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Caio Henrique diz estar se adaptando à lateral-esquerda e avalia conversa com Mário e Celso

Meio-campo de origem, jogador lamentou a lesão de Matheus Ferraz e comentou sobre a ascensão dos ‘Moleques de Xerém’

Foto: Mailson Santana / FFC

Caio Henrique é um dos principais destaques do Fluminense nesta temporada. Contratado após uma temporada aquém no Paraná em 2018, o jogador aos poucos conquistou seu lugar na equipe titular e, acumulando boas atuações, se tornou peça chave no esquema de Fernando Diniz, mesmo fora de sua posição. Volante de origem, ganhou a posição na lateral-esquerda após a ausência de Mascarenhas e desde então não saiu mais. Em entrevista coletiva concedida no CTPA, o atleta de 21 anos comentou sobre a improvisação no Tricolor e disse estar apto a dar seu melhor seja onde for.

“Estou me adaptando cada dia melhor na lateral esquerda. Sou meio de campo de origem, mas estou à disposição do Fluminense para jogar onde o Diniz precisar. Se for de lateral, vou dar o meu melhor. Se for no meio, vou dar o meu melhor”.

O volante/lateral aproveitou para rasgar elogios aos jovens da base tricolor, que vem entrando na equipe e dando conta do recado, como por exemplo a dupla João Pedro e Marcos Paulo. De acordo com ele, a troca de experiência dos mais velhos com os ‘Moleques de Xerém’ é essencial para que a mescla continue dando certo.

“Os meninos que estão entrando tem qualidade, ousadia, procuram sempre atacar. Estão se sentindo à vontade no clube. É importante que os mais experientes como o Ferraz, o Ganso, o pessoal mais rodado, dê suporte. Acho que por isso tem dado certo também”.

Caio Henrique também lamentou a lesão de Matheus Ferraz. Xerife da defesa tricolor, o zagueiro rompeu os ligamentos cruzados do joelho e dificilmente voltará a atuar em 2019. Para ele, o Fluminense perdeu uma ‘referência’ dentro de fora de campo.

“Sobre o Matheus, todo mundo ficou triste. É um cara que dentro e fora de campo passa muita tranquilidade para a gente. É uma referência. Acho que vivia seu melhor momento na carreira. Torcemos para que se recupere o mais rapidamente possível”.

Perguntado sobre a situação política do clube, que elegeu um novo presidente no último final de semana, o jogador destacou que espera que o mandatário consiga resolver os problemas que a instituição vem passando. Caio ainda revelou que a breve conversa com Mário Bittencourt e Celso Barros foi bastante positiva.

“É muito cedo para avaliar, mas o discurso foi muito positivo. Desejamos um bom mandato para eles, que eles consigam resolver os problemas que o Fluminense está passando”.

Por fim, comentou sobre o reencontro de Fluminense e Gum, que ficou por praticamente 10 anos nas Laranjeiras. De acordo com ele, o zagueiro adversário foi muito vencedor pelo Tricolor e o confronto será legal de assistir. O time de Fernando Diniz enfrenta a Chapecoense na próxima quinta (13), às 20h (de Brasília), na Arena Condá, pela nona rodada do Campeonato Brasileiro.

“Vai ser um jogo legal pra ambas as partes. Quando não estava no Fluminense, acompanhava bastante. O Gum é uma referência dentro do clube, os torcedores têm carinho por ele. É vencedor aqui dentro. Vai ser legal para quem assistir. Desejo um bom jogo pra ele, mas a vitória para o Fluminense”.

Após boa atuação no Fla-Flu, Frazan destaca relação de confiança com Diniz

Zagueiro avaliou seu desempenho no clássico como o “melhor com a camisa do Fluminense” e agradeceu apoio do treinador

Foto: Lucas Merçon / FFC

Diante das lesões que vem assombrando a equipe do Fluminense, Frazan viu uma oportunidade surgir e, até agora, vem desfrutando muito bem da mesma. Atualmente, Matheus Ferraz, Digão e Léo Santos estão machucados, deixando uma lacuna aberta no sistema defensivo do Tricolor carioca. Com isso, o jovem zagueiro ganhou espaço e, no Fla-Flu do último final de semana, foi um dos destaques em campo. Revelado pelas categorias de base de Xerém, o jogador afirmou que o clássico foi sua ‘melhor partida com a camisa do Fluminense’. Para ele, o time não se intimidou apesar dos desfalques – 11 no total -, e merecia ter saído do Maracanã com a vitória.

“Considero a minha melhor atuação com a camisa tricolor. Vinha treinando muito bem e estava confiante em colocar em prática tudo aquilo que vinha fazendo nos treinamentos. Eu, Julião, Yuri e todos os outros treinamos muito para chegar no jogo e fazer tudo que o Diniz nos pede. Foi um bom jogo nosso. Não nos intimidamos com os desfalques e conseguimos impor nossa maneira de jogar. Merecíamos mais sorte”, disse.

Frazan também fez questão de agradecer ao treinador Fernando Diniz e aproveitou para atribuir a ele seu bom nível de desempenho. O zagueiro afirmou que o comandante passa confiança e apoio aos atletas a todo momento, o que faz grande diferença na hora dos jogos.

“A minha relação com o Diniz é excelente. Desde que chegou aqui ele sempre procurou me passar muita confiança. Antes do jogo ele me passou tranquilidade e ainda mais confiança. Disse que era só eu repetir o que vinha fazendo nos treinamentos que daria tudo certo. Ele é um treinador que procura sempre conversar e passar apoio a todos”, concluiu.

Se no Fla-Flu Frazan atuou ao lado do volante Yuri, improvisado, na partida contra a Chapecoense ele terá ao seu lado um defensor de origem. Nino, que cumpriu suspensão no clássico regional, estará de volta e deve formar a dupla de zaga com o jovem oriundo de Xerém. Fluminense e Chape se enfrentam nesta quinta-feira (13), às 20h (de Brasília), na Arena Condá, pela nona rodada do Campeonato Brasileiro. O duelo é uma briga direta pela fuga da parte de baixo de tabela.

Com Gilberto mais uma vez de fora, Igor Julião deve ser mantido contra a Chapecoense

Lateral-direito voltou a sentir dores no joelho, ficou de fora do treino e está vetado do duelo contra os catarinenses

Foto: Mailson Santana / FFC

Ainda sentindo dores no joelho direito, Gilberto está de fora da partida contra a Chapecoense, na próxima quinta-feira (13), às 20h (de Brasília), na Arena Condá, pela nona rodada do Campeonato Brasileiro. O lateral-direito ficou de fora do treinamento desta última terça no CTPA e teve sua ausência confirmada. Com isso, Igor Julião, titular no Fla-Flu, deve ser mantido na posição. Reserva imediato na lateral, o jogador de 24 anos foi participativo no clássico e criou boas jogadas pelo lado direito do campo.

Vale lembrar que o incômodo sentido por Gilberto é no mesmo joelho que o tirou de praticamente todo o segundo semestre em 2018. Nenhuma lesão foi constatada no local, mas o atleta sente dores que o impedem de treinar normalmente. Além de ter ficado de fora contra o Bahia, o lateral não atuou no clássico contra o Flamengo, no último final de semana.

Foto: Mailson Santana / FFC

Gilberto tem apenas seis jogos no Brasileirão, ou seja, ainda não excedeu o limite de partidas e pode se transferir para outro clube da Série A, caso receba alguma proposta que agrade. Vivendo uma situação financeira bastante complicada, o Fluminense deve direitos de imagem desde o início do ano e está com dois meses de salários atrasados. Na 15ª posição no campeonato, o Tricolor precisa de um bom resultado em Chapecó para evitar uma possível entrada no Z4 sem depender de outros resultados. A equipe treina nesta quarta na cidade catarinense, onde Fernando Diniz irá definir o time titular.

Buscando evitar sétimo jogo, Luciano não viaja e pode deixar o Fluminense

Foto: Lucas Merçon/FFC

Artilheiro da equipe no ano com 15 gols, o atacante Luciano pode deixar o Fluminense ainda esse ano.

O jogador que completou sua sexta partida pelo tricolor no Brasileiro no último domingo (09), no empate em 0 a 0 contra o Flamengo, conversou com o técnico Fernando Diniz e o executivo do futebol tricolor, Paulo Angione, e em comum acordo preferiram por deixar o atacante de fora da partida contra a Chapecoense, na próxima quinta-feira (13), evitando desta forma que o jogador estourasse o limite da sétima partida pelo Brasileiro.

Com dois meses de salários de CLT atrasados e mais cinco de direitos de imagem, Luciano já demonstrou insatisfação com a situação, e uma proposta de outro clube da série A, teria seduzido o atacante.

A nova diretoria Tricolor que assumiu oficialmente na noite da última segunda-feira (10), deve se reunir com o atacante nos próximos dias a fim de contornar a situação, mas uma saída do jogador não é descartada.

Exame constata rompimento do ligamento cruzado e Matheus Ferraz precisará passar por cirurgia

Zagueiro tricolor se lesionou na derrota por 3 a 0 para o Athletico-PR, pelo Campeonato Brasileiro

Foto: Lucas Merçon / FFC

Péssima notícia para a torcida do Fluminense. Um dos principais destaques da equipe neste início de temporada, Matheus Ferraz teve diagnosticada uma ruptura de ligamento cruzado do joelho direito, o mesmo que o fez ser substituído ainda no primeiro tempo na derrota por 3 a 0 para o Athletico-PR, no dia 2 de junho pelo Campeonato Brasileiro. Após realizar os exames que constataram a grave lesão, o zagueiro já está no pré-operatório e passará por um processo cirúrgico nas próximas semanas. Ferraz não tem previsão de volta, mas é provável que só esteja apto a atuar novamente no ano que vem, tendo em vista que o tempo de recuperação da cirurgia geralmente varia entre seis e oito meses.

Matheus Ferraz é o terceiro zagueiro a se machucar em 2019. Além dele, Digão, que segue de fora da equipe, e Léo Santos, que voltou para o Corinthians para se curar, também desfalcam o time de Fernando Diniz há algum tempo. Jogando um bom futebol e criando uma identidade através do estilo de jogo passado pelo treinador, o Fluminense começa a sofrer com as lesões. Na clássico contra o Flamengo, por exemplo, foram 11 jogadores que não estiveram à disposição. Vale destacar que o defensor foi um dos que mais atuaram pelo clube das Laranjeiras neste ano. Em 5 meses, o Tricolor disputou 34 partidas, com Ferraz ficando de fora de apenas uma.

Grupo de apoio da última gestão, Flusócio se despede do poder e anuncia encerramento das atividades

Foto: Divulgação

Principalmente grupo político de apoio das últimas gestões do Fluminense – Peter Siemsen e Pedro Abad, a Flusócio anunciou por meio de sua conta nas redes sociais, o fim do grupo

Na despedida, a Flusócio pediu o apoio da torcida, adesão ao pacote de sócio e comparecimento no Maracanã.

O grupo ainda destaca como um de seus legados, a reforma total de Xerém e a construção do CTPA (Centro de Treinamento Pedro Antônio), além do título Brasileiro e Estadual de 2012 e Primeira Liga em 2016.

O comunicado também falou das grandes críticas sofridas por Pedro Abad, principalmente pelas redes sociais. Eles ainda destacaram a quitação de mais de R$100 milhões em dívidas por Abad.

Veja o comunicado na íntegra:

O grupo Flusócio nasceu na torcida do Fluminense. Seus integrantes consideram que um clube grande e sua torcida dependem um do outro, se alimentam mutuamente. A vontade da torcida é, portanto, soberana e precisa ser respeitada. Justamente em função dessa soberania da torcida que o presidente Pedro Abad decidiu abreviar seu mandato, com a antecipação das eleições de 2019.

Não cabe aqui contar – mais uma vez – a nossa história. Ela já foi contada em livro, ainda que apenas até a assunção de Pedro Abad à presidência, e em inúmeros outros textos disponíveis aqui em nosso site. Talvez devamos, um dia, complementar o livro com esses dois anos e meio de mandato, pois há muitas coisas que o público desconhece. Isso, porém, seria para outro momento. Não é o objetivo deste post. O objetivo, aqui, é comunicar que deliberamos por encerrar nossas atividades como grupo político.

A nossa história como torcedores continuará. Sempre desejamos o Fluminense sustentavelmente forte. Após a perda da duradoura parceria com a Unimed, percebemos que seria um caminho amargo a ser percorrido, de muitas dificuldades. Após três eleições vencidas, é preciso abrir espaço para outros tentarem, pois, persistir, seria agir contra a torcida da qual também sempre fizemos parte. Obviamente houve erros, mas não é hora de dar justificativas; o momento é de atender aos anseios da torcida e desejar muito sucesso aos que nos sucedem. Estaremos sempre torcendo por eles e pelo sucesso do clube.

Permitam-nos, no entanto, a manifestação do desejo de que, com o passar do tempo, os tricolores possam avaliar com mais tranquilidade o legado do grupo político Flusócio e, em particular, do presidente Pedro Abad.

Quando os nossos fundadores entraram para o clube, ganhar um mero estadual ou mesmo voltar para a primeira divisão nacional era ainda um sonho. O Fluminense voltar a ser grande e poderoso era a meta, mas ainda parecia muito distante. E estávamos convictos de que, para isso acontecer, o caminho seria conscientizar e atrair o torcedor tricolor para dentro do quadro social, colegiado que decidia os rumos político e administrativo do clube. A conscientização crescente da torcida pode ser observada pelo interesse nas discussões sobre administração e finanças do nosso clube, temas que, há quinze anos, incrivelmente eram ignorados mesmo sendo eles os principais influenciadores dos resultados de campo.

A maior bandeira da Flusócio, desde seu embrião, sempre foi: – Tricolor, seja sócio! Mote esse que originou o nome do grupo. E hoje, quase vinte anos depois que os primeiros de nós resolveram se associar, está muito claro como o clube evoluiu nesse ponto. Os integrantes mais antigos chegaram a vivenciar um clube em que a maioria dos associados era composta de não-tricolores, ou seja, torcedores de outros clubes davam as cartas políticas nas Laranjeiras. O grupo, ainda na oposição, foi o principal articulador da associação em massa, cujo ápice ocorreu em 2009, no segundo mandato de Roberto Horcades. A realidade do quadro social foi inteiramente modificada, passando a haver maioria de tricolores a partir do movimento de Cidadania Tricolor.

Mais tarde, pela democratização do clube, lutamos fortemente para a criação da categoria sócio futebol, garantindo o seu direito a voto para presidente, diluição de poder que alguns setores do clube não admitiam.

Já no mandato de Peter Siemsen, um dos principais ideais do grupo – a imprescindível formação permanente de talentos –, foi motor propulsor para a reforma total de Xerém, centro de formação de base que hoje é referência nacional tanto em estrutura como em recursos humanos. Esse provavelmente é o mais importante legado do grupo. A gestão Peter também entregou o CT Pedro Antônio, na Barra da Tijuca, para o futebol profissional.

Ainda na gestão Peter Siemsen, que tinha a Flusócio como principal grupo apoiador, o futebol conquistou o título de campeão estadual e campeão brasileiro de 2012. Venceu também a Primeira Liga em 2016.

Certamente nenhum presidente da história do Fluminense sofreu, como Pedro Abad, o massacre diário nesses novos tempos de redes sociais, inclusive com repercussão nos estádios mesmo nas vitórias. No entanto, em meio a tanta dificuldade, sofrendo penhoras da PGFN e de inúmeros outros credores, a gestão Abad quitou mais de R$ 100 milhões em dívidas e obteve uma melhora extremamente significativa no balanço financeiro de 2018 em relação ao ano anterior, entregando o clube próximo da obtenção das CND. Conseguiu reduzir significativamente a folha salarial, que hoje é a metade da de 2017, mantendo um elenco competitivo mesmo neste duro período de reestruturação financeira do clube, demonstrando o que um bom trabalho técnico de prospecção pode gerar. Os próximos mandatos receberão como legado algumas das mais promissoras e vitoriosas gerações de Xerém, com pelo menos seis jogadores convocadosrecentemente para seleções de base. Deus queira que seus sucessores obtenham muito sucesso onde ele não conseguiu, mantendo o devido cuidado com a sustentabilidade do clube, e que o torcedor tenha serenidade antes de julgá-los.

Na nossa despedida, pedimos apenas que você, tricolor, esteja sempre ao lado do Fluminense. Seja sócio e exerça sua cidadania tricolor independente do que receberá em contrapartida, mas pelo fortalecimento da instituição. É triste quando ouvimos um tricolor dizendo coisas como “não sou sócio porque pra mim não vale a pena”. Esse tricolor está, claro, em seu direito, mas não é desse torcedor que o Fluminense mais carece. O clube precisa de torcedores que se associem simplesmente porque o clube precisa deles. Apenas por amor a essas três cores. O Fluminense foi salvo, no final dos anos 90, por sua torcida. E ele continua precisando dela para se manter forte contra todos os adversários poderosos.

Acolha o Fluminense. Vá sempre aos jogos, empurre o time para as vitórias! Defenda seu clube na internet, nas ruas e nos estádios independente da política. Compre apenas produtos licenciados. Prestigie as empresas parceiras e patrocinadores que investem na marca Fluminense. Jamais esmoreça na atitude de semear o orgulho de ser tricolor nas crianças e jovens de sua família.

O Fluminense precisa de todos nós. Porque o Fluminense somos todos nós.

Atual presidente do Flu, Mário Bittencourt pede apoio da torcida

Foto: Mailson Santana/FFC

O novo presidente do Fluminense, Mário Bittencourt, que tomou posse na última segunda-feira (10), verá o primeiro jogo da equipe como presidente de fato na próxima quinta-feira (13).

Depois disso o Campeonato irá parar por quase um mês. Na volta, o clube verde, branco e grená terá uma sequência de cinco de seus jogos em casa.

Visando uma sequência de vitórias e uma melhora na tabela, o presidente eleito conclamou a torcida para apoiar o Time Guerreiros nesta sequência:

O primeiro ano do uso do VAR no Campeonato Brasileiro tem trazido grande divergências nas marcações das jogadas, somado ainda ao tempo que tem demorado na análise do lance. Tais fatos vêm incomodando não só a midida especializada como também os torcedores em vídeo postado pelo parceiro Bate Papo Tricolor:

Prejudicado ? Posição do Flu sem o VAR seria melhor do que a atual

Foto: Divulgação

O primeiro ano do uso do VAR no Campeonato Brasileiro tem trazido grande divergências nas marcações das jogadas, somado ainda ao tempo que tem demorado na análise do lance. Tais fatos vêm incomodando não só a midida especializada como também os torcedores.

No caso do Fluminense então, a torcida vem questionando muito o uso do recurso, alegando que a “interferência” está prejudicando o Tricolor no Campeonato.

O fato é que a posição do clube das Laranjeiras muda caso tire as marcações oriundas do polêmico VAR.

Dados: Alexandre Siqueira

Atualmente o Flu ocupa a 13° colocação, com 7 pontos, sem o Var, o clube estaria na 12°, com 10 pontos.

Fonte: Alexandre Siqueira

Experiente, Ganso comenta relação com Moleques de Xerém: “Estou desfrutando muito”

Camisa 10 tricolor também elogiou a boa atuação de Diego Alves, que com boas defesas evitou a vitória do Fluminense no clássico

Foto: Mailson Santana / FFC

Diego Alves. O goleiro do Flamengo foi o nome do Fla-Flu deste último domingo, no Maracanã. Com uma grande atuação, o goleiro fez ótimas defesas, garantiu o empate em 0 a 0 e evitou que o Fluminense saísse de campo com os três pontos. Após a partida, Paulo Henrique Ganso, um dos principais nomes do elenco tricolor, elogiou o desempenho do atleta adversário e lamentou os dois pontos que a equipe deixou de conquistar.

“O mais importante seriam os três pontos. O Diego realmente fez duas ou três defesas muito bonitas, ele salvou o time do Flamengo. Eles tiveram uma bola na trave também, não podemos tirar os méritos deles, mas faltaram esses dois pontinhos pra gente”, disse.

Camisa 10 do time de Fernando Diniz, Ganso alia técnica com experiência. Perguntado sobre sua relação com os “Moleques de Xerém”, que vem sendo importantíssimos para o Fluminense em 2019, o meia disse ser ‘uma honra’ poder passar conhecimento para os jovens e enalteceu a qualidade da base tricolor.

“Uma honra passar um pouco da minha experiência. Estou desfrutando muito jogando com eles (jovens). Terminamos com cinco ou seis da base em campo. Mostra que a base de Xerém é muito forte”, finalizou.

Luciano exalta postura do time apesar dos atrasos salariais: “Estamos dando a vida”

Atacante revelou que Mário Bittencourt, novo presidente do Fluminense, bateu um papo com os atletas antes da partida

Foto: Mailson Santana / FFC

A situação financeira delicada que o Fluminense vive não é mais surpresa para ninguém. Porém, é sempre válido destacar a postura dos atletas com relação a essa realidade. Atualmente, são dois meses de salários atrasados e cinco de direito de imagem. Mas, apesar disso tudo, os jogadores seguem se doando em campo e jogando um bom futebol. Pelo menos é o que afirma Luciano, capitão da equipe no empate em 0 a 0 com o Flamengo. Após a partida, o atacante exaltou a hombridade dos atletas em seguir ‘dando a vida’ mesmo com os problemas extracampo e revelou que Mário Bittencourt, novo presidente do clube das Laranjeiras, conversou com o grupo antes do clássico.

“Questão de salário é complicada. Mesmo com tantos salários atrasados, não paramos de correr. Hoje tivemos conversa bacana com novo presidente. Precisam resolver o quanto antes. Pagaram uma parte de março. Estamos correndo, batalhando, com direito de imagem atrasado. Estamos dando a vida. Espero que o novo presidente dê jeito”, disse.

O atacante finalizou com perigo duas vezes e quase abriu o placar para o Fluminense, mas esbarrou nas boas defesas de Diego Alves. Perguntado sobre a atuação do goleiro adversário, Luciano afirmou que o arqueiro estava em uma noite inspirada e garantiu a igualdade no Maracanã.

“Diego Alves estava inspirado hoje, a gente poderia ter saído com três pontos. Tivemos mais chances claras, mas Diego ajudou o Flamengo com o empate”, concluiu.

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