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“Na parte ofensiva só faltou o gol”, diz Odair Hellmann após mais uma derrota no Campeonato Brasileiro

Foto: Mailson Santana / FFC

O técnico Odair Hellmann falou após a derrota do Fluminense para o Sport. Na visão do treinador, a equipe teve o controle do jogo e merecia sair com a vitória.

-Na minha visão, na parte ofensiva só faltou o gol. Tivemos domínio, pressão, trabalhamos de um lado e do outro. Com infiltrações, criamos finalizações perigosas. No início do primeiro tempo, uma desatenção acabou resultando em um pênalti. Precisamos corrigir isso.

-Tivemos controle de todo o jogo. Só no início, nos primeiros dez minutos eles conseguiram uma construção de saída que nós pressionamos e pressionamos errado. Acabou abrindo um pouco de espaço e tomamos o primeiro gol cedo. A gente precisa corrigir isso, para que o nosso domínio e a nossa posse se traduza em resultado positivo. Faltou fazer o gol. O resultado foi injusto, por tudo que se viu dentro de campo. Mas futebol é botar a bola na rede para ter o resultado.

Fluminense tem quatro derrotas e apenas uma vitória fora do Rio no Campeonato Brasileiro

Foto: Mailson Santana / FFC

O desempenho do Fluminense fora de casa no Campeonato Brasileiro é desanimador. Com o revés diante do Sport, o tricolor chega a quarta derrota fora do Rio de Janeiro. A única vitória foi contra o Athletico Paranaense; o time saiu derrotado diante do Grêmio, RB Bragantino, São Paulo e Sport. A outra derrota do Fluminense foi para o Flamengo, no Maracanã.

O aproveitamento fora de casa de apenas 20% preocupa para o decorrer da competição. O clube fez apenas três dos 14 pontos na competição longe de seus domínios.

A derrota para o Sport surgiu de um pênalti infantil cometido pelo lateral-esquerdo Egídio. O Fluminense até fez uma pressão no fim da partida, mas não conseguiu empatar o duelo. A derrota deixa o time carioca na nona colocação.

Fluminense lucra R$ 13,5 milhões por venda de Evanilson ao Porto

Foto: Lucas Merçon/FFC

O Fluminense perdeu hoje o melhor atacante do elenco, mas a venda vai aliviar um pouco as dívidas do clube. Evanilson estava emprestado ao tricolor pelo Tombense-MG, time do empresário Eduardo Uram, acertou sua ida para jogar no futebol português. O Fluminense tinha 10% do passe + 20% de taxa de vitrine, esse valor representa R$ 13,5 milhões da negociação.

A direção do Fluminense tentou manter Evanilson até o final do Campeonato Brasileiro, mas o Porto exigiu a apresentação imediata do jogador. O valor total da venda do atacante foi de 7,5 milhões de euros (R$ 46,9 milhões).

Fluminense renova contrato do zagueiro Davi, promessa da base

Foto: Lucas Merçon/FFC

O Fluminense acertou a renovação de contrato do zagueiro Davi, 18 anos, que atua no time sub-19 tricolor. O jogador já teve passagens por seleções de base e teve o contrato renovado até 2023.

Foto: Lucas Merçon/FFC

A informação foi dada inicialmente pelo repórter Marcos Coelho, da rádio Tupi. A multa rescisória passa a ser de 30 milhões de euros (R$ 188 milhões).

Ex-Flu não agrada Tiago Nunes e está fora dos planos do Corinthians

Foto: Rodrigo Coca/ Ag. Corinthians

A frase “uma escolha muda todo o seu futuro” seria uma boa forma de explicar a situação do atacante Everaldo. O atleta vivia um bom momento na equipe carioca quando optou por deixar o tricolor para jogar na equipe paulista. Desde então, Everaldo acumulou lesões, atuações fracas e passou a ser considerado dispensável.

O Corinthians investiu R$ 3,5 milhões por 50% dos direitos econômicos do atacante, que assinou contrato até junho de 2023. Everaldo soma apenas dois gols em 21 jogos.

O jogador era titular indiscutível de Fernando Diniz, hoje desperta interesse de Ceará e Fortaleza. A aventura no time paulista parece que não deu certo. Escolhas, senhoras e senhores, escolhas.

Opinião: Ganhar do Figueirense (e classificar) é obrigação!

Foto: GE

Salve, salve, torcida tricolor. Chegamos ao tal jogo da volta pela terceira fase da Copa do Brasil. Após uma atuação desastrosa no jogo de ida, o Fluminense tem a missão de reverter o resultado depois de mais de cinco meses. O tricolor precisa vencer por dois gols de diferença para avançar no tempo normal, vitória por um gol leva a decisão para os pênaltis.

O título é bem direto, mas não tem nada de mentiroso. O Fluminense tem obrigação de ganhar desse Figueirense. O time catarinense ocupa a modesta 12° colocação na série B, além de ter sido eliminado nas quartas de final do campeonato catarinense. O desconhecido Grêmio Esportivo Juventus goleou o Figueira por 4×1. Senhoras e senhores, se o Juventus lá de Santa Catarina fez isso, o que o Fluminense deve fazer? Como sou de boa, aceito uma vitória sem sustos. Flu vencendo por 2×0 já tá tranquilo.

A escalação não deve ter muitas surpresas, mas o bom senso fará com que Calegari assuma a titularidade. A torcida necessita de Igor Julião no banco de reservas (ou fora dele). Ganso, após boa atuação no fim de semana, deve voltar ao banco de reservas. Não importa a escalação escolhida, o gol precisa sair rápido para o time ficar leve e construir o resultado.

O orçamento aprovado indica a necessidade do Fluminense chegar no mínimo às quartas de final da Copa do Brasil. A competição paga valores milionários a cada fase que o clube alcança, envolve muita grana. Diante de tudo isso, reforço o título: GANHAR DO FIGUEIRENSE É OBRIGAÇÃO.

A torcida tricolor não merece um vexame desse, já basta o fiasco que foi a Sul-Americana. No mais, vamos acreditar que o time terá a melhor atuação no ano e venceremos bem. O rival é fraco. Não é desrespeito falar isso (é a realidade). Vamos torcer para o ataque funcionar e a defesa não comprometer.

Fora da lista de relacionados nas duas últimas partidas, jovem Miguel é líder de assistências do Fluminense no Carioca

Foto: Divulgação FFC

O garoto Miguel, de apenas 17 anos, é o líder de assistências do Fluminense no Campeonato Carioca. O meia soma três passes que resultaram em gol do tricolor na competição.

O fato estranho disso tudo é que o meia que mais dá assistências jogou apenas nove minutos nesse retorno. Miguel entrou aos 39min do segundo tempo diante do Volta Redonda, naquele momento o Flu perdia por 2×0 e tinha um jogador a menos. O garoto de Xerém não foi relacionado para os duelos contra Macaé e Botafogo.

A torcida segue cobrando a utilização de Miguel com mais frequência, seja no time titular ou entrando no decorrer das partidas. Mesmo com pouca idade, o meia já mostra ótima visão de jogo e prova isso liderando as assistências do Fluminense sendo pouco utilizado.

O Fluminense não informou nenhuma lesão grave do menino, que aparece constantemente em fotos nos treinamentos no CT Carlos Castilho.

Destaque contra o Botafogo, volante Dodi tem contrato até o final de 2020

Foto: Lucas Merçon/FFC

Novidade na escalação contra o Botafogo, o volante Dodi, 24 anos, teve boa atuação e deve seguir no time titular. Mais veloz e melhor marcador que Hudson e Yago Felipe, o melhorzinho ganhou pontos com Odair e torcida.

Pouco utilizado no Fluminense, Dodi tem contrato até o final de 2020. O jogador foi bem nas poucas oportunidades que teve na temporada. O atleta está no Flu desde 2018, quando chegou por empréstimo do Criciúma. Teve um início ruim, fato que o deixou com pouca moral com os tricolores, mas mostra evolução considerável. Atualmente, seu valor de mercado está em 400 mil euros (cerca de R$ 2,5 milhões), segundo o site Transfermarkt.

A direção do Fluminense tem a missão de tratar sobre a renovação com o volante de 24 anos antes que possíveis interessados apareçam. Dinâmico, Dodi pode ajudar na ligação entre defesa e ataque. Exemplos recentes mostram que deixar para última hora pode ser prejudicial numa renovação de contrato.

Opinião – O time que não faz gol x o time que não toma gol: O que esperar do Flu de Odair Hellmann na final da Taça Rio?

Foto: Lucas Merçon/FFC

Pois é, galera. Jogando bem ou jogando mal, estamos na final. Já aviso logo de cara que é um texto opinativo e qualquer um pode discordar – de preferência sem xingar. O texto começa com uma tentativa falha de rima visando aliviar a tensão que o futebol do Fluminense nos proporciona a cada jogo.

O Campeonato Carioca é o único estadual do país com bola rolando em tempos de pandemia. O Fluminense, junto com o Botafogo, tentou até onde pôde adiar o retorno da competição. Olha, cá entre nós, seria bom pra gente. O futebol apresentado é de sangrar os olhos. Sem padrão tático, previsível e sem poderio ofensivo, o tricolor soma mais de 270 minutos sem marcar gols nesse retorno.

A volta foi contra o Volta Redonda, provavelmente o melhor dos times pequenos. Logo no início já deu pra ver que teríamos sérios problemas. Gol sofrido cedo, expulsão inexplicável do Egídio, derrota humilhante para o time da Cidade do Aço. Aproveito pra questionar algo: como o Egídio não foi punido por uma entrada tão imprudente? Imagino que seja difícil fazer isso devendo dois meses de salários (ou mais).

Passado o vexame diante do Volta Redonda na reestreia do ídolo Fred, o tricolor teve a chance de se redimir diante de um fraquíssimo Macaé. Eliminado, com um time totalmente desfigurado após a parada do futebol, o Macaé segurou o Fluminense e não tomou um gol durante os 90 minutos. O pior quase aconteceu nos acréscimos. Esse mesmo Macaé havia perdido para o Vasco por 3×1 antes de empatar com o time de Odair Hellmann.

Agora que mencionei o nome desse tal técnico, chegou a hora de falar mais sobre o mediano trabalho em números e péssimo em desempenho. Odair não entrega um Fluminense competitivo. Tem torcedor que não aceita ouvir ou ler isso, mas é uma verdade, uma opinião sincera. Quem lembra da eliminação vexatória na primeira fase da Sul-Americana? Eu me recordo bem. O gigante Fluminense não pode JAMAIS ter atuações tão previsíveis e medrosas contra um time inexpressivo, sem torcida e com uma importância ínfima no futebol. O Flu de Odair nos proporcionou essa vergonha. Adivinhem a desculpa apresentada? Início de trabalho, poucos treinos, time em construção, blá blá blá…

Após a triste eliminação, a torcida deu um voto de confiança para o time. Sei lá, vai que era um ponto fora da curva. Não, não era. Seguiu enganando com bons números no estadual – em jogos de pouca exigência, obviamente. O auge foi um 3×0 contra o já eliminado Botafogo. Ah, ganhamos também os sub-20 de Flamengo e Vasco. Tem tricolor que enche a boca pra falar isso. Menos, galera, bem menos.

Reclamando pela falta de tempo para treinos nesse retorno, Odair usa esse argumento para as fracas atuações no retorno. São três jogos e ZERO gols marcados e poucas chances criadas. Se a desculpa é o tempo de trabalho, como explicar a atuação pífia diante do Figueirense antes da pandemia? Perdemos para um time que beirou à falência no ano passado. Temos obrigação de reverter o resultado no jogo da volta pela Copa do Brasil.

Vamos finalmente ao que interessa: o que esperar do Fluminense de Odair contra o Flamengo? Eu espero no mínimo um time que queira jogar. Se entrar com medo, na retranca, será engolido. A desculpa já sabemos que o técnico tem pronta. Ontem vimos um time com três volantes, com alguns lampejos de futebol e outros de um time sem criação. O técnico ainda não encontrou o armador desse time. Nenê abre muito o jogo e Ganso não corresponde. Diante disso, como explicar Miguel fora até do banco?

Dodi mostrou para todos que ele é o melhor volante da equipe, mas ficava esquecido sei lá por qual motivo. Que tal tirar o lento Hudson e voltar com Marcos Paulo? Assim o time ganha variedade de jogadas ofensivas e segue com meio campo combativo com Yago e Dodi na marcação.

Odair Hellmann, só te peço uma coisa. Faça o time jogar bola. Quer uma dica? Basta você assistir os dois jogos do seu Internacional contra eles na libertadores do ano passado. Depois de assistir, treine o time para fazer o OPOSTO daquilo.

Vence o Fluminense.

Rodrigo Machado

Titulares, Nenê e Wellington Silva não aparecem em fotos e escalação para duelo com o Volta Redonda é incógnita

Foto: Divulgação / FFC

O Fluminense voltou aos treinos na última sexta-feira, 19, visando o retorno (indesejado) do Campeonato Carioca. Desde então, o clube posta fotos diariamente dos atletas na preparação. Alguns atletas não aparecem e deixam dúvidas sobre quem é o jogador que testou positivo para o novo coronavírus. Nomes como Nenê, Wellington Silva e Miguel não foram vistos nas imagens; Orinho também não aparece, mas pode ser que o motivo seja a proximidade do fim do contrato.

Após lutar na justiça para voltar a atuar apenas em julho, o Fluminense acatou a decisão do STJD e entrará em campo no próximo domingo, 28 de junho, às 19h, contra o Volta Redonda.

Nenê e Wellington Silva eram titulares antes da pandemia. Não se sabe se os atletas estão participando normalmente dos treinos, mas também não é possível afirmar a ausência deles. Tudo isso pode ficar mais claro nos próximos dias. Ganso, que não foi fotografado no início, passou a ter sua imagem divulgada com frequência pelo clube. O meia é o substituto provável de Nenê; caso o atacante Wellington Silva seja desfalque, o peruano Fernando Pacheco deve ser o escolhido.

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