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“Festas e festas.”

Colegas, confesso-lhes que, no último sábado, admirei, pela televisão, a torcida do Vasco. Aliás, tive uma ponta de inveja do Bacalhau. Afinal de contas, no confronto com o Flamengo, os vascaínos, sem medo, racharam o Maracanã com a horda de urubus. Isso posto, pergunto-lhes: qual foi a última vez em que a torcida tricolor marcou sua presença num Fla x Flu? No final do Carioca de 2017? Sinceramente, acho que não. Em números superlativos, para mim, foi na longínqua Páscoa de 1999 (Fla 1 x 1 Flu, gol de Romário, para eles, e de Alexandre Lopes, para nós). Eu fui – e ainda sou – um ácido crítico da Flusócio e do Presidente Pedro Abad. Apequenaram um gigante; afastaram a torcida; abafaram um sentimento. Mas é forçoso reconhecer que a gestão atual, finalmente, começou a se mexer. O time do Fluminense, evidentemente, ainda é inferior ao do Palmeiras, ao do Flamengo, ao do Cruzeiro, ao do Grêmio, ao do Internacional, enfim, aos times que estão disputando a Copa Libertadores da América. Mas, depois de um longo e tenebroso inverno, temos um onze que pode se chamar de time de futebol. É hora, pois, de a torcida tricolor comparecer aos estádios, em especial nos dias de clássicos regionais. Afinal, quando jogamos para seis, sete mil pessoas, parecemos, sim, trilhar o caminho –ou melhor a sina - do América. Daqui a pouco, seremos o segundo time de todos. E, desta feita, a torcida tricolor tem culpa, sim! Eu defendia que a ninguém pode se impor a obrigação – genuína tortura - de sair de casa com mulher e dois filhos – gastando, por baixo, R$ 250,00 – para ver o Júnior Dutra em campo. Por outro lado, agora, sobre todos nós recai o encargo de pagar o que pudermos para assistir a Ganso e Cia, num time bem arrumado pelo Fernando Diniz. Em suma, já passou da hora dessa “... gente bronzeada mostrar o seu valor...” e comparecer, em grande número, aos estádios. Fica aqui a exortação: esgotemos a nossa carga de ingressos no próximo Fla x Flu. Depois, façamos o mesmo para Fluminense x Botafogo. E aguardemos, com grande apetite, o Vasco, que, pra mim, continua o freguês de sempre, apesar do retrospecto atual. Pouco me dizem mosaicos feitos contra a Chapecoense ou contra o Bahia. Dividir o Maracanã, num clássico regional, isso sim é algo deliciosamente indescritível. Saudações tricolores.

Fidalguia e apologia à desídia

André Ferreira de Barros Segundo a ordem natural da vida, os mais jovens enterram os mais velhos. Quem já compareceu ao enterro de um pai ou de uma mãe sabe o quanto isso dói. Mas, com o passar do tempo, aprendemos a conviver com isso – e, até mesmo, a nos preparar para esse doloroso dia. Quando essa lógica se inverte, abruptamente, os pais enterram os filhos. A dor, então, é elevada à milésima potência – se for possível mensurá-la, claro. O que aconteceu, dias atrás, com os meninos da base do Flamengo enlutou o país – senão o mundo do futebol. Obviamente, rivalidades clubísticas têm de ser deixadas de lado numa hora de dor excruciante, como ora sucede. Aliás, vidas e sonhos precocemente ceifados costumam dar ensejo a compreensíveis ondas de solidariedade. Eu, por exemplo, sou favorável a minuto de silêncio, à salva de palmas, à suspensão (abolição?) de cânticos agressivos contra os rivais, enfim, a todo o tipo de homenagens aos garotos que precocemente nos deixaram. Mas renunciar a jogar a semifinal da Taça GB, desculpem-me os mais puristas, sou visceralmente contra. Afinal, diferentemente do que sucedera com a Chapecoense, o Flamengo não foi colhido por caso fortuito, força maior ou fato de terceiro. Diferentemente, a imprensa noticia, à farta, que o Flamengo foi autuado 30 vezes pelos órgãos competentes. Repito: inacreditáveis 30 vezes. Amigos, o descaso do CRF salta aos olhos. Por isso, entregar-lhes, de mão beijada, o direito a jogar a final da Taça GB não seria um ato de fidalguia, mas sim de apologia à desídia. Por outras palavras, um ultraje às famílias enlutadas. Saudações tricolores.

Celso Barros e o discurso aos não eleitores

Acho avaliação de dada pessoa – ou fato - à luz da História requer distanciamento crítico e neutralidade, atributos que aumentam à medida que o tempo passa. Nessa linha, consta que, indagado, em 1972, sobre os efeitos da Revolução Francesa, que tivera lugar em 1789, o premiê chinês Zhou Enlai teria dito algo como “... é muito cedo para tal avaliação [...] são necessários, pelo menos, 500 anos para tal...”. Trazendo tal raciocínio para o Fluminense, não são necessários 500 anos para que se reconheça que o Dr. Celso Barros foi – e é - um dos mais influentes tricolores do primeiro quartil do século XXI. E, embora não seja uma unanimidade, é o único tricolor vivo que pode se dirigir à torcida falando “... olho no olho...”. Repito: é o único, goste-se dele ou não! Do alto de sua indisputável autoridade perante a torcida tricolor, o Dr. Celso Barros deve, em primeiro lugar, desarmar uma “bomba” que tiquetaqueia a seu redor. Explico: a sua grande força é, ao mesmo tempo, a sua maior fraqueza. Afinal de contas, a torcida tricolor associa o seu nome a craques, a muitos craques – em qualidade e em quantidade substanciais -, contratados num mágico estalar de dedos. Assim sendo, logo de início, o Dr. Celso Barros deve esclarecer à torcida que seus amor ao clube e disposição para trabalhar são os mesmos, mas as circunstâncias, desafortunadamente, são bastante diferentes das de 1999-2014. Desta feita, ao menos a princípio, não jorrará dinheiro de patrocínio, genuíno mecenato. Em bom português, ninguém deve esperar 8 craques no time, mas, talvez, 1 ou 2. Anticlímax, necessário choque de realidade. Ainda falando “... olho no olho...”, penso que o Dr. Celso Barros deveria instar a torcida tricolor à associação em massa. Algo assim: a cada 10.000 novos sócios, um grande jogador é contratado. Com 100.000 sócios adimplentes, teremos um time forte, do contrário, convém deixar claro que o senhor, Dr. Celso, pouco pode fazer. Em suma, trata-se de atar o destino do clube ao engajamento de seus torcedores – nada a ver com os chiliques do Zé Bobão, para quem a torcida deveria comparecer, em peso, para assistir a Richard, Jadson, Ibanez e cia limitada. Mais uma vez, somente o Dr. Celso Barros tem tamanho crédito com a torcida tricolor. Patrocinador master e recálculo de quotas de TV são eventos futuros e incertos. Se vierem, claro, será ótimo. Se não, caminhamos com nossas próprias pernas. Mas a torcida não vota, dirão alguns. Verdade, mas ela dita tendências, mormente num período extremo como o de agora. E cobrará do novo presidente do Flu segundo esses parâmetros. Desfechando, Dr. Celso Barros, o senhor já tem o seu lugar marcado em pedra na gloriosa História tricolor. Não desdoure a sua imagem com um estelionato eleitoral, que é coisa de quem não tem nada a perder, como a ignominiosa Flusócio.   Saudações tricolores. André Barros

Flusocio’s eleven – Onze mentiras e uma verdade

O descaramento da Flusócio – assim como a estupidez humana, da qual é consequência lógica – não encontra mesmo limites. Após a vexatória campanha no Brasileiro de 2018, eis que aparece o mais odiado grupo político da História do Fluminense com a Nota “Ano de muitas dificuldades”. Pela qualidade formal – aliada à hipocrisia material - da peça, penso que a mesma provém da pena dele, o indefectível Zé Bobão. Na referida Nota, a Flusócio exortou todos à união? Não, pelo contrário, como sempre faz, o grupelho estimulou a cizânia entre os tricolores. Na Nota, a Flusócio fez um mea culpa? Longe disso, a nota do grupelho é encharcada de soberba e arrogância. Em suma, a malfadada Nota arrola onze mentiras – ou meias-verdades- e apenas uma verdade límpida e cristalina. Começo, claro, pela verdade límpida e cristalina estampada na Nota: “... quebra-quebra do patrimônio [...] vazamentos de números de telefone [...] intimidações e ameaças contra a vida [dos] integrantes e [das] famílias...” são posturas bárbaras, inumanas, que devem ser repudiadas por todos nós. Nem mesmo o desespero de assistirmos, diuturna e persistentemente, aos demoníacos esforços da Flusócio em destruir o Fluminense justifica a violência – física e psíquica - contra os integrantes da Seita Maldita –e muito menos contra os familiares deles. Somos melhores que isso, amigos! Somos melhores que eles, amigos! Passemos, agora, às muitas mentiras veiculadas na Nota, pela ordem em que foram apresentadas. A primeira mentira salta aos olhos logo no primeiro parágrafo da Nota. Preste atenção, Zé Bobão: a torcida do Fluminense não é massa de manobra da oposição. Odiamos a Flusócio porque vocês, flusocianos, são mentirosos, soberbos, prepotentes, divisivos, incompetentes, oportunistas e têm uma energia espiritual ruim pra cacete. No ponto, aliás, você, Zé Bobão, é a encarnação perfeita disso tudo. A segunda mentira – ou meia verdade -, diz com “... o bloqueio de 15% de todas as receitas do clube [...] determinado pela PGFN...”. A uma, Zé Bobão, porque, matematicamente, 85% das receitas do Fluminense não foram bloqueadas, ao menos pela PGFN. Ou seja, o bloqueio, só por si, não justifica a pindaíba em que o clube se encontra. A duas, Zé Bobão, porque em 2013, o Presidente era outro trapalhão de suas hostes, “O Peter + 3”, primeiro engodo criado pela Flusócio. A três, porque de medidas constritivas, como essa, cabem recursos, Zé Bobão. No ponto, dou-lhe um conselho gratuito: estude o Código Tributário Nacional e a Lei de Execução Fiscal. Você encontrará várias saídas nesses diplomas normativos. A terceira mentira da Nota encerra um sofisma: Pedro se machucou logo... prejudicou o time? Não! Pedro se machucou e não pôde ser vendido. PQP! Desnudada foi a intenção mercantil do grupelho. Faço minhas as palavras da Young-Flu: “Flusócio, o Flu não é negócio!”. A quarta mentira diz respeito às negociações de Scarpa e Douglas com Palmeiras e Corinthians, tidas como exitosas. Nenhuma linha sobre o cavernoso caso do Diego Souza. Por que, Zé Bobão? Algo a esconder? A quinta mentira escancara a incompetência da Flusócio no quesito futebol. Qualquer torcedor mediano sabe que dado clube – para ser campeão brasileiro – carece de um elenco forte, não apenas de um bom time. De mais a mais, faltou à Flusócio dizer que não temos nem time, muito menos elenco. Bizarro, Zé Bobão! Os itens 5 e 6 da Nota podem ser condensados numa única mentira. Tudo isso era conhecido do grupelho e, hoje, soa como chororô de bêbado de pé-sujo. Ou a aprovação das contas dos anos anteriores era apenas um exercício lítero-poético-recreativo? Deixe disso, Zé Bobão! A sétima mentira veiculada na Nota é tocante à dispensa de alguns jogadores no início do corrente ano. À honrosa exceção de Diego Cavalieri, tratava-se de jogadores caros e velhos - contratados pela própria Flusócio, e não por marcianos mal intencionados. Ou seja, errou-se nas contratações e, para fechar o ciclo com chave de ouro, errou-se nas dispensas. Mais uma vez, bizarro, Zé Bobão! A oitava mentira esconde o inescondível: o fato que “Poucos jogos terminam [...] no azul...” porque o time do Fluminense é uma porcaria, padrão Flusócio de qualidade. Se o time fosse decente, mais e mais jogos dariam lucro. Entendeu, Zé Bobão? Qualquer dúvida, dá um google com “Presidente, compre que a torcida garante”, da época da Máquina Tricolor – que não existiria se a Flusócio estivesse, à época, no poder. Negar a pequenez com que a Flusócio enxerga o Fluminense é a nona e paquidérmica mentira da Nota. As pessoas só dão o que têm, Zé Bobão. Vocês são medíocres, e a mediocridade que exalam se alastra pelo clube. Vocês só não destruíram o Fluminense ainda devido à resistência de 4 milhões de apaixonados e abnegados torcedores. Em tempo: em 2013, vocês “...não pisavam no departamento de futebol...”, mas, mesmo assim, são responsáveis pelo êxito de 2012? Tome vergonha, Zé Bobão!!! A décima mentira da Nota ... dela, prudentemente, me esgueiro. Só sei que é mentira da Flusócio. Afinal, ninguém sabe o efetivo valor das vendas dos jogadores. “Flusócio, o Flu não é negócio!”. Vamos, agora, à mentira derradeira da Nota: em 2008, o mundo foi sacudido pela maior crise financeira desde 1929. E o Fluminense não perdeu o patrocínio da Unimed. Enfim, Zé Bobão, não temos patrocínio máster porque vocês, flusocianos, repito, são mentirosos, soberbos, prepotentes, divisivos, incompetentes, oportunistas e têm uma energia espiritual ruim pra cacete. Amigos, até o título da mencionada Nota está errado. Não foi um ano de dificuldades, Zé Bobão. As dificuldades começaram quando vocês, da Flusócio, entraram no clube com o intuito de destruí-lo. Saudações tricolores – menos para os integrantes da Seita Maldita!   -- Texto André Ferreira de Barros André Ferreira de Barros tem 51 anos, acompanha o Fluminense em estádios desde a final da Taça Guanabara de 1975 e acha que a Flusócio tem que deixar o Tricolor e tentar a sorte no Boavista.

Os 15k de sempre

Ontem, domingo, 05/08/2018, cheguei ao Maracanã razoavelmente cedo, por volta das 17h:30min. Àquela hora, 90 minutos antes do início do jogo, já se prenunciava um baixo comparecimento da torcida tricolor. Cerca de dez minutos depois de saltar do transporte por aplicativo, eu já estava sentado ao lado de meia dúzia de gatos pingados no setor Sul inferior do estádio. Eis que alguém do Flunews postou no grupo de WhatsApp um tweet do Sr. Dan Dan Infélix , para muitos o cérebro maior da Flusócio. Dizia a mensagem, em textual: “Vitória recoloca Flu na briga por G6. Nos últimos 4 jogos, foram 3 vitórias, promoção nos ingressos da Leste Sup. E tudo indica que teremos só os 15k de sempre. Fica difícil entender. Depois vão reclamar qdo o clube for obrigado a vender jogador...”. O tweet transcrito tem 5 sentenças. A primeira sentença – “Vitória recoloca Flu na briga por G6.” - é verdadeira e não tem déficit algum na mensagem idealizada pelo seu emissor. A segunda sentença – “Nos últimos 4 jogos, foram 3 vitórias, promoção nos ingressos da Leste Sup.” -, embora verdadeira, traz consigo um déficit na mensagem, pois o pito feito pelo emissor seria, em tese,bem mais legítimo se a aludida promoção fosse mais ampla, estendendo-se, também, ao Setor Norte do estádio. A terceira sentença – “E tudo indica que teremos só os 15k de sempre.”–a um só tempo, introduz um sofisma e traz uma exortação à divisão.Por partes. A expressão “... os 15k de sempre”, é bom lembrar, marcou as campanhas vitoriosas do Fluminense no Brasileirão de 2010 e de 2012, quando o time jogava no Engenhão, estádio que nunca caiu nas graças da torcida, apesar de ser nosso “salão de festas”. Resumindo, a frase historicamente precisa ser dita pelo Sr. DanDan Infélix seria “... os 15k característicos da gestão Flusócio...”. Algo similar ao América F.C dos anos 70 e 80. De mais a mais, o emissor da mensagem claramente divide os torcedores tricolores em duas categorias, dando a entender que os “... 15k de sempre...” seriam mais tricolores que os demais – inclusive os inválidos, os sem grana, os com problemas pessoais, os sócios torcedores que moram longe, os que associam o Fluminense de hoje ao DNA derrotista da Flusócio, etc. Eu, que compareço aos jogos com assiduidade, não me considero mais tricolor do que ninguém, com algumas exceções. A quarta sentença – “Fica difícil entender.” -é um claro desserviço à própria Flusócio porquanto evidencia a incapacidade do grupo político na avaliação de cenários. Vai aí uma ajuda, Flusócio: o público é pequeno porque a torcida tricolor, desalentada, abandonou o time. Motivos para isso, infelizmente, não faltam: (a) Flu 2 x 5 América/RN, em pleno Maracanã; (b) Flu 1 x 4 Chapecoense, em pleno Maracanã; (c) eliminação precoce na Copa do Brasil para o Avaí/SC; (d) hábito de ressuscitar “mortos”, etc, etc, etc. Isso tudo num cenário de grana curta e ingressos caros. Paradoxalmente, isso é bom pra Flusócio, pois torcedores passivos facilitam a má gestão do grupo. Algo como sucede no Brasil entre eleitores e eleitos. Abro, agora, um curto espaço para destacar que vislumbro, grosso modo, duas formas de o torcedor protestar: (a) ir ao jogo e protestar; (b) não ir ao jogo para protestar. Sou adepto da primeira, mas respeito aqueles que se valem da segunda, inclusive sob o válido argumento de que protestos podem prejudicar um time jovem que já não é lá essas coisas jogando sem a pressão de insatisfeitos. Voltando ao xis da questão, ou a Flusócio não consegue avaliar cenários – e é incompetente – ou consegue fazê-lo, mas não admite isso, obrando, assim, de má-fé argumentativa. A quinta sentença – “Depois vão reclamar qdo o clube for obrigado a vender jogador.” - é, nada mais, nada menos, que um misto de mentira deslavada, desculpa esfarrapada e nova tentativa de divisão da torcida.Pela ordem, se o público fosse de 40.000 pessoas, o clube manteria o Pedro?[um milhão de risos] Data venia, o Sr. Dan Dan Infélix quis, mais do que repartir, transferir responsabilidades do seu grupo político para a torcida tricolor, com exceção dos “... 15k de sempre...”. Enfim o tweet do Sr. Dan Dan Infélix é uma pérola às avessas. Diante de tamanha desfaçatez, por pouco, não engasguei com um pedaço do geneal que estava comendo quando li a mensagem. Como não tenho conta no Twitter, imediatamente, contatei alguns colegas do Portal FluNews para que eles respondessem ao luminar da Flusócio. Por diversas razões - a principal das quais o banimento//bloqueio deles -, os mencionados colegas do FlunNews não puderam levar a cabo o meu pedido de contestação ao Sr.Dan Dan Infélix. Pensei, então, como alternativa, em usar a conta no Twitter de minha filha. Conhecedor da contundência do Sr. Dan Dan Infélix, refleti e rechacei a ideia. Tratava-se duma entre marmanjos – presumivelmente machos e altivos - e, por isso, pedi à minha filha que criasse, naquele momento, em pleno Maracanã, uma conta para mim no Twitter. Naturalmente, que teria zero seguidor. Assim foi feito. Em tempo, bem sabem os colegas que o meu telefone celular está ruim pacas – como provam os áudios fracionados que envio a torto e a direito. Por exemplo, no teclado virtual, não funciona, entre outras teclas, a “B”. Por isso, não pude criar a conta “André Barros”, mas, sim, “André Ferreira”, em letras minúsculas. Ultimado o procedimento de abertura de conta, mandei um reply para o Sr. Dan Dan Infélix, ipsis litteris: “De onde você tirou autoridade para dar esporro na torcida? Sou dos 15.000 e tenho certeza de que amo mais o Fluminense que você. Aliás, acompanho o Flu, apesar desse câncer chamado Flusócio”. Começa o jogo Fluminense x Bahia. Termina o jogo, com resultado frustrante, diga-se de passagem. Bem fizeram os que não foram ao estádio. Ao chegar em casa, recebo uma mensagem do Sr. Dan Dan Infélix, imediatamente apagada devido ao bloqueio de meu nome. Era algo assim: “Você tem 0 seguidor. Você é fake. Você entre os 15K? Oposição lamentável”. Parafraseando o Pofexô Luxemburgo, respostas malcriadas “... pertencem...” a esse tipo de contenda.Ou seja, quem fala o que quer, ouve o que não quer. Mas ouve, Sr. Dan Dan! Bloquear, de pronto, é sinal de menosprezo ao debate. Não foi nem possível dar novo reply, Sr. Dan Dan. Onde está  o seu apreço pela democracia? Putz grilo! Ora, assino todos os meus posts, numa demonstração inequívoca de oposição dura, duríssima, extremada, mas leal. Nesse tom, ser tachado de fake pelo Sr. Dan Dan Infélix me incomodou sobremaneira. Por isso, fui ao Facebook – plataforma que uso pouquíssimo – e deixei a seguinte mensagem ao Sr. Dan Infélix: “Abri uma conta no Twitter hoje apenas para te responder – ‘André Ferreira’. [...] Você me chamou de fake [...] Sou uns dos 15.000 de sempre [...] E amo mais o Fluminense que você e essa Seita Maldita [...] Se quiser me encontrar, sou Auditor Fiscal como o fantoche do Abad. [...] Até as pragas do Egito terminaram [...] Um dia, vocês sairão corridos do Fluminense [...] Discuto Fluminense com vc na hora e lugar que você quiser – com mais elegância, educação e conhecimento...”. Até o momento em que escrevo, o Sr. Dan Dan Infélix não me respondeu. Caminhando para o fim, se algum dos meus poucos leitores tiver como fazer chegar esse artigo – ou melhor essa exortação - ao Sr. Dan Dan Infélix, agradeço penhoradamente. Aqui, no Canal FluNews, ninguém é banido por mera diferença de opinião. Eventual resposta dele – em reverência à tolerância e à democracia, valores conquistados a duras penas - será publicada na íntegra, sem retoques. Estabelecer-se-ia- entre nós dois e, também, outros- um debate fértil a bem do Fluminense F. C, pois o Sr. Dan Dan, inegavelmente, é um bom argumentador e profundo conhecedor das entranhas do clube. Seria, por exemplo, uma excelente oportunidade para eu tirar algumas dúvidas sobre a contabilidade do Fluminense, em especial as contas do Sr. Peter Siemsen. Saudações tricolores André Ferreira de Barros tem 50 anos, acompanha o Fluminense em estádios desde a final da Taça Guanabara de 1975 e acha que a Flusócio tem que deixar o Tricolor e tentar a sorte no Boavista.

O preço é a eterna vigilância

O título deste breve artigo é inspirado na celebérrima frase de Thomas Jefferson, principal mente por trás da Declaração de Independência dos Estados Unidos da América (1776). Para o terceiro Presidente norte-americano (1801-1809), “O preço da liberdade é a eterna vigilância”. Pois bem, de costas para a imensa maioria da torcida tricolor, os “piscineiros” se juntaram aos competidores de “cuspe à distância” e colocaram a Flusócio à frente do Fluminense. Perdoai-os, Senhor, embora todos eles soubessem a m... que estavam fazendo. Na linha do esvaziamento do futebol tricolor, desgraçadamente, nós torcedores almejamos, apenas e tão-somente, uma campanha sem sustos no Brasileirão 2018- lá pelo décimo lugar na tábua de classificação. Mais do que isso, como provou o “Vôzão” no último sábado, não dá. Ideamos isso, mas não nos esqueçamos da diabólica Flusócio, o mais odiado grupo político da centenária História do Fluminense F.C. “O meia Sornoza está se destacando nos jogos? Excelente, vamos vendê-lo!” “O time que se dane, e a torcida, que não vota, idem!” “O atacante Pedro desperta interesse? Ótimo!” “O time que se dane, e a torcida, que não vota, idem!” “Os gringos estão de olho no lateral Airton Lucas? Maravilha!” “O time que se dane, e a torcida, que não vota, idem!” Colegas, não desconheço o quão sedutoras são as propostas financeiras provindas do exterior – não apenas para os jogadores, como, também, para um clube quebrado (em grande parte pela Flusócio). Mas as eventuais saídas dos atletas tricolores reclamam reposição à altura. Quem não se lembra do Walquir Pimentel, em 1996, desmontando o time de 1995, que conquistara o Estadual e terminara o Brasileiro em terceiro lugar? Saiu Sorlei, entrou Rogério. Putz! Foi-se Ailton e ... não chegou ninguém. Putz! Saiu Vampeta... e nada.Putz! O resultado dessa pequenez, infelizmente, todos nós conhecemos. O padrão da Flusócio é do Walquir Pimentel para baixo. Se não fosse pela pressão da torcida, um Hélio dos Anjos estaria à frente do Fluminense e nenhuma contratação teria sido feita. Enfim, a torcida tricolor, dia após dia, tem que bradar – via redes sociais, mas, também, no Maracanã - “EU ESTOU AQUI, FLUSÓCIO! ESTOU DE OLHO, FLUSÓCIO!” “BOM, BONITOE BARATO É SAMBA ENREDO DA UNIÃO DA ILHA DO GOVERNADOR, FLUSÓCIO!” O preço de uma campanha segura no CB 2018 é a eterna vigilância. Se piscarmos um olho, a Flusócio apronta uma das suas. Saudações tricolores André Ferreira de Barros tem 50 anos, acompanha o Fluminense em estádios desde a final da Taça Guanabara de 1975 e acha que a Flusócio tem que deixar o Tricolor e tentar a sorte no Boavista.

A visita da Saúde

Ontem, sábado, 28 de julho, o Fluminense “desenterrou” mais um defunto: o Ceará, lanterna do Campeonato Brasileiro de 2018. Com uma atuação pra lá de apagada, o Tricolor das Laranjeiras fez um papelão em Fortaleza, saindo merecidamente derrotado por 1 x 0 pelo “Vôzão”.

O resultado do jogo e, principalmente, a atuação da equipe frustrou grande parte da imensa torcida tricolor.

Decerto, não foi a primeira vez que a decepção se instalou entre nós, mas temo que seja uma das últimas. Explico melhor: só há decepção quando se espera algo (muito) bom e sucede algo (muito) ruim. E é cada mais raro esperar-se algo de bom vindo do Fluminense da Flusócio. Donde se conclui que o esperado tenderá a coincidir com o ocorrido, ou seja, o fracasso do nosso amado Fluminense.

Amigos, é forçoso convir que o nosso time é composto, basicamente, por duas espécies de jogadores:

a-) os regulares, que, em boa forma e em boa fase, fazem bons jogos, mas, por outro lado, em más forma e fase, são dificílimos de aturar. Integram essa longa lista, pelo menos: Júlio César, Gum, Digão, Richard, Airton (volante) e Marco Júnior;

b-) os bons, que, em boas forma e fase, fazem jogos muito bons, mas, por outro lado, em más forma e fase, são apenas regulares e modorrentos, como Jádson, Airton “Beijinho” e Sornoza.

Tudo isso somado, conclui-se que o time do Fluminense é fraco e ponto final.

Abro, aqui, um espaço especial para o atacante Pedro, o “Super-Ézio do século 21”. Apesar de jogar num time fraco, o moleque vem conseguindo se destacar, marcando gols decisivos mesmo em jogos ditos grandes, contra defesas sólidas.

Enfim, estamos fadados a ter um brilhareco aqui e outro ali, mas, mais cedo ou mais tarde, encontrar-nos-emos com a nossa dura e árida realidade, a de time fraco. Algo similar à visita da saúde, quando um paciente em estado terminal, surpreendentemente, melhora e, logo depois, vem a óbito.

Time fraco + clube quebrado + diretoria omissa + Flusócio no poder + passividade da torcida.

Estamos diante duma tempestade perfeita, aniquiladora de nossa paixão.

Deus ajude o centenário Tricolor das Laranjeiras das trevas trazidas pela Flusócio!

Saudações tricolores

André Ferreira de Barros

FOTO:Lucas Merçon

O Destruidor de sonhos

  Diante duma proposta que lhe parecera mais conveniente, profissional e financeiramente, Henrique Dourado se transferiu do Fluminense para o Flamengo. O que seria do roxo se não fosse o mal gosto? Mas o verdadeiro Ceifador, o real Destruidor de Sonhos, desgraçadamente, permaneceu no nosso Fluminense. Seu nome é Pedro Eduardo Abad. Sim, haveremos de chamá-lo pelo nome mais amplo, evidenciando a distância sanitária que queremos manter desse senhor, que não é tricolor nem aqui nem na China. Pobre torcida tricolor!!! Padecemos todos nas cruéis mãos do Destruidor de Sonhos, Pedro Eduardo Abad. Crianças e adolescentes não contêm as suas lágrimas diante dos consecutivos insucessos do Fluminense. É porrada em cima de porrada. As esperanças deles frequentemente viram pó nas tenebrosas mãos do Destruidor de Sonhos, o Sr. Pedro Eduardo Abad. De seu turno, tricolores de meia idade se exasperam, lembrando-se de Presidentes da estatura de Francisco Horta e de Manoel Schwartz. É porrada em cima de porrada. As esperanças deles, igualmente, viram pó nas tenebrosas mãos do Destruidor de Sonhos, o Sr. Pedro Eduardo Abad. Torcedores da melhor idade, então, se angustiam ao extremo, pois têm fundadas dúvidas se verão, ou não, um Fluminense grande novamente. É porrada em cima de porrada. As esperanças deles também viram pó nas tenebrosas mãos do Destruidor de Sonhos, o Sr. Pedro Eduardo Abad. É isso mesmo: desafortunadamente, toda a grande torcida tricolor é refém do Destruidor de Sonhos e do odioso grupelho que o apoia. Abrimos, aqui, espaço para bradar aos integrantes da Flusócio: os senhores têm vocação à mediocridade, mas não podem tornar o gigante Fluminense em clube medíocre. O Fluminense não é de vocês!! Num dado ano do século XIX, o naturalista francês Saint-Hilaire, no livro “Viagem à Província de São Paulo”, disse algo assim: “Ou o Brasil acaba com a saúva, ou a saúva acaba com o Brasil”. Pois bem, ou a torcida tricolor – cadê a Young- Flu, cadê a Força-Flu? – afasta a fórceps a Flusócio ou a Flusócio acaba com o Fluminense. Simples assim! Saudações tricolores! Marcelo Jorand e André Ferreira de Barros  

Khrushchov e Abad vs. Stálin e Siemsen

Em 05 de março de 1953, morreu Josef Stalin. Na sequência, como Primeiro Secretário do Comitê Central do Partido Comunista da União Soviética, assumiu Nikita Khrurshov. Tempos depois, precisamente em 25 de fevereiro de 1956, durante o XX Congresso do Partido Comunista, diante de delegados perplexos, Nikita Khrurshov denunciou os crimes cometidos por Josef Stalin. Fê-lo porque era indispensável fazê-lo. Afinal, na cruenta luta pelo poder naquele país, Nikita Khrurshov queria se diferençar de Josef Stalin. Algo semelhante sucede no Fluminense, guardadas as sacrossantas proporções. Em 23/05/2018, o portal NetFlu noticiou: “Levantamento financeiro aponta a pior crise da História tricolor”. Como assim? Não era o Peter Siemsen um mago das finanças, implementador de um duro “ajuste fiscal” no Fluminense? Ele parecia tão competente que seria o melhor nome para assumir a Grécia então quebrada... Como dizia o meu saudoso pai, isso está mal contado. Muito mal contado! Pedro Abad é uma pessoa dotada pelo Criador de um intelecto privilegiado. Eu, por exemplo, queria ter metade da capacidade intelectual dele. Tá bom, 40% já me bastariam. Ou seja, o Presidente do Fluminense pode ser um monte de coisas, mas burro eu garanto que ele não é. Então, de duas, uma: a-) Peter Siemsen, mais que um engodo da Flusócio, é um fraudador perigosíssimo, da estirpe do Professor Moriarty, arqui-inimigo do Sherlock Holmes. Ele deve ser merecidamente jogado na lata de lixo da História? Sim! Apenas isso? Não! Mais do que olvidado, ele deve ser publicamente execrado e judicialmente responsabilizado. Aliás, recomenda-se, a todos que com ele interagiram, conferir tudo o que Peter Siemsen assinou. Sua esposa deve, inclusive, revisitar as núpcias então contraídas. Talvez seu nome nem seja “Peter”, sei lá; b-) Pedro Abad está envolvido nisso até o pescoço, pois era um condestável da gestão do Peter//Flusócio. Não há terceira alternativa. Ou, como diria o ilustrado Peter Siemsen: tertium non datur. Translúcidas apurações internas não bastam, Presidente Pedro Abad. Implicaria varrer o lixo pra debaixo do tapete. Haja tapete! Sessenta e dois anos depois, Abad, inspire-se em Nikita Khrurshev. Só neste particular, fique bem claro isso. Denuncie, Presidente, bote a boca no trombone! Diferencie-se de Peter Siemsen. Ou, se preferir o silêncio e a rasa politicalha da Flusócio, o senhor entrará para a História como um partícipe na fraude e na ruína tricolor. Saudações tricolores! André Ferreira de Barros tem 50 anos, acompanha o Fluminense em estádios desde a final da Taça Guanabara de 1975 e acha que a Flusócio tem que deixar o Tricolor e tentar a sorte no Boavista, para o infortúnio do simpático clube da Região dos Lagos.

Parabéns aos Guerreiros

  Marcelo Jorand e André Ferreira de Barros Avançavam as últimas primárias do Partido Republicano. Repórteres, então, resolveram fustigar James Baker. “E se ‘A’ for eleito Presidente dos Estados Unidos? E se o eleito for ‘B’?”. Com a pertinácia que lhe é peculiar, o ex Secretário de Estado dos E.U.A respondeu: “Nada muda! Os Estados Unidos são à prova de idiotas...”. Galera, é forçoso reconhecer que o time do Fluminense vem surpreendendo, positivamente, a todos nós. Júlio César vem, pouco a pouco, ganhando a confiança da torcida tricolor. Gilberto, noves fora a patacoada no jogo contra o Cruzeiro, vem dando conta do recado. Gum... bom, Gum é Gum, o Guerreiro Gum! Ele tem lugar cativo no coração da galera e, quando sair, do time já terá entrado para a História. Renato “Calopsita” Chaves, quando não se acha o novo Franco Baresi, dá pro gasto. Luan Peres - ou qualquer outro zagueiro que complete a trinca - até agora não deu sustos. Ayrton “Beijinho” é, seguramente, uma das duas maiores revelações do futebol brasileiro em 2018. Marlon, quando entra, mantém o nível do titular. Richard é um volante austero, mas importantíssimo para o time. Jadson queimou a língua de 99,99% dos torcedores. Ele joga tanto quanto Wendell, mas com menos máscara. Marco Jr. quando se concentra em jogar bola, o faz com eficiência. Júnior Sornoza merece um parágrafo à parte. Como joga bola esse equatoriano! Mesmo sabotado pelo Pedro Abad – que poderia presenteá-lo com um companheiro de criação no meio-campo -, Sornoza é incansável no leva e traz (a bola). E não é só transpiração, não! Tem muita inspiração o Papá! Pedro, evidentemente, também merece um parágrafo à parte. Ele enverga a mais pesada camisa do Fluminense, a número 9. Não por causa do Dourado, claro, mas devido ao Fred. Guardadas as sacrossantas proporções, tem se saído muito bem o garoto. É a outra grande revelação do futebol brasileiro em 2018. E mais, além de competência, ele parece ter estrela em jogos cascudos. Pedro “Vai te Pegar” já enfiou bola na rede de Flamengo, Vasco, Botafogo, Cruzeiro, São Paulo e Chapecoense (aqui comparada aos grandes por razões óbvias). Claro, o Abelão também merece um parágrafo particular – ou melhor, um artigo particular, só pra ele. Nós, cinquentões, colocamos o Abel no patamar de Carlos Alberto Parreira (1984) e Nelsinho Rosa (1980 e 1985). Abelão faz o time tricolor jogar no limite do limite. Parece que a garotada corre por ele. Mas Abel não é um mero incentivador, apenas um cara bom de grupo. Abel é muito mais, arrumou o time – e isso não é pouco! De mais a mais, o Fluminense tem o peso de sua centenária camisa, um peso de entortar o varal. A gana dos jogadores somado ao excelente trabalho do Abel somado ao peso de nossa camisa impulsionou o Fluminense à vice-liderança do Campeonato Brasileiro. Aliás, temos um encontro marcado com a liderança em Brasília, no Fla x Flu. E sou mais o Fluminense!!! Voltando a James Baker, o Fluminense é forte, é fortíssimo, mas, infelizmente, não é à prova de incompetentes. E não faltam incompetentes na Diretoria do Fluminense! Já ouvimos um zumzumzum sobre as vendas do Pedro, do Ayrton e do Sornoza. Putz Grilo!! Desmancha-prazeres!! Como dito num “live do Jorand”, “... o Fluminense não ganha por causa da Flusócio, ganha APESAR da Flusócio...”. Saudações tricolores!
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