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“Em Época de Pandemia, fique em casa!” Opinião Rodrigo Amaral


E assim começa o Brasileiro, calendário sempre igual, estaduais sendo decididos dentro do Brasileiro, que já tem jogos adiados por conta disso, mais um jogo adiado por conta da contaminação, mas isso já sabíamos que poderia acontecer, mas o que assusta é a forma como foi organizado, onde os testes feitos dois dias antes e foram liberados no dia do jogo, confusão armada, CBF se superando, mas aqui falamos de Fluminense, eu não treinei duas vezes uma equipe e nem vivi o clima de vestiário de um time profissional, mas sou Fluminense, vivo o futebol 24h, já joguei em divisões de base e mesmo se não tivesse qualquer contato com as quatro linhas eu me sentiria no direito de falar, afinal sou torcedor e torcedor tem sempre razão, por mais que não a tenha. Pegamos um Grêmio sem sua principal arma, se reinventando no ataque, e nosso time com toda sua limitação, não entendeu isso. Odair nunca venceu na Arena e hoje, mais uma vez com três volantes, num audacioso esquema 721, não quis nem tentar vencer no primeiro tempo. Time covarde, jogando por uma bola, sem transição, marcando em nossa própria intermediária, impressionante, revoltante, mas, você via que o time é treinado pra isso, não se iludam, não é um elogio. Pois, o segundo tempo começa e tiramos o nosso terceiro zagueiro, ou seria volante ou ainda um líbero que não vai à frente, não importa, o que importa é que ele saiu, quem? Nem lembro, pois o narrador não falou o nome do Yuri. Entrou o “Araurro”, que logo no reinício da partida pegou uma bola, engrenou a quinta e veio costurando pela meiuca. Pensei eu, agora sim, vamos ajustar um 442 trazendo o Marcos Paulo pra ajudar a criação e continuar com gente no meio campo, doce ilusão, o time virou num 433 todo desorganizado, via-se nitidamente que não treinam esse esquema. Depois, apesar de algumas mexidas até melhores que as dos últimos jogos, o time continuou embolado, com um buraco no meio campo e a zaga toda exposta. Fred, nosso ídolo, deu pena, jogaram ele numa fogueira danada, isolado na frente, sem comentários, se a bola não chegar, ele não joga.
Amigos, Guerreiros, ver os nossos Laterais , ambos, mostrando tudo que sabem nessa partida, me deu ânsia de vômito, não é possível que todos vejam que o Julião é um grande professor de filosofia e só, o Odair acha que ele é jogador de futebol. O que falar do Edígio? Cara experiente, vice presidente da resenha, cara de grupo, mas, alguém tem que chegar e sacudir seus ombros, ele erra tudo que tenta, e quem organiza nosso futebol o aplaude.
É amigos, ver esse arremedo de time, já me deixa tenso para a sequência do campeonato, oremos.
Pra ver o time como está hoje, é melhor seguirmos a quarentena à risca e ficarmos em casa, pois, essa Loucapandemia Tricolor ainda nos levará à morte!

“O Herege” opinião Rodrigo Amaral


Queridos irmãos Tricolores, Laranjeiras e nossa igreja e toda a torcida do Fluminense nossa comunidade, ovelhas seguidoras de um pastor que direciona e doutrina nossa almas com os dogmas da Fidalguia e da paz, tendo o livre arbítrio como um fator libertador do mundo de gado, vivido e tocado dentro dos currais da ignorância. Sabemos que em nossos quadros sociais, eu disse sociais e não anti sociais, nem todos enxergam o nosso escudo como sendo o ápice, o crucifixo que representa algo maior, mas dentro de nossa igreja todos que comungam ali de tudo que é oferecido deve um ato mínimo, o respeito. Dentro desse pensamento como poderia eu manter a calma por ver um “ser” pouco evoluído e sem muita cultura proferir palavras que nos humilham, tais como: “Sou sócio do seu clube e é um prazer urinar na piscina”, mantendo um sorriso sarcástico, irônico e desafiador, ora irmãos, olhei no fundo de seus olhos, elevei o pensamento a Nelson Rodrigues e respondi, com chamas nos olhos de um bom ariano que sou, que escutar tal frase não poderia vir de alguém que não fosse um filho, adepto de nosferato, que cultuam as cores preto e vermelho, e assim como no apocalipse o desafiaria, a luta do bem contra o mal, mas nós tricolores, nobres amigos, somos ungidos com o pó de arroz, o branco da paz, da Fidalguia, sendo assim disse a esse senhor,o qual não merece o respeito de ninguém, que externaria meu desconforto aqui, o qual me implorou para não prosseguir com tal pensamento, afinal seu filho era tricolor e jogava nas categorias de base e poderia ser prejudicado, meus amigos, não sou um justiceiro, nem tão pouco um omisso, alem de dar-lhe uma lição sobre etica, respeito e historia do futebol, o fiz entender o tamanho da blasfêmia que ele havia cometido, tanto que o mesmo levantou-se e saiu de nossa mesa, obviamente “a francesa”, pois educação não é o seu forte, por isso conclamo a nossa inquisição, para que possamos decidir o futuro desse Herege, quem não respeita merece respeito?
O fla-FLU começou 40 minutos antes do nada é quarta-feira tem mais um!
Por esse relato conclamo a todos, Sejam Sócios, #épeloFlu

Espaço Democrático.

Espaço Democrático

Eu vi um esporte sendo criado para ser popular, onde se uniriam as classes sociais, cores e credos, acolhia à todos com um sentimento único. Vi mulheres muito destintas, com seus lindos chapéus e luvas, se emocionando com as pelejas, tensas, torcendo seus lenços e luvas. Vi nascer o termo torcedor(a), que ficou estigmatizado à todos aqueles que veêm os jogos vibrando, querendo a vitória da sua agremiação de predileção. Vi um avião sendo entregue à Força Aérea Brasileira para a segunda guerra mundial, onde o time do Fluminense tinha um grande numero de italos-brasileiros, numa época em que os imigrantes eram muito perseguidos e discriminados. Vi uma Missa Campal com o Papa, onde antes frequentavam pessoas muito bem trajadas, deu-se o lugar a uma vestimenta mais leve e menos pomposa, mas, que deixou os torcedores muito bem trajados a meu ver, afinal essas três cores unidas são de uma beleza ímpar. Vi a Seleção Pentacampeã nascer, crescer e ser vitoriosa. Vi e ouvi conversas, ah, se eu pudesse falar tudo aquilo que já escutei, ja fui muito judiado, maltratado, mas, falam de mim com muito amor, afinal é aqui que todos gostam de estar, de encontrar e se expressar. Aqui nasceram movimentos populares e politicos, aqui os indigentes viram protagonistas, famosos “quem”, que fazem seus instantes de glória ao demonstrarem seu amor ao club de football, viram não somente o torcedor, mas sim a torcida. Aqui existe vida, pulsa um unico coração e é por isso que eu, a arquibancada, não podem ser personificada, aqui todos são um, e, minha cara é da democracia, assim como o Club de Football. Não somente comigo, mas, também, com seus sócios e frequentadores da sede social, que fazem o retrato do club. Se temos um clube de todos, não podemos ter um viés, uma bandeira que não seja a do nosso Club, que une e não segrega, que faz com que tenhamos o sentimento de pertencimento a uma instituição grandiosa, que sempre contribuiu para o melhor da sociedade, pensado em seu progresso . Por pensar assim, fiquei aleijado, cortaram me um pedaço para que a Pinheiro Machado fosse construida. Pensar que teve clube de massa que ganhou estadio e nós nos sacrificamos com perda de 1/4 do nosso, em detrimento de uma sociedade melhor. Mostrou-se ao mundo também, o quão democratico é o Fluminense ao sediar os Jogos Olimpicos Latino-Americanos, porteriormente chamado de Pan-Americano, o qual foi base de defesa para nossa honraria maior que é a Taça Olímpica. Hora amigos, tricolores e admiradores, a Democracia está em nosso DNA, sempre andou conosco, assim como a luta contra o Racismo, onde reconhecemos tantos idolos pelo que fizeram, pelo que são como atletas e pessoas, tais como: Jair Marinho, Altair, Assis, Washington, Carlos Alberto Pintinho, Paulo Cesar Caju, Waldo, Marcão, Aldo, Cafuringa, Carlos Alberto Torres, Carlos Alberto (po de Arroz), Carlos Alberto entre tantos outros, que não são brancos, mas, contribuíram para este club ser o que é. Apesar de muitos quererem macular essa linda história, com rótulos que não condizem com a realidade do Pó de Arroz, afinal uma mentira repetida mil vezes, acaba tornando se uma verdade. A raiva, o ódio adversário por ter perdido atletas para o Fluminense, me fez ver uma cena lamentável, que nos dias de hoje seriam tratadas com repúdio , afinal o chacotearam, humilharam, xingaram e usaram de um subterfúgio baixo, diria anti desportivo para tentar tirar sua concentração. Afinal já exstiam outros negros jogando pelo Tricolor das Laranjeiras, nossa torcida sempre inteligente, não se fez de rogada e assumiu a identidade de Carlos Alberto e o defendeu com os mesmos gritos, com a conotação de incentivo. Então amigos, hoje com assuntos tão in voga, pois, nossa alma não permite mais tantas atrocidades contra os seres humanos, eu digo, levantemos a bandeira do Fluminense em primeiro lugar, não precisamos seguir a moda pura e simplesmente, sempre a ditamos com atos e realizações. Afinal, eu, como uma humilde arquibancada, estou aqui para ver o Fluminense sempre em primeiro plano e não misturado numa politica que vem de fora para dentro.

Saudações Tricolores

Rodrigo Amaral

“Nós iremos achar o tom, um acorde com lindo som…” Opinião Rodrigo Amaral


Vida louca vida, vida breve… cantaria Cazuza numa música épica, mas como bom sambista que sou, enveredo pelos acordes do cavaco e melodia do Fundo de Quintal, pois hoje já são mais de 20 mil choros que não tocarão o meu bandolim, isolamento social, consciência pessoal para o bem de uma comunidade que luta pelo pão de cada dia, com a fé que trás no peito sendo sua maior companhia, consciência essa que muitos não conseguem entender, quem não pode ficar em casa por não ter uma reserva financeira, ou um emprego que faça “home office”, acaba sucumbindo, ou se despe de qualquer vaidade e pede ajuda para sobreviver ou se veste com as roupas de Jorge e se arma para essa batalha, com máscara, álcool gel, fé e esperança, com a certeza de que é isso que tem que ser feito, já dizia Herbert de Souza, o querido Betinho, “quem tem fome tem pressa”.
E o famoso esporte bretão? Não é um ofício de primeira necessidade, não, mas…. vejam esses números extraidos de um relatório de 2019 da CBF, que interessantes:
Clubes profissionais: 742
Clubes amadores: 385
Contratos profissionais: 22.177
Vínculos não profissionais: 38.309.
Ou seja, 1.127 clubes e 60.486 familas dependentes dos clubes.
Os dirigentes ficam entre a cruz e a espada, pois sabem a gravidade da coisa, uns com mais outros com menos consciência humanitária, mas não se pode vendar os olhos e nem se deixar enganar, planos de contingências devem ser discutidos numa cadeia de responsabilidades e o bom senso mensurado sendo o norte, pedindo licença a Shakspeare, Voltar ou não voltar, eis a questão, que pode ser e deve ser mais profundo, Voltar quando? De que forma? Quais protocolos a tomar? Seria sensato a volta dos jogos com público? Num mundo onde nada se cria e tudo se copia, que olhemos mais uma vez para o velho continente, onde passos estão sendo dados, assim como observamos no início dessa calamidade pública chamada pandemia.
Que os Deuses do Futebol possam iluminar as mentes de todos os organizadores e amantes desse esporte que une, que trás felicidade e empregos, na direção correta.
REPINICADAS
O GRES PARAISO DO TUIUTI anunciou seu enredo para 2021, “Soltando os bichos”. Assim como:
●GRES UNIDOS DO VIRADOURO, Enredo: Não há tristeza que possa suportar tanta alegria’
● GRESE IMPÉRIO DA TIJUCA, Enredo: “Samba de Quilombo: A Resistência pela raiz”

“Dente de Leão ” opinião com Rodrigo Amaral


Esperança, Liberdade e otimismo, simbolismo dado a esta flor que voa sem destino, que você vê, tão delicada, mas não sabe de onde veio.
Se devemos soprar sua flor pensando que suas pétalas ao retornarem nos tragam o amor desejado, ao mesmo tempo imaginamos que ela possa ir a onde ela possa se enraizar e crescer.
Estamos passando um momento onde o mundo, por imposição de um vírus, que não se vê e nem se sabe de onde vem, apesar de saber sua origem, está olhando pra dentro de si, resgatando o que o simbolismo dessa pequena flor traduz, onde a Liberdade nos faz agir com sensatez, procurando o amor ao próximo tão esquecido no cotidiano do nosso egocentrismo, com a esperança e o otimismo, não de vencer um inimigo, mas de passar por este momento de forma digna, de sairmos dessa pandemia pessoas melhores, que não esqueçamos o significado deste isolamento, que o ressurgimento da vida normal nos faça normais novamente, assim como na época de nossos avôs, que hoje nos preocupamos, que o sentido de coletividade, de união, de amor ao próximo voe sempre como a pétala do dente de leão e se prolifere afim de deixar ainda mais bonito os campos de nossas vidas.
Quem ama cuida, isolados sim, sozinhos nunca!

“Nosso pedaço de chão” opinião Rodrigo Amaral


Caros amigos,


Ontem andei, andei, andei, como um andarilho que anda sem rumo e apenas observa a paisagem, e percebi que algo aconteceria, que nas cercanias do Mario Filho, que em dia de Nossos jogos poderia ser chamado de Nelson Rodrigues, assim como em Milão, haveria algo, não sei se lotaram o estádio, mas vi os camisas negras brotarem como formigas no verão, saindo e caminhando para aquele torrão de açúcar, inclusive um me perguntou onde era a entrada da Sul, e eu com um sorriso malandro de canto de boca falei:”A entrada do nosso lado fica pela Eurico Rabelo, em frente ao Bar dos Esportes”, e ele me exclamou, “Ah Você é Fluminense, Pô!” Eles sabem, todos sabem, mas a discussão existe, o próximo confronto entre o time da Barreira e o nosso Tricolor das Laranjeiras será no Nelson Rodrigues, e o mando será deles, ué e o lado Sul? Se o mando é deles, que joguemos no estádio deles, nunca fugimos da batalha, porquê teremos que jogar no nosso? Conheço as regras do cariocão, mas isso é questão de auto-estima, de rivalidade, de moralidade, até de ego, e não podemos sucumbir! Que Chitãozinho e Xororó me permitam, mas esse trecho da Música Coração Sertanejo reflete o nosso sentimento:”Andei, andei, andei até encontrar
Este amor tão bonito que me fez parar
Nesse pedaço de chão”. A Sul é o nosso pedaço, ali é nossa identificação, que eu possa continuar andando e que os tricolores me surpreendam, que mostrem que essa terra tem dono!

” Nos FlaxFlu’s é um aí Jesus” opinião Rodrigo Amaral


Irmãos tricolores, ainda me lembro daquele Fla X Flu da lagoa, ano de 1941, apesar de ter nascido em 76, mas como sou tricolor desde outras encarnações, estava eu lá, de chapeu panamá e terno, la na Gávea, me lembro como se fosse ontem, dividíamos as arquibancadas e como hoje jogavamos pelo empate. Tivemos um de nossos jogadores expulso, nosso goleiro, o Batatais, tinha uma lesão na Clavícula, e assim como em 95 abrimos 2×0, eles reagiram, tiveram a empáfia de achar que poderiam vir com tudo pra cima do já então time de guerreiros, apesar da alcunha só vir em 2009, pobres cronistas cegos da época, empataram, é verdade, mas só no placar, não na vontade, não na predestinação de fazer história .

Os jornais da época disseram que a expulsão foi injusta, que Pirillo merecia expulsão por pisar propositalmente no Ombro de Batatais, jogamos boa parte do jogo com um a menos, mas o jornal O Globo Sportivo, teimava em valorizar os chutões que por um acaso caiam na Lagoa, e com isso retardavam o jogo, valia título, nunca se fez tanta verdade com a Frase “Bola pro mato que o jogo é de campeonato” , e eles incomodados com a eminente perda do título , mandaram seus remadores buscar as bolas que por ventura caiam na Lagoa, ora, se são tão bons na água, que voltem a Remar.

Contra tudo e contra todos conquistamos nosso 14° estadual, um Bicampeonato mais que merecido, um empate com gosto de Vitória, com Garra, com vontade de vencer, podemos dizer que foi uma Vitória com a predestinação da imortalidade. Hoje, já me vejo mais tarde, com os amigos a brindar a exibição dos nossos guerreiros, Fla-Flu é Fla-Flu, não existe favorito, mas pra vencer esse duelo tem que ter vontade de fazer história, e de História nós entendemos, afinal NÓS SOMOS A HISTÓRIA!

“Nuestro sentimiento no puede parar” opinião Rodrigo Amaral


Vi declarações de muitas pessoas e respeito a opinião de todos, mas a arquibancada é um lugar mágico, de sentimento, onde os pulmões são tão exigidos quanto o coração, que trabalham em sincronia, em harmonia, em vezes dão a cadência do jogo em outras apenas acompanham o ritmo voraz da equipe, a grande verdade é que a arquibancada jamais poderá ser pragmática, omissa aos momentos da partida, jamais poderá deixar,e nunca pôde deixar de sentir a necessidade do time, não adianta cantar aquela musica porque você a acha legal ou bonita, ou porque ela ainda nao foi cantada, quem puxa os cantos tem que ter a sensibilidade de perceber qual é a música que vai inflamar a torcida naquele momento, não existe um roteiro, não existe uma cronologia, Lógico, após um gol, o êxtase, a festa, o alivio, o Show tá começando e parem pra vê-lo. Nenhum reino, povoado ou comunidade se fez sem união e a presunção de manter um ideal sem entender o momento, beira a arrogância, o Ceticismo! Assim como fizemos história no campo, na arquibancada também nunca foi diferente e os mais diversos movimentos, “sempre populares”, deram um novo rumo e protagonizam hoje um jeito latino hispanico de torcer, mas não esqueçam nossas origens , peço, não esqueçam a Minha Raiz, lembrem-se daquela Musica cantada a um ritmo, digamos … de cúmbia? que NÓS SOMOS DO RIO DE JANEIRO, CIDADE DE PRAIA E CARNAVAL..
Nós temos Surdos e não bumbos, temos caixas e não pratos, falei no inicio em respeito a opinião de todos, certo? o Respeito é tudo, cada um na sua, com ou sem União na parte mais democratica do estádio, mas se é pra seguir um ideal, seguirei sempre um, O FLUMINENSE, e tudo que entender que for a ele benéfico!
Caros Tricolores Unam-se, só assim seremos maiores!
Repinicadas:
BLOCO MINHA RAIZ desfilará no dia 15/02 – Concentração as 15h – Rua Visconde de Itamarati esquina com rua Eurico Rabelo, rua em frente ao portao 2. Tragam bandeiras de mão, aprendam o samba e o cantem a plenos pulmões, vamos valorizar e respeitar a Historia do Fluminense! Samba disponivel do YOUTUBE DO CANAL FLUNEWS

“Parque das Ruínas ” opinião Rodrigo Amaral


Maracanã moderno, torcedores antigos e paixão eterna, num primeiro tempo que a tempos não víamos, um time com vontade, com variação de jogadas, criando e empurrando um assustado Atlético Mineiro para trás, medroso como um frango que corre no galinheiro para não ser posto na panela. Yony, que provavelmente não fica para 2020 no Fluminense, se doando, sendo um leão ou seria um Guepardo, correndo o campo todo e contribuindo muito para o time, deu gosto de ver o Marcos Paulo, como se veterano fosse, jogando pra frente, sem se incomodar com quem estava na marcação, era apenas mais um João. O Fluminense parecia uma mansão elegante e que impunha respeito pela sua volúpia, mas veio o segundo tempo, com ele veio um inquilino que se achava dono da mansão, e ao invés de manter o gigantismo dessa construção solida, mostrou que por dentro dela só existiam ruínas, com mais substituições inconcebíveis, nosso inquilino Marcão abriu o parque das Ruínas à visitação e com isso viu o galo subir no poleiro, outrora um frango espantado, foi à banha, voltou como um gavião a cercar sua presa, presa fragilizada por um inquilino que não cuida do imóvel, felizmente os portões se fecharam a tempo de não enxergarem os caibros cheios de cupins.
Vendo o que foi feito NEM imagino o que pode acontecer com nosso Fluminense, mas tenho DODI gente que se diz entendedor de futebol com essa visão obtusa, que saibamos digerir a sopa de letrinhas que vem por ai.
REPINICADAS
● Ocorreu neste dia 15 ultimo, nas Laranjeiras, o churrasco do Bloco Minha Raiz onde foram recebidas 5 obras maravilhosas para a disputa de samba do Hino que embalará os foliões no Carnaval 2020.
● Começaram os Ensaios de Rua do GRES Paraíso do Tuiuti, todas as segundas-feiras a partir das 21h.
● Parabéns à Tia Surica, da Portela, que completa hoje 79 anos.

Jogar por quem?

Salve Tricolagem,
Depois desse inverno tenebroso, volto a escrever na primavera, afinal chegou a hora de desabrochar e deixar de lado a parte baixa da tabela, quero ver florescer a vontade de buscar algo para que possamos ficar verdadeiramente motivados para o ano de 2020. Nos grupos de whats app tenho visto muitas teses de como o time jogava com o Oswaldo, que se fosse bom, seria apenas WALDO, um dos maiores artilheiros do nosso Fluzão, e como jogou neste ultimo jogo contra o Grêmio, do nosso Rei do Rio, ora pessoal o time jogou pelo Marcão e não jogava pelo antecessor? Mas será que o time não teria que jogar pela Torcida, que diga-se de passagem tem mostrado muito apoio e que está do lado dos jogadores? Nossos atletas têm que entender que o maior patrimônio somos nós, os torcedores, é nítido que ao lado do Marcão o time fica com um astral mais leve, mas eles têm que jogar por nós, por eles, pelas suas famílias e pelo FLUMINENSE, ou será que o Ganso fez apenas um discurso politicamente correto?
Nobres tricolores que nosso time é um time desiquilibrado todos sabemos, e fazendo uma analise rápida e superficial, não temos lateral direito, lateral esquerdo, zagueiros que inspiram confiança, não temos um primeiro volante, pois o Allan, com toda sua categoria na minha opinião é segundo, mas se entenderem que ele é o primeiro, não temos um reserva a altura, nosso segundo volante em atividade nunca pode ser o Ganso, Danielzinho tem feito um feijão com arroz muito bem temperado, Nenê não está decepcionando, Ganso próximo da Área impõe velocidade e dá assistências, mas o Joao Pedro não pode ficar fora da Área, ele é finalizador, precisa maturar, mas tem muita vontade e as vezes se atrapalha longe da área e o Yony, o Pogbá das Laranjeiras, crescer de produção quando recebe a bola em profundidade e entra na área fazendo o facão e não sabe jogar centralizado, mesmas características do nosso Guerreiro Wellington Nem, que é melhor que o Pogbá no mano a mano.
Domingo sairemos de nossos domínios e iremos ao Subúrbio encarar o time de uma única estrela, time esse que vem cambaleando no campeonato, ninguém sabe como mas conseguiu fazer uma gordura, assim como os ursos, para passar o inverno, mas como disse no inicio do texto, já estamos na primavera, vamos acabar com a graça desse time sem graça, vamos garantir mais uma vitória, que será a segunda consecutiva e alçar mira nos time com 30 pontos, nossa camisa pesa e vamos mostrar o peso dela no domingo e que os Jogadores joguem pela torcida!
REPINICADAS

  • Dia 05/10, teremos Renato da Rocinha lá na quadra do GRES Paraíso do Tuiuti, Rua Campo de São Cristóvão S/N, em frente ao Centro de Tradições Nordestinas, ainda existem alguns ingressos, falar com Alex Jogador (21)99253-7991
  • Os Ensaios/ oficina de percussão do Bloco Minha Raiz, o Bloco da Familia Tricolor, já começaram, todas as terças na quadra da GRES Alegria da Zona Sul, as 19h, Venham participar da nossa Familia.

Rodrigo Amaral

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