“Meu repúdio” Opinião por Antonio Gonzalez)

Não sei o que me resta de vida. Desde fevereiro o meu mundo ficou diferente, minha saúde física e mental deu sinais inequívocos de insatisfação. Portanto vou escrever o que penso sobre a relação do clube com a suas torcidas organizadas, em especial a Força Flu, antes que o meu tempo se cale.

Quando tudo vai bem, as mensagens vindas de dentro do intramuros de Álvaro Chaves – 41, advertem que o clima é de parceria. As mensagens de Whatsapp não mentem no famoso e falso “se der merda deixa comigo”.

Tudo as mil maravilhas… Love is in the air… O amor de castelo de areia é lindo.

Mas bastou surgirem os maus resultados para que a fábrica que se utiliza de falsidades e mentiras para chegar aos objetivos de alcançar o poder, ficasse incomodada com as manifestações públicas da Força Flu, onde o desgosto pelos péssimos resultados (3 derrotas consecutivas) obtidos ficou latente.

E esses descontentamentos tinham nome e sobrenome: Egídio, Ganso e Roger.

Ponto.

Para nada foi um ato político como covardemente tentam se escorar os mentirosos de aluguel.

Veio o dia seguinte e pintou a 4.849a. porradinha entre membros de organizada do Fluminense. Os homens do lado da razão. Nada além disso. Esse é o idioma que se fala.

Da Bravo não vou falar. Não representa os valores que a arquibancada vencedora me ensinou.

Já da Força Flu sim. Tenho história lá dentro. Como vejo? Simples. É o reencontro com a sua identidade.

Sempre foi assim, venceu, bate palmas… perdeu, cobra.

Isso é torcida de time GRANDE.

E o que faz a direção do clube? Se aproveita do momento e PROIBE que as organizadas façam mosaicos e enfeitem o estádio com suas faixas e bandeiras.

Para piorar o péssimo Departamento de Arenas assume a responsabilidade de fazer o mosaico. E cá para nós: se o apresentado é fruto do trabalho de uma empresa contratada, pobre de nós. Posso adiantar que não é a empresa que PROFISSIONALMENTE trabalha nesse sentido para o Flamengo.

O momento não é de retrocesso, nenhum passo atrás. A atual gestão do Fluminense cruzou a fronteira, quis se tornar a dona de tudo e mostra o repúdio que sente pelo cheiro do torcedor consciente.

A Força Flu tem que procurar a Justiça. É URGENTE. A arquibancada é o nosso altar, é solo sagrado batizado há mais de 100 anos por nuvens de pó de arroz.

Portanto deixo latente o meu repúdio. Isso que está aí não tem identificação com o verdadeiro Fluminense.

Mas resta uma bala a eleição em novembro de 2022. Ou muda de vez ou troca o nome para Compra e Venda Football Club.

Terminando, meu querido Presidente Mário Bittencourt: o seu Vice Presidente Edmundo Coelho, declarou em uma LIVE (no Canal do Marcelo Jorand) na semana passada que é favorável ao voto ONLINE. E isso foi importante… saber que não existe unanimidade dentro do Conselho Diretor – de um lado os interesses dos Esportes Olímpicos e daqueles que vivem dos seus contra-cheques do FFC, do outro estarão os que pensam na perenidade do clube – traz consigo esperança.

Hoje tem Cerro Porteño. Vencer com tranquilidade é obrigação.

Até qualquer dia.

Antonio Gonzalez – FORÇA FLU – OLD SCHOOL

Resultado injusto, placar mentiroso e os mesmos de sempre. Opinião Antonio Gonzalez

RESULTADO INJUSTO, PLACAR MENTIROSO E OS MESMOS DE SEMPRE (por Antonio Gonzalez)

Quando vi a escalação que foi a campo ontem à noite contra o Ceará, percebi que o Roger sabia que o adversário era daqueles de princípios reativos, bem parecidos com os administrados, no Fluminense, pelo treineiro gaúcho.

Certamente essa foi a escalação inicial com menor média de idade que foi a campo nesse Campeonato Brasileiro, mais leve, com oxigênio e pulmões diferenciados, rápidos.

Com o Luiz Henrique e o Caio Paulista (hoje a nossa principal válvula de escape) fazendo o corredor, só que com maior objetividade ofensiva, encontramos “a grande novidade” no posicionamento do Gabriel Teixeira, que atuou centralizado, entrelinhas, o que permitiu um maior número de quilômetros abrangidos pelo o que deveria ser o nosso meio de campo. Biel por vezes faz com que eu lembre do Zé Roberto (campeão em 1973 e 1975), canhoto e oriundo da nossa base: jogadores de qualidade individual que não se importam de ser coadjuvantes em prol do coletivo.

A atuação time, muito longe do mínimo desejável, foi acima do nível apresentado e exigido nos últimos tempos.

Mas… desta vez apareceu a figura que alterou o destino traçado: o goleiro adversário com 2 defesas de impacto que decidiram o placar.

Na saída do Fred (espero que fique apenas no susto e no sinal de alerta) Roger apostou no Lucca e nesse caso não há muito o que dizer que não seja de indignação. Eu teria colocado o Kayky, visando os últimos 20 metros de campo: velocidade, passe, drible, arrancada e definição.

De resto, mais um ponto, num total de 14 em 10 jogos, o que se mantida a proporção até o momento, chegaríamos ao 53 ao final da 38a. rodada. Hoje ocupamos o 10° lugar, com a mesma pontuação do 8°, entretanto podendo ser ultrapassado pela dissidência e pelo Corinthians, ambos com jogos a menos.

Ou seja, para começar a pensar na Libertadores 2022 é preciso subir o tom. Não obstante vale ressaltar que a 5a. colocação no passado Brasileirão foi obtida pelos 64 pontos conquistados. A equipe do Athlético Paranaense que ficou com a 9a. posição obteve 53 pontos.

Fica a dica!

Mudando o rumo da prosa…

Falando em velha política: o que significa?

Tem uma galerinha que se diz oposição (mas que na essência não é) que nas rádios de fofocas nos corredores do clube e nos grupos de Whatsapp, tem como esporte favorito TENTAR me dar porrada, colocando-me a pecha de representar a velha política.

Vamos lá então:

Antonio Gonzalez apoiou o Horcades ou ocupou cargo na gestão dele? NÃO!

Antonio Gonzalez fez campanha política para candidato Peter Siemsen e participou da destruição moral da candidatura do Júlio Bueno (com um milhão de vezes com mais conteúdo e estofo) com atos como contratar bandinha para cantar “Se gritar pega ladrão” ou através da falsa acusação de ficha suja? NÃO!

Antonio Gonzalez bancou financeiramente a participação de algum Vice Presidente na gestão Peter? NÃO!

Antonio Gonzalez ocupou cargo na gestão Peter Siemsen, seja noprimeiro ou segundo mandato? NÃO!

Antonio Gonzalez enquanto Conselheiro aprovou as contas das gestões Peter Siemsen? NÃO!

Antonio Gonzalez participou ou deu o seu nome em apoio ao então candidato Mário Bittencourt na eleição de 2016? NÃO!

Antonio Gonzalez aceitou o convite para trabalhar de forma REMUNERADA no FFC na gestão Pedro Abad? NÃO!

Antonio Gonzalez participou ou deu o seu nome em apoio ao então candidato Mário Bittencourt na eleição de 2019? NÃO!

Antonio Gonzalez fez parte da Flu+, Tricolor de Coração, Flusócio ou Ideal Tricolor (grupos que apoiaram e elegeram o Peter Siemsen e o Mário Bittencourt? NÃO!

É melhor parar por aqui.

QUEREMOS O NOVO, O DESCONHECIDO QUE VENHA PARA REVOLUCIONAR.

Esse papinho de defenestrar currículos é a arma dos de sempre. Já conheço o modus operandi dos que REALMENTE FAZEM E OPERAM A VELHA POLÍTICA.

Repito:

QUEREMOS O NOVO, O DESCONHECIDO QUE VENHA PARA REVOLUCIONAR.

Se não tiver intimidade com o playground não desça para brincar.

Terminando:

BEIJUNDAS NESSA OPOSIÇÃO SITUACIONISTA.

Antonio Gonzalez

O FLUMINENSE NASCEU PARA TROCAR PORRADA: O CHOQUE DE REALIDADE NECESSITA UM CHOQUE DE GESTÃO. Opinião Antonio Gonzalez

O FLUMINENSE NASCEU PARA TROCAR PORRADA: O CHOQUE DE REALIDADE NECESSITA UM CHOQUE DE GESTÃO. Opinião Antonio Gonzalez

Nesses dias de frio onde a água encontra duplo significado, quente e fria nas situações do cotidiano, uma vez passadas mais de 40 horas da mágica vitória sobre o Clube de REGATAS do Flamengo, que tem que ser comemorada e muitíssimo “recomemorada”. Um grande feito, que os adversários (mesmo sabendo da qualidade do nosso elenco, da teimosia do treinador ranzinza que inclusive se esqueceu de como se comemoram gols como o do André) aprendam a nunca tratar ao Fluminense como cachorro morto, nem a nos chutar como se fossemos uma caixa de papelão carcomido.

Somos a história porque CONSTRUÍMOS A HISTÓRIA!

Tem que respeitar! Apesar de que há muito as nossas canetas esgotaram em inspiração.

O Fluminense tem que ser REVERENCIADO pela sua importância para o futebol brasileiro e mundial. Então se o novos mulambos querem trocar porrada com a gente tem que se revestir de modéstia e deferência. Ou nos derrubam nos primeiros assaltos ou aprendam que por pontos não nos vai ganhar (a não ser com a cumplicidade e ajuda arbitral).

A juventude tricolor (isso já foi nome de torcida organizada) resolveu a parada: o trabalho que em seu dia foi iniciado na era moderna por Nilson Matos, Milton de Souza, Julio Dutra, Carlos Henrique Ferreira, dirigentes que durante décadas trabalharam todos os dias do ano GRACIOSAMENTE pelo futebol de base nos anos em que as revelações eram chamadas de prata da casa.

Hoje, são os “Moleques de Xerém”.

Equivoca-se aquele que coloca na conta de algum figurão contemporâneo e/ou desses dirigentes REMUNERADOS (alguns fugazes) que são os grandes responsáveis pela constante produção. ZERO!!! O que tem que ser RESPEITADO é o trabalho do Ivan Proença no Futsal que é fonte de abastecimento à matriz, que fica na Baixada, terra do Zeca Pagodinho, que é o rei da região. O sambista faz jus à condecoração sujeito homem que é.

Todavia ainda resta tinta para esse domingo, o maravilhoso 4 de julio de 2021. As presenças do Samuel Xavier e do Caio Paulista trouxeram um pouco mais de equilíbrio às linhas, da mesma forma que ao contrário do, péssimo, embate contra o Athético Paranaense, estavam mais conjuntadas. O problema de qualquer treinador que dirija o Fluminense é ser obrigado a ter um menu onde o prato do dia está repleto de veteranos refugos, já sem o gás que se necessita para desenvolver esporte de alto rendimento. Todavia quem corre são os Marcos Felipe, Calegari, André, Martinelli, Gabriel Teixeira, Luiz Henrique e Kayky. Por agora, mais uma na conta do Covid-19: as 5 substituições.

E como elas fazem a diferença!

É justo reconhecer que o Roger Machado, DESTA VEZ, modificou o jogo com os câmbios feitos. E quando o Fluminense joga para o gol dá igual ser Gil Carneiro, Álvaro Barcellos, Roberto Horcades, Peter Siemsen, Pedro Abad ou Mário Bittencourt, o Presidente: o nosso DNA (o verdadeiro não aquele que o departamento de Marketing insiste em nos vender há 11 anos) é jogar para vencer SEMPRE ATACANDO. Não gosto do nosso treineiro, sua forma de ser não produz nenhuma afinidade. O que ele tem feito com os atletas desse elenco, que por sinal é muito desequilibrado, assusta. O que realmente não impede de identificar o quanto funcionou no domingo passado.

O Fluminense nasceu para trocar porrada, nós somos assim! Nossas conquistas, todas, tiveram como água batismal a forte presença do espírito de luta. Sempre com valentia e disposição.

Aprender dos erros é necessário: a tragédia da derrota para a boa (e super bem treinada) equipe do Athlético Paranaense, numa disputa em que o Fluminense literalmente foi atropelado por um furacão, toda e qualquer reflexão, desde que regenerativa faz-se essencial para o seguir e conseguir avançar.

Faltam 7 dias para o 1° jogo contra o Cerro Porteño e 14 para a partida da volta. São as oitavas de final da Libertadores.

De saída, até a data, serão as disputas mais importantes do ano. Espero que não sejam as últimas. Independentemente de que o nosso time quando completo seja fraco e a montagem do elenco, apesar da falsa narrativa do planejamento, foi feitas sem parâmetros pre definidos, sem o equilíbrio necessário, de idade avançada, o FFC tem todas as chances para se classificar sob a condição…

Sob que condição?

Sob a condição de que nem o Roger, nem o Paulo Angioni, nem o Fernando Simone e o Mário Bittencourt atrapalhem. O presente tem como exigência o trabalho (desde que com proposta de regeneração de métodos e dos conjuntos de proposições), a humildade e o silêncio.

E nessa condicionante cabe o mutismo por completo dos PPPs (PASSADORES DE PANO PROFISSIONAIS). Que não atrapalhem, que enfiem essa busca desesperada por likes e seguidores no fundo das suas gavetas, que não conjuguem o verbo da plumifera vaidade. Chega de factóides e falsas narrativas construídas com o veneno das pataratas do descaro da transparência limitada, protegidos, quer dizer, escondidos sob a proteção do teclado da sinfonia dos covardes.

Para terminar, algumas perguntas para reflexão:

  • Quem vai substituir o Martinelli contra o Cerro Porteño na primeira peleja?;
  • Por que o Conselho Fiscal ainda não emitiu o parecer sobre as contas de 2020, uma vez que as mesmas foram apresentadas no longínquo 30 de abril passado?;
  • Por que o Conselho Diretor do Fluminense tem medo do voto ONLINE? Será que é medo ou é mais promessa de campanha que jamais será cumprida?.

Repito:

O Fluminense nasceu para trocar porrada, nós somos assim!

Que venha o Ceará!

Em novembro de 2022 você pode mudar o rumo, evitando o naufrágio e definitivamente certo conceitos cancerígenos de modelo de gestão do clube.

O CHOQUE DE REALIDADE NECESSITA UM CHOQUE DE GESTÃO.

Antonio Gonzalez

Muchas gracias Mr. President – Opinião Antonio Gonzalez

Glória a Deuxxx!!!

Habemus Papam!!!

722 dias após a posse da atual gestão, ou seja, passados 1 ano, 11 meses e 21 dias, a torcida do Fluminense recebeu a grata notícia de que FINALMENTE o Fluminense havia fechado o tão desejado patrocínio master.

EXCELENTE!!!

Seja bem-vinda Betano (empresa internacional do ramo de apostas online)! São 16 milhões de motivos para que eu acenda todos os dias uma caixa de velas para o anjo da guarda do Fluminense.

16 milhões de reais por 2 anos de contrato. 8 milhões ano.

É o nosso valor no mercado. Pena que durante bastante tempo tivemos que nos conformar com o discurso de que a nossa camisa só teria um master desde que este pagasse o quanto a atual diretoria achava que valia o nosso espaço de exposição da marca. Tiveram que recuar.

Obviamente que por questão de CREDIBILIDADE, de pertencer à comunidade do futebol e por ter investidores dispostos a injetarem grana no clube, tardamos somente 722 dias para cumprir essa badalada promessa de campanha.

Mas não podemos esquecer de que a torcida do Fluminense está vacinada com relação a patrocínios. Entre permutas e mais permutas, já vimos desfilar pseudo gigantes que chegaram ao clube como extraterrestres e foram embora sem deixar saudades, somente dores de cabeça.

Nossos últimos masters tiveram começos de luzes e finais de trevas: Mate Viton e Valle Express.

Isso sem falar da cereja do bolo da gestão Peter, a Dryworld.

Então, cabe a este humilde torcedor alertar ao Fluminense para que esteja sempre atento. É a melhor forma de não ser pego desprevenido.

Como tudo o que ocorre no clube nessa gestão, a tal famigerada transparência continua passando distante:

a) em que condições foi feito o distrato com a Betmotion? Os SUPOSTOS 2 milhões de reais (suposto montante do contrato) foram recebidos integralmente na ocasião da assinatura do contrato (01/02/2021) ou o pagamento era mensal? E se o pagamento era mensal a Betmotion estava em dia?;

b) a própria Betmotion em sua nota oficial fala que a rescisão do contrato foi UNILATERAL, ou seja, foi o Fluminense quem desfez a parceria. Assim sendo: existia alguma multa pelo rompimento do negócio?;

c) por outro lado, essas 16 milhas da Betano chegam free ou existem comissões pelo meio do caminho? E se existem comissões, quem são os comissionados? Existe algum tipo de comissão destinada à alguma pessoa ligada ai clube?.

Somente, sem qualquer tipo de suspense que não seja a cara da verdade, queremos saber!

HOW MUCH TRANSPARENCY DO WE REALLY WANT?

De todas as formas meus parabéns Señor Presidente. É todo um luxo para o clube contar com uma pessoa tão abenegada a dirigi-lo. Muito obrigado.

Não obstante seria interessante que no nosso Balanço/2020 pudéssemos encontrar vestígios de detalhamento das despesas com intermediários. Essa rubrica é chatinha né… faltam cores e sobram dúvidas. Muitas.

Por último… que coisa feia a mensagem da comunicação do clube ao desdenhar da torcida: a frase “CADÊ O MASTER? CADÊ O MASTER? CADÊ O MASTER?” utilizada nas mídias sociais é de uma baixeza amoral. É assim que vamos captar novos sócios? Quem pensou e criou essa mensagem não conhece o verdadeiro caráter do torcedor Tricolor. Não passa de um repugnante.

Humildade começa com os pés e sala de troféus somente cresce com títulos… e cá para nós: depois da saída da Unimed, do Vice-presidente Geral Celso Barros, NÃO GANHAMOS NADA.

E término dizendo o que repito desde o dia 10/06/2019: O SUCESSO DO MÁRIO BITTENCOURT SERÁ O SUCESSO DO FLUMINENSE.

Portanto: muita sorte Mr. PRESIDENT.

xxx

RECORDAR É VIVER

Já que estamos cumprindo, passados 722 dias, uma das PROMESSAS de campanha, que tal não cumprir algumas outras?

O voto ONLINE e o projeto de revitalização das Laranjeiras, o LARANJEIRAS XXI pedem passagem.

Logo mais tem Copa do Brasil. Precisamos VENCER OU VENCER.

“E a hipocrisia continua, agora em forma de mosaico” -Opinião Antonio Gonzalez

“E a hipocrisia continua, agora em forma de mosaico”

Para começar quero deixar explícito o meu agradecimento a todos que tem participação direta e indiretamente da confecção dos mosaicos que este ano tem brilhando, na ausência de público presente, nas arquibancadas do Maracanã.

Liderados pelo Balú, que é Presidente da Força Flu, torcedores Tricolores tem trabalhado com afinco em nome desse sentimento que se traduz nas 3 cores que traduzem tradição.

Por falar em Força Flu tenho que ressaltar o trabalho que vem sendo realizado. A sua Diretoria tem quadros excelentes: Fábio Esteves, Gabriel Diniz, Phillipe Garcia, Bruno Gasparzinho e Regis Barbosa, entre outros, que liderados pelo Balú, tem colocado a torcida de volta ao seu protagonismo histórico.

Mas… e os mosaicos?

É nítido, visível que do 1° mosaico realizado na reta final do Campeonato Brasileiro de 2020, que terminou este ano, até o que a nossa torcida preparou ontem, existe uma grande evolução.

Isso é uma coisa que a visão leiga pode até definir como apoteótico. Mas o ritmo deve ser mais forte. E nesse sentido, friamente analisando, o trabalho realizado pelo arquirrival é de excelência por uma simples razão: no Flamengo a realização dos mosaicos é profissional e feita (design e produção) por profissionais.

É certo que o mosaico que já está preparado no Maracanã, para o jogo de amanhã, está bem acima da nossa média.

O que não é certo é a Comunicação do Fluminense querer cagar cheiroso a essa altura do campeonato… logo o nosso clube que boicotou o projeto levado pela Força Flu com relação aos mosaicos.

A proposta levada ao clube pela Força Flu (que teve 28 assinaturas de apoio de outras organizadas, movimentos e, até torcidas Tricolores de outros países; só não quiseram participar 2 organizadas e 1 movimento) foi desdenhada pela Diretoria desde o primeiro minuto.

Em que consistia: a mesma empresa que faz os mosaicos do rubronegros faria os do Fluminense. Só que enquanto na Gávea ELES PAGAM, no Flu seria o contrário, o nosso clube receberia uma verba por isso. A própria empresa realizadora faria a captação de verbas.

Por 20 jogos, do projeto que custaria sobre 380 mil reais, o FFC receberia mais de 80 mil.

Na hora de decidir, quando a Força Flu procurava o Conselho Diretor para aprovar a minuta do contrato recebiam a seguinte resposta: “procurem a responsável por Arenas”… que foi procurada e, como era esperado (essa gestão é mais previsível que peixe de aquário redondo) nada resolveu e a equipe de licenciamentos colocou a pá de terra para sepultar o projeto.

E agora somos obrigados a ver a HIPOCRISIA explícita da Comunicação do clube emitindo notinhas de louvor ao mosaico.

E assim caminha essa gestão, se não bastasse rasgar dinheiro com o Evanilson, com o Marcos Paulo, com o Miguel, com o Praxedes, com o Cacá e com a prematura pseudo venda do Caíque… se não bastasse estar a ponto de completar 24 meses de governo sem patrocínio master… NÃO TEM A MÍNIMA SENSIBILIDADE, NEM VISÃO PERIFÉRICA, para até mesmo ganhar dinheiro com um simples mosaico.

O tempo é o Senhor e o dono da razão.

Amanhã tem que ser VENCER OU VENCER!!!

#VOTOONLINENOFLU

Foto destaque Fluminense FC.

O texto é de total responsabilidade do autor.

É GUERRA – Opinião Antonio Gonzalez

É  GUERRA

Estamos de volta sabedores que a história nos deve uma.  E pensar que fazem 50 anos que fomos apresentados:

“29/01/1971 –
PALMEIRAS-SP 0 x 2 FLUMINENSE-RJ –
COPA LIBERTADORES DA AMÉRICA

Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho – Pacaembú – São Paulo / SP – Brasil –
Público: 26.687 pagantes.

Árbitro: Armando Marques (SP)

Palmeiras (São Paulo/SP): Leão, Zeca (Eurico), Luís Pereira, Nélson, De, Dudu, Cabralzinho, Edu, Héctor Silva, César, Pio (Fedato) –
Técnico: Rubens Minelli
Fluminense (Rio de Janeiro/RJ): Félix (Vitório), Oliveira, Galhardo, Assis, Toninho, Denílson, Didi, Cafuringa, Samarone, Flávio (Mickey), Lula –
Técnico: Zagallo
Gols: Flávio (Fluminense), aos 5 min e aos 25 min primeiro tempo”.

(na foto Galhardo desarma o Palmeirense, observado pelo Denilson Rei Zulu e pelo Oliveira, Palmeiras 0 x 2 Fluminense, na Libertadores de 1971)

Talvez, passadas 5 décadas, não existam 50 tricolores vivos, que estiveram na noite daquele  sábado no Pacaembu.

Gostaria saber quem são ao outros 49!

Todos sabem do quão é de ojeriza, repulsa e, até mesmo, repugnância o meu sentimento a essa gestão.  Se fosse na década de oitenta diríamos que o Fluminense foi invadido por farofeiros tal a galhofa existente onde o imperativo da anti-transparência é colônia barata.

Mas antes que tergiversem as minhas palavras, antes que apareçam covardes, FRAUDULENTAS, porcas lorotas trapaceiras parecidas com as que inventaram sobre a minha pessoa onde levianamente fui acusado de que haveria pedido 260 mil reais de comissão no caso LIVE SORTE (falando em LIVE SORTE quero mais que essa merda termine nos tribunais, de saída me coloco a inteira disposição do Ministério Público… traduzindo: estou louco de vontade de conversar sobre o tema e eu sei muito)… antes que a Comunicação, os haters, os influencers de contracheque e os bloguinhos barriga de aluguel, criem uma nova narrativa a meu respeito, vou deixar claro:

ESTAMOS NA LIBERTADORES E TEMOS QUE ENTRAR COM ESPÍRITO DE GUERRA, A TAÇA TEM QUE VIR PARA A NOSSA SALA DE TROFÉUS.

Mesmo sem ter dado 2 treinos, sei de sobra que o bom resultado do Fluminense no Campeonato Brasileiro a 5ª colocação, para nada foi fruto do planejamento ou da boa administração.

Mas isso não é o que me importa, temos que vencer ao River Plate, esta noite no Maracanã, pelo civil e pelo criminal (como dizia Luiz Aragonés, treinador espanhol campeão da Eurocopa de seleções em 2008) e assim começar o que vai ser uma marcha triunfal pela América do Sul.

É óbvio que são 2 as nossas armas, a camisa e a torcida… apesar dos farofeiros.

Então deixa eu fazer as minhas rezas, deixa eu pedir a quem de direito.  Permitam-me algumas palavras:

É guerra…
E na guerra tem Castilho, Píndaro e Pinheiro…
Tem Telê Santana, Pingo de Ouro e Waldo artilheiro.

Tem Carlos Alberto capitão de renome…
Tem Félix, Galhardo, Flávio e Samarone.

Tem Lula, Manfrini, Rubens, Kleber e Pintinho…
Tem Búfalo Gil, Rivelino e Edinho.

Tem Deley com a bola rolando de pé em pé…
Tem Robertinho, Gilberto, Claudio Adão e Zezé.

Tem Aldo, tem Branco, Tato, Jandir, Romerito…
Tem Washington, Ricardo, Vica e Paulo Vitor.

Tem Ximbica, seu Armando, tem o Careca…
Tem Tia Helena, tem Biscoito e tem Edir…
Tem Zé de Almeida, tem Schwartz, tem Laport…
Tem David Fishell, tem Francisco Horta, tem VENCER OU VENCER…
Tem João Boueri, tem Graúna, tem Castro Gil…
Tem Oscar Cox, tem o patrono Arnaldo Guinle…
Tem Nelson Rodrigues, tem Vilela Rei do Tapetão.

Tem gol de Barriga, Deco Maestro, o Fred vai te pegar…
Tem o Carrasco “Assis acabou com vocês” para viver e recordar.

Hoje à noite todos eles (vivos e mortos) estarão conosco e com o nosso time.

E já que é guerra… DECLARE GUERRA POR UM FLUMINENSE CAMPEÃO.

Vencer ou Vencer, sempre!

#LIBERTADORESÉOBRIGAÇÃO

#VOTOONLINEJÁ

O texto é de total responsabilidade do autor.

A quem interessa não ter voto online? Opinião Antonio Gonzalez

A quem interessa não ter voto online? 

A matéria publicada ontem no NetFlu, com a assinatura do sempre brilhante Paulo Brito, “Mário não garante voto online na eleição do Fluminense em 2022” (https://www.netflu.com.br/mario-nao-garante-voto-online-na-eleicao-do-fluminense-em-2022/) traz consigo algumas considerações feitas pelo Presidente Mario Bittencourt na última reunião (12/04/2021) do claudicante e omisso Conselho Deliberativo.  Entre elas a de que o próprio “presidente do Fluminense não garantiu que o modelo (voto online) estará disponível para as eleições do ano que vem”.

Então antes de qualquer especulação, que tal falarmos do Estatuto do FFC?

O artigo 9 é direto: “A Assembleia Geral é constituída de Sócios maiores de 16 (anos), pertencentes ao Quadro Social há mais de 1 (um) ano e há mais de 2 (dois) anos para a categoria Sócio Futebol, ambos, ininterruptamente, e em situação regular com o clube”.

O artigo 11 é claro: “A Assembleia Geral reunir-se-á: I – Ordinariamente de 3 (três) em 3 (três) anos, na segunda quinzena de novembro, para eleger o Presidente do FLUMINENSE, o Vice-Presidente Geral e os membros titulares e suplentes do Conselho Deliberativo”.

ONDE SE REALIZARÁ?

O Estatuto não diz!

Aguenta o clube a circulação de 20 mil sócios dentro  de Álvaro Chaves 41 no mesmo dia num espaço de 9 horas (09h00 às 18h00)? É óbvio que não. Se com 4 mil presentes as filas são quilométricas.

QUE TIPO DE REUNIÃO?

Ora Senhores, em tempos de pandemia, em tempos de aplicativos que te levam a comida quentinha à sua casa, em tempos de Zoom, não existe problema para que essa Assembleia Geral também possa ser virtual.

O parágrafo 2 do artigo 12 diz: “A Assembleia Geral realizar-se-á com qualquer número de Sócios presentes”…

Pera aê (como dizem os mais jovens): presentes aonde? E se o formato da Assembleia Geral utilizar a participação digital, podemos dizer que os Sócios estão presentes? Claro que sim! Cabe recordar que as reuniões do Conselho Deliberativo levam quase um ano sendo feitas em plataforma digital, para nada presencial.

Como é que se marcam os ingressos dos jogos?  O Sócio entra no site do clube, vai no setor de compra de ingressos, digita o número da sua carteirinha e a sua senha, marca e compra o ingresso.  Isso só acontece se o associado estiver em dia com as suas obrigações.  Em se tratando de eleição bastava colocar mais um filtro (que quando se digitasse o número da carteirinha): o do tempo de antiguidade, 1 ano para Contribuinte e Proprietário, 2 anos para a categoria Futebol.

Então até agora ZERO de mistério.

Vamos então para o CAPÍTULO IX, DO PRESIDENTE DO FLUMINENSE, Seção l, da eleição, Artigo 48: “O Presidente e o Vice-Presidente Geral, serão SÓCIOS DO FLUMINENSE, maiores de 21 (vinte e um anos), em pleno gozo dos seus direitos sociais há mais de 5 (cinco) anos, eleitos pela Assembleia Geral, em escrutínio secreto, para uma legislatura de 3 (três) anos. Apenas uma reeleição será permitida.

Parágrafo 1º – A eleição do Presidente e do Vice-Presidente Geral processar-se-á na forma estabelecida nos artigos 22, e 23 caput”.

Até agora NADA que diga que só pode ser nas Laranjeiras.

Mas o que dizem os artigos 22 e 23?

O artigo 22 é incontestável: “A Assembleia Geral Ordinária elegerá, em escrutínio secreto e concomitantemente, o Presidente do FLUMINENSE, o Vice-Presidente Geral, os 150 (cento e cinquenta) Membros Efetivos e os 50 (cinquenta) Suplentes do Conselho Deliberativo, para uma legislatura de 3 (três) anos”.

Continuo perguntando: onde está explicitado que o sistema de votação é presencial? Ou que a reunião tenha por obrigação ser totalmente realizada no intramuros da rua Álvaro Chaves, 41?

Já o artigo 23 fala que as eleições dar-se-ão por meios de chapas. E os parágrafos a seguir falam da formatação das chapas, com as suas particularidades.

Repito: Até aqui, onde é que reside algum impeditivo explícito para a realização de uma votação online?

Se formos à Seção XV, do Sócio Futebol, no artigo 101, em seu parágrafo 1º encontramos essas palavras: “O Sócio-Futebol terá direito a voto após dois anos de contribuição efetiva e ininterrupta, nesta categoria, conforme art. 9º.”.

Terá direito a voto? Sim!

Onde votará? Não se fala de local e sim da existência da Assembleia Geral previamente convocada, mas também sem nenhuma previsão ESTATUTARIA de local para realização. E a forma de votação?

Seguindo em frente nos encontramos com o artigo 164 – “o eleitor deve expressar seu voto assinalando os nomes dos candidatos de sua preferência na cédula ou em SISTEMA INFORMATIZADO QUE VENHA SER IMPLEMENTADO no clube, na forma disciplinada no Regulamento Geral e nos Regimentos competentes, aprovados pelo Conselho Deliberativo”.

Não sou eu e sim o Estatuto quem diz: “SISTEMA INFORMATIZADO QUE VENHA SER IMPLEMENTADO”… mais transparente que copo de cristal na prateleira.

Portando NADA impede a implementação do voto online para a eleição de 2022.  Sem esquecer que foi promessa de campanha.

Mas respondendo ao título deste texto:

A quem interessa não ter voto online? 

Vamos lá:

 Aos Esportes Olímpicos, com o voto online o Futebol elegerá facilmente o próximo presidente e eles deixarão de viver às custas do dinheiro do Futebol;

 Aos Senhores Feudais, personagens decadentes, que não vem o Fluminense com os mesmos olhos de quem frequenta as arquibancadas em todo o Brasil. São os mesmos que defendem o poder com unhas e dentes, para manter os empregos de familiares (muito bem remunerados, acima do mercado);

 A aqueles que há 11 anos vivem do Fluminense e fizeram do clube seu meio de vida. Estão em vários departamentos da administração, com aquela conversa de sinhá mariquinha cadê o vigário, utilizando linguagem de banco de universidade, mas sem nenhum poder prático na captação de novos recursos para o clube. Nunca souberam o que é queimar a bunda nos cimentos das Moças Bonitas de por aí.

Então Presidente Mario Bittencourt, não há muito o que pensar e sim á alinhar.  Coloco-me à disposição para a interpretação do Estatuto devido a carência de conhecimentos da mesa que dirige os trabalhos do Conselho Deliberativo.

Como bom cidadão que é, ciente dos seus deveres e homem de palavra, sei que o Presidente Mario Bittencourt cumprirá a sua promessa de campanha, gesto esse, o da implementação do voto online, que abrilhantará o seu currículo pessoal junto aos nossos Sócios.

Outrossim, finalizando essa resenha, estou muito preocupado Sr. Presidente com alguns profissionais que trabalham  consigo.  Senão vejamos, a sua Secretária Cristiane Luz foi para as redes sociais, no dia 25/10/2019 (há exatos 18 meses) disparou a seguinte pérola: “Querem voto online? Está pronto!”.

É ou não é para ficar preocupado?

Será que ela se empolgou então? Quem sabe!!!

Será que ela se precipitou e colocou a carroça na frente do gado? Quem sabe!!!

Será que ela seguiu os passos determinados pelo Papa da Comunicação do Fluminense? Quem sabe!!!

Mas o que mais me assusta é a dúvida: será que ela se equivocou (conforme a foto abaixo) somente com relação ao voto online, ou a parada é pior e nem o PORTAL DA TRANSPARÊNCIA, nem o NOVO SÓCIO FUTEBOL, nem a GOVERNANÇA e o COMPLIENCE, nem a DIVISÃO DE CONTAS e CENTROS DE CUSTOS um dia serão realidade.
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Em tempos de Presidentes como Arnaldo Guinle, Marcos Carneiro de Mendonça, Francisco Laport, Jorge Frias de Paula, Manoel Schwartz e David Fischell, entre outros, a decisão seria única com relação a casos especiais  Assim funcionava o Fluminense que aprendi a amar e respeitar, aquele que jamais foi  A CASA DA MÃE JOANA!

Um forte abraço meu Presidente Mário Bittencourt! Apesar do pacotão das novas contratações, espero (rezando) a chegada de um Camisa 10, daqueles  meias de criação que tem gol, desses que são craques de Seleção.

Que Deus lhe abençoe!

PS.: vamos ter novidades com relação a um clube inglês que vai além da compra / venda de jogadores? Ou devo procurar a resposta junto ao futebol boliviano? Quem souber a resposta me procura no Twitter @TomRegueirasgon

O texto é de total responsabilidade do autor.

Por um prato de comida – Opinião Antonio Gonzalez

Por um prato de comida

De saída quero agradecer o convite para escrever neste site, é uma honra… primeiro no Explosão Tricolor, depois no Panorama Tricolor e agora no Flunews. Muito orgulho é o que sinto por essa trajetória, espero estar à altura. Somos Tricolores, isso é o que importa.

Mal chegamos na terça-feira (6) e parece que já vivemos os 30 dias deste abril que mal acaba de começar.  Ontem as redes sociais pareciam o vulcão Etna, em plena erupção siciliana… Teve todo o tipo de “Spaghetti western”.   A pergunta é a seguinte: Quem quer ser o mocinho se na tela da vida real não se fala deles?

O sentimento é uma mescla de tristeza e desesperança. O trem na estação, o casamento é daqui a pouco e aquela sensação de não ter conseguido, pelo menos, engraxar os sapatos, menos ainda levar o blazer surrado na tinturaria.  Nem ao menos uma lavagem a seco.

Do nada pinta uma Libertadores (GRAÇAS A DEUS), baita oportunidade para uma mudança de estigmas e de conceitos.  Mas tem que ir além do discurso. Não dá para se portar como low profile, quando o momento exige nervos de aço e atitude vencedora.  Menos ainda ter discurso tipo rúcula com tomate frito (o de conjugar os verbos do que dizem ser politicamente correto),  quando na vida real as fotos revelam outra direção.  A ação pede outro tipo de velocidade, muito além de Flusquinhas.

Quem já foi a Ferrari do futebol brasileiro não pode se acostumar com viajar em vagão com banco de madeira, nos fundos.  Amigos: é a Libertadores!  Um título que não temos e nos faz muitíssima falta.  Uma questão de história, a que hoje poucos conhecem e outros poucos querem mudar através da construção de falsas narrativas. Até em cuspe a distância: o Fluminense nasceu com a histórica  missão,  a de disputar títulos.  A mera participação não deve encontrar eco em nossas vidas.

Samuel Xavier, o Wellington, o Rafael Ribeiro, são algumas das referências que acabam de chegar… o David Braz, de 33 anos,  pelo visto está a caminho…
Teve gente pensando que o Matheus Babi seria a solução, quando em casa você tem John Kennedy, Kayky, Samuel… sem fazer força.

Se pelo menos 1 deles (o que não é o caso) não performar (verbo Flusociano) o que pode produzir o Babi, então temos que rever os conceitos de Xerém.  E é obvio que a nossa base produz atacantes, no mínimo, tão bons quanto o Babi.

Mas pode piorar: chutaram a bola do Fluminense pela linha de fundo e o árbitro marcou tiro de meta favor do Athlético Paranaense.  Se há 44 anos, em 1977, quando comecei a participar de movimentos de arquibancadas, alguém cometesse um deslize e ousasse dizer que um dia o nosso clube perderia um jogador para qualquer clube do Paraná, seria chamado de maluco (que não significa o mesmo que louco).

Entretanto os mares não param de vomitar inflamações ocultas, do nada os 50% do Praxedes encolheram na força de uma água sanitária batida na roça, nas pedras de algum riacho.  Hoje são somente 10%.  Mas a indignação não se move além das mídias digitais. Muita conversa sem ação convicta e com poder de convocação.

Será que ninguém está vendo o que realmente está acontecendo?

Será que a explanação de ocasião, na vaidade em primeira pessoa, vai continuar te contando mentiras e você vai acreditar?

Mas o pior estava reservado para o começo da noite quando do nada acabamos sabendo sobre a multi-função. A preguiça é normal dentro do mundo do futebol em clubes com o modelo do Fluminense.  Mais fácil uma procuração para que um Agente Fifa te represente. Isso é uma coisa…

O que é de difícil digestão é que o  Uram represente o nosso clube numa possível negociação com o Goiás,  pelo atleta David Duarte. O que a princípio para os enxuga gelo da gestão é normal, dista das melhores práticas que seriam as eticamente corretas.  Nosso querido Eduardo  Uram também é o empresário do jogador.  Sabe o tal de Complience em todas as suas facetas? Só existe de forma uníssona, sem conceções.

O certo é que já vamos ter o sorteio das chaves da mais importante competição sulamericana.

E a gestão apresentou, até o momento,  muito pouco.

Com o elenco no CT distante das Laranjeiras e sem público presente nos estádios ficou super tranquilo…
quando o correto seriam os gritos de QUEREMOS TIME e QUEREMOS CRAQUES.

Nos foi dito que a premiação da CBF em conjunto com a da primeira fase da Libertadores nos apresentava a um dinheiro novo cuja cifra era superior a 40 milhões de reais, dinheiro suficiente (mesmo destinando a metade para pagar dívidas) para investir em um William Bigode da vida e para trazer um camisa 10 de verdade, meia de criação que nos falta desde a aposentadoria do Deco e da saída do Thiago Neves.

Infelizmente essa percepção não é a mesma daqueles que dirigem, os mesmos que já deram mais de 2 treinos e assinaram cheques.

Espero que nas minhas próximas  palavras eu consiga trazer notícias de um elenco consistente, equilibrado e competitivo.

Por outro lado, desde que livre de fanfarrões, a oposição tem e deve organizar-se. Tem gente se preparando e, graças a Deus, sem populismo barato, nem formatação de palavras sem conteúdo para ir além da segunda linha.

As promessas feitas em campanha podem ser vistas de formas distintas: aquelas que dependem de outras partes,  tipo patrocínio master e os investidores (além da imprescindível  credibilidade)

Mas prezado Presidente Mário Bittencourt: colocar o voto ONLINE em prática depende somente do Fluminense.  E nesse caso eu continuo acreditando nas suas palavras… que em 2022 TODO O SÓCIO terá o direito ao voto ONLINE.

E você torcedor não permita que pseudo tricolores tentem fazer a sua cabeça dizendo que está tudo a mil maravilhas. É contaminação fabricada por aqueles que em realidade lutam por um prato de comida vendendo a alma por um contracheque ou minutos de fama fugaz.

De resto,  hoje à noite tem Carioca, que venha o Macaé!

Antonio Gonzalez

PS – a minha solidariedade aos funcionários do Fluminense que estão com os salários atrasados. Já são 2 meses sem receber.

O texto é de total responsabilidade do autor.