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“De:NelsonRodrigues@céu Para: MárioBittencourt@Flu” por André Ferreira de Barros


“Sr. Mário Bittencourt,
A despeito do longo tempo transcorrido, ainda não consegui me desapegar de algumas paixões terrenas, em especial, daquela que nutro pelo Fluminense F.C.
Percebendo a minha excruciante aflição com os destinos do Tricolor, os Mestres Superiores permitiram que eu fizesse um contato com uma pessoa na Terra, à minha livre escolha.
Escolhi dirigir-me ao senhor.
Não, não se sinta honrado, Sr. Mário Bittencourt. Para ser inteiramente franco, nunca fui com a sua cara. Nem um tantinho. Escrevo-lhe, pois, no Fluminense, o sistema é presidencialista. Apenas por isso. Se a Rita Cadillac fosse a Presidente do clube, seria ela a destinatária desta mensagem.
O senhor, Presidente, num gesto de demagogia barata mandou estampar nas arquibancadas – de frente para as câmeras de TV – dizeres que eu fiz imortais, tais sejam ‘O Fluminense tem a vocação para a eternidade!’.
Isso não me conforta, Sr. Presidente. Pelo contrário, causa-me engulhos.
Afinal, Sr. Presidente, de uns tempos para cá, outra vocação, igualmente poderosa, refreia a primeira. Refiro-me à vocação para a mediocridade, nota característica dos últimos dirigentes do Fluminense.
Peter Siemsen era medíocre, produto forjado de uma Seita Maldita.
Pedro Abad era medíocre, outro produto forjado da mesma Seita Maldita.
O senhor, Mário Bittencourt, é medíocre, dissidente da Seita Maldita – em tudo e por tudo semelhante a ela.
E, convém observar, é uma mediocridade em sentido bem amplo.
Mediocridade de valores éticos, passando por transações mal explicadas de jovens promessas.
Mediocridade de propósitos, apequenando um clube gigante. Lucão com a camisa do Adão, Sr. Presidente?
Mediocridade na gestão, com ‘boquinhas’, ‘PJ’ e quejandos.
Grandeza somente na soberba com que o senhor fala.
Ah, Presidente, se eu ainda tivesse a minha coluna no jornal, o senhor sentiria o peso de minha pena. Faltariam, no vernáculo, adjetivos para esculhambá-lo, dia após dia.
Como disse, num certo filme, um certo Capitão Nascimento: ‘Pede para sair!’.
Cordialmente é a PQP”.
Sem tirar nem pôr.
Saudações tricolores!

“Dois erros não fazem um acerto” André Ferreira de Barros e Eduardo Rodolfo Alves

“Dois erros não fazem um acerto”
André Ferreira de Barros e Eduardo Rodolfo Alves


Mário Bittencourt tem pouco mais de 03 (três) meses à frente do Fluminense F.C.
Seria, portanto, bastante leviano atribuir-lhe todas as agruras por que passa o Fluminense. Grande parte desse quadro caótico cai na conta da Flusócio e os seus blue caps.
Mais, Mário Bittencourt, realmente, parece ser apaixonado pelo Fluminense.
Mas o processo decisório de Sua Senhoria carece de aperfeiçoamentos. E como carece!!!
Afinal de contas, no afã de corrigir um erro, Mário Bittencourt comete um erro ainda maior.
Vamos pela ordem.
Com Fernando Diniz, contratado pelo então Presidente Pedro Abad, o Fluminense jogava um futebol vistoso, mas, via de regra, saía de campo derrotado. Fernando Diniz conseguiu uma proeza: o Fluminense empilhava chances de gol, dava 30 chutes por partida, não assinalava nenhum tento e permanecia, rodada após rodada, na zona do rebaixamento. Somados prós e contras, Fernando Diniz precisava sair – eis o sentimento majoritário da torcida tricolor.
Diante da tragédia – esportiva e financeira – que se avizinhava, Mário Bittencourt demitira Fernando Diniz e trouxe, para o lugar dele, o jurássico Oswaldo de Oliveira.
Com isso, o Presidente conseguiu tornar mais fortes as vozes das “viúvas” do Diniz. Aliás, se fosse feita uma enquete sobre quem recaía a preferência do torcedor tricolor – sobre o Diniz ou sobre o Oswaldo, o primeiro ganharia – talvez com 100% dos votos.

Ocorre que Diniz e Oswaldo não eram os únicos treinadores da face da Terra.
Poucas – e irreversíveis – rodadas depois, o Presidente caiu em si. “Foi um erro contratar o Oswaldo”, pensara Mário Bittencourt com os seus botões. “Vou demiti-lo”, sentenciara o supremo mandatário tricolor.
Para corrigir esse erro crasso, o Presidente cometeu um ainda maior, efetivou o Marcão.
Ora, Marcão é gente muito boa, comeu o pão que Asmodeu amassara na Terceira Divisão, foi capitão do time por algum tempo, fez gol em jogo que valeu título (2005), fez gol de bicicleta, porém nada disso o credencia para ser técnico do Fluminense – ao menos do Fluminense que aprendemos a amar.
Embora o Athlético/PR tenha um time muito melhor do que o nosso, boa parte da derrota de ontem vai para conta do Marcão e, claro, de quem o escolhera, Mário Bittencourt.
É um erro manter o Marcão, Presidente!

O tempo urge!

Por favor, não desfaça esse erro cometendo um ainda maior, como a efetivação do Ailton ou a contratação de um Enderson Moreira.
Pense grande, Presidente!
Saudações tricolores!

“Um Zap do Telê”

“Um zap do Telê”

Não me perguntem como isso ocorreu, mas, num desses muitos grupos sobre o Fluminense, encontrei um zap do Mestre Telê Santana dirigido ao Fernando Diniz. Reproduzo-o, na íntegra.
“Caro Fernando Diniz,
Em primeiro lugar, cumprimento-o pela coragem de fugir da mesmice que granjeia no futebol brasileiro. Isso de “4-3-3”, “4-4-2”, “4-3-1-2” é linha de ônibus – e com troncal. Desde os meus tempos de treineiro, penso que jogador tem que ter função, não posição em campo.
Aliás, Fernando, quando era treinador, eu não me limitava a ensaiar jogadas e a ditar táticas para os jogadores, não. Eu ia além, bem além: ensinava fundamentos de futebol aos caras. O Cafu, capitão da seleção brasileira pentacampeã mundial, reconheceu, várias vezes, que eu, repetida e incansavelmente, o obrigava a treinar cruzamentos no CT do São Paulo. Com o passar dos tempos, ganhamos eu (como treinador), o Cafu (como jogador), o São Paulo (como time) e, claro, a torcida (como espectadora interessada).
Fernando, embora tenha trabalhado em outros clubes, eu sou Tricolor apaixonado, todos sabem. E não pude deixar de observar que, em cerca de 1 mês, o Fluminense sofreu 3 dissabores por erros elementares de fundamentos dos jogadores. Relembrando-lhe: (a) Rodolpho falhou, clamorosamente, contra o Vasco na decisão da Taça GB; (b) Léo Santos cometeu erro infantil contra o Flamengo na semifinal da Taça Rio. O “molambo” estava saindo da área; (c) Rodolpho tornou a falhar, bisonhamente, desta feita contra o Flamengo na semifinal do Carioca. A propósito, Fernando, a camisa 1 tricolor é pesadíssima, já foi envergada pelo Grande Castilho – que acha o Rodolfo um vencedor na vida e um grande frangueiro.
Em suma, Fernando, ou os caras são leões de treino ou você precisa de óculos.
Saudações tricolores, Telê Santana”.

“Comunicado urgente à ‘Nassaum’”.

“Comunicado urgente à ‘Nassaum’”.“

Diante estamos de outro 31 de março muito mal compreendido, o que reclama um “Comunicado Urgente à ‘Nassão’”.
Ementa: NÃO DEVEMOS P…NENHUMA A VOCÊS!!!
Vou tentar explicar, mesmo conhecendo as insuperáveis deficiências cognitivas dos destinatários desta mensagem, os “nassionais”.
Em 2009, na reta final do Brasileirão, vocês tomaram uma inesperada “trolha” do Barueri, em São Paulo. Chorosa, grande parte da “Nassão” já dava adeus ao título do campeonato.
Enquanto a “Nassão” chorava as pitangas, o Fluminense abatia, um a um, os times que estavam à frente do Flamengo. Pela ordem: Internacional/RS, Atlético /MG, Cruzeiro/MG e Palmeiras/SP.
A prevalecer a tacanha lógica de vocês, a dívida – que o Flamengo tem com o Fluminense – ainda é gigantesca, seus otários!
A prevalecer a genuína lógica, em 2009, nós defendíamos os nossos interesses, tal qual, hoje, vocês defenderam os seus.
Não entenderam?
Então, vou usar de uma linguajar acessível à “Nassão”: VÃO PARA PQP!!!
Domingo que vem a gente se encontra em outro jogo decisivo – e, como sucede em “A Lagoa Azul”, o final é o sempre o mesmo, em especial se Marcelo de Lima Henrique não entrar em campo.
Saudações tricolores.

“Cojones”

“Cojones”

Avizinham-se novas eleições no Fluminense F.C.

É incontroverso que o candidato ideal precisa já “chegar, chegando” no clube, ou seja com dinheiro, muito dinheiro. Sem esse indispensável atributo, ele nem deve se apresentar no próximo pleito. Sentar na cadeira e dizer que a herança deixada pela Flusócio é maldita seria deplorável estelionato eleitoral.

O candidato ideal também precisa ser muito criativo porque, mesmo que viabilize investimentos para o Fluminense, não conseguirá fazer frente a clubes como Flamengo e Palmeiras. Ou seja, terá ele de fazer mais com menos.

Por fim, o candidato ideal precisa, acima de tudo, amigos, de colhões – com escusas pelo termo chulo, sexista e politicamente incorreto. Desafortunadamente, não encontrei outro que se encaixasse melhor.

Afinal de contas, o que sucede com o Fluminense desde aquele desditoso W.O de 1986 é um escárnio.

Culpa do Eurico, que nos mirou como seu adversário preferencial? Sim, parte da culpa é dele!

Culpa da Rede Globo, que vela, descaradamente, pelos interesses do Flamengo? Sim, parte da culpa é dela!

Culpa da FERJ, esse ajuntamento de pessoas de “…moral homogênea…”, termo cunhado pelo falecido Márcio Moreira Alves? Sim, boa parte da culpa é dela!

Doses cavalares de culpa de dirigentes omissos do Fluminense? Sim, sim e sim! Eis os principais culpados dessa barafunda – os que apanharam, tinham poder de reagir, mas, em vez de “esmerdalhar”, se calaram.

FROUXOS!!

CAMBADA DE FROUXOS, “mauricinhos” criados pela avó!!!

De 1986 para cá, erros aconteceram a nosso favor em alguns jogos? Sim!

De 1986 para cá, erros aconteceram a nosso favor em jogos importantes? Não! Nunca!

De 1986 para cá, erros aconteceram contra o Fluminense em jogos importantes? Às pencas!

Em suma, de Fábio Egypto a Pedro Abad, seguiu-se uma série de presidentes tíbios e inapetentes – com a honrosa exceção do Dr. Arnaldo Santiago, que era tricolor de raiz.

Urge restaurar a nossa força – força dissuasória, fique bem claro!

Em primeiro lugar, é importante que o clube faça um gráfico indicando a frequência com que ganhava títulos antes e depois de 1986. Por que apenas 3 títulos de lá para cá? Lembrando que, de 2007 a 2012, ganhamos três títulos nacionais.

Prosseguindo, o Fluminense deve fazer um apanhado com os muitos – e decisivos – erros cometidos contra nós em jogos contra Flamengo, Vasco e Botafogo. Por honestidade intelectual, façamos, também, um com erros a nosso favor. O contraste, só por si, saltará aos olhos.

Na mesma linha, deve-se bater bumbo, muito bumbo. Convém lembrar que o Botafogo vetou, por anos, o Marçal pelo erro na final de 1971. Agora não cabe mais veto? Então, que a medida tenha conotação meramente simbólica.

Por fim, mas não menos importante, o Fluminense deve ajuizar, antes de cada jogo importante, ações cíveis contra árbitros, assistentes, Presidente da Comissão de Arbitragem e Presidente da FERJ – em litisconsórcio passivo. A justiça não conheceria de tais ações? É possível, mas que assustaria, assustaria. Vai que um juiz tricolor dá uma liminar, e casa cai…

Cojones, gente, cojones…

Saudações tricolores.

“Festas e festas.”

Colegas, confesso-lhes que, no último sábado, admirei, pela televisão, a torcida do Vasco. Aliás, tive uma ponta de inveja do Bacalhau. Afinal de contas, no confronto com o Flamengo, os vascaínos, sem medo, racharam o Maracanã com a horda de urubus.
Isso posto, pergunto-lhes: qual foi a última vez em que a torcida tricolor marcou sua presença num Fla x Flu? No final do Carioca de 2017? Sinceramente, acho que não. Em números superlativos, para mim, foi na longínqua Páscoa de 1999 (Fla 1 x 1 Flu, gol de Romário, para eles, e de Alexandre Lopes, para nós).
Eu fui – e ainda sou – um ácido crítico da Flusócio e do Presidente Pedro Abad. Apequenaram um gigante; afastaram a torcida; abafaram um sentimento. Mas é forçoso reconhecer que a gestão atual, finalmente, começou a se mexer.
O time do Fluminense, evidentemente, ainda é inferior ao do Palmeiras, ao do Flamengo, ao do Cruzeiro, ao do Grêmio, ao do Internacional, enfim, aos times que estão disputando a Copa Libertadores da América.
Mas, depois de um longo e tenebroso inverno, temos um onze que pode se chamar de time de futebol.
É hora, pois, de a torcida tricolor comparecer aos estádios, em especial nos dias de clássicos regionais.
Afinal, quando jogamos para seis, sete mil pessoas, parecemos, sim, trilhar o caminho –ou melhor a sina – do América. Daqui a pouco, seremos o segundo time de todos.
E, desta feita, a torcida tricolor tem culpa, sim!
Eu defendia que a ninguém pode se impor a obrigação – genuína tortura – de sair de casa com mulher e dois filhos – gastando, por baixo, R$ 250,00 – para ver o Júnior Dutra em campo. Por outro lado, agora, sobre todos nós recai o encargo de pagar o que pudermos para assistir a Ganso e Cia, num time bem arrumado pelo Fernando Diniz.
Em suma, já passou da hora dessa “… gente bronzeada mostrar o seu valor…” e comparecer, em grande número, aos estádios.
Fica aqui a exortação: esgotemos a nossa carga de ingressos no próximo Fla x Flu. Depois, façamos o mesmo para Fluminense x Botafogo. E aguardemos, com grande apetite, o Vasco, que, pra mim, continua o freguês de sempre, apesar do retrospecto atual.
Pouco me dizem mosaicos feitos contra a Chapecoense ou contra o Bahia. Dividir o Maracanã, num clássico regional, isso sim é algo deliciosamente indescritível.
Saudações tricolores.

Fidalguia e apologia à desídia

André Ferreira de Barros

Segundo a ordem natural da vida, os mais jovens enterram os mais velhos. Quem já compareceu ao enterro de um pai ou de uma mãe sabe o quanto isso dói. Mas, com o passar do tempo, aprendemos a conviver com isso – e, até mesmo, a nos preparar para esse doloroso dia.

Quando essa lógica se inverte, abruptamente, os pais enterram os filhos. A dor, então, é elevada à milésima potência – se for possível mensurá-la, claro.

O que aconteceu, dias atrás, com os meninos da base do Flamengo enlutou o país – senão o mundo do futebol.

Obviamente, rivalidades clubísticas têm de ser deixadas de lado numa hora de dor excruciante, como ora sucede.

Aliás, vidas e sonhos precocemente ceifados costumam dar ensejo a compreensíveis ondas de solidariedade.

Eu, por exemplo, sou favorável a minuto de silêncio, à salva de palmas, à suspensão (abolição?) de cânticos agressivos contra os rivais, enfim, a todo o tipo de homenagens aos garotos que precocemente nos deixaram.

Mas renunciar a jogar a semifinal da Taça GB, desculpem-me os mais puristas, sou visceralmente contra.

Afinal, diferentemente do que sucedera com a Chapecoense, o Flamengo não foi colhido por caso fortuito, força maior ou fato de terceiro.

Diferentemente, a imprensa noticia, à farta, que o Flamengo foi autuado 30 vezes pelos órgãos competentes. Repito: inacreditáveis 30 vezes.

Amigos, o descaso do CRF salta aos olhos.

Por isso, entregar-lhes, de mão beijada, o direito a jogar a final da Taça GB não seria um ato de fidalguia, mas sim de apologia à desídia. Por outras palavras, um ultraje às famílias enlutadas.

Saudações tricolores.

Celso Barros e o discurso aos não eleitores

Acho avaliação de dada pessoa – ou fato – à luz da História requer distanciamento crítico e neutralidade, atributos que aumentam à medida que o tempo passa.
Nessa linha, consta que, indagado, em 1972, sobre os efeitos da Revolução Francesa, que tivera lugar em 1789, o premiê chinês Zhou Enlai teria dito algo como “… é muito cedo para tal avaliação […] são necessários, pelo menos, 500 anos para tal…”.

Trazendo tal raciocínio para o Fluminense, não são necessários 500 anos para que se reconheça que o Dr. Celso Barros foi – e é – um dos mais influentes tricolores do primeiro
quartil do século XXI. E, embora não seja uma unanimidade, é o único tricolor vivo que pode se dirigir à torcida falando “… olho no olho…”. Repito: é o único, goste-se dele ou não!

Do alto de sua indisputável autoridade perante a torcida tricolor, o Dr. Celso Barros deve, em primeiro lugar, desarmar uma “bomba” que tiquetaqueia a seu redor. Explico: a sua
grande força é, ao mesmo tempo, a sua maior fraqueza. Afinal de contas, a torcida tricolor associa o seu nome a craques, a muitos craques – em qualidade e em quantidade substanciais -, contratados num mágico estalar de dedos. Assim sendo, logo de início, o Dr. Celso Barros deve esclarecer à torcida que seus amor ao clube e disposição para trabalhar são os mesmos,
mas as circunstâncias, desafortunadamente, são bastante diferentes das de 1999-2014. Desta
feita, ao menos a princípio, não jorrará dinheiro de patrocínio, genuíno mecenato. Em bom português, ninguém deve esperar 8 craques no time, mas, talvez, 1 ou 2. Anticlímax, necessário choque de realidade.

Ainda falando “… olho no olho…”, penso que o Dr. Celso Barros deveria instar a torcida tricolor à associação em massa. Algo assim: a cada 10.000 novos sócios, um grande jogador é contratado. Com 100.000 sócios adimplentes, teremos um time forte, do contrário, convém
deixar claro que o senhor, Dr. Celso, pouco pode fazer. Em suma, trata-se de atar o destino do clube ao engajamento de seus torcedores – nada a ver com os chiliques do Zé Bobão, para
quem a torcida deveria comparecer, em peso, para assistir a Richard, Jadson, Ibanez e cia limitada. Mais uma vez, somente o Dr. Celso Barros tem tamanho crédito com a torcida tricolor.
Patrocinador master e recálculo de quotas de TV são eventos futuros e incertos. Se vierem, claro, será ótimo. Se não, caminhamos com nossas próprias pernas.

Mas a torcida não vota, dirão alguns. Verdade, mas ela dita tendências, mormente num período extremo como o de agora. E cobrará do novo presidente do Flu segundo esses parâmetros.

Desfechando, Dr. Celso Barros, o senhor já tem o seu lugar marcado em pedra na
gloriosa História tricolor. Não desdoure a sua imagem com um estelionato eleitoral, que é coisa de quem não tem nada a perder, como a ignominiosa Flusócio.

 

Saudações tricolores.

André Barros

Flusocio’s eleven – Onze mentiras e uma verdade

O descaramento da Flusócio – assim como a estupidez humana, da qual é consequência lógica – não encontra mesmo limites.

Após a vexatória campanha no Brasileiro de 2018, eis que aparece o mais odiado grupo político da História do Fluminense com a Nota “Ano de muitas dificuldades”.

Pela qualidade formal – aliada à hipocrisia material – da peça, penso que a mesma provém da pena dele, o indefectível Zé Bobão.

Na referida Nota, a Flusócio exortou todos à união? Não, pelo contrário, como sempre faz, o grupelho estimulou a cizânia entre os tricolores.

Na Nota, a Flusócio fez um mea culpa? Longe disso, a nota do grupelho é encharcada de soberba e arrogância.

Em suma, a malfadada Nota arrola onze mentiras – ou meias-verdades- e apenas uma verdade límpida e cristalina.

Começo, claro, pela verdade límpida e cristalina estampada na Nota: “… quebra-quebra do patrimônio […] vazamentos de números de telefone […] intimidações e ameaças contra a vida [dos] integrantes e [das] famílias…” são posturas bárbaras, inumanas, que devem ser repudiadas por todos nós. Nem mesmo o desespero de assistirmos, diuturna e persistentemente, aos demoníacos esforços da Flusócio em destruir o Fluminense justifica a violência – física e psíquica – contra os integrantes da Seita Maldita –e muito menos contra os familiares deles.

Somos melhores que isso, amigos!

Somos melhores que eles, amigos!

Passemos, agora, às muitas mentiras veiculadas na Nota, pela ordem em que foram apresentadas.

A primeira mentira salta aos olhos logo no primeiro parágrafo da Nota. Preste atenção, Zé Bobão: a torcida do Fluminense não é massa de manobra da oposição. Odiamos a Flusócio porque vocês, flusocianos, são mentirosos, soberbos, prepotentes, divisivos, incompetentes,

oportunistas e têm uma energia espiritual ruim pra cacete. No ponto, aliás, você, Zé Bobão, é a encarnação perfeita disso tudo.

A segunda mentira – ou meia verdade -, diz com “… o bloqueio de 15% de todas as receitas do clube […] determinado pela PGFN…”. A uma, Zé Bobão, porque, matematicamente, 85% das receitas do Fluminense não foram bloqueadas, ao menos pela PGFN. Ou seja, o bloqueio, só por si, não justifica a pindaíba em que o clube se encontra. A duas, Zé Bobão, porque em 2013, o Presidente era outro trapalhão de suas hostes, “O Peter + 3”, primeiro engodo criado pela Flusócio. A três, porque de medidas constritivas, como essa, cabem recursos, Zé Bobão. No ponto, dou-lhe um conselho gratuito: estude o Código Tributário Nacional e a Lei de Execução Fiscal. Você encontrará várias saídas nesses diplomas normativos.

A terceira mentira da Nota encerra um sofisma: Pedro se machucou logo… prejudicou o time? Não! Pedro se machucou e não pôde ser vendido. PQP! Desnudada foi a intenção mercantil do grupelho. Faço minhas as palavras da Young-Flu: “Flusócio, o Flu não é negócio!”.

A quarta mentira diz respeito às negociações de Scarpa e Douglas com Palmeiras e Corinthians, tidas como exitosas. Nenhuma linha sobre o cavernoso caso do Diego Souza. Por que, Zé Bobão? Algo a esconder?

A quinta mentira escancara a incompetência da Flusócio no quesito futebol. Qualquer torcedor mediano sabe que dado clube – para ser campeão brasileiro – carece de um elenco forte, não apenas de um bom time. De mais a mais, faltou à Flusócio dizer que não temos nem time, muito menos elenco. Bizarro, Zé Bobão!

Os itens 5 e 6 da Nota podem ser condensados numa única mentira. Tudo isso era conhecido do grupelho e, hoje, soa como chororô de bêbado de pé-sujo. Ou a aprovação das contas dos anos anteriores era apenas um exercício lítero-poético-recreativo? Deixe disso, Zé Bobão!

A sétima mentira veiculada na Nota é tocante à dispensa de alguns jogadores no início do corrente ano. À honrosa exceção de Diego Cavalieri, tratava-se de jogadores caros e velhos – contratados pela própria Flusócio, e não por marcianos mal intencionados. Ou seja, errou-se nas contratações e, para fechar o ciclo com chave de ouro, errou-se nas dispensas. Mais uma vez, bizarro, Zé Bobão!

A oitava mentira esconde o inescondível: o fato que “Poucos jogos terminam […] no azul…” porque o time do Fluminense é uma porcaria, padrão Flusócio de qualidade. Se o time fosse decente, mais e mais jogos dariam lucro. Entendeu, Zé Bobão? Qualquer dúvida, dá um google com “Presidente, compre que a torcida garante”, da época da Máquina Tricolor – que não existiria se a Flusócio estivesse, à época, no poder.

Negar a pequenez com que a Flusócio enxerga o Fluminense é a nona e paquidérmica mentira da Nota. As pessoas só dão o que têm, Zé Bobão. Vocês são medíocres, e a mediocridade que exalam se alastra pelo clube. Vocês só não destruíram o Fluminense ainda devido à resistência de 4 milhões de apaixonados e abnegados torcedores. Em tempo: em 2013, vocês “…não pisavam no departamento de futebol…”, mas, mesmo assim, são responsáveis pelo êxito de 2012? Tome vergonha, Zé Bobão!!!

A décima mentira da Nota … dela, prudentemente, me esgueiro. Só sei que é mentira da Flusócio. Afinal, ninguém sabe o efetivo valor das vendas dos jogadores. “Flusócio, o Flu não é negócio!”.

Vamos, agora, à mentira derradeira da Nota: em 2008, o mundo foi sacudido pela maior crise financeira desde 1929. E o Fluminense não perdeu o patrocínio da Unimed. Enfim, Zé Bobão, não temos patrocínio máster porque vocês, flusocianos, repito, são mentirosos, soberbos, prepotentes, divisivos, incompetentes, oportunistas e têm uma energia espiritual ruim pra cacete.

Amigos, até o título da mencionada Nota está errado. Não foi um ano de dificuldades, Zé Bobão. As dificuldades começaram quando vocês, da Flusócio, entraram no clube com o intuito de destruí-lo.

Saudações tricolores – menos para os integrantes da Seita Maldita!

 

Texto André Ferreira de Barros

André Ferreira de Barros tem 51 anos, acompanha o Fluminense em estádios desde a final da Taça Guanabara de 1975 e acha que a Flusócio tem que deixar o Tricolor e tentar a sorte no Boavista.

Os 15k de sempre

Ontem, domingo, 05/08/2018, cheguei ao Maracanã razoavelmente cedo, por volta das 17h:30min. Àquela hora, 90 minutos antes do início do jogo, já se prenunciava um baixo comparecimento da torcida tricolor. Cerca de dez minutos depois de saltar do transporte por aplicativo, eu já estava sentado ao lado de meia dúzia de gatos pingados no setor Sul inferior do estádio.

Eis que alguém do Flunews postou no grupo de WhatsApp um tweet do Sr. Dan Dan Infélix , para muitos o cérebro maior da Flusócio. Dizia a mensagem, em textual: “Vitória recoloca Flu na briga por G6. Nos últimos 4 jogos, foram 3 vitórias, promoção nos ingressos da Leste Sup. E tudo indica que teremos só os 15k de sempre. Fica difícil entender. Depois vão reclamar qdo o clube for obrigado a vender jogador…”.

O tweet transcrito tem 5 sentenças.

A primeira sentença – “Vitória recoloca Flu na briga por G6.” – é verdadeira e não tem déficit algum na mensagem idealizada pelo seu emissor.

A segunda sentença – “Nos últimos 4 jogos, foram 3 vitórias, promoção nos ingressos da Leste Sup.” -, embora verdadeira, traz consigo um déficit na mensagem, pois o pito feito pelo emissor seria, em tese,bem mais legítimo se a aludida promoção fosse mais ampla, estendendo-se, também, ao Setor Norte do estádio.

A terceira sentença – “E tudo indica que teremos só os 15k de sempre.”–a um só tempo, introduz um sofisma e traz uma exortação à divisão.Por partes. A expressão “… os 15k de sempre”, é bom lembrar, marcou as campanhas vitoriosas do Fluminense no Brasileirão de 2010 e de 2012, quando o time jogava no Engenhão, estádio que nunca caiu nas graças da torcida, apesar de ser nosso “salão de festas”. Resumindo, a frase historicamente precisa ser dita pelo Sr. DanDan Infélix seria “… os 15k característicos da gestão Flusócio…”. Algo similar ao América F.C dos anos 70 e 80. De mais a mais, o emissor da mensagem claramente divide os torcedores tricolores em duas categorias, dando a entender que os “… 15k de sempre…” seriam mais tricolores que os demais – inclusive os inválidos, os sem grana, os com problemas pessoais, os sócios torcedores que moram longe, os que associam o Fluminense de hoje ao DNA derrotista da Flusócio, etc. Eu, que compareço aos jogos com assiduidade, não me considero mais tricolor do que ninguém, com algumas exceções.

A quarta sentença – “Fica difícil entender.” -é um claro desserviço à própria Flusócio porquanto evidencia a incapacidade do grupo político na avaliação de cenários. Vai aí uma ajuda, Flusócio: o público é pequeno porque a torcida tricolor, desalentada, abandonou o time. Motivos para isso, infelizmente, não faltam: (a) Flu 2 x 5 América/RN, em pleno Maracanã; (b) Flu 1 x 4 Chapecoense, em pleno Maracanã; (c) eliminação precoce na Copa do Brasil para o Avaí/SC; (d) hábito de ressuscitar “mortos”, etc, etc, etc. Isso tudo num cenário de grana curta e ingressos caros.

Paradoxalmente, isso é bom pra Flusócio, pois torcedores passivos facilitam a má gestão do grupo. Algo como sucede no Brasil entre eleitores e eleitos.

Abro, agora, um curto espaço para destacar que vislumbro, grosso modo, duas formas de o torcedor protestar: (a) ir ao jogo e protestar; (b) não ir ao jogo para protestar. Sou adepto da primeira, mas respeito aqueles que se valem da segunda, inclusive sob o válido argumento de que protestos podem prejudicar um time jovem que já não é lá essas coisas jogando sem a pressão de insatisfeitos.

Voltando ao xis da questão, ou a Flusócio não consegue avaliar cenários – e é incompetente – ou consegue fazê-lo, mas não admite isso, obrando, assim, de má-fé argumentativa.

A quinta sentença – “Depois vão reclamar qdo o clube for obrigado a vender jogador.” – é, nada mais, nada menos, que um misto de mentira deslavada, desculpa esfarrapada e nova tentativa de divisão da torcida.Pela ordem, se o público fosse de 40.000 pessoas, o clube manteria o Pedro?[um milhão de risos] Data venia, o Sr. Dan Dan Infélix quis, mais do que repartir, transferir responsabilidades do seu grupo político para a torcida tricolor, com exceção dos “… 15k de sempre…”.

Enfim o tweet do Sr. Dan Dan Infélix é uma pérola às avessas.

Diante de tamanha desfaçatez, por pouco, não engasguei com um pedaço do geneal que estava comendo quando li a mensagem.

Como não tenho conta no Twitter, imediatamente, contatei alguns colegas do Portal FluNews para que eles respondessem ao luminar da Flusócio.

Por diversas razões – a principal das quais o banimento//bloqueio deles -, os mencionados colegas do FlunNews não puderam levar a cabo o meu pedido de contestação ao Sr.Dan Dan Infélix.

Pensei, então, como alternativa, em usar a conta no Twitter de minha filha. Conhecedor da contundência do Sr. Dan Dan Infélix, refleti e rechacei a ideia.

Tratava-se duma entre marmanjos – presumivelmente machos e altivos – e, por isso, pedi à minha filha que criasse, naquele momento, em pleno Maracanã, uma conta para mim no Twitter. Naturalmente, que teria zero seguidor.

Assim foi feito.

Em tempo, bem sabem os colegas que o meu telefone celular está ruim pacas – como provam os áudios fracionados que envio a torto e a direito. Por exemplo, no teclado virtual, não funciona, entre outras teclas, a “B”. Por isso, não pude criar a conta “André Barros”, mas, sim, “André Ferreira”, em letras minúsculas.

Ultimado o procedimento de abertura de conta, mandei um reply para o Sr. Dan Dan Infélix, ipsis litteris: “De onde você tirou autoridade para dar esporro na torcida? Sou dos 15.000 e tenho certeza de que amo mais o Fluminense que você. Aliás, acompanho o Flu, apesar desse câncer chamado Flusócio”.

Começa o jogo Fluminense x Bahia.

Termina o jogo, com resultado frustrante, diga-se de passagem. Bem fizeram os que não foram ao estádio.

Ao chegar em casa, recebo uma mensagem do Sr. Dan Dan Infélix, imediatamente apagada devido ao bloqueio de meu nome. Era algo assim: “Você tem 0 seguidor. Você é fake. Você entre os 15K? Oposição lamentável”.

Parafraseando o Pofexô Luxemburgo, respostas malcriadas “… pertencem…” a esse tipo de contenda.Ou seja, quem fala o que quer, ouve o que não quer.

Mas ouve, Sr. Dan Dan! Bloquear, de pronto, é sinal de menosprezo ao debate.

Não foi nem possível dar novo reply, Sr. Dan Dan. Onde está  o seu apreço pela democracia?

Putz grilo!

Ora, assino todos os meus posts, numa demonstração inequívoca de oposição dura, duríssima, extremada, mas leal.

Nesse tom, ser tachado de fake pelo Sr. Dan Dan Infélix me incomodou sobremaneira.

Por isso, fui ao Facebook – plataforma que uso pouquíssimo – e deixei a seguinte mensagem ao Sr. Dan Infélix: “Abri uma conta no Twitter hoje apenas para te responder – ‘André Ferreira’. […] Você me chamou de fake […] Sou uns dos 15.000 de sempre […] E amo mais o Fluminense que você e essa Seita Maldita […] Se quiser me encontrar, sou Auditor Fiscal como o fantoche do Abad. […] Até as pragas do Egito terminaram […] Um dia, vocês sairão corridos do Fluminense […] Discuto Fluminense com vc na hora e lugar que você quiser – com mais elegância, educação e conhecimento…”.

Até o momento em que escrevo, o Sr. Dan Dan Infélix não me respondeu.

Caminhando para o fim, se algum dos meus poucos leitores tiver como fazer chegar esse artigo – ou melhor essa exortação – ao Sr. Dan Dan Infélix, agradeço penhoradamente.

Aqui, no Canal FluNews, ninguém é banido por mera diferença de opinião. Eventual resposta dele – em reverência à tolerância e à democracia, valores conquistados a duras penas – será publicada na íntegra, sem retoques.

Estabelecer-se-ia- entre nós dois e, também, outros- um debate fértil a bem do Fluminense F. C, pois o Sr. Dan Dan, inegavelmente, é um bom argumentador e profundo conhecedor das entranhas do clube. Seria, por exemplo, uma excelente oportunidade para eu tirar algumas dúvidas sobre a contabilidade do Fluminense, em especial as contas do Sr. Peter Siemsen.

Saudações tricolores

André Ferreira de Barros tem 50 anos, acompanha o Fluminense em estádios desde a final da Taça Guanabara de 1975 e acha que a Flusócio tem que deixar o Tricolor e tentar a sorte no Boavista.

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