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” Nos FlaxFlu’s é um aí Jesus” opinião Rodrigo Amaral


Irmãos tricolores, ainda me lembro daquele Fla X Flu da lagoa, ano de 1941, apesar de ter nascido em 76, mas como sou tricolor desde outras encarnações, estava eu lá, de chapeu panamá e terno, la na Gávea, me lembro como se fosse ontem, dividíamos as arquibancadas e como hoje jogavamos pelo empate. Tivemos um de nossos jogadores expulso, nosso goleiro, o Batatais, tinha uma lesão na Clavícula, e assim como em 95 abrimos 2×0, eles reagiram, tiveram a empáfia de achar que poderiam vir com tudo pra cima do já então time de guerreiros, apesar da alcunha só vir em 2009, pobres cronistas cegos da época, empataram, é verdade, mas só no placar, não na vontade, não na predestinação de fazer história .

Os jornais da época disseram que a expulsão foi injusta, que Pirillo merecia expulsão por pisar propositalmente no Ombro de Batatais, jogamos boa parte do jogo com um a menos, mas o jornal O Globo Sportivo, teimava em valorizar os chutões que por um acaso caiam na Lagoa, e com isso retardavam o jogo, valia título, nunca se fez tanta verdade com a Frase “Bola pro mato que o jogo é de campeonato” , e eles incomodados com a eminente perda do título , mandaram seus remadores buscar as bolas que por ventura caiam na Lagoa, ora, se são tão bons na água, que voltem a Remar.

Contra tudo e contra todos conquistamos nosso 14° estadual, um Bicampeonato mais que merecido, um empate com gosto de Vitória, com Garra, com vontade de vencer, podemos dizer que foi uma Vitória com a predestinação da imortalidade. Hoje, já me vejo mais tarde, com os amigos a brindar a exibição dos nossos guerreiros, Fla-Flu é Fla-Flu, não existe favorito, mas pra vencer esse duelo tem que ter vontade de fazer história, e de História nós entendemos, afinal NÓS SOMOS A HISTÓRIA!

Fluminense cresce com opções no ataque, e Odair deve abandonar de vez esquema com três volantes

Foto: André Durão

A atuação diante do Botafogo foi com sobras a melhor do Fluminense na temporada. Coincidência ou não, essa foi a primeira vez que o time de Odair iniciou a partida com três atacantes de origem. Wellington Silva, Marcos Paulo e Evanilson parecem se completar e cria esperança na torcida tricolor.

A equipe de Odair chegou a receber críticas pela falta de criatividade e por ser previsível. A falta de opções ofensivas pesaram nas escalações anteriores, mas os atacantes lesionados se recuperaram, reforços chegaram e o Fluminense teve desempenho ofensivo impressionante no clássico contra o Botafogo.

A primeira etapa terminou com mais de 70% de posse de bola para o tricolor e as chances de gol apareceram. O 3×0 ficou barato para o Botafogo.

Wellington Silva, pedido de Odair, teve uma reestreia excelente e participou dos três gols do Fluminense. Marcos Paulo perdeu algumas chances, mas mostrou muita técnica na jogada do terceiro gol. Evanilson chegou a marcar um gol, mas o lance foi anulado por impedimento.

Rotulado como retranqueiro por insistir em jogar com três volantes no Internacional, Odair começava a sofrer críticas por utilizar a mesma estratégia no tricolor. A tendência agora é aprimorar e criar variações na equipe, mas a lógica é a continuidade do esquema com três atacantes.

“Nuestro sentimiento no puede parar” opinião Rodrigo Amaral


Vi declarações de muitas pessoas e respeito a opinião de todos, mas a arquibancada é um lugar mágico, de sentimento, onde os pulmões são tão exigidos quanto o coração, que trabalham em sincronia, em harmonia, em vezes dão a cadência do jogo em outras apenas acompanham o ritmo voraz da equipe, a grande verdade é que a arquibancada jamais poderá ser pragmática, omissa aos momentos da partida, jamais poderá deixar,e nunca pôde deixar de sentir a necessidade do time, não adianta cantar aquela musica porque você a acha legal ou bonita, ou porque ela ainda nao foi cantada, quem puxa os cantos tem que ter a sensibilidade de perceber qual é a música que vai inflamar a torcida naquele momento, não existe um roteiro, não existe uma cronologia, Lógico, após um gol, o êxtase, a festa, o alivio, o Show tá começando e parem pra vê-lo. Nenhum reino, povoado ou comunidade se fez sem união e a presunção de manter um ideal sem entender o momento, beira a arrogância, o Ceticismo! Assim como fizemos história no campo, na arquibancada também nunca foi diferente e os mais diversos movimentos, “sempre populares”, deram um novo rumo e protagonizam hoje um jeito latino hispanico de torcer, mas não esqueçam nossas origens , peço, não esqueçam a Minha Raiz, lembrem-se daquela Musica cantada a um ritmo, digamos … de cúmbia? que NÓS SOMOS DO RIO DE JANEIRO, CIDADE DE PRAIA E CARNAVAL..
Nós temos Surdos e não bumbos, temos caixas e não pratos, falei no inicio em respeito a opinião de todos, certo? o Respeito é tudo, cada um na sua, com ou sem União na parte mais democratica do estádio, mas se é pra seguir um ideal, seguirei sempre um, O FLUMINENSE, e tudo que entender que for a ele benéfico!
Caros Tricolores Unam-se, só assim seremos maiores!
Repinicadas:
BLOCO MINHA RAIZ desfilará no dia 15/02 – Concentração as 15h – Rua Visconde de Itamarati esquina com rua Eurico Rabelo, rua em frente ao portao 2. Tragam bandeiras de mão, aprendam o samba e o cantem a plenos pulmões, vamos valorizar e respeitar a Historia do Fluminense! Samba disponivel do YOUTUBE DO CANAL FLUNEWS

“FLUMINENSE acima de tudo?!” Opinião Rafael de Castro

Olá, Guerreiros!
Quem esteve no Maracanã nos últimos jogos observou episódios distintos, mas que no meu entender, se entrelaçam…
No fra X FLU houve uma briga fora do estádio entre membros de uma organizada, que se não representam os mesmos ideais, deveriam ao menos compreender que estão unidos por uma paixão centenária, chamada FFC.
Antes do jogo contra o La Calera já recebíamos mensagens ao longo do dia sobre nova briga entre os mesmos grupos e depois do hostil desfile que um dos grupos realizava nos arredores, o prometido ocorrera no local de maior concentração pré jogo… Exatamente, aquilo que nos vangloriávamos, que dizíamos que era coisa de mulambo, agora nos pertence!
Não estamos falando de inevitáveis conflitos com torcedores adversários que tentam “invadir” a região onde encontra-se nossa torcida, mas sim de que “tricolores agridem tricolores”.
Escreveria o “rascunho da Bíblia” se tentasse mergulhar nas causas, mas como ficarei somente nas consequencias, já entrarei no segundo episódio e mais a frente ficará livre na consciência de cada um compreender as correlações, mas que fique na mente de todos o quanto tudo isso prejudica nosso FFC.
Contra o La Calera, torcidas organizadas se reuniram para que tivéssemos uma só vibração nas arquibancadas. Concordo plenamente com a união e com um só canto. Infelizmente não houve unanimidade. Uma das torcidas não aderiu.
Concordo que em muitos momentos esta também deva ser criticada pela forma como mantém os cânticos que não inflamam nas horas erradas, não sobem o tom com músicas iniciadas por outras torcidas…Mas será que o problema é somente esse? Será que naquele grande grupo, todos acreditam fazer parte de uma T.O ou de fato a grande maioria se agrupa alí justamente por ainda acreditar na origem de “Legião Tricolor” criada, onde no seu conceito não se buscava outro ideal de que não fosse o FFC? Será que não observam também os muitos pontos positivos atrelados ao apoio, às festas e o resgate de uma “playboyzada” que estava bem distante?
Fiz minha carteirinha da Young em 1997, mas parei de caminhar com a torcida há anos. Nada contra ou a favor, apenas escolha de ritmo…
No entanto, essa discussão da Bravo é muito simples…99% dos que ali estão não são de T.O. 99% serão sempre considerados “mongolóides”, pois são do perfil que jogam bola de gude no carpete, soltam pipa no ventilador…em resumo, não “brabos” em nada!
Para iniciar uma análise desse assunto, vou lá atrás, quando o Flu fazia gol e metade da arquibancada queria cantar, enquanto a outra metade, que me incluía, parava tudo para soltar o “🎼bum, bum, bum…Young Flu, porra… até morrer…”. Eu tinha muito amigos que consideravam aquilo um ato “mongolóide”, mas pra mim era o máximo. Hoje vejo que era um ato de vaidade absurda, entre outras, que mesmo bem melhorada após o “Núcleo de festas” ainda existia, existe e sempre existirá, apesar das “uniões de arquibancada”.
Vejo este problema de forma mais complexa nos dias atuais. O surgimento da Legião Tricolor deu a muitos o poder de se agrupar numa arquibancada, de postar a foto “para os amigos do condomínio” e do “grupinho de vídeo game” se mostrando “descolados”.
O “movimento popular” acabou, mas na prática, somente se anexou ao bloco da “Bravo”, que aproveitou-se bem disso e naturalmente seus verdadeiros componentes também já carregam a vaidade já mencionada acima. Portanto, a grande massa que alí se reúne não está disposta a ganhar o rótulo de T.O. nos padrões estabelecidos de valentia, nos padrões de que se “um xingar”, todos serão coagidos a xingar e principalmente, se um adversário for considerado inimigo, todos terão o dever de atacá-lo.
Um bom exemplo disso pode ser o retorno de Fred. Amados por muitos e odiado por alguns, em especial as organizadas. Qual seria o comportamento das organizadas quando o grupinho do vídeo game quiser aplaudir e fazer musiquinha? Estes terão sua ideologia respeitada sobre apoiar até o fim?
Minha humilde opinião é de que a Bravo está errada ao não se anexar ao movimento de apoio único nas arquibancadas, mas não sou leviano em ignorar que já presenciei inúmeros episódios de intimidações e até mesmo agressões de T.O aos “meninos do vídeo game”.
A atitude citada no primeiro episódio só corrobora com esta divisão. Os “brabos”, brigam entre si e os “meninos do condomínio” pensam: “melhor ficarmos distante, senão, sobra pra nós”.
Mas porquê tocar neste assunto sem opinião única e concreta sobre o conflito pontualmente?!
Porque acredito que arquibancada é extensão do campo, extensão do marketing e extensão do clube!
Empresas querem se associar a projetos de sucesso. Portanto, se a arquibancada não inflama, perdemos em campo, mas perdemos ainda mais no clube. Se a torcida briga entre si, perdemos o bom torcedor que não voltará com sua família e perdemos a vibração unida dos Bravos, mesmo os que não são “brabos”.
Que o clube entenda que da mesma forma que existe departamento de finanças, marketing, compras…, existe a necessidade de “se envolver mais” com sua arquibancada e não somente com planos de sócios para arrecadar. Acredito na necessidade de um departamento que se envolva e apoie às festas, organize mobilizações como esta última de “uma só bateria”, “um só canto”, mas que também cobre condutas básicas de convivências entre as massas.
O FLUMINENSE precisa estar acima de qualquer ideal, de qualquer T.O. O clube não pode ser refém das vaidades, nem mesmo da selvageria!

Rafael de Castro Ladewig de Araujo.
Meu sangue é grená com glóbulos verdes e brancos.

Opinião – Portal Genea

Em sua última entrevista – na qual exortou o torcedor tricolor a aderir a um dos diversos planos de sócio-torcedor -, o Presidente Mário Bittencourt, nascido em 1978, declarou que comparecera a todos os jogos do Fluminense F.C, realizados no Rio de Janeiro, durante o tenebroso quadriênio 1996-1999. E o fez com orgulho.

Indiscutivelmente, ir ao estádio é uma grande demonstração de amor ao clube, mormente em épocas difíceis como a citada.

Como eu, nascido em 1967, também, compareci a todos os jogos do Fluminense F.C, realizados no Rio de Janeiro, durante o tenebroso quadriênio 1996-1999, numa simplória analogia, posso conversar de “… igual para igual…” com o Sr. Mário Bittencourt sobre qualquer assunto relacionado ao Tricolor das Laranjeiras.

No entanto, neste breve escrito, elejo como ponto de debate o “Portal da Transparência”, cantado em verso e prosa, pelo Sr. Mário Bittencourt, como um sinal inequívoco de novidadeiras práticas de boa governança no arcaico Fluminense F.C.

Noves fora o brilhantismo de sua poderosa retórica, data venia, Presidente, como é opaco esse “Portal da Transparência” – ao menos como o concebido pelo senhor. Padrão Flusócio de qualidade!

Principiando, evidentemente, não defendo, aqui, a quebra de cláusulas de confidencialidade dos contratos celebrados – embora considere isso, em princípio, algo bastante questionável. Por princípio, critico a legislação pátria, não o Fluminense.

Prosseguindo, Presidente, o valor global bruto da folha de pagamentos do Departamento de Futebol diz pouco, muito pouco, diante do que 90% da torcida tricolor desconfiam que ocorre.

Desconfiamos, Sr. Presidente, é do valor líquido percebido pelos jogadores, não do quantum bruto. Em bom português, Sr. Presidente, 90% da sofrida torcida tricolor suspeitam do pagamento de comissões indevidas nos contratos dos jogadores, de forma que “A” receberia R$ 300.000,00 brutos, mas “apenas” R$ 150.000,00 líquidos. Em abono à sua pessoa, registre-se que essa desconfiança vem de há muito, há muito mesmo.

E, como se sabe, comissões indevidas afetam o processo decisório, trazem consigo grande ineficiência.

Presidente, há maneiras – legais e legítimas – de o senhor minimizar esses insidiosos rumores – mesmo mantendo em sigilo o valor líquido percebido pelos jogadores. Por exemplo, sobre os salários dos mortais, de ordinário, incidem descontos relativos ao imposto de renda, à contribuição previdenciária e ao plano de saúde. Tudo com causa jurídica bastante. Nessa linha, sobre os proventos percebidos pelos jogadores, incidem quantos e quais descontos? Em resposta a essa momentosa questão, o senhor poderia explicitar as rubricas de todos os descontos incidentes, ofertando-lhes, claro, os devidos códigos contábeis. “Outros”, nem pensar, Sr. Mário Bittencourt!!! Ah, e tudo devidamente atestado, sob as rigorosas penas da Lei, pelos jogadores contratados pelo clube. Em tempo, o raciocínio desenvolvido é perfeitamente aplicável mesmo na hipótese de os jogadores receberem como PJ’s.

Fazer isso seria dar o primeiro passo, Sr. Presidente, em busca da alardeada transparência.

Talkei?!?!

Afinal de contas, é forçoso convir que, em sua última entrevista, o senhor propôs algo como um grosseiro balancete de cachorros-quentes consumidos no estádio – e mais, a ser atualizado mensalmente.

“Eu Nasci, há 10 mil anos atrás ” opinião Rodrigo Amaral


Na era das arenas e da elitização do Futebol nos deparamos com um cenário pitoresco e que nos remete à decada de 50 e nada mais popular do que o estadio Proletário Guilherme da Silveira e proletário é o nome mais adequado, afinal o famoso esporte Bretão é popular, é do trabalhador e o estadio “Raiz” nos enche de orgulho, resgata a alma, rejuvenece, nos faz sentir verdadeiros torcedores e não intectuais do mundo do futebol, nos faz ter sentimento,, ver o Alan jogando foi uma coisa linda, como jogou esse guerreiro, te enganei, aquele que você pensou está no galo mineiro, me refiro ao Alambrado, onde crianças, mulheres, idoso e todo tipo de manifestação popular está, eles ali, olhando, se esbeirando nas grades, quase tocando em seus idolos, fungando no cangote do bandeira, jogando junto com o time.. Vi vendedores de Sacolé, eu vi churrasquinho sendo vendido na garagem de casa, Eu vi bandeiras confeccionadas no fundo do quintal serem vendidas como se fossem oficiais, eu vi, eu vi… que Raul Seixas me desculpe, mas eu vi a Moça Bonita ficar mais Bela usando o Grená, o verde e o branco numa harmonia tão perfeita que mais parecia um desfile de moda, mas não era, foi um verdadeiro Carnaval, torcida e time em perfeita harmonia, com a bateria cadenciada ao ritmo da emoção, do coração feliz pelo belo placar. Que venha quem vier, estamos vivos!

Por Rodrigo Amaral

“Simão sim, Pedro nunca mais” opinião Rodrigo Amaral


Quando Jesus conheceu Simão, disse a ele uma frase que mudaria sua vida: Você será pescador de homens. A partir daí, Simão começou seguir Jesus. Num determinado momento, Simão confessou a Jesus: Tu és o Messias, o Filho de Deus. Por isso, Jesus disse que, daquele momento em diante, seu nome seria Pedro. Assim sendo, Pedro, e não Simão, herdou a Nove de Fred, pescou varios adeptos à pele Tricolor, mas como Judas, padroeiro do Time da Gavea, traiu Jesus, saiu das Laranjeiras, voltou às trevas e voltou a se chamar Simão, afinal, Pedro é só no Reino de Deus. Observando tal traição Deus não titubeou, para proteger aqueles pescados por Pedro, mandou o seu mais Forte e Habilidoso Arcanjo, Miguel, o Guerreiro, aquele que cuja o nome significa “Semelhança de Deus”, Chefe supremo do exército celestial, o vencedor das forças do mal, aquele que defenderá nosso manto, honrará nossas tradições e mostrará a Simão que a traição jamais será glorificada, que o caminho do bem sempre será a melhor escolha. Salve São Miguel!

Por Rodrigo Amaral

“Sócio Investidor” opinião Rafael de Castro

Olá, Guerreiros!
Há anos observo, quase que de forma unânime, criticas ao marketing do FFC. Nunca soubemos explorar o fato de que somos o único grande do RJ criado para “Football”; que adquirimos nossa sede, utilizada em inúmeros atos progressistas do país e não a recebemos do governo, como nosso rival da Gávea; que fomos o berço da seleção brasileira; que fomos o maior campeão carioca disparado, no período onde o torneio era maior que Brasileirão e até mesmo Libertadores; que fomos o 1º clube do RJ campeão Mundial (1952); que poderíamos transformar nossa sede no maior palco de espetáculos de alto padrão da Zona Sul do RJ; que hoje deveríamos utilizar o Maracanã como trampolim para imagem do clube no mercado interno e principalmente externo…
Chegamos ao século XXI com o produto futebol gerido com cifras astronômicas. Clubes grandes, como o nosso FFC, com orçamento superior ao de 95% dos Municípios brasileiros e com receitas superiores a maioria das empresas renomadas e até multinacionais. No entanto, até que ponto há profissionalismo para lidar com tal padrão econômico?! Há profissionalização na gestão para que tenhamos “os melhores do mercado” em cada “quadrinho do organograma”?!
A resposta é clara: Temos um grande advogado na Presidência e se hoje não estamos vivendo o drama do Vasco, é porquê houve habilidade pessoal do mesmo para lidar com aspectos fiscais/jurídicos. Parabéns por isso, presida, mas você agora é CEO desta grande nave e obviamente ainda precisamos de “especialistas nas demais áreas”.
Em poucos dias devemos conhecer o novo programa de sócios. Entre outras coisas, já ouvimos do nosso presidente que há uma massa com aproximadamente 250.000 torcedores que em algum momento estiveram na base. Mas o que esse departamento de marketing sabe fazer com esse conteúdo? Qual CRM feito nessa base para que haja uma abordagem direcionada a cada perfil de “ex-sócios”? Qual levantamento estatístico sobre as motivações pelas quais os torcedores, de cada perfil, deixaram de ser sócios? Qual a abordagem para os menores de 21 anos/estudantes, que já possuem benefício da meia entrada? Qual a abordagem para os que estão fora do RJ? Qual a abordagem para planos familiares? Qual a abordagem, para todos os perfis, quanto a TRANSPARÊNCIA da gestão como um todo e em especial do programa de sócios?
Quem acompanha meus textos sabe que não falo de futebol há muito tempo…falo de gestão e principalmente de TRANSPARÊNCIA. Preocupou-me bastante as palavras recentes do presidente sobre o PORTAL DE TRANSPARÊNCIA. Diferentemente do que ele falou, o Portal não deve ser um “balanço mensal”. Uma contabilidade possui números fechados, um PORTAL DE TRANSPARÊNCIA, possui características analíticas, onde deve-se dar conhecimento de cada despesa, cada receita, cada departamento e sua respectiva estrutura e resultados, cada empresa contratada, cada prestador de serviços…
Correlaciono a TRANSPARÊNCIA ao programa de sócios, pois qualquer pesquisa informal aponta que a falta de confiabilidade afasta o “torcedor investidor”. Se tivermos 80.000 torcedores pagando uma média de R$ 30,00/mês, há uma receita bruta mensal de R$ 2.400.000,00 e anual de R$ 28.800.000,00. Uma excelente receita, mas diante de tanto esforço e uma insistente responsabilização dada ao torcedor, seria importante deixar claro para o torcedor:
Essa receita será 100% do futebol?
Há alguma empresa contratada para gerir o programa? Se sim, qual? Quais critérios técnicos para contratação da mesma? Qual o custo?
Diante de todo esforço e responsabilização para o sucesso dada ao torcedor, qual o planejamento para que possamos confiar que este incremento, que não representará nem 10% do orçamento do clube e nem mesmo vendas de jogadores realizadas nos últimos anos, possam mudar nosso patamar?
Não sou contra os programas de sócios, muito pelo contrário! No entanto, é cristalino que nosso presidente continua cercado por amadores, que não entendem sua torcida, seus anseios e suas expectativas. O torcedor quer TRANSPARÊNCIA, para entender se seu dinheiro está servindo para renovar o contrato do Pablo Dyego (cujo empresário é Marcelo Fischel – filho do ex-presidente); se serve para manter as “relações de conveniências com Eduardo Uram (com sua legião de jogadores, incluindo a descarada finalização do caso Evanilson); se serve para mantermos um departamento de Scout, mesmo nossos atletas contratados, na sua maioria, venham da Agência Fato (com seu time já entrosado); se serve para manter os “Esportes Olímpicos” e seus “cabideiros”…
Como vou a praticamente todos os jogos, priorizo o plano que dá 100% de desconto nos ingressos. Em 2018 pagava o plano de R$99 (aquele que não entregaram os benefícios até o MB assumir). Em 2019, a falta de cumprimento do plano anterior, me fez migrar para o plano de R$60, também com 100% de desconto. Para minha surpresa, sem nenhuma comunicação prévia, o clube altera meu plano de R$60 para R$35, tirando de mim a possibilidade de ter 100% de desconto e tirando do clube R$25 somente nesse mês.
Quem foi o gênio responsável por tal rombo nos cofres do clube? Quem responde por este erro? Quem analisou a melhor data, em termos de marketing, para lançamento da campanha de sócios?
Na minha análise profissional, o “time” já se foi. Perderam o efeito do 13º para lançamento da campanha; jogaram 1 mês de orçamento no lixo e ainda reduziram receita com quem já é sócio (vide exemplo acima); Estão deixando para lançar a campanha após lançamento de IPVA, IPTU, Matrícula, Material Escolar…
Como anteciparam as eleições, entendo que o Portal de Transparência deveria ter sido lançado no dia seguinte que nos livramos do rebaixamento em 2019 e durante todo período de férias uma forte campanha para lançamento do Plano de Sócios 2020!
Aguardemos as novidades, mas meu plano de sócio, por exemplo, teria módulos, onde no básico o torcedor teria o sentimento de pertencimento e aplicativo exclusivo do ST por $10; Pacotes com descontos parciais e totais (similar ao que já temos) nos preços similares aos já aplicados; um plano de benefícios com empresas parceiras, utilizando o aplicativo para que tenhamos acessos mais dinâmicos; e uma baita novidade: “SÓCIO INVESTIDOR”.
Imaginem o que seria o lançamento da campanha para o torcedor trazer o Thiago Silva. Os mesmos 80.000 torcedores projetados acima, assinalando o “módulo para pagar o ídolo”. Por $10 mensais você, torcedor, não faria um upgrade no seu plano para trazer nosso grande ídolo?! Será que nosso marketing compreende que estes R$ 800.000,00 mensais trazem uma verba garantida de R$ 9.600.000,00 anualmente, fora a possibilidade de obter inúmeros outros ganhos com um atleta de tal porte internacional?!
É um sonho, uma pequena idéia que poderia facilmente se transformar em um esboço de projeto, mas certamente, só de sair da mesmice da incompetência que nos faz reduzir receita (conforme exemplo acima – redução automática dos planos) com essa equipe de marketing, já seria uma grande avanço!

TRICOLUZ:
Por que não agregar no lançamento da campanha um plano agressivo para venda dos, aproximadamente, 250 títulos de proprietários existentes? Como o conselho é todo da gestão, não seria difícil aprovar um desconto agressivo: 250 títulos a R$ 4.000,00 = R$ 1.000.000,00;
No meu entendimento profissional, já perdemos o “time” para lançamento do Portal de Transparência e da campanha de sócios, mas como “antes tarde do que nunca”, a estréia na Sulamericana, primeira semana de Fev/20 é uma nova oportunidade de mobilização;
Reflitam que mais importante do que ter 100.000 sócios ativos é ter uma torcida ativa, participativa e crescente. Temos um estádio que fica com “50.000” assentos vazios em 95% dos nossos jogos. Qual o plano do nosso marketing para resolver isso e consequentemente gerar possibilidade maior pressão aos nossos adversários e maior crescimento da nossa torcida?;

Nossa música de arquibancada diz: “Quero gritar campeão!”…
Mas o meu momento racional diz: Eu só quero ver meu FLUMINENSE grande novamente…Fora de campo e por conseqüência dentro dele. Se não for nessa ordem, esqueçam!

Rafael de Castro Ladewig de Araujo.
Meu sangue é grená com glóbulos verdes e brancos.

Raio-X Flu News – Saiba TUDO sobre TODOS os Sulamericanos no radar do Fluminense

Recentemente, houveram vários jogadores sulamericanos sendo especulados no Fluminense. Dito isso, a Flu News fez uma reportagem especial para você, torcedor, conhecer um pouco mais sobre todos esses atletas e a situação de cada um com o tricolor.

KEVIN QUEVEDO

(Foto: RPP)

Ficha técnica:

Nome: Kevin Martín Quevedo Mathey
Idade: 22
Posição: Extremo Direita/Atacante
Altura: 1,80m
Nacionalidade: Peruano
Último clube: Alianza Lima – Peru

Kevin foi um dos destaques na temporada passada do Allianza Lima, chegando também a virar titular da Seleção Pré-Olímpica, mas foi desconvocado por indisciplina junto ao treinador Nolberto Solano . Livre no mercado após encerrar seu vínculo com o Alianza, gostou da oferta salarial, mas pediu altas luvas. Os portais locais elpopular.pe, futbolperuano.com e americatv.com.pe noticiaram a negociação.

MICHEL ARAUJO

(Foto: Tenfiel/Futebol na Veia)

Ficha técnica:

Nome: Michel Daryl Araújo Villar
Idade: 23
Posição: Atacante
Altura: 1,78m
Nacionalidade: Uruguaio
Último clube: Racing-URU

O canhoto é visto como um bom jogador no futebol uruguaio, Araujo se destaca pela técnica, rapidez, força física e lutador. Ele marcou seis gols e deu cinco assistências em 32 jogos na última temporada no campeonato local, chamando a atenção dos dois maiores clubes do país: Peñarol e Nacional. A informação foi dada pelo jornalista uruguaio Bambino Etchegoyen, da Rádio Sports, do Uruguai. Parece que esse, parece ter uma situação mais encaminhada com a diretoria tricolor.

ANDRÉS CUBAS

(Foto: Divulgação/Futebol na Veia)

Ficha técnica:

Nome: Adrián Andrés Cubas
Idade: 23
Posição: Volante
Altura: 1,78m
Nacionalidade: Argentino
Último clube: Talleres-ARG

Revelado na categoria de base do Boca Juniors e com passagens pelas seleções inferiores da Argentina, o camisa 8 do Talleres fez parte do time sub-20 que disputou o Mundial de 2015 na Nova Zelândia. Ele se destaca pela sua marcação e bom passe, tendo bons números em estatísticas defensivas, como desarmes e interceptações. Porém, é um jogador um pouco mais caro. A pedida do time argentino foi alta e por fechar com Hudson e Henrique para a posição, o Flu não deve tentar uma nova oferta. Os portais argentinos Misiones Online, La Voz e TYC Sports deram, inclusive, que a proposta do Flu foi de 2,8 milhões de dólares(11,8 milhões) por 60% dos direitos de Cubas. Todavia, segundo o jornalista Hugo García, do MundoD, jornal de Córdoba, o Talleres considera tal proposta baixa.

WILLIAMS VELASQUEZ

(Foto: Diario AS)

Ficha técnica:

Nome: Williams Daniel Velásquez Reyes
Idade: 22
Posição: Zagueiro
Altura: 1,88m
Nacionalidade: Venezuelano
Último clube: JEF United-JAP

Williams Velasquez, bom na jogada aérea, rápido e ambidestro, é considerado uma joia da nova e boa geração venezuelana. Ele pertence ao Watford, mas jogou a última temporada na segunda divisão do futebol japonês, no JEF United. Ele foi oferecido ao Fluminense por causa do João Pedro, mostrando a boa relação entre os dois clubes (flu já vendeu o Richarlison para a equipe londrina). Porém, ele jogou apenas dois jogos no clube oriental e se apresentou ao Watford no dia 02 de janeiro de 2020.

O analista de futebol venezuelano Alex Yanez, publicou a informação. O jogador está em período de treinos com a seleção pré-olímpica do seu país. Ao que tudo indica, parece não ter interessado tanto a diretoria tricolor, que está perto de renovar o contrato com Digão e avalia o retorno de Reginaldo.

FACUNDO OSPITALECHE

(Foto: Tenfiel)

Ficha técnica:

Nome: Facundo Ospitaleche Hernández
Idade: 23
Posição: Volante
Altura: 1,78m
Nacionalidade: Uruguaio
Último clube: River Plate-URU

O portal NetFlu informou que o volante foi oferecido à diretoria tricolor. Mas com a chegada de Hudson, o uruguaio parece que já foi descartado. A diretoria tricolor nega ter se interessado no atleta, que era uma opção barata. Em um post na sua rede social, o jogador respondeu a torcida tricolor dizendo “Seria um prazer”.

FEDERICO MARTINEZ

(Foto: Divulgação/Liverpool FC)

Ficha técnica:

Nome: Federico Andrés Martínez Berroa
Idade: 23
Posição: Meia-Esquerdo
Altura: 1,75m
Nacionalidade: Uruguaio
Último clube: Liverpool-URU

O nome de Federico já foi oferecido ao Flu no início do ano passado, mas na época, não avançou nos contatos. Temporada passada fez 13 gols em 31 jogos Ele atua como meia de ligação e também mais aberto pela esquerda. Equipes como Grêmio e Botafogo também já foram ligadas ao jogador, que está na seleção olímpica do Uruguai. Ele estava no jogo entre Flu e Liverpool em 2017, jogo também no qual, estava De Amores, que veio a ser contratado pelo tricolor mas nunca chegou a atuar devido a diversas lesões.

IGNACIO RAMÍREZ

(Foto: Liverpool FC Official)

Ficha técnica:

Nome: Juan Ignacio Ramírez Polero
Idade: 22
Posição: Atacante
Altura: 1,80m
Nacionalidade: Uruguaio
Último clube: Liverpool-URU

Mais um atacante sondado pelo Flu, Ignacio Ramírez tem cheiro de gol. Na temporada passada, em 38 jogos, fez 25 gols. Porém, seu preço de mercado, segundo o transfermarkt, á avaliado em cerca de 1,2 milhões de euros, quase 6 milhões de reais, um pouco acima do que o Flu estaria disposto a pagar. Com o “fico” de Evanílson e a provável chegada de Fred, a sua situação não avançou. Ele marcou o gol na vitória do time uruguaio sobre o Fluminense em 2017 na partida da volta, no Estadio Centenário.

ADRIAN LUNA

(Foto: Melbourne City Oficial)

Ficha técnica:

Nome: Adrián Nicolás Luna Retamar
Idade: 27
Posição: Ponta direita
Altura: 1,69m
Nacionalidade: Uruguaio
Último clube: Melbourne City-AUS

A informação veio do portal Saudações Tricolores de que o atacante de velocidade foi apenas especulado no tricolor. Nessa temporada, tem 13 jogos e 4 gols marcados pelo Melbourne City, do futebol australiano, equipe vinculada ao Manchester City.

Então, torcida tricolor, esse foi um Raio X de TODOS os estrangeiros especulados no Fluminense para 2020. O que achou? Gostaria de ver algum deles vestindo a camisa tricolor?

Saudações Tricolores,

João Eduardo Gurgel

Opinião – Você já se perguntou se fulano é um ladrão?

Aquele que gere haveres de terceiros – quer sejam públicos, quer sejam privados – se submetem a tentações – evidentemente proporcionais ao patrimônio administrado. A mais comum delas é a de roubar o que não lhe pertence. Pior, há pessoas vocacionadas para esse mal. Para elas, a “propensão à subtração” é inelutável.

O roubo tem vários nomes e roupagens mais ou menos sofisticadas, entre as quais, comissões indevidas incidentes sobre o negócio que administra, subfaturamento nas vendas de bens e serviços, superfaturamento nas compras de bens e serviços, prestação fictícia de serviços e contratações indevidas de profissionais.

Mas, noves fora a nomenclatura, em essência, trata-se dum roubo, duma reles subtração de coisa alheia. E quem perpetra o roubo, ladrão é.

Dito isso, sempre me despertou grande curiosidade a relação entre o ladrão e as pessoas de seu entorno. Será que estas questionam a procedência do dinheiro daquele ou, diferentemente, se põem em estado de cegueira deliberada – “willful blindness”?

Você, filho ou filha de um(a) gestor(a) de haveres de terceiros, já se perguntou se seu pai (mãe) é um ladrão (ladra) safado(a), que enriquece indevidamente, espoliando terceiros incautos?

Você, pai ou mãe de um(a) gestor(a) de haveres de terceiros, já se perguntou se seu filho(a) é um ladrão (ladra) safado(a), que enriquece indevidamente, espoliando terceiros incautos?

Você, irmão ou irmão de um(a) gestor(a) de haveres de terceiros, já se perguntou se seu irmão(ã) é um ladrão (ladra) safado(a), que enriquece indevidamente, espoliando terceiros incautos?

Você, amigo ou amiga de um(s) gestor(a) de haveres de terceiros, já se perguntou se seu amigo(a) é um ladrão(ladra) safado(a), que enriquece indevidamente, espoliando terceiros incautos?

Se vocês ainda não fizeram tal pergunta, façam-na. Afinal de contas, o novo apartamento, o reluzente carrão, o relógio de ouro ou a viagem à Disneylândia podem não ser presentes de Papai Noel.

E mais, vai que Deus existe. Pelo sim, pelo não…. seu ente querido pode estar a caminho do inferno.

Saudações tricolores!

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