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Ex goleiro do Flu comenta sobre volta para o time, Thiago Silva e final trágico da Libertadores em 2008

O goleiro Fernando Henrique, titular do Flu na campanha do vice-campeonato da Copa Libertadores em 2008, relembrou do clima do vestiário do time após a derrota para o LDU (EQU), nos pênaltis, no Maraca.

– Depois do jogo foi um clima terrível, todo mundo desolado. Eu lembro que o Renato (Gaúcho) saiu do vestiário a Carol Portaluppi, filha dele, ainda bem pequena e chorando bastante. Para todos nós foi bem triste, acho que pelo que fizemos no campeonato naquela edição da Libertadores foi um final trágico – disse.

O ex goleiro comentou sobre voltar ao Flu:

” – Já joguei no Fluminense, mas eu gostaria de voltar para lá para encerrar minha carreira. Não tenho vontade de jogar em outro time. Se por acaso, se for pensar mais longe, com certeza seria voltar para o Fluminense.”

E sobre a preocupação de Thiago Silva sobre o Flu, na época:

” – Ele já tinha sido vendido para o Milan, mas estava jogando pelo Fluminense, e a gente estava naquela de cair ou não, e lembro que ele chorava, pedia pra gente não cair, que a gente não ia cair. O cara já estava vendido para o Milan, qual a preocupação dele de cair ou não? Ele já tava vendido. Isso que tornou e torna ele diferenciado. Às vezes a pessoa vê o momento do choro… O Brasil não ia ganhar ou perder por causa do choro dele. As pessoas se apegam em pequenas coisas e às vezes nem sabem o que estão falando.”

“Estamos bem tranquilos em relação a isso” vice-presidente do Náutico declara sobre interesse do Flu em jogador

Segundo empresário de Jean Carlos, destaque do Náutico, o jogador teria recebido sondagens do Flu e outros clubes.

Jean, 28, marcou 6 gols e 4 assistências em 13 partidas.

No entanto, a diretoria se mostra tranquila em relação ao jogador. Confira:

— Essa questão de Jean é muito natural. Ele é um jogador de destaque no futebol brasileiro. Na minha opinião e da maioria das pessoas que acompanham de perto o futebol pernambucano é um dos principais jogadores no cenário nacional. Está muito bem. Estamos bem tranquilos em relação a isso, os contratos que fazemos são muito seguros e que a gente trata como forma muito tranquila e clara com os atletas. A grande questão é os atletas estarem felizes no clube. E Jean está muito feliz aqui. Não é uma sondagem que vai tirar a cabeça dele daqui. A gente projeta contar com Jean, seguir o ano e que ele ajude muito a gente. Que ano que vem ele esteja jogando a Série A, mas pelo Náutico – falou
Vice-presidente da agremiação pernambucana Diógenes Braga em entrevista à Rádio Jornal.

Foto: Léo Lemos/CNC

Flu doa cestas básicas para funcionários do CT Carlos Castilho

Para ajudar no pagamento de funcionários que receberão menos por conta da pandemia do novo coronavírus, diretores, gerentes e prestadores de serviço do Flu aceitaram a redução salarial de 15%. Além disso, a comissão técnica juntou-se a fim de doar cestas básicas para empregados humildes, do CT Carlos Castilho (que está fechado desde o dia 16 de Março).

Essa ação não é pontual, isso porque já se repetiu em outros momentos de dificuldade financeira do clube.

Atualmente, o Fluminense ainda não conseguiu pagar os salários de fevereiro e os funcionários PJ ainda não receberam 20% do mês de janeiro. Assim, alguns estão tendo que contar com a solidariedade para seguir vivendo normalmente mesmo com o coronavírus.

Com o Campeonato Carioca suspenso até o fim de abril, na última sexta-feira o Fluminense prorrogou a paralisação de todas as atividades do clube por tempo indeterminado.

Mário sinaliza que clubes aguardam o Governo Federal ajudá-los para evitar grandes prejuízos

O presidente do FluminenseMário Bittencourt, se pronunciou como porta-voz clubes de futebol no Brasil, depois do acordo firmado entre eles para a concessão de férias coletivas a todos os jogadores, até o dia 20 de abril. A negociação se deu em meio à paralisação de jogos durante a pandemia do novo coronavírus.

Em vídeo divulgado neste sábado, o advogado lamentou que a proposta de redução salarial em 25% para os atletas não tenha sido aprovada pelos mesmos e os 21 sindicatos que os representam, mas comemorou a força dos clubes na manutenção do calendário do futebol junto à CBF.

Mário Bittencourt sinalizou que os clubes aguardam o que o Governo Federal pretende fazer para ajudá-los a evitar grandes prejuízos.

– Isso não impede que a gente siga conversando. Os clubes marcaram novas conversas nesses 20 dias para tentar uma outra posição. Esperar quem sabe uma medida do próprio governo com relação a esse período de crise. Não só na saúde, mas também econômica – afirmou.

Além disso, o presidente tricolor ressaltou a importância da manutenção do calendário brasileiro, e confirmou que na reunião com a CBF ficou claro que a ideia é manter o Brasileiro no formato atual e ainda disputar os jogos restantes do Estadual.

– Acabamos não conseguindo êxito com todos os jogadores do país, mas considero uma vitória a união dos clubes. Todos concordaram em preservar o calendário do Campeonato Brasileiro, para que a gente possa ter um lastro no fim do ano, e preservar o término dos Estaduais, e o Brasileiro em pontos corridos em 38 rodadas. Ficamos satisfeitos com a união dos clubes e entidades.

Fonte: O Globo

Psicóloga faz sugestões para atletas em isolamento

Em entrevista ao site oficial do Flu, Emily Gonçalves,
psicóloga, fez sugestões para atletas tricolores que moram sozinhos, confira:

– Atletas, de modo geral, têm algumas características de vida que, teoricamente, os tornam mais acostumados a viver com mais independência. A idade em que saem de casa para buscar o sonho e, até mesmo o dia a dia de viagens e jogos. Mas o isolamento completo, ainda sem data confirmada para o término, é sempre um caso de atenção para qualquer pessoa. Sugiro que as pessoas que estão nessas condições procurem sempre conversar com parentes e amigos por videoconferência ou telefone, procurar arejar a casa, deixando a luz do dia entrar, fazer atividades físicas e de lazer da sua preferência. Ouvir música, ver filmes com temas leves também são bons caminhos – alertou Emily.

FOTO DE MAILSON SANTANA/FLUMINENSE FC

Nenê aparece entre os nomes que mais marcam e dão assistência em ranking

Ranking do Espião Estatístico elenca atletas que mais marcam ou dão assistência quando seus times estão empatando ou perdendo por um gol de diferença

O Espião Estatístico resolveu recorrer aos dados para saber quais foram os jogadores mais decisivos deste início de ano. Empatados, Gabriel, do Flamengo, e Nenê, do Flu, ocupam a dianteira do ranking, com sete lances decisivos cada.

Tanto Gabigol quanto Nenê marcaram cinco gols e deram duas assistências decisivas cada. A diferença a favor do atacante do Flamengo é que ele precisou de menos tempo em campo para atingir esta meta. Enquanto Gabriel precisou de 138 minutos em campo para gerar um lance decisivo, Nenê jogou 163 minutos para cada um de seus sete lances.

Os gols decisivos de Gabigol foram marcados contra Resende, Madureira, Boavista, Independiente Del Valle e Cabobriense. Os de Nenê vieram contra Cabofriense, Portuguesa, Flamengo, Botafogo e Moto Club.

Fonte: Globo Esporte

Conca, F.Pacheco, Petkovic: confira a lista de estrangeiros que marcaram o Flu

Em meio a paralisação do futebol por conta da crise do Coronavírus, o portal O Lance! fez um levantamento de dez estrangeiros que tiveram uma passagem um tanto quanto marcante pelo Fluminense.

O portal ainda separou um 11° nome, uma espécie de bônus.

Asprilla (2001) – O colombiano chegou ao Fluminense em outubro de 2000. Permaneceu até junho do ano seguinte, disputando 20 jogos e marcando oito gols. Além do Tricolor, tambem jogou pelo Palmeiras.

Andjel (2001) – O sérvio é o mais desconhecido da lista. Ele disputou 15 jogos pelo Fluminense e marcou três gols. O fato mais marcante de sua passagem foi de ter sido preso no Galeão, ao tentar embarcar para a Suíça, com US$ 32 mil escondidos no sapato

Petkovic (2005 à 2006) – Ídolo do Flamengo e com boa passagem pelo Vasco, o sérvio também fez bonito com a camisa tricolor. Em 61 jogos marcou 18 gols.

Conca (2008 à 2011 e 2014 à 2015) – Ídolo da torcida, o argentino campeão brasileiro em 2010 defendeu o Tricolor em 272 jogos e marcou 56 gols.

Equi González (2009 à 2010) – Contratado junto ao Rosário-ARG, o meia argentino não conseguiu brilhar pelo Fluminense. Foram apenas 18 partidas e dois gols marcados.

Martinuccio (2011 à 2012) – O argentino foi contratado com pompa após brilhar na Libertadores pelo Peñarol, vice-campeão para o Santos. No entanto, não repetiu as atuações, sendo constantemente emprestado pelo Fluminense. Entrou em campo em apenas 15 partida e marcou um gol. Atualmente está sem clube.

Lanzini (2011 à 2012) – Emprestado pelo River Plate, o argentino chegou ao Fluminense com 18 anos. Pelo Tricolor disputou 42 jogos e marcou dois gols. Hoje defende o West Ham, da Inglaterra.

Sornoza (2017 à 2018) – Assim como Martinuccio, o equatoriano foi contratado após ser vice-campeão da Libertadores, só que pelo Independiente Del Valle. Disputou 98 jogos pelo Fluminense e balançou as redes 10 vezes. Atualmente defende a LDU-EQU.

Yony (2019) – Com 17 gols, o colombiano foi o artilheiro do Fluminense no ano passado, entrando em campo em 62 jogos. Ao fim de 2019, não acertou a renovação de contrato e fechou com o Benfica. Sem ter jogado pelo clube português, foi cedido ao Corinthians.

Fernando Pacheco (2020) – O peruano é o décimo estrangeiro a marcar com a camisa do Fluminense. O atacante precisou de oitos jogos para balançar as redes e terá tempo para aumentar esses números, já que tem contrato até 2023.

Bônus: Deco (2010 à 2013) – O meia nasceu no Brasil, mas se naturalizou português e se não fosse o Fluminense, faria a carreira inteira na Europa. Pelo Tricolor conquistou dois Brasileiros (2010 e 2012) e um Carioca (2012), disputando 92 jogos e marcando sete gols.

Confira possíveis novos uniformes de treino do Flu

Imagens com dois modelos da nova coleção e etiquetas da Umbro circulam nas redes sociais

Nesta terça-feira, começaram a circular nas redes sociais fotos de dois modelos de treino: um todo grená, e outro verde com grená degradê. As duas peças estão com etiqueta da Umbro, e o GloboEsporte.com confirmou que são oficiais, confira:

Retrospectiva 2020 do Flu

GloboEsporte.com montou retrospectiva do 2020 tricolor na palavra dos principais personagens do dia a dia do clube

Pouco menos de três meses de bola rolando no futebol brasileiro até a paralisação, mas um Fluminense agitado e com novidades, dentro e fora de campo.

Com declarações dos principais personagens do Tricolor, o GloboEsporte.com preparou uma retrospectiva com tudo o que de mais importante aconteceu no clube antes da pandemia do coronavírus, que interrompeu o esporte no Brasil e no mundo.

“É UM PRAZER ESTAR AQUI”


O ano de 2020 começou com novidade no comando para o torcedor do Fluminense.
Odair Hellmann foi o escolhido pela diretoria para assumir trabalho deixado por Marcão.
“É um prazer estar aqui. Prazer imenso poder voltar a este clube, em que tive passagem como jogador, em um momento difícil que o clube atravessava. E vivemos final feliz. A primeira passagem aqui foi maravilhosa pessoalmente e profissionalmente. Voltar hoje é motivo de muito orgulho, satisfação e honra. Tenho certeza que faremos um bom trabalho para termos um mesmo final feliz”.

“FICOU BOA, HEIN?”


Assim Hudson brincou na primeira vez que vestiu a camisa do Fluminense. Reforço, o volante começou bem o ano, chegou a ser barrado, mas recuperou a vaga e assumiu a faixa de capitão com a lesão de Digão, virando um dos pilares de Odair.
Além dele, o clube foi criativo no mercado: entre as caras novas, os gringos Fernando Pacheco e Michel Araújo, o lateral-esquerdo Egídio, o volante Henrique e o atacante Wellington Silva.

“Oportunidade em um grande clube. Participar de um projeto com pessoas sérias. E também poder ajudar o Fluminense. Quando teve o contato, eu não tive dúvidas. Assim que começou (a negociação), torci para o São Paulo tratar de forma tranquila e foi assim que aconteceu”, disse Hudson.

“MERECÍAMOS TER PASSADO”


Em campo, bom desempenho na Taça Guanabara. Dono da melhor campanha do estadual, porém, o Tricolor parou no Flamengo na semifinal.
O Fluminense chegou a levar 3 a 0, mostrou poder de recuperação, mas perdeu a vaga na decisão com um 3 a 2 ao apito final.
“Por todo o conjunto dos 98 minutos, nós merecíamos ter empatado o jogo e nos classificado. Apesar de o Flamengo ter feito um 1º tempo bem melhor, na minha concepção, nosso 2º tempo foi muito melhor e nós produzimos, botamos a bola para a rede e fizemos quatro, mas valeu dois. E em outra o Evanilson esteve na cara do gol. E essa produção contra um time organizado, estabilizado e com um nível de qualidade que o Flamengo tem, mostra o caminho que estamos e que precisamos traçar. Temos um parâmetro alto e é esse parâmetro que devemos seguir”, lamentou Odair.

A fase na Taça Rio segue boa: líder do Grupo A, com nove pontos, o Tricolor tem o melhor aproveitamento da classificação geral do Carioca.

“Ô, TITE, CHAMA NÓIS”


Um jogador em especial aproveitou as mudanças no Fluminense e se apresentou em grande nível até aqui: Nenê.
Em 13 jogos, o veterano de 38 anos marcou nove gols e despontou como símbolo de superação do time de Odair.
Deu até para brincar com seleção brasileira:
“Para a principal eu nunca fui… Não sei se ainda tenho idade para isso, mas se fosse viver um momento, um amistoso, quem sabe? Ô, Tite, vamos lá, chama nóis”.

“TEM QUE DOER”


O primeiro grande tropeço veio exatamente na Sul-Americana, competição considerada a mais importante para o clube no ano.
Contra o modesto Unión La Calera, o Fluminense ficou no 1 a 1 no jogo de ida, no Maracanã, e não saiu do 0 a 0 no Chile.
Resultado: com o critério do gol fora de casa, eliminação logo na primeira fase.
“Não conseguimos dessa vez. Está todo mundo muito dolorido, chateado com a eliminação. Temos que retomar o mais rápido possível para as próximas competições. Semana que vem temos uma competição parecida, mata-mata. Essa eliminação tem que doer em todos nós. Estamos criando uma identidade de buscar as classificações, os objetivos. Não deu nessa, infelizmente. Temos que voltar a trabalhar, para que na próxima entrevista possamos estar em uma situação feliz”, afirmou Odair.

“A GENTE VAI TRAZER NOSSO ÍDOLO DE VOLTA PARA CASA”


O mau momento do Cruzeiro acendeu a chama na torcida tricolor: a cada jogo no Maracanã, gritos de “o Fred vai te pegar” nas arquibancadas.
O sonho deu passo para virar realidade: o clube chegou a acertar base de salário e contrato.
Do outro lado, o atacante conseguiu liminar para quebra de vínculo com o Cruzeiro.

“A gente vai trazer o nosso ídolo de volta para casa. É o que a gente quer, a torcida quer e tenho certeza que ele quer também. Até imagino que ele possa retornar, mas só para o Campeonato Brasileiro. Estamos na expectativa de que ele se resolva com o Cruzeiro”, disse o presidente Mário Bittencourt.

A novela, porém, ainda se arrasta.
O surto do coronavírus suspendeu audiências para o atacante resolver dívida com o Atlético-MG e também sequência no acordo com o Cruzeiro.

“NÃO EXISTE HIPÓTESE DELE SAIR”


A Copa do Brasil começou com vitórias sem brilho: susto e virada contra o Moto Club na estreia, jogo tranquilo diante do Botafogo-PB, no Maracanã.
O sinal de alerta acendeu no 3ª fase: derrota para o Figueirense por 1 a 0 no jogo de ida, em Florianópolis.
Mas junto com o desempenho ruim em Santa Catarina, a garantia ao comandante:
“Não existe a menor hipótese dele sair, mesmo se a gente cair na Copa do Brasil. No jogo contra o Figueirense, a gente poderia teria ido melhor. A gente fez um jogo ruim. Por que a escolha do Odair? Pelo trabalho que ele fez no Internacional: sair de uma Série B e deixar na Libertadores. Trabalho a longo prazo”.

“Boa pessoa, mas o contrato termina agora e não vamos renovar”, Caio Vinícius não fica no Atlético-GO

Volante emprestado pelo Fluminense por três meses não terá o vínculo renovado

Além de rescindir com o jovem atacante Cristhyan na semana passada, o Atlético-GO já definiu que outro jogador também não continua no clube após o período de paralisação das atividades. Trata-se do volante Caio Vinícius, cujo vínculo se encerra no final de abril e não será renovado pela diretoria.

Caio chegou por empréstimo de três meses do Fluminense. Ele participou de oito jogos nesta temporada, mas foi titular apenas quando o Dragão atuou time misto. Edson e Marlon Freitas se firmaram no meio-campo e têm a preferência do técnico Eduardo Souza.

– Ótimo profissional, boa pessoa, mas o contrato termina agora e não vamos renovar. Estamos sem um rumo, não sabemos o que vai acontecer aí para frente (calendário), então não posso assinar novo contrato com ninguém – disse o presidente Adson Batista.

O elenco rubro-negro foi liberado no dia 19 de março e fica de férias coletivas por pelo menos 15 dias. No entanto, esse período deve ser prolongado por conta da suspensão do Campeonato Goiano e da Copa do Brasil, ainda sem data para serem retomados.

Fonte: Globo Esporte

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