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Opinião: “se gritar ‘pega ladrão’…”

Decididamente, sou das antigas, dos bons tempos.

Funk e axé no carnaval… com todo o respeito, não dá.

Nada como um bom samba-enredo ou uma marchinha daquelas impregnadas de conteúdo social.

Como exemplo, cito a inesquecível música “Reunião de Bacana”, do grupo “Os Originais do Samba”.

“Todo mundo cantando esse refrão!

Se gritar pega ladrão
Não fica um, meu irmão!
Se gritar pega ladrão
Não, não fica um…

Se gritar pega ladrão
Não fica um, meu irmão!
Se gritar pega ladrão
Não, não fica um…

Você me chamou
Para esse pagode
E me avisou
Aqui não tem pobre

Até me pediu pra pisar de mansinho
Porque sou da cor, eu sou escurinho…

Aqui realmente está toda nata
Doutores, senhores
Até magnata

Com a bebedeira e a discussão
Tirei a minha conclusão…

Se gritar pega ladrão
Não fica um, meu irmão!
Se gritar pega ladrão
Não, não fica um…

Se gritar pega ladrão
Não fica um, meu irmão!
Se gritar pega ladrão
Não, não fica um…

Lugar, meu amigo
É minha baixada
Que ando tranquilo
E ninguém me diz nada

E lá camburão
Não vai com a justiça
Pois não há ladrão
E é boa a…”.

Opinião: Depois da tempestade… vem a enchente

Muitos tricolores, com alguma razão, entendiam que nada poderia ser pior, ao destino do Fluminense, do que a Flusócio.

Eu tinha lá minhas as dúvidas.

Aliás, dúvida no número singular, com nome e sobrenome: Mário Bittencourt, cuja odiosa arrogância só é superada pela gigantesca incompetência.

Em vez de deitar falação, vou direto ao ponto. Ô Mário, seu farsante, pegue o Odair, o Orinho, o Gilberto, o Digão, o Henrique, o Angione e toda a sua patota e vá para a ponte que partiu.

E vá já!!!

Saudações tricolores a todos os que amam o Fluminense, o que exclui Peter, Abad, Mário etc etc etc.

Opinião – Portal Genea

Em sua última entrevista – na qual exortou o torcedor tricolor a aderir a um dos diversos planos de sócio-torcedor -, o Presidente Mário Bittencourt, nascido em 1978, declarou que comparecera a todos os jogos do Fluminense F.C, realizados no Rio de Janeiro, durante o tenebroso quadriênio 1996-1999. E o fez com orgulho.

Indiscutivelmente, ir ao estádio é uma grande demonstração de amor ao clube, mormente em épocas difíceis como a citada.

Como eu, nascido em 1967, também, compareci a todos os jogos do Fluminense F.C, realizados no Rio de Janeiro, durante o tenebroso quadriênio 1996-1999, numa simplória analogia, posso conversar de “… igual para igual…” com o Sr. Mário Bittencourt sobre qualquer assunto relacionado ao Tricolor das Laranjeiras.

No entanto, neste breve escrito, elejo como ponto de debate o “Portal da Transparência”, cantado em verso e prosa, pelo Sr. Mário Bittencourt, como um sinal inequívoco de novidadeiras práticas de boa governança no arcaico Fluminense F.C.

Noves fora o brilhantismo de sua poderosa retórica, data venia, Presidente, como é opaco esse “Portal da Transparência” – ao menos como o concebido pelo senhor. Padrão Flusócio de qualidade!

Principiando, evidentemente, não defendo, aqui, a quebra de cláusulas de confidencialidade dos contratos celebrados – embora considere isso, em princípio, algo bastante questionável. Por princípio, critico a legislação pátria, não o Fluminense.

Prosseguindo, Presidente, o valor global bruto da folha de pagamentos do Departamento de Futebol diz pouco, muito pouco, diante do que 90% da torcida tricolor desconfiam que ocorre.

Desconfiamos, Sr. Presidente, é do valor líquido percebido pelos jogadores, não do quantum bruto. Em bom português, Sr. Presidente, 90% da sofrida torcida tricolor suspeitam do pagamento de comissões indevidas nos contratos dos jogadores, de forma que “A” receberia R$ 300.000,00 brutos, mas “apenas” R$ 150.000,00 líquidos. Em abono à sua pessoa, registre-se que essa desconfiança vem de há muito, há muito mesmo.

E, como se sabe, comissões indevidas afetam o processo decisório, trazem consigo grande ineficiência.

Presidente, há maneiras – legais e legítimas – de o senhor minimizar esses insidiosos rumores – mesmo mantendo em sigilo o valor líquido percebido pelos jogadores. Por exemplo, sobre os salários dos mortais, de ordinário, incidem descontos relativos ao imposto de renda, à contribuição previdenciária e ao plano de saúde. Tudo com causa jurídica bastante. Nessa linha, sobre os proventos percebidos pelos jogadores, incidem quantos e quais descontos? Em resposta a essa momentosa questão, o senhor poderia explicitar as rubricas de todos os descontos incidentes, ofertando-lhes, claro, os devidos códigos contábeis. “Outros”, nem pensar, Sr. Mário Bittencourt!!! Ah, e tudo devidamente atestado, sob as rigorosas penas da Lei, pelos jogadores contratados pelo clube. Em tempo, o raciocínio desenvolvido é perfeitamente aplicável mesmo na hipótese de os jogadores receberem como PJ’s.

Fazer isso seria dar o primeiro passo, Sr. Presidente, em busca da alardeada transparência.

Talkei?!?!

Afinal de contas, é forçoso convir que, em sua última entrevista, o senhor propôs algo como um grosseiro balancete de cachorros-quentes consumidos no estádio – e mais, a ser atualizado mensalmente.

Opinião – Você já se perguntou se fulano é um ladrão?

Aquele que gere haveres de terceiros – quer sejam públicos, quer sejam privados – se submetem a tentações – evidentemente proporcionais ao patrimônio administrado. A mais comum delas é a de roubar o que não lhe pertence. Pior, há pessoas vocacionadas para esse mal. Para elas, a “propensão à subtração” é inelutável.

O roubo tem vários nomes e roupagens mais ou menos sofisticadas, entre as quais, comissões indevidas incidentes sobre o negócio que administra, subfaturamento nas vendas de bens e serviços, superfaturamento nas compras de bens e serviços, prestação fictícia de serviços e contratações indevidas de profissionais.

Mas, noves fora a nomenclatura, em essência, trata-se dum roubo, duma reles subtração de coisa alheia. E quem perpetra o roubo, ladrão é.

Dito isso, sempre me despertou grande curiosidade a relação entre o ladrão e as pessoas de seu entorno. Será que estas questionam a procedência do dinheiro daquele ou, diferentemente, se põem em estado de cegueira deliberada – “willful blindness”?

Você, filho ou filha de um(a) gestor(a) de haveres de terceiros, já se perguntou se seu pai (mãe) é um ladrão (ladra) safado(a), que enriquece indevidamente, espoliando terceiros incautos?

Você, pai ou mãe de um(a) gestor(a) de haveres de terceiros, já se perguntou se seu filho(a) é um ladrão (ladra) safado(a), que enriquece indevidamente, espoliando terceiros incautos?

Você, irmão ou irmão de um(a) gestor(a) de haveres de terceiros, já se perguntou se seu irmão(ã) é um ladrão (ladra) safado(a), que enriquece indevidamente, espoliando terceiros incautos?

Você, amigo ou amiga de um(s) gestor(a) de haveres de terceiros, já se perguntou se seu amigo(a) é um ladrão(ladra) safado(a), que enriquece indevidamente, espoliando terceiros incautos?

Se vocês ainda não fizeram tal pergunta, façam-na. Afinal de contas, o novo apartamento, o reluzente carrão, o relógio de ouro ou a viagem à Disneylândia podem não ser presentes de Papai Noel.

E mais, vai que Deus existe. Pelo sim, pelo não…. seu ente querido pode estar a caminho do inferno.

Saudações tricolores!

Opinião – A Teoria do Heliocentrismo segundo muitos da Nassão

Consoante a pacífica Teoria do Heliocentrismo, o Sol é o centro do Universo.

Entretanto, desdizendo o modelo engendrado, principalmente, por Copérnico e Galileu Galilei, muitos rubro-negros acham o Flamengo o centro do Universo. Assim sendo, tudo o mais giraria em torno do urubu. Nós seríamos os “… antis…” – como se o prefixo “anti” admitisse plural.

PQP!!!

Para os flamenguistas – ou melhor, para a relevante parte dos que padecem de delírios doentios de grandeza – arrolo três fatos, dois deles são notórios e o último, pessoal:

a-) em 1976, na semifinal do Campeonato Brasileiro, disputada entre Fluminense e Corinthians, havia, num Maracanã lotado, pelo menos 20 mil flamenguistas à direita das cabines de rádio torcendo pelo Timão. Não há registro histórico de nada similar, ao menos no Brasil. Era a “Fla-Fiel”. Quem são os “… antis…”?

b-) em 2008, na final da Libertadores de 2008, os flamenguistas criaram a LDU – “Liga dos Urubus” especialmente para torcer contra o Fluminense. Quem são os “… antis…”?

c-) após o triste desenlace da final da Libertadores, um desinfeliz, com quem não falava há anos, me mandou um e-mail para me sacanear. O FDP nunca me contatara para saber de minha saúde – então bastante debilitada -, mas para me torrar o saco, ele apareceu do nada. Naturalmente, mandei o espírito de porco para a esquina seguinte à Casa do Cacete. Quem é o “… anti…”?

O Flamengo não nasceu de parto normal, tampouco anda com as próprias pernas. Diferentemente, o urubu é produto artificial de um modelo excludente – para os demais – e veiculador de privilégios financeiros e esportivos odiosos – para si.

Do ponto de vista financeiro, a Televisão patrocina um Plano Marshall às avessas, pois, ao invés de reconstruir os que necessitam de apoio, fortalece quem já é privilegiado. Há método nessa leviandade! Genuína mamadeira de piroka.

E, do ponto de vista esportivo, o quadro é ainda mais vergonhoso. Alguém pode citar o último jogo decisivo no qual o Flamengo foi prejudicado? Vale recorrer ao Google.

Caiam em si, escrotos!

Quando o Flamengo perde, não se comemora a derrota em campo. Festeja-se o malogro do sistema – elaborado por mentes diabólicas da nação e sustentado por muitos imbecis da Nassão.

Saudações tricolores!

Opinião – IPhone 5

Sr. Mário Bittencourt, faço-lhe uma oposição clara, aberta, induvidosa, implacável e inarredável.

No entanto, essa oposição encontra limites na urbanidade e civilidade necessárias à convivência social. Nesse tom, a sua família é intocável pela minha pena, eis que é sagrada aos meus olhos, Presidente.

Isso posto, proponho-lhe um teste, com o maior respeito, Presidente.

Vossa Senhoria é um advogado bem formado e informado. Enquanto membro da classe média, o senhor tem condições financeiras de presentear seu(sua) filho(a) com um IPhone. Em tempos de IPhone XI, dê-lhe de presente um IPhone 5. Grave, com o seu celular, a reação dele(a). Depois, analise-a detidamente, nos seus mínimos detalhes.

Por que isso?

Porque o senhor tem traços de arrogância que beiram o autismo.

Só que as vítimas desse autismo somos nós. A sofrida torcida tricolor clama por “A” e o senhor contrata “B”. E “A” nem é tão caro assim.

Putz grilo!!!

Com o teste do IPhone, espero, o senhor terá uma pálida ideia da reação da torcida tricolor diante dos nomes até agora ventilados nas Laranjeiras. São todos – TODOS – pavorosos!

De duas, uma: ou o senhor não entende necas de futebol e deve ser ejetado do cargo o quanto antes ou o senhor está de brincadeira com a nossa cara e não deveria sequer ter assumido a Presidência do Fluminense.

Volte para o seu escritório, Mário!

Pelo amor de Deus!

Saudações tricolores!

Opinião – Dirigentes e proxenetas

Acompanho, incansavelmente e com paixão, o dia a dia do Fluminense F.C há mais de 40 (quarenta) anos.

Desde então tive, por um lado, a fortuna de testemunhar a ação de grandes dirigentes à frente do tricolor das Laranjeiras. Como exemplos, cito Francisco Horta, José Carlos Vilela, Manoel Schwartz, Antônio Castro Gil, Hugo Mosca e Newton Graúna. Desinteressadamente, eles serviram ao Fluminense e merecem um lugar de destaque na nossa História.

Por outro lado, tive o imenso infortúnio de presenciar a ação de proxenetas. Como exemplos dos que parasitaram o Fluminense, cito …. deixa pra lá … são tantos e tão odiosos. Têm eles um lugar reservado, na melhor das hipóteses, na lata de lixo. Na pior, no inferno.

Saudações tricolores!

Opinião – Particular projeção da Teoria da Imprevisão

Grosso modo, segundo a Teoria da Imprevisão, os pactos podem ser revistos sempre que, após a sua celebração, verificar-se um substancial desequilíbrio entre as partes contratantes.

Isso posto, miro o contrato celebrado entre o Fluminense e a Rede Globo de Televisão.

Eu sei, eu sei, formalmente, o Flamengo não é parte da relação bilateral formada entre o Fluminense e a Rede Globo. Mas o “queridinho do plim plim” é parte – e que parte – da avença vista como um todo.

De mais a mais, é forçoso convir que o desequilíbrio superveniente, entre os “beneficiários”, era bastante previsível. Apenas Peter Siemsen e os mentecaptos da Flusócio não o avistaram. É isso mesmo: a pornográfica discrepância na distribuição de cotas de TV – mal maior do futebol brasileiro de hoje – não pode ser debitada na conta do Dr. Mário Bittencourt.

Mas a inação, a inércia, a bovina conformação com esse estado de coisas podem, sim, Sr. Presidente.

Imploda o sistema, Mário!

Não temos vocação para sparring! Ou você tem?

Saudações tricolores!

Opinião – … Francis Mello vem aí…

Cantemos todos juntos, ao ritmo da marchinha que embalava os programas de domingo na década de 80:

“Lá lá lá

Lá lá lá

Lá lá lá lá lá lá lá

Francis Mello vem aí!

Lá lá lá lá lá lá

Francis Mello vem aí!”

Melhor seria dizer “Francis Mello e suas tranqueiras vêm aí!”

Pobre Fluminense!

Saudações tricolores!

Opinião – “MárioX”

Era uma vez um bilionário que mercadejava sonhos. Embalado por poderosa retórica, o Rei Midas criara empresas fantásticas, cuja denominação social continha, não por acaso, um “X”, símbolo da multiplicação de riquezas. Ações da OGX, da MMX e de outras “X” mais eram disputadas fervorosamente no mercado financeiro. Ante o elevadíssimo valor, seus IPO afastavam, até mesmo, a classe média. Mais, tais papéis se tornaram símbolo de status social. Quem não os tinha carecia de “… visão de futuro…”. Ao final, essas ações viraram pó, ou melhor, os investidores descobriram, dolorosamente, que nunca passaram de pó envolto num sofisticado estelionato.

Cortemos para o Fluminense F.C.

Era uma vez um fluente advogado que, na oposição, mercadejava sonhos. Embalado por poderosa retórica, o sabichão tinha respostas para tudo – do tratamento para unha encravada até a colonização de Marte. Na administração do futebol, então – assunto tão comezinho ante a sua assombrosa inteligência -, ele acenava com a redução da gigantesca dívida do clube, com patrocínios milionários celebrados com investidores de primeira linha, com times galácticos e com outras coisas mais.

Sabemos todos que os ouvidos dos incautos aceitam tudo, em especial aquilo que lhes agrada.

E, como era de se esperar, o vendilhão de sonhos – quase um messias – ganhou a eleição para Presidente do Fluminense, enchendo de esperança os corações apaixonados. Quem discordasse disso carecia de “… visão de futuro…”.

Eis que, desafortunadamente, como num passe de mágica, já eleito, o arguto pensador e filósofo do gigantismo deu lugar ao taciturno administrador, amante do medíocre.

Dolorosamente, milhões – votantes e não votantes – descobriram que tudo não passava de pó envolto em (mais um) reles estelionato eleitoral.

MárioX.

Fui enganado?

Não, de forma alguma!

Talvez eu ainda não tenha alcançado a idade bastante para descrer em Papai Noel ou no coelhinho da Páscoa. Mas já estou velho demais para acreditar em fanfarrões.

Em tempo, um Enderson Moreira vem aí!

MárioX.

Saudações tricolores!

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