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Substituto de Caio Henrique, Orinho garante foco total em tirar Flu do Z4: “Grupo está fechado”

Lateral-esquerdo tricolor lamentou a lesão do goleiro Muriel e desconversou sobre polêmicas internas do clube

Foto: Lucas Merçon / FFC

Contratado para suprir a ausência de opções no setor esquerdo do Fluminense, Orinho terá mais uma grande oportunidade no próximo sábado (16), quando o Tricolor carioca encara o Atlético-MG, no Maracança, pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com a convocação de Caio Henrique para a seleção olímpica, o lateral será titular na partida.

Nesta quarta-feira, o jogador de 24 anos foi o escolhido para conceder entrevista coletiva no CT Carlos Castilho. Na conversa com a imprensa, Orinho lamentou bastante a lesão de Muriel, que não atua mais em 2019, mas fez questão de rasgar elogios aos possíveis substitutos do goleiro.

“Sabemos que o Muriel é um grande goleiro. Todos ficamos tristes pelo fato de ele ter se machucado. Lamentamos, mas não podemos deixar isso nos abater. Contamos com grandes goleiros e temos confiança nos dois”.

“O Agenor é experiente, passou por grandes clubes. O Marcos Felipe também já pegou seleção de base. Prova que são dois grandes goleiros. Fica a critério do treinador. A gente fica feliz por eles estarem ganhando oportunidade, mas triste pelo Muriel. No final, quem entrar vai dar conta do recado”.

O lateral-esquerdo também aproveitou para enaltecer Caio Henrique, seu companheiro de posição, que será desfalque por estar com a seleção sub-23, que se prepara para as Olimpíadas de Tóquio. Para ele, as características de ambos são parecidas.

“O Caio Henrique é um grande jogador, todos sabem disso. Temos características parecidas. Tive uma sequência de dois jogos e saímos com vitória. O meu comportamento vai ser o mesmo. Primeiro, defender. Depois, penso em atacar. O importante é não tomar gols e sair com a vitória”.

Orinho em treino no CT (Foto: Lucas Merçon / FFC)

Por fim, quando perguntado sobre a situação do vice-presidente Celso Barros dentro do clube, Orinho preferiu desconversar e focar na luta dos atletas para tirar o Fluminense do Z4 do Brasileirão. Vale destacar que Celso não esteve presente na reapresentação do elenco.

“Todos nós sabemos disso, mas prefiro não comentar isso. Fica no extracampo, para a diretoria resolver. Nós, jogadores, focamos em tirar o Fluminense da zona de rebaixamento”.

Após exame constatar fratura, Muriel vai passar por cirurgia na mão

Goleiro tricolor, que se lesionou após choque com Guerrero, na derrota por 2 a 1 para o Internacional, vai ficar de fora do final da temporada

Foto: Lucas Merçon / FFC

Após se reapresentar com dores e um inchaço na mão esquerda, fruto de um choque com o atacante Guerrero, na derrota por 2 a 1 para o Internacional, Muriel passou por exames, que detectaram uma fratura no local. Para piorar, o goleiro precisará passar por um procedimento cirúrgico, que será realizado ainda na noite desta terça-feira (12).

Um dos destaques do Fluminense nesta temporada, Muriel só retornará aos gramados em 2020, desfalcando a equipe nos últimos jogos do Campeonato Brasileiro. Isso porque houve deslocamento de osso na sua fratura, impossibilitando a imobilização padrão. O jogador de 32 anos quebrou o primeiro metacarpo, osso localizado na palma da mão que dá continuidade ao polegar.

Com isso, a vaga de titular no gol do Tricolor carioca fica em aberto. Agenor, reserva imediato, é o favorito para assumir a posição, apesar das críticas da torcida. Marcos Paulo, terceiro goleiro, corre por fora. O próximo compromisso do Fluminense é no sábado (27), contra o Atlético-MG, no Maracanã. Para respirar na luta contra o rebaixamento, o time de Marcão precisa desesperadamente da vitória.

Muriel fratura mão esquerda e não joga mais pelo Fluminense em 2019

Goleiro sofreu a lesão após choque com Guerrero, atacante do Internacional, e vai desfalcar o Tricolor nas rodadas finais do Brasileirão

Foto: Mailson Santana / FFC

Lutando contra o rebaixamento no Campeonato Brasileiro, o Fluminense terá um enorme desfalque para as últimas rodadas da competição. Um dos principais nomes do elenco, Muriel teve diagnosticada uma fratura na mão esquerda e não vai mais jogar pela equipe em 2019. Os exames foram realizados na reapresentação do elenco, nesta terça-feira (12).

A lesão aconteceu na derrota por 2 a 1 para o Internacional, onde o goleiro se chocou com o atacante Guerrero e acabou levando a pior. Apesar das dores, Muriel ficou em campo até o fim da partida. Porém, o incômodo e o inchaço permaneceram, fazendo com que departamento médico e comissão técnica se reunissem para tratar o caso. Realizados os exames, a fratura foi constatada.

Com isso, o treinador Marcão terá a semana inteira para decidir quem será o substituto do goleiro neste restante de temporada. Agenor, que já foi titular em outras oportunidades, e Marcos Felipe, reserva do Fluminense há um bom tempo, brigam pela vaga. O Tricolor segue a preparação para o jogo contra o Atlético-MG, no próximo sábado, no Maracanã.

Em rede social, Wellington Nem vibra com gol marcado e cita ‘cabeça erguida’ mesmo após derrota

Atacante tricolor marcou pela primeira vez desde que retornou ao clube para a temporada de 2019

Foto: Mailson Santana / FFC

Campeão brasileiro pelo Fluminense em 2012, Wellington Nem retornou ao clube por empréstimo para atuar até o final da temporada. Desde que chegou, o atacante, que pertence ao Shakthar Donetsk-UCR, vinha oscilando e sofrendo com o jejum de gols. Porém, na derrota por 2 a 1 para o Internacional, fora de casa, o atleta acabou com a seca.

Após começar no banco de reservas, Nem entrou no segundo tempo e, aproveitando a falha de Cuesta, marcou o gol de honra do Tricolor em uma belíssima jogada individual. Após diminuir o placar, a equipe pressionou e tentou o empate, mas não conseguiu correr atrás do resultado e voltou a ficar em uma situação complicada no Campeonato Brasileiro.

Através de seu Instagram, Wellington Nem comemorou o tento e afirmou que o elenco segue de ‘cabeça erguida’ já que, mesmo com o placar ruim, teve uma atuação satisfatória no Beira-Rio.

Muriel prega união e demonstra apoio a Marcão: “Está dando o máximo”

Goleiro tricolor afirmou ser difícil mudar as coisas em pouco tempo e destacou necessidade de todos ‘seguirem juntos’ nesse momento

Foto: Lucas Merçon / FFC

Vivendo uma fase terrível no Campeonato Brasileiro, o Fluminense vê a chance de rebaixamento aumentar e a pressão ficar maior rodada após rodada. A derrota por 2 a 0 para o Ceará, fora de casa, pode fazer com que o Tricolor entre no Z4, caso o Cruzeiro vença o Botafogo. Mas os problemas da equipe carioca não param por aí.

Efetivado depois de uma boa sequência, Marcão, que entrou no lugar de Oswaldo de Oliveira, vem sendo questionado e bastante criticado pela torcida, principalmente pelas escolhas nas substituições. Apesar da situação complicada, o elenco está unido e ao lado do treinador. Pelo menos é o que garantiu o goleiro Muriel, um dos destaques do time.

“Está todo mundo junto. É o momento de cada um olhar para si e ver o que pode ser feito para crescer neste momento decisivo. Marcão tem todo o nosso apoio. Acredito que ele tem méritos. Em pouco tempo, é difícil mudar as coisas. Ele está dando o máximo, nos ajuda. Vamos continuar trabalhando para reverter essa situação”, afirmou.

O Fluminense volta ao Rio de Janeiro para iniciar a preparação para o clássico contra o Vasco, no próximo sábado (2), às 19h (de Brasília), no Maracanã. Só a vitória interessa ao clube das Laranjeiras.

Nino não esconde frustração após mais uma derrota, mas promete: “Vamos lutar até o fim”

Zagueiro disse não ter explicação para fase ruim do Tricolor, mas prega sequência do trabalho para escapar do rebaixamento

Foto: Lucas Merçon / FFC

Nesta última quarta, o Fluminense perdeu por 2 a 0 para o Ceará e viu sua situação no Campeonato Brasileiro se complicar mais ainda. Apesar da derrota, o Tricolor até tentou pressionar e reagir, mas novamente a bola não entrou. Após a partida, Nino concedeu entrevista ao Canal Premiere e, abatido, não conseguiu encontrar explicação para o péssimo momento.

“Difícil explicar. Não tem explicação. Única coisa que nos resta é trabalhar, para que essa bola comece a entrar. A gente se esforça, tem tentado colocar em prática aquilo que temos trabalhado, mas, infelizmente, a bola não tem entrado. Temos que fazer algo a mais para sair dessa situação”, disse.

O resultado ruim em mais um confronto direto fez com que o Fluminense ficasse com 30 pontos, podendo entrar na zona de rebaixamento caso o Cruzeiro vença o Botafogo. O zagueiro lamentou bastante o revés, mas prometeu que o elenco lutará até o fim.

“Era um confronto direto. Queríamos ganhar, mas vamos lutar até o fim. Time não era para estar nesta situação”, concluiu.

Caio Henrique diz entender protestos da torcida e prega foco total no Ceará: “Temos que ir lá e ganhar”

Lateral-esquerdo tricolor também comentou sobre o baque sentido pela equipe após levar o gol da Chapecoense

Foto: Lucas Merçon / FFC

Convocado novamente para a seleção olímpica, Caio Henrique criou jogadas, correu bastante, mas não conseguiu ajudar o Fluminense a sair do Maracanã com a vitória. Após desperdiçar muitas chances, o Tricolor empatou 1 a 1 com a Chapecoense e viu sua situação no Campeonato Brasileiro ficar mais complicada ainda.

Após o tropeço dentro de casa, o lateral-esquerdo da equipe carioca comentou sobre o ‘apagão’ após o adversário abrir o placar ainda no primeiro tempo. De acordo com ele, o Fluminense não pode continuar com a mesma atitude de quando sai atrás no placar.

“A gente está se abatendo bastante. Quando sofremos gols, a gente se abate. Isso não pode acontecer. Hoje faltou um pouco mais de força para conseguir o gol da virada”, disse.

O camisa 19 tricolor também analisou as vaias da torcida, que protestaram bastante, principalmente na parte final do jogo. Caio Henrique afirmou que as reclamações são totalmente entendíveis, mas que é preciso mudar o foco e ir com tudo para vencer o Ceará fora de casa, na próxima quarta (30).

“Com certeza (a torcida tem razão em vaiar). Desde a virada do turno, a gente já vem amargando a região perto da zona de rebaixamento. Não estamos conseguindo o resultado em casa, ainda mais contra adversários diretos. Agora temos outra pedreira contra o Ceará. Temos que ir lá e ganhar deles”, finalizou.

Desfalque de peso: Allan recebe terceiro amarelo e não joga contra o Ceará

Um dos jogadores mais importantes do Tricolor, volante foi punido contra a Chapecoense e terá de cumprir um jogo de suspensão

Foto: Lucas Merçon / FFC

Neste último sábado, o Fluminense voltou a desperdiçar diversas chances e empatou em 1 a 1 com a Chapecoense em pleno Maracanã. Mas não foi só o resultado que foi ruim para o Tricolor. Um dos pilares da equipe no ano, o volante Allan recebeu o terceiro cartão amarelo e é desfalque certo para a partida contra o Ceará, na próxima quarta-feira (30), fora de casa.

Com pouco tempo para decidir seu substituto, o treinador Marcão deve optar por Yuri ou Airton, reservas da posição. O Fluminense viaja para o Ceará pressionado e precisando de um bom resultado. Caso saia de campo derrotado, o Tricolor irá ver o adversário abrir três pontos na tabela e, dependendo dos resultados, pode se afundar na zona de rebaixamento.

Autor do gol do Flu, Marcos Paulo não esconde chateação após tropeço diante da Chapecoense

Único jogador a falar com a imprensa na saída do gramado, jovem atacante afirmou que o empate dentro de casa foi ‘inaceitável’

Foto: Lucas Merçon / FFC

De volta ao time titular do Fluminense, Marcos Paulo não teve uma grande atuação, mas foi o autor do gol no empate em 1 a 1 com a Chapecoense, no Maracanã, pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro. Após a partida, o jogador, que comemorou bastante quando balançou as redes, não escondeu a frustração por mais um tropeço dentro de casa.

“A gente não pode aceitar isso, fez um ponto dentro de casa. Agora temos que conseguir os três pontos a qualquer custo”, disse.

O jovem atacante, que vinha sendo utilizado bastante por Fernando Diniz, perdeu espaço após a chegada do também ex-treinador Oswaldo de Oliveira e, desde a efetivação de Marcão, seguia de fora do time. Com a escolha do atual técnico em colocar Paulo Henrique Ganso no banco, Marcos Paulo voltou a ser titular, mas conseguiu dar a vitória ao Tricolor.

O próximo compromisso do Fluminense é contra outro adversário direto na briga contra o rebaixamento: o Ceará. A partida acontece na próxima quarta-feira (30), às 21h30 (de Brasília), no Castelão.

Criticado pela torcida, Gilberto vê vaias como ‘cobrança de time grande’

Lateral-direito falhou na construção do gol da Chapecoense e foi hostilizado pelos tricolores presentes no Maracanã

Foto: Lucas Merçon / FFC

Alvo das críticas da torcida há algum tempo, Gilberto novamente teve participação negativa em um gol da equipe adversária. No empate em 1 a 1 com a Chapecoense em pleno Maracanã, o lateral-direito falhou na construção da jogada que terminou com a abertura do placar por parte da equipe catarinense. Após o lance, o atleta passou a ser vaiado sempre que tocou na bola.

Após a partida, ao ser perguntado sobre a hostilização dos torcedores, Gilberto lamentou o resultado e comentou sobre as inúmeras vaias vindas das arquibancadas. O jogador disse entender a cobrança e afirmou que em time grande isso é normal.

“Infelizmente não conseguimos o resultado dentro de casa, que era importante para nos afastarmos da zona. Eu e mais companheiros erramos, mas a torcida escolheu a mim. É o futebol, tem que levantar a cabeça. Depois construí jogadas, coloquei meus companheiros na cara do gol”.

“É time grande, né. Sabe como é. Infelizmente o Fluminense não vive seu melhor momento, alguns problemas extra-campo aconteceram durante o ano, e não foi fácil fazer um grande ano. A torcida não está satisfeita com o que está acontecendo. Time grande tem que estar brigando sempre lá em cima. O jogador que erra eles vão cobrar, a gente tem que aceitar e trabalhar para ajeitar essa situação”.

O lateral-direito do Fluminense também falou sobre o que sente o atleta no momento em que passa a ser vaiado pela torcida. De acordo com ele, é complicado pela questão dos familiares, mas, como dito anteriormente, é uma pressão que vai acontecer quando se joga em clubes desse tamanho.

“É difícil, não é fácil ser vaiado. A gente tem família no estádio, tem tudo isso. Mas eu sempre que deixo claro para minha família e amigos que isso é cobrança de time grande. Se eu não render, eles vão me cobrar. Na segunda metade do ano eu vivi momentos ruins, mas também tive momentos bons. Vamos buscar dar a volta por cima”.

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