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Fluminense pode ter várias mudanças para 2019

Marcos Júnior e Júlio César, por exemplo, dificilmente seguirão no clube.

Embora ainda tenha bastante coisa em jogo nesse final de 2018, o Fluminense já começa a pensar no seu futuro. E como aconteceu em 2018, 2019 deve ser de dificuldades para o Tricolor.

Com alguns jogadores do atual elenco em fim contrato, a direção do clube já começou a se mexer para renovar com os atletas, casos de: Gum, Rodolpho, Gilberto, Júlio César e Marcos Júnior.

Contudo, de acordo com informações do Canal Flunews, Marcos Júnior já teria um acordo com uma equipe japonesa e deve assinar com o time oriental em janeiro. Júlio César é outro que de acordo com o portal, não deve seguir no clube. Gilberto por sua vez depende da Fiorentina, clube que detém os direitos do atleta. Inclusive, o próprio jogador já tem ciência que sua permanência no Tricolor depende da Viola concordar com um novo empréstimo.

Ainda existe a possibilidade do clube perder alguns de seus titulares, casos de Ayrton Lucas e Richard, ambos pretendidos pelo Corinthians. Richard já chegou a ter o nome ligado também ao Cruzeiro.

Na contra mão disso, a diretoria já planeja a reposição das peças e já busca alternativas no mercado. Alguns nomes como João Ricardo e Norberto, ambos do América Mineiro, além de Élton do Bahia podem ser as novidades nas Laranjeiras em 2019.

 

foto: Nelson Perez

Meninas do Flu são derrotadas na estreia da Superliga de vôlei

Flu ainda saiu na frente, mas foram superadas nos três sets seguintes.

As meninas do Fluminense foram derrotadas pelo Pinheiros na estreia da Superliga feminina de vôlei por 3 sets a 1 (19×25, 25×22, 26×24 e 25×21).

Mesmo jogando fora do casa a equipe tricolor chegou a ganhar o primeiro set, mas foi superada nos três seguintes.

Agora o Fluminense terá duas partidas seguidas no Rio de Janeiro para buscar a reabilitação no campeonato. Na terça-feira (20) enfrentam Balneário Camboriú e na sexta-feira (23) o confronto é contra o Hinode Barueri, ambos na Hebraica, às 20h.

Os ingressos para ambos os confrontos terão uma promoção especial com o valor de R$5 (meia) e R$10 (inteira). Além disso, os 150 primeiros torcedores que comparecerem com a camisa tricolor ganharão um ingresso.

 

 

foto: Mailson Santana

Fluminense divulga nova parcial para jogo da Sul-Americana

Tricolor precisa reverter o placar de 2 a 0 construído pelo Furacão no primeiro jogo.

Apesar da péssima fase que o Fluminense vêm passando nas últimas rodadas, principalmente do Brasileirão, a torcida promete não abandonar o time na Sul-Americana, onde o Tricolor precisa reverter o placar de 2 a 0 construído pelo Furacão no primeiro jogo da semifinal.

Nesta sexta-feira (16) o clube das Laranjeiras divulgou mais uma parcial para o jogo decisivo do dia 28, com 25 mil bilhetes já adquiridos pelos torcedores.

Nova parcial foi divulgada na noite desta sexta-feira (16). (Foto: Divulgação)

A tendência é que o número aumente nos próximos dias, principalmente se o Fluzão superar a má fase e superar o Ceará na próxima segunda-feira (19) afastando praticamente qualquer chance de um novo rebaixamento.

 

foto: Divulgação

Senhores da Flusócio, o que vocês fizeram com o nosso Fluminense ?

Carta do grupo “Fluminense da Depressão” representanta o pensamento de grande parte da torcida.

Sei que a página é de humor, é pra rir, se divertir, mas chega uma hora que precisamos falar sério, cada dia que passa fica mais difícil sorrir com a situação que o clube se encontra.

Dispensaram 8 jogadores no início do ano pra aliviar a folha salarial, hoje esses jogadores estão com um processo na justiça contra o clube. O Marquinho por exemplo, ganhou na justiça o direito de receber 7,5 milhões do clube.

Cadê o dinheiro do Richarlison? Da venda do João Pedro? E os 5 milhões no Dourado que o Flamengo deveria depositar no meio do ano? Depositou? Tá aonde? Cadê o dinheiro das premiações da Sulamericana? E como ficou a situação do Scarpa? O Fluminense saiu de mãos abanando de novo? E o processo da Dry World? fornecedora canadense de uniformes, ela saiu sem pagar nada e o processo foi arquivado? E a Vitton 44 nossa patrocinadora em 2015? Pagou o que devia? E a Valle express? Saiu e ficou por isso mesmo?

De 2015 pra cá não faltou dinheiro entrando nos cofres do clube, inúmeras vendas de jogadores como Gerson, Kenedy, Marlon, Biro Biro, Wendel, Richarlison, João Pedro, Dourado, antecipação de cotas de TV e etc.

A pergunta que não quer calar, onde foi parar o dinheiro do Fluminense? Como o clube chegou nessa situação? Incompetência? Corrupção?

São muitas perguntas e nenhuma resposta, transparência não é uma palavra que a Flusócio gosta muito… O máximo que a gente tem é conselheiro debochando da torcida no Twitter, né senhor Fernando Moller? Danilo Félix? Guardem esses nomes.

E pros jogadores só deixo um recado, cobrem! Vocês estão no direito, pressionem ao máximo a diretoria, e mesmo estando em má fase, parabéns por jogarem esse tempo todo com salários atrasados, ouvindo promessas e mais promessas que não foram cumpridas, mesmo assim chegaram numa semifinal de sulamericana, dia 28 estamos com vocês! Obrigado por honrarem a camisa até onde deu, mas chega uma hora que cansa, entendemos.

E ao senhor Peter Siemsen, SEU MENTIROSO, você é o maior responsável por tudo isso.

Ao portais Explosão Tricolor FluNews NETFLU pedimos que continuem esse trabalho informando a torcida, sempre sendo oposição a esse grupo imundo chamado Flusócio, vocês são importantíssimos e representam a voz da torcida, muito obrigado. Saudações tricolores!

#ForaAbad
#ForaFlusócio

Abad Presidente
Fluminense Football Club
Flusócio

ST.

Por Fluminense da Depressão

Angioni define como “confortável” a situação do Flu no Brasileirão

Embora admita um certo temor, dirigente não acredita em riscos maiores ao Flu.

O diretor de futebol do Fluminense, Paulo Angioni concedeu uma coletiva nesta sexta-feira (16), onde abordou diversos assuntos. Dentre eles, o dirigente falou da péssima fase do tricolor no Brasileirão, que fez com que a equipe tivesse um desempenho de Z-4 nas últimas seis rodadas. 

Apesar de admitir um certo temor com a proximidade da degola, Angioni definiu a situação do Flu como “confortável”:

– Diante das afirmações dos matemáticos após a rodada, estamos em situação mais confortável. Com 44 pontos está fora do rebaixamento. Temos 12 pontos em disputa ainda. O retrospecto ruim traz temor. Mas acreditamos que podemos resolver isso antes das rodadas finais. O Fluminense teve bons resultados há pouco tempo, há chance de reverter esse quadro e vamos atrás disso. A rodada nos deu um pouco mais de certeza de que isso não vai nos preocupar tanto. Uma vitória simples sobre o Ceará nos livra dessa sombra – comentou o dirigente.

Vale ressaltar que a expectativa dentro do clube é de resolver a permanência na série A antes da partida de volta da Copa Sul-Americana, dia 28 contra o Atlético Paranaense.

 

foto: Lucas Merçon

Feminino do Flu inicia campanha na Superliga de vôlei

Estreia será fora de casa contra o Pinheiros.

A equipe de vôlei feminina do Fluminense inicia sua participação na Superliga 18/19 nesta sexta-feira (16) conta o Pinheiros, em São Paulo.

Buscando levar o torcedor para dar um apoio a mais para as guerreiras, o clube das Laranjeiras fez uma promoção onde distribuirá pulseiras para a área reservada ao Flu no ginásio do rival. E para o torcedor adquirir a cortesia, basta comparecer ao ginásio com o uniforme Fluzão. Mas atenção: a cortesia será distribuída apenas para os 60 primeiros torcedores à partir das 18h e 30.

Já a partida terá início às 20h.

 

foto: Mailson Santana

Cobrança por dívida esquenta o clima no vestiário do Flu

Marcos Júnior teria tido uma leve discussão com Angioni.

O clima no vestiário do Fluminense esquentou e muito depois da derrota de 3 a 0 para o Palmeiras. De acordo com Léo Burlá, do portal UOL Sports, Marcos Júnior representou o grupo e, cobrou pessoalmente o diretor de futebol do clube, Paulo Angioni, a dívida com o elenco, que já chega a dois meses de carteira e quatro de direitos de imagem.

A revolta se deu pelo fato da direção do clube ter prometido quitar parte do débito antes da partida contra o alviverde, o que não aconteceu.

De acordo com o portal Globoesporte.com Angioni foi quem tentou acalmar os ânimos dos atletas e teria iniciado uma leve discussão com Marcos Júnior, que teria dito a seguinte frase ao diretor: ” Apesar de eu ser teu amigo, eu vou cobrar (…) A gente está cansado de ter promessas”. Teria dito Marcos Júnior.

Ainda de acordo com o portal Globoesporte, a dívida da direção com o elenco Tricolor já chegou aos R$9 milhões, podendo chegar aos R$11 milhões de acrescido os impostos.

Há portanto a expectativa no clube que seja quitada parte dessa dívida até a próxima segunda-feira (19)

 

foto: Mailson Santana

Campanha pífia nas últimas rodadas faz Flu se preocupar com o Z-4

Diante do Palmeiras o Tricolor completou quatro partidas sem marcar gols.

O final de ano que parecia tranquilo e até de euforia com o possível título da Copa Sul-Americana passou a se tornar totalmente arriscado para o Tricolor.

Além de ter de reverter um placar de 2 a 0 diante do Atlético Paranaense pela semifinal da Copa Sul-Americana, o Flu vê a zona de rebaixamento cada vez mais próxima.

Depois da derrota para o Palmeiras por 3 a 0, o Flu foi ultrapassado pelo Bahia que venceu o Ceará por 2 a 1 e agora figura na 11° colocação, com 41 pontos.

Diante dessa situação, a partida contra o Ceará no próximo domingo (19) passou a ser tratada como uma verdadeira decisão. O problema é que diante do Palmeiras, o Flu completou seu quarto jogo seguido pelo Brasileirão sem balançar as redes do adversário, sendo o último gol do Tricolor no nacional tendo acontecido há 21 dias atrás, quando Luciano marcou o gol da vitória diante do Atlético Mineiro.

Os números gerais da sequência negativa são ainda piores. Nos últimos seis jogos, o Fluminense teve desempenho digno de Z-4, com 22,2% de aproveitamento: uma vitória, um empate e quatro derrotas.

 

foto: Lucas Merçon

A visão política do Fluminense FC por Ademar Arrais

Arrais foi conselheiro do clube entre 2014 e 2016 pelo grupo Ideal Tricolor.

Aos Amigos do Fluminense: 

Desde a última eleição estou afastado da política diária do Fluminense numa espécie de licença prêmio ou anos sabáticos. Confesso que esse afastamento não é o melhor caminho para o clube, não obstante estar sendo para mim.

A verdade é que mesmo afastado, a minha paixão pelo Clube e a minha amizade e meu respeito e carinho com quase todos, de todos os segmentos da política do Clube, fazem com que eu acompanhe sempre o que vem acontecendo de perto. Ocorre que, infelizmente, não temos nada de novo e muito menos surpreendente.

A cada dia aumenta assustadoramente o estado de degradação e de apequenamento do Fluminense, fruto de uma mentalidade e de atitudes tacanhas, medíocres, prepotentes, arrogantes e que sempre colocam interesses pessoais, de amigos e ou de segmentos acima dos interesses do Fluminense. Isso tudo com uma grande pitada de irresponsabilidade financeira, incompetência e incapacidade.

Abad e Flusocio sempre foram isso que está aí acima relatado. Não dá sequer para perder mais tempo em falar. Tenho mais o que fazer. Temos um clube dirigido por pessoas “especiais”. Contudo, a Flusocio sozinha nunca teria conseguido fazer toda essa destruição.

Não crítico nenhum segmento por ter feito acordo político-eleitoral com eles, inclusive porque já fiz e não me arrependo. Acordos político-eleitorais são feitos diante de uma conjuntura do momento, de uma perspectiva futura segundo a visão de cada um do que será melhor para o Clube. Entretanto, os interesses do Fluminense devem ser a base de qualquer acordo, ou seja, se depois da eleição o candidato é seu principal grupo resolvem fazer o que bem entendem, deve-se romper com eles e lutar pelo que for melhor para a instituição.

Nesse sentido, confesso que não consigo entender há anos, várias gestões, a postura dos representantes do esporte olímpico. Em todas as gestões que acompanhei o Olímpico vem ajudando e sendo decisivo para sustentação desse sistema podre e nojento de gestão do clube.

Isso não me causaria nenhum espanto nem maior indignação se com essa postura o Esporte Olímpico fosse visto e ajudado consideravelmente pelas respectivas Diretorias. Seria errado do mesmo jeito, mas compreensível pelo aspecto corporativo.

Ocorre que o que vem acontecendo é exatamente o contrário. O esporte olímpico há tempos vem sendo sucateado, não tem nenhum apoio substancial, fica sempre num décimo plano, sofre talvez como ninguém com a desorganização geral e em razão da indefinição estratégica dos esportes que terá apenas escolinha, que irá competir, que irá investir, acaba por ser acusado de contribuir com o déficit. Temos atletas treinando há séculos literalmente no escuro, fazendo rifas para poder participar de competições, etc..

Não estou criticando por criticar esse segmento tão importante para o Fluminense na minha visão. Ao revés, não apenas o Esporte Olímpico, mas acredito que todos os grupos e segmentos do Clube devem refletir o que tem feito para a efetiva melhora institucional do Fluminense, qual o seu nível de responsabilidade com a construção desse status quo caótico e como contribuir mesmo para mudanças sem radicalismos inconsequentes e isolacionistas, cedendo no que for possível e dialogando sempre.

Eu sou oriundo do Futebol, da arquibancada, mas isso não quer dizer que não queira os esportes olímpicos do Fluminense forte, com planejamento, com apoio, organizado e sempre campeão nos esportes que estivermos competindo. É inadmissível as pessoas que representam os esportes olímpicos continuarem promovendo a sua própria auto-destruição e do Clube em geral, sem qualquer espécie de reflexão ou questionamento interno ou com todos no Conselho Deliberativo.

A coisa já está num nível tão grave, que já percebo movimentos de segmentos ligados mais ao Futebol e até eventuais candidatos à presidência do Clube defendendo o fim dos esportes olímpicos do Fluminense, num processo político de “Nós” contra “Eles”. Não concordo com isso e acho que isso não encontra maiores ecos, porém é bom não facilitar, pois nada é impossível.

Todos que de alguma forma participam da política do Fluminense precisam refletir e lutar efetivamente por mudanças e melhorias. O melhor inclusive para o Fluminense, tamanha a gravidade dos seus problemas, seria a construção de uma chapa única para próxima eleição, com alicerce num projeto previamente discutido entre todos os segmentos e sem pessoas da Flusocio à frente de nada (não pelo aspecto da exclusão do processo, mas sim da necessidade de renovação e de oportunidade a quem, no mínimo, possui o benefício da dúvida) .

O Presidente do Fluminense não precisa ser um gênio, nem rico. Ele precisa apenas ter a capacidade de liderar um processo de transformação desde à mentalidade até as atitudes, precisa ser uma pessoa decente, verdadeira, honesta, de palavra e consequentemente de credibilidade. Todo o resto se ajeita através de um movimento coletivo transformador, onde o Presidente seja Presidente e não um Imperador.

Por: Ademar Arrais

Marcelo Oliveira admite necessidade de melhora e, pede o apoio da torcida

Impaciente, torcida vaiou o time ainda na primeira etapa.

Após empatar em 0 a 0 contra o Sport no Maracanã, o técnico do Fluminense, Marcelo Oliveira, reconheceu a necessidade de melhora da equipe Tricolor. Na visão do comandante, faltou mais agressividade pelos lados do campo:

– Precisamos melhorar os jogadores de lado para chegarem com mais precisão para decidir os jogos. Faltou a inspiração no mais importante. Se fizéssemos um gol mesmo sem atacar muito, estaríamos falando diferente – comentou o treinador.

Marcelo também pediu o apoio da torcida, que insatisfeita vaiou o time ainda no primeiro tempo:

– Às vezes há uma precipitação nessa questão de vaias. No Uruguai, o Nacional foi eliminado e não foi vaiado. A torcida cantou até o fim, me impressionou. Flu se acostumou a grandes conquistas e precisa conviver com o futebol atual, muito acirrado para todos. O apoio nesse momento, e contra o Atlético-PR, será muito importante – completou o treinador, que frisou ter se incomodado mais com as vais depois do apito final.

 

foto: Mailson Santana

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