“Padre Antônio Vieira, Michael Bloomberg e o quarto porquinho” – Opinião André Ferreira de Barros

“Padre Antônio Vieira, Michael Bloomberg e o quarto porquinho”

É assaz conhecida esta citação do Padre Antônio Vieira (1608-1697): “Os governadores chegam pobres às Índias ricas e retornam ricos das Índias pobres.” Multipliquem por mil a desgraça se as Índias não forem mais tão ricas assim.

De seu turno, em 2016, referindo-se ao então candidato a Presidente dos Estados Unidos, Donald J. Trump, disse Michael Bloomberg: “… identifico um vigarista quando vejo um…”. Não tenho um bilionésimo da capacidade do ex Prefeito de Nova Iorque para ganhar dinheiro. Mas tenho a mesma aptidão dele para identificar escroques.

Prosseguindo, conhecemos todos a clássica estória dos três porquinhos. Julgávamos o terceiro porquinho o mais sábio. Ele pode, até, ter mais sabedoria, mas tem menos dinheiro que o quarto porquinho, até então desconhecido, que, ao que consta, passou a morar numa mansão de fazer corar ditadores africanos da década de 70.

Oxalá, o Lobo Mau reúna – competente e silenciosamente – indícios de que ilícitos foram cometidos, por um vigarista, contra as Índias pobres.

Saudações tricolores.

O texto é de total responsabilidade do autor.

“I have a dream” – Opinião André Barros

“I have a dream”

Não tenho cultura bastante para avaliar a conformidade jurídica do Tribunal de Nuremberg (1945-1946). Foi ele estabelecido – ad hoc e ex post facto – pelos vencedores da Segunda Guerra Mundial em desfavor dos vencidos? Houve infringência ao cânone do Juiz Natural? O terceiro escalão dos nazistas eram meros cumpridores da Lei, numa época em que grassava o positivismo jurídico?

Sinceramente, não sei. Mas, relembrando o Reverendo Martin Luther King Jr. (1929-1968), eu tenho um sonho, que se entrelaça com o Tribunal de Nuremberg.

Nele, sonho, são julgados os muitos e muitos trastes – Presidentes, VP, diretores, gerentes de futebol, dentista, iatista, babaquaras e quejandos – que desfiguraram o Fluminense F.C, dolosa ou culposamente, transformando-o no paraíso para duas dúzias de “come e dorme” e no inferno para milhões de torcedores.

No hipotético Tribunal das Laranjeiras, não faltariam qualificados nomes para integrar a equipe de acusação dos traíras.

Na defesa desses judas, claro, o Advogado do Diabo (Promotor Fidei), numa degradação do Direito canônico. Outro defendente eles não conseguirão.

Os juízes, evidentemente, seriam os milhões de apaixonados tricolores, não a meia-dúzia de gatos pingados dos Esportes Olímpicos.

A pena capital seria o banimento, com pleonástica desonra, do Fluminense F.C e a inscrição perene de seu(s) nome(s) no “Salão da Infâmia” – algo como a Sala de Troféus, às avessas – a ser fisicamente instalado ao lado da mais fétida latrina do banheiro masculino em Laranjeiras.

Mais, no meu sonho, o Sr. Mário Bittencourt – na condição de ignomínia-mor da História Tricolor e Mentiroso-em-Chefe – ocuparia um lugar central, representando, quem sabe, “… o último dos moicanos…” – com as vênias de estilo aos moicanos.

Do sonho à realidade é um pulo.

Faltam, apenas, cojones, os indispensáveis cojones.

Saudações tricolores.

O texto é de total responsabilidade do autor.

“Meu nome é Sérgio Poggi” – Opinião André Barros

“Meu nome é Sérgio Poggi”


Sou católico bissexto e li o “Novo Testamento” uma única vez, há muito tempo. Pelo pouco que me lembro, Jesus de Nazaré – investido dos poderes advindos do Pai Celestial – operava milagres em sua passagem pela Terra, fazendo, por exemplo, o coxo andar e o cego enxergar.


Pois bem, hoje, o Sr. Mário Bittencourt operou feito semelhante, eis que me fez escrever, superando uma tendinite incapacitante. Só que -diferentemente do que sucedia com o Filho de Deus – para mim, essa mística do Presidente do Fluminense provém dos quintos dos infernos porquanto se funda na ira, não no amor.
Prosseguindo, reitero, à exaustão, que desconfio, demais, daqueles que retiram as suas força e coragem do coletivo – ou malta – a que pertencem. Tenho que homem é homem sozinho, independentemente de – ou, até mesmo, contrariamente a – vagas de opinião. E, aqui, uso o vocábulo “homem” em contraste a “moleque”, não a “mulher”, registre-se a tempo.


Mantendo o rumo, estatui o artigo 239 do Código de Processo Penal que considera-se “… indício a circunstância conhecida e provada, que, tendo, relação com o fato, autorize, por indução, concluir-se a existência de outra ou outras circunstâncias…”.


Diante dessa definição legal e do muito de disse que disse que pulula nas redes sociais, coberto de razão está o Sr. Sérgio Poggi ao exigir, em nome da torcida tricolor, maiores esclarecimentos do Sr. Mário Bittencourt acerca do rumoroso episódio da Live Sorte. Assino embaixo do requerimento dele.
Há buracos em demasia nessa estória da Live Sorte! E, diferentemente do que supõem as suas foquinhas amestradas, o Sr. Mário Bittencourt não gere coisa própria, senão que alheia. Nesse tom, deve ele, sim, satisfações aos poderes constituídos do Fluminense F.C – e quiçá ao Estado brasileiro.
A propósito, nesta última hipótese, respeitadas TODAS as garantias prescritas pelo Estado Democrático de Direito – repito, TODAS -, Sr. Mário Bittencourt, estarei aguardando-lhe com um copo de água gelada e uma xícara de café para uma prosa sobre parâmetros de fiscalização, Princípio da Impessoalidade, diferenças entre flagrante esperado e flagrante preparado, Teoria do Domínio do Fato, concurso de agentes, patrimônio a descoberto e otras cositas más… Mas não cogite de perseguição apriorística, Sr. Presidente. A construção apresentada é condicionada por vários “se” e pode ser facilmente desconstituída por suas cabais explicações.
Saudações tricolores.

O texto é de total responsabilidade do autor.

“O Estado vai te pegar… O Estado vai te pegar – Prólogo” – Opinião André Ferreira de Barros

“O Estado vai te pegar… O Estado vai te pegar – Prólogo”


Inauguro, hoje, neste canal, uma espécie de minissérie intitulada “O Estado vai te pegar… O Estado vai te pegar”, inspirada no fundado desejo de ver aqueles que pilharam o Fluminense F.C respondendo por seus malfeitos. É isso mesmo, amigos: hão de sentir o peso da mão forte do Estado aqueles que – transgredindo as mais basilares e comezinhas normas de ética e retidão de caráter – ousaram transformar o Fluminense F.C no paraíso de três dezenas de pilantras e no inferno de milhões de torcedores.


A título de prólogo, reproduzo, aqui, trecho da venturosa captura e trágica morte de Nicolae Ceauşescu (1918-1989), que, até então, se julgava inatingível (https://pt.wikipedia.org/wiki/Nicolae_Ceau%C8%99escu, sítio pesquisado em 08/10/2020): “O regime de Ceausescu veio por terra após o início de manifestações na cidade de Timişoara a 16 de dezembro de 1989. Os protestos começaram pacíficos, mas logo se tornaram mais intensos […]

Em 21 de dezembro Ceauşescu fez um comício na praça principal de Bucareste, conhecida então como Pieta Republica (hoje chamada de Pieta Revolutiei) para 80 mil pessoas, evento que foi televisionado para todo o país […] os presentes passaram a fazer perguntas difíceis, constrangendo o ditador em público. A rebelião alastrou-se pelo país inteiro, chegando a Bucareste […] e a 22 de dezembro as forças armadas fraternizaram com os manifestantes. Nesse mesmo dia, Ceauşescu foge da capital de helicóptero com sua mulher, enquanto um ajudante apontava uma pistola [para a] cabeça do piloto, que aterra ao simular uma falha mecânica e Ceauşescu é capturado pelas forças armadas num bloqueio de estrada e levado para uma base militar em Târgovişte (distante 15 km de Bucareste) junto de sua esposa. No Natal de 1989, Ceauşescu e sua mulher são julgados por um tribunal militar constituído por três civis, cinco juízes, dois promotores e dois advogados de defesa, e mais a presença de um cinegrafista […] Foram condenados à morte por vários crimes, incluindo genocídio de mais de 60 mil cidadãos, e fuzilados num pátio localizado na mesma base militar. Está sepultado no Cemitério Ghencea. A Romênia foi o único país do Bloco do Leste europeu com um fim violento do regime comunista…”.


Em tempo, ainda bem que, no Brasil, de ordinário, é vedada a pena de morte (artigo 5o, inciso XLVII, alínea “a”, da Constituição Federal).


PRÓXIMO CAPÍTULO: “A reunião de apaixonados na aldeia global”

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“A mulher de César” – Opinião André Barros

“A mulher de César”
Quando tudo parece perdido, quando o nosso horizonte é inapelavelmente engolido pela apavorante escuridão, surge a fagulha decorrente da genuína paixão pelo Fluminense F.C. Fagulha que galvaniza, que engaja, que devolve a cidadania tricolor. Desta feita, essa manifestação de amor incondicional – e desinteressado – ao clube se manifestou pelas corajosas mãos de Marcelo Daemon e cia – “gente que faz”, que lutará até a última bala, com o perdão do trocadilho.


Sr. Mário Bittencourt, nunca escondi o imenso desapreço que nutro pelo senhor enquanto Presidente do Fluminense F.C. Já o tachei – e repito à exaustão – de mentiroso, arrogante, covarde e incompetente. Reitero, aqui, todos esses qualificativos e ainda acresço outro: um tipo de genocida tricolor. A quantidade de tricolores – daqueles que ensacavam talco antes dos jogos do Fluminense, que sambaram na geral do Maracanã, no Brasileiro de 1982, contra o Cruzeiro ao som de “… chove chuva…”, enfim, de gente de cepa bem melhor do que a sua – que estão abandonando o clube o transforma, sim, num genocida de várias gerações de tricolores acostumados a incontáveis glórias. Se lhe serve de consolo – e acho que não serve –, a bem da verdade, diante estamos de um odioso concurso de agentes genocidas que envolve Fábio Egypto, Ângelo Chaves, Gil Carneiro de Mendonça, Walquir Pimentel, Álvaro Barcellos, Peter Siemsen, Danilo Félix, Pedro Abad et caterva.


Estou com uma baita tendinite, Sr. Presidente, causa provável de uma febre preocupante. No entanto, as suas desculpas esfarrapadas – genuínas e chicanas – à iniciativa do pedido de auditoria externa independente – me deram uma força sobre-humana para sentar-me em frente ao computador e lhe descer o porrete. Aliás, tais “motivos” levantariam defuntos somente para esculhambá-lo, Sr. Presidente. Por precaução, evite cemitério pelos próximos dias….


Caminhando para o fim, Presidente Mário Bittencourt, não apelo, aqui, aos seus sentimentos mais nobres, pois, sem hipocrisia, julgo-lhes deles desprovido. Diferentemente, instigo, aqui, os “… seus instintos mais primitivos”… – para citar uma frase que tristemente entrou para a História política recente do Brasil.


Trocando em miúdos, porte-se como homem, ou, se preferir, como a mulher de César, aquela que além de ser, tem que parecer honesta, Sr. Mário Bittencourt!
Não se esconda atrás de palavras vazias, Sr. Presidente.
Contrate a auditoria independente e esfregue na cara de seus detratores – inclusive eu – o resultado exonerador de responsabilidades (lato sensu).
Aí, o senhor deixa o cargo de Presidente do Fluminense F. C apenas por incompetência e inapetência.


CENAS DOS PRÓXIMOS CAPÍTULOS
Um provérbio cuja origem, sinceramente, desconheço proclama que “… não há, no inferno, ira maior do que a de uma mulher rejeitada…”.
Tenho a pachorra de dizer que, hoje, “… não há, no inferno, ira maior do que a de um tricolor feito de otário desde 1986…”.


Tomado por essa ira santa, estou prestes a abrir a “Temporada de caça ao Sr. Mário Bittencourt”. Coisa grande. Coisa séria. Coisa de homem, sem qualquer discriminação de gênero com as valorosas guerreiras tricolores.


Ressaltando que a violência aqui referida é meramente metafórica, o Presidente Mário Bittencourt seria a cidade de Hiroshima e vários tricolores de peso seriam o bombardeiro “Enola Gay”. Quanto a “Little Boy”, deixo a cargo da livre imaginação de cada um.
CHEGA!!!!!

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Imagem em destaque créditos Globo Esporte.

“Likes para o Danilo Félix” – Opinião André Barros

“Likes para o Danilo Félix”
Por mais que tentemos resistir, as redes sociais pautam o nosso cotidiano.
Eu não uso Facebook, não tenho conta no Instagram e criei uma conta no Twitter somente para rebater o Danilo Félix – então prócer da Flusócio -, que como de hábito, estava esculhambando a torcida tricolor. Colérico, eu disparei um tweet para ele, fui bloqueado pelo boquirroto e nunca mais usei a referida rede social.
No entanto, quem tem zap, não consegue ficar à margem do que ocorre nas redes sociais – seja verdade, seja mentira. É print pra cá, print pra lá, então vou deixar bem clara uma coisa para os meus amigos tricolores.
Eu daria “like” em mensagens de lavra do Danilo Félix em três – e em apenas três – hipóteses.
Em primeiro lugar, imaginem uma guerra interplanetária entre Vênus e Terra. Se os Incas Venusianos exigissem, como exigência para a celebração da paz, a partida, para aquele inóspito planeta, do Danilo Félix, eu daria “like” no seu post de despedida da Terra.
Em segundo lugar, imaginem uma Nova Era Glacial. Caso o Danilo Félix se propusesse a procurar comida, sozinho, a 5.000 km de distância, numa área infestada por lobos famintos, eu daria “like” no seu post de despedida da cidade.
Por fim, embora soe como satanás pregando a Quaresma, eu daria “like” nas críticas do Danilo Félix à péssima gestão do Presidente Mário Bittencourt. Só não o faço no momento, pois estou bloqueado por ele, por Carlos Anhanguera et caterva. Em tempo, piadinhas faria, claro.
Trata-se, pois, de três eventos extremos que desafiam o que há de mais nobre na alma humana.
Fora dessas três hipóteses extremas, eu quero que o Danilo Félix vá para a esquina seguinte à ponte que partiu.

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“Tampax – Incomodada ficava a sua avó” – Resposta André Barros

“Tampax – Incomodada ficava a sua avó”

Qual um tsunami, um disse que disse tomou conta das redes sociais tricolores nos últimos dias. O Presidente Mário Bittencourt teria ficado “… incomodado…” com algumas críticas desferidas contra a sua pessoa. Consta que, num genuíno ataque de pelancas, ele chegou ao cúmulo de ameaçar processar “A”, “B” e “C”, inclusive a mim.

Cabem ressalvas, muitas ressalvas.

Em primeiro lugar, Sr. Mário Bittencourt, dirijo-lhe as críticas enquanto Presidente do Fluminense F.C. Nada tenho de pessoal contra o senhor. Aliás, sequer o conheço pessoalmente. Levante-se dessa histórica cadeira – na qual o senhor nunca deveria ter tido o atrevimento de sentar-se – e nunca mais ouvirá falar de mim. Ganharemos eu, o senhor e, principalmente, o Fluminense F.C. Afinal, como dirigente do Fluminense F.C, numa escala de “0” a “10”, dou-lhe “-1” – isso com muito boa vontade.

Em segundo lugar, Sr. Mário Bittencourt, desde o aparecimento do absorvente “Tampax”, “… incomodada…” ficava a sua avó. Aliás, coitadas, “… incomodadas…” ficavam as nossas avós.

Em terceiro lugar, Sr. Mário Bittencourt, estou coberto pela franquia constitucional do freedom of speech (artigo 5o, inciso IX, da Constituição Federal, promulgada em 05 de outubro de 1988). Tenho certeza que as minhas críticas – conquanto acerbas, ferozes e carregadas de palavras de conteúdo semântico negativo, que produzem inegável mal-estar na pessoa a quem se dirigem, no presente caso, o senhor – se contêm no polígono encantado do sagrado direito de opinião. Jamais, jamais descambei para o hate speech. No ponto, impende lembrá-lo, com alguma imprecisão decorrente da ligeireza do escrito, o famoso episódio envolvendo um humilde moleiro e o Rei Frederico II da Prússia. Coagido por este a deixar a sua residência, aquele resistira com um argumento que, embora de simples enunciação, entraria para a História: “… ainda há juízes em Berlim…”. E, então, ante essas iniludíveis palavras, o Rei Frederico II da Prússia, prudentemente, recuou. Pois bem, Sr. Mário Bittencourt, ainda há juízes no Brasil. E, ao me forçar a escrever sobre isso, o senhor perdeu comigo pontos justamente na província do saber humano em que, sinceramente, o apreciava, o Direito.

Em quarto lugar, Sr. Mário Bittencourt, a despeito do uso de palavras infinitamente mais duras do que as minhas, não me consta que o senhor tenha levado o Sr. Elias Duba às barras dos Tribunais. Isso é algo a se pensar e a se argumentar numa eventual contestação ou reconvenção.

Em quinto lugar, Sr. Mário Bittencourt, exorto-lhe a ouvir a mítica trilha sonora do filme “High Noon” (1952), em especial a parte que emula coragem por todos os lados: “I do not know what fate awaits me […] I only know I must be brave […] And I must face a man who hates me […] Or lie a coward, a craven coward […] Or lie a coward in my grave…”. Em suma e em caixa-alta: EU NÃO TENHO MEDO DO SENHOR NEM DE SUAS FOQUINHAS AMESTRADAS. Ou eu, em defesa de minha inesgotável paixão pelo Fluminense, o arrosto de frente ou escrevam “covarde” na minha lápide. No nosso “duelo”, eu encarno a personagem vivida por Gary Cooper.

A propósito, Sr. Mário Bittencourt, eu sou homem o bastante para assinar todos os meus posts. Não tenho perfis fakes tampouco lanço mão de avatares. Diferentemente sucede com a sua odiosa alcateia. No ponto, recomendo-lhe prudência, eis que sempre tem um idiota que se desgarra das instruções que lhe foram dadas e se excede nas ações. Por exemplo, um sociopata – que me parece seu ardoroso simpatizante, valendo-se de um fake, como sói ocorrer com todo covarde – fica me ameaçando via zap. Como não consigo identificá-lo, em linha com a Teoria do Domínio do Fato, no limite, posso atribuir as ameaças ao líder – ou mentor – do grupo, não? Ou seja, o senhor pode buscar lã e sair tosquiado.

Caminhando para o fim, eu não conto com milícia virtual, muito menos com real. Armado estou apenas com a pena, que se mostra, outra vez, mais poderosa do que a espada, mesmo a dos poderosos e criados, em condomínio fechado, pela avó. Por meio deste, desafio-lhe, abertamente, para um debate, olho no olho, de homem para homem, somente sobre a História do Fluminense. Só tema de arquibancada, Presidente. Papo de boleiro, Mário. Hora, data e local à sua livre escolha. De quebra, o senhor pode levar todas as suas foquinhas amestradas e a elas recorrer em momentos de grande aperto. Se eu perder 10% do predito debate, comprometo-me a sair vestido de Carmem Miranda, na hora do almoço, em dia útil, em plena Avenida Rio Branco, no Centro do Rio de Janeiro/RJ. Por outro lado, se eu ganhar 90% da altercação, o senhor volta ao seu bem-sucedido escritório de advocacia, deixando o Fluminense para “… gente que faz…”.

Por derradeiro, há pouco, a minha esposa veio me interpelar, dizendo que o slogan “… incomodada ficava a sua avó…” era referente ao “Sempre Livre”, não ao “Tampax”. Sinceramente, eu não sei. Afinal de contas, marca de absorvente nunca foi o meu ponto forte. Quanto aos “… incômodos…” do Sr. Mário Bittencourt, estou pouco me lixando. Ele que use um “Tampax” – ou um “Sempre Livre”, ao seu gosto, válida a consulta ao Eduardo Uram.

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“Itaberá ou Egídio?” – Opinião André Barros

“Itaberá ou Egídio?”
Amigos, a distopia tomou conta de boa parte da torcida tricolor. Trocando em miúdos, andamos meio sem rumo, qual um bando de bêbados em busca do longo caminho de casa.
Pouco antes do jogo do último domingo, acompanhei, pelas redes sociais, um debate que bem retrata o triste momento do Fluminense F.C: cada qual a seu tempo, quem seria pior tecnicamente, o lateral-direito Carlinhos Itaberá ou o “ala” esquerdo Egídio?
De início, dei de ombros para a discussão, ante a sua aparente irrelevância.
PQP! Itaberá ou Egídio?
No entanto, de repente, caí em mim.
A questão suscitada pelos torcedores – aparentemente rasa – tinha um pano de fundo digno de análise, tal seja, a trajetória amargamente descendente do Fluminense F.C depois da saída do grande Manoel Schwartz. Vox Populi, Vox Dei.
O péssimo Carlinhos Itaberá – que chegou ao cúmulo de, num jogo contra o Náutico, cobrar um lateral para fora do campo – rompera uma longa e gloriosa tradição de grandes laterais-direitos. De 1975 até ele, velaram pela lateral-direita tricolor Toninho Baiano, Carlos Alberto Torres, Edevaldo, (o mediano) Nei Dias, Aldo, o promissor Carlos André, o improvisado Donizete, etc. Todos deram conta do recado. Nesse tom, Carlinhos Itaberá foi um choque para a torcida, algo escalafobético, surreal, um ponto que supúnhamos fora da curva.
Desafortunadamente, o péssimo – escalafobético, surreal – Egídio é a confirmação, em cores vivas, de que estávamos redondamente enganados quanto à transitoriedade da penúria. Carlinhos Itaberá não era um ponto fora da curva, mas, sim, uma nova e cruel tendência, de apequenamento do Fluminense F.C. Egídio, amigos, é o milionésimo Itaberá que passa pelas Laranjeiras. E outros virão, preferencialmente pelas mãos dos amigos do Rei.
Isso quer dizer muita coisa, muita coisa mesmo!
Afinal de contas, tal situação de pequenez se verificou, também, na gestão do clube. Críamos que o desditoso Fábio Egypto seria um mero ponto fora da curva. Mais uma vez, estávamos errados. Seguiram-se Ângelo Chaves et caterva. Prova incontestável de degenerescência dessa curva maligna é a eleição do Sr. Mário Bittencourt, outro traste à frente do Fluminense – talvez o maior deles.
Em tempo, Sr. Mário Bittencourt: coloque as suas foquinhas amestradas – ou leões de teclado – de prontidão. Vou descer a lenha no senhor no próximo post – que já tem até o sugestivo título de “Tampax – Incomodada ficava a sua avó”.

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“A pergunta que não quer calar” – Opinião de André Barros.

“A pergunta que não quer calar”
Como Presidente do Fluminense, Pedro Abad era mentiroso e incompetente. As contratações – de jogadores, técnicos e staff – eram malcheirosas e medíocres. Noutras palavras, eram um espelho fiel da odiosa Flusócio. Mas, verdade seja dita, a torcida tricolor era implacável com ele. Onde o Fluminense jogava, ressoava, em uníssono o coro: “Ei, Abad, vai tomar caju…”.
Como Presidente do Fluminense, Mário Bittencourt é, igualmente, mentiroso e incompetente. Talvez até mais incompetente do que Pedro Abad – como demonstra, a mais não poder, a vexatória eliminação do Flu na primeira fase da Copa Sul-Americana para um tal de Union La Calera. As contratações feitas por ele – de jogadores, técnicos e staff – são, outrosssim, malcheirosas e medíocres. Mas, surpreendentemente, a torcida tricolor é magnânima com esse farsante.
Por que isso?
Importa deixar claro que não tenciono que a torcida pressione o Mário Bittencourt a reforçar o péssimo time do Fluminense. Diferentemente, pretendo que a torcida tricolor o pressione a sair da cadeira na qual, por absoluta falta de qualificação, jamais deveria ter sentado – a de Presidente do clube.
O tempo joga contra a gente, amigos. Mais do que nunca, após tantos seres do pântano na direção do clube, o Fluminense precisa de “homens que fazem” – da estirpe de um Francisco Horta, de um Raphael de Almeida Magalhães, de um Newton Graúna, de um Antônio de Castro Gil, de um Manoel Schwartz -, não de um encantador de serpentes de décima categoria. Grandes tricolores existem. Apenas não gostam do cheiro que das Laranjeiras exala.

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Foto destaque reprodução do Jornal o Estadão.

“Unidos por um Flu forte” – Opinião André Barros

“Unidos por um Flu forte”
Peço licença aos respeitáveis autores para tomar de empréstimo os antológicos dizeres estampados em inesquecível faixa da “Força-Flu”.
Em meados da década de 80, então prestes a entrar na universidade, deliciava-me com o show de bandeiras tricolores que adentravam as arquibancadas a partir do placar central. Em dias de clássico, então, o êxtase atingia o seu ápice. “Nense… Nense… Nense…”.
Quero com isso dizer – e, ao mesmo tempo, penitenciar-me pela falta – que, à época, não apreendi, em sua inteireza, a densidade da mensagem que nos enviava a intimorata “Força-Flu”.
Hoje, com a cabeça apinhada de cabelos brancos, entendo, à perfeição, aquela sábia mensagem – principalmente com o Fluminense à beira do precipício.
Só a união dos verdadeiros, desinteressados e apaixonados tricolores salvará o Fluminense da ruína que nos espreita.
Por definição, excluídos estão grupelhos como a Flusócio e as marionetes, cuja capacidade de aglutinação é a mesma do cruento Imperador Romano Heliogábalo (218 a 222 d.C) – ou seja, zero.
Associemo-nos em massa, tricolores!
Votemos em massa, tricolores!
Do contrário, uns ficam; ou, talvez pior, outros voltam.

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