas), mas em termos de gestão estamos no “ensino fundamental” e não adianta aplicar conteúdo de “mestrado”.

Tricoluz:
Com certeza já ouviram a frase que “dinheiro atrai dinheiro”, mas caos administrativo traz caos esportivo e econômico. Colocamos o artilheiro do campeonato brasileiro sub-20 para jogar nos profissionais sem renovar o contrato, o cara faz 2 gols e agora somos refém de seus empresários para que consigamos algum retorno real em campo e algum retorno financeiro lá na frente. Genial;
Pagar os salários e antecipar parcelas do Profut com discurso das CND`s é um golaço, mas que seja apenas parte de um pacote que envolva redução drástica de despesas nos variados setores do clube, um marketing profissional, revisão de todos os esportes olímpicos, mantendo somente os que se pagam, a prometida apresentação do plano de sócios para janeiro…;
Nossa música de arquibancada diz: “Quero gritar campeão!”…
Mas o meu momento racional diz: Eu só quero ver meu FLUMINENSE grande novamente…Fora de campo e por conseqüência dentro dele. Se não for nessa ordem, esqueçam!

Rafael de Castro Ladewig de Araujo.
Meu sangue é grená com glóbulos verdes e brancos.

Promessa da base assina contrato de permanência no tricolor

Arthur jogador de 14 anos promessa da base de Xerem

A temporada de 2019 somente ratificou o que todos sabiam, o meia Arthur brilhou na Seleção Brasileira , no qual foi campeão na Sul Americana Sub-15 , o sucesso com a camisa da seleção intensificou o interesse do tricolor em sua permanência na base.

Chegou ao Clube em 2015, desde então, tem sido observado como jogador de muito potencial.

O desempenho do atleta, contou ainda, com dois títulos nacionais com o Tricolor. Em 2020, irá permanecer no sub-15 , e, eventualmente , subirá para treinos e jogos no sub-16.

Arthur disputou 29 partidas pelo Fluminense e marcou 14 gols nos campeonatos. Conquistou a Copa Nike (marcou gol do meio de campo na final contra o Grêmio) e a Copa Amizade Brasil-Japão, torneios com caráter nacional.

Fonte GloboEsporte.com

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