“Razões e proporções ” – Opinião André Ferreira de Barros

“Razões e proporções”


Três categorias de pessoas apoiam o patético Presidente Mário Bittencourt: os oportunistas, os idiotas e os grão-idiotas.


Os oportunistas – uma ínfima minoria, alguns nem torcedores do Fluminense – conhecem muito bem o Sr. Mário Bittencourt, bem assim o projeto que ele encarna. Na esteira, eles são facilmente recuperáveis. Uma vez insatisfeitos, eles abandonam tudo e partem em busca de nova presa.


Os idiotas são de difícil, mas fundamental, recuperação. Acostumados a um Fluminense pequeno, contentam-se com migalhas – distribuídas à farta pelo Sr. Presidente Mário Bittencourt.

Visando à sua recuperação, oferto-lhes breves aulas de razão e proporção:


1-) Branco está para Egídio, assim como Manoel Schwartz está para Mário Bittencourt;
2-) Parreira está para Roger, assim como Manoel Schwartz está para Mário Bittencourt;
3-) Rivelino está para Nenê, assim como Francisco Horta está para Mário Bittencourt.
Se vocês, idiotas, não entenderam, o Fluminense tá f….


Os grão-idiotas são irrecuperáveis.


Saudações tricolores!!


FORA MÁRIO!!!

“Res publica, coisa alheia e sacanagens” – Opinião André Ferreira de Barros

Res publica, coisa alheia e sacanagens”

Do Direito romano, provém o conceito de república (res + publica), literalmente “coisa pública”. Apartou-se, assim, grosso modo, o patrimônio público do particular do monarca. É dizer, este vela por aquele, vedada a confusão entre um e outro.

Com as devidas adaptações, esse conceito é aplicável àquele que gere a coisa alheia. Por exemplo, o Fluminense, a um só tempo, é de todos, mas não é de ninguém. Trocando em miúdos, o Fluminense não pertence ao Sr. Mário Bittencourt, que gere – e muito mal – a paixão de milhões de apaixonados tricolores.

No entanto, o Sr. Mário Bittencourt entende diferentemente. Faz e desfaz as coisas, tudo ao seu alvedrio, como se o Fluminense fosse exclusivamente dele. A propósito, nesse mister, o Presidente é desgraçadamente secundado por seus acólitos.

Fruto de uma árvore irremediavelmente envenenada, o Fluminense é um celeiro de malfeitos, dirigentes e apoiadores inescrupulosos. Tudo isso somado tem o valor inferior a um caminhão de caca. Aliás, entre a malta e o referido caminhão, ficaria com este último.

A propósito, àqueles que ameaçam me processar, eu vos lembro que existe um instituto jurídico chamado “… exceção da verdade…”. Qualquer dúvida, perguntem ao Pavão e ele explicará para vocês, ignaros.

Tornando ao ponto, a última das sacanagens que brotou do Setor de Comunicação foi denunciada pelo corajoso Antônio González, líder da “… maior Força-Flu de todos os tempos…”. Refiro-me à distribuição de pacotes de PPV para blogs chapas brancas – esse esgoto de parasitas que concorre para o apequenamento do clube -, contribuindo para o seu impulsionamento e, claro, a sua monetização. Aos independentes, um “fodam-se!”.

Ora, é forçoso convir que o fruto não cai longe do pé. Para mim, isso contou com a anuência – ao menos tácita – do “Le Petite”.

À espera de Godot (Samuel Beckett).

À espera de uma ação das instâncias de controle do clube estamos nós.

À espera de uma ação contundente do Estado estamos nós.

Enquanto isso não vem, assisto ao meu amado Fluminense definhar nas mãos purulentas de um escroque. E pagando PPV do meu bolso, como convém a um homem de bem.

Saudações tricolores!

“Texto em solidariedade aos Canais FLUNEWS, NET FLU, EXPLOSÃO TRICOLOR , PANORAMA TRICOLOR e CANAL DO JORAND que merecem todo o respeito do Torcedor por noticiar o FLUMINENSE FC em longa data.”

O texto é de total responsabilidade do autor.

“Bittencourt, Le Petit” – Opinião André Ferreira de Barros

“Bittencourt, Le Petit

Acompanho o Fluminense F.C, da arquibancada, desde 1975.

Durante as minhas meninice e adolescência, não me lembro de o Fluminense ter sido “garfado”, em especial em jogos decisivos. Antes, francamente, os erros pendiam a nosso favor.

Fora de campo, também, não me lembro de algo que nos malferisse.

Eis que, em 1986, súbita e surpreendentemente, deu-se o famoso “W.O da dengue”, fato que nos custou um quase certo – e histórico – tetracampeonato estadual. Foi algo verdadeiramente disruptivo, genuíno landmark do fim de uma era – a dos dirigentes competentes do Fluminense F.C. Atônito fiquei. Ou melhor, atônitos ficamos todos os tricolores. E surpresos ficaram os antis – lembrando que, na época, o Fluminense era mais odiado, pelos rivais, do que o Flamengo.

Então, seguiram-se décadas de “jogos armados” entre Fluminense e Vasco. Certa feita, em São Januário, o árbitro anulou um gol do Fluminense no momento em que o Vasco daria nova saída. No Rio-São Paulo de 2000, os dois confrontos foram marcados para São Januário. Cáspite!!! Mais, se alguém sentar, contabilizar e comparar o número de jogadores expulsos e o número de pênaltis marcados para cada um dos lados, provavelmente, cairá da cadeira. Ante a inapetência de vermes que se diziam tricolores, Eurico Miranda nos tirava, a olhos vistos, o protagonismo, tomando o nosso lugar. Repito, em caixa-alta: VERMES!!!

Outra amostra de inapetência e incompetência se deu no Beira-Rio em 1992. Só o árbitro viu pênalti no Pinga. Consta que, dentro do avião, na volta, o Vica quis encher o José Aparecido de porrada. Se não fosse isso, o “roubo” colorado passaria em brancas nuvens. VERMES, os que se dizem tricolores!!!

Em Fla x Flu, o “… ai Jesus…” mudou de lado. “Erros” providenciais passaram a acontecer em prol, apenas, de um dos lados. Em 2017, foi pornográfica a falta do Rever no Henrique, num momento em que estávamos próximos do segundo gol, o que nos daria o título estadual. Na semifinal da Taça Guanabara do ano passado, após estarmos perdendo por 3 x 0, só não chegamos ao empate, com o timaço dos molambos, por interferência direta dos Men In Black. VERMES, os que se dizem tricolores!!!

Mesmo em confrontos com o Botafogo, metem-nos a mão. VERMES, os que se dizem tricolores!!!

Em resposta, no máximo, notinhas pro forma. VERMES!!!

Ontem, deu-se o cúmulo dos cúmulos: fomos “roubados” pelo Resende, em pleno Maracanã!!! VERMES, os que se dizem tricolores!!!

PQP!!!!

Isso pode ter fim?

Claro que sim!

Um outsider pode explodir a porra toda.

Um outsider pode fazer isso, não alguém que faça parte do maldito “sistema”, pois seria amigo do amigo do amigo do empresário que negocia com todos – e leva, e distribui, algum $$ para todos.

Por outras palavras, não esperam nada de efetivo do Sr. Mário Bittencourt, Ele é covarde, pequeno, inapetente e incompetente – além de comprometido com o “sistema” até a medula. Ou seja, estamos f….

VERMES!!!

Saudações tricolores!

O texto é de total responsabilidade do autor.

“O advogado que queimava regras” – Opinião André Ferreira de Barros

“O advogado que queimava regras”

Numa interpretação ampliada, perfeitamente consonante com o bom senso, o advogado é indispensável à concreção do valor justiça (artigo 2o da Lei no 8.906, de 04 de julho de 1994). A ética é norte em toda a sua vida, ainda que fora do exercício da nobre função (artigo 31, “caput”, da Lei no 8.906/94).

Entretanto, no Fluminense F.C, um estrelado advogado – que, como dirigente de futebol, nada mais é do que um farsante de quinta categoria – obra diferentemente. Ele rasga as regras. Pisoteia o Estatuto. Estupra o Direito.

O último preceptivo queimado pelo Sr. Mário Bittencourt – sabe Deus por quê – foi o artigo 56, inciso I, alínea “b”, do Estatuto do clube.

Quo usque tandem abutere, Mário Bittencourt, patientia nostra?

Saudações tricolores.

O texto é de total responsabilidade do autor.

“De costas para os deuses” – Opinião Anfré Ferreira de Barros

“De costas para os deuses”

O Sr. Mário Bittencourt, enquanto Presidente do Fluminense F.C, é a encarnação da incompetência em seu nível mais elevado.

A essa inaptidão, soma-se outro desvalor: o Sr. Mário Bittencourt dá as costas aos deuses do futebol.

Num campeonato brasileiro de quinta categoria, o Fluminense joga um futebol de décimo escalão. Se os placares dos jogos refletissem a qualidade do time, o Fluminense estaria afundado no Z-4.

Mas, para a nossa sorte, os deuses do futebol intervieram em muitos jogos e nos colocaram no G-8, próximos ao G-4.

Ou seja, para conseguirmos uma imerecida vaga na Copa Libertadores, bastaria o nosso Presidente pensar só um tantinho no clube, deixando de lado, ainda que brevemente, os seus desvarios e idiossincrasias.

O que faz, então, o Sr. Mário Bittencourt? Vira as costas aos deuses do futebol e insiste com Marcão e cia.

Sr. Mário, o seu nome do meio é infâmia.

Saudações tricolores.

O texto é de total responsabilidade do autor.

“O Grande Mentiroso” – Opinião André Ferreira de Barros

“O Grande Mentiroso”

Amigos meus cobram-me um “… posicionamento…” acerca da última “… coletiva…” dada pelo Sr. Mário Bittencourt.

Aos meus amigos, esclareço que não assisti à predita “… coletiva…”.

A uma, pois, há cerca de 20 anos, assisti ao programa “Teletubbies” com a minha filha. Esgotei, ali, o meu estoque para tolices.

A duas porque Saci Pererê, Mula Sem Cabeça e as palavras do Sr. Mário Bittencourt somente encontram eco e razão de ser no mundo da fantasia – com a notável diferença que as últimas não têm graça alguma.

A três, eis que as vãs promessas do Sr. Mário Bittencourt aniquilaram parte de minha doce infância. Cria piamente que mentiras faziam o nariz do mentiroso crescer. Se assim fosse, a fronte do Sr. Mário Bittencourt ligaria o Rio de Janeiro a Miami.

Em suma, “… coletiva…” do Sr. Mário Bittencourt somente para o anúncio de sua renúncia.

Saudações tricolores.

O texto é de total responsabilidade do autor.

“Padre Antônio Vieira, Michael Bloomberg e o quarto porquinho” – Opinião André Ferreira de Barros

“Padre Antônio Vieira, Michael Bloomberg e o quarto porquinho”

É assaz conhecida esta citação do Padre Antônio Vieira (1608-1697): “Os governadores chegam pobres às Índias ricas e retornam ricos das Índias pobres.” Multipliquem por mil a desgraça se as Índias não forem mais tão ricas assim.

De seu turno, em 2016, referindo-se ao então candidato a Presidente dos Estados Unidos, Donald J. Trump, disse Michael Bloomberg: “… identifico um vigarista quando vejo um…”. Não tenho um bilionésimo da capacidade do ex Prefeito de Nova Iorque para ganhar dinheiro. Mas tenho a mesma aptidão dele para identificar escroques.

Prosseguindo, conhecemos todos a clássica estória dos três porquinhos. Julgávamos o terceiro porquinho o mais sábio. Ele pode, até, ter mais sabedoria, mas tem menos dinheiro que o quarto porquinho, até então desconhecido, que, ao que consta, passou a morar numa mansão de fazer corar ditadores africanos da década de 70.

Oxalá, o Lobo Mau reúna – competente e silenciosamente – indícios de que ilícitos foram cometidos, por um vigarista, contra as Índias pobres.

Saudações tricolores.

O texto é de total responsabilidade do autor.

“I have a dream” – Opinião André Barros

“I have a dream”

Não tenho cultura bastante para avaliar a conformidade jurídica do Tribunal de Nuremberg (1945-1946). Foi ele estabelecido – ad hoc e ex post facto – pelos vencedores da Segunda Guerra Mundial em desfavor dos vencidos? Houve infringência ao cânone do Juiz Natural? O terceiro escalão dos nazistas eram meros cumpridores da Lei, numa época em que grassava o positivismo jurídico?

Sinceramente, não sei. Mas, relembrando o Reverendo Martin Luther King Jr. (1929-1968), eu tenho um sonho, que se entrelaça com o Tribunal de Nuremberg.

Nele, sonho, são julgados os muitos e muitos trastes – Presidentes, VP, diretores, gerentes de futebol, dentista, iatista, babaquaras e quejandos – que desfiguraram o Fluminense F.C, dolosa ou culposamente, transformando-o no paraíso para duas dúzias de “come e dorme” e no inferno para milhões de torcedores.

No hipotético Tribunal das Laranjeiras, não faltariam qualificados nomes para integrar a equipe de acusação dos traíras.

Na defesa desses judas, claro, o Advogado do Diabo (Promotor Fidei), numa degradação do Direito canônico. Outro defendente eles não conseguirão.

Os juízes, evidentemente, seriam os milhões de apaixonados tricolores, não a meia-dúzia de gatos pingados dos Esportes Olímpicos.

A pena capital seria o banimento, com pleonástica desonra, do Fluminense F.C e a inscrição perene de seu(s) nome(s) no “Salão da Infâmia” – algo como a Sala de Troféus, às avessas – a ser fisicamente instalado ao lado da mais fétida latrina do banheiro masculino em Laranjeiras.

Mais, no meu sonho, o Sr. Mário Bittencourt – na condição de ignomínia-mor da História Tricolor e Mentiroso-em-Chefe – ocuparia um lugar central, representando, quem sabe, “… o último dos moicanos…” – com as vênias de estilo aos moicanos.

Do sonho à realidade é um pulo.

Faltam, apenas, cojones, os indispensáveis cojones.

Saudações tricolores.

O texto é de total responsabilidade do autor.

“Meu nome é Sérgio Poggi” – Opinião André Barros

“Meu nome é Sérgio Poggi”


Sou católico bissexto e li o “Novo Testamento” uma única vez, há muito tempo. Pelo pouco que me lembro, Jesus de Nazaré – investido dos poderes advindos do Pai Celestial – operava milagres em sua passagem pela Terra, fazendo, por exemplo, o coxo andar e o cego enxergar.


Pois bem, hoje, o Sr. Mário Bittencourt operou feito semelhante, eis que me fez escrever, superando uma tendinite incapacitante. Só que -diferentemente do que sucedia com o Filho de Deus – para mim, essa mística do Presidente do Fluminense provém dos quintos dos infernos porquanto se funda na ira, não no amor.
Prosseguindo, reitero, à exaustão, que desconfio, demais, daqueles que retiram as suas força e coragem do coletivo – ou malta – a que pertencem. Tenho que homem é homem sozinho, independentemente de – ou, até mesmo, contrariamente a – vagas de opinião. E, aqui, uso o vocábulo “homem” em contraste a “moleque”, não a “mulher”, registre-se a tempo.


Mantendo o rumo, estatui o artigo 239 do Código de Processo Penal que considera-se “… indício a circunstância conhecida e provada, que, tendo, relação com o fato, autorize, por indução, concluir-se a existência de outra ou outras circunstâncias…”.


Diante dessa definição legal e do muito de disse que disse que pulula nas redes sociais, coberto de razão está o Sr. Sérgio Poggi ao exigir, em nome da torcida tricolor, maiores esclarecimentos do Sr. Mário Bittencourt acerca do rumoroso episódio da Live Sorte. Assino embaixo do requerimento dele.
Há buracos em demasia nessa estória da Live Sorte! E, diferentemente do que supõem as suas foquinhas amestradas, o Sr. Mário Bittencourt não gere coisa própria, senão que alheia. Nesse tom, deve ele, sim, satisfações aos poderes constituídos do Fluminense F.C – e quiçá ao Estado brasileiro.
A propósito, nesta última hipótese, respeitadas TODAS as garantias prescritas pelo Estado Democrático de Direito – repito, TODAS -, Sr. Mário Bittencourt, estarei aguardando-lhe com um copo de água gelada e uma xícara de café para uma prosa sobre parâmetros de fiscalização, Princípio da Impessoalidade, diferenças entre flagrante esperado e flagrante preparado, Teoria do Domínio do Fato, concurso de agentes, patrimônio a descoberto e otras cositas más… Mas não cogite de perseguição apriorística, Sr. Presidente. A construção apresentada é condicionada por vários “se” e pode ser facilmente desconstituída por suas cabais explicações.
Saudações tricolores.

O texto é de total responsabilidade do autor.