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Pedro Abad ignora recomendação por demissão e mantém Marcelo Teixeira

Marcelo Teixeira ainda está no Fluminense, mas contra a vontade do Conselho Diretor. O vice-presidente Cacá Cardoso contou, na noite desta segunda-feira, que houve recomendação pela demissão do profissional. Pedro Abad, no entanto, optou pela permanência do dirigente, ausente à reunião extraordinária.


Entenda um pouco do que aconteceu no Salão Nobre das Laranjeiras

Dúvidas e mais dúvidas, geradas por polêmicas protagonizadas pela diretoria, incomodavam os tricolores. Assim, foi marcada uma reunião para explicações acerca de alguns assuntos.

Dispensa de jogadores

Pedro Abad discursou e, a princípio, agradou aos seus apoiadores. Ao defender a diretoria no caso das dispensas, ouviu de grupos de situação que a decisão deveria ter sido tomada após a vitória sobre a Ponte Preta, em 20 de novembro, que determinou a permanência do Fluminense na Série A. Ainda assim, o presidente garantiu ter comunicado os envolvidos no tempo correto, o que deu início a manifestações contrárias à gestão.

Participação no Torneio da Flórida

Um ponto questionado nas Laranjeiras é a participação do Fluminense no Torneio da Flórida. Perguntado sobre a importância da ida aos EUA para a disputa, Abad desconversou e revelou não ter opinião formada. Em seguida, pediu calma.

Caso Diego Souza

Quando um conselheiro cobrou justificativas para a manutenção de Marcelo Teixeira e para a autoridade dada ao mesmo para tratar do caso Diego Souza, o mandatário se negou a falar sobre.

Críticas a Marcelo Teixeira

Marcelo Teixeira faltou a reunião, porém, teve seu nome citado pelos conselheiros. Os presentes reclamaram do trabalho nas categorias de base, usando o seguinte argumento: o Fluminense está no top-5 de clubes que mais gastam na formação de atletas, mas perde para Flamengo e Palmeiras em questão de arrecadação por venda de jogadores, de títulos e de convocações para a Seleção.

Flu-Samorin

O Flu-Samorin, administrado por Teixeira, também foi alvo de críticas. O projeto continua sendo apoiado por Pedro Abad, que, segundo o NETFLU, afirma ter recebido proposta do Minnesota FC por Luiz Fernando pelas boas atuações na Eslováquia.


Acompanhado de seu assessor, Fernando Simone, e de seis seguranças, o presidente se retirou do local antes do término da reunião, alegando ter um compromisso.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com

Paysandu rescinde com Derlan, emprestado pelo Fluminense

Foi confirmada nesta segunda-feira a saída de Derlan do Paysandu. O acordo de empréstimo era até abril, com possibilidade de renovação por um ano. Os paraenses, porém, optaram por dispensar o zagueiro, que atuou só cinco vezes, antes do tempo.

Derlan, de 22 anos, cria de Xerém, foi a Belém junto com Peu, destaque do Flu-Samorin e mantido no Paysandu. A ideia da diretoria tricolor era dar vitrine aos jogadores na Série B.

Durante o Estadual, período em que Derlan vestiu a camisa do time paraense, o Fluminense arcou com os salários do zagueiro, que foi campeão brasileiro sub-20 em 2015 e, dois anos depois, defendeu o Boavista.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com

Abel Braga fala em superação e engrandece postura do time: ‘Vitória da alma’

Abel Braga relacionou o título da Taça Rio, domingo, sobre o Botafogo, à postura do time em campo. Embora mais fraco em comparação ao ano passado, o elenco esbanja superação e espírito guerreiro, o diferencial para 2018. É o que pensa o comandante.

– Vitória da alma. Estamos competindo. Não nos achamos superiores a ninguém. Respeitamos todos. Mas para ganhar da gente tem que correr, pelo menos, igual. Temos nos superado. A alma está sempre em primeiro lugar. Essa amizade que existe entre todos nós acontece em campo, uma superação incrível – declara.

A taça vai a Laranjeiras num ano de desconfiança. Depois de perder titulares, seja por dispensa ou negociação, o Fluminense tenta reconstruir sua equipe. Até pelas turbulências vividas recentemente, a conquista surpreendeu aos tricolores – entre eles, Abelão.

– É surpreendente. Essa equipe não perdeu na Taça Rio. Time titular não perdeu no Carioca. Equipe depende de encaixe. Com coletivo forte, se tivermos dois ou três em um momento bom, nos superamos. Mas se tivermos quatro ou cinco abaixo, não – analisa.

Novamente, faz-se um paralelo entre 2017 e 2018. A diferença entre o grupo de cada temporada. Para o técnico, o time atual apresenta o que faltou no último ano: competitividade.

– Ano passado, o time chegou a empolgar com futebol muito lindo, rápido, vistoso. Mas não era tão competitivo. Quando você vê as perdas… Foram onze jogadores! Temos que confiar muito naquilo que fazemos e o jogador confiar no que falamos. Nosso time titular está adquirindo confiança. No papel, de repente, não ganha dos outros. Mas dentro do campo está mostrando capacidade de reagir, enfrentar a cada palmo do campo.

Leia mais respostas de Abel Braga

Richard amarelado: substituí-lo ou mantê-lo?

O banco inteiro me dando bronca que não tirei o Richard, com amarelo. Não vou tirar, senão vou desmontar o time. Graças a Deus não levou o vermelho.

Espírito positivo e sonhador do elenco

A grande coisa desse time é que a gente coloca na cabeça um sonho. Não é assim, ir para o campo. Se tiver medo, cara, é meio caminho para trás. Pensamos sempre positivo. Quantos gols poderíamos ter feito no primeiro tempo? Está legal por isso.

Vantagem do empate contra o Vasco

Não vou falar em vantagem com eles. Eles sabem que o jogo começa 0 a 0. Se empatar, eles passam. Do outro lado estará um time muito bom, com grande treinador. Empatamos com eles outro dia. Se entramos pensando no empate, teremos problemas.

Elogio ao momento de Júlio Cesar

Virtude dele, trabalho do Marquinhos e do André. Ano passado já vinha muito bem. De repente, a saída do Cavalieri tenha dado uma confiança suplementar. Está naquele momento em que, quando chutam e você acha que não há mais chance, ele defende.

Destaque para Pedro

Joga na função mais difícil que tem hoje no futebol. O homem mais adiantado, que na hora que tem que zerar, tirar lá de trás, tem que pegar bola lá na frente, toma porrada de atacante. É difícil dar o salto. Mas é muito acima da média para a posição.

Pablo Dyego, Robinho e Richard

Até jogo passado, ninguém conhecia o Pablo. Ele entrou, escutei cochichos, vaias. Pediam Robinho… Mas eu estou no dia a dia. E hoje ele novamente entrou bem. E aí cai nas graças. Futebol jamais vai ser ciência exata. Por exemplo, Robinho foi contratado para substituir o Richarlison. Bom jogador, vem trabalhando. Mas ele só viria se o Richard viesse de contrapeso. Hoje o Richard é titular da equipe.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Júlio César comenta espera por titularidade e destaca a união do grupo

Dono de lindas defesas na final da Taça Rio, Júlio César demorou a assumir de vez a meta do Fluminense. Foram cerca de quatro anos sendo sombra de Diego Cavalieri, dispensado em dezembro passado. A hora chegou e, aos poucos, o goleiro constrói uma imagem positiva perante a torcida.

– Quando cheguei, em 2014, o Diego tinha alcançado títulos – a história dele tem que ser respeitada. Fui degrau por degrau, escalando. Em 2016, ele, infelizmente, se lesionou. Eu tive uma sequência de quase 15 jogos. Foi bom para mim, pois ficar sem jogar é péssimo, perde ritmo de jogo, velocidade. Em 2017, o Diego se machucou no primeiro jogo. Eu tenho sequência novamente. E aí acabamos revezando no ano passado. Esse ano, aconteceram essas mudanças no grupo, incluindo a saída do Diego, e eu assumi a titularidade. Sabendo da importância e da grandeza que o Fluminense tem – afirmou, durante bate-papo no Seleção SporTV desta segunda-feira.

A ausência daquela figura que desequilibra e decide jogo é notada até pelos jogadores. Júlio César, porém, destaca a união como principal qualidade do elenco e torce por voos maiores.

– É um grupo que não tem um craque que tira três ou quatro jogadores da frente, que faz o diferencial. Mas nós temos um grupo unido. De mãos dadas, a gente consegue fazer coisas grandes e vencer grandes jogos.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Pedro tem nome gritado no Maracanã: ‘Sempre sonhei com esse momento’

Titular a partir da saída de Henrique Dourado, Pedro viveu seu melhor momento com a camisa tricolor no Clássico Vovô deste domingo. Além do gol, que abriu a goleada por 3 a 0, deu passe de peito para Marcos Jr. ampliar a vantagem. A boa atuação na final da Taça Rio fez a torcida ovacionar o camisa 32, homenageado com ‘o Pedro vai te pegar’, alusão à música que os torcedores cantavam a Fred.

– Responsabilidade grande. Sei do peso que é ser titular do Fluminense. Sempre sonhei com esse momento, a torcida gritar meu nome no Maracanã em uma final. O Fred é um ídolo para mim. Sempre o acompanhei quando subi para o profissional, seus treinos de finalização. Um cara que entende muito da área. É dar sequência no trabalho e fazer muito mais gols pelo clube para voltar a ouvir a torcida gritar meu nome – declarou.

Os treinos com os profissionais eram valiosos para Pedro, que observava e pegava os ‘macetes’ de Fred. O início de carreira do jovem, de 20 anos, contou com a parceria do ídolo.

– Além de ídolo, o Fred é também um amigo fora de campo. Ele me dava muitas instruções dentro de campo, de movimentação, de finalização. E sou um cara que sempre escuto os mais experientes. Só tenho a agradecer a Deus pelo companheirismo que ele tem comigo.

Embora agrade a Abel Braga e ao agora cruzeirense, Pedro prega pés no chão. Engatinhando no futebol, o atleta pede calma, por ser seu primeiro ano como titular, e promete empenho.

– Tem que ter muita calma. É meu primeiro ano de fato como profissional, titular. Mas fico feliz com o elogio dele, um cara que é ídolo da torcida. Mas tenho que trabalhar e manter os os pés no chão para me tornar um grande jogador no meio do futebol.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com

Marcos Jr. explica paixão pelo Fluminense: ‘É minha vida’

Marcos Jr. anotou mais um gol em finais. Decisivo, o atacante marcou o segundo da goleada sobre o Botafogo, domingo, e comemorou expressando sua paixão pelo Fluminense. Foi até o escudo do clube, de frente para a arquibancada, e, deitado, beijou o pavilhão. A identificação do atacante, revelado em Xerém, se mostra cada vez maior.

– O Fluminense é minha vida. Desde a base aprendi a ter esse sentimento pelo clube. Cada ano que vai passando, esse sentimento só vai aumentando. Meu contrato está acabando, espero que o Fluminense resolva logo isso para eu ficar – pediu, aos risos, o atleta, cujo vínculo se encerra em dezembro.

O sucesso nas decisões mais recentes tem nome: Pedro. Filho e inspiração de Marcos Jr., o menino, de 3 anos, é o amuleto tricolor.

– É pé-quente, por isso que trouxe ele hoje. Viu título da Primeira Liga, da Taça Guanabara, e hoje está aqui. Meu filho me ajuda muito a refletir um pouco na vida. Ele vê os jogos, está me reconhecendo. Eu procuro jogar bem, também resolver, se der para resolver – disse, numa entrevista ao Globoesporte.com.

As mudanças e turbulências na virada do ano tornaram o time alvo de desconfiança. Mas, aos poucos, Abel Braga vai consertando os erros e montando um Fluminense mais competitivo, que brigará pelo título do Carioca, prometeu o camisa 35.

– A equipe toda está de parabéns. Equipe jovem, determinada. Esse é o caminho. Fui campeão brasileiro, carioca, sei o que é ser campeão. Fico feliz pelo trabalho do Abel, que vem dando certo. Agora é comemorar, descansar e trabalhar para sair vitorioso no próximo jogo. E, caso a gente chegue na final, fazer de tudo para conquistar mais um título.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

 

Romerito dedica sua trajetória no Fluminense a três figuras e se rende à torcida: ‘A mais bonita do Brasil’

O ídolo Romerito, sempre brincalhão, se emocionou durante o lançamento da raspadinha ‘Super Craques’, novidade da LOTERJ. Homenageado pelo jornal O Dia, o craque recebeu a capa de uma edição, emoldurada num quadro, em que só se falava dele, sucesso no Brasil na década de 80. Ao agradecer o presente, o ex-meia fez uma graça, mas logo destacou três figuras tricolores importantes na sua trajetória no Laranjal.

– Quero agradecer ao ‘Dia’ pela capa. Eu era bonito quando novo (risos). Lembrando de Fluminense, tem três pessoas de quem tenho que falar: Carlos Alberto Torres, que me trouxe para o clube; a torcida, que é mais a bonita do Brasil; Washington e Assis, meus parceiros. Muita saudade deles. Estou emocionado de estar aqui, ao lado de grandes craques – disse.

Trabalho social da LOTERJ anima Romerito

A raspadinha visa, também, dar continuidade ao projeto social da LOTERJ. Em 2017, por exemplo, mais de R$ 5 milhões foram destinados a instituições dedicadas à assistência de deficientes físicos. A bela iniciativa da empresa carioca ganhou elogios de Dom Romero, que revela ser comandante de programas sociais no Paraguai.

– Já comprei várias raspadinhas, nunca ganhei nada (risos). Mas me sinto muito bem, é uma atividade ótima. A responsabilidade social que a LOTERJ tem com o povo carente é grande. Isso é emocionante. Eu adoro projetos sociais, faço no meu país. Mas a forma como a LOTERJ está encarando isso é muito boa – parabenizou.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Túlio prevê clássico disputado e aponta a velocidade como trunfo de Abelão: ‘Garotada está voando’

Depois de despachar o Flamengo na quinta-feira, o Fluminense põe suas atenções para o Clássico Vovô que decidirá o campeão da Taça Rio, domingo, no Maracanã. Presente a evento da LOTERJ, no Rio, Túlio Maravilha, ídolo do Botafogo, acredita numa final disputada. Lembra-se que, em caso de empate, o jogo se estende aos pênaltis.

– Não há favoritos. É claro que vou torcer pelo meu Botafogo, mas é um clássico imprevisível – admitiu, durante entrevista exclusiva ao Canal FluNews.

A formação com três zagueiros, adotada por Abel Braga para a temporada, dá a Gilberto e Ayrton Lucas, os alas, maior liberdade para atacar. Ou seja, num time recheado de jovens, a velocidade é a aposta do técnico. A rapidez do ataque tricolor, inclusive, preocupa o ex-atleta alvinegro, que pede atenção aos botafoguenses.

– A velocidade do ataque (é o maior perigo). É um time jovem, a garotada está voando. O Botafogo tem que tomar cuidado com a rapidez dos atacantes do Fluminense – avisa o craque.

Análises sobre bola rolando à parte, Túlio reforça o coro por paz nos estádios, como fez durante o lançamento da raspadinha ‘Super Craques’. Ele ressalta a importância do duelo entre Fluminense e Botafogo e torce por zero violência.

– É o clássico mais antigo do futebol carioca. Vamos torcer para que seja um grande jogo e que a torcida possa ir em paz, sem violência. É isso o que a gente quer.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Romerito vê superioridade tricolor no Fla-Flu e projeta final contra o Botafogo: ‘Dá Fluminense’

Na tarde desta sexta-feira, o Maracanã recebeu o evento de lançamento da nova raspadinha da LOTERJ, a ‘Super Craques’. Cada time do Rio esteve representado por um de seus ídolos. No caso do Fluminense, quem vestiu as três cores foi Romerito, que atendeu aos convidados, inclusive rivais, e falou ao Canal FluNews com exclusividade. De início, a avaliação do ex-jogador sobre o empate e classificação do Tricolor no duelo com o Flamengo, quinta-feira. Apesar do 1 a 1, o paraguaio frisou a superioridade do time de Abel Braga e cobrou melhor aproveitamento nas chances mais claras de gol.

– Na realidade, o clássico foi duro, o Flamengo empatou no final. Mas, para mim, o Fluminense jogou melhor, mais tranquilo. Teve chances e devia matar o jogo. O time tem jogadores muito novos, que sentem a pressão. Mas a defesa se saiu muito bem – elogia.

Após uma semifinal emocionante, os torcedores e jogadores, agora, estão de olho na grande final, diante do Botafogo, marcada para a tarde de domingo. O palco será o Maraca, que, segundo Romerito, verá mais um título do clube de Laranjeiras.

– Acho que dá Fluminense na Taça Rio. Tomara, também, que a gente ganhe o Campeonato Carioca. Nós precisamos.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fluminense desiste de acordo pelo Nilton Santos, e Maracanã vira principal opção

Após mandar duas partidas no Nilton Santos (contra Salgueiro e Avaí, pela Copa do Brasil), o Fluminense pretendia fechar um pacote de jogos no estádio. As conversas com o Botafogo foram iniciadas e, em razão da divergência sobre o preço do aluguel, paralisadas.

A negociação previa acerto por dez duelos. O Bota topou, inclusive, reduzir o valor de R$ 180 mil. No entanto, propunha que a quantia variasse conforme a expectativa de público. Ou seja, o aluguel oscilaria abaixo e acima do preço-referência. O Tricolor recusou.

O clube de Laranjeiras tentou, ainda, mudar fornecedores e reduzir os gastos operacionais. Mas nada se concretizou.

Dado o desentendimento com o Alvinegro, a tendência é que o Fluminense use o Maracanã, onde paga aluguel de R$ 100 mil, com mais frequência. Como os custos para atuar no Maior do Mundo são mais elevados, a diretoria vai atrás de alternativas para evitar prejuízos. Foi como aconteceu diante do Nova Iguaçu, pela Taça Rio, quando só o anel inferior foi aberto à torcida – na ocasião, porém, houve prejuízo de R$ 300 mil, pelo público-pagante de pouco mais de 3 mil.

Além dos confrontos pela Copa do Brasil, o Nilton Santos recebeu o Tricolor outras duas vezes em 2018: no empate com o Vasco e na classificação sobre o Flamengo, quinta-feira. Nos clássicos, lucro e despesa são divididos entre os rivais.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com

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