“Fluminense eu sou!” – 60 anos de Batismo – Por Antonio Gonzalez

“Fluminense eu sou!” – 60 anos de Batismo 

Meu PAI me fez Fluminense.  Minha MÃE também. Meu Tio Lorenzo, um dos fundadores da Força Flu, carteirinha número 010, também. Meu Avô, o Antonio Careca ou o Senhorito do Restaurante Yankee Brasil, também.  Meu outro Tio, o Antonio Castro Gil, Vice de Futebol em 1984, também.

Nesse sentido a vida não me permitiu perder tempo. Eu gostei da democracia familiar. Berço e terço! Amém! Salve! Água bendita daquela pia Batismal e o óleo dos catecúmenos (“catecúmenos são os que se preparam para receber o Batismo. Este óleo significa a força de Deus que penetra no catecúmeno – como o óleo que penetra em seu coração, o liberta e prepara para o nascimento pela água e pelo Espírito” – Wikipédia).

Traduzindo: nasci Fluminense! Ponto! Vamos em frente!

A vida é para ser vivida. Sou daqueles que preferiu viver tão depressa que não teve tempo para ter medo.

A minha infância dura exatamente 52 anos, desde aquele gol do Flavio em 1969… “É ou não é piada de salão, o time do urubu querer ser campeão?”.

Todos os dias vivo aquela noite. Isso me faz permanecer vivo.

E vieram aqueles gols do Mickey, a 1ª Máquina que atropelou o High Society daquele mágico 1970.

De 1971 ninguém fala do roubo no jogo do turno. Penalti roubado, presenteado ao Botafogo pelo senhor Juiz Carlos Costa, 1 a 0 com gol de Paulo Cézar Lima. Ou seja: “quem com ferro fere, com ferro será ferido”.  O Fluminense é um clube de pessoas respeitosas. Ponto!

A inocência de uma infância multicampeã deixa de herdeira uma adolescência alucinada. A nova Máquina. Rivelino, Paulo Cezar e cia… Os melhores do mundo vestiram as nossas cores.

Mas a verdadeira alucinação adolescente chegou aos 16 anos, início de 1978: a Força Flu. Não foi uma paixão à primeira vista, era reencarnação na certeza que ambos já nos conhecemos de tempos de outrora.

Do nada aquele menino teve que ter postura de homem aos 19… foi uma escola de vida, muito mais que qualquer outra forma de amor, mesmo valendo a pena. Dias de glórias, tempos de festas, de cortes sem volta.

O tempo traz consigo passados e retratos. Alguns já sem pintura.  Mais de 4 décadas se passaram. Nem o meu cabelo ficou.

Mas a Força Flu sim.

Hoje é um dia importante. 

Estive afastado, tive meus motivos: 2 garotos de 20 anos faltaram ao respeito. Corri detrás de um. Fugiu. Naquele dia falei “acabou”, eu com mais de 50 anos, correndo em direção a quem desrespeitou-me.  E pensei que “disposição não falta, tô velho para isso”.

Um novo ciclo se apresenta…

Quem nasceu na arquibancada do verdadeiro Maracanã sabe o tamanho que tem: o Sobranada não só me estendeu a mão, como me ouviu e interpretou.

E sem pedir passagem quando dei por mim não restavam traços daquele guri que procurou ao Ricardo Belford, que era o Presidente da época: “Tem camisa? Quanto é?”…

Serei eternamente grato ao SOBRANADA 1902.

A atual Diretoria me procurou em maio de 2020. Aos poucos a confiança foi reconquistada, tanto que sempre que posso vou à sala.

Hoje fui convidado para a Festa de Aniversário 50/51.  Agradeço aos envolvidos.

A Força Flu é a imagem viva da HISTÓRIA DO FLUMINENSE.

“FLUMINENSE EU SOU!” traduz um pouco desse Fluminense que vivenciei, que muitos tem aceso na memória.  É um canto de PAZ e uma canção de guerra.

O Claudio, THE MAN, Kote deu vida.

Vai para todos, de todas as gerações: se vai ser cantada ou não… sei lá, não me preocupa. Foge da minha alçada.

Cumprir 51 anos de existência eleva à condição de destaque quando se trata de uma torcida organizada. E sendo do Fluminense, trata-se de referência.

Para quem ainda se surpreende com a minha forma de escrever: aprendam a ler nas entrelinhas.  A última mensagem tinha o intuito de mexer com os brios, conseguiu.  Só que é uma proposta de paz! Nada além disso: debate e união.

UNIDOS POR UM FLU FORTE é uma frase de Heitor D’Alincourt… Eternizada pelo peso histórico.

E…

Para quem se preocupa com o futuro: amanhã tem a LIVE da Frente Ampla Tricolor, esqueça o viés político, mas dá uma passada (Facebook e Youtube) – “CLUBE EMPRESA – Caminhando em direção ao futuro”.  Vai ser muito didática. Comece a se interessar, não deixe que falem por você.

Um forte abraço! Até qualquer dia!

Meu PAI me fez Fluminense.  Minha MÃE também. Meu Tio Lorenzo, um dos fundadores da Força Flu, carteirinha número 010, também. Meu Avô, o Antonio Careca ou o Senhorito do Restaurante Yankee Brasil, também.  Meu outro Tio, o Antonio Castro Gil, Vice de Futebol em 1984, também.  A FORÇA FLU TAMBÉM!

“Despedidas” Opinião por Antonio Gonzalez

Toda despedida tem 3 faces: a do até amanhã, a do até qualquer dia (que ocorre nas viagens de turismo) e a de mudança de ritmo (fim de relações, afetivas ou não) com início de novos ciclos.

A nossa vida é assim: idas, vindas, partidas, lenços chorosos, risos raivosos, promessas e repromessas, lutas, brigas, cair, levantar e voltar a cair.

Hoje, despeço-me sem despedida… talvez sem até breve…

A minha realidade está cansada, o que mais me irrita é a falta de identidade que traz consigo ausências de compromissos.

Que Fluminense é isso que se apresenta pelos gramados desse Brasil afora?

Obviamente não é o clube que aprendi a amar: vitorioso, campeão, invejado, de caráter ilibado.

Dirão os new experts em Fluminensismo que o mundo dos dias de hoje é diferente ao que se viveu no século XX, que a dinâmica é outra, etc…

Também comentarão os pseudos influenciadores de plantão e de Platão, que a torcida tem que apoiar, não pode vaiar, só elogiar e, de preferência, enaltecer à mediocridade.

Existem presentes que chegam em forma de vitórias mentirosas, da mesma forma que derrotas, verdadeiras, demonstram o quão feia é a realidade que se varre para debaixo do tapete.

É muita mentira junta.

Entretanto tem gente batendo palmas… graciosamente como bobalhões úteis ou remunerados como corja rastejante.

Reflitam.

Que seja rápido porque o tempo não gosta de parar, tampouco espera.

Por que somos Fluminense?

Por que escolhemos ser Fluminense?

No meu caso faz-se necessária profunda reflexão: até quando valerá a pena?

Tempos sombrios diante de uma oposição sem (com raras exceções) coragem, também refém de vaidades, impessoal e de amiguetes descompromissados.

Dizem que o problema sou eu.

E se é esse o problema… uma caixa de Kleenex por favor!

No meu humilde caso… LOADING.

Antonio Gonzalez

“FLUMINENSE EU SOU” – Opinião Antonio Gonzalez

FLUMINENSE EU SOU

Será que num processo de autoanálise, nós os torcedores do Fluminense, poderíamos dizer quem somos?

Certamente a imensa maioria não hesitaria, sem pensar na profundidade do conteúdo, numa resposta automática diria: SOU TRICOLOR DE CORAÇÃO, SOU DO CLUBE TANTAS VEZES CAMPEÃO.

Mas o que é ser TRICOLOR DE CORAÇÃO?

O Fluminense não é uma instituição qualquer, quase 120 anos nas costas e dono de uma história que já foi muito invejada. Convenhamos: ser um clube centenário não dá um certificado de qualidade a ninguém.

Certificado de qualidade?

“Certificado de qualidade é um documento que atesta a competência de uma determinada empresa em fabricar produtos ou entregar serviços dentro de regras e padrões preestabelecidos por um órgão normatizador” (https://blog-pt.checklistfacil.com/).

E o que isso tem a ver com o FFC?

Fabricamos jogadores em quantidade, direcionados à sociedade consumidora. É inegável que Xerém seja uma fábrica de alguns talentos e de outros tantos com menos talento, alguns sem nenhum. Mas reconheçamos que é uma grife.

Quanto às entregas, devemos preceder a resposta com outra pergunta: que Fluminense queremos ser?

Qual é o desenho?

SOU TRICOLOR DE CORAÇÃO porque SOU DO CLUBE TANTAS VEZES CAMPEÃO, pode ser uma das alternativas…

Outros dirão que a conduta, a classe (tão em falta hoje em dia), o espírito da luta constante (nunca nada foi fácil) que um dia viu e o caráter vencedor, não podem faltar ao perfil que venha a ser escolhido.

Haverá gente defendendo o atual modelo, entretanto muitos mais defenderão ao clube empresa.

Na caminhada do Tricolor das Laranjeiras ao longo dos séculos XX e XXI feita de glórias e vitórias mil certamente encontramos equívocos. Tropeços esses que já começam com a não defesa à absurda narrativa que somos um clube racista, iniciada nos anos 1910. Porra nenhuma! Tá ligado!?!.

Ao longo das décadas o nosso clube foi a vanguarda do deporto nacional, mas em outros momentos deixou levar-se por fama passageira: a mesma entidade que conquista a Taça Olímpica, em 1949, como modelo de organização esportiva, 7 anos depois (abril/1956), foi agraciada com a renúncia do então Presidente Antônio Leite. O certo é que (apesar da linguagem oficial) o clube estava sem 1 centavo, batendo na porta da falência. Arnaldo Guinle teve que assumir às pressas, pagando as dívidas do próprio bolso.

O que quero dizer com isso? Que isso de dizer que o Fluminense foi um exemplo de organização esportiva tem mais de folclore do que de outra coisa: Não era o clube organizado e sim o clube de pessoas muito organizadas, que ao se aposentarem e/ou falecerem, levaram consigo as suas fórmulas de trabalho.

Nesse somatório não podemos esquecer da família Guinle. Além do Patrono Arnaldo Guinle, Carlos e Guilherme similarmente ocuparam a cadeira da presidência. Isso me obriga a pensar: o Fluminense era um clube rico ou um clube de pessoas ricas e famílias (Coelho Netto, Carneiro de Mendonça, Frias, Kelly, Pollo) engajadas?

Eu respondo com a maior tranquilidade possível: até os anos 1970 foi um clube de pessoas ricas e famílias (Coelho Netto, Carneiro de Mendonça, Frias, Kelly, Pollo) engajadas?

Os ricos faliram a partir da 2ª ou 3ª geração (no máximo sobrenome de rua) e as famílias se diluíram. Daquele Fluminense de múltiplas vitórias, de acertos e erros, pouco ficou. Somente torcedores, assim como eu, de 60 para cima.

Nosso clube vive uma guerra civil desde o início de 1978, quando o anti-futebol (curiosamente as grandes organizadas apoiaram) decidiu que o futebol não era mais a 1ª prioridade em Laranjeiras, elegeu o Sylvio Vasconcelos.

De lá até os dias de hoje, com raras exceções de tempo… o Tri do Schwartz e a era Celso Barros e Unimed… o meu pensamento continua sendo um testemunho de resistência.

Voltando às entregas… Sem títulos não há entregas. Ponto, nem precisa explicar. Ponto!

O que fiz nesse embaralhado de ideias que fui jogando nesse texto: FALTA CERTIFICADO DE QUALIDADE. Somente cumprimos há mais de 8 décadas a parte da fabricação. Mas ultimamente, nesse tal de “novo fluminense), 10 anos de Peterzismo mudando a essência maior, as entregas desapareceram.

As minhas gerações das arquibancadas envelheceram, já não tem a força da juventude, mas tem os mais belos quadros pintados nas retinas que deram voltas nas estradas desse Brasil. Passar informação e formação. É o que eu pretendo.

Nunca vou aceitar conceitos de que “o gol sofrido não vai me abater”, de que “eu canto nense se o time vai bem, eu canto nense se o time vai mal” e de que “a minha torcida não é pequena como a do Botafogo”…

VAMOS ACORDAR TORCIDA!!!

Ser do clube tantas vezes campeão não se constrói com fanfarronice.

SEJA FLUMINENSE! DE VERDADE… TRICOLOR DE CORAÇÃO!!!

De resto… não desista (apesar do maltrato dispensado ultimamente aos sócios), estude, se aprofunde nos assuntos que envolvem a entidade, se faça respeitar, não deixe que te tratem apenas como um número / estatística. Participe da vida política do clube sim.
Por tudo isso, eu digo:

FLUMINENSE EU SOU!!!

“PERDER NUNCA FEZ PARTE DO JOGO” – Opinião Antonio Gonzalez

PERDER NUNCA FEZ PARTE DO JOGO (por Antonio Gonzalez)

É difícil encontrar alento para tentar transmitir qualquer mensagem depois do que aconteceu ontem, na partida em que o Fluminense perdeu de forma sem vergonha para o Ceará.

E não me venha agora o Fred teatralizar o ocorrido escondendo-se detrás de narrativas mimizentas de pré-jogo.

Ora bolas Capitão (que passada de mão na cabeça do otário! Ou não somos TODOS do #TIMEDETODOS?): um elenco cascudo, veterano e campeão, como esse que foi montado pelo Vice-Presidente de Futebol,  Mário Bittencourt e pelo Diretor Executivo de Futebol, THE MISSING Paulo Angioni, não pode ter medo de baratas, nem de lacraias. Futebol sempre foi assim… e que se dane o politicamente correto…

“Futebol também se ganha em campo” é uma filosofia de pensamento de um dos mais laureados PRESIDENTES da HISTÓRIA DO FLUMINENSE, o saudoso e visionário eterno Manoel Schwartz.

Mesmo que certos PSEUDOS professores de história do “novo fluminense” sejam da linha da idolatria ao perdedor mor (ZERO título no futebol), o ex Presidente Fábio Egypto.

E esse amor platônico ao modelo Fábio Egypto de entender o futebol,  tem a mais acertada definição na frase: “Perder faz parte do jogo”… PORRA NENHUMA CAMBADAS DE HEREGES.

O Ceará teve um jogador expulso aos 28 minutos do 1° tempo… trocando em miúdos… nosso time (somando os descontos) teve mais 1 hora e 10 minutos para alterar o rumo da partida.

Quem me conhece sabe que não gosto de hipocrisia: o Ceará mereceu vencer… saiu barato.

Mas ontem os nossos 66% de posse de bola foram acéfalos, desorientados e burros.

E para piorar: TIME CUZÃO! Cadê os cascas grossas? Cadê os experientes? Cadê a inteligência dos cabos eleitorais? Cadê os jogadores bons de vestiário?

Nada! SE OMITIRAM!

Nunca gostei de perder.  Não combina com o nosso VERDADEIRO DNA (não essa merda de dêneá dessa basofia “novo fluminense”)! 

Mas o de ontem extrapolou.

O maior e melhor lutador e treinador de porrada que já existiu no universo, o tricolor  Carlson Gracie, tinha uma expressão que definia ao lutador covarde e frouxo: GALO FUJÃO.  Ontem, com sorte, fomos um PINTINHO AMARELINHO.

E se não bastasse tudo o que essa derrota significa,  ainda temos o TEATRO GARANTIDO… Quer dizer que o nosso Capitão ficou revoltado com a cera do goleiro adversário… belo despertar que somente aconteceu na décima (sim… décima) derrota. Mas por que essa raiva toda se certamente o Marcos Felipe é o goleiro de time grande (ou a normalidade da derrota já não nos entende como time grande?) que mais faz cera (uma média de 2 câimbras por jogo em que estamos vencendo) na América do Sul?

E por último,  o Capitão fala “A gente, mesmo com um a mais, não conseguiu trabalhar a bola, tentamos jogar pelo alto e isso dificulta na hora de fazer o gol”… ora bolas meu querido, você (que já vestiu a camisa do Atlético Mineiro dentro das Laranjeiras) regressou ao Flu há  exatos 16 meses… e só agora se deu conta de que o seu time não consegue trabalhar a bola??!!

O Presidente do Fluminense, Mário Bittencourt tem que tomar uma atitude  drástica e demitir de uma canetada só:

a) O executivo Paulo Angioni;

b) O C.E.O. Fernando Simone;

c) O Vice Presidente de Esportes Olímpicos, Márcio Trindade;

d) O Secretário (que não apresenta as atas) Ricardo Lopes, também chamado de Ricardo Cremona;

e) O Diretor Executivo de Comunicação,  Ronaldo França;

f) Todo o Departamento de Marketing;

g) O Vice Presidente de Porra Nenhuma, o SUPOSTAMENTE CANDIDATO A DEPUTADO,  Edmundo Coelho;

h) Todo o Departamento do Flumemória;

i) O Assessor de não sei o que, Luiz Monteagudo;

… e por último,  a demissão mais importante…

j) O Vice Presidente de Futebol Mario Bittencourt, que apesar da eloquência verbal, pelo visto, nunca deu 2 treinos na vida.

Essas demissões (todas) seriam um bom começo… podem me cobrar… o discurso de reeleição  vai se esconder detrás da possível pacificação política do clube e da importância da união. Aguardarei ansiosamente por isso.

Devemos ganhar do Sport. Temos a obrigação. Nunca foi tão fácil conseguir uma vaga para a Libertadores.

Para terminar…

QUANTOS SÓCIOS DO FLUMINENSE, EM DIA COM AS SUAS OBRIGAÇÕES, PERDERAM O DIRETO A VOTO DESDE A ÚLTIMA SEXTA-FEIRA?

Sem esquecer de reafirmar que…

SOMENTE AS VITÓRIAS FAZEM PARTE DO JOGO… PORQUE SOMENTE VITÓRIAS FABRICAM TÍTULOS.

O texto é de total responsabilidade do autor.

“VAMOS VIRAR NENSE” – Opinião Antonio Gonzalez

VAMOS VIRAR NENSE (por Antonio Gonzalez)

O Fluminense entra em campo logo mais, em Fortaleza, contra o Ceará que tem a imperiosa obrigação de vencer, namora o Z-4. O nosso querido (e único) tricolor está a 2 pontos do G-6. Por diante temos o Internacional (6°) e o Corinthians (7°), ambos com 41 pontos. A equipe gaúcha, que entrará em campo conhecendo o nosso resultado, terá uma parada difícil pela frente: o São Paulo em pleno Morumbi, necessitado de pontos. Já o time do Parque São Jorge pode acabar de enterrar a Chapecoense.

Infelizmente jogaremos desfalcados do John Kennedy. Nem o Abel Hernández, nem o Bobadilla e nem o Fred, ocupam e aproveitam os espaços do campo, nem imprimem a velocidade do moleque atrevido de Xerém. JK traz consigo o tesão e a fome de ser alguém no mundo do futebol.

Portanto, hoje e sempre, VENCER OU VENCER!!!

xxx

NA RISCA DA GRANDE ÁREA:

  • Presidente Mário Bittencourt: por favor cumpra com a sua promessa de campanha… a implementação do voto ONLINE na próxima eleição tem que ser feita ou SIM ou SIM;

-Presidente Mário Bittencourt: por favor… é urgente que se resolvam os problemas que estão ocorrendo com os cadastros e pagamentos dos Sócios do Fluminense. O senhor deve comparecer imediatamente diante da torcida e esclarer todos os questionamentos que existem, além de garantir o direito a voto a todos aqueles que cumpriam estatutariamente as com exigências estabelecidas para tal;

  • O que faz o C.E.O. (sic) Fernando Simone?;
  • O que faz o Assessor de Não Sei Lá o Que, Luiz Monteagudo (ex dirigente do Grupo Político Tricolor de Coração) trabalhando profissionalmente no club. Confesso que gostaria saber qual é o real desenho da função e quais os requisitos necessários para ocupá-la?;
  • O escrete do Voley Feminino começou perdendo;
  • Vocês repararam que tanto Odair Hellman, Roger Machado e Marcão do Tik Tok, tem o mesmo perfil de respostas (mudando apenas a verborragia) nas coletivas de imprensa depois das derrotas do Flu? Parece roteiro mastigado pelo Departamento de anti-Comunicação do FFCZ;
  • Presidente Mário Bittencourt: por favor, o senhor já tem a data da coletiva onde será dada a resposta à oferta do Pedro Antonio sobre a conclusão das obras do Centro de Treinamento? Na minha opinião a sua resposta tem a obrigação de ser positiva.

QUE VENHA O CEARÁ!!!

O FLUMINENSE PRECISA DA SUA TORCIDA

VOTOONLINENOFLU

VOTOONLINEJÁ

O texto é de total responsabilidade do autor.

” Há 20 anos” Opinião Antonio Gonzalez

Há 20 anos  (por Antonio Gonzalez)

Meu avô, um pouco antes de falecer em 1973, já com a diabetes em estado bem avançado, disse umas palavras que me servem de exemplo até os dias de hoje: “Meu querido neto: o tempo não passa, o tempo voa!”

E o Antonio Sanchez Barreiro, o velho Careca do Restaurante Yankee Brasil, na Rua Rodrigo Silva nº 32, em pleno pulmão centro da cidade, entre a 7 de Setembro e a Assembleia, tinha razão. Passadas quase 5 décadas, agora ele é uma estrela, eu um diabético problemático, emocional.  Sim a velocidade do tempo é cruel e, sem cuidado, pode ser definitiva.

A performance do histórico e lendário boxeador Evander Holyfield, neste fim de semana, traz consigo elementos de que a grandeza um dia alcançada passou porque o tempo voou.  E o grande campeão tornou-se uma presa de fácil alcance e curto recorrido. Provavelmente com o bolso mais recheado de dólares.

Beijar a lona é para valentes e voltar a ficar de pé é para HOMENS. Mas o querer só existe se acompanhado pelo verbo poder.  QUERER É PODER.

Vivemos o momento em que se honram as vítimas de umas das maiores barbáries que já existiram no planeta terra, quiçá em todo universo: os atentados perpetrados pela organização fundamentalista islâmica al-Qaeda (além das  Torres Gêmeas também, naquele 11/09/2001, teve mais avião caindo: um no Pentágono e outro na zona rural perto de Shanksville, na Pensilvânia).  20 anos depois aquelas cifras assustam: Houve um total de 2 996 mortes, incluindo os 19 sequestradores.

Lembro que naquele dia eu estava na antiga Academia Staff, que existia na Rua Machado de Assis. Meu treinador de boxe na época era o Márcio, um mago da arte de ensinar, que naquela manhã colocou-me para “apanhar gostoso”, num daqueles treinos em que o ar desaparece e os miolos dão cambalhotas. Uma vez finalizada a atividade, fui para a Sala de Cardio, 40 minutos de bicicleta. Do nada a televisão mostra uma das torres em chamas. Um terrível acidente, afirmavam. Corre-corre pelas ruas de Nova Iorque, incertezas.

Do nada, de forma totalmente imprevisível até para o mais futurista dos escritores apocalípticos, outro avião se choca contra a outra torre do World Trade Center… E o que era acidente deixou de ser, tornando-se o mais sanguinário atentado da história. 

Nada mais justo do que manter viva as imagens daquele dia. Fatídico, brutal, cruel. Infelizmente não pode, nem deve ser apagado das nossas memórias. A nossa luta tem que ser para que os homens deixem de se matar. Encontrar novas e acertadas soluções para a humanidade deve ser a missão.

Quase 3 meses depois, para ser exato era o dia 8 de dezembro de 2001, recebi uma missão oficial do Fluminense: fui designado pelo clube junto ao comando do Batalhão de Choque da Polícia Militar de Curitiba, como o representante pelos 20 ônibus de torcedores tricolores que se dirigiram à capital do Paraná. Era a semi-final do Campeonato Brasileiro, 3 a 2 para o Athético Paranaense, fomos roubados… em campo e no regulamento: arbitragem caseira e disputa a um jogo.

Já na estrada, depois de sairmos das garras da PM (a porrada comeu e foi feia, tivemos mais de 30 torcedores baleados – bala de borracha – pela JUDARIA de quem deveria ter proporcionado segurança), muito puto com a derrota e com a 3ª colocação definitiva na competição, tive a sensação de que o Presidente David Fischel terminava o primeiro mandato com um forte processo de recuperação e resgate:  de campeão da Série C em 1999 a 3º no Brasileiro de 2001.  Pelo menos isso. Mas era muito pouco.

A história das falsas narrativas são direcionadas a tirar méritos e criar monstros: se não fosse o surgimento da Vanguarda Tricolor o Fluminense teria desaparecido, nenhum clube no mundo teria resistido a presidentes (consecutivos) como Gil Carneiro e Álvaro Barcelos que sucederam a um Arnaldo Santhiago que fez a dívida do clube saltar de 3 para 25 Milhões entre 1993 e 1995. Três presidentes com fortes laços de amizade com o feudalismo dos Esportes Olímpicos e a galera do Social que é comandada pela mesa do whisky (que existe até hoje e elegeu ao Peter, ao Abad e ao Mario).

Na primeira parada dos ônibus num posto de gasolina e com restaurante, carros da Polícia Rodoviária Federal nos aguardavam.  Dei graças a Deus, impossível qualquer tipo de confusão, queria estar chegando ao Rio no menor tempo possível.  Relaxei, depois de descobrir que não havia almoçado, era imperioso colocar combustível no corpo.

Pensar que 2 anos depois de passar pela penúria da 3ª divisão estávamos entre os 3 primeiros clubes do Brasil, merecia muito fincar os joelhos no chão e levantar as mãos ao céu…

Mas não representava nada para os 1.000 tricolores que estiveram na Arena da Baixada, gente que cresceu vendo ao Flu entrando em campeonatos para vencer.

Gritar “É CAMPEÃO!!!” é um orgasmo diferenciado. É muito mais do que ejacular. Choramos de prazer.

Mas a Vanguarda Tricolor cometeu um grande erro: em nome de uma pacificação política NÃO PUXOU A DESCARGA.

20 anos depois o tempo não passou, ele voou. A humanidade, apesar de parte dela ainda cultivar velhos hábitos de não convivência (racismo, xenofobia, homofobia), acelera à uma velocidade gigantesca, as novas tecnologias estão muito acima do dicionário básico de quem se esconde nas redes sociais.

E o Fluminense 20 anos depois? 

Vocês lembram dos 25 milhões de dívida que o Arnaldo Santhiago deixou?  Dizem que hoje são 750… mas com a opaca transparência alguns pensam na casa de 1 bi.

E ao não puxar a descarga a Vanguarda Tricolor permitiu que aqueles a quem ela derrotou com o discurso de limpar o clube, voltassem a ocupar lugar de destaque. E o pior, eleger o presidente do Flu.

A década de 1990 representou um Fluminense que vivia no reino de Alice no País das Maravilhas, um verdadeiro paraíso de empresários e as suas respectivas barangas.

20 anos depois da tragédia dos U.S.A., tirando a Era Unimed, o que temos para comemorar?

Nada! Mais do mesmo e as consequências daquela babaquice chamada “novo fluminense” criada para eleger o Peter Siemsen. Fábrica de factoides, sem projetos reais, criação de falsas narrativas, segmentação do ódio na divisão da torcida.

O Fluminense necessita uma mudança radical. O câncer tem que ser combatido, extirpado se necessário.  O modelo deste século é outro e a distância aumenta para com quem está à frente.

As novas tecnologias estão muito acima do dicionário básico de quem se esconde nas redes sociais.  Transformar a contratação em definitivo do mítico Caio Paulista em evento do ano é coisa de gente medíocre.

Tenho muito orgulho da campanha do voto ONLINE. Conhecer o Estatuto é fundamental. Não é um laboratório, nem se necessitam alquimistas, menos ainda sem personalidade.

Hoje jogaremos no Maracanã contra o São Paulo. O que acho? Espero vencer sofrendo como sempre e mantenho a ilusão de que tem possibilidade de ser campeão brasileiro.  Basta não atrapalhar.

Manter a ilusão? Sim. Nascemos para ser CAMPEÕES!!!

Me despeço com as palavras do Patrick Bruel, um cantor e compositor francês de origem judaica.

“No creo ya lo que hay pintado en la pared,
No creo ya el mismo rollo otra vez,
No estoy para sonrisas de salón,
Déjame gritar mi rabia déjame…” (Romper la voz – Patrick Bruel)

É fundamental começar o 2º turno passando o carro na galera do Morumbi!!!

Antonio Gonzalez

” Quanto REALMENTE custa o Departamento de Futebol do Fluminense? ” Opinião por Antonio Gonzalez

Quanto REALMENTE custa o Departamento de Futebol do Fluminense? (por Antonio Gonzalez)

Nas redes sociais e até mesmo alguns analistas financeiros andam dizendo que a folha salarial do Departamento de Futebol do clube é de 4 milhões de reais. Discordo. Deve andar perto da casa dos 7 milhões sem encargos.

Apesar da falta de transparência no site e da gestão, podemos fazer projeções (mesmo sem saber o que é CLT, IMAGEM e PJ)

Explico. Dividi em grupos.

1) MEDALHÕES: Fred + Nenê + Ganso + Manoel + Egídio + Cazares = no mínimo 2 milhões e 200 mil reais sem encargos.

2) SUPLENTES DE LUXO: Muriel + David Braz + Matheus Ferraz + D.Barcelos + Lucca + Hudson + Wellington + Nonato + A.Hernandez + Bobadilla = no mínimo 1 milhão e meio de reais sem encargos.

3) DEMAIS TITULARES: M.Felipe, + Samuel + Nino + L.Claro + Martinelli + Y.Felipe + Caio Paulista + Biel = no mínimo 1 milhão de reais sem encargos.

4) SUPLENTES MADE IN XERÉM: Calegari + Luiz Henrique + John Kennedy + Kayky + André + Luan + Matheus Martins + Miguel + outros de Xerém = No mínimo 500 mil reais por mês sem encargos.

Até aqui, SUPOSTAMENTE, 5 milhões e 200 mil reais.

Vamos em frente.

5) SUB ANGIONI: por baixo, 150 mil reais por mês sem encargos.

6) COMISSÃO TÉCNICA DO ROGER: também por baixo, 400 mil reais sem encargos.

7) COMISSÃO TÉCNICA PERMANENTE : Marcão, Ailton, Edvaldo, André Carvalho, Marco Salgado & demais = 100 mil reais sem encargos aproximadamente.

8) JOGADORES CEDIDOS ONDE O CLUBE PAGA PARTE OU TOTALIDADE DOS SALÁRIOS: Pablo Diego, Frazam e outros = 200 mil reais por baixo sem encargos.

9) Médicos, Fisioterapeutas, Fisiologistas, Roupeiros, Massagistas, Preparadores Físicos, Nutricionista, Psicólogo = 250 mil reais por baixo sem encargos.

10) HERANÇAS ADMINISTRATIVAS DO PETER E DO ABAD: Angioni, Marcelo Peña, Rodrigo Henriques + auxiliares = 250 mil reais sem encargos.

11) PREMIAÇÕES: variável.

12) CUSTOS DO SUB-20 e dos atletas de Xerém já com contrato profissional = 300 mil reais por baixo sem encargos.

Sem esquecer os custos tipo Kombi CT/Laranjeiras/CT para lavagem da roupa de treino.

Concluindo, por baixo, sem encargos, chega -se facilmente a 7 milhões de reais … Sem encargos.

Qual é o problema?

  • O clube arrecada pouco como um time de Série A, Copa do Brasil e Libertadores. Os patrocínios deixam a desejar.
  • A direção contrata sem critério e mal. Por exemplo, dos grupos 1 e 2 quais jogadores seriam titulares absolutos nos 12 principais clubes do país da Série A? A realidade é que gastamos mal.

O Fluminense na atual gestão pratica o futebol de resultados. Até agora tem dado certo, mas distante de conquistar títulos.

E as mentiras e mentirinhas na vida: tem começo, meio e fim.

Para terminar…

Tá cheio de palhaço de arquibancada metido a filósofo: se vocês preferem virar a cara para o outro, o problema é de vocês. Só não encham o saco dos poucos torcedores que realmente tem consciência e se preocupam com o futuro.

Que venha o América Mineiro.

NO FINAL DAS CONTAS É O FLUMINENSE QUEM PAGA A CONTA!!!

Antonio Gonzalez

“Meu repúdio” Opinião por Antonio Gonzalez)

Não sei o que me resta de vida. Desde fevereiro o meu mundo ficou diferente, minha saúde física e mental deu sinais inequívocos de insatisfação. Portanto vou escrever o que penso sobre a relação do clube com a suas torcidas organizadas, em especial a Força Flu, antes que o meu tempo se cale.

Quando tudo vai bem, as mensagens vindas de dentro do intramuros de Álvaro Chaves – 41, advertem que o clima é de parceria. As mensagens de Whatsapp não mentem no famoso e falso “se der merda deixa comigo”.

Tudo as mil maravilhas… Love is in the air… O amor de castelo de areia é lindo.

Mas bastou surgirem os maus resultados para que a fábrica que se utiliza de falsidades e mentiras para chegar aos objetivos de alcançar o poder, ficasse incomodada com as manifestações públicas da Força Flu, onde o desgosto pelos péssimos resultados (3 derrotas consecutivas) obtidos ficou latente.

E esses descontentamentos tinham nome e sobrenome: Egídio, Ganso e Roger.

Ponto.

Para nada foi um ato político como covardemente tentam se escorar os mentirosos de aluguel.

Veio o dia seguinte e pintou a 4.849a. porradinha entre membros de organizada do Fluminense. Os homens do lado da razão. Nada além disso. Esse é o idioma que se fala.

Da Bravo não vou falar. Não representa os valores que a arquibancada vencedora me ensinou.

Já da Força Flu sim. Tenho história lá dentro. Como vejo? Simples. É o reencontro com a sua identidade.

Sempre foi assim, venceu, bate palmas… perdeu, cobra.

Isso é torcida de time GRANDE.

E o que faz a direção do clube? Se aproveita do momento e PROIBE que as organizadas façam mosaicos e enfeitem o estádio com suas faixas e bandeiras.

Para piorar o péssimo Departamento de Arenas assume a responsabilidade de fazer o mosaico. E cá para nós: se o apresentado é fruto do trabalho de uma empresa contratada, pobre de nós. Posso adiantar que não é a empresa que PROFISSIONALMENTE trabalha nesse sentido para o Flamengo.

O momento não é de retrocesso, nenhum passo atrás. A atual gestão do Fluminense cruzou a fronteira, quis se tornar a dona de tudo e mostra o repúdio que sente pelo cheiro do torcedor consciente.

A Força Flu tem que procurar a Justiça. É URGENTE. A arquibancada é o nosso altar, é solo sagrado batizado há mais de 100 anos por nuvens de pó de arroz.

Portanto deixo latente o meu repúdio. Isso que está aí não tem identificação com o verdadeiro Fluminense.

Mas resta uma bala a eleição em novembro de 2022. Ou muda de vez ou troca o nome para Compra e Venda Football Club.

Terminando, meu querido Presidente Mário Bittencourt: o seu Vice Presidente Edmundo Coelho, declarou em uma LIVE (no Canal do Marcelo Jorand) na semana passada que é favorável ao voto ONLINE. E isso foi importante… saber que não existe unanimidade dentro do Conselho Diretor – de um lado os interesses dos Esportes Olímpicos e daqueles que vivem dos seus contra-cheques do FFC, do outro estarão os que pensam na perenidade do clube – traz consigo esperança.

Hoje tem Cerro Porteño. Vencer com tranquilidade é obrigação.

Até qualquer dia.

Antonio Gonzalez – FORÇA FLU – OLD SCHOOL

Resultado injusto, placar mentiroso e os mesmos de sempre. Opinião Antonio Gonzalez

RESULTADO INJUSTO, PLACAR MENTIROSO E OS MESMOS DE SEMPRE (por Antonio Gonzalez)

Quando vi a escalação que foi a campo ontem à noite contra o Ceará, percebi que o Roger sabia que o adversário era daqueles de princípios reativos, bem parecidos com os administrados, no Fluminense, pelo treineiro gaúcho.

Certamente essa foi a escalação inicial com menor média de idade que foi a campo nesse Campeonato Brasileiro, mais leve, com oxigênio e pulmões diferenciados, rápidos.

Com o Luiz Henrique e o Caio Paulista (hoje a nossa principal válvula de escape) fazendo o corredor, só que com maior objetividade ofensiva, encontramos “a grande novidade” no posicionamento do Gabriel Teixeira, que atuou centralizado, entrelinhas, o que permitiu um maior número de quilômetros abrangidos pelo o que deveria ser o nosso meio de campo. Biel por vezes faz com que eu lembre do Zé Roberto (campeão em 1973 e 1975), canhoto e oriundo da nossa base: jogadores de qualidade individual que não se importam de ser coadjuvantes em prol do coletivo.

A atuação time, muito longe do mínimo desejável, foi acima do nível apresentado e exigido nos últimos tempos.

Mas… desta vez apareceu a figura que alterou o destino traçado: o goleiro adversário com 2 defesas de impacto que decidiram o placar.

Na saída do Fred (espero que fique apenas no susto e no sinal de alerta) Roger apostou no Lucca e nesse caso não há muito o que dizer que não seja de indignação. Eu teria colocado o Kayky, visando os últimos 20 metros de campo: velocidade, passe, drible, arrancada e definição.

De resto, mais um ponto, num total de 14 em 10 jogos, o que se mantida a proporção até o momento, chegaríamos ao 53 ao final da 38a. rodada. Hoje ocupamos o 10° lugar, com a mesma pontuação do 8°, entretanto podendo ser ultrapassado pela dissidência e pelo Corinthians, ambos com jogos a menos.

Ou seja, para começar a pensar na Libertadores 2022 é preciso subir o tom. Não obstante vale ressaltar que a 5a. colocação no passado Brasileirão foi obtida pelos 64 pontos conquistados. A equipe do Athlético Paranaense que ficou com a 9a. posição obteve 53 pontos.

Fica a dica!

Mudando o rumo da prosa…

Falando em velha política: o que significa?

Tem uma galerinha que se diz oposição (mas que na essência não é) que nas rádios de fofocas nos corredores do clube e nos grupos de Whatsapp, tem como esporte favorito TENTAR me dar porrada, colocando-me a pecha de representar a velha política.

Vamos lá então:

Antonio Gonzalez apoiou o Horcades ou ocupou cargo na gestão dele? NÃO!

Antonio Gonzalez fez campanha política para candidato Peter Siemsen e participou da destruição moral da candidatura do Júlio Bueno (com um milhão de vezes com mais conteúdo e estofo) com atos como contratar bandinha para cantar “Se gritar pega ladrão” ou através da falsa acusação de ficha suja? NÃO!

Antonio Gonzalez bancou financeiramente a participação de algum Vice Presidente na gestão Peter? NÃO!

Antonio Gonzalez ocupou cargo na gestão Peter Siemsen, seja noprimeiro ou segundo mandato? NÃO!

Antonio Gonzalez enquanto Conselheiro aprovou as contas das gestões Peter Siemsen? NÃO!

Antonio Gonzalez participou ou deu o seu nome em apoio ao então candidato Mário Bittencourt na eleição de 2016? NÃO!

Antonio Gonzalez aceitou o convite para trabalhar de forma REMUNERADA no FFC na gestão Pedro Abad? NÃO!

Antonio Gonzalez participou ou deu o seu nome em apoio ao então candidato Mário Bittencourt na eleição de 2019? NÃO!

Antonio Gonzalez fez parte da Flu+, Tricolor de Coração, Flusócio ou Ideal Tricolor (grupos que apoiaram e elegeram o Peter Siemsen e o Mário Bittencourt? NÃO!

É melhor parar por aqui.

QUEREMOS O NOVO, O DESCONHECIDO QUE VENHA PARA REVOLUCIONAR.

Esse papinho de defenestrar currículos é a arma dos de sempre. Já conheço o modus operandi dos que REALMENTE FAZEM E OPERAM A VELHA POLÍTICA.

Repito:

QUEREMOS O NOVO, O DESCONHECIDO QUE VENHA PARA REVOLUCIONAR.

Se não tiver intimidade com o playground não desça para brincar.

Terminando:

BEIJUNDAS NESSA OPOSIÇÃO SITUACIONISTA.

Antonio Gonzalez

O FLUMINENSE NASCEU PARA TROCAR PORRADA: O CHOQUE DE REALIDADE NECESSITA UM CHOQUE DE GESTÃO. Opinião Antonio Gonzalez

O FLUMINENSE NASCEU PARA TROCAR PORRADA: O CHOQUE DE REALIDADE NECESSITA UM CHOQUE DE GESTÃO. Opinião Antonio Gonzalez

Nesses dias de frio onde a água encontra duplo significado, quente e fria nas situações do cotidiano, uma vez passadas mais de 40 horas da mágica vitória sobre o Clube de REGATAS do Flamengo, que tem que ser comemorada e muitíssimo “recomemorada”. Um grande feito, que os adversários (mesmo sabendo da qualidade do nosso elenco, da teimosia do treinador ranzinza que inclusive se esqueceu de como se comemoram gols como o do André) aprendam a nunca tratar ao Fluminense como cachorro morto, nem a nos chutar como se fossemos uma caixa de papelão carcomido.

Somos a história porque CONSTRUÍMOS A HISTÓRIA!

Tem que respeitar! Apesar de que há muito as nossas canetas esgotaram em inspiração.

O Fluminense tem que ser REVERENCIADO pela sua importância para o futebol brasileiro e mundial. Então se o novos mulambos querem trocar porrada com a gente tem que se revestir de modéstia e deferência. Ou nos derrubam nos primeiros assaltos ou aprendam que por pontos não nos vai ganhar (a não ser com a cumplicidade e ajuda arbitral).

A juventude tricolor (isso já foi nome de torcida organizada) resolveu a parada: o trabalho que em seu dia foi iniciado na era moderna por Nilson Matos, Milton de Souza, Julio Dutra, Carlos Henrique Ferreira, dirigentes que durante décadas trabalharam todos os dias do ano GRACIOSAMENTE pelo futebol de base nos anos em que as revelações eram chamadas de prata da casa.

Hoje, são os “Moleques de Xerém”.

Equivoca-se aquele que coloca na conta de algum figurão contemporâneo e/ou desses dirigentes REMUNERADOS (alguns fugazes) que são os grandes responsáveis pela constante produção. ZERO!!! O que tem que ser RESPEITADO é o trabalho do Ivan Proença no Futsal que é fonte de abastecimento à matriz, que fica na Baixada, terra do Zeca Pagodinho, que é o rei da região. O sambista faz jus à condecoração sujeito homem que é.

Todavia ainda resta tinta para esse domingo, o maravilhoso 4 de julio de 2021. As presenças do Samuel Xavier e do Caio Paulista trouxeram um pouco mais de equilíbrio às linhas, da mesma forma que ao contrário do, péssimo, embate contra o Athético Paranaense, estavam mais conjuntadas. O problema de qualquer treinador que dirija o Fluminense é ser obrigado a ter um menu onde o prato do dia está repleto de veteranos refugos, já sem o gás que se necessita para desenvolver esporte de alto rendimento. Todavia quem corre são os Marcos Felipe, Calegari, André, Martinelli, Gabriel Teixeira, Luiz Henrique e Kayky. Por agora, mais uma na conta do Covid-19: as 5 substituições.

E como elas fazem a diferença!

É justo reconhecer que o Roger Machado, DESTA VEZ, modificou o jogo com os câmbios feitos. E quando o Fluminense joga para o gol dá igual ser Gil Carneiro, Álvaro Barcellos, Roberto Horcades, Peter Siemsen, Pedro Abad ou Mário Bittencourt, o Presidente: o nosso DNA (o verdadeiro não aquele que o departamento de Marketing insiste em nos vender há 11 anos) é jogar para vencer SEMPRE ATACANDO. Não gosto do nosso treineiro, sua forma de ser não produz nenhuma afinidade. O que ele tem feito com os atletas desse elenco, que por sinal é muito desequilibrado, assusta. O que realmente não impede de identificar o quanto funcionou no domingo passado.

O Fluminense nasceu para trocar porrada, nós somos assim! Nossas conquistas, todas, tiveram como água batismal a forte presença do espírito de luta. Sempre com valentia e disposição.

Aprender dos erros é necessário: a tragédia da derrota para a boa (e super bem treinada) equipe do Athlético Paranaense, numa disputa em que o Fluminense literalmente foi atropelado por um furacão, toda e qualquer reflexão, desde que regenerativa faz-se essencial para o seguir e conseguir avançar.

Faltam 7 dias para o 1° jogo contra o Cerro Porteño e 14 para a partida da volta. São as oitavas de final da Libertadores.

De saída, até a data, serão as disputas mais importantes do ano. Espero que não sejam as últimas. Independentemente de que o nosso time quando completo seja fraco e a montagem do elenco, apesar da falsa narrativa do planejamento, foi feitas sem parâmetros pre definidos, sem o equilíbrio necessário, de idade avançada, o FFC tem todas as chances para se classificar sob a condição…

Sob que condição?

Sob a condição de que nem o Roger, nem o Paulo Angioni, nem o Fernando Simone e o Mário Bittencourt atrapalhem. O presente tem como exigência o trabalho (desde que com proposta de regeneração de métodos e dos conjuntos de proposições), a humildade e o silêncio.

E nessa condicionante cabe o mutismo por completo dos PPPs (PASSADORES DE PANO PROFISSIONAIS). Que não atrapalhem, que enfiem essa busca desesperada por likes e seguidores no fundo das suas gavetas, que não conjuguem o verbo da plumifera vaidade. Chega de factóides e falsas narrativas construídas com o veneno das pataratas do descaro da transparência limitada, protegidos, quer dizer, escondidos sob a proteção do teclado da sinfonia dos covardes.

Para terminar, algumas perguntas para reflexão:

  • Quem vai substituir o Martinelli contra o Cerro Porteño na primeira peleja?;
  • Por que o Conselho Fiscal ainda não emitiu o parecer sobre as contas de 2020, uma vez que as mesmas foram apresentadas no longínquo 30 de abril passado?;
  • Por que o Conselho Diretor do Fluminense tem medo do voto ONLINE? Será que é medo ou é mais promessa de campanha que jamais será cumprida?.

Repito:

O Fluminense nasceu para trocar porrada, nós somos assim!

Que venha o Ceará!

Em novembro de 2022 você pode mudar o rumo, evitando o naufrágio e definitivamente certo conceitos cancerígenos de modelo de gestão do clube.

O CHOQUE DE REALIDADE NECESSITA UM CHOQUE DE GESTÃO.

Antonio Gonzalez