Novidades das vendas dos ingressos do Flu x Fla

O Flu, abriu a venda de ingressos para não socios do Clube, hoje, as 10h. O total comercializado 25.763 bilhetes. Ate a manhã desta quarta-feira haviam sido vendidos 10 mil ingressos para sócios do Fluminense. Importante destacar que o setor leste inferior e o Maracana +, que fica no setor Oeste, ja estão esgotados.
Quem ainda não garantiu seu lugar para Clássico das Multidões fique atento pois em breve deve esgotar os bilhetes!

foto Rodrigo Amaral

IDOLO TRICOLOR DÁ O CAMINHO DAS PEDRAS PARA DINIZ

Em entrevista ao Portal GE, Samarone o Diabo Loiro, ensina os caminhos a Diniz de como conquistar o placar necessário para tentar conquistar a vaga para a próxima fase da Sulamericana e com bastante otimismo ele diz: ” Há possibilidade sim, como não? É muito complicado, mas nada é impossível no futebol. Nas condições que está o time lá, já morto, e sem altitude, tem que ir com inteligência e com jogadores que sejam capazes. Esquecer jogadores com nome e criar um meio de campo ofensivo. Um só na cabeça de área e os outros habilidosos, botar o time para frente. Um 4-3-3 para servir o Cano. Tem que ter dois pontas que voltem só até o meio de campo; dois laterais que sobem alternados e se apresentem na hora certa; e um meio de campo que chegue com a bola. Vai ter que acelerar, pegar a bola e partir para cima.”
Samarone foi Campeão Brasileiro em 70 com o Fluminense e participou da vitoria por 6×0 sobre o Deportivo Italia da Venezuela, na Libertadores de 71, marcaram, além do “Diabo Loiro”, também Mickey (duas vezes), Lula (duas vezes) e Cafuringa.

foto Flu memória

“A LIGA, se Liga!” – Por Rodrigo Amaral

A LIGA, se Liga!

Guerreiros e Guerreiras, muito tem se falado a respeito da tal LIGA, de nome engraçado, LIBRA, que poderia ser moeda estrangeira ou até mesmo uma unidade de medida, mas que a analogia até caberia, o dinheiro para fomentar a criação pode vir de fora e a sua distribuição não pode ter dois pesos e duas medidas, então sigamos nessa linha, linha do desconforto, das muitas noticiais que só servem para embaraçar nossa cabeça, vamos falar nesse texto, de pouco romantismo, sobre o posicionamento do Fluminense.

Para começar a falar sobre a criação da LIBRA, temos que compreender uma coisa, a LIGA não foi formada de ontem pra hoje, uma negociação de tão grande vulto, que movimentará bilhões não nasceu da noite pro dia, certamente conversas vêm sendo mantidas a mais de 8 meses, para que aí pudesse ser traçado o embrião dessa Associação de Clubes que mudará a forma de organizar o Futebol Brasileiro, pelo menos esperamos que mude para melhor e nessas conversas temos algumas figuras a serem destacadas:

  • Família Zveiter
    • O desembargador Luiz Zveiter chegou a presidência do STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) em 1996 a convite do então presidente Ricardo Teixeira, que curiosamente em 1999 passou o cargo para o irmão Sérgio, mas voltou a ocupar o cargo em 2000, e foi em 99 que ocorreu a virada de mesa que salvou o Botafogo, time de Luiz Zveiter, para quem não se recorda é o caso Sandro Hiroshi, onde o jogador tinha sua certidão de nascimento adulterada e a CBF solicitou a correção e lhe deu condição de jogo, mas Sergio Zveiter entendeu num momento posterior que a punição cabia ao São Paulo F.C. e com isso concedeu os pontos da derrota para o Botafogo, que culminou com a ação do Gama e a partir daí já sabemos o que ocorreu. Sigamos com os Zveiter, em 2001, ainda estudante de direito, Flavio, filho de Luiz, passou a integrar a comissão disciplinar do STJD, em 2005 já com o curso finalizado passou a Auditor do Tribunal. Vale lembrar que o pai de Sergio e Luiz, Waldemar Zveiter foi Ministro do Superior Tribunal de Justiça. Luiz Zveiter em 2001 suspendeu por 30 dias Armando Marques, então presidente da comissão de arbitragem, que ofendeu Paulo Cesar de Oliveira na sua atuação no jogo Vasco x Paraná, jogo em que o presidente vascaíno, Eurico Miranda, invadiu o Campo e não recebeu qualquer tipo de punição pela sua atitude antidesportiva e a forma que Eurico achou para agradecer a gentileza foi sair em defesa de Zveiter numa briga acirrada pelo poder dentro do STJD entre Ricardo Teixeira e o próprio Luiz, podemos dizer que era uma briga em criador e criatura, com vitória da família Zveiter. Luiz Zveiter também teve atuação impactante no caso Edilson, onde foram anuladas 11 partidas do Brasileiro de 2005.

Hoje, adivinhem quem está coordenando a criação da LIBRA, pois bem, acho que ninguém acertou né, pois é, Flávio Zveiter é o representante da Codajás Sports Kapital (CSK) e mentor do Estatuto da LIBRA.

  • Reinaldo Carneiro Bastos
    • Atual presidente reeleito da Federação Paulista de Futebol, assumiu a Federação em 2015, se elegeu em 2018 e agora reeleito até 2026 e em seu discurso de posse ele diz: “- Se estou aqui, não é só porque eu quero. Essa é uma entidade de clubes e ligas e, para a gente pleitear algo, a gente precisa, minimamente, de apoio de todos. Ninguém se elege vereador sem voto. Você não se elege a presidente do Senado sem apoio. Se a gente quer pleitear, precisa de voto, tem que ter apoio. Essa é a regra básica.” Hoje na LIBRA é o representante dos seis clubes paulistas que já assinaram a criação da LIBRA, que são Corinthians (A), São Paulo(A), Palmeiras(A), Santos(A), Bragantino(A) e Ponte Preta (B)

Cabe ainda salientar que dentro de colcha de retalhos Reinaldo é um dos quatro novos vice-presidentes da atual Gestão da CBF

  • Rubens Lopes Junior (o Rubinho)
    • Presidente da Federação de Futebol do Rio de Janeiro, reeleito por aclamação no último mês de abril para seu sexto mandato, sendo assim Rubinho já está a 17 anos no poder e dessa vez teve um discurso alinhado para a defesa e aceitação junto a CBF da aprovação da LIBRA, entidade essa, CBF, que hoje ele é um dos quatro novos vice-presidentes.
    • Cabe uma observação, segundo a nova legislação em vigor desde 2016, os Dirigentes esportivos foram limitados a dois mandatos, com isso é o ultimo mandato de Rubens Lopes Junior e com isso o cargo ficará disponível para a eleição de 2025.

Apresentado ou melhor, lembrado algumas figuras que movimentam o futebol brasileiro, sigamos no que mais importa para nós tricolores que é a posição do Fluminense neste projeto, mas antes falemos um pouco sobre aos acontecimentos e formatação da LIBRA.

Dentro do processo de fundação da LIBRA alguns Clubes tomaram a frente e articularam a execução do estatuto, Flamengo, Corinthians, Bragantino, São Paulo, Palmeiras e Santos da Série A, Ponte Preta e Cruzeiro da série B, estatuto esse redigido por Flávio Zveiter que é representante da CSK, empresa que em sua página se autodescreve como tendo o objetivo de desenvolver novas oportunidades e investimentos no futebol brasileiro, ou seja, é uma espécie de intermediária para captação de investidores, mas ao mesmo tempo fica tão próxima do seu cliente a ponto de elaborar a alma do cliente, leia-se o estatuto da LIBRA, um fato que nos deixa pensativos. Como falado anteriormente esta colcha de retalhos, que ainda não está acabada, vem sendo costurada a algum tempo, mas os mentores sabem o que querem, e não se fazem de rogados para demonstrar isso, ao fazer a composição da divisão dos percentuais a serem distribuídos para os associados da LIBRA, fica bem claro o intuito de polarização, de supervalorização daqueles que hoje têm o maior poder aquisitivo para investimentos do Futebol Tupiniquim, chegaremos ainda nesse tema, calma. Fato importante nessa história, e que chama a atenção é a ânsia que esse bloco de clubes tem para a assinatura e fundação da LIBRA, mesmo o tema sendo de suma importância, sem maiores aprofundamentos e discussões com todos os interessados, e esse bloco vem com um argumento muito raso para a assinatura, a de que é agora ou nunca, já passou da hora, não dá pra ficar mais uma década vendo crianças usando camisas de times europeus e repetindo o clichê: é outro esporte. Reunião marcada para o dia 03 de maio, com o argumento de que seria uma reunião entre o bloco “fundador” e os demais

clubes, fomos representados não pelo nosso Presidente, que estava com a agenda ocupada por uma reunião de negociação contratual, com isso designou o Vice de Relações institucionais, Mattheus Montenegro, advogado tributarista, sócio do escritório Bichara Advogados, Procurador Adjunto Tributário do Conselho Federal da OAB entre outras nomeações dentro da área do direito Tributário. A recepção do G8 (grupo dos 8 fundadores, o chamaremos assim) ao grupo que se auto intitula Futebol Forte, formado por América-MG, Atlético-GO, Atlético-MG, Athletico, Avaí, Ceará, Coritiba, Cuiabá, Fortaleza, Goiás e Juventude e os demais Clubes presentes na reunião, foi uma tremenda casa de caboclo* e tão logo o Presidente do São PauloF.C. teve o direito da palavra, dissertou sobre a importância daquele dia para o Futebol Brasileiro, pois seria naquele dia assinado a fundação da Liga que mudaria o Futebol Brasileiro, face a fala do presidente são-paulino todos os demais presidentes incrédulos ficaram, pois a chamada era para um debate e não para sacramentar nada, com isso o impasse se estabeleceu.

Na lista ainda faltam alguns Clubes, Botafogo, Internacional, Fluminense da Série A, além de outros da Série B, como o Grêmio e Vasco, que num primeiro momento ficou com o pé atrás, até porque dependia de um entendimento interno com a SAF 777 que já adiantou receita para o Clube, mas acabou entendendo que deveria assinar, com isso o Vasco hoje já é membro da LIBRA e o Grêmio está em posição neutra, aguardando os acontecimentos. Botafogo e Inter ficaram num ponto de inércia, querendo ser os moderadores para que pudessem ter algum protagonismo e articularem a aproximação entre o Futebol Forte e o G8.

O Fluminense foi procurado no inicio para compor o grupo de fundadores, o intermediário foi o Dr Flávio Zveiter, mas ao ver a forma e termos do estatuto e a divisão das receitas posicionou- se contrário a este formato já que o abismo entre os clubes continuaria enorme, sendo assim o Fluminense é favorável a LIGA, mas não nos moldes apresentados

Vale destacar que a “PL do Mandante” aqui no Brasil diz que o mandante tem a prerrogativa da negociação dos direitos de transmissão, assim como é lá fora, mas uma diferença drástica existe, lá negociam em bloco, coletivamente e aqui individualmente, o que diminui muito o poder de barganha.

Para que possamos entender um pouco o que vamos traçar um paralelo

Critérios de divisãoAlemanhaEspanhaItália / FrançaInglaterraLIBRA
Igualitária53%50%50%50%40%
Performance42%25% (média dos últimos 5 anos)30%25%30%
Engajamento25%20%25%30%
Outros critérios5%

Na divisão da Premier League a divisão igualitária chega a 68% se levar em consideração a venda internacional, não somente os 50% da venda doméstica, e é esse modelo que o Fluminense julga ser o mais justo para manter um equilíbrio pra o campeonato, mas salientando que o Fluminense discorda dos parâmetros do rateio do percentual sobre engajamento, a LIBRA bota um peso grande em cima do tamanho da torcida através de uma pesquisa feita pelo IBOPE, pois a pesquisa não é clara sobre aqueles torcedores que consomem o produto futebol, não traz muita

Caixa de texto: Casa de Caboclo* Termo usado no submundo da marginalidade. Armadilha, traição, crocodilagem.

clareza sobre os percentuais, e quando se fala na forma de mensurar o percentual de audiência sobre a transmissão de tv a conversa fica ainda mais nebulosa, afinal além de não ser claro, de não estar definido de que forma será feito, ainda fazem o discurso de que esse tipo de discussão pode ficar para um momento posterior, ou seja, depois que todos assinarem um contrato (estatuto) de adesão a LIBRA. Ora caros amigos, como alguém em sã consciência assina algo de tanta importância, principalmente quando se trata de um dos objetivos fins que é a divisão de receita, sem ter uma regra clara e transparente? Como assinar algo sem saber o que vai receber ou discordando do que vai receber?

A Planilha acima retrata a divisão do último Brasileirão equiparando a um cenário em que a LIBRA estivesse executando o seu planejamento de rateio, vejam que desta forma os últimos colocados, os quatro rebaixados receberiam 0,86% do total cada um, mas esse percentual para ser repassado para eles viria sendo retirado a partir do 6º colocado e os 5 primeiros colocados aumentariam assim o abismo financeiro para a parte mais baixa da tabela.

O Fluminense não aceita esse tipo de divisão, pois a luta é pelo equilíbrio e fica clara que da forma que está sendo quase que imposta a adesão o abismo tende a aumentar, afinal hoje os clubes com maior poder de investimento têm a maior probabilidade de ocuparem ao final do campeonato uma das 5 vagas do topo da tabela.

A discussão é muito ampla, tem muito por menores, mas o intuito deste texto foi mostrar algumas particularidade e tentar ajudar a mostrar de uma forma clara o básico do que está ocorrendo nesta negociação e gostaria de deixar minha opinião muito particular, de um torcedor que vive o Fluminense e tenta ajudar sempre, esse debate, esse cabo de guerra, não é a Luta do bem contra o mal, todos os clubes estão lutando para alcançar seus objetivos e melhorar suas condições e o Fluminense esta tendo uma postura que deveria ter, se não tem o protagonismo de estar encabeçando o G9, pois o Vasco entrou no bolo, e quando o Flu foi procurando era G6, foi porque analisou que o que estava sendo apresentado não seria benéfico para ele, ou melhor, nós. Vale ressaltar que não existe peso nesta questão, o Clube da Série A vale o mesmo que o

da Série B, o que ajuda a engrossar o caldo é a quantidade de jogos que cada bloco pode oferecer, sendo assim Torcedor Tricolor, não é porque a maioria dos Clubes menos tradicionais, nacionalmente dizendo, estão com a mesma postura do Fluminense que o Flu se apequenou, pergunto o que você faria? Aceitaria assinar um contrato hoje onde a sua probabilidade de ganhos pode ser de 6 a 10 vezes menor que os que estão com grana para investir em grandes elencos? Sejamos claros, francos e diretos!

Hoje teremos mais uma reunião para tratar da LIBRA.

O texto é de responsabilidade do autor.

TEM TRICOLOR NA TELINHA

Na manhã desta quinta feira 14/04, no Bom dia Rio da TV Globo, ao anunciar o quadro a Hora do Lofredo, quadro sobre as notícias dos clubes de futebol do Rio de Janeiro, o comentarista esportivo ao dizer que a Torcida do Fluminense hoje, não está muito Feliz, a âncora do telejornal matutino Silvana Ramiro emenda: “Tipo eu” e completa que viu o jogo e que o Flu não viu a cor da bola.

Foto divulgação

FERNANDO DINIZ FAZ ANÁLISE, E DIZ ‘O GANSO NÃO É UM CAMISA 10, E SIM 8.

Fernando Diniz em participação no programa Bem Amigos do Sportv, foi indagado, e fez breve análise sobre as características do jogador Ganso. Explicou que o atleta, diferentemente do que muitos pensam, é o um número 8 e não o 10. O ex Treinador Tricolor disse, ele se sente bem jogando de segundo homem, ainda complementa, tinham que ter ensinado a marcar, pois , tem que correr e não dá pra viver somente do talento, que sem duvida ele tem de sobra.


Diniz ainda foi interpelado, sobre a chegada na area, se pedia isso ao Ganso, e respondeu, categoricamente: que sempre deixou o jogador escolher, onde se sentia melhor pra atuar, e completou , que o meia campista não gosta de chegar sempre proximo da area, o que o caracteriza ainda mais como um camisa 8.

foto Mailson Santana

Até Quando o PROTOCOLO DA HIPOCRISIA vai afastar o verdadeiro torcedor dos estádios?. Opinião Rodrigo Amaral

O Futebol sempre foi um esporte de agregar as pessoas e mostrar que a sociedade pode se unir em prol de uma paixão, cada torcedor, palavra genuinamente Brasileira e Fluminense, tem suas preferências e sempre mostrou isso nas lindas festas nas arquibancadas e gerais do mundo a fora, o orgulho de envergar sua camisa, de fazer parte daquela massa única, não tem classe social, não tem raça, não tem credo, não tem nada que não seja a mesma camisa, o sentimento de pertencimento. Os Clássicos, palavra derivada da literatura que expressa o Antigo, o tradicional, aquilo que tem história, sempre foram jogos que mobilizaram a cidade, a sociedade, semana de clássico sempre foi diferente, o ar mudava, as pessoas agiam de forma diferente na ansiedade de que aquele dia chegasse, apostas, burburinhos, jornais, tudo cheirava a clássico, e depois do fim da peleja tudo mudava novamente, mas ao normal somente depois de dois dias do confronto, pois no dia seguinte só se via uma camisa nas ruas, a do vencedor, sorrisos e caras fechadas, era dia de pagar as apostas, era dia de vender jornal para ler o resumo e guardar os recortes daquele dia histórico, história, assim se faz a sociedade. A sociedade muda, a historia continua sendo contada só que de uma forma mais dinâmica, dificilmente os jornais são lidos como antes, a internet e as “tretas” das mídias sociais dominaram o subconsciente do torcedor, numa terra onde todos, eu disse TODOS, se sentem fortes, pois estão a léguas de distância do contato físico, estamos na era da sabedoria, da inteligência, da inteligência artificial, mas a sociedade que por um lado demonstra uma enorme evolução, por outro, não mostra isso ou não quer mostrar, poderia escrever um livro sobre isso, mas o assunto aqui é Futebol, é paixão, é Torcida, é Clássico.


Ir a um Clássico hoje deveria ser um programa maravilhoso, um coisa de família, de amigos, de irmãos, de namorados, de paqueras, de solteiros e solteiras, mas ainda hoje temos que nos deparar com relatos de constrangimento, de agressões deliberadas e conduzidas pelo ódio puro, simplesmente por você não comungar do mesmo gosto, como de uma torcedora Loira do Fluminense, que fez um vídeo que “explodiu” nas redes sociais, onde extravasa toda sua incredulidade e indignação com os fatos ocorridos no Largo do Machado, logo após o Clássico FLUMINENSE x Botafogo, a história contada é repugnante. Relatos de brigas e covardia aparecem de todos os lados, e ocorrem perto e longe dos estádios, e as Autoridades? O que fazem?


Alô PM (BEPE), Ministério Público e direção do Clubes vão fechar os olhos? Hoje vivemos num “Reality Show”, cercado por câmeras, não fazem nada por que não querem e a certeza da impunidade faz com que esses vermes continuem a agir desta forma covarde!


O BEPE(Batalhão Especial de Policiamento de Estádios) faz reunião prévia com os lideres de organizadas e alguns representantes para que não haja encontro no traslado e eventual confronto, tudo dentro do PROTOCOLO DA HIPOCRISIA. Todos que querem saber onde acontecerá confronto basta acessar a redes sociais, ou irem aos locais “tradicionais” de confrontos, pois eles existem. Também são feitos vídeos marcando encontros para brigas selvagens, para estimular o confronto, para insuflar a selvageria deliberada e são distribuídos a esmo, e então as brigas acontecem, novos vídeos são feitos, por torcedores acuados, por curiosos e até por alguns envolvidos no confronto, e as Autoridades? NÃO FAZEM NADA POR QUE NÃO QUEREM, é isso que nos deixa transparecer, pois qualquer um identifica quem participou e onde aconteceu a briga.


Temos algumas organizadas punidas, ou seja, não se pode entrar com a camisa dela nos estádios…… outro PROTOCOLO DA HIPOCRISIA, queria saber a mente brilhante que achou que a partir da punição, suspensão, banimento e etc., os integrantes não estarão nos estádios? Ah sim, a Macha Verde foi judicialmente EXTINTA, mas você a vê nos estádios travestida de MANCHA alvi-VERDE, toma na cara autoridades!


Vou ajudar um pouco as autoridades a acharem alguns brigões que gostam de incitar a violência, um vídeo que está circulando de alguns “adeptos” do Botafogo, pois esses não são os torcedores desse clube de tradição, chamando uma Torcida Organizada do Fluminense, que está suspensa de ir aos estádios, para a briga e ainda dizendo que quer o seu sangue, e ai AUTORIDADES, está difícil identificar? Será que só vai querer se manifestar depois que os TRICOLORES forem para os revides das provocações? QUEREMOS FESTA E NÃO BRIGA!


O futebol é festa, é segmentação, é um amor incondicional mas também é uma paixão que cega, as autoridades não podem fechar os olhos para todos os aspectos que envolvem esse esporte que move o mundo.

MILLIONARIOS VENCE E SOBE NA TABELA DO APERTURA

Se o Fluminense venceu o Classico contra o Flamengo por 1×0. O seu adversario no jogo da segunda fase da Libertadores, o Millionarios, depois de ter perdido de 2×0 para o Atletico Nacional e empatado em 0x0 com Envigado, e atuando num esquema 4-2-3-1 voltou a vencer, fez 1×0, com um gol contra marcado pelo defensor do time Union Magdalena, Gomez Camilo. Com essa vitoria o Millonario chegou a 9° colocação do campeonato colombiano, o Apertura.

A estreia do Fluminense na Libertadores terá transmissão da TV aberta. A estreia do Fluminense na Libertadores terá transmissão da TV aberta. Após a confirmação da Conmebol dos dias e horários das partidas da segunda fase. O SBT decidiu escolher o jogo do Flu para abrir a temporada.

Análise da partida de quinta-feira do Flu. O que aconteceu? . ” Opinião Rodrigo Amaral”


FELIPE MELO
Apresentou senso de posicionamento e bom passe, boa antecipação, mas foi lento em todos os quesitos, recuperação e saida de bola principalmente, ficou nítido que ele não pode jogar de terceiro zagueiro, nem de volante, e sim como segundo homem.


CRISTIANO
Primeiro tempo de ala, participou de algumas jogadas, pareceu afoito, mas tentou ir a frente. No segundo tempo, quando se desfez os 3 zagueiros, teve que atuar como Lateral. Mostrando total falta de intimidade com a função, teve um lance que ficou nítido: uma saida de bola pela esquerda, David Braz pressionado, ele que estava na linha do meio campo não voltou para dar opcao. David Braz conseguiu descolar um lançamento na ponta esquerda, nosso homem de 9 milhões continuou na linha do meio campo e não avançou para dar opção de ataque.


BIGODE
Se movimentou bem, deu opção na frente e por diversas vezes inverteu com Fred, fazendo a marcação alta e ainda, deu um belo chute.


NATHAN
Correu, flutuou bem do meio pra direita, mas porque jogou invertido, será que não renderia melhor se estivesse na esquerda? No 1° tempo fez boas tabelas com Samuel Xavier, cansou no segundo tempo.


ABEL
Tomamos um gol devido ao esquema tático, ou melhor pela não leitura do jogo. Se perceberam, Felipe Melo recebe no meio, e tenta girar pra sair jogando, mas, tem dois em cima dele, um enorme buraco entre a zaga e o meio campo, ninguém conseguiu perceber o avanço dos meias do bangu.


Abel fez o certo ao tirar Felipe Melo e por Luiz Henrique, mas não funcionou. Muito pelas caracteristicas do LH, que é jogador de velocidade e dribles longos, com o Bangu jogando com 2 linhas de 4 não sobrou espaço para o jogador.

começam os maiores erros:
1) CP no lugar do Cristiano, sera que treinou como lateral esquerdo?
2) Martineli no lugar do Nathan, porque voltar a fazer um tripe de volantes? Não temos preferência por Ganso, nem que o jogo pudesse ter o seu perfil, mas, o Abel veio com um discurso de fazer diferente, e o Flu não ter nenhum meia de criação no Banco? Porquê não oportunizar o cara? (E tem gente achando que nosso maior problema esta nas laterais, não temos meia de ligacao, percebam isso).
3) Aos 40m tira o Bigode e coloca Cano, fomos para o abafa, inclusive, com David Braz abandonando a zaga , pedindo Yago para voltar, e foi pra dentro da área … ora, Cano é finalizador, otimo por sinal, não é cabeceador, realmente foi dificil entender a substituição. Pior, se faz o gol, ia ter torcedor falando que ele poderia jogar ao lado do Fred.

Adversário do Fluminense na Libertadores estreia com vitória no Campeonato Colombiano Apertura.

Na primeira rodada do Campeonato Colombiano, Apertura, o Milionarios enfrentou o Deportivo Pasto fora de casa, usando um esquema 4-4-1-1. O adversario do Fluminense na 2°fase da Libertadores, venceu por 1×0 gol do recem contratado e estreante, Diego Herazo, meia atacante de 25 anos que jogou como falso 9 e que tem faro de gol. Em 2021 o jogador marcou 13 gols, em 28 partidas pelo time do La Equidad e no fim da mesma temporada, se transferiu para o Independente Medelin, onde atuou 4 vezes e marcou 1 gol. Um jogador de porte fisico forte e finalizador, o time do Abel Braga tem que ter atenção com o meia atacante Colombiano.


O Time Colombiamo, assim como o Fluminense, tambem se movimentou no mercado e trouxe 5 jogadores, Álvaro Montero que já foi da seleção colombiana e é a contratação mais importante na janela. Herazo veio para ser o substituto do goleador Uribe, e Larry Vásquez para suprir a saída de Daniel Giraldo. O zagueiro Cuenú não vai ser titular, veio para ser a terceira ou quarta opção, e o meia Sosa deve ser o reserva imediato do Mackalister Silva, que é a referência da equipe. É muito pouco provável que vão chegar mais jogadores. Se chegarem, serão jovens da base para completar, nada mais – explicou o jornalista Antonio Casale, da “Rádio RCN” de Bogotá.

Até o dia 22 de fevereiro, o Millonarios ainda terá mais seis jogos para cumprir e preparar a equipe para os confrontos com o Fluminense.