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“Mudança de modelo já!” Por, Frente Ampla Tricolor (divulgação).

“Mudança de Modelo Já!” (por Frente Ampla Tricolor)

A crise vivida pelo Fluminense desde a década de 90 é fruto não somente de más gestões, mas de falta de entendimento do novo cenário do esporte mundial.

A falta de entendimento que o futebol é muito mais do que um jogo, é um espetáculo a ser vivido e experimentando pelos seus torcedores em todos os momentos, no pré-jogo, na compra de produtos, nas viagens internacionais. O futebol é global e os maiores Clubes do Mundo são aplaudidos em todos os lugares por onde passam, nos 4 cantos da Terra…

O futuro da música “TRICOLOR EM TODA TERRA, AMOR IGUAL NÃO SE VIU” pode não existir se os nossos dirigentes não entenderem que mais importante do que contratar profissionais do esporte temos que MUDAR JÁ o FLUMINENSE FOOTBALL CLUB.

O FLUMINENSE tem que ser o pioneiro em tornar-se uma empresa e atrair investidores para os seus diferentes negócios: gestão da marca, formação de atletas, sede social, estádio das Laranjeiras, gestão de arenas, comercialização de produtos, dentre outros. O FLUMINENSE tem que vislumbrar ser o TIME principal das Américas, mas para isso é importante ter recursos financeiros para sanear as dívidas, formar um time de futebol profissional às alturas da sua tradição, reformar a sede e tantos outros investimentos.

E para isso é obrigatório “abrirmos as nossas portas” para um novo modelo de futebol, que conjuga a nossa paixão com retornos financeiros e que possa valorizar tudo que temos de propriedade, com o risco de que se não o fizermos teremos um Fluminense em plena decadência.

Usando a nossa origem inglesa, temos que olhar o exemplo da Liga mais rica e badalada do mundo: a PREMIER LEAGUE. Todos os principais Clubes, sem exceção são hoje uma potência esportiva porque deixaram o modelo de clube social sem fins lucrativos e passaram a ter investidores na sua administração.

A final da Champions entre o Liverpool e o Tottenham reforça como é possível compartilhar PAIXÃO, RESULTADOS FINANCEIROS, COMPETITIVIDADE.

A alternativa é pedir aos 4.000 sócios proprietários do Clube e aos aproximadamente 150 Beneméritos / Grandes Beneméritos que dividam a dívida de quase R$ 650 milhões de reais e aportem capital no Fluminense. Esta solução ficou para trás e o Fluminense precisa entender isso.

O Presidente do Fluminense possui uma oportunidade única ao final de 2019: terá o controle total dos poderes do Clube, com 150 Conselheiros para realizar a mudança de fato do Clube, a mudança empresarial e não apenas de profissionais. Terá ainda o Presidente da Câmara dos Deputados trabalhando pessoalmente na viabilização deste modelo novo que moderniza os Clubes no Brasil, conforme matéria veiculada no Jornal O GLOBO, no dia 12 de setembro de 2019.

Não perca esta oportunidade Presidente; aproveite que somos o time mais charmoso do Brasil, fidalgo, localizado na vitrine turística brasileira para mostrar para o mundo que o FLUMINENSE NASCEU PARA A ETERNIDADE.

MUDANÇA DE MODELO JÁ!!!!!

Frente Ampla Tricolor
12/09/2019

A CULPA É DO ABAD!!! Coluna de Marcello Luna

Pedro Abad, quando decidiu antecipar as eleições, tinha a absoluta certeza de que o clube cairia nas mãos do Mário Bittencourt e Mário Bittencourt sabia, perfeitamente, que, de um jeito ou de outro, o clube restaria em suas mãos, caso as eleições fossem antecipadas.

Se as mesmas fossem realizadas em Novembro, a vitória do Mário Bittencourt não poderia ser dada como certa, uma vez que a “oposição” teria mais tempo para se organizar e assim tentar criar algum salseiro.

Todo esse processo de antecipação das eleições foi debatido, à exaustão, entre Pedro Abad e Mário Bittencourt, antes, durante e depois, em absoluta harmonia, bastando, inclusive, ver que diversas figuras que integravam a gestão passada ainda permanecem fagueiras e serelepes trabalhando no Fluminense (Fernando Simone, Angione, dentre outros, apenas para exemplificar), absolutamente intocáveis, em flagrante e inacreditável continuidade à gestão anterior, à gestão Flusócio. E novas “celebridades” entraram no circuito, cada uma mais deslumbrada do que a outra.

Nada mudou.
É a mais pura expressão da verdade a afirmação de que Mário Bittencourt sabia perfeitamente o que iria enfrentar, quando assumisse a presidência do Fluminense, pois, como dito, participou ativamente de toda a transição, inteirando-se, de corpo e alma, dos gravíssimos problemas que nos afligiam. E mesmo de longe sabia ele exatamente o que se passava dentro das Laranjeiras.
Nada lhe era estranho, portanto. Por conhecer à miúde os nossos problemas, Mário Bittencourt bradou aos 04 (quatro) cantos que sabia perfeitamente como enfrenta-los e que, portanto, sentia-se capacitado para assumir o comando do clube, apesar de não possuir, comprovadamente, qualquer experiência como gestor.
Ao que nos é dado saber, Mário Bittencourt jamais foi gestor e o Fluminense precisa, desesperadamente, de um gestor.
Após 03 (três) meses de gestão, o nosso cenário é ainda pior, mas, fiquem tranquilos, pois a horda dos honorius lamberes bagos ou, querendo, os honrados lambedores de bagos, remunerados ou não, já está espalhando que a culpa de nossa provável descida ao porão do inferno possui nome e sobrenome: Pedro Abad!

É o exemplo escarrado da covardia.
A culpa é do Abad e não daquele que chamou para si toda a responsabilidade, buscando desesperadamente os holofotes, a fim de propagar que detinha a solução para todas as nossas mazelas.
Durante anos, Mário Bittencourt disse para quem quisesse escutar que, assim que assumisse, teríamos um patrocinador máster, teríamos uma equipe competitiva, teríamos investidores aportando no clube recursos financeiros para fazer frente às dívidas de curto prazo (cerca de R$ 250 milhões), passando a imagem de ser uma pessoa muito bem relacionada, com largo trânsito no mundo empresarial.

O fato é que, até a presente data, não temos um patrocinador máster, nenhum reforço expressivo passou pela a portaria das Laranjeiras, nenhum investidor nos procurou para aportar recursos financeiros em nosso caixa, de modo a nos possibilitar a composição das nossas dívidas.
Enquanto isso não acontece, o valor da nossa marca se deprecia, em franco e incontido galope.

“A culpa é do Abad!”, assim gritarão os poltrões. Encontrar culpados é a melhor forma de encobrir os nossos erros e nossas limitações.
E em assim sendo, vamos de “a culpa é do Abad”.

Voltando à gestão, Mário Bittencourt não precisaria ser um gestor, na acepção exata da palavra, mesmo porque é ele, sabida e reconhecidamente, um Advogado. E nada há de errado em não ser ele propriamente um gestor, até porque bastaria estar cercado de um verdadeiro executivo, um profissional de mercado capaz de buscar soluções para os nossos problemas, como captação de recursos, e de gerar novas receitas. Infelizmente, ele não está ombreado com pessoas das mais capacitadas, em decorrência da composição política que se viu obrigado a aceitar, visando vencer as eleições, podendo ser dito que os nossos quadros estão muito aquém das nossas necessidades.

Hoje, pode-se falar, sem qualquer medo, que o maior erro cometido pelo o Pedro Abad foi o de ter antecipado as eleições.
Quem apoiou a antecipação e eu apoiei não imaginou que a nova gestão, mesmo a do Mário Bittencourt, teria a consistência de uma geléia.
O tempo está passando e na medida em que o tempo passa o Fluminense mergulha cada vez mais na decadência, na decrepitude.

É deprimente assistir pessoas que jamais foram comprometidas com o Fluminense, que jamais produziram nada de positivo, nesse particular excluo totalmente o nosso atual presidente, se arvorando em doutores do Fluminense, arrotando uma série de teses idiotas, enquanto presenciam, de camarote, literalmente, o nosso clube caminhando a passos largos para a segunda divisão. Não há alternativa, senão a que leva à união de todos nós, isso já cansou de ser dito. E, não obstante tratar-se de algo muito difícil, cabe ao presidente, democraticamente eleito, dar o primeiro passo, buscando o apoio de todos aqueles que sabidamente podem ajudar, a fim de evitar o mal pior.
Saudações Tricolores !
Marcello Luna

Palmeiras 3×0 Fluminense: Confira as notas dos jogadores na avaliação de João Eduardo Gurgel

O tricolor carioca foi derrotado na noite dessa terça-feira pelo placar de 3×0 para o Palmeiras em partida atrasada pela 16ª rodada do brasileirão. Confira as notas dos jogadores:

Muriel – 7,0 – Sem culpa nos gols palmeirenses. Ainda fez outras quatro defesas difíceis, salvando o tricolor de uma goleada. É o melhor jogador do Flu nos últimos jogos.

Gilberto – 0 -Novamente, um desastre. Erra tudo o que faz no ataque e não volta para marcar, deixando uma avenida na lateral direita. Os três gols de Luiz Adriano foram do lado dele. Impressionante como aquele Gilberto incontestável do ano passado, sumiu. Que volte o Julião, por favor.

Digão – 3,0 – Deixa muitos espaços e ainda está muito lento. No segundo gol, foi marcar o Dudu fora da área, deixando um buraco na zaga.

Nino – 4,0 – Um pouco melhor que o Digão, mas não conseguiu acompanhar o rápido ataque palmeirense.

Caio Henrique – 4,0 – Marcou bem e partiu sempre com muita vontade para o ataque. Mas não leva uma bola para a linha de fundo e não faz nada da diferente no ataque a não ser dar passes para trás. Precisa mudar esse estilo de jogo.

Airton – 2,0 – Lento, pesado e totalmente sobrecarregado. Não aparece para sair jogando como faz o Allan e de quebra, ainda tomou um amarelo, ficando suspenso para a próxima rodada.

Ganso – 3,0 – Sonolento. Apesar de colocar João Pedro na cara do gol, precisa jogar mais no meio. Cada hora está enfiado em alguma parte do campo, seja ataque ou na defesa. Ele é o cara que tem que dar o último passe sempre! E não os outros jogadores, como vem acontecendo.

Nenê – 4,0 – Único no meio campo que tenta algo diferente. Um chute de fora da área, uma enfiada. Não estava em um bom dia e também, errou bastante, principalmente, escanteios.

Wellington Nem – 2,0 – Errou passes e mais passes e não conseguiu dar velocidade ao ataque tricolor. Tomou um amarelo e não joga o próximo jogo.

Yony González – 1,0 – A falta de inteligência do jogador é impressionante. Sempre toma as decisões erradas em tudo o que tenta. Erra em todas as investidas, sempre achando que vai levar tudo na base da garra. Nos passes, sempre um tijolo ao próximo e acaba matando os ataques.

João Pedro – 3,0 – Tem só 17 anos, mas tem que ser cobrado como adulto já! Quer enfeitar muito com jogadas bonitas e habilidades, mas sempre erra na maioria dos casos. Quando o jogo estava 1×0, perdeu um gol INCRÍVEL, cara-a-cara com Fernando Prass, que com certeza, mudaria o rumo do jogo.

Dodi – SEM NOTA – Entrou no lugar de Ganso no fim da partida e não teve tempo para receber uma nota.

Yuri – 2,0 – Entrou no lugar de Airton, alteração já constante no time de Oswaldo. Mas fica sempre com medo de dar o passe á frente e acaba sempre tocando para trás. Não ajuda em nada.

Marcos Paulo – 2,0 – Entrou na vaga de Nem que parece ter sentido um desconforto muscular. Sumido em campo. Não ajudou nem no ataque e nem na defesa.

Oswaldo é o culpado pelo resultado de hoje?(Foto: Marcos Ribolli)

Oswaldo de Oliveira – 1,0 – O Fluminense foi presa fácil para o Palmeiras. Com o meio-campo extremamente lento e inoperante, o time não conseguiu criar muitas chances de gol. Mesmo com a posse de bola, o time não consegue converter isso em oportunidades. Até agora, ainda não entendemos o porque o Gilberto é titular desse time sendo que o Julião estava bem. E porque não tirou o Airton antes de levar o segundo gol. Apesar da vitória contra o Fortaleza, ainda parece estar perdido no comando do Fluminense. Precisa com urgência ajustar as suas peças e saber com que, realmente ele pode contar dentro do elenco, que pareceu estar abatido. Falta sangue, vontade e garra dos seus jogadores.

UNIR, ENQUANTO HÁ TEMPO, É A SOLUÇÃO!

Bom dia!
Toda democracia prima pela a diversidade de opiniões e pelo o respeito que todos têm que dispensar às opiniões alheias.
Assim, sem querer desrespeitar entendimentos diversos dos meus, deixo claro que essa negociação, envolvendo o Pedro, não pode ser interpretada como normal, tampouco como tendo atendido plenamente aos interesses do Fluminense, até porque não se deu dentro dos padrões com os quais estamos acostumados a ver, bastando citar que o Celso Barros e o Paulo Angione, sabidamente um bom negociador, sequer se fizeram presentes à reunião que definiu a entrega do Pedro à Fiorentina.
A ausência do Celso Barros pode até ser melhor compreendida, uma vez que o mesmo não tem qualquer poder decisório, além de ainda estar envolvido em questões jurídicas para lá de embaraçosas, ainda não resolvidas, frutos da gestão temerária imposta à UNIMED.
Prosseguindo, uma coisa é a necessidade do clube em vender o jogador que, por sua vez, cansou de externar o desejo de sair, e outra bem diferente é vende-lo de qualquer maneira, por qualquer preço, sob a justificativa de que o clube está a necessitar e muito de recursos.
A desculpa do cego é e sempre será a bengala.
A nossa necessidade é e sempre será a nossa bengala e é contra isso que temos que nos rebelar, sob pena de que amanhã não tenhamos mais nada para vender com o mínimo de valor, já que todos irão tentar tirar proveito da nossa cegueira, na nossa aflição.
Não podemos nos esquecer de que a eleição se deu em Junho/2019 e que MB disse, ainda em campanha, que Pedro ficaria por pelo menos mais duas temporadas no Fluminense, antes de ser negociado, e, na realidade, Pedro acabou se relacionando com a atual gestão por menos de 3 meses.
Prezados, perdemos um baita jogador que poderia nos ser de grande valia na luta desesperada contra o rebaixamento e eu não tenho a menor dúvida de que ele, Pedro, nos fará muita falta.
O dinheiro que iremos receber irá nos tirar, momentaneamente, dos aparelhos que nos oxigenam, mas não nos tirará da unidade de tratamento intensivo.
Se formos rebaixados e tudo indica que seremos, diante do que vimos hoje no Maracanã, perderemos muito mais do que
R$ 40 milhões. O prejuízo que nos será imposto será absolutamente incomensurável e absolutamente irreparável.
Se formos rebaixados e tudo indica que seremos, a atual gestão, certamente, irá jogar o fiasco na conta do Abad, seguindo à risca a cartilha dos irresponsáveis e dos covardes. Entretanto, Abad deixou o clube em condições bem melhores do que estava quando o recebeu, fora da zona de rebaixamento e motivadíssimo na Sulamericana. A atual gestão, em 10 jogos, com seguiu apenas uma vitória, assim mesmo contra o time mesclado do Internacional.
E não é apenas isso que merece ser observado, já que essa mesma negociação do Pedro, nos moldes em que se deu, deixa muito claro que, mais uma vez, o quanto fomos ludibriados, o quanto fomos presas fáceis de todo aquele marketing eleitoral. Muita pirotecnia, muita fanfarronice e absolutamente nada de concreto nos foi apresentado. E digo assim porque, ao reverso do que se fez propagado na época da campanha eleitoral, MB não tinha qualquer plano de ação, qualquer plano emergencial, qualquer patrocinador máster em processo de negociação, qualquer investidor apto e disposto a, de imediato, aportar recursos no Fluminense, o que será uma tarefa ainda mais difícil, na medida em que descemos ladeira, carregando para o fundo do poço a nossa marca, desvalorizando-a em cada derrota como a que sofremos para o CSA e para o Avaí.
Soma-se a isso o fato de que o nosso clube ainda mantém uma estrutura feudal, com guetos políticos completamente avessos às mudanças e árduos defensores dos seus antigos privilégios, o que inibe a chegada de qualquer potencial investidor.
Aquele que pretender investir recursos financeiros expressivos no Fluminense terá que ter, por garantia, o gerenciamento de cada centavo que lhe pertencer.
Não se esqueçam que aa própria UNIMED de Celso Barros cansou de entrar em embate com a gestão do Fluminense, haja vista recusar-se, terminantemente, a colocar o seu dinheiro no caixa do clube. E Celso Barros deve ter tido lá as suas razões para isso.
E por falar em Celso Barros novamente, e não há como isso ser negado, o que se percebe claramente é que já não possui ele a menor utilidade para a atual gestão, sendo, hoje, com todo o respeito que ele merece, uma figura facilmente descartável, a contar do dia 08/06/2019.
Celso Barros foi importantíssimo, até mesmo vital para a eleição do Mário Bittencourt, pois conquistou, sozinho, praticamente todos os votos do sócio futebol, todos os votos da arquibancada. Votos, diga-se, sem qualquer comprometimento com a nossa instituição, votos dos que mal conhecem a nossa história e quase nada sabem sobre a nossa realidade.
Sem o poder de fogo de outrora, Celso Barros é hoje uma figura meramente decorativa e acho que não irá demorar muito para entrar em frontal rota de colisão com o atual presidente.
Ontem, corria o boato de que ele pensa em renunciar a Vice-Presidência geral, o que, em sendo verdadeira a fofoca, será catastrófico.
Em relação ao Fluminense, cumpre dizer que não temos dinheiro, não temos qualquer forma criativa de captação de novas receitas, mas nos demos ao luxo de empregar Duílio, Ailton, Cadu e, recentemente, o Ronald, apenas para exemplificar.
Demitimos de Xerém profissionais de futebol e trouxemos esses ex-atletas, sob a justificativa de que a atual gestão queria contar com gente que tivesse a “pele tricolor”.
É mole?
E desde quando esses ex-atletas possuem “pele tricolor”?
E desde quando esses mesmos nomes possuem predicados profissionais a autorizar suas respectivas contratações, apesar dos salários pagos serem módicos, conforme comentam?
A gestão de uma instituição em estado pré-falimentar precisa, necessariamente, ser criteriosa ao extremo.
Eu sei que muitos votaram no MB, em Ricardo Tenório, outros tantos no MB por causa do Celso barros e outros vários sequer votaram, justamente por não acreditarem em nenhum desses nomes, e eu não estou aqui querendo contestar ou condenar a opção de cada um, longe disso.
O que eu quero é apenas chamar a atenção de cada um dos tricolores para o processo de diminuição da nossa própria grandeza a qual estamos nos submetendo, paulatina e vergonhosamente, de forma resignada.
Tivemos péssimas gestões, como as do Horcades, Peter, Abad e agora estamos entrando numa que é, nada mais nada menos, do que a mera continuação das 03 últimas, com o mesmo modus operandi, qual seja, o de vender os nossos ativos, as nossas jóias, para tampar os nossos buracos cada vez maiores.
Não desgosto, pessoalmente, do Mário Bittencourt, não tenho, pessoalmente, qualquer resistência ao nome dele e não me permito atacar a honra e a dignidade do mesmo, mas acho, com extrema sinceridade, que ele não possui um perfil de gestor, de executivo, e isso está agora mais do que evidente, bastando para tal conclusão olharmos para os nomes que integram a presente gestão.
Tudo o que ele precisava para tirar o Fluminense da lama era de um bom quadro de executivos, cada um dentro do seu segmento de atuação, e foi isso justamente o que ele não conseguiu formar.
Nossos quadros são fracos, que me perdoem os mais sensíveis.
Hoje, no Fluminense, poucos são os nomes que AINDA podem contribuir com alguma coisa para a nossa secular instituição, nomes que ainda têm peso no mercado, com expertise internacionalmente reconhecida, com larga experiência profissional, mas, infelizmente, nenhum desses nomes integra a equipe do Mário Bittencourt e jamais integrarão, conforme me foi relatado por um dileto amigo, vez esposar o nosso mandatário o infantil entendimento de que aquele que não votou nele é porque é seu fidalgo inimigo, porque era contrário ao nome dele.
Se isso for verdade, pobre Fluminense, vez que nem no gerenciamento de uma quitanda se admite esse tipo de raciocínio.
Vivemos há muito tempo mergulhados numa colossal mediocridade, a ponto, por exemplo, do Fluminense ter se dado ao luxo de abrir mão de um Júlio Bueno, um nome que, com toda a certeza, se tivesse sido instado a ajudar a sua grande paixão, muito teria feito pelo o nosso Fluminense.
Não há mais hoje tantos nomes de envergadura para nos abrirem as portas do mercado, restando apenas muito poucos ainda dispostos. E eu penso que é chegado mais do que o momento dessas pessoas serem chamadas para integrar um grupo de trabalho, um grupo voltado para gerir o Fluminense, na acepção exata da palavra, juntamente com o seu presidente democraticamente eleito.
Só nos resta aguardar que o nosso presidente desperte a sua sensibilidade, de modo a fazer a leitura correta da nossa real situação, chamando à mesa, urgentemente, todos os nomes que possam envidar desmedidos esforços em prol da nossa recuperação.
Não adianta negarmos óbvio e por isso é importante que todos tenhamos a consciência de que o Fluminense poderá terminar rebaixado o mês de Setembro, matematicamente falando.
Portanto, meus caros, a proposta é a de unir o Fluminense, enquanto ainda há tempo.
Saudações Tricolores !!!

Uma missão árdua pela frente

O jogo de ontem deixou claro que teremos uma missão árdua pela frente, no que diz respeito ao campeonato brasileiro.
Preparem-se, pois será um sofrimento digno do inferno de Dante!
Muito mais dramático do que em 2009, mesmo porque tínhamos um elenco muito mais capacitado.
Dias atrás, escrevi que era para virar a página, esquecer o Fernando Diniz e apoiar o novo treinador, Oswaldo de Oliveira, pois era o que tínhamos para a janta.
É bem verdade que águas passadas não movem moinhos, nos ensina o brocardo popular, porém não podemos nos esquecer de que não existe presente sem passado, o que me leva a dizer que a demissão do Fernando Diniz, às vésperas do jogo contra o Corinthians, foi uma tremenda demonstração de incompetência explícita do senil que o demitiu, naquele exato momento.
O primeiro e decisivo passo para nossa eliminação foi dado pelo o Celso Barros, infelizmente.
Perdemos para o CSA e mandamos embora o treinador, mesmo sabendo que ficaríamos duas semanas sem jogar pelo o brasileirão.
Era para termos esperado pelo menos passar o primeiro jogo contra o Corinthians.
Por conta da lambança feita pelo o Celso Barros, fomos jogar trancados contra o Corinthians, no Itaquerão, numa partida em que só demos um mísero chute ao gol, ao longo dos 90 minutos. E no jogo da volta, como não poderia deixar de ser, nossa atuação foi confusa, covarde e inoperante, podendo ser dito que, se continuássemos jogando por mais 3 dias seguidos, nós não viraríamos a partida, exatamente por nos faltar capacidade de reação.
Com a eliminação de ontem, voltaremos aos jogos dos 5 mil/12 mil torcedores no Maracanã, justamente quando mais iremos precisar do apoio da torcida.
A desmobilização é natural e perfeitamente compreensível.
Vamos nos arrastar até a última rodada, sem os investimentos financeiros prometidos pelo Celso Barros, sem os grandes reforços prometidos pelo Celso Barros e a necessidade gigantesca nos fará aceitar qualquer caraminguá que nos seja prometido.
Ser tricolor é ser, também, sofredor.
Saudações Tricolores,

Marcello Luna

Primeira batalha de 90 minutos

Iniciamos, ontem, Quinta-feira, a primeira batalha, de 90 minutos, contra o Corinthians, objetivando a vaga na semifinal da Sulamericana, e para os muitos que não tenham concordado com a demissão do Fernando Diniz, a fase de chorar na cama já passou e o foco agora tem que ser, única e exclusivamente, torcer, desesperadamente, pelo o Fluminense.
Eu sempre admirei o trabalho do Fernando Diniz e nele depositava confiança, porém, e os fatos são incontestáveis, os resultados obtidos não deram ao mesmo mais o direito de permanecer no cargo por justo merecimento.
Não podemos nos esquecer de que no Brasil futebol é resultado, apesar de eu não defender muito essa linha. E mesmo achando que futebol não é apenas resultado, a verdade é que o Fernando Diniz não conseguir produzir o mínimo para que nos pudesse satisfazer e assim bancarmos a sua permanência, tanto que estamos hoje na zona do absoluto desconforto na tabela do Campeonato Brasileiro.
Já sofremos muito, em vários e vários anos, com 03 rebaixamentos consecutivos, na década de 90, e com outro, no campo, recentemente, em 2013 ou 2014, e posso garantir que o Fluminense não terá capacidade de recuperação, caso venha a ser novamente rebaixado.
As críticas em relação à contratação do Oswaldo, o irmão do Valdemar, foram até justas, em decorrência dos seus últimos resultados, mas acho que agora é chegado o momento de cessarmos com elas, até porque, se pensarmos bem, quem nos deixou em situação aflitiva foi o Fernando Diniz, uma vez que não conseguiu apresentar resultados expressivos, infelizmente.
Oswaldo de Oliveira está agora com uma batata quente em cada uma das mãos. Ele irá começar um novo trabalho agora e não pode responder pelos os erros do passado e muito menos pelas tamancadas do Celso Barros com quem, inclusive, bateu de frente, quando da sua última passagem pelo o clube.
Personalidade forte ele tem.
É incontroverso que o Fluminense vem sofrendo com constantes erros de arbitragem, que o VAR para nós não existe, que toda a imprensa é contrária ao clube, mas temos que ter a consciência de que não conseguimos vencer, nem mesmo os nossos fracos adversários diretos, e que a nossa defesa é uma mãe, a mais vazada do campeonato brasileiro.
O time não é um bando solto correndo, cria algumas oportunidades de gol, tem um padrão de jogo definido, só que isso não é o bastante, mesmo porque falta o Fluminense aquilo que é absolutamente imprescindível a um time de futebol: equilíbrio entre ataque e defesa.
Essa falta de equilíbrio é a maior razão de estarmos hoje na 18ª colocação.
Muitos estão desanimados e pessimistas, acreditando em novo rebaixamento, contudo é hora de darmos uma oportunidade para o trabalho que será a partir de hoje será colocado em prática pelo o Oswaldo de Oliveira.
É o que temos para a janta.
Ah, mas a diretoria demitiu o Fernando Diniz sem ter uma alternativa melhor ao alcance das mãos, assim muitos disseram e dentre eles eu me incluo. Pensando com mais calma, todavia, vejo que não seria nada ético sair à cata de outros treinadores no mercado, enquanto o Fernando Diniz estava sob contrato de trabalho.
É esperar que o irmão do Valdemar faça a real leitura da situação atual, promovendo as mudanças corretas, preservando o que o Fernando Diniz fez de bom, a fim de ar ao time o equilíbrio necessário.
Estamos vivendo um período muito delicado, sem recursos, com uma diretoria recém-eleita e que, apesar dos longos anos de campanha eleitoral, recheada do mais puro marketing, não conseguiu aportar um único investimento no clube, não conseguiu implementar um simples plano de ação emergencial, não conseguiu apresentar um planejamento inovador.
Estamos na mesma situação dos últimos anos.
Nós tricolores, já deveríamos estar vacinados contra falsas promessas, diante de tantas que nos foram apresentadas nos últimos 20 anos, mas a paixão sempre acaba nos embaçando a visão.
A verdade é que não temos mais o direito de nos iludir.
Sejamos, portanto, realistas: não temos dinheiro em caixa e por isso não podemos ter um elenco de peso comandado por treinador de ponta.
Então, só nos resta acreditar que dará certo.
Só nos resta torcer para que as vitórias aconteçam e que elas façam com que o Fluminense suba na tabela o mais rápido possível.
Só nos resta torcer pela a conquista da Sulamericana, pois, além da confiança que ganharemos, essa façanha nos trará dividendos. Trata-se, portanto, de uma competição importantíssima para as nossas pretensões, como sócios e torcedores, e para a própria gestão.
Só nos resta torcer para que os jogadores joguem com a dignidade esperada.
O nosso comprometimento é com o Fluminense.
O momento é decisivo e clama pela a nossa união, razão pela qual agora é #sucessooswaldo.
Sobreviveremos, sim, podem acreditar, não devendo ser esquecido por ninguém que o Fluminense nasceu com a vocação da eternidade.
Saudações Tricolores,

Marcello Luna

Opinião: A contratação de Oswaldo de Oliveira

A noite dessa terça-feira reservou aos torcedores tricolores a iminente surpresa do anúncio de Oswaldo de Oliveira como novo treinador do Fluminense. Essa aquisição, foi e ainda é muito contestada pela torcida tricolor. Porém, farei uma pequena análise dessa contratação e para que o torcedor possa, pelo menos, dar uma chance e confiar no trabalho do novo comandante.

Oswaldo de Oliveira já acumula duas passagens pelo Fluminense(2001 e 2006). Tem 77 jogos, 38 vitórias, 21 empates e 18 derrotas. Levou o time a semifinal do campeonato brasileiro em 2001. Essa será a terceira passagem do técnico pelas Laranjeiras.

Oswaldo nas Laranjeiras (Foto:Netflu)

Porém, ele não era o plano A da diretoria. Abel Braga, não topou assumir um time no meio de temporada. Dorival, plano B, afirmou ao Netflu estar negociando ainda com um time de fora do país. Oswaldo foi o plano C da diretoria, que acabou acertando. Nomes ainda como Jair Ventura, Thiago Larghi, Maurício Barbieri e Ariel Holan, ex-Independiente foram especulados pela imprensa mas nenhum confirmado pelo clube.

Contudo, o fato de que o Vice Presidente Celso Barros, culpado provável pela demissão de Fernando Diniz e que durante a semana colocou uma enorme pressão no ex-técnico, cobrando vitórias e melhor desempenho, foi alvo de milhões de torcedores, afirmando que o diretor fez as escolhas erradas. Mário Bittencourt no caso, sempre foi a favor da continuidade no trabalho de Diniz, porém, Celso, desde que assumiu, já impôs uma pressão ao ex-comandante.

Infelizmente, o futebol brasileiro ainda é muito fiel ao resultado. O aproveitamento de Diniz era bem ruim, apesar da boa campanha na Sulamericana, talvez não fosse o momento de demiti-lo, mesmo com toda a sua teimosia e fidelidade ao seu modelo de jogo, a diretoria tinha que ter um técnico na manga. Mas não tinha!

É claro que em oito meses, o time evoluiu e muito. Tenho certeza que a maioria dos torcedores são e gratos ao Diniz por tudo o que ele fez, mas a situação dele era muito complicada, o que não fecha as portas para um retorno futuramente.

Foto: Lucas Merçon / FFC

Oswaldo de Olivera era a melhor opção disponível no mercado? Ao meu ver, não. Porém, dentre as opções restantes, talvez fosse a que mais se encaixava no perfil e nas condições financeiras do clube. O fato de que ele já conhece o local de trabalho, provavelmente pesou para o Fluminense ir buscá-lo. Precisávamos de um técnico mais experiente, com mais bagagem(técnico “cascudo”) para poder pegar esse time tricolor e fazer alguns aprimoramentos ao estilo que o time vem jogando.

Oswaldo em sua passagem pelo Flu (Foto: Destak Jornal)

Só o tempo dirá se essa contratação foi acertada. Pode ser que dê certo? Sim! Como também pode dar errado. Só que como tudo, o treinador vai precisar do apoio da torcida! Não adianta ficar remoendo o que a diretoria deveria fazer ou deixou de fazer. Já foi feito! A página virou! Agora, é esquecer Fernando Diniz e dar apoio ao Oswaldo de Oliveira, o novo treinador do Fluminense Football Club.

Saudações Tricolores,

João Eduardo Gurgel

Tic tac ou reme reme

Guerreiros da Sul , Tricolores e Tricolindas , vou fazer minha leitura e análise dessa situação toda !! A filosofia de jogo do Diniz é válida , posse de bola , ofensividade , futebol bonito , vistoso , mas, previsível. Não apresentou variações táticas , independente de adversários em jogos fora ou em casa , quando durante uma partida o adversário mudava a marcação , uma mesmice , TIC TAC ou REME REME , como preferirem !

Futebol é resultado , bola na rede , GOL , Vitória , três pontos . Com nosso elenco atual não rola , teve 8 meses de treinamentos , com duas paradas , não evolui e nem aprimorou nada !

15 jogos , 3 vitórias , 3 empates e 9 derrotas . FALA SÉRIO !!! Aí, ficam essas viúvas do Diniz , as viúvas do Fred e agora juntou com as viúvas das urnas das eleições , tentando culpar o Dr Celso Barros. A culpa é total da gestão anterior , entregou um clube falido , um elenco com quase três meses de salários atrasados , cheio de penhoras , dívidas trabalhistas , e muita , mas, muita coisa obscura , que aos poucos com levantamento e pesquisa vem aparecendo . Esquece o Prof Pardal, já foi , tentou Abel , Dorival e aí ?? Vamos de Marcão , já alterou para um 4 / 4 / 2 , com Muriel , Gilberto , Nino , Digão , Mascarenhas , Caio Henrique , Allan , Ganso e Nenê , Wellington Nem e Yony , esse é o nosso time ideal hoje, mesclando experiência com juventude. Opções de duas substituições cirúrgicas , Marcos Paulo e João Pedro. E, lhes pergunto, porque não deixar Marcão até o fim do ano , e o dinheiro que fosse pagar um medalhão de técnico , investir urgente em um zagueiro para ser titular e um volante e lateral esquerdo sul americana. Com garra e brio !!! Essa e minha proposta ! O que acham ???

By Lauro Cernicchiaro / LUTEM ATÉ O FIM !!!

Numa semana decisiva….

O Fernando Diniz foi demitido, numa semana decisiva, sem que a diretoria tivesse um nome na cartola. Isso apenas mostra a falta de planejamento da atual gestão. Agora, sem dinheiro no cofre, somos obrigados a regatear o salário do próximo treinador, antes mesmo dele ser contratado. Agora é hora de cobrar do Celso Barros as promessas de campanha, como a vinda de grandes jogadores, os investidores que aportariam recursos no clube e etc. e tal. Alguém precisa dizer ao Celso Barros que o que ele foi um dia hoje já não é mais e jamais voltará a ser. Não dá para se portar como um bufão, com palavras vazias soltas ao vento e sem nada no bolso, apenas com o propósito de estabelecer uma empatia com os sócios e com os torcedores. O tempo em que se amarrava cachorro com linguiça já passou. Eu não tenho dúvida alguma de que o nosso semestre será de sofrimento, em todos os aspectos. É óbvio que essa nossa situação atual não pode ser creditada na conta do Mário Bittencourt, mas não dá para ele jogar toda a responsabilidade na gestão Abad, até porque esse último entregou o clube em situação bem melhor do que havia recebido. Também não dá para o Mário Bittencourt dizer que “não sabia” que tudo estava negro e embaçado, pois tinha plena consciência da nossa realidade. Agora, uma coisa é ser pedra e outra bem distinta é ser vidraça. A atual gestão está vendo como é complicado ir ao rio beber água na mesma hora que a onça sai da mata para beber água também. Volto a dizer: se a atual gestão prosseguir prestigiando “companheiros de campanha”, em detrimento dos que realmente podem contribuir para o Fluminense, vamos parar na piscina do vinagre com sal grosso. Precisamos arcar com o ônus do passado, acertar nossas contas com ele, sem dúvida alguma, mas precisamos de ousadia na atual gestão, neste exato momento, senão quisermos acabar em posição fetal, completamente encolhidos. E para isso é preciso que o presidente democraticamente eleito chame à mesa para o diálogo todos os tricolores que estão dispostos a ajudar e o quanto antes.

Por Marcello Luna

Clubes precisam cobrar transparência da CBF em relação ao VAR

Clubes precisam cobrar transparência da CBF , em relação ao VAR.

Não é a primeira vez nem a última que um clube é prejudicado pelo VAR , ou pela falta da solicitação do VAR.
Ganso foi atingido na área e após rever a jogada diversas vezes entendi que houve a penalidade , como sou árbitro formado pela EAFERJ , afirmo existem várias maneiras de se lidar com essa tecnologia , e sim pode ser utilizada por conveniência se não houver transparência, o essencial é transparência , o VAR deve ser gravado , as imagens diversas cedidas , e todas as atitudes da equipe de arbitragem devidamente documentadas , quem não deve não teme!
Veja o caso hoje , e não é choro de perdedor , saibamos separar as coisas , em outra matéria que fiz há minutos atrás , sou bem claro que não se justifica perder tantos gols e ter tanta ineficiência , o Fluminense não mereceu a vitória por pura incompetência. Mas há de se salientar, houve um erro de arbitragem devidamente evidenciado e que a regra permite voltar , o VAR não foi solicitado por que? O Clube precisa cobrar a CBF , e os árbitros precisam em qualquer dúvida dessas, solicitar o VAR, o Fluminense foi prejudicado contra o Goiás e agora contra o CSA em pleno Maracanã! Será mesmo que esse tipo de acontecimento seria possível contra o Flamengo ou Corinthians?! Há de salientar que as imagens diversas para a arbitragem de vários ângulos é cedida gentilmente pela Globo.
Vamos entender que o lance foi capital independente da ineficiência do nosso ataque e de nossa debilidade na defesa, se o VAR fosse devidamente acionado , como manda a regra , evitaria a derrota tricolor! A pergunta que não quer calar : porque o VAR não foi acionado após o Gol do CSA , já que a bola não parou , após polêmico penal sofrido pelo Ganso?!
No vôlei quem pede é o clube , porque precisamos ficar na mão da arbitragem devidamente na solicitação do VAR? Quem deve solicitar o VAR é o clube ! E a transparência tem que ser total , nas decisões da equipe de arbitragem!

Só em jogadas de penalidade, impedimento ou cartão como manda a regra , com um limite de e até 3 pedidos por período. Com a arbitragem prudentemente obviamente também solicitando assim se for necessário!

Imagem : ver-o-fato.com.br

Por Marco Velloso

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