fbpx

Minha primeira subversão foi ser Fluminense

Minha primeira subversão foi ser Fluminense!
Sim, pois com um pai vascaíno – fervoroso -, ser tricolor, significaria desde a infância, romper com o poder estabelecido.
Significaria estar ausente dos estádios nos jogos do meu time do coração e ter o radinho de pilha como grande amigo. Significaria romper com os sorvetes, as pipocas, os refrigerantes, as bandeiras, as camisas e todos aqueles artifícios que os pais costumam usar com os filhos no intuito de seduzi-los. Significaria aprender, desde cedo, a estabelecer alianças políticas, com tios tricolores, para assistir os jogos de futebol.
Mas, nada, em momento algum, por maiores que fossem as dificuldades, poderia me demover da minha primeira grande paixão: o Fluminense!
Fundado em 21 de julho de 1902, o Fluminense também nascia subvertendo, introduzindo o futebol no Rio de Janeiro, a capital da República, contrapondo-se a ordem hegemônica esportiva do remo.
E o Fluminense tornou-se uma potência esportiva mundial, consagrada com a Taça Olímpica de 1949 e o Campeonato Mundial Interclubes de 1952, numa época em que as negociatas não dominavam o futebol.
O Fluminense me aproximou muito da leitura, com a sua invejável tradição e inigualável história. O que me possibilitaria ter uma compreensão clara e exata dos fatos históricos. Livre da sanha dos manipuladores e formuladores de idiotas.
Como diria o extraordinário dramaturgo Nelson Rodrigues: “Sou tricolor, sempre fui tricolor. Eu diria que já era Fluminense em vidas passadas, muito antes da presente encarnação.”
Fluminense, avante, ao combate!

#21dejulhode1902

#FluminenseFootballClub

Eduardo Coelho no berço do futebol brasileiro: o centenário Estádio das Laranjeiras, no Rio de Janeiro.

Ex ponta direita da Máquina Tricolor Búfalo Gil sofreu um infarto ontem, e passa bem.

Ex-ponta-direita da Seleção Brasileira, do Fluminense e do Botafogo, ‘Búfalo’ Gil sofreu um infarto ontem. O ex-atacante de 68 anos foi internado na Clínica Cardiológica de Laranjeiras, no Rio, e passa bem.

Fonte/texto: Diário do Poder – Cláudio Humberto.

Nós do Canal Flunews e todos os Torcedores Tricolores estamos torcendo para sua rápida recuperação. ST.

O Fluminense do Diniz. Encanta ou desencanta?Análise do Torcedor Phillipe Garcia

“É muito toque de bola pro lado e jogo bonito”.
Essa fala ecoa nas arquibancadas desde a chegada do Diniz e o começo da implementação do modelo de jogo dele.
Não entrarei em méritos do que acredito ser melhor ou não.
O único fato é que de um time desacreditado nos tornamos uma ,das poucas, equipe no Brasil com um sistema sólido.
Contra o Goiás, penâlti perdido, gols perdidos, um massacre; derrota. Contra o Botafogo, uma aula de futebol, uma bola e derrota. Contra o Cruzeiro, um baile de mais de 20 finalizações certas e um ataque do Cruzeiro, um gol; empate e eliminação posteriormente.
Isso sem contar os jogos contra Flamengo, Vasco e o mesmo Botafogo no Carioca.
Hoje, contra o Ceará um primeiro tempo muito bom, três bolas roladas pro meio da área e três chances CLARAS de gol BIZARRAMENTE desperdiçadas. No segundo tempo, mais um gol perdido e muito mal finalizado pelo João e uma cabeçada humorística do 9 de 130 milhões de reais.
O modelo ainda é o problema ? REALMENTE É SÓ TOQUE PRO LADO SEM OBJETIVIDADE ?
O técnico é soberano no dia a dia mas depois de muitos e muitos anos eu não consigo discorrer sobre uma falha tática com tantos problemas técnicos evidentes.
A tática sobrepõe a técnica ? É mais fácil perceber a deficiência e as limitações com um modelo de jogo aprimorado ? Será que acreditar em um modelo de chutão e time reativo é mais interessante mesmo ? Com um Marcelo Oliveira passando um mês sem fazer um gol ?
O resultado é muito necessário, o clube vive disso, a torcida PRECISA disso e o trabalho merece isso.
O desabafo é técnico dessa vez. Taticamente eu ainda tenho muito aplausos do que vaias. MUITO MAIS.

Pra não sair como Dinizista, errou ao começar com João e Pedro, apesar de ter criado bastante no 1 tempo. Errou ao tirar o Yuri e manter o Daniel o que resultou na necessidade de trocar Gilberto por Julião e errou ao tirar o JP pra deixar o Pedro claramente sem ritmo, fora de forma e de sintonia.

Phillipe Garcia.

Hoje pela manhã. Fluminense inaugura sala de imprensa e homenageia Paulo Julio Clement


O Fluminense inaugurou, oficialmente, sua nova sala de imprensa do CT da Barra da Tijuca. O jornalista Paulo Julio Clement, morto no trágico voo da Chapecoense, foi o homenageado. Tricolor e referência do Jornalismo da sua geração, PJ, como era conhecido, dedicou 35 anos da sua vida a crônica esportiva. Na homenagem, a viúva Flavia, o filho Théo e o pai Paulo receberam, das mãos do presidente Mário Bittencourt, camisas tricolores e descerraram a placa que imortaliza Clement. Na homenagem, compareceram parentes, amigos e muitos colegas de profissão.

Seja Sócio e tenha vantagens na compra de ingressos, além de descontos em vários parceiros. Faça o Fluminense mais forte e escolha um plano agora!

– É uma honra poder inaugurar essa sala de imprensa com o nome do Paulo Julio, um grande profissional da história do jornalismo brasileiro. Fiz questão de convidar o presidente Pedro Abad, para participar da cerimônia, que foi quem iniciou todos os trabalhos para fazer essa belíssima sala – falou Mário Bittencourt.

– Eu gostei muito dessa homenagem porque junta duas coisas que meu pai gostava muito, o Fluminense e o jornalismo – disse o menino Theo.

 – Primeiramente agradeço ao Fluminense Football Club, em nome de seu presidente, Mário Bitencourt, pela linda homenagem, que não poderia ser mais perfeita. Une as duas grandes paixões do Paulo Julio: o jornalismo e o Fluminense. E apesar deste amor incondicional pelo clube, PJ sabia ser isento e buscava boas histórias independentemente da paixão tricolor. Uma das matérias que ele adorava contar foi quando vestiu Renato Gaúcho de Rei do Rio para comemorar a vitória do Flu no histórico título do Gol de Barriga, no Carioca de 95. Fez tudo construindo amigos e com uma correção ímpar. Enfim, sorte a minha de ter dividido a vida com esse homem bacana por quase 22 anos. PJ deixa muitas coisas, grandes exemplos, lindas histórias e, para mim, o mais importante: o Theo. Pra ele, faço tudo e tento ser melhor todos os dias. Dizem que depois de uma determinada idade, quem cria as crianças não são os pais mas sim a aldeia. E é com vocês que eu quero criar o Theo – declarou Flavia.

A família Clement acompanhará o time no Maracanã, no jogo desta noite, contra o Ceará, pela 10ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Texto: Comunicação/FFC
Fotos: Lucas Merçon/FFC

TREINO INAUGURAL/ RETORNO

O Fluminense em sua nova gestão abriu as portas para torcedores e sócios assistirem o treino técnico com o elenco tricolor, antes da partida de amanhã, inovando nesse quesito.

Tal iniciativa trouxe as Laranjeiras um contingente enorme de torcedores e sócios , que foram divididos da seguinte forma: não sócios do lado esquerdo e sócios do lado direito. Publico total estimado nas arquibancadas e demais instalações do Clube de 3000 mil.

Movimento enorme de pessoas para assistir o treino, estando ausente o jogador Luciano, que foi vaiado por alguns torcedores; Pedro presente marcando um gol inclusive, no jogo recreativo. Após, todas as crianças presentes adentraram ao campo, podendo estar em contato com os jogadores para fotos e autógrafos; os jogadores mais assediados Pedro, Yone, Ganso e João Pedro.

Houve venda de ingressos para o jogo de segunda feira dia 15 de julho na bilheteira, venda do Show do dia 18 de julho de Maria Rita, fotos de torcedores foram tiradas , a fim de serem incluídas no site do Clube. O melhor, vários pacotes de sócio futebol vendidos, procura enorme de torcedores, segundo fonte 730 novos sócios associaram se.

Bares, restaurantes e loja Oficial lotados, uma estratégia boa e eficaz. E, mais faturamento de aproximadamente 100 mil reais. Informando ainda, que o Presidente MB fez diversas reuniões de trabalho…… uma coisa é certa a Gestaõ está trabalhando muito, inclusive no Domingo. Segue o Jogo.

Fotos Comunicação FFC

Salão Nobre em tempos de glória. Lançamento do Flu Music – Show Maria Rita.

Prezados sócios, vice presidentes, conselheiros e amigos, no dia 18 de julho, uma quinta-feira, a partir de 19h, no Salão Nobre do Fluminense Football Club, haverá o lançamento do Flu Music, um evento imperdível para sócios e convidados. A grande atração será um show com a cantora Maria Rita. A ideia é fazer uma homenagem especial à eterna tricolor Elis Regina, integrante da Torcida Jovem Flu, que há 50 anos aglutinava diversos artistas para torcer pelo Flu no Maracanã. Valores: Mesa (cabem quatro pessoas) – R$ 250,00 por cadeira Mezanino – R$ 185,00 por pessoa Pista – R$ 125,00 por pessoa Todos os convites darão direito a uma cortesia para o show do Lulu Santos no dia 21 de julho às 17h no gramado do Estádio de Laranjeiras, durante a Flu Fest. Trata-se de uma oportunidade imperdível. Faça desde já a sua compra no Departamento Social do Fluminense. As vagas são limitadas.

Atenciosamente,

Mário Bittencourt

Texto Comunicação Fluminense FC.

Opinião: Trabalho é feito com confiança

Crédito: Lucas Merçon / FFC

Perder nunca é fácil. Ver o seu time de coração acumular derrotas, não levantar um título relevante há sete anos machuca os torcedores. Diante disso, o técnico é sempre o principal culpado. O futebol no Brasil é imediatista e, sem resultados, a torcida pede a cabeça do treinador. Diante disso, muitos torcedores estão insatisfeitos com Fernando Diniz. Mesmo considerando a hipótese, que não considero acertada, de efetivar uma demissão, quem chegaria para o seu lugar?

Todo treinador precisa de tempo e material humano para formar uma equipe competitiva. Antes de iniciar 2019, o time do Fluminense era totalmente sem perspectiva. Sornoza foi vendido, Richard, Jadson, Gum, Gilberto e Pedro machucados. A torcida criticava muito Everaldo e Luciano, ou seja, total desilusão. Fernando Diniz chegou, criou um padrão de jogo, recuperou alguns nomes, outros chegaram e jogaram bem. Hoje, muitos especialistas elogiam o time do Fluminense.

Claro que as derrotas são doloridas e difíceis de digerir. Também não gostei da escalação do Airton, também quero Mascarenhas na lateral esquerda e o Caio no meio. Mas quero dar o voto de confiança ao Fernando Diniz. Não é fácil lidar com os problemas que rondam o Fluminense. Salários atrasados, sem patrocínio, baixo público, briga política. Gerir tudo isso e evitar que o time receba o impacto é bastante complicado.

Porque o futebol europeu está há anos luz à frente do praticado por aqui? Existe confiança no trabalho do treinador. Nem sempre a derrota é determinante. O Klopp perdeu algumas finais, inclusive não ganhou nada pelo Liverpool até a final da Champions. Nunca teve o cargo ameaçado. Não estou comparando Diniz ao Klopp, mas nem sempre é possível ser campeão. É preciso elenco qualificado e equilibrado. O Flu conseguiu pinçar bons jogadores. Matheus Ferraz é um exemplo, Yony González, Caio Henrique, Nino, são bons nomes, mas é preciso de mais, laterais, reservas que joguem na mesma qualidade.

Esse ano, desde o início seria de tentar brigar por algum título nos torneios de mata-a-mata e não cair no Brasileiro. Estabelecendo o trabalho de Diniz, com nova diretoria, talvez a chegada de um patrocinador e outras contratações, ano que vem poderá ser melhor. Mas a confiança tem que existir, sem ela, nem Klopp, Guardiola ou qualquer outro poderia fazer um bom trabalho.

Opinião: Quanto vale um ídolo?

Crédito: Divulgação / FFC

O Fluminense é uma fábrica de jovens valores. Thiago Silva, Marcelo, Roger, Alan, Pedro, João Pedro, Marcos Paulo, se voltar no tempo teremos Ricardo Gomes e Edinho. O Tricolor é apontado como um dos principais clubes formadores do Brasil. Na mesma medida do destaque positivo, o clube também é conhecido por não conseguir vender bem seus jogadores.

Diante de uma saúde financeira calamitosa, já há bastante tempo, os dirigentes que passam pelo Flu têm sempre o álibi perfeito, vender é preciso e receber alguns milhões de reais já é o suficiente. O problema disso é a falta do retorno esportivo que o jogador possa dar. Títulos, adesão de sócio torcedor, bilheteria. Pensar na receita apenas na venda do jogador é um remédio amargo, quando a vacina para a situação do clube poderia ser a manutenção deles.

É compreensível vender jogadores, principalmente na realidade do futebol brasileiro. O problema é que a lógica está inversa. Explico, em um time da base com 20 nomes, por exemplo, podemos ter dois craques, cinco bons jogadores e mais alguns que compõem o elenco. A lógica deveria ser, manter os dois craques e vender os bons jogadores. Daí o time ganharia na quantidade vendida e criaria a identidade com a torcida.

Claro que depois que esses craques tivessem dado frutos no time profissional, a venda seria inevitável, porém, por valores que de fato valeriam a pena. Vender o João Pedro por € 10 milhões de euros é uma lástima. Claro que, quando o negócio foi fechado, poucas pessoas teriam a certeza que o jogador iria decolar logo de cara no profissional. Mas, quem acompanha o futebol de base também tinha expectativa que ele teria um futuro brilhante.

A torcida espera que o próximo presidente do Fluminense saiba valorizar melhor a base tricolor. Porque ali está o futuro do time, o caminho para voltar ao lugar de destaque no futebol brasileiro.

Carta aberta do ex VP Diogo Bueno para o Presidente Pedro Abad.

Em resposta ao Presidente Pedro Abad referente a sua entrevista ao GLOBOESPORTE. COM, na dia 16/05/2019, Diogo Bueno ex VP de finanças do Fluminense emite carta aberta.

CARTA ABERTA AO PRESIDENTE DO FLUMINENSE FOOTBALL CLUB

Prezado Senhor,

Em entrevista veiculada pelo veículo GLOBOESPORTE.COM, na data de 16/05/2019, o Senhor foi responsável por apresentar aos torcedores do Fluminense os motivos pelos quais a sua gestão tem sido considerada por especialistas esportivos, imprensa, torcida e demais stakeholders a “pior gestão da história do Fluminense Football Club”. Como diria Nelson Rodrigues “OU é má fé cínica OU obtusidade córnea” a capacidade de distorcer os fatos e culpar a política por tudo. Esperamos que o Senhor faça uma reflexão própria sobre as suas escolhas de gestão ao longo do tempo e atualize-se quanto às melhores práticas, atração de investimentos, comunicação institucional e postura enquanto líder máximo de uma Instituição Gloriosa e Centenária. Sempre defendi (e defendo) que o futebol brasileiro precisa de uma revolução na forma como é administrado e que o Fluminense apresenta todas as condições para ser o pioneiro e protagonista nesta mudança. O Fluminense possui uma série de ativos subvalorizados por (i) incapacidade administrativa das diferentes gestões e (ii) ausência de recursos financeiros para a realização de investimentos. Dentre esses ativos podemos listar:

• O Estádio das Laranjeiras

• A área social do Clube

• Xerém

• A sua marca

• As redes sociais

Portanto, se o Fluminense não possui recursos financeiros temos que buscar quem possui capital (investidores nacionais e internacionais) para em conjunto com o Fluminense investir e aumentar o valor de cada ativo/negócio individualmente. O Senhor, enquanto Presidente em exercício do Fluminense, está apregoando os conceitos do Século XX como gestão do Clube e não as melhores práticas exercidas nos Clubes líderes do cenário do futebol internacional no século XXI. Qual o problema de atrair investidores para aportar capital no Fluminense? Dos 50 maiores Clubes do mundo, 47 são empresas com investidores internacionais. Quem era o Manchester City há 10 anos atrás na cadeia global do futebol, apenas para usar um exemplo? Na liga mais “rica e em evidência do mundo”, todos os Clubes possuem investidores OU são listados na Bolsa de Valores…Será que os Clubes ingleses, alemães, italianos, franceses, espanhóis (com a rara exceção de Barcelona e Real Madrid por motivos históricos) estão equivocados e o Senhor está correto? Presidente, tenha altivez e visão de longo prazo. O Fluminense precisa inovar, ser líder novamente, pensar grande. Por isso, contratamos uma das maiores empresas de consultoria do mundo para realizar um estudo de como atrair investidores para o Clube. Por favor não se exponha em temas que o Senhor desconhece. Você denigre a Instituição Fluminense e a nossa torcida. Há uma diferença grande entre “vender Xerém” e trazer investidores, empresas que atuam no mundo do esporte e do entretenimento, com diversos investimentos na cadeia global do futebol.

Permanecer na mesmice de “venda de atletas novos para pagar a conta de salário” é a gestão do século XX; dividir riscos, prejuízos e lucros é a gestão do século vender, perder controle e ser sócio. XXI. Essa é a diferença entre Há cursos de MBA até à distância que poderão desenhar a clara diferença entre uma coisa e outra. Finalmente e para não me ater a temas que já foram comprovados com documentos diversos, venh o tratar do assunto “Reforma do Estádio das Laranjeiras”. O Senhor deu “um tiro no pé”. Ao invés de sair da Presidência do Clube com pelo menos um legado positivo demonstrou que não possui qualquer visão histórica, comercial e de resgate da instituição. At é a imprensa fez mais homenagens ao nosso Centenário Estádio do que a sua gestão. E pior: ficou evidente que “fez jogo de cena” ao autorizar que um Grupo de 07 pessoas desenvolvesse voluntariamente o projeto. Mais uma vez citando Nelson Rodrigues, O Flumin ense Nasceu para a Eternidade. Sobrevive e sobreviverá a gestões desastrosas como a que o Senhor exerceu com o poder de Imperador que o Estatuto do Clube lhe confere. O seu ciclo acabou para o bem do Fluminense.

“TCHAU QUERIDO”

DIOGO BUENO

Divulgação: Por que certos porquês quebram a cabeça da gente?

Por quê?

Por que alguém para ser candidato a Presidente do Fluminense precisa se dobrar à vontade de grupos políticos?

Por que os sócios do Fluminense, para escolher o Presidente da Instituição precisam ser submetidos à uma bateria de promessas que não serão cumpridas e acusações entre os candidatos e os grupos que os apoiam?

Por que quem deseja ser candidato a presidente do Fluminense, uma função não remunerada e, geralmente, não reconhecida, tem que se transformar num pedinte, gasta dinheiro e passa a ser agredido nos bastidores?

Certos porquês quebram a cabeça da gente.
Sabe-se que o Fluminense não anda bem, no campo, no clube, na administração e isso faz bastante tempo. Por quê? Pelo diabo da política interna.

Eu amo o Fluminense. Aprendi a torcer por ele com muita paixão desde pequeno. Desde pequeno também frequento o clube, onde aprendi a competir, a me relacionar com as pessoas e famílias e a me divertir de forma sadia.

Em nome desse sentimento, decidi participar das decisões e fiz isso sendo candidato duas vezes a Vice-Presidente Geral. Este ano, resolvi ser candidato a Presidente e não quero me dobrar aos porquês que amarram o meu Fluminense numa sucessão de insucessos ou sucessos ocasionais.
Eu quero ser presidente do Fluminense para liderar um processo de reunificação, de reconstrução de todos os elementos essenciais para uma administração transparente, comprometida exclusivamente com a paixão dos torcedores do futebol e outros esportes e o desejo dos usuários do clube de terem um espaço de lazer digno, onde valha à pena passar boas horas com a família e amigos.

Eu quero ser presidente do Fluminense para dar responsabilidade na administração do dinheiro dos sócios e dos torcedores, que compram os produtos com a marca do Fluminense e, pela paixão, pagam pelo privilégio de ver o time jogar, nos estádios, nas TVs, nas diversas mídias modernas.

Eu quero ser presidente do Fluminense para dar aos torcedores dignidade nos estádios, enquanto buscamos um para chamar de nosso.

Eu quero ser presidente do Fluminense para romper com a lógica dos muitos porquês que dificultam a vida da Instituição, num jogo de disputa política que, como faz com todo o Brasil, trava a felicidade.

Eu quero ser presidente do Fluminense para mostrar que é possível administrar o clube, os times e equipes sem esperar retorno financeiro, mas pelo prazer de servir à paixão.

Para fugir à amarra dos interesses dos grupos, venho diretamente a você, sócio pedir que me dê a chance de ser presidente do Fluminense, com o seu voto.

Que tal, dessa vez, fazermos diferente, já que o igual não deu certo?

Ricardo Tenório – Chapa Libertadores

Top