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Mãe lembra carta do Fluminense com homenagem a filho vítima da tragédia no Ninho do Urubu

Aos 15 anos, Christian Esmério trilhava um caminho que, provavelmente, o levaria a um futuro brilhante. Mas as chamas no Ninho do Urubu, em fevereiro, interromperam a trajetória do goleiro do Flamengo. A dele e de mais nove jovens.

Ao Jornal O Globo, a mãe de Christian, Andreia de Oliveira, revelou uma carta enviada pelo Fluminense após a tragédia e a classificou como a demonstração de carinho mais emocionante. Na mensagem, homenagem e lembrança à atuação do arqueiro numa final contra os tricolores. Leia:

“Dona Andreia e seu Cristiano,

No esporte, é normal buscar explicações após uma derrota. Mesmo quando os derrotados são apenas meninos. Para que aprendam, sigam tentando e se superem em busca da vitória na próxima vez.

Certa vez, perdemos um título após dois grandes jogos diante de um rival. Em ambos, uma das explicações estava debaixo da meta contrária: Christian. Nas Laranjeiras, uma defesa digna de Seleção. Na Gávea, decisivo na disputa por pênaltis sob os gritos de “Melhor goleiro do Brasil”, entoado por vocês. Um grande adversário serve de motivação na busca pela excelência. E os Moleques de Xerém tinham em Christian uma referência para sempre buscarem o melhor de si.

Recebam esse presente como símbolo de todo nosso carinho. E também como forma de agradecimento e respeito.

‘Não perca o juízo. Não perca a essência que você tem, que é a humildade. Seja você, não mude nada por ninguém.’

Que muitos ‘Christians do Futuro’ apareçam em Xerém, Vargem Grandes e Turiaçu e onde mais houver um menino que se jogue no chão em busca da bola.

Saudações Tricolores,

Fluminense Football Club”.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Igor Julião consola goleiro do Vasco após “humilhação” na TV

Nesse domingo, pela 4ª rodada do Brasileirão, o Vasco perdeu para o Santos por 3 a 0, no Pacaembu. O primeiro gol saiu de uma falha do goleiro estreante, Sidão. Enquanto a bola rolava, a Globo abriu uma enquete para eleger o craque do jogo. E o vencedor, em uma “brincadeira” dos internautas, acabou sendo o arqueiro de 36 anos.

A entrega do prêmio marcou uma cena constrangedora para Sidão e para a repórter que o entrevistava. Em silêncio, o jogador pegou o objeto e deixou o campo. A polêmica gerou repercussão negativa na internet. Igor Julião, lateral-direito do Fluminense, se posicionou em defesa do rival.

– Todo apoio e força ao Sidão. Não precisava passar por essa humilhação e esse constrangimento. Que os responsáveis por essa palhaçada repensem se valeu a pena fazer um trabalhador passar por isso.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fluminense dá espaço no Maracanã para crianças e adolescentes de projeto de adoção

Ao lado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), o Fluminense promoveu a “Adote um Vencedor”, campanha que visa estimular a adoção tardia. Sábado, 64 crianças e adolescentes com idades entre 7 e 17 anos conheceram o Maracanã, que recebeu o Clássico Vovô da 4ª rodada do Brasileirão, o vestiário dos jogadores e acompanharam a chegada da delegação. Depois, subiram ao gramado com o time.

– Sou Fluminense e quero guardar para sempre tudo o que estou vendo! Nunca tinha vindo ao Maracanã – disse a macaense Ana Júlia, de 8 anos, ao Jornal O Globo.

Na véspera do jogo, vencido pelo Botafogo por 1 a 0, a turma visitou o Centro de Treinamento do clube, na Barra da Tijuca, e conseguiu autógrafos e fotos com os atletas tricolores, especialmente Pedro e Paulo Henrique Ganso. Além disso, assistiram a um trecho do treino.

O projeto nasceu do objetivo de dar visibilidade àqueles que fogem ao perfil mais desejados pelas famílias. Atualmente, no Rio, há 400 crianças com mais de 7 anos à espera de um lar. Para saber mais, clique aqui.

– Mais de 85% dos habilitados procuram crianças de até 6 anos. Por outro lado, 92% dos acolhidos estão entre 7 e 10 anos. Os perfis não batem. Como nossa experiência mostrou que a mudança de perfil se dá após o encontro, a estratégia é promover encontros. Precisamos virar esse jogo – falou Sérgio Luiz Ribeiro de Souza, juiz titular da 4ª Vara da Infância, da Juventude e do idoso do Rio de Janeiro.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fernando Diniz vê Fluminense “soberano” ao Botafogo e alerta sobre gols perdidos: “Precisamos pontuar”

Mesmo superior ao Botafogo, o Fluminense saiu do Maracanã derrotado por 1 a 0 no Clássico Vovô deste sábado. Ainda assim, o tom nas arquibancadas, devido à boa atuação, era de apoio à equipe. As várias chances desperdiçadas impossibilitaram um resultado melhor para o grupo de Fernando Diniz, que cobra eficiência para transformar em gols o domínio sobre o adversário.

– Me preocuparia muito se tivesse perdido e jogado mal. A equipe produziu muito, para fazer mais de um gol. Do começo ao fim, jogou melhor que o Botafogo. Temos que pensar para frente. Continuar com esse volume de produção ofensiva, mas conseguir finalizar melhor.

Apesar do modelo de jogo que convence, a realidade do Tricolor no Campeonato Brasileiro não é das melhores. Em quatro rodadas, soma três derrotas (Goiás, Santos e Botafogo) e apenas três pontos, conquistados na virada sobre o Grêmio, na Arena, semana passada.

– A equipe está evoluindo. Precisamos é traduzir o desempenho em vitórias. Precisamos vencer, pontuar. Não existe aquele negócio de que agora precisamos jogar pior para ganhar. Temos que continuar jogando e conseguir vencer as partidas. A melhor maneira de vencer é construindo chances de gol e evitando as do adversário. Tivemos muito mais chance que o Botafogo. Temos que aproveitar melhor – destacou o técnico.

Às 21h30 de quarta-feira, no Maracanã, Fluminense e Cruzeiro fazem o primeiro duelo em busca de vaga nas quartas-de-final da Copa do Brasil. Com Airton e Bruno Silva machucados, a tendência é de que a escalação seja a mesma da usada contra o Botafogo, com só Allan como volante e Daniel e Paulo Henrique Ganso no meio.

– Procuro colocar os jogadores que estão melhores nos treinamentos, seguindo jogo a jogo. Daniel entrou muito bem e achei que não devia sair. Ganso retornou de lesão e achei que devia voltar.

Após iniciar pela primeira vez entre os titulares desde a lesão sofrida em agosto de 2018, Pedro anotou uma caneta em Rodrigo Pimpão, boas jogadas e quase emplacou uma assistência em gol marcado por Matheus Ferraz e invalidado pelo VAR por impedimento do centroavante.

— A tendência é de melhora sempre. Jogador de nível de seleção brasileira. Tenho muita confiança que, com sequência de jogos, produzirá cada vez mais. Tendência é que continue iniciando as partidas – afirmou Diniz.


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Análise do jogo: “Até tomarmos o gol, o Botafogo não tinha nem finalizado. Isso aos 20 e poucos minutos do 2º tempo. Depois que levamos, desorganizamos um pouco e eles tiveram mais uma chance. Depois tentamos de todas as maneiras. O time jogou bem os dois tempos, com exceção do momento logo após tomarmos o gol. Produzimos um gol, anulado corretamente pelo VAR. O Flu foi soberano praticamente o jogo inteiro, mas não conseguimos marcar”.

Gol do Botafogo: “Foi uma jogada mapeada pela gente. Jogada forte deles pelo lado com muita gente penetrando na área. Além de não fazermos os gols, bobeamos em uma jogada que era muito forte deles”.

Observações táticas: “Eles dificultaram um pouco (pela esquerda), mas o Caio Henrique teve chance claríssima e produziu outras jogadas. Yony estava levando vantagem por esse lado também. Gilberto fez boa partida, mas na direita não temos jogador agudo. Luciano é um jogador que centraliza mais, de construção”.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fluminense confirma 5ª edição da FluFest para 21 de julho com show de Lulu Santos

Nesse sábado, o Fluminense confirmou para o dia 21 de julho, domingo, a realização da 5ª edição da FluFest, que vai comemorar os 117 anos do clube. Dessa vez, a celebração será voltada ao centenário das Laranjeiras e, de novo, depende da colaboração dos torcedores via financiamento coletivo para alcançar a meta de R$ 100 mil até 15 de julho. Clique aqui para deixar sua contribuição.

Os colaboradores vão garantir diversos prêmios. A doação mínima, de R$ 50, dá um ingresso para o show de Lulu Santos, a estrela da festa tricolor em 2019. Um dos principais nomes do cenário musical brasileiro, o cantor reúne seus grandes sucessos na nova turnê. Diferentemente dos anos anteriores, a apresentação acontecerá no gramado do estádio, no fim da tarde.

Mais brindes: livro sobre os 100 anos das Laranjeiras, cuja capa foi escolhida em votação proposta aos tricolores; uma camisa da Liga Retrô (branca, com faixa na diagonal) que lembra os 50 anos do título de 1969 e os 10 anos do Time de Guerreiros; e, no valor máximo, de R$ 1000, uma moeda de prata, produzida pela Casa da Moeda em referência à sede do Fluminense.

Até a publicação desta matéria, foram registradas 8 colaborações, totalizando R$ 3.952 (ou 3% do montante necessário). Segundo o clube, um possível lucro do evento será reinvestido em melhorias nas Laranjeiras.


Recompensas para os colaboradores:

R$ 50,00 – Um ingresso para o show no gramado de Laranjeiras. Limite da recompensa: 5000 pessoas.

R$ 150,00 – Recompensa anterior + um exemplar do livro sobre o centenário de Laranjeiras. Limite da recompensa: 1000 pessoas.

R$ 300,00 – Todas as recompensas anteriores + uma camisa branca retrô inédita do Flu que celebra os 50 anos do título de 1969 e 10 anos do Time de Guerreiros. Limite da recompensa: 300 pessoas.

R$ 500,00 – Todas as recompensas anteriores + um nome citado na página de agradecimentos do livro (válido até a liberação para a gráfica, prevista para o fim da primeira quinzena de junho). Limite da recompensa: 100 pessoas.

R$ 1.000 – Todas as recompensas anteriores + uma medalha de prata exclusiva do centenário do Estádio de Laranjeiras. Limite da recompensa: 100 pessoas.


LEIA MAIS: Torcedores escolhem capa do livro do centenário das Laranjeiras

LEIA MAIS: Fluminense abre votação para decidir capa de livro sobre centenário das Laranjeiras


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Torcedores escolhem capa do livro do centenário das Laranjeiras

Iniciada na segunda-feira, uma enquete proposta aos tricolores definiu a capa do livro de 160 páginas preparado pelo Flu-Memória para homenagear o centenário das Laranjeiras, completado neste sábado, 11 de maio. Dentre quatro opções, a quarta ganhou com 40,99% dos mais de 9 mil votos.

Capa vencedora da enquete dos 100 anos de Laranjeiras — Foto: Divulgação
Capa vencedora mostra, do alto, o bairro das Laranjeiras e, ao fundo, a Praia do Flamengo

Em segundo lugar ficou a opção 3, com 24,66%, seguido da capa 1, com 22,61%, e da capa 2, com 11,74%. O lançamento da obra acontecerá durante a FluFest, marcada para o domingo do dia 21 de julho, na sede do Fluminense.

Resultado de enquete - capa livro oficial do Fluminense — Foto: Reprodução
Demais capas da enquete do livro dos 100 anos das Laranjeiras — Foto: Divulgação
Demais opções de capa postas em votação na segunda-feira

Registrada em 1930 e de autoria de Padre Romualdo, a imagem vencedora mostra, do alto, o bairro das Laranjeiras e, ao fundo, a Praia do Flamengo. Na época, ainda existia o anel completo do estádio, com a arquibancada que veio a ser demolida em 1961 devido à duplicação da Rua Pinheiro Machado.

Como celebração à data, o clube preparou diversas ações especiais. Durante o mês de maio, os jogadores vêm usando uma camisa com patch em referência ao berço do futebol brasileiro. Serão lançadas, ainda neste sábado, moedas comemorativas feitas em parceria com a Casa da Moeda. São cinco modelos: ouro, prata, bronze, bronze dourado e cuproníquel.

Além disso, no dia 18 haverá a estreia do “Jogue nas Laranjeiras”, projeto no qual os torcedores, mediante pagamento de R$ 1.199 (sócios têm desconto de 10%), participam de um amistoso com times comandados por Airton, campeão carioca em 1995, e Leandro Euzébio, bicampeão brasileiro em 2010 e 2012.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

“Não se dá um passo em Álvaro Chaves sem tropeçar numa glória”: Laranjeiras faz 100 anos

Construído em 1919 e localizado na Rua Álvaro Chaves, o Estádio das Laranjeiras é a verdadeira casa dos tricolores. Onde conhecemos nossas raízes e nossa predestinação à glória. É o nosso lugar. Tão importante para o futebol brasileiro, que nasceu ali, naquele solo sagrado, em 1914: recebeu o primeiro jogo da Seleção, que venceu amistoso contra os ingleses do Exeter City por 2 a 0, com gol de um jogador do Fluminense: Oswaldo Gomes. Foi ali que a bola começou a rolar para a pentacampeã mundial.

A primeira arena brasileira guarda seus diversos momentos de prestígio e um passado grandioso. Uma narrativa inigualável, que merece ser preservada e contada. É o que vai ser feito agora, em comemoração aos seus 100 anos, completados neste sábado, dia 11 de maio.


PRIMEIRO JOGO

Oficialmente, o jogo que inaugurou o Estádio das Laranjeiras, com capacidade para 18 mil pessoas, o maior da América Latina, aconteceu em 11 de maio de 1919, entre Brasil e Chile. Terminou com goleada da Canarinho por 6 a 0, pelo Sul-Americano de Seleções. Foi erguido graças à iniciativa de Arnaldo Guinle, patrono e presidente do Fluminense entre 1916 e 1931, para que o país pudesse sediar o torneio, hoje conhecido como Copa América.

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SELEÇÃO NAS LARANJEIRAS

A sede do Fluminense foi o palco do primeiro confronto entre Brasil e Argentina em solo brasileiro, com triunfo por 3 a 1 sobre os “hermanos”. Ficou conhecida por não ter registrado nenhuma derrota da Seleção, que ali jogou 18 vezes, entre 1914 e 1918. Conquistou o bicampeonato do Sul-Americano de Seleções, em 1919 (sobre o Uruguai, no primeiro jogo com transmissão por uma estação de rádio no mundo) e 1922 (sobre o Paraguai).

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FLUMINENSE NAS LARANJEIRAS

A estreia do Fluminense em sua casa ocorreu em 13 de Julho de 1919, vencendo o Vila Isabel Futebol Clube por 4 a 1, no Campeonato Carioca. A primeira taça veio em dezembro do mesmo ano, ao ser campeão estadual sobre o Flamengo, derrotado por 4 a 0.

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Desde um empate em 3 a 3 com o Americano, em fevereiro de 2003, o Tricolor não joga mais nas Laranjeiras. Até 2016, quando da inauguração do CT na Barra da Tijuca, o local recebeu treinos do elenco profissional. Foram 842 jogos disputados pelo clube no estádio, que hoje serve às categorias de base e ao futebol feminino.

RIVAIS NAS LARANJEIRAS

Você compreendeu que Laranjeiras simboliza o começo das histórias vitoriosas de Fluminense e seleção brasileira. Mas talvez não saiba que até rivais têm um trecho de sua tradição marcado na sede tricolor. É, por exemplo, o segundo estádio onde o Flamengo mais atuou e onde o Vasco disputou seu primeiro duelo internacional, em 1923.

Fluminense e Vasco se enfrentam nas Laranjeiras

AMPLIAÇÃO

Em 1922, com pouco auxílio do poder público, o Estádio das Laranjeiras sofreu uma ampliação na capacidade para 25 mil pessoas, para os jogos Latino-Americanos, evento que celebrava o centenário da independência do Brasil.

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Vários jogos alcançaram grandes públicos, com alguns, segundo relatos, ultrapassando o máximo suportado pela casa. Porém, o registro oficial dá conta de que o recorde de pagantes é de um Fla-Flu vencido pelos tricolores por 3 a 1, em 1925, com 25.718 espectadores.

VOCÊ É “TORCEDOR” POR CAUSA DO FLUMINENSE

Numa crônica publicada no início do século XX, Coelho Netto, apaixonado pelo Fluzão, explicou que as moças, em ato que expressava seu nervosismo durante a partida, torciam os lenços que levavam para Laranjeiras. Foi então que os amantes de esporte passaram a ser chamados “torcedores”.

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MISSA DE INAUGURAÇÃO DO CRISTO REDENTOR

A missa de inauguração de um dos principais pontos turísticos cariocas, o Cristo Redentor, foi realizada nas Laranjeiras, no dia 12 de outubro de 1931. A estátua, aliás, fica de braços abertos para a sede.

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O FLU NA 2ª GUERRA MUNDIAL

Em 11 de outubro de 1942, em meio à Segunda Guerra Mundial, o Fluminense doou um avião para a FAB. A entrega ocorreu no Estádio de Laranjeiras. Como reconhecimento ao esforço no combate ao nazismo, a comunidade judaica presenteou o clube com uma placa em 2015.

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DEMOLIÇÃO

No fim da década de 1950, em razão das obras de duplicação da Rua Pinheiro Machado, necessária para o escoamento do trânsito do Túnel Santa Bárbara e o crescimento do bairro de Laranjeiras, a administração carioca se chocou com o Fluminense. Foram dois anos de negociação até a demolição parcial, em dezembro de 1961. Hoje, tem capacidade de 4,3 mil.

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TOMBAMENTO DO BERÇO DO FUTEBOL BRASILEIRO

Em reconhecimento à importância histórica, arquitetônica e sociocultural, no dia 06 de julho de 1988, o Instituto do Patrimônio Histórico e Cultural decretou o tombamento do Estádio das Laranjeiras.

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ESTÁDIO DAS LARANJEIRAS REBATIZADO

No ano de 2004, o Fluminense homenageou o ex-presidente Manoel Schwartz, à frente do clube no bicampeonato brasileiro (1984), rebatizando o Estádio das Laranjeiras com seu nome.

O PRÓXIMO PASSO: A REVITALIZAÇÃO

Depois de ser o ponto de comemorações de títulos, como da Copa do Brasil em 2007, Laranjeiras, atualmente, se resume a eventos sociais, sendo o maior deles a FluFest, celebração do aniversário do Fluminense, em julho.

Mas os torcedores querem mais. Por isso apostam na revitalização, projeto que está pronto e posto a público. Mas que ainda depende da aprovação dos órgãos competentes, de aporte financeiro e de apoio, especialmente, de quem vai gerir o Tricolor a partir de 10 de junho.

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O certo é que o desejo da torcida é retomar os dias de grandeza do estádio e honrar sua riqueza. Afinal, não se desperdiça uma linda história; se valoriza. Principalmente em se tratando de Laranjeiras, o berço do futebol brasileiro. Pois o eterno Nelson Rodrigues já havia avisado: “Não se dá um passo em Álvaro Chaves sem tropeçar numa glória”.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Após “desencontro”, Pedro e Paulo Henrique Ganso podem iniciar parceria diante do Botafogo

A cada passo dado por Pedro na recuperação da lesão no joelho direito, os torcedores se animavam com a proximidade do começo da parceria com Paulo Henrique Ganso. Todavia, eles se “desencontraram”. No jogo de ida da quarta fase da Copa do Brasil, contra o Santa Cruz (17/04), seu primeiro desde a contusão, o centroavante entrou no decorrer da segundo etapa e, nove minutos depois, viu o camisa 10 deixar o campo com dores na coxa. Só deu tempo de uma troca de passe entre os companheiros.

Ganso retomou os treinos nesta semana e será relacionado para o Clássico Vovô deste sábado, às 16h, no Maracanã. Ele pode assumir uma das duas vagas no meio-campo, uma vez que Airton e Bruno Silva estão machucados. Vale destacar que foi diante do Alvinegro, na Taça Rio, o primeiro gol marcado pelo meia com a camisa verde, branco e grená.

Por sua vez, Pedro, que soma dois gols em cinco partidas em 2019, tem grande chance de começar jogando a 4ª rodada do Brasileirão, de acordo com o planejado por Fernando Diniz desde o confronto passado, frente ao Grêmio. Sempre que perguntado sobre quando promoveria o retorno do jovem à titularidade, o técnico pregava cautela e lembrava que antecipou a reestreia em quase 15 dias. Aproveitou a semana sem compromissos para garantir ao jogador as melhores condições físicas possíveis.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Fechado com o Corinthians, Everaldo se despede dos ex-companheiros no CT

Fechado com o Corinthians, Everaldo se despediu dos agora ex-companheiros na manhã desta sexta-feira, no Centro de Treinamento, após a última atividade do grupo em preparação para o Clássico Vovô deste sábado. Ele aguarda o fim do contrato, em 17 de maio, para se apresentar ao novo clube. A imagem é do jornalista Felipe Siqueira, do Globoesporte.com.

Retirado do jogo contra o Grêmio, domingo, devido à transferência para o Alvinegro, o atacante vinha usando o CT na Barra da Tijuca para trabalhar a condição física, mas separado dos demais jogadores.

Como o Tricolor havia conseguido, junto a investidores, os R$ 2 milhões para exercer a opção de compra, foi um desacerto entre as partes que afastou Everaldo da permanência nas Laranjeiras. O jogador, que chegou em julho de 2018, marcou sete gols em 54 jogos com a camisa verde, branco e grená.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Cotado para enfrentar o Botafogo, Yuri se anima: “É bom começar em clássico”

Quinta-feira, o Fluminense apresentou o volante Yuri, de 24 anos. Pedido por Fernando Diniz, o reforço comemorou o reencontro com o técnico com quem trabalhou no Audax-SP. Emprestado pelo Santos, ele assinou até o fim da temporada e vai vestir a camisa 6.

– Deixo bem claro para todo mundo que Diniz foi um cara que me ajudou bastante. Voltar a trabalhar com ele e vestir essa camisa, de um clube tão grande, é uma felicidade enorme. No Audax-SP, eu era muito jovem. Lá, o treinador me fez crescer como jogador e pessoa. É um cara que pensa nisso, então, ele é diferente. É bom, como falei, retornar a trabalhar com ele – explicou.

Treinando com o elenco desde quarta-feira e regularizado no BID, o jogador pode estrear no Clássico Vovô deste sábado, no Maracanã. Há duas vagas no meio em razão das lesões de Airton e Bruno Silva.

– Diniz deixa todo mundo bem tranquilo. Estou à disposição dele para quando quiser. Se ele me escalar, vamos embora. Estou preparado, inclusive, fisicamente. Estou feliz e ansioso para voltar a jogar. É bom começar em um clássico, um jogo bom de jogar – disse.

Uma vez que entrou na Copa do Brasil e na Sul-Americana cadastrado pelo Peixe, Yuri não poderá defender o Tricolor nessas duas competições. Assim, está liberado apenas para o Campeonato Brasileiro. E, aliás, se dispôs a reviver a improvisação na zaga, como fez na Vila Belmiro em 2017.

– Eu me sinto bem tranquilo nas duas possibilidades. Até já joguei de zagueiro. Diniz sabe que pode contar comigo do meio para trás.


VEJA MAIS TRECHOS DA ENTREVISTA:

Perda de espaço no Santos: “Não tive sequência lá devido a quem estava jogando. O pessoal estava bem. Acho que é isso. Aqui estou na luta de novo para ter espaço. Vou trabalhar no dia a dia”.

Comparação entre Diniz e Sampaoli: “Realmente, ele e o Diniz têm ideias parecidas. Eles são, disparados, os melhores no Brasil hoje. Colocam as ideias sem medo, mesmo que aqui se cobre muito o resultado”.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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