Análise: As necessidades do Fluminense para a temporada 2022.

O Fluminense está muito próximo de conquistar a classificação para a Libertadores de 2022 e com isso precisa se preparar para as competições que irá disputar e nessa análise vamos trazer para vocês as necessidades do tricolor para a próxima temporada e sua busca por reforços.

É visível a importância de uma contratação na lateral esquerda do Fluminense, na atual temporada o tricolor sofreu com as atuações muito abaixo de Egídio e Danilo Barcelos. Com a chegada de Marlon, voltando da Europa, Marcão optou por deixar o jovem lateral ter uma sequência e acabou se firmando na posição, sendo também responsável pela bola parada da equipe. Mas precisa de uma “sombra” ou até mesmo um jogador para ser titular da equipe.

Outra necessidade do Fluminense é na criação das jogadas, a bola passa muito por André e Yago Felipe, e o modelo utilizado por Marcão com 3 volantes cria um “buraco” no meio campo tricolor ao iniciar a 1ª fase de construção. Além de na organização defensiva os extremos ficarem sobrecarregados na marcação, com a entrada de um meia o Fluminense pode fazer com que crie mais e também se organize melhor defensivamente, como já vimos no Tática Didática.

Nas extremas o Fluminense precisa de um jogador com características parecidas ou iguais as de Caio Paulista. Um jogador tecnicamente melhor e com poder de finalização ajudaria muito ao tricolor nas transições ofensivas, dando sequências às jogadas e concluindo com mais eficiência às ações de ataque.

Basicamente a manutenção do elenco atual e peças de reposição são o que o Fluminense precisa para ter uma temporada buscando melhores ambições nas competições que irá disputar.

Basta! A falta de Defesa Institucional tem que acabar!. Opinião por Antonio Gonzalez

Nos últimos 10 anos (4 gestões e 3 presidentes – Peter Siemsen, Pedro Abad e Mário Bittencourt) o Fluminense não teve nenhuma Defesa Institucional. Pelo contrário, o clube calou-se diante do achincalhamento produzido com base na mentira, na manipulação da narrativa dos fatos.

Cumprem-se 8 anos do caso Flamenguesa e até hoje o Tricolor das Laranjeiras é vítima de todo tipo de acusações e culpas, quando o verdadeiro vilão tem sede na Rua Gilberto Cardoso, com entrada pela Borges de Medeiros. Sem esquecer das agressões sofridas por alguns de nossos torcedores nas ruas da zona sul no final de 2013, apos manchetes de jornais, do tipo “No “tapetão”, Fluminense se salva e Portuguesa cai para a segunda divisão” (brasilelpais.com), manipularem a razão dos fatos.

Nunca foi virada de mesa e sim o cumprimento do regulamento da competição.

O de ontem (o penalti marcado pelo VAR) foi apenas mais um fato equivocado que envolve e prejudica ao FFC.

Entretanto a nossa torcida (a consciente) não quer e nem aguenta nenhum tipo de teatro: gritar, ofender, dedo em riste, nada disso traz solução para qualquer transformação. A liturgia do cargo de um presidente exige atitudes concretas, denúncias efetivas e comprovadas.

De outra forma, os espelhos pessoais e os seus reflexos JAMAIS podem estar acima dos interesses do clube. Assim como as promessas de campanha não cumpridas.

Nem o Peter, nem o Abad, nem o Mário souberam entender o que tinha e o que deve ser feito: Defesa Institucional requer outro tipo de comportamento, procedimento e aspecto.

A nossa torcida tem o orgulho de bater com a mão no peito e gritar aos 4 cantos do mundo: “o Fluminense é gigante!”.

Eu diria (com pesar) que de gigante ficou somente o nosso passado. Hoje somos uma franquia barata das glórias que um dia tivemos. É preciso mudar a compreensão da realidade, fazendo uma apreciação descontaminada do raio X que revela o pouco que nos resta de pulmão.

Peter, Abad e Mário tem muito em comum, principalmente porque não souberam ler os fundamentos que regem a liturgia do cargo que ocuparam / ocupam.

A Defesa Institucional não existe. Triste porém verdadeiro.

Há 10 anos a filosofia do “novo fluminense do Peterzismo” comanda o clube. 9 anos sem títulos, dividas que cresceram sem controle, mais de 150 contratações de jogadores sem critérios, de diversos cabeças de bagre, de barangas e de veteranos que não passam de ex jogadores em atividade com salários fora da realidade. Sem falar no time de contratados (nas 3 gestões) por terem no currículo o fato de serem amigos da política situacionista e de cabos eleitorais, para trabalharem na administração do clube. Sem esquecer a omissão de grande parte das nossas organizdas. PARAMOS NO TEMPO.

Se não lutarmos contra esse tipo de fatos, o apequenamento avançará sem piedade.

Por outro lado, grande parte dos que hoje se dizem oposição, navegam sem rumo. Muita vaidade, muita falta de autocrítica, muito pavão que se acha a última Coca-Cola do deserto.

No meu caso que frequento a Frente Ampla Tricolor escolho o debate construtivo, além da construção de um grande projeto que nos leve ao renascer como GIGANTE.

Terminando… tem gente que se diz oposição questionando “mas você se reuniu com o Gonzalez”… porra eu tenho que rir… que culpa eu tenho se quem questiona tem o pau pequeno.

Posso viver mais 1 dia, 1 semana, 1 mês, 1 ano… quem sabe mais…

Mas para você que tem micro pênis um carinhoso lembrete: AINDA TENHO MUITA GASOLINA PARA QUEIMAR.

No mais…

DEFESA INSTITUCIONAL JÁ!

VOTO ONLINE JÁ!

Abs

Antonio Gonzalez

Análise: André é um jogador moderno e de muita técnica, mais uma grande revelação do Fluminense.

Hoje vamos trazer uma análise sobre o volante André, revelado nas categorias de base do Fluminense. Um atleta de futebol técnico e moderno, com ampla visão e entendimento do jogo, força física e liderança. Como falamos no Tática Didática.

André fez 32 jogos na atual temporada e foi titular em 59% desses jogos, tem 93% de acerto nos passes durante as partidas, sejam eles passes em ruptura, laterais ou longos. Realiza a fase de construção do Fluminense, em alguns momentos a 1ª fase de construção e em outros a 2ª fase de construção. Precisa ter um pouco mais de entrada no último terço para finalização e chutes de longa distância, duelo 1×1 defensivo e ofensivo excelentes, quebra linhas com dribles e proteção de bola.

O jovem de 19 anos tem um futuro brilhante pela frente no Fluminense e Seleção Brasileira, quando tiver oportunidades, esperamos que permaneça no Brasil por muito tempo e se torne uma das referências do futebol brasileiro.

Confira a análise completa no vídeo.

‘ ‘Torcida deu um show’. Opinião Lauro Cernicchiaro

Bom dia. Tricolindas e Guerreiros da Sul!

Que festa da nossa torcida ontem, que foi aquilo? Vou ao Maraca há mais de 45 anos, poucas vezes vi uma conexão como essa. Cantando, pulando, apoiando 100 minutos, sem parar um minuto sequer. Rostos sorridentes, famílias unidas e felizes, nossa torcida realmente é especial.

Não importa as lacrações da Bravo, inventarem modificações em letras de cânticos, alguns garotos modinhas e Nutellas querendo aparecer. Jamais serão, esses movimentos de adolescentes com canções em ritmo argentino, tem sua validade e paixão, é a renovação de nossa torcida linda. Mas, jamais podem esquecer das organizadas.

Tem sua história e tradição, e que jogo ontem emocionante. Moleque Callegari jogou muito, demonstrou que podemos contar com ele no meio, posição de origem na base, onde se destacou, e ajudou muito na lateral, chegando até se prejudicar na carreira. Marcos Felipe uma defesa espetacular, que elasticidade e velocidade de reação. Sensacional! Garantiu o resultado. Fred sem comentários, veste o manto, guerreiro e ídolo máximo. Vive um grande momento de paixão com o clube e amor com a torcida. Luiz Henrique com suas pedalada e arrancada levanta a arquibancada. Caio Paulista limitado como sempre, se superou, dedicou com muito empenho.

Se realmente garantirmos a vaga da Liberta, Bobadilla não pode ir embora, nisso Hulk tricolor, Rambo do Laranjal, o cara entra acelerado, a todo vapor, gosto muito de sua raça, parece um gladiador, necessário. Enfim, muito feliz, ainda não jogamos bem, Marcão nitidamente pede ajuda aos auxiliares nas substituições, fica em reunião, é até engraçado,mas atitude nobre, humildade, medo de errar? Ou consulta atrás de um consenso?

Ontem foi uma bela festa com uma vitória importantíssima! Vamos com tudo! Somente o que sentimos, justifica o que fazemos! Isso aqui é FLUMINENSE!!! Voltem a remar!

Parabéns FORÇA FLU – 51 anos de SER FLUMINENSE (por Antonio Gonzalez)

A vida é feita de escolhas: com pouco tempo no ventre da minha MÃE escolhi SER FLUMINENSE.

Já o meu PAI, desde os primeiros jogos, naquele cimento da arquibancada do “falecido” Maracanã dizia: “SER FLUMINENSE não é só o que você possa ver dentro de campo, mas essa camisa conjuga o verbo perfeito para definir a ética, a honra, a honestidade, a retidão, a fé, a luta, a guerra, a nobreza, a classe, a justiça”.

E surgem os momentos em que SER FLUMINENSE supera o altar do imponderável:

  • “TIO, por que o senhor não vai ver o jogo de amanhã com a gente, é a final?” – perguntei.
  • “Porque agora eu sou da Força Flu…” – respondeu.

Retruquei de bate pronto “mas o que é essa tal de Força Flu?”…

Eu era um menino de 9 anos de idade que havia acabado de ser aprovado no colégio, rumo à 3a. série primária. Um ano e meio antes, em junho de 1969, havia presenciado a estocada final:”Flááávvvviiiioooo, 9, a camisa que tem cheiro de gol… tem peixe na rede do Flamengo”… 3 a 2 na mulambada. Depois daquele Fla- Flu, o Fluminense ganhou um lugar de destaque na minha vida. Eterno!

Então meu TIO, que era o malucão da família, me levantou no colo e disse uma frase mágica:

  • “A Força Flu é a tradução perfeita do que é SER FLUMINENSE!”… “E pode apostar que amanhã (domingo 20/12/1970) a gente vai sair do Maracanã gritando É CAMPEÃO!

Na segunda-feira (21/12) acordei cedo e corri para à banca de jornal do Seo Giovanni, na esquina de Voluntários da Pátria com Paulo Barreto e pedi um exemplar do Jornal dos Sports…

A manchete do periódico era definitivamente esclarecedora:

FLUMINENSE CAMPEÃO DO BRASIL DE 1970.

O que havia começado no dia 15 de junho de 1969, quando diante de mais de 170 mil pagantes, o tricolor exterminava o urubu mulambu e conquistava o título carioca, se solidificava com a conquista do campeonato 1° brasileiro.

E na cabeça daquele guri, tímido porém brigão, nascia a definição para o resto da minha vida:

SER FLUMINENSE É SER CAMPEÃO!

O tempo passou, 18.600 dias depois daquela conquista escrevo estas linhas.

Entrei para a Força Flu no início de 1978, ainda imberbe, 16 primaveras nas costas. Em poucos meses, o Mestre Ricardo Belford, que era o Presidente à época, transformou-me em Diretor de Relações Públicas. Em 1980 o Ricardo se afasta para casar, interinamente assumi. Até que no dia 29/05/1981 me tornei Presidente.

Hoje, posso dizer (dou fé) da inequívoca e brilhante participação da Força Flu nas conquistas dos cariocas de 1980/1983/1984/1985/1995 e do Brasileiro de 1984.

SER FLUMINENSE É SER CAMPEÃO!

Hoje, nessa data querida, assumo que nesses 51 anos de história somente existiram 2 protagonistas: o FLUMINENSE e a FORÇA FLU. O que veio junto é mero coadjuvante. EU SOU UM DELES, sem protagonismos, apenas mais um.

E se alguém tem que agradecer a alguém nessa caminhada, esse alguém sou eu. Graças à torcida me fiz homem. E mais: graças à FORÇA FLU eu aprendi a perfeita conjugação do verbo SER FLUMINENSE.

Nesse instante pintam alguns “MUITO OBRIGADO”…

Aos que já se foram: GB, Eduardo, Gigi, Lorenzo,seu Pedro, Tia Helena, Adriano Pinto, Sergio Louro, Patury, André Bolha, Tato, Soró, Mancha, Tarado, entre outros…

Aos fundadores João Venâncio Cysne, Valter Veloso, Mario Marcio, Sylvia, Glauber, Boto, Denise e Zenildo (o 1° Presidente)…

A outros Presidentes como Ricardo Belford, Aloísio Loures, Mario Fofoca, Soró, meu irmão mais novo Pagaio, Pará, Marcelo Esteves, Willian… Aos amigos Zé Henrique e Lete…

À atual Diretoria com o Presidente Balu e aos diretores Gabriel Diniz, Regis, Annie e Bruno Gioseffi.

A Força Flu nasceu trazendo consigo um dogma de fé:

Félix, Oliveira, Galhardo, Assis e Marco Antônio; Denilson e Didi; Cafuringa (Wilton), Flávio (Mickey), Samarone (Cláudio) e Lula.

Esse é o mantra que há gerações se veste de verde.

De resto… que venham outros 51 anos… será o sinal inequívoco de que o Fluminense continuará vivo.

E jamais se esqueçam que…

SER FLUMINENSE É SER CAMPEÃO!

SER FLUMINENSE É SER FORÇA FLU!

Análise: Fluminense faz gol logo no início, segura o Internacional e vence no Maracanã confronto direto por vaga na Libertadores 2022.

Em um jogo onde o tricolor mostrou muita raça e muita vontade mas deixou a desejar na parte técnica, saiu com a vitória e deu mais um passo importante para a classificação à Libertadores do próximo ano.

Com Wellington na vaga de André, suspenso, e Calegari no meio de campo no lugar de Martinelli, machucado, o Fluminense tinha Yago Felipe na criação, sendo o responsável pela 2ª fase de construção e chegando muito ao ataque. Fred jogando mais fora da área foi o responsável pela primeira grande chance do Fluminense.

 

Logo com 1’ de jogo saiu o gol. Fred puxa a marcação e tenta o cruzamento, o zagueiro do Internacional coloca a mão na bola e a arbitragem confirma o pênalti, o atacante tricolor bate com categoria e abre o placar no Maracanã. A partir daí o que se viu foi um Fluminense recuado e esperando o momento certo para matar o jogo, no maior estilo do reativo como é conhecido do tricolor. Como já vimos no Tática Didática.

Na organização defensiva o Fluminense ficava com uma linha de 5 no meio de campo e posicionou os seus extremos para sair em velocidade e realizar as transições com poucos toques na bola e efetividade, mas esbarrou na qualidade técnica de seus jogadores.

Uma vitória importante e que põe o Fluminense de vez na briga por uma vaga na Libertadores 2022.

“Fluminense eu sou!” – 60 anos de Batismo – Por Antonio Gonzalez

“Fluminense eu sou!” – 60 anos de Batismo 

Meu PAI me fez Fluminense.  Minha MÃE também. Meu Tio Lorenzo, um dos fundadores da Força Flu, carteirinha número 010, também. Meu Avô, o Antonio Careca ou o Senhorito do Restaurante Yankee Brasil, também.  Meu outro Tio, o Antonio Castro Gil, Vice de Futebol em 1984, também.

Nesse sentido a vida não me permitiu perder tempo. Eu gostei da democracia familiar. Berço e terço! Amém! Salve! Água bendita daquela pia Batismal e o óleo dos catecúmenos (“catecúmenos são os que se preparam para receber o Batismo. Este óleo significa a força de Deus que penetra no catecúmeno – como o óleo que penetra em seu coração, o liberta e prepara para o nascimento pela água e pelo Espírito” – Wikipédia).

Traduzindo: nasci Fluminense! Ponto! Vamos em frente!

A vida é para ser vivida. Sou daqueles que preferiu viver tão depressa que não teve tempo para ter medo.

A minha infância dura exatamente 52 anos, desde aquele gol do Flavio em 1969… “É ou não é piada de salão, o time do urubu querer ser campeão?”.

Todos os dias vivo aquela noite. Isso me faz permanecer vivo.

E vieram aqueles gols do Mickey, a 1ª Máquina que atropelou o High Society daquele mágico 1970.

De 1971 ninguém fala do roubo no jogo do turno. Penalti roubado, presenteado ao Botafogo pelo senhor Juiz Carlos Costa, 1 a 0 com gol de Paulo Cézar Lima. Ou seja: “quem com ferro fere, com ferro será ferido”.  O Fluminense é um clube de pessoas respeitosas. Ponto!

A inocência de uma infância multicampeã deixa de herdeira uma adolescência alucinada. A nova Máquina. Rivelino, Paulo Cezar e cia… Os melhores do mundo vestiram as nossas cores.

Mas a verdadeira alucinação adolescente chegou aos 16 anos, início de 1978: a Força Flu. Não foi uma paixão à primeira vista, era reencarnação na certeza que ambos já nos conhecemos de tempos de outrora.

Do nada aquele menino teve que ter postura de homem aos 19… foi uma escola de vida, muito mais que qualquer outra forma de amor, mesmo valendo a pena. Dias de glórias, tempos de festas, de cortes sem volta.

O tempo traz consigo passados e retratos. Alguns já sem pintura.  Mais de 4 décadas se passaram. Nem o meu cabelo ficou.

Mas a Força Flu sim.

Hoje é um dia importante. 

Estive afastado, tive meus motivos: 2 garotos de 20 anos faltaram ao respeito. Corri detrás de um. Fugiu. Naquele dia falei “acabou”, eu com mais de 50 anos, correndo em direção a quem desrespeitou-me.  E pensei que “disposição não falta, tô velho para isso”.

Um novo ciclo se apresenta…

Quem nasceu na arquibancada do verdadeiro Maracanã sabe o tamanho que tem: o Sobranada não só me estendeu a mão, como me ouviu e interpretou.

E sem pedir passagem quando dei por mim não restavam traços daquele guri que procurou ao Ricardo Belford, que era o Presidente da época: “Tem camisa? Quanto é?”…

Serei eternamente grato ao SOBRANADA 1902.

A atual Diretoria me procurou em maio de 2020. Aos poucos a confiança foi reconquistada, tanto que sempre que posso vou à sala.

Hoje fui convidado para a Festa de Aniversário 50/51.  Agradeço aos envolvidos.

A Força Flu é a imagem viva da HISTÓRIA DO FLUMINENSE.

“FLUMINENSE EU SOU!” traduz um pouco desse Fluminense que vivenciei, que muitos tem aceso na memória.  É um canto de PAZ e uma canção de guerra.

O Claudio, THE MAN, Kote deu vida.

Vai para todos, de todas as gerações: se vai ser cantada ou não… sei lá, não me preocupa. Foge da minha alçada.

Cumprir 51 anos de existência eleva à condição de destaque quando se trata de uma torcida organizada. E sendo do Fluminense, trata-se de referência.

Para quem ainda se surpreende com a minha forma de escrever: aprendam a ler nas entrelinhas.  A última mensagem tinha o intuito de mexer com os brios, conseguiu.  Só que é uma proposta de paz! Nada além disso: debate e união.

UNIDOS POR UM FLU FORTE é uma frase de Heitor D’Alincourt… Eternizada pelo peso histórico.

E…

Para quem se preocupa com o futuro: amanhã tem a LIVE da Frente Ampla Tricolor, esqueça o viés político, mas dá uma passada (Facebook e Youtube) – “CLUBE EMPRESA – Caminhando em direção ao futuro”.  Vai ser muito didática. Comece a se interessar, não deixe que falem por você.

Um forte abraço! Até qualquer dia!

Meu PAI me fez Fluminense.  Minha MÃE também. Meu Tio Lorenzo, um dos fundadores da Força Flu, carteirinha número 010, também. Meu Avô, o Antonio Careca ou o Senhorito do Restaurante Yankee Brasil, também.  Meu outro Tio, o Antonio Castro Gil, Vice de Futebol em 1984, também.  A FORÇA FLU TAMBÉM!

Análise: Fluminense faz jogo seguro e vence o América/MG no Maracanã com gols de Luiz Henrique e Fred

Em um jogo seguro taticamente, com mais posse de bola, determinação e superioridade, o Fluminense venceu o confronto direto contra o América/MG e chegou a 7ª colocação do Brasileirão.

Com a volta de Luiz Henrique e Fred ao ataque, o Fluminense iniciou o jogo no 1-4-3-3, na organização ofensiva, já na organização defensiva ficava no 1-4-4-2 com Caio Paulista fazendo uma dupla de ataque com Fred, iniciando a marcação em bloco médio, o Fluminense tem muito repertório, como mostramos no vídeo do Tática Didática. Caio e Luiz Henrique trocaram em muitos momentos do jogo de lado. O tricolor também jogou com seus laterais em bastante amplitude, fazendo com que o adversário abrisse o meio de campo para infiltração dos volantes do Fluminense, foi visto durante o jogo Yago, André e Martinelli chegando na área.

O gol tricolor marcado por Luiz Henrique saiu de uma falta cobrada dentro da área e um erro defensivo do América/MG, realizando uma linha de impedimento errada, o atacante tricolor ficou livre na área e aproveitou o passe de Nino para marcar com o gol livre, o VAR conferiu se havia impedimento no lance mas foi validado.

Na segunda etapa o Fluminense mesmo em vantagem marcava no último terço do campo pressionando a saída de bola do adversário. Vencendo por 1 a 0, o Fluminense passou a marcar no 1-4-1-4-1, com André de 1º homem de meio campo e Fred como o único jogador à frente. Árias entrou no lugar de Luiz Henrique, cansado, e jogou aberto pela extrema esquerda, realizando boas jogadas, nesse momento o tricolor jogava de forma bem ofensiva e com vontade de matar o jogo.

Fred voltou a marcar de pênalti após jogada em profundidade de Cazares para Árias. O equatoriano bateu a falta rápido, criando o espaço com um passe em ruptura nas costas da defesa e encontrou Árias, que foi derrubado na área.

O Fluminense fez um jogo muito seguro e venceu o confronto direto na briga por uma vaga na Libertadores, sem dúvida dá uma esperança ao torcedor do tricolor por dias melhores.

O PRESIDENTE NEGRO DO FLU! VIVA O ETERNO DR°. ARNALDO SANTHIAGO!


O Dr°. Arnaldo Santhiago Lopes, atleta de basquete, campeão carioca de 1961, tornou-se médico. Durante muitos anos foi o médico da equipe profissional de futebol do Fluminense, conquista do títulos e o carinho de sua enorme torcida.
Como presidente do Fluminense, entre 1° de fevereiro de 1993 até 2 de janeiro de 1996, o médico negro, Arnaldo Santhiago foi o grande responsável – com a grande colaboração do ex-presidente Sylvio Kelly – pela criação do Centro Treinamento de Futebol de Xerém, local onde o FLU trabalha e desenvolve as suas categorias de base de futebol. E na gestão do “presidente negro”, que o Fluminense conquistou o antológico título do Carioca de 1995, com o “Santo Gol de Barriga”.
Desde 1998, o Fluminense é uma grande democracia! Com eleições livres, populares e diretas! O sócio tricolor “vota diretamente” para presidente! Façamos justiça, foi uma grande bandeira de luta da “Vanguarda Tricolor”. No Fluminense a “DEMOCRACIA” não é peça de retórica. A Democracia no FLU está tão forte e saudável, que até o “sócio-torcedor” tem direito a “VOTAR PARA PRESIDENTE”. Vamos lutar para que o “sócio-torcedor” também possa ser votado. E já estamos lutando pelo “voto on-line”.
Enquanto são, “adoradores das lendas de Mário Filho”, não apresentam os seus “presidentes negros”. É na presidência de um Clube, que se definem as decisões políticas, de comando e de poder. A História é uma ciência humana! E deve ser fundamentada em FATOS, e não apenas em lendas.
O futebol sempre foi um meio excelente de manipulação das massas. Mussolini foi um dos primeiros a perceber isso, usando a poderosa Squadra Azzurra, bicampeã mundial de 1934-1938. E Getúlio Vargas, que era chamado de “pai dos pobres”, mas tinha como esporte predileto o golfe, foi nessa linha patrocinando a seleção brasileira de futebol para a Copa do Mundo de 1938. O retorno foi sensacional, o Brasil retornou da França, com um sensacional 3° lugar, seu melhor resultado, até então, em Copas do Mundo.
As brilhantes, porém, algumas delirantes “lendas de Mário Filho”, caíram feito uma luva aos interesses do ditador Getúlio Vargas. Mas a História do Esporte nacional está sendo revista dentro de preceitos científicos, por pessoas qualificadas para essa tarefa.
Contudo, fica aqui a nossa homenagem ao nosso querido e saudoso, Dr°. Arnaldo Santhiago Lopes, o “presidente negro” do Fluminense. No “Dia da Consciência Negra”, trago aqui, um pouco de História, baseada em FATOS, para desmistificar “algumas décadas” que perduram por décadas.

Viva o Dr. Arnaldo Santhiago Lopes!

Análise: Fluminense joga mal, finaliza pouco e acaba derrotado pelo Juventude por 1 a 0

Em jogo de pouca inspiração, o Fluminense acabou derrotado fora de casa e não aproveitou a derrota do Internacional para subir na tabela e dar mais um passo rumo à Libertadores 2022.

Mais uma vez Marcão modificou o Fluminense saindo do 1-4-4-2, da vitória sobre o Palmeiras, para o 1-4-3-3, com 3 volantes e Caio Paulista na extrema direita. Lucca também ganhou a vaga de titular e jogou aberto pela esquerda, com John Kennedy na vaga de Fred, suspenso. André retornou ao meio de campo do tricolor e deu início a maioria das saídas de bola do Fluminense, como podemos ver na análise do Tática Didática , o jovem volante dá mais qualidade a 1ª fase de construção de sua equipe.

Buscando transições em velocidade o Fluminense chegava ao ataque com superioridade numérica mas errava no último passe e em muitos momentos devolvia a bola para o adversário. John Kennedy flutuava bem entre as linhas do Juventude mas o tricolor não conseguia chegar ao gol e finalizava muito pouco na meta do goleiro gaúcho.

O gol do Juventude expõe um dos maiores problemas da equipe de Marcão: a pouca pressão ao portador da bola. Na jogada ensaiada, e estudada, do time gaúcho a bola sai do escanteio para quase o 2º terço do campo e o jogador do Juventude recebe com espaço e tempo para cruzar na área. Outro problema aparece, o ataque às costas do lateral, que ganha de Marlon no alto e atravessa a bola para a pequena área encontrando o atacante do Juventude em liberdade para finalizar e fazer o gol.

Com a entrada de Cazares o Fluminense tem a posse, cria os espaço mas o meia equatoriano se posiciona mal e fica atrás da linha adversária, dificultando a criação das jogadas do tricolor. Atrás do placar o Fluminense sobe suas linhas mas pressiona pouco e não consegue recuperar a posse e gerar um novo ataque. Árias entrou aberto pela direita, sua posição de origem, mas pouco tocou na bola e quando tocou errou mais do que acertou, analisado pelo Tática Didática.

O Fluminense tem repertório, tem jogadores que podem render mais, porém tem pouca inspiração e sem nenhum poder de finalização. Marcão precisa procurar alternativas para as últimas rodadas do Brasileirão.