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Flu atualiza informações sobre o projeto do grupo sub-23

O Fluminense informa que aguarda decisão da CBF referente ao calendário esportivo para a categoria Sub-23, mas mantém o projeto na gestão, mesmo que seja necessária uma suspensão temporária, caso a competição não se realize em função da pandemia da Covid-19. O elenco segue a rotina de treinos online ministrados por sua comissão técnica, nos mesmos moldes das atividades executadas pela equipe principal do Tricolor. O campo três do CT Carlos Castilho está em fase de conclusão para a melhor acomodação dessa modalidade e também do elenco principal.

Sub-18 e Sub-17 do Flu: zagueiro e meia-atacante falam sobre apoio da família durante quarentena

Em meio à pandemia do novo coronavírus, os atletas vão encontrando formas de manter a rotina de exercícios em casa. E não é diferente com o zagueiro João Cipriano e o meia-atacante Welinton, das categorias de base do Fluminense.

Em contato com o Globo Esporte os jogadores contaram como tem sido esse período de quarentena, em que o suporte da família tem sido a principal ajuda – não só emocionalmente, mas fisicamente também.

Titular do time sub-18 e da Copinha no início deste ano, Cipriano, aos 17 anos, ganhou uma espécie de preparador físico particular (veja no vídeo abaixo). Trata-se de seu irmão mais velho, Eduardo, de 26 anos, ex-jogador (se destacou no Criciúma, mas parou cedo por conta de duas graves lesões no joelho) e um de seus principais incentivadores na carreira:

– Ele busca me auxiliar sempre nas partes que eu preciso melhorar, seja dentro e fora de campo, para que eu possa estar sempre melhorando nas minhas deficiências e minimizando os erros. Quanto aos treinos, ele tenta sempre diversificar para trabalhar todas as partes – contou o zagueiro, que está junto à família em Brusque, Santa Catarina.

Já Welinton tem contado com uma ajuda em dose dupla: do pai, Odair, e do padrinho, Júlio César. O jovem de 16 anos chegou ao Fluminense no início deste ano para integrar a equipe sub-17 e está em sua cidade natal, Jaguaruna, também em Santa Catarina.

– Meu padrinho treina comigo e passa os treinos, ele tem um amigo preparado físico que manda os treinos semanais para ele, e meu pai ajuda com todo o trabalho. Estão sempre revezando e conversando pra ajudar nas coisas – contou.

Fonte: Globo Esporte

Flu repetiu a escalação só duas vezes em 2020

Bom rendimento no Campeonato Carioca, eliminação na Sul-Americana e dificuldades na Copa do Brasil. Assim vinha sendo o ano do Fluminense antes da paralisação causada pela pandemia do novo coronavírus. Nos 15 jogos disputados, foram 30 jogadores utilizados e apenas duas repetições nas escalações, evidenciando uma falta de sequência no time. Alguns fatores explicam essa mudança constante. Um deles é a mudança não só no treinador, mas em muitos jogadores do elenco principal. Portanto, o trabalho foi iniciado praticamente do zero.

O técnico Odair Hellmann conseguiu repetir duas formações nesse período que esteve à frente do Flu. Primeiro, na vitória por 1 a 0 contra o Flamengo e depois no empate por 1 a 1 com o Unión La Calera, na Sul-Americana. Muriel; Gilberto, Digão, Luccas Claro e Egídio; Henrique, Hudson e Yago Felipe; Nenê, Miguel e Matheus Alessandro estavam naquele time. Depois, nos clássicos contra o Botafogo, com vitória por 3 a 0, e em mais um com o Fla, na derrota por 3 a 2. Nas ocasiões, os escolhidos foram Muriel, Gilberto, Luccas Claro, Digão e Egídio; Henrique, Yuri e Nenê; Wellington Silva, Marcos Paulo e Evanilson.

Dentre os atletas que começaram as partidas no banco de reservas e foram opções de Odair, o mais utilizado foi Paulo Henrique Ganso. Depois da estreia no início de fevereiro, ele entrou oito vezes em campo, nenhuma como titular. Em seguida, Fernando Pacheco foi seis vezes escolhido para entrar. Miguel e Caio Paulista tem com quatro jogos cada saindo da reserva. No entanto, Miguel, com 435 minutos, foi o que passou mais tempo em campo. Pacheco teve 280 minutos, Ganso jogou 158 e Caio 127.

Em algumas entrevistas ao longo dos primeiros meses do ano, o técnico do Flu deixou claro que não tem problemas em rodar o elenco pois entende que todas as escalações escolhidas “são as melhores que eu tenho à disposição naquele momento”. Vale ressaltar que algumas lesões e constantes disputas pelas posições dificultaram no processo de apontar uma formação ideal.

E quem mais jogou?

A escalação com os jogadores mais utilizados teria Muriel (13 jogos, 1170 minutos); Gilberto (12 jogos, 1024 minutos), Luccas Claro (8 jogos, 720 minutos), Digão (10 jogos, 897 minutos) e Egídio (11 jogos, 990 minutos); Yago Felipe (10 jogos, 770 minutos), Hudson (10 jogos, 883 minutos), Henrique (7 jogos, 617 minutos) e Nenê (13 jogos, 1058 minutos); Marcos Paulo (10 jogos, 700 minutos) e Evanilson (9 jogos, 708 minutos).

Esta, no entanto, também não representa a escalação vista como ideal neste momento. No caso da zaga, a dupla que terminou como titular antes da parada tinha Nino e Matheus Ferraz. O primeiro esteve na Seleção Olímpica e, por isso, jogou menos jogos. O segundo retornou há pouco de lesão grave e ainda buscava maior sequência. No meio, existe a expectativa se Ganso e Nenê podem jogar juntos, e uma briga de Yuri por espaço. No ataque a tendência é que se utilize três nomes, com Wellington Silva e Fernando Pacheco no páreo.Veja todas as escalações do Fluminense em 2020:

Cabofriense 0x1 Fluminense – Elcyr Resende – Taça Guanabara
Marcos Felipe, Gilberto, Matheus Ferraz, Luccas Claro e Orinho; Yuri (Pablo Dyego), Hudson, Dodi e Nenê; Lucas Barcelos (Matheus Alessandro) e Felippe Cardoso (Miguel).

Fluminense 2×0 Portuguesa – Maracanã – Taça Guanabara
Marcos Felipe, Gilberto (Igor Julião), Matheus Ferraz, Luccas Claro e Orinho; Hudson, Dodi e Nenê; Matheus Alessandro (Pablo Dyego), Lucas Barcelos e Felippe Cardoso (Miguel)

Bangu 1×5 Fluminense – Moça Bonita – Taça Guanabara
Muriel, Igor Julião, Digão, Luccas Claro e Orinho; Henrique, Yago Felipe (Gabriel Capixaba) e Dodi; Matheus Alessandro, Lucas Barcelos (Fellipe Cardoso) e Miguel (Matheus Pato)

Flamengo 0x1 Fluminense – Maracanã – Taça Guanabara
Muriel; Gilberto, Digão, Luccas Claro e Egídio; Henrique, Hudson (Dodi) e Yago; Nenê, Miguel (Felippe Cardoso) e Matheus Alessandro (Lucas Barcelos)

Fluminense 0x1 Boavista – Maracanã – Taça Guanabara
Muriel; Gilberto, Digão, Matheus Ferraz e Orinho; Yuri (Matheus Alessandro), Hudson e Gabriel Capixaba (Michel Araújo); Yago, Miguel e Felippe Cardoso (Nenê)

Fluminense 1×1 Unión La Calera – Maracanã – Sul-Americana
Muriel, Gilberto, Luccas Claro, Digão e Egídio; Henrique, Hudson, Yago Felipe (Marcos Paulo), Matheus Alessandro (Evanilson), Miguel (Michel Araújo); Nenê

Fluminense 3×0 Botafogo – Maracanã – Taça Guanabara
Muriel, Gilberto, Luccas Claro, Digão e Egídio; Henrique, Yuri (Fernando Pacheco) e Nenê (Ganso); Wellington Silva (Caio Paulista), Marcos Paulo e Evanílson

Fluminense 2×3 Flamengo – Maracanã – Taça Guanabara
Muriel, Gilberto, Luccas Claro, Digão e Egídio; Henrique (Ganso), Yuri e Nenê; Wellington Silva (Fernando Pacheco), Marcos Paulo (Caio Paulista) e Evanílson

Unión La Calera 0x0 Fluminense – Nicolás Chahuán – Sul-Americana
Muriel; Gilberto, Luccas Claro, Digão e Egídio; Henrique (Matheus Alessandro), Yuri e Nenê; Caio Paulista (Michel Araújo), Evanilson e Marcos Paulo (Ganso)

Moto Clube 2×4 Fluminense – Castelão – Copa do Brasil
Muriel, Gilberto, Nino, Digão e Egídio; Henrique, Yuri (Ganso), Nenê; Wellington Silva (Yago Felipe), Fernando Pacheco (Marcos Paulo) e Evanilson

Fluminense 5×1 Madureira – Maracanã – Taça Rio
Muriel, Igor Julião, Nino, Digão e Egídio; Yuri (Miguel), Hudson e Yago Felipe; Marcos Paulo, Wellington Silva (Caio Paulista) e Evanílson (Fernando Pacheco)

Fluminense 2×0 Botafogo-PB – Maracanã – Copa do Brasil
Muriel, Gilberto, Nino, Digão (Matheus Ferraz) e Egídio; Hudson, Yago Felipe e Nenê (Ganso); Wellington Silva (Fernando Pacheco), Marcos Paulo e Evanilson

Fluminense 4×0 Resende – Maracanã – Taça Rio
Muriel, Gilberto, Nino, Matheus Ferraz e Orinho; Hudson (Dodi), Yago Felipe e Nenê (Miguel); Wellington Silva, Fernando Pacheco e Marcos Paulo (Ganso)

Figueirense 1×0 Fluminense – Orlando Scarpelli – Copa do Brasil
Muriel, Gilberto (Igor Julião), Nino, Matheus Ferraz e Egídio; Hudson, Yago Felipe e Nenê; Wellington Silva (Ganso), Marcos Paulo (Fernando Pacheco) e Evanilson

Vasco 0x2 Fluminense – Maracanã – Taça Rio
Muriel; Igor Julião, Nino, Matheus Ferraz e Egídio; Hudson , Yago e Nenê; Wellington Silva (Caio Paulista) , Evanilson (Ganso) e Marcos Paulo (Fernando Pacheco)

Fonte: Terra

Nenê participa de live do Flu na próxima quarta-feira

Na próxima quarta-feira, o Fluminense irá realizar uma transmissão ao vivo, com o meia Nenê. Artilheiro da temporada, ele estará no canal oficial do clube no Youtube para responder perguntas e falar com os torcedores a partir de 19h30 (de Brasília).

Ninguém foi mais decisivo do que Nenê no Fluminense em 2020. Ele marcou nove gols e deu duas assistências nas 13 partidas em que jogou e está apenas atrás do goleiro Muriel em minutos jogados nesta temporada.

O Flu tem realizado algumas ações nas redes sociais para buscar mais engajamento nas redes sociais durante esse período da pandemia do novo coronavírus. Esta é mais uma live organizada pelo clube, que promoveu no último domingo um encontro virtual entre os campeões cariocas de 1995 Ailton, Cadu e Ronald.

Fonte: Yahoo Esportes

Meia-atacante do Flu doa cestas básicas para comunidade carente no Rio

Meia-atacante faz leilão de camisas autografadas para angariar fundos em ação beneficente

O meia-atacante Gabriel Capixaba, do Fluminense, decidiu dar a sua contribuição na crise causada pela pandemia do coronavírus. O jovem, de 22 anos, sorteou duas camisas autografadas e criou uma vaquinha pela internet para angariar fundos para comprar cestas básicas para uma comunidade carente do Rio de Janeiro. Os mantimentos foram distribuídos no Parque Arará, em Benfica, na Zona Norte da cidade, e ele mostrou a entrega em vídeo nas redes sociais:

– No dia 8 de maio de 2020, foi realizado a entrega das cestas básicas. E, meu muito obrigado a todos que doaram na “vakinha”, ajudando a realizar essa ação incrível!! Até a próxima❤️ – escreveu.

Fonte: Globo Esporte

Pensando na segurança dos jogadores ao retorno das atividades, Flu acelera construção de campo 3 do CT

O Fluminense ainda trata com bastante cautela a possibilidade de voltar aos treinos presenciais em meio à pandemia do coronavírus. Mas isso não significa que a diretoria já não esteja planejando a melhor forma de retomar as atividades quando tiver o aval dos órgãos governamentais e de saúde.

E uma das ideias foi acelerar a construção do campo três do CT Carlos Castilho, mantendo as obras na quarentena. Assim, o clube poderá dividir mais o elenco e aumentar o distanciamento entre os jogadores para minimizar os riscos de contaminação.

– As obras do terceiro campo não pararam. Seguimos fazendo o terceiro campo para, quando voltar da paralisação, termos ele já pronto. É algo que vai nos ajudar ainda mais a ter o distanciamento. Não sei se vamos ter (concluído a obra a tempo), mas estamos trabalhando para isso – revelou o presidente tricolor Mário Bittencourt ao Globo Esporte.

Fonte: Globo Esporte

“Em 9 meses da nossa gestão, conseguimos quitar 12 meses de salários” Mário falar sobre acordos e redução salarial no Flu

Presidente do Flu, Mário Bittencourt, falou sobre os acordos de redução salarial feitos pelos jogadores:

“Quando a gente assumiu tinha quase três meses de salário atrasado e o 13º de 2018. Em 9 meses da nossa gestão, a gente conseguiu quitar 12 meses de salários. Sendo muito honesto e transparente, é óbvio que ainda exite buraco, mas em respeito ao trabalho que vem sendo feito o primeiro ato deles foi esse. Com essas pessoas se fez acordos individuais, baseado no artigo 444 (CLT), e em razão disso se teve um alívio na folha.”

Tricolores relembram sensação no momento do Gol de Barriga

Onde você estava no dia 25 de junho de 1995? Todo torcedor do Fluminense que viveu esse dia lembra de cada detalhe daquela decisão inesquecível. A vitória por 3 a 2 sobre o Flamengo, que deu o 29º título carioca ao Tricolor, é atração neste domingo (17), às 14h (de Brasília), na Band.

E, para esta partida, o Fluminense preparou uma ação – parte da comemoração dos 25 anos deste título – com venda simbólica de ingressos para este jogo (R$ 3,50 para sócios e R$ 7,00 para não-sócios). Toda a renda será revertida para a compra de cestas básicas aos funcionários do clube.

Antes de reviver este momento na TV, é hora de reviver na memória. Quatro tricolores presentes no estádio no dia contam qual foi o sentimento no momento em que viram aquela bola chutada cruzada pelo Aílton desviar na barriga de Renato Gaúcho e estufar a rede.

Luis Cesar Horta de Castro, 51 anos
Eu estava presente, ansioso para poder gritar “é campeão” in loco mais uma vez. Estive na arquibancada nos dois anos anteriores quando ficamos com o vice. Eu torcia muito para que a gente quebrasse nosso jejum. E quando aquela bola entrou a sensação que eu tive foi um misto de incredulidade inicial e, como disse o próprio Renato Gaúcho, misturado com um orgasmo. No final do jogo, eu estava todo molhado por ter rolado na arquibancada – choveu muito aquele dia -, mas com uma sensação de alívio pelo fim daquele período ingrato de espera.

Marcelo Antunes, 39 anos
Fugi de casa dois dias antes para ir ao jogo escondido. Fiquei nas cadeiras, no meio da torcida deles. Quase não tinha tricolor perto de mim, só um cara que não torcia para nenhum dos dois times e havia levado a filha ao estádio. Quando sofremos o empate, fiquei desanimado. Porém, quando aquela bola entrou, eu, sinceramente, não acreditei. Não vi direito. Só acreditei de verdade quando esse cara que eu nem conhecia me pegou e jogou para o alto, comemorando comigo. Mesmo assim, a sensação ainda era de incredulidade, até o apito final. Foi o primeiro grande título da minha geração. Inesquecível.

Mitchell Galdino, 35 anos
Eu tinha 10 anos e estava começando a entender de futebol. Foi a minha primeira vez no Maracanã. Eu estava na geral, com um tio meu, e lembro de não conseguir ver direito os dois primeiros gols porque estava do lado oposto. Quando levamos o empate, meu tio quis ir embora, mas um senhor do meu lado falou para gente que se saísse um gol, o título era nosso. A gente foi para perto do corredor de saída da geral e o gol saiu. Lembro que veio um misto de felicidade com apreensão, fiquei meio que sem entender nada. Quando penso no que senti aquele dia fico muito emocionado. Um gol como esse transforma qualquer pessoa. Saí de lá sendo o torcedor que sou hoje. Eu não era tão próximo do futebol e de lá para cá, tudo mudou. Arrepia só de lembrar.

Nader Couri, 63 anos
Confesso que quando tomamos o empate e com um jogador a menos, fiquei desanimado. O jogo estava acabando e eu estava ficando sem esperanças. Foi quando veio aquele lance. A torcida levantou, vi o cruzamento do Aílton e a rede estufando. Por alguns segundos não acreditei. A ficha demorou para cair. Quando pensei em começar a pular, fui acertado por uma bandeira e arrancou o meu óculos. Todo mundo comemorando muito e eu procurando meus óculos, mas ao mesmo tempo chorando de emoção. Encontrei meus óculos, mas já não enxergava nada. Foi abraços, choro e tudo mais. O momento continua muito vivo na minha cabeça.

Assim como Luis Cesar, Marcelo, Mitchell e Nader, milhares de tricolores viveram aquele momento no Maracanã em 1995. Neste domingo (17/05), a ação feita pelo Fluminense proporciona a chance de quem esteve lá reviver este momento e, quem não esteve, participar de uma maneira diferente. Sócios podem fazer check-in normalmente pelo Portal do Sócio e não-sócios podem adquirir seu ingresso pelo site fluminensefc.futebolcard.com.


FluAcre entra na “Corrente Tricolor”

Torcida iniciou campanha para produção de cestas básicas

A torcida FluAcre entrou na “Corrente Tricolor” e, desde terça-feira (12/05), está em campanha para arrecadação de alimentos que vão ajudar diversas famílias em dificuldade por conta da Covid-19, no estado do Acre. O projeto, que tem a parceria da Central Única das Favelas (CUFA) e o Grupo Lado Norte, prevê um sistema em etapas, com opções para doações de cestas básicas, produtos de higiene e limpeza; ou qualquer quantia em dinheiro, até o dia 21 de maio. O que for recolhido será entregue no dia 23 de maio.

Saiba como participar:

Para doar cestas básicas e produtos de higiene e limpeza é só ligar:

(68)99953-7086 – (68) 99972-3122

Para doar qualquer quantia em dinheiro:

Banco do brasil

Conta poupança

Ag: 2359-0

Conta Poupança: 205140-0

Favorecido: José Alberto Júnior

Caixa econômica

Conta poupança

Ag: 0534

Conta Poupança: 136577-6 op:13

Favorecido: Ester da Silva Anedino

Para deixar sua doação

Ponto de coleta:

Casa do JR Trz – TRZ Grffiti Shop

Rua Fragoso Monteiro, 579 – Santa Quitéria (prox. Ao Horto Florestal)

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