“Descanse em paz eterno Tricolor” – Por Wagner Aieta

Aos 84 anos morre em SP Jô Soares.

O apresentador, humorista, ator e escritor Jô Soares morreu às 2h30 desta sexta-feira (5), aos 84 anos. Considerado um dos maiores humoristas do Brasil, o apresentador do “Programa do Jô”, exibido na TV Globo de 2000 a 2016, estava internado desde 28 de julho no Hospital Sírio-Libanês, na região central de São Paulo, onde deu entrada para tratar de uma pneumonia.

A causa da morte não foi divulgada. O enterro e velório serão reservados à família e amigos, em data e local ainda não informados.

O anúncio da morte foi feito por Flávia Pedra, ex-mulher de Jô, e confirmada em nota pela assessoria de imprensa do Hospital Sírio-Libanês

Texto extraído do site GE. https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2022/08/05/jo-soares-morre-em-sao-paulo-aos-84-anos.ghtml

“O Estádio que o túnel engoliu” – Texto Argeu Affonso (In Memorian) arquivo Canal Flunews         

  

O Estádio que o túnel engoliu.  

 O túnel Catumbi-Laranjeiras merecia ser um daqueles projetos que o povo pitorescamente chama de “obra de Igreja”.

 

 “ De Histórias do Fluminense… Patinava no mesmo lugar desde 1947, quando o Rio ainda era município com prefeito nomeado. Emancipou-se a cidade, tornou-se um florescente estado e o novo governo – por fé, superstição ou lá o que seja – decidiu mudar  o seu nome, consagrando-o a Santa Bárbara. Na verdade, as obras nada ou pouco andavam pois era um tal desabamento de abóbadas, ocasionando entre os operários vítimas fatais nunca devidamente contabilizadas. Mudou-se o nome, fez-se num local estratégico uma capelinha para abrigar a imagem da santa e, como complemento, a célebre pintora Djanira providenciou o afresco daquela que protege os pobres mortais dos raios, trovoadas e, por extensão, de uma gama de acidentes. Aí tudo deslanchou sem maiores percalços, até que quase 20 anos depois era concluída a tão almejada ligação norte-sul. Que substituiria o trajeto centenário, que ia do Rio Comprido (via Barão de Petrópolis), passando pelo sopé de Santa Teresa e culminado na Rua de Laranjeiras pela descida da Mário Portela.  Havia restado um problema: o do escoamento do tráfego que pelo novo túnel desaguaria em Laranjeiras, no rumo direto a Botafogo. E, como já diziam os antigos sábios, a solução mais simples para um problema complicado é geralmente a mais desastrosa. Assim foi. Para duplicar a Pinheiro Machado seria necessário desapropriar casas e, o que era mais trágico, cortar parte substancial de majestosa entrada do Fluminense e uma nesga de seu estádio. Mais os jardins do Palácio Guanabara. Foram vãs as tentativas dos poderes do clube de sensibilizar os gestores públicos, que bateram o martelo e determinaram como indenização uma parte em dinheiro e um terreno onde ensaiava o tradicional bloco carnavalesco Canarinhos das Laranjeiras. Outra vítima inocente que hoje continua usando o mesmo nome tradicional, mas tem agora sua sede em… Jacarepaguá. Coisas do destino: em 26 de agosto de 1963, pouco antes da fase final  da desfiguração destruidora do estádio que ele, com seus recursos, construíra em 1917, morre Arnaldo Guinle. Pelo menos Deus poupou-o do imenso desgosto de ver o estádio do Fluminense – o mais bonito do Brasil, o primeiro de concreto, o primeiro a abrigar jogos da seleção brasileira e o único abençoado diretamente pelos braços abertos do Cristo Redentor – ser engolido por um túnel. 

 Arnaldo Guinle idealizou o que seria o novo Fluminense – clube que se iniciara com o século XX e que deveria projetar-se no mínimo para mais cem anos – mas nem de longe pretendeu fugir às suas raízes familiares. Prevaleceu o francesismo dos Guinles, mesclado ao conceito fechado dos tradicionais clubes ingleses. Conceito que inclusive marcava o Fluminense como um “football club”.

 O patrono assim queria e assim patrocinou um conjunto arquitetônico assinado por Hypolito Pujol, dentro do estilo que pontificaria no Hotel Copacabana Palace, no Palácio das Laranjeiras e até mesmo no palacete do clã Guinle-Gaffrée-Paula Machado, ali na esquina de Dona Mariana com São Clemente, em Botafogo.

Teria que ser um complexo em que tudo se encaixasse e se harmonizasse, lado a lado o esportivo e o social. O planejado foi cumprido à risca. O futebol recebeu os mesmos requintes da sede, tendo ambos os setores entradas majestosas. A face social, na Álvaro Chaves, exatamente como é hoje; a destinada ao público ficava ampla na rua que anos depois se chamaria  Pinheiro Machado. Não esta Pinheiro Machado que conhecemos hoje: ela era uma via de mão dupla, larga o bastante para os raros fordecos que por lá passavam. O estádio ficava recuado cerca de dez metros na calçada de pedras portuguesas, com o anel de arquibancadas fechando o círculo de localidades destinadas ao público torcedor. Essa magnitude foi desfigurada (melhor,  destruída) nos anos 60 quando o governo do Rio – numa solução simplista para um difícil problema urbanístico – cortou a nossa praça de esportes, a mais bonita do Brasil, para alargar a Pinheiro Machado em nome do desafogo do trânsito que passou a fluir pelo recém-inaugurado túnel Santa Bárbara.

 Daquela monumental fachada só restam fotos, mostrando seu acabamento apurado, as artísticas grades de ferro batido, os desenhos do chão de pedras portuguesas. O espaço era tão amplo que a rapaziada e os desocupados o elegeram cenário de suas “peladas”. Os desafios de bola de meia se eternizavam, de manhã até altas horas, para desespero da vizinhança. Para atender aos justificados protestos, o vice-presidente de patrimônio Affonso de Castro resolveu colocar no local a placa: “Aqui é proibido jogar futebol”.

Estávamos no final da década de 20, de vacas magras e jejum de títulos para o time tricolor. De imediato e em revide, os punidos com a resolução do dirigente providenciaram um cartaz, colocado bem abaixo do outro: “E lá dentro, também”. Foi o que bastou para que no dia seguinte Affonso de Castro mandar sumir com a placa oficial e a “pirata”. E assim os peladeiros recuperaram seus domínios até que os governantes nos anos 60 fizessem o mais bonito  estádio do Brasil ser engolido pelo túnel”.

 

 É proibida a reprodução total ou parcial do texto, por qualquer meio de comunicação, sem prévia autorização. Direitos autorais reservados.

Muito obrigado Dr. Celso Barros (texto Frente Ampla Tricolor) – Por Wagner Aieta

Agradeço ao Antonio Gonzalez e a Frente Ampla Tricolor por ter dado a permissão para que eu pudesse publicar esse excelente texto no Canal Flunews.

O meu muito obrigado também ao Dr. Celso Barros, que graças a ele a geração de Torcedores do Fluminense do século XXI não ficaram sem um ídolo por décadas assim como eu!!

Segue o excelente texto.

Muito obrigado Dr. Celso Barros (por Frente Ampla Tricolor)

Faltam poucas horas para a aposentadoria do maior ídolo da história do Fluminense neste século XXI, o artilheiro, o grande artilheiro Frederico Chaves Guedes, o nosso Fred.

Mas, mesmo o momento refletindo a emoção da despedida impossível se faz não voltar no tempo, há 13 anos… em 2009.

Recordar é viver!

No dia 27 de fevereiro de 2009, o Jornalista Leandro Menezes assinava para o goloboesporte.globo.com a matéria que levava consigo o seguinte titular:

“Fred é jogador do Flu por cinco anos”!!!

O subtítulo afirmava que “Atacante assina pré-contrato e aguarda a homologação do fim do vínculo com o Lyon para poder ser anunciado e apresentado oficialmente”.

E no 1º parágrafo do texto constava: “O atacante Fred, do Lyon, assinou nesta sexta-feira um pré-contrato com o Fluminense. Segundo o coordenador de futebol tricolor, Alexandre Faria, o jogador vai defender o clube por cinco temporadas. Para assinar o vínculo definitivo o atleta ainda aguarda a homologação da sua rescisão com o clube francês na Federação Francesa de Futebol, o que deve acontecer na próxima terça-feira. Ele poderá ser apresentado neste mesmo dia.”.

A própria redação da globo.com anteriormente abria o jogo em 20 de janeiro de 2009: “Lyon libera Fred e Fluminense abre as portas, mas mantém os pés no chão”. O jogador havia sido liberado pelo clube francês.

O jornal L’Équipe se manifestou a respeito: “O jogador confirmou, em entrevista ao jornal L’Équipe, que Fluminense e Palmeiras largaram na frente.

  • Nunca tive contatos com Cruzeiro, São Paulo ou Stoke City (ING). Comecei a conversar com Palmeiras e Fluminense, mas ainda não houve proposta concreta. Elas podem chegar amanhã ou mais tarde. Eu espero. Quanto aos clubes europeus, não posso dizer nada sobre negociações. Meu objetivo é o de permanecer na Europa, mas preciso mesmo de uma equipe onde eu reencontre minha melhor forma e o prazer de jogar. Além disso, quero voltar à seleção brasileira, e isso será mais fácil no Brasil. – declarou.”.

(época em que disputávamos jogadores com o Palmeiras… ultimamente com o América Mineiro)

Uma novela. Digna do horário nobre tipo Pantanal.

Até que 4 de março, daquele 2009, o portal UOL publicava a matéria assinada pelo Jornalista Pedro Ponzoni:

“Fluminense encerra novela e anuncia contratação de Fred”.

“Enfim, acabou a novela. O Fluminense anunciou oficialmente a contratação de Fred, que havia se desvinculado do Lyon-FRA na última semana. O atacante assinará contrato por cinco anos com o Tricolor e será apresentado nesta quinta-feira, ao meio-dia, nas Laranjeiras.”.

A nossa torcida enlouqueceu: “É o Fred!”.

“Sorria! É tempo de sorrir sorria!”: Assim pensava a geração de torcedores que tinha seus quarenta e poucos anos e já havia vivido contratações como as do Félix, do Flávio, do Manfrini, do Gil, do Rivelino, do Paulo Cézar, do Claúdio Adão, do Whashington, do Assis, do Romerito e do Renato Gaúcho, todos craques que vieram de fora, alguns com o perfil intacto, todos sabendo o real tamanho do nosso clube. Agora é a hora do Fred.

E o Fred chegou, no latim ficaria claro: Vini, vidi e vici…

Assim diziam os periódicos do dia 5 de março:

“Bastava Fred ameaçar mexer os lábios para os torcedores irem ao delírio. Foi este o tom apresentação do atacante ao Fluminense. Visivelmente desconcertado com tanto ‘paparico’, o jogador se emocionou ao proferir as primeiras palavras como tricolor.

“Só quero agradecer essa recepção maravilhosa. Nunca vivi uma coisa tão gostosa e prazerosa. Cheguei a me arrepiar. É bom demais e fico muito mexido em viver esse calor novamente. Isso me faz feliz”.”.

Ali nascia uma grande história de amor que amanhã chegará ao mais alto da montanha.

Fred, o ídolo, vai se retirar do futebol profissional.

13 anos desse amor intenso.

Ele mesmo disse no dia 18 de agosto de 2010, quando antecipou a sua renovação e passou a receber o equivalente ao que ganhava o Deco:

“Quero ser campeão, fazer história no Fluminense, me tornar um ídolo, ser um grande jogador para a história do clube”.

Missão cumprida.

Sim, mas a primeira missão cumprida foi a de quem possibilitou a vinda do jogador.

O grande responsável de hoje podermos, nós os tricolores, dizer em vida que vimos um dos maiores ídolos da história do Fluminense em campo, tem nome e sobrenome:

Dr. Celso Barros!

Ou simplesmente o mesmo Celso Barros que em 1999, em um dos piores momentos da história do clube, estendeu as mãos ao clube, arregaçou as mangas e contribuiu ao soerguimento da instituição.

Ou o, carinhosamente chamado pela torcida, Tio Celsão. Que foi quem permitiu ao Fred encontrar pelo caminho jogadores do quilate de um Conca, de um Deco, de um Thiago Neves, de um Jean, de um Emerson, de um Whashington Coração Valente, de um Diego Cavalieri e treinadores da envergadura de Muricy Ramalho e Abel Braga.

Durante 13 anos pensamos e cantamos “o Fred vai te pegar”… Mas não podemos esquecer do verdadeiro autor que possibilitou essa música.

A história do Fluminense não pode, nem vai ser reescrita por atos de covardia, menos ainda por espelhos cheios de sombras de vaidades mentirosas.

Nesse instante de louvor e justo agradecimento ao ídolo Fred, a Frente Ampla Tricolor se levanta e de pé aplaude, agradecendo, ao Dr Celso Barros não somente pela contratação do magistral artilheiro dos 199 gols (até hoje), mas também por toda a trajetória como apaixonado tricolor, benfeitor que escreveu, por direito e honestamente, o seu nome na nossa história.

Finalizando, o excelente cronista André Barros, do Canal Flunews, escreveu no dia 18 de dezembro de 2018:

“Acho avaliação de dada pessoa – ou fato – à luz da História requer distanciamento crítico e neutralidade, atributos que aumentam à medida que o tempo passa.

Nessa linha, consta que, indagado, em 1972, sobre os efeitos da Revolução Francesa, que tivera lugar em 1789, o premiê chinês Zhou Enlai teria dito algo como “… é muito cedo para tal avaliação […] são necessários, pelo menos, 500 anos para tal…”.

Trazendo tal raciocínio para o Fluminense, não são necessários 500 anos para que se reconheça que o Dr. Celso Barros foi – e é – um dos mais influentes tricolores do primeiro
quartil do século XXI. E, embora não seja uma unanimidade, é o único tricolor vivo que pode se dirigir à torcida falando “… olho no olho…”. Repito: é o único, goste-se dele ou não!”.

Dr. Celso Barros:

A FRENTE AMPLA TRICOLOR LHE AGRADECE

“Movimento Artístico Tricolor faz nesse sábado mutirão para pintura da Praça Poeta Duque Costa em Laranjeiras”

O Movimento Artístico Tricolor fará no próximo sábado dia 25 de junho a partir das 8:00h um mutirão para pintura e revitalização da Praça Poeta Duque Costa em Laranjeiras próximo ao Fluminense FC nas cores verde, branco e grená.

Os interessados em colaborar é só chegar no local que fica na Rua Pinheiro Machado próximo a descida do viaduto do Túnel Santa Bárbara sentido Fluminense FC.

O que é o Movimento Artístico Tricolor (foto)

Antes de novo projeto foi feito esses (fotos)

Os projetos foram aprovados e autorizados pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.

Em reunião com Clubes das séries A e B para a criação da Liga, Fluminense envia um representante – Por Wagner Aieta

Por Edgar Alencar, Martín Fernandez, Thiago Ferri, Vicente Seda e Vinicius Bueno — São Paulo (GE Globo – Negócios) – Replicada.

Em reunião na manhã desta terça-feira, em um hotel em São Paulo, sete clubes da Série A assinaram um documento que prevê a criação de uma liga para organizar o Campeonato Brasileiro.

Assinaram o documento com a Codajas Sports Kapital: América-MG, Bragantino, Corinthians, Flamengo, Palmeiras, Santos e São Paulo. O Cruzeiro, que está na Série B, também assinou.

Uma nova reunião, com a participação dos 40 clubes que estão nas Séries A e B do Campeonato Brasileiro foi marcada para a semana que vem, na sede da CBF, no Rio de Janeiro.

– Os 40 clubes são a favor da criação da liga. Agora é só acertar as arestas e dia 12, com certeza, será uma grande festa na CBF – declarou o presidente do Santos, Andrés Rueda.

A reunião desta terça foi convocada por um bloco composto por Flamengo, Bragantino, Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo, com a carta-convite assinada por esses clubes, que estão mais alinhados a uma proposta de criação da liga formada pela empresa Codajas e pelo banco BTG.

Estiveram na reunião representantes de 18 clubes da Série A – as exceções foram Cuiabá e Juventude. Das equipes atualmente na Série B, marcaram presença dirigentes de Cruzeiro, Guarani, Ponte Preta, Sport e Vasco.

Veja a lista de alguns dos dirigentes presentes:

  • Rodolfo Landim (Flamengo)
  • Duilio Monteiro Alves (Corinthians)
  • Leila Pereira (Palmeiras)
  • Marquinhos Chedid (Bragantino)
  • Júlio Heert (AvaÍ)
  • Andrés Rueda (Santos)
  • Mário Celso Petraglia (Athletico)
  • Harlei Menezes (Goiás)
  • Julio Casares (São Paulo)
  • Alessandro Barcellos (Inter)
  • Adson Batista (Atlético-GO)
  • Jorge Braga (Botafogo)
  • Geraldo Luciano (Fortaleza)
  • Jorge Salgado (Vasco)
  • Marcus Salum (América-MG)
  • Sérgio Coelho (Atlético-MG)
  • João Paulo Silva (Ceará)
  • Matheus Montenegro (Fluminense)
  • Juarez Moraes (Coritiba)
  • Marco Antônio Eberlin (Ponte Preta)
  • Ricardo Moisés (Guarani)
  • Gabriela Lima (Cruzeiro)

Mais informações acesse o link ababixo.
https://ge.globo.com/negocios-do-esporte/noticia/2022/05/03/sete-clubes-assinam-criacao-da-libra-a-liga-do-futebol-brasileiro.ghtml

Imagem de destaque maquinadoesporte.com.br

Velhos problemas perseguem os funcionários do Fluminense. Leia!

A diretoria do Fluminense vem conseguindo, diminuir as dívidas salariais com atletas e funcionários do clube, mas ainda persistem atrasos e problemas. Quem passa por mais dificuldades são aqueles que recebem até dois salários em  Laranjeiras e no Centro de Treinamentos Carlos Castilho, na Barra da Tijuca.

Conforme noticiou com exclusividade o portal NETFLU, que há profissionais sofrem risco de despejo de seus lares, com luz cortada ou outros serviços em atraso como condomínio e outras dívidas diárias. A situação tem virado uma bola de neve porque não envolve apenas salários.

Foi prometido no final do ano passado que o Fluminense iria pagar 50% +1/3 das férias de abril 2020, apesar de ter se reunido a época com o sindicato, se comprometendo a pagar até março de 2021. As promessas não foram cumpridas e ainda não foi paga a segunda parcela do 13º, bem como a 1ª parcela das férias de dezembro 2021.

O clube se prontificou em quitar tudo no final de fevereiro de 2022, mas novamente não cumpriu. A tendência era que os salários de fevereiro fossem pagos até o dia 20 de março, o que não ocorreu. Mas ainda aguardam o recebimento da 1ª parte do negócio envolvendo o atacante Luiz Henrique com o Real Bétis, da Espanha. A tendência é que, ao menos os salários, sejam pagos até o fim do mês.

BOMBA! Vender Luis Henrique dessa forma é humilhante e vexatório !

Uma afronta a Inteligência do torcedor Tricolor, querer justificar a venda ou “passar pano” é essa a verdadeira sacanagem que não dá pra deixar passar sob nenhuma perspectiva , nem o torcedor mais aliado ao Mário tá aceitando isso, por esse valor e para uma agremiação fraca !

Uma gestão que se demonstra inapta e deflagra um Fluminense despreparado para negociar e determinantemente arrombado financeiramente e o que a oposição tanto indica nas redes sociais se mostra verdadeiro , mesmo que no campo estejamos bem . NÃO DA PARA ACEITAR!
Mário Bittencourt se isso for verdade reveja , se não for, venha a público explicar e me prove que eu e toda a torcida esteja errada .

Não há condições que justifique esse ato injurioso ao torcedor , humilhante e estarrecedor .

Luis Henrique é nossa principal peça , e nosso maior ativo no momento , não é possível que Mário não faça essa avaliação, que qualquer dois neurônios tem convicção . Se está com a faca no pescoço para pagar dividas , venda o JK , ou outro , ele não , ou se for pra vender ele que seja no mínimo por 25m de Euros!

Temos que berrar e não aceitar de maneira nenhuma essa venda por apenas cerca de 10 milhões de Euros .

O meu Sábado foi horroroso, nem o momento tão bom em campo , apaga essa notícia estarrecedora , é uma Bomba , Mário é Putin e somos os Ucranianos ( Torcedores ) , isso foi uma porrada no estômago! Por esse valor aí vende o JK que já deveria ter sido vendido ! O LH não !

Por MARCO VELLOSO

EXCLUSIVO – “ADEMAR ARRAIS, CANDIDATO DE OPOSIÇÃO À PRESIDÊNCIA DO FLUMINENSE, NOTIFICA EXTRAJUDICIALMENTE PRESIDENTE DO CONSELHO E TODOS OS CONSELHEIROS” – Por Wagner Aieta

Ademar Arrais, único candidato de oposição à Presidência do Fluminense, ao menos por enquanto, notificou extrajudicialmente o Presidente do Conselho e todos os demais membros do Conselho Deliberativo em relação:

  1. o cumprimento tempestivo da obrigação legal e moral de nossa instituição com os Associados, especialmente os residentes fora do Rio de janeiro, na implantação do voto on-line.
  2. transparência e tempestividade quanto aos eventuais procedimentos que serão adotados com o advento da Lei Geral de Proteção de Dados.
  3. garantia do direito de voto de todos os Associados com relação as modificações que estão sendo feitas pelo Presidente do Clube no cadastro de sócios e consequentemente no colégio eleitoral.

Caso o Conselho Deliberativo e o Presidente do Clube mantenham-se inertes e silentes sobre os temas pelo que parece teremos mais uma judicialização relativa ao próximo processo eleitoral já que o Sócio-Proprietário Walcyr Ricardo Borges da Silva, participante da Frente Ampla Tricolor, realizou uma notificação extrajudicial e em seguida uma interpelação judicial apenas em relação ao voto on-line, que encontra-se atualmente em prazo de resposta para o Fluminense (Processo nº 0311157-54.2021.8.19.0001).

Seguem abaixo a notificação e o protocolo de recebimbento.

Protocolo.

“Feliz aniversário, Dr. Celso” – Por Wagner Aieta

Feliz aniversário, Dr. Celso”


No fim dos anos 90, estávamos à beira do precipício, ou melhor, rumo ao mais profundo círculo do inferno.
Já tomados pela desesperança, eis que surge uma mão redentora e nos puxa para cima.
E, mais, pouco a pouco, essa mão redentora recoloca-nos no lugar que a História nos reservou.


Abandonemos a metonímia da parte (mão) pelo todo (pessoa).
Graças a ele, nós, tricolores, aguardávamos, ansiosos, a chegada do mês de janeiro, que era recheado de especulações e boas notícias. Não tinha essa de Caio Paulista, Danilo Barcelos, Cristiano da Moldávia não!
Essa espera, amigos, não era em vão.


Graças a ele, vimos craques voltarem a envergar o nosso manto: Romário, Edmundo, Ramon, Asprilla, Beto, Felipe, Petkovich, Carlos Alberto, Thiago Silva, Thiago Neves, Fred, Conca, Deco, etc.


Graças a ele, tornamo-nos o time mais badalado do Brasil.
Graças a ele, ganhamos três títulos nacionais e fizemos uma campanha histórica na Copa Libertadores em 2008 – que nos foi tirada, apenas, para dar um quê de tragédia grega. Assim sucede com todos os heróis.


Refiro-me ao Dr. Celso Barros, cujo lugar de honra, por seus inegáveis feitos, já está guardado no panteão dos grandes tricolores.

Nos dias de hoje está fazendo uma enorme falta no nosso amado Fluminense FC, embora seja Vice Presidente eleito.


PARABÉNS Dr. CELSO BARROS! O senhor tem o reconhecimento daqueles que realmente importam.

Equipe Canal Flunews

“Fluminense eu sou!” – Vídeo Música Antonio Gonzalez e Claudio Kote

FIM DE CICLO SIGNIFICA COMEÇO DE OUTRO CICLO

A vida tem disso. É preciso se reinventar.

Quando fiz 30 achei que o futuro seria gorjeta de Deus. 30 anos depois, pintou esse filho. Dedicado a todos os meus amigos. Mesmo os que não aparecem no vídeo. De coração!

“Fluminense eu sou!” é uma música dedicada à torcida do Fluminense. Nessa música encontram-se passagens que marcaram a caminhada que transformou um menino num homem.

É preciso resistir!

Todos!

Temos que mudar, todos juntos… Todos!

Essa música e a sua letra nasceram numa tarde de novembro de 2015. Deram-me um grande presente, eu só tenho que agradecer. Não somente pelo custo zero, mas sim porque nem nos meus melhores sonhos eu sequer poderia imaginar que um dia viesse a rolar uma parada dessas.

Não sou músico, nem cantor.

Mas entendo, há mais de 4 décadas, alguns caminhos do básico das 6 cordas de um violão. Na humildade! Já escrever… tem dias de sorte. O presente é de vocês! Se a música vai ser cantada ou não… foge da minha vontade. Mas ela nasceu, está viva!

Muito obrigado a todos!

Um beijo no coração de vocês!

Salve!

Antonio Gonzalez

(se vocês gostarem e se quiserem, deixem um like. Se inscrevam no canal, certamente teremos conteúdo. Simples, mas com a minha cara. E POR FAVOR: Compartilhem!)