Análise: Com muitos erros individuais, falhas nas transições e muito nervoso, o Fluminense perde e vê a classificação à libertadores em risco.

Em jogo com dois erros individuais de Lucas Claro, o Fluminense foi derrotado pelo Bahia e vê sua classificação à Libertadores ameaçada. Ainda resta o último jogo contra a Chapecoense para o tricolor tentar uma vaga na maior competição das Américas.

O Fluminense começou o jogo com seu tradicional 1-4-3-3 com Wellington de 1º homem de meio campo e André mais a frente. Com o jovem volante jogando de costas para o gol adversário, o Fluminense errava muito na saída de bola e nas transições ofensivas, já nas transições defensivas encontrava muita dificuldade em recompor linhas e facilitava as ações ofensivas do adversário.

Luís Henrique conseguia o duelo 1×1 ofensivo e era efetivo no 1º drible, mas esbarrava na forte marcação do Bahia, precisava recuar a bola e com isso o Fluminense atrasava suas jogadas ofensivas. Com muita lentidão nas transições e viradas de bola o tricolor carioca era facilmente marcado e sofria nos contra ataques do adversário.

No segundo tempo, já perdendo por 2 a 0 o Fluminense teve a entrada de Cazares e Martinelli, conseguia criar ass jogadas mas pecava no último passe ou nas decisões erradas dos seus homens de frente. O tricolor carioca tinha mais volume de jogo, bastante jogadores entrando no último terço mas não finalizava ao gol, com isso o resultado do jogo foi mantido.

O tricolor carioca ainda sonha com uma vaga na próxima Libertadores, resta um jogo e esse com apoio da torcida no Maracanã. E você, torcedor tricolor, acredita na classificação?

Análise: As necessidades do Fluminense para a temporada 2022.

O Fluminense está muito próximo de conquistar a classificação para a Libertadores de 2022 e com isso precisa se preparar para as competições que irá disputar e nessa análise vamos trazer para vocês as necessidades do tricolor para a próxima temporada e sua busca por reforços.

É visível a importância de uma contratação na lateral esquerda do Fluminense, na atual temporada o tricolor sofreu com as atuações muito abaixo de Egídio e Danilo Barcelos. Com a chegada de Marlon, voltando da Europa, Marcão optou por deixar o jovem lateral ter uma sequência e acabou se firmando na posição, sendo também responsável pela bola parada da equipe. Mas precisa de uma “sombra” ou até mesmo um jogador para ser titular da equipe.

Outra necessidade do Fluminense é na criação das jogadas, a bola passa muito por André e Yago Felipe, e o modelo utilizado por Marcão com 3 volantes cria um “buraco” no meio campo tricolor ao iniciar a 1ª fase de construção. Além de na organização defensiva os extremos ficarem sobrecarregados na marcação, com a entrada de um meia o Fluminense pode fazer com que crie mais e também se organize melhor defensivamente, como já vimos no Tática Didática.

Nas extremas o Fluminense precisa de um jogador com características parecidas ou iguais as de Caio Paulista. Um jogador tecnicamente melhor e com poder de finalização ajudaria muito ao tricolor nas transições ofensivas, dando sequências às jogadas e concluindo com mais eficiência às ações de ataque.

Basicamente a manutenção do elenco atual e peças de reposição são o que o Fluminense precisa para ter uma temporada buscando melhores ambições nas competições que irá disputar.

Análise: André é um jogador moderno e de muita técnica, mais uma grande revelação do Fluminense.

Hoje vamos trazer uma análise sobre o volante André, revelado nas categorias de base do Fluminense. Um atleta de futebol técnico e moderno, com ampla visão e entendimento do jogo, força física e liderança. Como falamos no Tática Didática.

André fez 32 jogos na atual temporada e foi titular em 59% desses jogos, tem 93% de acerto nos passes durante as partidas, sejam eles passes em ruptura, laterais ou longos. Realiza a fase de construção do Fluminense, em alguns momentos a 1ª fase de construção e em outros a 2ª fase de construção. Precisa ter um pouco mais de entrada no último terço para finalização e chutes de longa distância, duelo 1×1 defensivo e ofensivo excelentes, quebra linhas com dribles e proteção de bola.

O jovem de 19 anos tem um futuro brilhante pela frente no Fluminense e Seleção Brasileira, quando tiver oportunidades, esperamos que permaneça no Brasil por muito tempo e se torne uma das referências do futebol brasileiro.

Confira a análise completa no vídeo.

Análise: Fluminense faz gol logo no início, segura o Internacional e vence no Maracanã confronto direto por vaga na Libertadores 2022.

Em um jogo onde o tricolor mostrou muita raça e muita vontade mas deixou a desejar na parte técnica, saiu com a vitória e deu mais um passo importante para a classificação à Libertadores do próximo ano.

Com Wellington na vaga de André, suspenso, e Calegari no meio de campo no lugar de Martinelli, machucado, o Fluminense tinha Yago Felipe na criação, sendo o responsável pela 2ª fase de construção e chegando muito ao ataque. Fred jogando mais fora da área foi o responsável pela primeira grande chance do Fluminense.

 

Logo com 1’ de jogo saiu o gol. Fred puxa a marcação e tenta o cruzamento, o zagueiro do Internacional coloca a mão na bola e a arbitragem confirma o pênalti, o atacante tricolor bate com categoria e abre o placar no Maracanã. A partir daí o que se viu foi um Fluminense recuado e esperando o momento certo para matar o jogo, no maior estilo do reativo como é conhecido do tricolor. Como já vimos no Tática Didática.

Na organização defensiva o Fluminense ficava com uma linha de 5 no meio de campo e posicionou os seus extremos para sair em velocidade e realizar as transições com poucos toques na bola e efetividade, mas esbarrou na qualidade técnica de seus jogadores.

Uma vitória importante e que põe o Fluminense de vez na briga por uma vaga na Libertadores 2022.

Análise: Fluminense faz jogo seguro e vence o América/MG no Maracanã com gols de Luiz Henrique e Fred

Em um jogo seguro taticamente, com mais posse de bola, determinação e superioridade, o Fluminense venceu o confronto direto contra o América/MG e chegou a 7ª colocação do Brasileirão.

Com a volta de Luiz Henrique e Fred ao ataque, o Fluminense iniciou o jogo no 1-4-3-3, na organização ofensiva, já na organização defensiva ficava no 1-4-4-2 com Caio Paulista fazendo uma dupla de ataque com Fred, iniciando a marcação em bloco médio, o Fluminense tem muito repertório, como mostramos no vídeo do Tática Didática. Caio e Luiz Henrique trocaram em muitos momentos do jogo de lado. O tricolor também jogou com seus laterais em bastante amplitude, fazendo com que o adversário abrisse o meio de campo para infiltração dos volantes do Fluminense, foi visto durante o jogo Yago, André e Martinelli chegando na área.

O gol tricolor marcado por Luiz Henrique saiu de uma falta cobrada dentro da área e um erro defensivo do América/MG, realizando uma linha de impedimento errada, o atacante tricolor ficou livre na área e aproveitou o passe de Nino para marcar com o gol livre, o VAR conferiu se havia impedimento no lance mas foi validado.

Na segunda etapa o Fluminense mesmo em vantagem marcava no último terço do campo pressionando a saída de bola do adversário. Vencendo por 1 a 0, o Fluminense passou a marcar no 1-4-1-4-1, com André de 1º homem de meio campo e Fred como o único jogador à frente. Árias entrou no lugar de Luiz Henrique, cansado, e jogou aberto pela extrema esquerda, realizando boas jogadas, nesse momento o tricolor jogava de forma bem ofensiva e com vontade de matar o jogo.

Fred voltou a marcar de pênalti após jogada em profundidade de Cazares para Árias. O equatoriano bateu a falta rápido, criando o espaço com um passe em ruptura nas costas da defesa e encontrou Árias, que foi derrubado na área.

O Fluminense fez um jogo muito seguro e venceu o confronto direto na briga por uma vaga na Libertadores, sem dúvida dá uma esperança ao torcedor do tricolor por dias melhores.

Análise: Fluminense joga mal, finaliza pouco e acaba derrotado pelo Juventude por 1 a 0

Em jogo de pouca inspiração, o Fluminense acabou derrotado fora de casa e não aproveitou a derrota do Internacional para subir na tabela e dar mais um passo rumo à Libertadores 2022.

Mais uma vez Marcão modificou o Fluminense saindo do 1-4-4-2, da vitória sobre o Palmeiras, para o 1-4-3-3, com 3 volantes e Caio Paulista na extrema direita. Lucca também ganhou a vaga de titular e jogou aberto pela esquerda, com John Kennedy na vaga de Fred, suspenso. André retornou ao meio de campo do tricolor e deu início a maioria das saídas de bola do Fluminense, como podemos ver na análise do Tática Didática , o jovem volante dá mais qualidade a 1ª fase de construção de sua equipe.

Buscando transições em velocidade o Fluminense chegava ao ataque com superioridade numérica mas errava no último passe e em muitos momentos devolvia a bola para o adversário. John Kennedy flutuava bem entre as linhas do Juventude mas o tricolor não conseguia chegar ao gol e finalizava muito pouco na meta do goleiro gaúcho.

O gol do Juventude expõe um dos maiores problemas da equipe de Marcão: a pouca pressão ao portador da bola. Na jogada ensaiada, e estudada, do time gaúcho a bola sai do escanteio para quase o 2º terço do campo e o jogador do Juventude recebe com espaço e tempo para cruzar na área. Outro problema aparece, o ataque às costas do lateral, que ganha de Marlon no alto e atravessa a bola para a pequena área encontrando o atacante do Juventude em liberdade para finalizar e fazer o gol.

Com a entrada de Cazares o Fluminense tem a posse, cria os espaço mas o meia equatoriano se posiciona mal e fica atrás da linha adversária, dificultando a criação das jogadas do tricolor. Atrás do placar o Fluminense sobe suas linhas mas pressiona pouco e não consegue recuperar a posse e gerar um novo ataque. Árias entrou aberto pela direita, sua posição de origem, mas pouco tocou na bola e quando tocou errou mais do que acertou, analisado pelo Tática Didática.

O Fluminense tem repertório, tem jogadores que podem render mais, porém tem pouca inspiração e sem nenhum poder de finalização. Marcão precisa procurar alternativas para as últimas rodadas do Brasileirão.

Análise: Fluminense consegue sua primeira virada com Marcão e vence o Palmeiras no Maracanã

Na base da raça e da vontade o Fluminense interrompe a série invicta, 6 jogos, do Palmeiras, surpreende e vence no Maracanã com dois gols do Yago Felipe.

Como mostramos no vídeo semana do Tática Didática, o Fluminense de Marcão tem muita dificuldade quando sai atrás do placar e hoje com uma escalação mais cuidadosa não seria surpresa um empate ou mais uma derrota. Mas o que se viu foi um Fluminense com dificuldades e em contrapartida com muita vontade de vencer e buscar sua vaga na Libertadores.

Sem Nino, André e Luis Henrique, o treinador tricolor optou por Lucas Claro, Wellington e Caio Paulista, respectivamente, em seus lugares para o início da partida e a volta de Fred ao time titular. O Fluminense teve muita dificuldade na pressão ao portador da bola, na 2ª fase de construção e dava muito espaço ao adversário. Com as mudanças, o Fluminense voltou a atuar no 1-4-1-4-1, formação muito parecida com o da partida contra o Athlético/PR, analisada aqui pelo Tática Didática.

Fred fazia marcação na primeira linha e Wellington ficava a frente da última linha defensiva. Na 1ª fase de construção, sem André, os zagueiros se revezavam na saída de bola, sendo David Braz o mais acionado, o Palmeiras deixava o Flu construir desde sua defesa.

Já no segundo tempo Marcão optou pela volta de Gabriel Texeira aberto nas extremas e explorando as costas da última linha defensiva do adversário, com muita velocidade o Fluminense teve bons momentos e conseguiu finalizar no gol. Com a saída de Árias e a entrada de Cazares, o tricolor começou a iniciar a 2ª fase de construção com Yago Felipe e foi assim que em dois chutes de fora da área saíram os gols da vitória do Fluminense

Marcão consegue uma sobrevida no comando do Fluminense e o tricolor carioca ainda sonha com uma vaga direta na próxima Libertadores.

Análise: Marcão modifica o Fluminense e é derrotado pelo Grêmio.

Em uma noite muito ruim, o Fluminense é derrotado pelo Grêmio e mantém a dúvida na cabeça de seu torcedor. Será que esse time é capaz de conseguir uma vaga na Libertadores?

Marcão iniciou a partida com muitas modificações em relação a vitória contra o Sport, como podemos ver na análise do Tática Didática. Fred no banco, Calegari na direita e Cazares na criação. É um pedido do torcedor tricolor a entrada de John Kennedy no lugar de Fred, mas o que se viu foi mais uma vez um tricolor muito desorganizado e sem criatividade.

Com um meio campo formado por 4 jogadores sendo 3 deles volantes o Fluminense pouco criava, a ideia de Marcão era deixar o time mais jovem e mais leve, só que foi visto uma equipe sem muita objetividade, errando muitos passes e exposta nos contra-ataques.

Inicialmente o Fluminense adiantou suas linhas e marcou o Grêmio no campo de ataque, mas pouco pressionava o portador da bola. A equipe gaúcha marcou em linha alta dificultando a saída de bola do Fluminense, fazendo com que Marcos Felipe tentasse passes longos, o que não é o forte do goleiro tricolor carioca. A bola chegava ao ataque mas voltava logo para posse do Grêmio.

Em alguns momentos foi possível observar a construção ofensiva do Fluminense desde seu goleiro mas a desorganização de seus jogadores do meio campo forçava uma ligação direta, criava o espaço mas nem os meias e nem os laterais ocupavam esses espaços para realizar a transição ofensiva.

Árias entrou no segundo tempo e jogou mais onde está habituado, pela extrema do campo, porém não foi efetivo e errou muitos passes e dribles. O Fluminense após o gol sofrido adiantou suas linhas e tentou jogar no campo do adversário mas pecou na criação e nos erros de seus volantes.

Marcão terá muito trabalho pela frente se quiser levar esse time à Libertadores, e será que a diretoria e principalmente o torcedor terá paciência para tantas atuações ruins?

Análise: Fluminense controla o jogo, finaliza mais e consegue a vitória com gol nos acréscimos.

Em jogo realizado no Maracanã, o Fluminense venceu mas ainda não convenceu seu torcedor de que esse time pode conseguir uma vaga na Libertadores 2022.

Marcão optou por mudar a forma do Fluminense jogar, como adiantamos aqui no Tática Didática. O tricolor começou a partida com dois atacante e Luiz Henrique, que vinha atuando como extremo, mais recuado ao lado de John Árias na criação de jogadas ofensivas. André e Martinelli eram os volantes que se revezavam na 1ª fase de construção.

https://youtu.be/PymCxqgQTyM

Nino por sua vez aparecia como construtor de jogadas, realizando passes em ruptura e gerando ações ofensivas. Em uma dessas jogadas o Fluminense chegou ao gol. O zagueiro tricolor na 2ª fase de construção faz um passe em ruptura para o lateral-direito Samuel Xavier, que em profundidade encontra Fred dentro da área para finalizar, mas o gol acaba sendo anulado por impedimento de Samuel Xavier na origem do lance. É importante destacar a atuação de Fred nessa jogada, onde atrai a marcação de 3 jogadores do Sport abrindo espaço para infiltração do lateral-direito na última linha defensiva do adversário. Essa forma que Nino atua pode ser visto no vídeo do Tática Didática, onde analisamos de forma individual o zagueiro.

Na segunda etapa Marcão voltou do vestiário com Cazares na vaga de Árias, tendo assim um armador de jogadas com mais características de meia. O equatoriano entrou bem e fez algumas jogadas perigosas, em uma delas inverteu com Caio Paulista na ponta e cruzou na área para Luiz Henrique finalizar na trave. Fred também foi substituído e o Fluminense voltou a atuar com 3 atacantes, com John Kennedy centralizado.

Gostaria de destacar a grande partida de André, o jovem volante do Fluminense revelado em Xerém é o grande nome da equipe de Marcão. É o responsável por muitas ações ofensivas e defensivas, além de ter ótima leitura de jogo, habilidade, força física e liderança. Sem dúvida é uma das revelações do campeonato.

O gol do Fluminense saiu de uma jogada onde Marlon tinha a possibilidade de levar a bola no fundo, entrar na área ou cruzar. Sem pressão, o lateral tricolor conseguiu um bom cruzamento e o zagueiro David Braz entre a linha defensiva do adversário finalizou, garantindo a vitória nos acréscimos. 

O Fluminense consegue uma vitória importante e que mantém vivo o sonho de uma vaga na Libertadores do próximo ano.

Com a volta de Fred, após lesão, como o Fluminense deve jogar?

Marcão chega ao jogo contra o Sport com um dilema: Fred retorna ao time titular, mas quem sai para o ídolo tricolor entrar?

Com a volta de Fred seria natural a saída de John Kennedy do time titular,  mas a má fase de Caio Paulista e a ótima fase de John Kennedy é provável que o Fluminense jogue com uma nova formação. Na ausência de Fred, o treinador tricolor testou outros centroavantes, como Bobadilla e Abel Hernández, mas foi a promessa tricolor que se saiu melhor, marcando 2 gols na vitória sobre o Flamengo e sendo importante em outras partidas.

Na derrota para o Ceará, John Kennedy estava suspenso e Fred começou no banco. Marcão colocou Abel de titular e durante o segundo tempo o ídolo tricolor entrou na partida. O Fluminense jogou os últimos 45’ com 2 centroavantes, mas ainda não começou nenhum jogo dessa forma, sempre atua com 3 atacantes, sendo 2 extremos e 1 jogador na referência, como podemos ver no Tática Didática.

Analisando o elenco tricolor e as últimas partidas acredito que a formação ideal para o jogo contra o Ceará seria a entrada de John Kennedy no lugar de Caio Paulista. A revelação tricolor já atuou como extremo nas categorias de base, além de formar uma dupla de ataque com Fred, o que facilitaria as ações ofensivas do tricolor. John Kennedy é um jogador versátil, que pode flutuar entre as linhas e também atuar em velocidade pelos lados do campo. Não acho que Marcão vá optar por colocar um meia ou volante com a volta de Fred, a entrada de outro jogador iria descaracterizar demais o time tricolor, e nem repetir as escalações com o Caio Paulista na extrema.

Para atender a necessidade da equipe John Kennedy é a escolha ideal para a sequência do campeonato, deixaria o Flu mais veloz e com um ótimo poder de finalização. Confira a análise completa no vídeo do Táctica Didática.