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Pedro entende que cobranças são normais e promete foco: ‘Meta é conquistar títulos’

Alvo de desconfiança da maioria da torcida, Pedro assumiu o posto de goleador do Fluminense em 2018, em função da saída de Henrique Dourado para o Flamengo. Sucessor do artilheiro do Brasil no ano passado, o camisa 32 se diz pronto para lidar com a pressão e se consolidar entre os titulares. Ao que tudo indica, Abelão está satisfeito com o desempenho do jovem: são 4 gols e 4 assistências em 11 jogos.

– Sei da minha responsabilidade. Estou preparado para ser titular do Fluminense. Procuro sempre ajudar o time da melhor forma, seja com gol, seja com assistência – diz.

Com 100% de aproveitamento na Taça Rio, o Tricolor é um forte candidato ao título do segundo turno do Carioca. Este, inclusive, é o objetivo de Pedro para a temporada: levantar taças.

Ainda sem sombra no banco, Pedro aproveita momento como titular e pretende títulos. (Foto: Lucas Merçon)

– Minha meta é pensamento coletivo, conquistar títulos. Em um clube grande como o Fluminense, conquistar títulos é sempre o objetivo. E, com o coletivo funcionando, o individual vai aparecendo – crê o jogador.

Na noite da próxima quarta-feira, o time de Abel Braga vai a campo pegar o Vasco, no Nilton Santos. O clássico, que será o terceiro do ano para o clube das Laranjeiras, promete ser complicado. Assim entende o centroavante.

– Estou muito tranquilo. Estamos invictos na Taça Rio. Clássico é super difícil, contra uma grande equipe, que é o Vasco. Hoje é regenerativo. Amanhã, vamos nos preparar para o jogo – explica.

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Oportunidade como titular

– Sempre bom começar o ano como titular. Sempre sonhei com esse momento, sei da minha responsabilidade aqui dentro. Vou procurar retribuir dentro de campo. Vou dar foco no trabalho para poder fazer um ótimo ano.

Gesto para comemorar gols, a reverência

– Isso veio desde o jogo do Criciúma, no ano passado. Meu primeiro gol pelo Flu. Fiz essa reverência me apresentando à torcida. Espero fazer muitas ainda este ano.

Cobrança de pênalti de Robinho

– Ele pediu para bater. No momento eu deixei bater. Era importante para ele. E ele, graças a Deus, fez o gol.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Abel Braga reclama do campo e admite alívio: ‘O que eu mais queria era ganhar’

Em Los Larios, o protagonista do domingo foi o gramado. Devido à forte chuva em Xerém, o campo, inundado, mais parecia um rio. As poças, então, tornaram-se um problema para Fluminense e Volta Redonda, que duelaram pela Taça Rio. O jeito era marcar de pênalti, e assim saíram os três gols. Placar finar: 2 a 1 para o time de Abel Braga, que vibrou com o terceiro triunfo seguido no torneio.

– O que eu mais queria hoje era ganhar. Porque se falou tão pouco da vitória sobre o Flamengo e muito da derrota diante do Avaí. Nós tentamos e, em alguns momentos, colocamos o nosso jogo em prática. Mas é muito difícil nesse campo – reclamou.

Dada a constante procura do clube das Laranjeiras por estádios para mandar suas partidas, Abelão trouxe à tona um questionamento antigo: a falta de uma casa para o Fluminense. O técnico ainda se opôs à realização de shows no Maracanã, principal palco esportivo do Rio.

– Entrei há 14 anos no Fluminense. É sempre a mesma coisa. Empresta um campo, pega um campo lá. A gente não tem campo. A cidade tem o Maracanã, o estádio que o público merece. Mas ele é palco de bandas e de carnaval. Se cobra um absurdo em São Januário e no Engenhão. Isso me entristece. Vivo disso. A imprensa vive de futebol. Segundo pior estadual do país. Será que isso não é alerta? – indagou.

A seguir, veja mais tópicos da entrevista:

‘Invasão’ de morcego à sala de coletiva

– Hoje pode acontecer de tudo mesmo, até isso aí.

Ausência de Marcos Jr. entre os relacionados

– Eu não poupei o Marcos Jr., não. Ele não tinha era condições. Se entrasse em campo, sairia com lesão na panturrilha.

Estratégia de jogo diante do estado do gramado

– Nessas condições, tem de fazer o Sornoza e o Robinho aprofundarem. Ou jogar pelas laterais. O Volta Redonda fez bem pois aí se joga nas costas da defesa e se cava falta. Enfim. Importante que vencemos.

Robinho cobrando pênalti

– Robinho teve a coragem de bater o pênalti, mas quem deveria converter era o Pedro. Eu mandei recado. Imediatamente após o gol, iria tirar ele. Tem horas de que tem ser paizão mesmo.

Preferência por Ayrton Lucas

– É um jogador de muita velocidade. Se ele não volta, fica muito tempo sem jogar. Demoraria a recuperar o ritmo. Ele ganhou a posição no campo e só saiu por lesão. Então, procurei ser justo.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

FluCamp faz a alegria da criançada tricolor e se consolida um sucesso

As férias da criançada tricolor ficaram mais divertidas com o lançamento da FluCamp, sucesso absoluto entre meninos e meninas de 7 a 14 anos. O projeto, que acontece em janeiro e julho, dá aos participantes a chance de vivenciar, por uma semana, a rotina de um jogador de futebol. Na edição passada, rolaram, por exemplo, brincadeiras na piscina, treinos, jogos e visitas ao CT, a Xerém e à sala de troféus de Laranjeiras, sede do evento. Sem falar no encontro com o elenco profissional, ex-atletas e ídolos do Fluminense, como Romerito.

Meninas também têm seu lugar na FluCamp e se destacam. (Foto: Reprodução/Fluminense)

Além da extensa programação, que vai da manhã até o fim da tarde, os tricolores ganham um kit especial, com boné, uniformes, squeeze e até mochila.

Àqueles que têm talento com a bola no pé, ainda há a oportunidade de captação para o futsal do clube. Aos apaixonados pelas três cores que traduzem tradição, a FluCamp proporciona uma viagem na história do Tricolor. A partir desta experiência única, certamente, o coração passa a pulsar mais forte pelo maior do Brasil.

Veja o vídeo a seguir e entenda melhor sobre a FluCamp:

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fluminense vê solução para reduzir custo do Maracanã e costura acordo

Ao que tudo indica, o Fluminense retornará ao Maracanã ainda em março. Dado o alto custo operacional do estádio, o clube analisou alternativas e buscou uma solução para reduzir este gasto. A saída foi encontrada: utilizar somente o anel inferior. A novidade está, por ora, em fase de estudo, mas tem grandes chances de ser colocada em prática.

Houve negociação com o Consórcio e o desfecho caminha para um final feliz. O martelo deve ser batido até segunda-feira, e o jogo contra o Nova Iguaçu, dia 11, pela Taça Rio, pode acontecer no Maraca.

O mês de fevereiro foi de Maracanã fechado a futebol. Enquanto os clássicos e duelos do Carioca aconteciam pelo Rio e até Brasil afora (como no caso do Fla-Flu em Cuiabá), o principal palco esportivo do estado sediava eventos de música, como ‘Rio, Carnaval dos Sonhos’ e shows de Phil Colins e Foo Fighters. O gramado, retirado no início do mês passado, foi replantado. A concessionária estima que o campo esteja pronto para receber partidas a partir do dia 10.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com

Ibañez comemora primeiro gol no profissional: ‘Vivo meu sonho’

Na noite de quinta-feira, Roger Ibañez viveu um misto de emoções. Ao mesmo tempo em que festejava o primeiro gol no profissional do Fluminense, lamentava a derrota para o Avaí, por 2 a 1, pela Copa do Brasil. Faltou pouco para alegria ser 100%.

– O sentimento pelo gol, o primeiro no profissional, foi de extrema felicidade. Infelizmente, a felicidade não foi completa por causa da derrota. Mas a gente segue firme na mesma direção – afirma.

Gol foi de cabeça, nos primeiros minutos da etapa inicial. (Foto: Lucas Merçon)

A semana, em geral, foi positiva para o zagueiro. Aos 19 anos, consolidou-se de vez no time de Abel Braga e, recentemente, assinou contrato de cinco anos com o clube das Laranjeiras. Sem dúvida, os primeiros passos do jovem no futebol estão sendo especiais. Um sonho, diria Ibañez.

– Passei por um período de preparação forte. Desde que cheguei ao Fluminense, venho me preparando para chegar onde hoje estou. Meu foco é me manter titular. Posso declarar que vivo meu sonho. Renovei o contrato por cinco anos, estou tendo boas atuações. Estou muito feliz. Dou graças a Deus por isso – comemora

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Roger Ibañez pede apoio da torcida e avisa: ‘Nosso Fluminense é de vitórias’

A torcida tricolor vinha embalada pela sequência positiva do time, mas deixou o Nilton Santos, quinta-feira, frustrada. Afinal, o Fluminense perdeu para o Avaí. No entanto, o revés na Copa do Brasil em nada muda a postura do elenco. Pelo menos é o que diz Ibañez, que ainda destaca o espírito vencedor do clube.

– A confiança continua a mesma. O time está muito encaixado, muito aguerrido. Pedimos a colaboração dos torcedores. O Fluminense é de vitórias. Claro que nunca dá para manter a mesma coisa. Mas o nosso Fluminense é sempre de vitórias, sempre buscando resultados positivos – diz.

O zagueiro, ao tentar explicar o 2 a 1 para os catarinenses, foi breve: nada funcionou naquela noite. Porém, promete corrigir os erros cometidos no duelo passado e garante foco no Volta Redonda, adversário na Taça Rio.

– Vínhamos numa sequência muito boa. O time estava encaixando muito bem nos jogos. Ontem foi um dia em que, infelizmente, nada funcionou. Estávamos meio que perdidos no esquema. Mas isso vai ser corrigido durante a semana e vamos buscar a vitória domingo.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Abelão vê time abaixo, mas se responsabiliza pela derrota para o Avaí

Foi na quinta-feira, aos olhos de sua torcida, no Nilton Santos, que o Fluminense viu sua invencibilidade terminar. O Avaí fez 2 a 1 e garantiu certa vantagem para o segundo jogo, marcado para o dia 15, em Santa Catarina. Abel Braga chamou a responsabilidade para si e explicou a derrota.

– Não fizemos um bom jogo, reconheço isso. A responsabilidade é toda minha. Sentimos no segundo tempo que a equipe foi muito abaixo. É o cansaço natural. Alguns jogadores foram muito abaixo. Nos últimos jogos, com o coletivo bem, alguns jogadores cresciam individualmente. Hoje o coletivo não funcionou. Eu me responsabilizo – disse.

O ponto crucial para o revés foi a falha de Marlon Freitas, que entrou no lugar de Sornoza. Minutos depois de entrar em campo, o volante perdeu a bola e contribuiu para contra-ataque fatal do adversário. Em seguida, saiu o gol da virada.

– O Marlon Freitas tem uma característica de entrada na área. Eu o coloquei, ele errou uma bola e saiu o segundo gol – justificou o comandante, antes de defender o jogador:

– Abala, por ser um jovem. É difícil para ele. Entrou em campo e, sem tocar na bola, já estava sendo vaiado. Podia ter recebido incentivo.

Apesar do placar desfavorável, Abelão ainda crê na classificação para a próxima fase. O técnico destacou, também, a confiança que tem no elenco.

– Continuo a acreditar nos nossos jogadores. Nós temos que ter consciência que não está liquidado. Eles poderiam ter liquidado em dois ou três contra-ataques. Não aconteceu. Continua em aberto. Quando chegar o momento deste jogo, vamos pensar no que será melhor.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Abel Braga destaca a solidariedade do país pós-morte de filho: ‘Me senti forte’

Os meses se passaram, é verdade. Mas a saudade no coração de Abel Braga persiste. Em julho passado, enquanto dirigia treino no CT tricolor, o técnico foi comunicado da morte do filho mais novo, João Pedro. A tragédia, repentina, comoveu o país. Aliás, a solidariedade dos brasileiros, destaca o comandante, foi importante nos momentos de dor.

– Consegui separar bem o momento da lágrima, do choro. Mas essa saudade não se apaga. A dor, esse vão que fica na nossa frente, a gente não vai conseguir reconstruir. Fico meio sem chão, mas essa solidariedade que recebi do país foi uma coisa fantástica. De todo o país, todos os clubes, todos os torcedores, do meu Fluminense, principalmente. Me senti forte, uma coisa que desconhecia – confessou, em entrevista ao Seleção SporTV.

A força de Abelão para recomeçar também marcou aquele período. Dias depois da perda, o treinador estava em Recife para enfrentar o Sport, pelo Campeonato Brasileiro. A atitude é vista pelo mesmo como um exemplo a quem passa por situação parecida.

– Acima de tudo está sendo um exemplo a ser seguido. A quem tem a perda. Até hoje ainda recebo solidariedade pela minha atitude de começar a treinar, ter ido para Recife dirigir o time contra o Sport. Recebo muitas cartas enviadas ao Fluminense dizendo que servi de exemplo para muitos pais, filhos. Para muita gente – revela.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Pedro explica recusa à ceifada em gol no Fla-Flu: ‘Agora é reverência’

Na goleada no Fla-Flu de sábado, em Cuiabá, por 4 a 0, Pedro deixou o seu e, ao comemorar, reverenciou a torcida. Logo depois, ensaiou a ‘ceifada’, marca do rubro-negro Henrique Dourado, seguida de sinal negativo. Apontou para o peito e para o chão, um gesto que representa sua presença e responsabilidade no time. Mais simples: significa, em palavras, ‘Eu estou aqui’. A atitude, que fez sucesso entre os tricolores, foi justificada pelo garoto.

– O Dourado é meu amigo fora de campo. Mas eu quis falar é que ceifada, não mais. Agora é reverência. Fui feliz no gol e na comemoração também – explica.

Desde a saída de Dourado para a Gávea, Pedro assumiu o posto de centroavante. Ainda que seja alvo de desconfiança de parte da torcida, garante estar preparado para lidar com a pressão e para chamar a responsabilidade para si.

Pedro sai para festejar após marcar bom Fla-Flu. (Foto: Lucas Merçon)

– Estou preparadíssimo. É um momento que sempre sonhei na minha carreira: ser titular com a camisa do Fluminense. Não vou deixar isso escapar. O trabalho está sendo bem feito, com os pés no chão. Estou trabalhando duro. A pressão é normal. Esse ano, se Deus quiser, vai ser o meu ano e o do Fluminense – torce.

No elenco, Abel Braga conta com só dois camisas 9 de ofício. Portanto, é natural que a diretoria vá ao mercado em busca de reforços para a posição. Quanto a isto, Pedro demonstra estar tranquilo e pronto para a luta pela vaga entre os titulares.

Tem que chegar, sim. Tem que agrupar mais ainda o elenco, como está sendo feito o trabalho. Se chegar, vai chegar para somar. E eu vou buscar sempre a titularidade dentro do Fluminense.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com

Júlio César pode bater marca pelo Fluminense e comemora: ‘Gratificante’

Às 19h15 desta quinta-feira, o Fluminense pega o Avaí, no Nilton Santos, pela Copa do Brasil. O jogo, além de significar um passo adiante no torneio, pode levar Júlio César a alcançar uma importante marca pelo clube. Sem levar gols há 527 minutos, o goleiro, caso termine o confronto de logo mais sem ser vazado, ocupará a 4ª posição do top-5 de arqueiros que ficaram mais tempo com a rede intacta. À frente dele, ficarão, em ordem, Paulo Victor (619 minutos), Castilho (635) e, na liderança, Wellerson (759).

– Figurar numa lista repleta de ídolos e referências para um clube gigante como o Fluminense é muito gratificante. Estou trabalhando muito junto com meus companheiros para seguirmos na mesma pegada e mantermos nossa boa média de poucos gols sofridos. Sabemos que teremos pela frente um Avaí perigoso, e estamos nos precavendo da melhor forma possível – garantiu.

Júlio César assumiu de vez a titularidade em 2018. (Foto: Lucas Merçon)

Apesar dos bons números, Júlio prefere lembrar da composição defensiva. Com o 3-5-2, sistema adotado por Abel Braga para a temporada, Gum, Renato Chaves e Ibañez dão mais segurança ao goleiro. As estatísticas pessoais são importantes, mas o jogador frisa a coletividade.

– Eu priorizo a parte coletiva sempre. Prefiro vencer e ter um sistema defensivo sólido do que marcas individuais expressivas. Lógico que o ideal é conciliar os dois. Até porque um puxa o outro. Se a parte coletiva está em um momento positivo, fica mais fácil para todos também se sobressaírem individualmente. É isso que buscamos sempre – concluiu.

Dada a saída de Diego Cavalieri, dispensado em dezembro passado, o clube foi ao mercado buscar novas opções para o técnico. Vieram Guillermo de Amores e Rodolfo – nenhum deles foi testado. Ainda assim, a meta tricolor continua sob responsabilidade de Júlio César, que conviveu com críticas e desconfiança da torcida desde a sua chegada, em 2014. O começo de ano animador parece indicar um novo tempo do arqueiro nas Laranjeiras.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com

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