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Raio-X Flu News – Saiba TUDO sobre TODOS os Sulamericanos no radar do Fluminense

Recentemente, houveram vários jogadores sulamericanos sendo especulados no Fluminense. Dito isso, a Flu News fez uma reportagem especial para você, torcedor, conhecer um pouco mais sobre todos esses atletas e a situação de cada um com o tricolor.

KEVIN QUEVEDO

(Foto: RPP)

Ficha técnica:

Nome: Kevin Martín Quevedo Mathey
Idade: 22
Posição: Extremo Direita/Atacante
Altura: 1,80m
Nacionalidade: Peruano
Último clube: Alianza Lima – Peru

Kevin foi um dos destaques na temporada passada do Allianza Lima, chegando também a virar titular da Seleção Pré-Olímpica, mas foi desconvocado por indisciplina junto ao treinador Nolberto Solano . Livre no mercado após encerrar seu vínculo com o Alianza, gostou da oferta salarial, mas pediu altas luvas. Os portais locais elpopular.pe, futbolperuano.com e americatv.com.pe noticiaram a negociação.

MICHEL ARAUJO

(Foto: Tenfiel/Futebol na Veia)

Ficha técnica:

Nome: Michel Daryl Araújo Villar
Idade: 23
Posição: Atacante
Altura: 1,78m
Nacionalidade: Uruguaio
Último clube: Racing-URU

O canhoto é visto como um bom jogador no futebol uruguaio, Araujo se destaca pela técnica, rapidez, força física e lutador. Ele marcou seis gols e deu cinco assistências em 32 jogos na última temporada no campeonato local, chamando a atenção dos dois maiores clubes do país: Peñarol e Nacional. A informação foi dada pelo jornalista uruguaio Bambino Etchegoyen, da Rádio Sports, do Uruguai. Parece que esse, parece ter uma situação mais encaminhada com a diretoria tricolor.

ANDRÉS CUBAS

(Foto: Divulgação/Futebol na Veia)

Ficha técnica:

Nome: Adrián Andrés Cubas
Idade: 23
Posição: Volante
Altura: 1,78m
Nacionalidade: Argentino
Último clube: Talleres-ARG

Revelado na categoria de base do Boca Juniors e com passagens pelas seleções inferiores da Argentina, o camisa 8 do Talleres fez parte do time sub-20 que disputou o Mundial de 2015 na Nova Zelândia. Ele se destaca pela sua marcação e bom passe, tendo bons números em estatísticas defensivas, como desarmes e interceptações. Porém, é um jogador um pouco mais caro. A pedida do time argentino foi alta e por fechar com Hudson e Henrique para a posição, o Flu não deve tentar uma nova oferta. Os portais argentinos Misiones Online, La Voz e TYC Sports deram, inclusive, que a proposta do Flu foi de 2,8 milhões de dólares(11,8 milhões) por 60% dos direitos de Cubas. Todavia, segundo o jornalista Hugo García, do MundoD, jornal de Córdoba, o Talleres considera tal proposta baixa.

WILLIAMS VELASQUEZ

(Foto: Diario AS)

Ficha técnica:

Nome: Williams Daniel Velásquez Reyes
Idade: 22
Posição: Zagueiro
Altura: 1,88m
Nacionalidade: Venezuelano
Último clube: JEF United-JAP

Williams Velasquez, bom na jogada aérea, rápido e ambidestro, é considerado uma joia da nova e boa geração venezuelana. Ele pertence ao Watford, mas jogou a última temporada na segunda divisão do futebol japonês, no JEF United. Ele foi oferecido ao Fluminense por causa do João Pedro, mostrando a boa relação entre os dois clubes (flu já vendeu o Richarlison para a equipe londrina). Porém, ele jogou apenas dois jogos no clube oriental e se apresentou ao Watford no dia 02 de janeiro de 2020.

O analista de futebol venezuelano Alex Yanez, publicou a informação. O jogador está em período de treinos com a seleção pré-olímpica do seu país. Ao que tudo indica, parece não ter interessado tanto a diretoria tricolor, que está perto de renovar o contrato com Digão e avalia o retorno de Reginaldo.

FACUNDO OSPITALECHE

(Foto: Tenfiel)

Ficha técnica:

Nome: Facundo Ospitaleche Hernández
Idade: 23
Posição: Volante
Altura: 1,78m
Nacionalidade: Uruguaio
Último clube: River Plate-URU

O portal NetFlu informou que o volante foi oferecido à diretoria tricolor. Mas com a chegada de Hudson, o uruguaio parece que já foi descartado. A diretoria tricolor nega ter se interessado no atleta, que era uma opção barata. Em um post na sua rede social, o jogador respondeu a torcida tricolor dizendo “Seria um prazer”.

FEDERICO MARTINEZ

(Foto: Divulgação/Liverpool FC)

Ficha técnica:

Nome: Federico Andrés Martínez Berroa
Idade: 23
Posição: Meia-Esquerdo
Altura: 1,75m
Nacionalidade: Uruguaio
Último clube: Liverpool-URU

O nome de Federico já foi oferecido ao Flu no início do ano passado, mas na época, não avançou nos contatos. Temporada passada fez 13 gols em 31 jogos Ele atua como meia de ligação e também mais aberto pela esquerda. Equipes como Grêmio e Botafogo também já foram ligadas ao jogador, que está na seleção olímpica do Uruguai. Ele estava no jogo entre Flu e Liverpool em 2017, jogo também no qual, estava De Amores, que veio a ser contratado pelo tricolor mas nunca chegou a atuar devido a diversas lesões.

IGNACIO RAMÍREZ

(Foto: Liverpool FC Official)

Ficha técnica:

Nome: Juan Ignacio Ramírez Polero
Idade: 22
Posição: Atacante
Altura: 1,80m
Nacionalidade: Uruguaio
Último clube: Liverpool-URU

Mais um atacante sondado pelo Flu, Ignacio Ramírez tem cheiro de gol. Na temporada passada, em 38 jogos, fez 25 gols. Porém, seu preço de mercado, segundo o transfermarkt, á avaliado em cerca de 1,2 milhões de euros, quase 6 milhões de reais, um pouco acima do que o Flu estaria disposto a pagar. Com o “fico” de Evanílson e a provável chegada de Fred, a sua situação não avançou. Ele marcou o gol na vitória do time uruguaio sobre o Fluminense em 2017 na partida da volta, no Estadio Centenário.

ADRIAN LUNA

(Foto: Melbourne City Oficial)

Ficha técnica:

Nome: Adrián Nicolás Luna Retamar
Idade: 27
Posição: Ponta direita
Altura: 1,69m
Nacionalidade: Uruguaio
Último clube: Melbourne City-AUS

A informação veio do portal Saudações Tricolores de que o atacante de velocidade foi apenas especulado no tricolor. Nessa temporada, tem 13 jogos e 4 gols marcados pelo Melbourne City, do futebol australiano, equipe vinculada ao Manchester City.

Então, torcida tricolor, esse foi um Raio X de TODOS os estrangeiros especulados no Fluminense para 2020. O que achou? Gostaria de ver algum deles vestindo a camisa tricolor?

Saudações Tricolores,

João Eduardo Gurgel

Opinião – Você já se perguntou se fulano é um ladrão?

Aquele que gere haveres de terceiros – quer sejam públicos, quer sejam privados – se submetem a tentações – evidentemente proporcionais ao patrimônio administrado. A mais comum delas é a de roubar o que não lhe pertence. Pior, há pessoas vocacionadas para esse mal. Para elas, a “propensão à subtração” é inelutável.

O roubo tem vários nomes e roupagens mais ou menos sofisticadas, entre as quais, comissões indevidas incidentes sobre o negócio que administra, subfaturamento nas vendas de bens e serviços, superfaturamento nas compras de bens e serviços, prestação fictícia de serviços e contratações indevidas de profissionais.

Mas, noves fora a nomenclatura, em essência, trata-se dum roubo, duma reles subtração de coisa alheia. E quem perpetra o roubo, ladrão é.

Dito isso, sempre me despertou grande curiosidade a relação entre o ladrão e as pessoas de seu entorno. Será que estas questionam a procedência do dinheiro daquele ou, diferentemente, se põem em estado de cegueira deliberada – “willful blindness”?

Você, filho ou filha de um(a) gestor(a) de haveres de terceiros, já se perguntou se seu pai (mãe) é um ladrão (ladra) safado(a), que enriquece indevidamente, espoliando terceiros incautos?

Você, pai ou mãe de um(a) gestor(a) de haveres de terceiros, já se perguntou se seu filho(a) é um ladrão (ladra) safado(a), que enriquece indevidamente, espoliando terceiros incautos?

Você, irmão ou irmão de um(a) gestor(a) de haveres de terceiros, já se perguntou se seu irmão(ã) é um ladrão (ladra) safado(a), que enriquece indevidamente, espoliando terceiros incautos?

Você, amigo ou amiga de um(s) gestor(a) de haveres de terceiros, já se perguntou se seu amigo(a) é um ladrão(ladra) safado(a), que enriquece indevidamente, espoliando terceiros incautos?

Se vocês ainda não fizeram tal pergunta, façam-na. Afinal de contas, o novo apartamento, o reluzente carrão, o relógio de ouro ou a viagem à Disneylândia podem não ser presentes de Papai Noel.

E mais, vai que Deus existe. Pelo sim, pelo não…. seu ente querido pode estar a caminho do inferno.

Saudações tricolores!

“Caminhos do tesouro” opinião Rafael de Castro

Olá, Guerreiros!
Semanas atrás dei ênfase à divulgação da Pluri Consultoria que apontava o FFC como 7ª maior receita do Brasil e 12ª das Américas em 2018. Isso endossa ainda mais minha obsessão por gestão.
Uma posição a nossa frente, somente 4 Milhões de dólares acima, está o Monterrey, clube que acaba de conquistar terceira colocação no Mundial e de fazer jogo digno contra o Liverpool, mesmo que desfalcado. Clube estruturado, que com receita similar a nossa, chegou ao mundial com inúmeros jogadores de excelente nível.

No entanto hoje meu destaque fica por conta dos clubes chilenos e em especial o Independiente Del Valle, que sequer figuram entre as 15 maiores receitas. Os chilenos começam a aparecer logo na sequência, mas mesmo com receitas bem inferiores conseguem montar times competitivos, tendo como base, em sua maioria, jogadores argentinos.
Não é novidade que os hermanos sofrem há anos com a economia. Portanto, lá há um celeiro de bons jogadores com capacidade destacada ganhando menos do que ganha jogador de série b no Brasil.
Nossos vizinhos chilenos produzem bons valores, mas são, provavelmente, os que mais aproveitaram seus bons indicadores econômicos, se comparado a Argentina, para peneirar talentos.
Sem muito esforço lembraremos que nosso Conca apareceu para nossa torcida e para o Brasil em excelente atuação contra nós quando ainda jogava no Universidad de Chile.
Com a crise social chilena abre-se duas oportunidades: os bons valores da casa e os argentinos que eles conseguem observar e nossos míopes gestores não.
O campeonato chileno sequer acabou em campo. Como os clubes estão sustentando meses de salários sem entrada de receitas? Como estão negociando patrocínios para o próximo campeonato sem que haja a menor credibilidade na realização? Como um investidor escolherá manter seus valores (jogadores) em um clube que não tem a certeza que estará em plena atividade e se estiver, diante de um campeonato sob desconfiança?
Subindo um pouco mais o continente chegaremos ao Equador e lá encontra-se o emergente Independiente Del Valle. Não bastasse estar em país modesto economicamente e sem grandes tradições no futebol, o pequeno clube vivia de idas e vindas à segundona do poderoso campeonato local. Até que em 2006 passa a ser gerido por um grupo de empresários. Sua missão central passa a ser o fortalecimento da base. Em aproximadamente 1 década chegam a 30 escolas de futebol e em 2019 conquistam seu primeiro título continental, a nossa sonhada nos últimos anos, Copa Sulamericana, com 11 dos 25 jogadores inscritos oriundos da base.
Este mesmo fenômeno, anos atrás, já havia sido vice campeão da Copa Libertadores e mesmo assim manteve suas raízes plantadas em 2006. Em seu orçamento, 30% é destinado a base, enquanto apenas 3% à contratação de novos jogadores.
Imaginem uma administração desta em um clube brasileiro, com economia bem superior! Imaginem se este clube está situado no RJ! Imaginem se esta administração tem como aliado um clube centenário, berço do futebol brasileiro, com história e títulos enormes! Imaginem se esta administração que extrai frutos em um país como o Equador, que pouco produz bons jogadores, cai em Xerém, onde a cada chuva surge um novo talento!
Em qualquer debate externo vou questionar a forma como passaram a dividir receitas de TV, o abismo criado por conta disso, entre outras ações nocivas ao nosso FFC. No entanto, internamente sempre vou debater a origem dos nossos problemas. Que paremos de nos vitimizar e de tapar o sol com a peneira. Que façamos do FFC novamente um modelo que foi capaz de ganhar a taça olímpica, que se reformule nosso estatuto e que nosso “Pré sal de Xerém” seja protegido destes empresários e agentes internos que tanto sugam nossa paixão. Enquanto isso não acontece, continuamos batendo palmas para Pablo Diego, que acaba de ter seu contrato renovado sem nenhum mérito até então, talvez graças a habilidade do seu empresário, filho de um ex presidente tricolor; Enquanto isso não acontece, assistiremos calados às ações do Sr.Uram, entre outros, como o recente caso Evanilson.
Existe tesouro no Chile, existe tesouro na Argentina, mas em especial, existe uma camada de pré sal em Xerém que parece inesgotável, mas espero que o PORTAL DA TRANSPARÊNCIA, apresente todas as jóias que temos na prateleira com o respectivo percentual que cabe ao FFC e a indicação de cada empresário/representante do atleta e sua respectiva participação.
Salário em dia é digno e merece nossas considerações para tão pouco tempo de gestão. Havia um incêndio que precisava ser apagado e para tal não podemos esquecer que 5 jóias de Xerém foram torradas, além dos valores de TV e do belo trabalho no que tange a questão judicial. No entanto, precisamos voltar a respirar sem aparelhos e fazer da nossa gestão nosso maior patrocinador!
Nossa música de arquibancada diz: “Quero gritar campeão!”…
Mas o meu momento racional diz: Eu só quero ver meu FLUMINENSE grande novamente…Fora de campo e por conseqüência dentro dele. Se não for nessa ordem, esqueçam!

Rafael de Castro Ladewig de Araujo.
Meu sangue é grená com glóbulos verdes e brancos.

Opinião – A Teoria do Heliocentrismo segundo muitos da Nassão

Consoante a pacífica Teoria do Heliocentrismo, o Sol é o centro do Universo.

Entretanto, desdizendo o modelo engendrado, principalmente, por Copérnico e Galileu Galilei, muitos rubro-negros acham o Flamengo o centro do Universo. Assim sendo, tudo o mais giraria em torno do urubu. Nós seríamos os “… antis…” – como se o prefixo “anti” admitisse plural.

PQP!!!

Para os flamenguistas – ou melhor, para a relevante parte dos que padecem de delírios doentios de grandeza – arrolo três fatos, dois deles são notórios e o último, pessoal:

a-) em 1976, na semifinal do Campeonato Brasileiro, disputada entre Fluminense e Corinthians, havia, num Maracanã lotado, pelo menos 20 mil flamenguistas à direita das cabines de rádio torcendo pelo Timão. Não há registro histórico de nada similar, ao menos no Brasil. Era a “Fla-Fiel”. Quem são os “… antis…”?

b-) em 2008, na final da Libertadores de 2008, os flamenguistas criaram a LDU – “Liga dos Urubus” especialmente para torcer contra o Fluminense. Quem são os “… antis…”?

c-) após o triste desenlace da final da Libertadores, um desinfeliz, com quem não falava há anos, me mandou um e-mail para me sacanear. O FDP nunca me contatara para saber de minha saúde – então bastante debilitada -, mas para me torrar o saco, ele apareceu do nada. Naturalmente, mandei o espírito de porco para a esquina seguinte à Casa do Cacete. Quem é o “… anti…”?

O Flamengo não nasceu de parto normal, tampouco anda com as próprias pernas. Diferentemente, o urubu é produto artificial de um modelo excludente – para os demais – e veiculador de privilégios financeiros e esportivos odiosos – para si.

Do ponto de vista financeiro, a Televisão patrocina um Plano Marshall às avessas, pois, ao invés de reconstruir os que necessitam de apoio, fortalece quem já é privilegiado. Há método nessa leviandade! Genuína mamadeira de piroka.

E, do ponto de vista esportivo, o quadro é ainda mais vergonhoso. Alguém pode citar o último jogo decisivo no qual o Flamengo foi prejudicado? Vale recorrer ao Google.

Caiam em si, escrotos!

Quando o Flamengo perde, não se comemora a derrota em campo. Festeja-se o malogro do sistema – elaborado por mentes diabólicas da nação e sustentado por muitos imbecis da Nassão.

Saudações tricolores!

“O maior patrocínio master é gestão” Opinião Rafael de Castro

Olá, Guerreiros!
Penso que temos que ser coerentes com nossas convicções e diante disso me apresentei neste canal com uma “trilogia” que chamei de “Arte da Guerra”. Ficou longa, uma leitura pesada, mas nas vitórias ou nas derrotas meus principais ideais estarão lá: TRANSPARÊNCIA -> CREDIBILIDADE -> SUCESSO.
Na última semana tivemos nova coletiva do Presida e podemos dizer que a mesma nos trouxe maior percepção do trabalho que vem sendo desenvolvido, principalmente no que tange as questões jurídicas/administrativas para obtenção das CNDs e para restabelecimento de um fluxo de caixa confiável sem “mordidas inesperadas” das penhoras que tanto impedem uma gestão orçamentária fidedigna.
Ações importantes que obviamente devem ser exaltadas, mas como os problemas do Fluminense não são daqueles que possam ser resolvidos em um passe de mágica nada do que foi falado nos trouxe grandes perspectivas para 2020.
O futebol atual requer o profissionalismo de uma multinacional e cada “caixinha do organograma” deve responder por seu departamento, apresentando resultados concretos e superavitários.
Só poderíamos esperar resultados positivos na esfera jurídica, pois é a especialidade do nosso presidente, mas como gestor maior, se faz necessário exigir o mesmo “empenho” das demais áreas. O “Football” continua sustentando um caminhão de setores deficitários e não vejo resultado concreto em relação a isso. Nosso marketing continua no amadorismo de uma empresa de pequeno porte, mesmo diante de uma marca bilionária e de um ativo com orçamento anual de mais de 200 Milhões!
Mas a cereja do bolo hoje é Xerém…Como bandeira da sua gestão, acreditamos em um departamento com diretoria própria, com organização e estrutura independente e já nos deparamos com situações suspeitas e outras amadoras, como a evidenciada no caso Evanilson.
Como pode um atleta, artilheiro do campeonato brasileiro sub-20, com passagem pela Europa e com sondagens de gigantes europeus, chegar aos últimos três meses de seu contrato sem tê-lo renovado? Como pode este atleta ter sido mantido no time titular do sub-20 ao longo de todo segundo semestre sem ter renovado seu contrato? Como pode permitir que este atleta seja alçado ao time principal sem ter renovado seu contrato? Como pode o clube ainda premiá-lo com a titularidade no elenco profissional na última rodado do campeonato?
Sei que muitos vão pela parte mais rasa dos fatos: “Ah, mas ele fez dois gols…”; “Ah, mas ele nos classificou para a Sulamericana…”…
Que os Deuses tricolores perdoem estas mentes atrofiadas!
Não pode, em hipótese alguma, um atleta disputar o sub-20 como titular e chegar aos últimos 6 meses de contrato sem renovação. Ele pode ser o novo Pelé, mas nada ele poderá representar em 6 meses que compense o FFC ser usado como vitrine para empresário pôr dinheiro no bolso e o clube ser seu refém.
Eu esperava, sinceramente, que a “profissionalização de Xerém”, promessa de campanha, começasse pelo básico: revisão dos contratos de todos os atletas!
Continuamos esperando que os demais departamentos sejam tratados como o jurídico, mas para isso nosso presidente precisará compreender que responde por toda gestão, não somente pela área onde sempre foi especialista.
Sei também que alguns outros serão ainda mais rasteiros: “Ah, mas ele assinou com Eduardo Uram e vai continuar no Fluzão…”; Ah, mas o FFC vai continuar obtendo algum percentual em futura venda; “Ah, mas o Eduardo Uram vive salvando o FFC…”.
Que os Deuses tricolores perdoem estas mentes atrofiadas ao cubo!
Onde poderíamos obter 100% de uma jóia já observada pela Europa, teremos que nos contentar com 30%/40% ou qualquer outra migalha!
Onde poderíamos contar com um atleta para nos dar retorno técnico/títulos, ficaremos a mercê de que o empresário escolha o momento de vendê-lo!
Enquanto isso, muitos continuam no fim do século passado achando que a solução é patrocínio máster. Em mercado onde 12 Milhões de Reais ao ano é algo muito bom, observamos calados valores de nossa base escorregando pelos dedos.
Tenho total convicção que somente na “operação Evanilson” teremos perdido ao menos “1 ano de patrocínio máster”.
O PORTAL DA TRANSPARÊNCIA que eu espero, Sr. Presidente, deve constar todos os nossos passivos, todas os nossos departamentos, todos os colaboradores e seus respectivos custos, todos os atletas, incluindo a base, com os respectivos contratos, percentual que cabe ao clube e empresários declarados (em caso de fatiamento dos direitos econômicos).
O maior patrocínio máster do momento é a gestão e na próxima década, logo ali, é o capital externo. Sem gestão profissional não haverá maluco, além de nós torcedores, que coloquem 1 Real no clube.
O FFC sangra há anos e quem assumiu, não só sabia, como participou disso, mesmo que em partes. Portanto, não há tempo para desculpas ou tentativa de se colher louros por ações pontuais. Precisamos de um choque de gestão completo!
Nossa música de arquibancada diz: “Quero gritar campeão!”…
Mas o meu momento racional diz: Eu só quero ver meu FLUMINENSE grande novamente…Fora de campo e por conseqüência dentro dele. Se não for nessa ordem, esqueçam!

Rafael de Castro Ladewig de Araujo.
Meu sangue é grená com glóbulos verdes e brancos.

Opinião – IPhone 5

Sr. Mário Bittencourt, faço-lhe uma oposição clara, aberta, induvidosa, implacável e inarredável.

No entanto, essa oposição encontra limites na urbanidade e civilidade necessárias à convivência social. Nesse tom, a sua família é intocável pela minha pena, eis que é sagrada aos meus olhos, Presidente.

Isso posto, proponho-lhe um teste, com o maior respeito, Presidente.

Vossa Senhoria é um advogado bem formado e informado. Enquanto membro da classe média, o senhor tem condições financeiras de presentear seu(sua) filho(a) com um IPhone. Em tempos de IPhone XI, dê-lhe de presente um IPhone 5. Grave, com o seu celular, a reação dele(a). Depois, analise-a detidamente, nos seus mínimos detalhes.

Por que isso?

Porque o senhor tem traços de arrogância que beiram o autismo.

Só que as vítimas desse autismo somos nós. A sofrida torcida tricolor clama por “A” e o senhor contrata “B”. E “A” nem é tão caro assim.

Putz grilo!!!

Com o teste do IPhone, espero, o senhor terá uma pálida ideia da reação da torcida tricolor diante dos nomes até agora ventilados nas Laranjeiras. São todos – TODOS – pavorosos!

De duas, uma: ou o senhor não entende necas de futebol e deve ser ejetado do cargo o quanto antes ou o senhor está de brincadeira com a nossa cara e não deveria sequer ter assumido a Presidência do Fluminense.

Volte para o seu escritório, Mário!

Pelo amor de Deus!

Saudações tricolores!

Opinião – Dirigentes e proxenetas

Acompanho, incansavelmente e com paixão, o dia a dia do Fluminense F.C há mais de 40 (quarenta) anos.

Desde então tive, por um lado, a fortuna de testemunhar a ação de grandes dirigentes à frente do tricolor das Laranjeiras. Como exemplos, cito Francisco Horta, José Carlos Vilela, Manoel Schwartz, Antônio Castro Gil, Hugo Mosca e Newton Graúna. Desinteressadamente, eles serviram ao Fluminense e merecem um lugar de destaque na nossa História.

Por outro lado, tive o imenso infortúnio de presenciar a ação de proxenetas. Como exemplos dos que parasitaram o Fluminense, cito …. deixa pra lá … são tantos e tão odiosos. Têm eles um lugar reservado, na melhor das hipóteses, na lata de lixo. Na pior, no inferno.

Saudações tricolores!

Opinião – Particular projeção da Teoria da Imprevisão

Grosso modo, segundo a Teoria da Imprevisão, os pactos podem ser revistos sempre que, após a sua celebração, verificar-se um substancial desequilíbrio entre as partes contratantes.

Isso posto, miro o contrato celebrado entre o Fluminense e a Rede Globo de Televisão.

Eu sei, eu sei, formalmente, o Flamengo não é parte da relação bilateral formada entre o Fluminense e a Rede Globo. Mas o “queridinho do plim plim” é parte – e que parte – da avença vista como um todo.

De mais a mais, é forçoso convir que o desequilíbrio superveniente, entre os “beneficiários”, era bastante previsível. Apenas Peter Siemsen e os mentecaptos da Flusócio não o avistaram. É isso mesmo: a pornográfica discrepância na distribuição de cotas de TV – mal maior do futebol brasileiro de hoje – não pode ser debitada na conta do Dr. Mário Bittencourt.

Mas a inação, a inércia, a bovina conformação com esse estado de coisas podem, sim, Sr. Presidente.

Imploda o sistema, Mário!

Não temos vocação para sparring! Ou você tem?

Saudações tricolores!

Opinião – Uma escolha racional

Definido que Odair Hellmann, catarinense, 42 anos, será nosso treinador nesse início de temporada.

Odair foi jogador, revelado pelo Internacional e com passagem pelo Fluminense em 1999. Encerrou a carreira em 2009, após trágico acidente de ônibus com a delegação do Brasil de Pelotas.

Deu início a carreira de auxiliar técnico na base do próprio Internacional, chegando à Comissão Técnica permanente dos profissionais em 2013. Foi auxiliar do time olímpico do Brasil medalha de ouro em 2016.

Assumiu o time profissional do Inter em final de 2017, ainda na série B e foi efetivado para 2018 levando o clube a 3° lugar no brasileiro. Em 2019 chegou às 4° de final da Libertadares, eliminado pelo clube campeão, e foi vice da Copa do Brasil, perdendo para o Athletico PR.
Seu aproveitamento foi superior a 60%.

É uma contratação que se passa longe dos sonhos da torcida, se encaixa bem na realidade financeira do clube. Odair trás consigo bons números de sua passagem no sul e terá tempo para remontar um elenco que deve sofrer muitas perdas. Aliás, esse foi um ponto que depôs contra a vinda de um técnico estrangeiro. A montagem do elenco passará por jogadores não aproveitados em outros clubes, destaques da série B e outros que retornam de empréstimos, tudo isso sem dinheiro em caixa.

Louve-se a ação rápida da diretoria para definir o comando técnico e agora é trabalhar.
Vamos torcer para que tenha sido acertada a contratação de Odair, vamos dar tempo para que ele desenvolva seus métodos. Vamos usar o estadual com inteligência, sem queimar etapas.
O Fluminense precisa de paz.

Histórias Tricolores…

Parece que foi ontem. No entanto, neste 2019 prestes a se encerrar fez meio século que um grupo entusiasta de tricolores, sob a bênçãos do então presidente Francisco Leitão Laport (um dos melhores que tivemos), colocou-se à disposição do Fluminense para fortalecê-lo mais ainda. O grupo tinha um nome, Jovem Flu, e reunia jornalistas, artistas, gente da melhor qualidade. Na linha de frente dessa juventude que não tinha conotação política ou qualquer outro interesse além de cultivar sua paixão, pontificavam os saudosos Hugo Carvana, Ronaldo Boscoli, Mieli e Elis Regina, além dos também consagrados Nelsinho Mota, Ivan Lins, Evandro Mesquita, Silvio Cesar, João Luiz Albuquerque e a menina Lucinha que depois casaria com o Ivan e cujo pai, o sempre lembrado Cláudio Viana, era diretor de patrimônio do Fluminense. Nunca esquecendo que a casa do Cláudio, na Tijuca, viu surgir um outro movimento, agora musical, que desaguaria nos célebres Festivais Universitários. Chico Buarque, dentro de sua timidez, integrava o Jovem Flu, mas num plano que o deixasse ao largo das badalações naturais dos admiradores pós o estrondoso sucesso de “A banda”. Uns infelizmente já se foram, deixando um rastro de luz vermelha-branca-e-verde, cores que eles amaram e honraram. Outros, ainda jovens e idealistas, felizmente ainda estão conosco. Idealistas sim, batalhando para a maior glória do Fluminense. Ainda jovens, de uma juventude que vem lá de dentro, uma juventude que resiste ao passar do tempo e a chuvas e trovoadas. Parece que foi ontem mas hoje e sempre vocês têm um capítulo especial em nossa história, bravo Jovem Flu!

Por Argeu Affonso

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