“Feliz aniversário, Dr. Celso” – Por Wagner Aieta

Feliz aniversário, Dr. Celso”


No fim dos anos 90, estávamos à beira do precipício, ou melhor, rumo ao mais profundo círculo do inferno.
Já tomados pela desesperança, eis que surge uma mão redentora e nos puxa para cima.
E, mais, pouco a pouco, essa mão redentora recoloca-nos no lugar que a História nos reservou.


Abandonemos a metonímia da parte (mão) pelo todo (pessoa).
Graças a ele, nós, tricolores, aguardávamos, ansiosos, a chegada do mês de janeiro, que era recheado de especulações e boas notícias. Não tinha essa de Caio Paulista, não!
Essa espera, amigos, não era em vão.


Graças a ele, vimos craques voltarem a envergar o nosso manto: Romário, Edmundo, Ramon, Asprilla, Beto, Felipe, Petkovich, Carlos Alberto, Thiago Silva, Thiago Neves, Fred, Conca, Deco, etc.


Graças a ele, tornamo-nos o time mais badalado do Brasil.
Graças a ele, ganhamos três títulos nacionais e fizemos uma campanha histórica na Copa Libertadores em 2008 – que nos foi tirada, apenas, para dar um quê de tragédia grega. Assim sucede com todos os heróis.


Refiro-me ao Dr. Celso Barros, cujo lugar de honra, por seus inegáveis feitos, já está guardado no panteão dos grandes tricolores.


PARABÉNS Dr. CELSO BARROS! O senhor tem o reconhecimento daqueles que realmente importam.

A REUNIÃO DO CONSELHO DELIBERATIVO DO FLUMINENSE E O ORÇAMENTO PARA 2021 – Texto Frente Ampla Tricolor

A REUNIÃO DO CONSELHO DELIBERATIVO DO FLUMINENSE E O ORÇAMENTO PARA 2021 (por Frente Ampla Tricolor)

Hoje, 29 de dezembro, às 20h30, o Conselho Deliberativo do Fluminense estará analisando e votando a proposta do Orçamento para 2021 feita pelo Conselho Diretor, presidido pelo Sr. Mário Bittencourt.

A Frente Ampla Tricolor, dentro dos seus princípios, das suas bandeiras e dogmas, realizou um estudo aprofundado sobre o material apresentado pela diretoria do clube.

De forma clara, as dúvidas são muitas. Nota-se claramente uma visão super otimista por parte da diretoria no que tange às futuras receitas, além de um incontrolável e indecifrável aumento das despesas.

Diante desse quadro, cabe a nós da Frente Ampla Tricolor, depois de extensa reflexão, perguntar e sugerir.

  1. PERGUNTAS

1.1 RESULTADO FINANCEIRO – apresentação do perfil da dívida do Fluminense:

Como se compõe?

A projeção de R$21 Milhões negativos contempla quais linhas?

Ademais, sabendo que nos anos anteriores o Fluminense apresentou um resultado financeiro de prejuízo entre R$40 e R$50 Milhões, o que leva o Conselho Diretor do Fluminense, presidido pelo Sr. Mário Bittencourt, a acreditar que vamos em 2021 reduzir drasticamente este prejuízo?;

1.2 PATROCÍNIOS INCENTIVADOS –

(i) Dado que o histórico do Fluminense apresenta receitas zeradas nessa linha;

(ii) Que o clube não tem C.N.D. (Certidão Negativa de Débitos);

(iii) Que a projeção não é modesta (os R$10 Milhões fariam o Fluminense ser a 2ª maior organização esportiva em valores recebidos do Brasil);

(iv) Que os projetos precisam ser aprovados pela Secretaria Nacional de Esportes (em um prazo que, geralmente, varia de 4 a 6 meses);

(v) Que algum patrocinador precisa, depois disso tudo, investir em um esporte específico tal valor, algo que não tem histórico de ocorrência no clube.

Pergunta-se: qual foi a base para tal orçamento?;

1.3 RECEITA COM BILHETERIA: projetam-se receitas de menos de R$ 5 Milhões para 2020 (ano vigente). Em 2019, ano sem pandemia, a arrecadação foi de R$16,3 Milhões.

Dado que:

(i) 2021 começará sem público nos estádios;

(ii) Que o próprio Fluminense está projetando participações modestas nos campeonatos esportivos, chegando à final apenas no Campeonato Carioca;

(iii) Que este será disputado em pontos corridos em 2021, com 11 rodadas, onde se classificarão os 4 primeiros, com mais 2 partidas de semifinais e 2 das finais.

Pergunta-se: por que o orçamento prevê receitas de R$ 19 Milhões, quase R$ 3 Milhões acima de 2019?

Cabe ressaltar que esta rubrica ainda exclui a receita do Sócio Futebol, tratada à parte. Ou seja: se apenas sócios fossem aos jogos em 2021, a receita de bilheteria será contabilmente zero, correto?;

1.4 RECEITA COM PATROCÍNIOS / ROYALTIES: é possivelmente a rubrica que demanda mais explicações de toda a DRE do orçamento. Nos últimos anos, o maior valor realizado foi em 2017, de R$ 15 Milhões. O ano atual, de pandemia, projeta receitas de R$ 6 Milhões. Agora, em 2021, ano que iniciará ainda em pandemia (sem data para terminar), no qual o próprio clube projeta participações modestas nas competições (o que acarreta menos visibilidade, portanto menos atratividade a patrocinadores), espera-se uma receita mais que o dobro maior que a maior receita de patrocínio dos últimos anos: R$ 37 Milhões.

A Frente Ampla Tricolor acredita que, em um cenário bastante otimista, o Fluminense conseguiria R$ 20 Milhões, o que já seria um recorde para os últimos anos. Qual é a base para este valor projetado de R$ 37 Milhões?;

1.5 RECEITAS PATRIMONIAIS / SOCIAIS: em 2019, sem pandemia, o clube realizou R$ 14,5 Milhões nesta rubrica. Em 2020, devido à pandemia, deverá fechar o ano com algo em torno de R$ 8 Milhões. Qual é a base para a projeção, para 2021, de R$ 15 Milhões de receitas? Quais seriam as ações e fontes de receita sociais, ou ao menos as premissas utilizadas para a definição de um valor quase que o dobro de 2020?;

1.6 ESPORTES OLÍMPICOS: o orçamento apresenta, de saída, um prejuízo de R$ 2 Milhões com os Esportes Olímpicos. Para chegar neste número, em nossa opinião, inflaram-se as receitas embutindo nelas os valores recebidos das escolinhas esportivas – que deveriam ser alocadas ao Social. Ademais, os custos dos Esportes Olímpicos não possuem uma abertura mínima que permita a melhor compreensão dos valores orçados. Em nossa visão, um valor mais realista seria de prejuízo de R$9M.

Perguntamos:

(A) Qual é a abertura dos R$16,1M de despesas projetadas para os Esportes Olímpicos?;

(B) Até qual nível de prejuízo a Diretoria se propõe a sustentar os Esportes Olímpicos, sabendo que o clube precisa muito dessa verba para o Futebol?;

  1. PROPOSTAS

2.1 Reduzir drasticamente as despesas não prioritárias – aumento de R$105M (70%) com relação ao orçamento 2020;

2.2 Utilizar toda a receita oriunda da venda de jogadores para o abatimento de dívida, auxiliando a reduzir o histórico de prejuízo anual de R$40-50M em despesas de juros (financeira).
Se 2.1 (REDUÇÃO DRÁSTICA DE DESPESAS NÃO PRIORITÁRIAS) não for feito, não será possível fazer 2.2, porque os valores recebidos teriam que ser utilizado para o pagamento de salários e outras despesas correntes. Por isto a combinação de 2.1 e 2.2 é preciosa;

2.3 Buscar outras formas de receitas, tais como:

  • Aumentar a gama de produtos licenciados;
  • Avaliar a comercialização de token em blockchain, como já está sendo realizado na Europa;
  • Aumentar a interação com o torcedor, reduzindo os danos de imagem ocorridos ao longo dos anos com políticas conturbadas, tanto de propostas, assim como de gerência e administração do programa Sócio Torcedor; etc;

2.4 Revisão de todos os currículos alocados nos departamentos de Marketing e Comercial (na captação de recursos, novos investimentos e gestão da marca). Há anos, desde gestões passadas, encontramos o mesmo perfil de funcionários, com as mesmas dificuldades de atuação diante do mercado. O Fluminense paga altos salários que não se transformam em desempenhos à altura das necessidades do clube e do que propõe, principalmente, o universo do futebol.

COMENTÁRIOS GERAIS:

  • Não foi apresentada a comparação com o orçamento de 2020, muito menos com uma projeção do realizado de 2020. Ainda mais considerando que 2020 foi um ano atípico, seria natural que fossem feitas comparações com exercícios anteriores;
  • Não foi apresentado o fluxo de caixa previsto para o ano, em que apareçam a distribuição da arrecadação e das despesas durante o exercício, que permite entender se e quando haverá necessidade de captação de recursos onerosos para permitir manter o fluxo de pagamentos;
  • RECEITAS: Também não foi apresentada a quantificação em valores das permutas de forma a entender o quanto significam e atender à legislação. Alertamos sobre eventuais tributos que o Fluminense deveria orçar sobre as permutas a receber;
  • DESPESAS: Não foi apresentada nenhuma informação sobre a participação do Fluminense na empresa que administra o Maracanã. Estamos totalmente no escuro sobre quanto o Maracanã, o palco mais importante do elemento mais importante do orçamento (o Futebol) custa.

A Frente Ampla Tricolor caminhará sempre na direção do que seja ideal para o Fluminense e conclama aos sócios e torcedores do clube uma maior participação nas questões que envolvam as finanças e a administração do clube. É de vital importância a participação ativa na vida do tricolor, muito além das 4 linhas

Este texto não trata de caça às bruxas, nem de fulanizar, nem buscar culpados, mas sim de querer caminhar em direção à construção definitiva da PERENIDADE.

O Fluminense não pode perder mais tempo, nem ficar à mercê de práticas irresponsáveis e inconsequentes.

Que os Conselheiros do clube saibam definitivamente qual é o seu papel dentro do Conselho Deliberativo. São de fato, ou deveriam ser, os olhos dos sócios e torcedores do Fluminense dentro da administração do clube.

Feliz 2021!

FRENTE AMPLA TRICOLOR

O texto é de total responsabilidade da Frente Ampla Tricolor.

Abaixo assinado público. Auditoria externa no Fluminense FC

O Movimento Sou Tricolor em conjunto com outros tricolores ilustres deu início a nova campanha para auditoria no Fluminense

O fundador do movimento, Marcelo Daemon entende que esta é a única forma de ajustar as finanças do clube, responsabilizar gestores que agiram de má fé e implantar governança corporativa para gestão de excelência

“Sem transparência, responsabilidade na gestão e imposição de responsabilidade individual não conseguiremos investidores”

https://secure.avaaz.org/community_petitions/po/movimento_sou_tricolor_auditoria_externa_fluminense_football_club/?zcXKqrb

“Presidente Mário Bittencourt, cumpra promessa de campanha e instale auditoria externa independente no Fluminense.
Após divulguem-se os resultados e sejam responsabilizadas as pessoas que eventualmente tenha agido de má fé.”

Por Marcelo Daemon

PAQUITO, UM GRANDE TRICOLOR.

PAQUITO, UM GRANDE TRICOLOR.

Antonio Carlos Abenza Martinez foi uma figura ímpar, impossível não gostar dele. Espanhol, andaluz.

Tricolor de toda a vida, foi figura de relevante importância na construção de Xerém, tendo colaborado financeiramente, além de ter participado GRACIOSAMENTE como Engenheiro no projeto da obra.

Pertenceu aos grupos políticos FLU 2050 e FUF – Fluminense Unido e Forte.

Como Conselheiro votou contra a aprovação das contas de 2016 da gestão Peter Siemsen e em 2018 assinou o requerimento que pedia o Impeachment do então Presidente Pedro Abad.

QUE DESCANSE EM PAZ!

Por António Gonzáles.

“Faz 45 anos que o bi-campeão Europeu curvou-se a genialidade da Máquina Tricolor”

Rio de Janeiro, 10 de junho de 1975.

Recordações.

Maracanã, noite de quarta-feira, 60.137 pagantes, mais de 100.000 presentes, de um lado a MÁQUINA TRICOLOR, do outro lado o bi-campeão Europeu base da seleção alemã campeã do mundo em 1974 com Sepp Maier, Schwarzenbeck, Franz Beckenbauer, Gerd Müller e Kapellmann e ainda tinha o jovem Rummenigge.

Sim seria apenas um mero amistoso e como movimentou a Cidade do Rio de Janeiro. Torcedores do Fluminense em delírio, inclusive eu, junto com meu pai assistíamos a mais uma exibição de gala de Félix, Toninho, Silveira, Assis e Marco Antônio; Zé Mário e Kleber; Cafuringa (deixou os gringos tontos, inclusive o fabuloso Franz Beckenbauer), Paulo César Caju, Rivellino e Mário Sérgio.

O cartão de apresentação começou logo aos sete minutos de jogo. Após o famoso drible do elástico Rivellino deu um passe milimétrico para o Kleber, Sepp Maier o maior goleiro do mundo na época saiu fechando bem o ângulo, mas Kleber com categoria tirou do goleiro provavelmente a bola não iria em direção ao gol, mas no meio do caminho a bola encontrou o craque, o maior jogador do mundo na época Gerd Müller e que com um leve toque encontrou o caminho da rede, isso, GOL CONTRA e o placar do maior estádio do mundo anunciava FLUMINENSE 1 X 0 BAYERN.

Vídeo editado por Flumania

O placar não condiz o que foi a partida, era para no mínimo o super Bayern levar para a Alemanha uns 4 ou 5 gols na bagagem. Cafuringa só não fez acontecer um terremoto no Rio de Janeiro, foi a maior partida que ele fez com a camisa Tricolor, dizem que o Backenbauer perguntou se ele era de outro planeta, rsrsrs.

Esse amistoso marcou também a primeira vez que um clube brasileiro estampou na camisa um patrocínio, o MOBRAL pioneirismo que sempre faz parte da nossa história e não poderia deixar de saudar o eterno Presidente Francisco Horta que sempre aprontava uma surpresas. Ah, já ia esquecendo dos torcedores dos nossos rivais que também aproveitaram e tiraram um casquinha da exibição de gala do FLUMINENSE FC.

Saudações Tricolores!!!

Canal Flunews adere a campanha da FluTv. Rumo aos 200K

O Canal Flunews adere a campanha da FluTv.

Acesse o link abaixo e faça sua inscrição. Não esqueçam de acionar o sininho para que você receba mensagens de vídeos e lives.

https://www.youtube.com/user/Fludigital

Assistam o vídeo abaixo produzido pelo Canal Flunews.

A CULPA NUNCA FOI DA TORCIDA (por Antonio Gonzalez)

http://www.antoniogonzalez.com.br

Num espaço de 6 anos (2007/2012) o Fluminense conquistou 3 títulos nacionais, 1 estadual e participou de 2 finais continentais.  Então, ao contrário do discurso pseudo oficialista dos dias de hoje implementado pela Flusócio e derivados sem cafeína, não existia isso de “a culpa é da torcida que não comparece”.  Nosso time sempre jogou para a nossa torcida, fiel escudeira, até nas horas amargas, parceira direta que foi na remontada de 2009, contra tudo e contra todos.  Eram tempos felizes.  Pena que não imaginávamos o que viria pela frente.

No dia 11 de novembro de 2012 o nosso Tricolor derrotava ao Palmeiras por 3 a 2 conquistando o Tetra Brasileiro com a seguinte escalação:  Diego Cavalieri; Bruno (Diguinho), Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Jean e Thiago Neves; Wellington Nem (Marcos Junior), Rafael Sobis (Valencia) e Fred.  Um elenco de primeiríssima grandeza, que ainda contava com o “MAGIC” Deco.

Para entender o tamanho daquele time que sagrou-se Tetracampeão e passeava pelo território nacional, 10 dias depois, para ser exato no dia 21 de novembro, a Seleção Brasileira conquistava o “Superclássico das Américas de 2012 (antes conhecido como Copa Roca)” vencendo ao selecionado argentino nos pênaltis, em plena La Bombonera, contando com a participação dos seguintes atletas do Fluminense: Diego Cavalieri, Carlinhos, Jean, Thiago Neves e Fred.

Até aquela data jamais foi ouvida a expressão “a culpa é da torcida que não comparece”.

De lá até os dias de hoje passaram-se mais de 7 anos (um espaço no tempo maior do que aquele compreendido entre 2007 e 2012) o Fluminense conquistou tão somente a natimorta Primeira Liga, que no frigir dos ovos da história, dentro de 100 anos, terá menos peso que qualquer um dos 8 Torneios Inícios conquistados (1916, 1924, 1925, 1940, 1941, 1943, 1956 e 1965). Obviamente sem esquecer de dois turnos (Taça GB de 2017 e a Taça Rio de 2018). Nada além disso.  Nenhuma conquista relevante a ponto de satisfazer plenamente aos nossos torcedores.

Ou seja de um clube que disputava títulos nacionais e continentais, para um time que não é campeão de nada. Ponto, não há mais nada a dizer.  E vocês querem que eu engula de que “a culpa é da torcida que não comparece”???

Por favor me poupem!

Vamos ser claros e objetivos, para nada sendo hipócritas, sem sentir qualquer tipo de receio por processos que movem contra a minha pessoa com o intuito de calar-me.

Vamos lá e não vou seguir uma ordem cronológica.

Em 2013 o Fluminense terminou o Campeonato Brasileiro no Z4, mas com a sorte das cagadas cometidas pelo Flamengo e pela Portuguesa de Desportos, no famoso caso “Flamenguesa”.  O caso foi parar nos tribunais e era só bater o martelo, com condenação para os 2 clubes envolvidos e com o descenso do clube do Canindé.  O Fluminense para nada tinha que se meter como parte interessada, pelo contrário, conhecedor que somos da injusta má fama que nos precede como clube do tapetão, deveríamos optar por uma postura neutra.  Foi feito justamente o contrário, escolheu-se ter uma postura de destaque, ativa e principesca de talante “exuperyano”.

O que aconteceu então todos sabemos, o Fluminense tornou-se aos olhos de todo o Brasil O GRANDE VILÃO DA HISTÓRIA.  Acusado de virar a mesa de forma injusta e nauseabunda pela totalidade da parcial mídia esportiva e não esportiva, tendo a nossa torcida como alvo da loucura generalizada pela cultura do ódio ao Tricolor das Laranjeiras, inclusive alvo de agressões e bombas. 

E o que fez o clube? NADA! Abandonou aos nossos torcedores através de um silêncio digno de noite em cemitério.

E a defesa Institucional? Mais covardia explícita.  Somente os 6 BRAVOS ESCRITORES (entre eles os meus irmãos Paulo-Roberto Andel e Luiz Couceiro) que publicaram o livro “Pagar O quê?: Resposta à Maior Bravata da História do Futebol Brasileiro” e foram HOMENS na defesa do clube.

Por parte da direção eleita pela Flusócio somente vimos FROUXIDÃO.

Então vocês querem me dizer que “a culpa é da torcida que não comparece”?

Da escalação que entrou em campo para ganhar o Tetra contra o time do antigo Parque Antártica em 2012 passamos ao seguinte patamar de contratações:

  1. Marcelinho das Arábias;
  2. Rhayner
  3. Guilherme Mattis;
  4. Chiquinho;
  5. Felipe do Vasco ex jogador de 36 anos;
  6. Fabiano Mão de Alface;
  7. Fabrício;
  8. Marlone;
  9. EL ABUELO Magno Alves;
  10. Vitor Oliveira;
  11. João Filipe;
  12. Guilherme Santos;
  13. Giovanni;
  14. Lucas Gomes (RIP);
  15. Vinicius by nigth;
  16. Edson;
  17. Osvaldo 300 mil;
  18. Henrique zagueiro que veio da França sem joelho;
  19. Antonio Carlos;
  20. Walter Gordo;
  21. Ronaldinho paraguaio ex jogador aposentado;
  22. Felipe Amorim;
  23. Julio Cesar Mão de Quiabo;
  24. Renato lateral direito;
  25. Diego Souza;
  26. Henrique zagueiro que veio da Itália;
  27. Wellington Silva lateral amigo do Bernardo;
  28. Wellington Paulista;
  29. Pierre;
  30. Cícero;
  31. Jonathan lateral direito;
  32. Breno Lopes crise cardíaca no DM;
  33. Arthur do Nova Iguaçu;
  34. Henrique Dourado;
  35. Richarlison;
  36. Marquinho gol contra o Coritiba em 2009;
  37. Danilinho;
  38. Dudu;
  39. Aquino;
  40. Rojas;
  41. William Matheus lateral esquerdo;
  42. Maranhão;
  43. Lucas lateral direito;
  44. Wellington Silva atacante cria de Xerém;
  45. Sornoza;
  46. Orejuela;
  47. Robinho;
  48. Renato Chaves;
  49. Luan Peres;
  50. Leo lateral direito;
  51. Bryan Cabezas;
  52. Junior Dutra;
  53. Jadson;
  54. Gilberto;
  55. Marlon lateral;
  56. Rodolfo goleiro;
  57. Airton Paulada;
  58. Nathan zagueiro;
  59. Paulo Ricardo;
  60. Luciano;
  61. De Amores;
  62. Kayke;
  63. Richard;
  64. Guilherme;
  65. Matheus Ferraz;
  66. Mateus Gonçalves;
  67. Everaldo;
  68. Agenor Gordo;
  69. Bruno Silva;
  70. Dodi;
  71. Yuri;
  72. Allan;
  73. Caio Henrique;
  74. Yoni Gonzalez;
  75. Léo Santos;
  76. Ewandro;
  77. Brenner;
  78. Kelvin;
  79. Ganso;
  80. Nino;
  81. Léo Arthur;
  82. Muriel;
  83. Nenê 38 anos;
  84. Wellington Nem;
  85. Lucão;
  86. Lucas Claro;
  87. Orinho…

É óbvio que deve estar faltando alguém, somente coloquei jogadores contratados entre 2013 e 2019… Tirando o Richarlison que deu super certo e mais uns 6 jogadores que foram razoavelmente bem, o resto pode se jogar no lixo.

E vocês querem que eu aceite que “a culpa é da torcida que não comparece”???

Mas vamos recordar alguns outros fatos…

O Peter sacaneia a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, propositalmente omite a entrada do dinheiro e a PGFN confiscou a grana da venda do Wellington Nem.  Com isso atrasamos impostos e começou uma romaria de salários atrasados. E vocês querem que eu aceite que “a culpa é da torcida que não comparece”???

O Departamento Jurídico comandado pela mesma profissional nas 3 gestões (Peter, Abad e Mario) perde prazos, fecha acordos que o clube não cumpre, pede sigilo em processos. Temos receitas penhoradas e com isso os salários atrasam… E vocês querem que eu aceite que “a culpa é da torcida que não comparece”???

A categoria Sócio Futebol foi aprovada por uma Assembleia Geral no dia 10 de novembro de 2012 (na véspera da conquista do Tetra). Sendo colocada para associação da nossa torcida.  Desde então já foram lançados uns 5 planos e NENHUM deu certo, com atraso nas entregas, filas homéricas no Maracanã, problemas com os cartões de crédito dos sócios, entre outras coisas.  Coincidentemente os mesmos do binômio Flusócio + Legião Tricolor continuam empregados do Marketing e das áreas fins do clube, como sempre desenvolvendo discurso de banco de faculdade, se acham seres extraterrestres, utilizam cônjuges, familiares e amigos para enaltecê-los nas Redes Sociais, mas a produção (vocês lembram da famigerada “Operação 41” ou do falecido “DNA Tricolor”?) é sempre muito abaixo das expectativas, com visível desconhecimento do que significa o cimento das arquibancadas… E vocês querem que eu aceite que “a culpa é da torcida que não comparece”???

Pelo clube passaram profissionais gabaritados na gestão Abad que não permaneceram no FFC porque simplesmente foram boicotados pelos DONOS e SENHORES FEUDAIS dos Esportes Olímpicos e da Democracia Tricolor (cujas 2 principais lideranças tem familiares empregadas no clube)… E vocês querem que eu aceite que “a culpa é da torcida que não comparece”???

Contrata-se a Big 4 Ernest & Young, que emite um parecer, o Vice Presidente de Governança Sandor Hagen traça o desenho e desenvolve os passos a seguir… Em ambos os casos os DONOS e SENHORES FEUDAIS dos Esportes Olímpicos e da Democracia Tricolor (cujas 2 principais lideranças tem familiares empregadas no clube) jogaram contra porque as propostas iam contra os seus interesses… E vocês querem que eu aceite que “a culpa é da torcida que não comparece”???

Contratam-se funcionários sem condições curriculares e profissionais para ocupar cargos estratégicos do clube.  Como sempre o binômio Flusócio + Legião Tricolor, agora acompanhado pelos SEM grife Tricolor de Coração + Bravo 52.  Contratam-se para Xerém ex jogadores pelo simples fato de terem sido cabos eleitorais… E vocês querem que eu aceite que “a culpa é da torcida que não comparece”???

Infestam o clube de PJs (Pessoas Jurídicas), com mais de 70% de indicações entre os empregados, com verdadeiro aparelhamento do quadro de funcionários, onde o “quem indica” detona a meritocracia… E vocês querem que eu aceite que “a culpa é da torcida que não comparece”???

Boicotam-se explicitamente às Torcidas Organizadas (desejo explicito de um dos papas da Flusócio, pessoa bem remunerada do clube desde 2011 com uma brevíssima ausência entre as gestões Peter e Abad).  Nesse meio tempo temos o Presidente do Fluminense visitando à Cidade da Polícia (capa de jornal) em virtude dos desmembramentos de uma atitude de cunho ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE pessoal, permitindo que a Justiça injustamente privasse de liberdade por uns dias a funcionários do clube que para nada tinham qualquer tipo de responsabilidade por essa cagada feita pelo Abad… E vocês querem que eu aceite que “a culpa é da torcida que não comparece”???

Em 3 gestões diferentes os Conselhos Deliberativos não conseguem fazer uma reforma estatutária que direcione o clube para o profissionalismo da gestão com a mudança explícita do modelo.  Para piorar aprovaram contas absurdas, “de rara matemática” e de forma abrupta que agrediu os mínimos conceitos democráticos necessários à sociedade Tricolor… E vocês querem que eu aceite que “a culpa é da torcida que não comparece”???

Os Conselhos Fiscais viraram a cana, nessas mesmas 3 gestões e coadunaram com a irresponsabilidade financeira, totalmente leviana… E vocês querem que eu aceite que “a culpa é da torcida que não comparece”???

O Fluminense contrata os seguintes treinadores a partir de então: Vanderlei Luxemburgo, Junior Lopes, Renato Gaucho, Dorival Junior, Cristovão Borges, Ricardo Drubsky, Enderson Moreira, Eduardo Bapista, Levir Culpi, Marcão, Abel Braga, Marcelo Oliveira, Fernando Diniz, Oswaldo de Oliveira, Marcão (me refiro somente de 2013 a 2019)… E vocês querem que eu aceite que “a culpa é da torcida que não comparece”???

Entre 2013 e 2019 o Fluminense leva os seus jogos como mandante no Maracanã… Mas também no Engenhão, em Moça Bonita, no estádio da Cidadania em Volta Redonda, em Los Larios e em Edson Passos no estádio Giulite Coutinho (inclusive financiando reformas).  E nesse tempo o Peter promete junto ao Abad um estádio impossível na Zona Oeste, além de que o próprio Abad e a gestão atual não dão o suporte necessário para resolver o que fazer com as Laranjeiras através do Projeto de Revitalização… E vocês querem que eu aceite que “a culpa é da torcida que não comparece”???

Criam o tal Projeto Samorim e a nossa torcida foi obrigada a conviver com as eternas promessas que sabiam inglês mas desconheciam o quão redonda é uma bola.  Entre eles e as eternas promessas estavam: Peu, Luquinha, Robert, Marlon Freitas, Igor Julião, Pablo Diego, Matheus Norton, Luiz Fernando, Lucas Patinho, Lucas Fernandes, Denilson, Nogueira, Patrick Luan, Marquinhos Calazans, Reginaldo, Léo Pelé. Mascarenhas, Ayrton Beijinho, Matheus Pato, entre outros cabeças de bagre… E vocês querem que eu aceite que “a culpa é da torcida que não comparece”???

Venderam-se os direitos dos seguintes atletas: Wallace lateral direito, Wellington Nem, Kenedy, Digão, Marlon zagueiro, Gerson, Douglas, Richarlyson, Ibañez, Ayrton Lucas, João Pedro, Pedro, Rafael Resende, Jônatas, Leandro Spadacio, Sornoza, Richard, Wendell, Léo Pelé, entre outros menos votados. Certamente entraram nos cofres do clube mais de R$ 220 Milhões. Sou obrigado a perguntar: que grande jogador o Fluminense contratou com essa grana? Nenhum. Pagou impostos, diminuiu a dívida? Para nada. Pagou  salários. Pouca coisa além disso. Mas sem esquecer que financiou um dos BackOffices mais caros do Brasil, além dos Esportes Olímpicos que nada produzem e um social amorfo em proposta, brega em essência… E vocês querem que eu aceite que “a culpa é da torcida que não comparece”???

É melhor eu parar por aqui.

Respeitem a nossa torcida.  12 mil contra o Resende na atual conjectura significa Maracanã lotado.  Assumam os vossos erros, assumam essas quase 90 contratações com 90% de erro, assumam que o mesmo Gerente de Futebol trabalhou para o Peter, para o Abad e continua com a atual diretoria. Nos poupem de vexames…

São desclassificados na 1ª fase da Sulamericana pelo Olaria do Chile, sem nenhuma luta digna e vocês querem que eu aceite que “a culpa é da torcida que não comparece”???

 Então meus amigos, a questão da sobrevivência do Fluminense não passa hoje pelo número de sócios adimplentes e sim pelo modelo de gestão.

E nisso sim a nossa torcida tem que entrar pisando firme de fora para dentro do clube: é preciso romper as barreiras que acorrentam o progresso do clube, é preciso renovar e refazer os horizontes, urge a imposição dos novos conceitos de governança. E tem que ser de fora para dentro. 

O que não dá é para que se construa o fim do Fluminense com Portais com Transparência turva, opaca… menos ainda com factóides diários enaltecendo conquistas contra os Bangus, os Madureiras e os Resendes da vida, que juntos não dão em nada…  O que não dá é para chegar na segunda semana de março sem qualquer diretriz do que será o ORÇAMENTO do Fluminense e, mais uma vez, com a conivência de um Conselho Deliberativo vaca de presépio.

Ou mudamos conceitualmente ou vamos ter que ouvir vez por outra que a razão do fracasso é o não comparecimento doa nossos torcedores.  Chega de distorções nas arquibancadas, os conceitos da Legião e da Bravo, transformaram-se em ideologias de enaltecimento ao masoquismo. Que se extirpe para sempre a ideologia Flusócio e a descafeinada Tricolor de Coração.

Basta! Uma revolução já tem que acontecer.

Termino perguntando…

Depois de tudo o que narrei  vocês querem que eu aceite que “a culpa é da torcida que não comparece”???

Um forte abraço

Antonio Gonzalez

PS.: O sucesso do Presidente Mário Bittencourt será o sucesso do Fluminense.

Heitor D’Alincourt

Dedico esse texto à memória de um GRANDE TRICOLOR, Seu Sergio D’Alincourt, presença certa onde o Fluminense jogasse e PAI do meu irmão Heitor D’Alincourt.

Escola de Samba Guerreiros Tricolores sobe para o grupo de acesso 3.

Boa noite amigos e sambista tricolores.

É com muito alegria que informamos o resultado do carnaval 2020.

Nossa Escola de Samba Guerreiros Tricolores conquistou o 5° lugar no carnaval e com isso ganhamos o acesso e estamos a dois passos de chegar no palco maior do samba, o Sambódromo.
O presidente Gian Carlos e toda diretoria agradece a todos que estiveram em nosso desfile mesmo com tanta chuva, agora a responsabilidade aumentou e contamos com a ajuda na nossa imensa torcida!!!!

Nos vemos em 2021.

Saudações Tricolores.

Ação solidária. Fluminense faz doações para o Amigos da Infância com Câncer

Pioneiro nas causas sociais, o Fluminense Football Club participou de mais uma iniciativa solidária na manhã desta sexta-feira (13/09), ao fazer a doação de cerca de uma tonelada de alimentos para a AMICCA (Amigos da Infância com Câncer). A instituição sem fins lucrativos tem como objetivo entregar as cestas básicas às famílias de crianças e adolescentes com câncer, disponibilizando meios que promovam a melhoria da qualidade de vida dos pacientes e de suas famílias.

A AMICCA faz um atendimento individual, acompanhando o quadro evolutivo da doença e assistindo crianças, adolescentes e familiares no desenvolvimento, com apoio social e psicológico. Edmundo Coelho, vice-presidente de ação social e governamental do Fluminense, fez as doações ao instituto, além de entregar uma camisa Tricolor à diretoria do projeto.

  • O Fluminense sempre está na vanguarda, procurando ajudar nas questões sociais e pensando nisso, surgiu a vice-presidência de ação social e governamental. O Fluminense se importa com o próximo, se importa com as questões ligadas à área social e toda demanda que vier da sociedade, nós queremos ajudar. Também esperamos ter parcerias junto aos órgãos públicos para ajudar a sociedade em geral – destacou o VP.

Texto: Comunicação/ FFC

Fotos: Mailson Santana/ FFC

“Mudança de modelo já!” Por, Frente Ampla Tricolor (divulgação).

“Mudança de Modelo Já!” (por Frente Ampla Tricolor)

A crise vivida pelo Fluminense desde a década de 90 é fruto não somente de más gestões, mas de falta de entendimento do novo cenário do esporte mundial.

A falta de entendimento que o futebol é muito mais do que um jogo, é um espetáculo a ser vivido e experimentando pelos seus torcedores em todos os momentos, no pré-jogo, na compra de produtos, nas viagens internacionais. O futebol é global e os maiores Clubes do Mundo são aplaudidos em todos os lugares por onde passam, nos 4 cantos da Terra…

O futuro da música “TRICOLOR EM TODA TERRA, AMOR IGUAL NÃO SE VIU” pode não existir se os nossos dirigentes não entenderem que mais importante do que contratar profissionais do esporte temos que MUDAR JÁ o FLUMINENSE FOOTBALL CLUB.

O FLUMINENSE tem que ser o pioneiro em tornar-se uma empresa e atrair investidores para os seus diferentes negócios: gestão da marca, formação de atletas, sede social, estádio das Laranjeiras, gestão de arenas, comercialização de produtos, dentre outros. O FLUMINENSE tem que vislumbrar ser o TIME principal das Américas, mas para isso é importante ter recursos financeiros para sanear as dívidas, formar um time de futebol profissional às alturas da sua tradição, reformar a sede e tantos outros investimentos.

E para isso é obrigatório “abrirmos as nossas portas” para um novo modelo de futebol, que conjuga a nossa paixão com retornos financeiros e que possa valorizar tudo que temos de propriedade, com o risco de que se não o fizermos teremos um Fluminense em plena decadência.

Usando a nossa origem inglesa, temos que olhar o exemplo da Liga mais rica e badalada do mundo: a PREMIER LEAGUE. Todos os principais Clubes, sem exceção são hoje uma potência esportiva porque deixaram o modelo de clube social sem fins lucrativos e passaram a ter investidores na sua administração.

A final da Champions entre o Liverpool e o Tottenham reforça como é possível compartilhar PAIXÃO, RESULTADOS FINANCEIROS, COMPETITIVIDADE.

A alternativa é pedir aos 4.000 sócios proprietários do Clube e aos aproximadamente 150 Beneméritos / Grandes Beneméritos que dividam a dívida de quase R$ 650 milhões de reais e aportem capital no Fluminense. Esta solução ficou para trás e o Fluminense precisa entender isso.

O Presidente do Fluminense possui uma oportunidade única ao final de 2019: terá o controle total dos poderes do Clube, com 150 Conselheiros para realizar a mudança de fato do Clube, a mudança empresarial e não apenas de profissionais. Terá ainda o Presidente da Câmara dos Deputados trabalhando pessoalmente na viabilização deste modelo novo que moderniza os Clubes no Brasil, conforme matéria veiculada no Jornal O GLOBO, no dia 12 de setembro de 2019.

Não perca esta oportunidade Presidente; aproveite que somos o time mais charmoso do Brasil, fidalgo, localizado na vitrine turística brasileira para mostrar para o mundo que o FLUMINENSE NASCEU PARA A ETERNIDADE.

MUDANÇA DE MODELO JÁ!!!!!

Frente Ampla Tricolor
12/09/2019