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“Mentiroso, arrogante, covarde e incompetente” opinião André Barros


No início, era um “Triunvirato de Três” – com o perdão da redundância a ser logo esclarecida -, ao estilo da aliança estabelecida em 60 a.C, em Roma, entre Júlio César, Pompeu e Licínio Crasso. À maioria dos tricolores, parecia a solução para um clube em pandarecos, pois as qualidades de uns sobrepor-se-iam aos defeitos dos outros.
Entretanto, no meio do caminho, por obra do “Grande Mentiroso”, formou-se o “Triunvirato de Dois”. Só no Fluminense de hoje!
Escanteado o segundo integrante, restou o “Triunvirato de Um”, formado por ele, “O Grande Mentiroso”. Só no Fluminense de hoje!
“O Grande Mentiroso” mentiu compulsivamente na composição da chapa, mentiu repetidamente no período eleitoral – principalmente no que respeita ao conseguimento do patrocínio máster – enfim, ele mente cada vez que abre a boca. Trocando em miúdos, ele é um mitômano.
Ele também poderia ser chamado de “O Grande Arrogante”. Ele é odioso e odiado por muitos. Logo, ele é incapaz de aglutinar os apoios necessários ao reerguimento do Fluminense. De mais a mais, ele é orgulhoso demais para pedir ajuda a reles mortais.
Ele também é um “Grande Covarde”, pois não arrosta a torcida tricolor. Diferentemente, ele somente fala com os chamados “microfones amestrados”, influencers escolhidos a dedo – eufemismo para se designarem falsos tricolores escalados para passar pano para uma gestão pífia. Eu não poderia deixar de mencionar essa súcia de desqualificados, que ajuda a afundar o Fluminense.
Por fim, ele é um “Grande Incompetente”. Tem o rosto do Odair, do Egídio, do Julião, do Yuri e quejandos. Ou seja, tem a face de ruim e perdedor.
Refiro-me, claro, ao Sr. Mário Bittencourt, mais um elo desgraçado nessa cadeia diabólica iniciada com Fábio Egypto em meados dos anos 80.
O que nós, tricolores, fizemos para suportar tamanha desgraça?
FORA MÁRIO MENTIROSO!!!!!!!!

Opinião – Ignomínias

Infelizmente, a odiosa Flusócio fez escola no Fluminense – e não apenas no quesito “jestão”, com “j” de jumento.

Espraiou-se pelas Laranjeiras, também, um modo macunaímico – e patológico – de comportamento social – segundo o qual, por um lado, tudo o que provém dos meus é inerentemente bom e, por outro, o que não provém é inerentemente ruim.

Mais, segundo as macabras escrituras da Flusócio, o Fluminense foi descoberto pelo Peter, revelado pelo Danilo e refundado pelo Pedro. Cáspite!

Nessa obtusa linha de raciocínio, o Pai de Todos os Pavões passou a encarnar o Fluminense F.C.

Ele – e só ele – encarna o Fluminense, eis que ungido pelos Céus, posto que ateu. Uma espécie de Luís XIV das Laranjeiras.

O que vimos na FLUFEST de sábado passado foi uma pantomima, ou melhor, um show de horrores, em cujo palco central desfilava um janota – um incompetente janota.

O assunto em apreço era o tricampeonato brasileiro de 2010. Isso evocava em nossa memória afetiva Muricy Ramalho? Dario Conca? Celso de Barros? Roberto Horcades? Tudo junto e misturado?

Decerto, o tema não evocava, nem de raspão, Mário Bittencourt.

Mas, o cara de pau perdeu a noção do ridículo e tentou, a fórceps, recontar a História, colocando-se, claro, como protagonista da inesquecível conquista. Mais duas horas de festa e embalado pelo inarredável cordão dos puxa-sacos, perigava o Mário dizer que contratara o Rivelino e montara “A Máquina”.

Putz grilo!!!

Quando o Fluminense se livrar dessa raça de mutantes, o chopp é por minha conta – pelo menos até o limite do cartão.

Saudações tricolores.

Opinião: “se gritar ‘pega ladrão’…”

Decididamente, sou das antigas, dos bons tempos.

Funk e axé no carnaval… com todo o respeito, não dá.

Nada como um bom samba-enredo ou uma marchinha daquelas impregnadas de conteúdo social.

Como exemplo, cito a inesquecível música “Reunião de Bacana”, do grupo “Os Originais do Samba”.

“Todo mundo cantando esse refrão!

Se gritar pega ladrão
Não fica um, meu irmão!
Se gritar pega ladrão
Não, não fica um…

Se gritar pega ladrão
Não fica um, meu irmão!
Se gritar pega ladrão
Não, não fica um…

Você me chamou
Para esse pagode
E me avisou
Aqui não tem pobre

Até me pediu pra pisar de mansinho
Porque sou da cor, eu sou escurinho…

Aqui realmente está toda nata
Doutores, senhores
Até magnata

Com a bebedeira e a discussão
Tirei a minha conclusão…

Se gritar pega ladrão
Não fica um, meu irmão!
Se gritar pega ladrão
Não, não fica um…

Se gritar pega ladrão
Não fica um, meu irmão!
Se gritar pega ladrão
Não, não fica um…

Lugar, meu amigo
É minha baixada
Que ando tranquilo
E ninguém me diz nada

E lá camburão
Não vai com a justiça
Pois não há ladrão
E é boa a…”.

Opinião: Depois da tempestade… vem a enchente

Muitos tricolores, com alguma razão, entendiam que nada poderia ser pior, ao destino do Fluminense, do que a Flusócio.

Eu tinha lá minhas as dúvidas.

Aliás, dúvida no número singular, com nome e sobrenome: Mário Bittencourt, cuja odiosa arrogância só é superada pela gigantesca incompetência.

Em vez de deitar falação, vou direto ao ponto. Ô Mário, seu farsante, pegue o Odair, o Orinho, o Gilberto, o Digão, o Henrique, o Angione e toda a sua patota e vá para a ponte que partiu.

E vá já!!!

Saudações tricolores a todos os que amam o Fluminense, o que exclui Peter, Abad, Mário etc etc etc.

Opinião – Portal Genea

Em sua última entrevista – na qual exortou o torcedor tricolor a aderir a um dos diversos planos de sócio-torcedor -, o Presidente Mário Bittencourt, nascido em 1978, declarou que comparecera a todos os jogos do Fluminense F.C, realizados no Rio de Janeiro, durante o tenebroso quadriênio 1996-1999. E o fez com orgulho.

Indiscutivelmente, ir ao estádio é uma grande demonstração de amor ao clube, mormente em épocas difíceis como a citada.

Como eu, nascido em 1967, também, compareci a todos os jogos do Fluminense F.C, realizados no Rio de Janeiro, durante o tenebroso quadriênio 1996-1999, numa simplória analogia, posso conversar de “… igual para igual…” com o Sr. Mário Bittencourt sobre qualquer assunto relacionado ao Tricolor das Laranjeiras.

No entanto, neste breve escrito, elejo como ponto de debate o “Portal da Transparência”, cantado em verso e prosa, pelo Sr. Mário Bittencourt, como um sinal inequívoco de novidadeiras práticas de boa governança no arcaico Fluminense F.C.

Noves fora o brilhantismo de sua poderosa retórica, data venia, Presidente, como é opaco esse “Portal da Transparência” – ao menos como o concebido pelo senhor. Padrão Flusócio de qualidade!

Principiando, evidentemente, não defendo, aqui, a quebra de cláusulas de confidencialidade dos contratos celebrados – embora considere isso, em princípio, algo bastante questionável. Por princípio, critico a legislação pátria, não o Fluminense.

Prosseguindo, Presidente, o valor global bruto da folha de pagamentos do Departamento de Futebol diz pouco, muito pouco, diante do que 90% da torcida tricolor desconfiam que ocorre.

Desconfiamos, Sr. Presidente, é do valor líquido percebido pelos jogadores, não do quantum bruto. Em bom português, Sr. Presidente, 90% da sofrida torcida tricolor suspeitam do pagamento de comissões indevidas nos contratos dos jogadores, de forma que “A” receberia R$ 300.000,00 brutos, mas “apenas” R$ 150.000,00 líquidos. Em abono à sua pessoa, registre-se que essa desconfiança vem de há muito, há muito mesmo.

E, como se sabe, comissões indevidas afetam o processo decisório, trazem consigo grande ineficiência.

Presidente, há maneiras – legais e legítimas – de o senhor minimizar esses insidiosos rumores – mesmo mantendo em sigilo o valor líquido percebido pelos jogadores. Por exemplo, sobre os salários dos mortais, de ordinário, incidem descontos relativos ao imposto de renda, à contribuição previdenciária e ao plano de saúde. Tudo com causa jurídica bastante. Nessa linha, sobre os proventos percebidos pelos jogadores, incidem quantos e quais descontos? Em resposta a essa momentosa questão, o senhor poderia explicitar as rubricas de todos os descontos incidentes, ofertando-lhes, claro, os devidos códigos contábeis. “Outros”, nem pensar, Sr. Mário Bittencourt!!! Ah, e tudo devidamente atestado, sob as rigorosas penas da Lei, pelos jogadores contratados pelo clube. Em tempo, o raciocínio desenvolvido é perfeitamente aplicável mesmo na hipótese de os jogadores receberem como PJ’s.

Fazer isso seria dar o primeiro passo, Sr. Presidente, em busca da alardeada transparência.

Talkei?!?!

Afinal de contas, é forçoso convir que, em sua última entrevista, o senhor propôs algo como um grosseiro balancete de cachorros-quentes consumidos no estádio – e mais, a ser atualizado mensalmente.

Opinião – Você já se perguntou se fulano é um ladrão?

Aquele que gere haveres de terceiros – quer sejam públicos, quer sejam privados – se submetem a tentações – evidentemente proporcionais ao patrimônio administrado. A mais comum delas é a de roubar o que não lhe pertence. Pior, há pessoas vocacionadas para esse mal. Para elas, a “propensão à subtração” é inelutável.

O roubo tem vários nomes e roupagens mais ou menos sofisticadas, entre as quais, comissões indevidas incidentes sobre o negócio que administra, subfaturamento nas vendas de bens e serviços, superfaturamento nas compras de bens e serviços, prestação fictícia de serviços e contratações indevidas de profissionais.

Mas, noves fora a nomenclatura, em essência, trata-se dum roubo, duma reles subtração de coisa alheia. E quem perpetra o roubo, ladrão é.

Dito isso, sempre me despertou grande curiosidade a relação entre o ladrão e as pessoas de seu entorno. Será que estas questionam a procedência do dinheiro daquele ou, diferentemente, se põem em estado de cegueira deliberada – “willful blindness”?

Você, filho ou filha de um(a) gestor(a) de haveres de terceiros, já se perguntou se seu pai (mãe) é um ladrão (ladra) safado(a), que enriquece indevidamente, espoliando terceiros incautos?

Você, pai ou mãe de um(a) gestor(a) de haveres de terceiros, já se perguntou se seu filho(a) é um ladrão (ladra) safado(a), que enriquece indevidamente, espoliando terceiros incautos?

Você, irmão ou irmão de um(a) gestor(a) de haveres de terceiros, já se perguntou se seu irmão(ã) é um ladrão (ladra) safado(a), que enriquece indevidamente, espoliando terceiros incautos?

Você, amigo ou amiga de um(s) gestor(a) de haveres de terceiros, já se perguntou se seu amigo(a) é um ladrão(ladra) safado(a), que enriquece indevidamente, espoliando terceiros incautos?

Se vocês ainda não fizeram tal pergunta, façam-na. Afinal de contas, o novo apartamento, o reluzente carrão, o relógio de ouro ou a viagem à Disneylândia podem não ser presentes de Papai Noel.

E mais, vai que Deus existe. Pelo sim, pelo não…. seu ente querido pode estar a caminho do inferno.

Saudações tricolores!

Opinião – A Teoria do Heliocentrismo segundo muitos da Nassão

Consoante a pacífica Teoria do Heliocentrismo, o Sol é o centro do Universo.

Entretanto, desdizendo o modelo engendrado, principalmente, por Copérnico e Galileu Galilei, muitos rubro-negros acham o Flamengo o centro do Universo. Assim sendo, tudo o mais giraria em torno do urubu. Nós seríamos os “… antis…” – como se o prefixo “anti” admitisse plural.

PQP!!!

Para os flamenguistas – ou melhor, para a relevante parte dos que padecem de delírios doentios de grandeza – arrolo três fatos, dois deles são notórios e o último, pessoal:

a-) em 1976, na semifinal do Campeonato Brasileiro, disputada entre Fluminense e Corinthians, havia, num Maracanã lotado, pelo menos 20 mil flamenguistas à direita das cabines de rádio torcendo pelo Timão. Não há registro histórico de nada similar, ao menos no Brasil. Era a “Fla-Fiel”. Quem são os “… antis…”?

b-) em 2008, na final da Libertadores de 2008, os flamenguistas criaram a LDU – “Liga dos Urubus” especialmente para torcer contra o Fluminense. Quem são os “… antis…”?

c-) após o triste desenlace da final da Libertadores, um desinfeliz, com quem não falava há anos, me mandou um e-mail para me sacanear. O FDP nunca me contatara para saber de minha saúde – então bastante debilitada -, mas para me torrar o saco, ele apareceu do nada. Naturalmente, mandei o espírito de porco para a esquina seguinte à Casa do Cacete. Quem é o “… anti…”?

O Flamengo não nasceu de parto normal, tampouco anda com as próprias pernas. Diferentemente, o urubu é produto artificial de um modelo excludente – para os demais – e veiculador de privilégios financeiros e esportivos odiosos – para si.

Do ponto de vista financeiro, a Televisão patrocina um Plano Marshall às avessas, pois, ao invés de reconstruir os que necessitam de apoio, fortalece quem já é privilegiado. Há método nessa leviandade! Genuína mamadeira de piroka.

E, do ponto de vista esportivo, o quadro é ainda mais vergonhoso. Alguém pode citar o último jogo decisivo no qual o Flamengo foi prejudicado? Vale recorrer ao Google.

Caiam em si, escrotos!

Quando o Flamengo perde, não se comemora a derrota em campo. Festeja-se o malogro do sistema – elaborado por mentes diabólicas da nação e sustentado por muitos imbecis da Nassão.

Saudações tricolores!

Opinião – IPhone 5

Sr. Mário Bittencourt, faço-lhe uma oposição clara, aberta, induvidosa, implacável e inarredável.

No entanto, essa oposição encontra limites na urbanidade e civilidade necessárias à convivência social. Nesse tom, a sua família é intocável pela minha pena, eis que é sagrada aos meus olhos, Presidente.

Isso posto, proponho-lhe um teste, com o maior respeito, Presidente.

Vossa Senhoria é um advogado bem formado e informado. Enquanto membro da classe média, o senhor tem condições financeiras de presentear seu(sua) filho(a) com um IPhone. Em tempos de IPhone XI, dê-lhe de presente um IPhone 5. Grave, com o seu celular, a reação dele(a). Depois, analise-a detidamente, nos seus mínimos detalhes.

Por que isso?

Porque o senhor tem traços de arrogância que beiram o autismo.

Só que as vítimas desse autismo somos nós. A sofrida torcida tricolor clama por “A” e o senhor contrata “B”. E “A” nem é tão caro assim.

Putz grilo!!!

Com o teste do IPhone, espero, o senhor terá uma pálida ideia da reação da torcida tricolor diante dos nomes até agora ventilados nas Laranjeiras. São todos – TODOS – pavorosos!

De duas, uma: ou o senhor não entende necas de futebol e deve ser ejetado do cargo o quanto antes ou o senhor está de brincadeira com a nossa cara e não deveria sequer ter assumido a Presidência do Fluminense.

Volte para o seu escritório, Mário!

Pelo amor de Deus!

Saudações tricolores!

Opinião – Dirigentes e proxenetas

Acompanho, incansavelmente e com paixão, o dia a dia do Fluminense F.C há mais de 40 (quarenta) anos.

Desde então tive, por um lado, a fortuna de testemunhar a ação de grandes dirigentes à frente do tricolor das Laranjeiras. Como exemplos, cito Francisco Horta, José Carlos Vilela, Manoel Schwartz, Antônio Castro Gil, Hugo Mosca e Newton Graúna. Desinteressadamente, eles serviram ao Fluminense e merecem um lugar de destaque na nossa História.

Por outro lado, tive o imenso infortúnio de presenciar a ação de proxenetas. Como exemplos dos que parasitaram o Fluminense, cito …. deixa pra lá … são tantos e tão odiosos. Têm eles um lugar reservado, na melhor das hipóteses, na lata de lixo. Na pior, no inferno.

Saudações tricolores!

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