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MURIEL É ROLETA RUSSA E PRECISAMOS DE UMA APOSTA “PULE DE 10”! Opinião Rafael de Castro.

Olá, Guerreiros!

Se conversarmos com “especialistas” em apostas, creio que 9 a cada 10 falarão a mesma coisa: O Futebol é um dos piores esportes para se apostar!

Isso porquê, no futebol o imponderável entra em campo toda rodada. No vôlei, basquete, tênis, entre outros, não é possível empate e os favoritos levam a melhor na grande maioria das disputas.  

O nosso FFC, para nossa alegria, vem reforçando essa máxima. Seja por competência nossa, incompetência dos outros, um pouco de cada ou sorte, estamos com resultados acima da performance e precisamos da gestão muito bem centrada para que faça a melhor “aposta” possível daqui por diante.

Exatamente, algumas contratações são meramente apostas, principalmente as realizadas com uma temporada em andamento. Também são apostas às promoções de jovens da base no meio de um campeonato tão brigado, pois o ideal é também lançá-los sem tanta responsabilidade.  

Nessa introdução deixo claro que não sou ignorante ao fato de que há enorme dificuldade em contratar, mas uma coisa é “apostar uma grana na loteria e perder o dinheiro”; outra coisa é você querer defender sua casa de um assalto em andamento e “colocar sua única arma, com uma única bala, nas mãos daquele seu cunhado com 10 de miopia, que toma tarja preta e é esquizofrênico”.

Em um passado bem recente, tínhamos duas balas no revolver e às usamos para Muriel e Ganso! Em Ago/2020 nosso presidente nos informou o seguinte sobre “novas balas”: “A discussão não pode ser no varejo porque temos um teto de folha. Aprovamos o orçamento e hoje estamos gastando abaixo do que nos programamos para gastar. Isso significa que posso fazer duas ou três contratações para o Brasileiro. Porque alguns jogadores saíram como Henrique e Gilberto. Com essas saídas, vai abrindo fluxo. Só para vocês saberem, deixamos no orçamento um lastro para fazer um investimento de emergência na folha, caso a gente vá mal no Brasileiro. Contratar, três, quatro, cinco, jogadores se a gente estiver lutando para não cair”.    

Paremos para refletir e tentar interpretar esse texto: Se estivermos brigando para não cair, contratamos de 3 a 5 jogadores!!! Portanto:

Se estivermos no meio da tabela, não teremos ambições/contratações por libertadores?

Se estivermos na zona de pré libertadores, não teremos ambições/contratações para o G4? 

Se estivermos no G4, não teremos ambições/contratações para o TÍTULO? 

Antes que reflitam sobre as perguntas, observem bem as diferenças de premiações do campeonato, em especial para o salto de receita a partir da 10ª colocação:

Confira os valores por posição:

  1. R$ 31.746.000
  2. R$ 30.096.000
  3. R$ 28.446.000
  4. R$ 26.796.000
  5. R$ 25.146.000
  6. R$ 23.496.000
  7. R$ 21.846.000
  8. R$ 20.196.000
  9. R$ 18.546.000
  10. R$ 16.896.000
  11. R$ 12.936.000
  12. R$ 11.946.000
  13. R$ 10.956.000
  14. R$ 10.626.000
  15. R$ 10.296.000
  16. R$ 9.966.000
  17. R$ 5.544.000
  18. R$ 5.115.000
  19. R$ 4.785.000
  20. R$ 4.620.000

Quem acompanha minhas colunas, sabe que me atenho muito mais à gestão do que aos debates sobre o ocorrido em campo. No entanto, é INACREDITÁVEL que nossa “aposta” para a posição mais determinante em campo hoje, a posição de goleiro, continue sendo Muriel!!!

Sr. M.B, tire a arma das mãos desse “seu cunhado com 10 de miopia”. Reconheça que “jogou para a galera” quando citou que estava fazendo caixa para 3 , 4 ou 5 contratações e faça ao menos uma: WALTER (GOLEIRO RESERVA do Corinthians)!

Se contratar ou promover jovem é uma aposta, contratar Walter, se comparado ao “mão de raquete Muriel”, é “pule de 10”. Walter, mesmo sem ritmo esteve em campo em 1 partida pelo Corinthians em 14/10, depois de uma inatividade de quase 8 meses e foi o melhor em campo disparado. Defendeu 9 bolas, sendo 4 das consideradas difíceis.

Precisamos de um goleiro e precisamos de ambição. Faça como Horta, leve flores para a mulher do Walter e o traga para o Flu. Nos permita sonhar ainda mais!     

Rafael de Castro Ladewig de Araujo.

Meu sangue é grená com glóbulos verdes e brancos.

O texto é de total responsabilidade do autor.

“Até quando Muriel como titular?” Opinião Lauro Cernicchiaro

Bom dia guerreiros da Sul e Tricolindas!!!
Mais uma Vitória da garra e principalmente da sorte. Esse Odair deveria jogar na mega sena, ficar milionário, nascido para lua completamente.

Mas, vamos lá, Muriel ? O que falar dele ? Mais de DEZ , isso mesmo DEZ falhas, consecutivas em vários jogos, bisonhas, amadoras, daquelas se é na nossa pelada de fim de semana, pede tempo, e da a camisa de goleiro reserva ou um colete para qualquer um menos ele. Duas falhas dele CUSTARAM NOSSA ELIMINAÇÃO em duas competições, La Callera em casa, e Atlético Goianense fora, já era para ser barrado há muito tempo, não interessa se é BONITINHO, parece aquele boneco Falcon, se é irmão do goleiro da seleção ou o valor do salário, Egídio e Ganso comprovam isso.

Marcos Felipe já, urgente e agora!
Garoto formado na base com passagens nas seleções de base, já que perdemos o PITALUGA, excelente promessa, e ficamos com esse mão de alface, não de boneca, erros e falhas imperdoáveis, TCHAU!!!

Por isso falo da falta de um gerente de futebol ativo, que questiona , peita, cobra barracões, e não de um senhor, idoso, obeso, acomodado e conivente com a mesmice.

As cobranças nas redes sociais que escalaram Calegari e Danilo Barcellos, não foi o Maionese iluminado que bancou. E o Yago? Que jogador, guerreiro, técnico, Ah já ia esquecendo. Hei Dodi vai tomar no … , vai brincar de pique procura time com Somoza, Everaldo, e cia.

Uma bela vitória de virada, mas demonstra mais uma vez a sorte desse treinador e um gol olímpico, com uma bela batida na bola do Luca e participação fundamental do Lucas Claro, e um gol no final do jogo do nosso Caio Paulista que desencantou pela segunda vez.

Time está unido e brigando muito, isso é bom, jogadores limitados se superando , dedicando ao extremo, se tivéssemos mais umas três ou quatro peças de reposição, barrasse essa figura no gol, poderíamos estar em melhor colocação no Brasileiro e em pelo menos mais uma competição.

Venho falando BANQUEM os garotos de Xerem, apostem neles, Jonh Kenedy meteu três gols no Palmeiras, lá na Arena dos porcos nesse fim de semana, André entrou muito bem, ainda temos o Martinelli, chega dessas figuras encostadas e acomodadas de empresários!!! Ganso + Muriel + Egídio = 800 mil reais. Dinheiro jogado fora. ACORDA MAIONESE !!!

O texto é de total responsabilidade do auto.

FOTO DESTAQUE DE MAILSON SANTANA/FLUMINENSE FC

Postura, posicionamento, defesa institucional já! Guerreiros e Guerreiras.Opinião Rodrigo Amaral

Postura, posicionamento, defesa institucional já!
Guerreiros e Guerreiras.


Eu poderia começar esse texto dizendo: “ Srs. Cartolas e Sras. Cartolas”, afinal nosso mascote sempre foi o “Cartola” que retratava a ligação do Fluminense FC à nobreza, ao requinte, ao posicionamento elegante e fidalgo, décadas depois o Fluminense tinha tanta representatividade nos bastidores do futebol e força politica que por conta disso nosso mascote, “O Cartola” virou sinônimo desse poderio. E é nesse ponto que me apoio para alguns questionamentos, afinal com o passar dos anos parece que o Football tem sido deixado em segundo plano e a “porta” na CBF cada vez mais fechada, e pergunto a todos, como abriremos esta porta? Será que a postura passiva dos nossos Cartolas fará a CBF olhar para nós com um olhar de parceiros, aqueles que não reclamam de nada, não perturbam e ajudam a dar força à entidade máxima do futebol brasileiro?

Essa postura, digamos amistosa, não vai na contra mão de tudo aquilo que foi verbalizado por quem nos preside, a tal DEFESA INSTITUCIONAL?


Ora ora, eu vi nesse campeonato o São Paulo FC entrar com uma representação junto a CBF, quando viu que o arbitro Rafael Traci, que era o árbitro de vídeo que o prejudicara em partida anterior, seria escalado para ser o árbitro principal da partida contra o Grêmio, será que o Tricolor do Morumbi ficou mal visto por sua atitude ou respeitado pelo seu posicionamento?

Ah sim, o árbitro do jogo foi o Rafael Traci, após empate o Grêmio FPA reclama de assalto no Morumbi.
O Atlético mineiro também botou sua boca no trombone quando estava disputando a liderança da competição naquela rodada em que enfrentaria o Bahia EC, solicitou que não fossem escalado árbitros Gaúchos, afinal ele tinha uma briga direta com o Intercional SC, então fica a pergunta, o Atlético MG está de picuinha ou defendendo seu interesses? O árbitro não foi trocado, apitou o Daronco, da federação Gaúcha, Bahia 3×1.


Eis que vem o jogo S.E. Palmeiras x Fluminense F.C. e PAH!!! Leandro Pedro Vuaden, que possui um currículo extenso de partidas desastrosas contra o Fluminense, é escalado mais uma vez, e mais uma vez num jogo de grande importância conta a S.E. Palmeiras, e o Fluminense F.C. nada fala, não se posiciona, acha natural, se bobear devem ter achado azar essa escalação, pois é fica então essa pergunta, porque o Único Tricolor do Mundo não se manifestou? Vocês devem estar curiosos para lerem o currículo do Vuaden né? Vamos lá:
 Brasileiro de 2008 – Vitoria E.C. 2×2 Fluminense F.C.
 Deixou de marcar 2 pênaltis a favor do Flu, após confessar o erro, foi suspenso pela comissão de arbitragem
 Brasileiro 2009 – Coritiba F.C 1×1 Fluminense F.C. (BATALHA DO COUTO PEREIRA)
 Anulou o primeiro gol do Flu
 Brasileiro 2010 – Fluminense F.C. 2×2 São Paulo F.C.
 Deixou de marcar um pênalti pro FLU
 Brasileiro 2015 – São Paulo F.C. 0x0 Fluminense F.C.
 Deixou de marcar um pênalti pro FLu
 Brasileiro 2015 – Coritiba F.C. 1×1 Fluminense F.C.
 Deixou de marcar um pênalti pro Flu e não marcou falta clara no GUM no lance do gol do Coxa Branca.
 Copa do Brasil 2015 – Fluminense F.C. 2×1 S.E. Palmeiras (jogo de ida, semi final)
 Deu pênalti inexistente em Zé Roberto, pênalti que foi convertido.

Após lerem este currículo sujo deixo a pergunta, o que vocês fariam se vissem esse cidadão escalado para apitar um jogo do Fluminense?

O texto é de total responsabilidade do autor.

“Treinar tempo integral pra quê? ” opinião Rafael Ladewig

Olá, Guerreiros!

Há duas semanas comemorávamos o fato de termos pela frente 3 dos maiores adversários no campeonato, Grêmio, Palmeiras e Inter, envolvidos em outras competições. O primeiro veio ao RJ com um time mesclado e tendo disputado 2 jogos nos últimos 6 dias, enquanto nós, só “treinávamos”; O segundo nos recebeu depois de um duelo pela Copa do Brasil no meio de semana, com apenas 2 considerados titulares e uma linha de defesa toda modificada, tendo até mesmo jogador improvisado na lateral e zagueiro que não jogava há meses; O terceiro vive uma crise momentânea. Perdeu seu ótimo treinador e viu Abel Braga perder os dois últimos jogos. Jogará na próxima quarta uma decisão, nos enfrentará domingo e no meio da próxima semana já terão outra decisão contra o Boca Juniors.

Que nosso time é limitado, todos nós já sabemos! Que nosso treinador tem estilo de jogo reativo e pouco propõe de soluções ofensivas também! O que parece não ser conhecimento de todos é o tamanho da responsabilidade da gestão nisso!

A cultura do futebol brasileiro é nefasta no que tange às demissões de treinadores, e nisso eu concordo com o Sr. Mario Bittencourt. No entanto, isso não significa que deva existir omissão. A gestão do futebol não deve interferir na escalação, mas deve sim participar ativamente do planejamento da comissão técnica, mas parece que a estratégia é outra: Ter sempre um bode expiatório ou um discurso pronto para a incompetência que remeta ao passado.

Não ter um gestor de futebol capaz de exigir um planejamento do Odair, talvez seja confortável para o um presidente centralizador; Se der certo, o mérito é do centralizador, mas se der errado, a culpa é da “nossa folha salarial ser muito baixa”, devido às dívidas oriundas das gestões anteriores.

Faça-me o favor, Sr.Presidente! O Sr. também é um dos responsáveis por hoje pagarmos ações de barangas do passado. O Sr., enquanto membro remunerado de um departamento jurídico do clube, cansou de se omitir como torcedor, pensando somente no bolso e na carreira pessoal/profissional, ao ver erros contratuais consecutivos. Hoje o Sr. está se omitindo novamente ao manter Angione, entre outros e não quebrando antigas práticas no clube, mas ignorar o simples fato de que o time com mais disponibilidade não treina e ainda corre menos que o adversário em frangalhos, é um escárnio!

O retrato do Fluminense é exatamente o da reflexão a seguir. Observem, tricolores, nossa planilha de treinos da semana e lembrem do “Pepê voando nas costas do Julião” e do R.Veiga, ocupando dois ou três setores do meio campo contra nossos sempre atrasados “guerreiros”.

Veja a programação semanal:
15/11 – Domingo – Folga;
16/11 – Segunda-feira — Folga;
17/11 – Terça-feira — 10h00 – Treino – CTCC;
18/11 – Quarta-feira — 10h00 – Treino – CTCC — Após a atividade – Entrevista coletiva (ao vivo na FluTV);
 19/11 – Quinta-feira — 10h00 – Treino – CTCC;
 20/11 – Sexta-feira — 10h00 – Treino – CTCC — Após a atividade – Entrevista coletiva (ao vivo na FluTV); 
21/11 – Sábado — 15h30 – Treino – CTCC — Após a atividade – Viagem para Porto Alegre;
 22/11 – Domingo — 18h15 – Internacional x Fluminense – Campeonato Brasileiro;

Perder na técnica é algo esperado para um elenco tão mal montado, mas na parte física, na ausência de jogadas ensaiadas diante de tanto tempo livre, NÃO!

TREINO EM TEMPO INTEGRAL PRA QUÊ? TREINO NA MANHÃ DO DIA DO JOGO PRA QUÊ? USAR UMA TARDE OU MANHÃ PARA UTILIZAR A IMAGEM DO ATLETA, EM ESPECIAL EM AÇÕES DE MARKETING E APROXIMAÇÃO COM O TORCEDOR/SÓCIO PRA QUÊ? 

Se você, por amizade, por ego, por poder ou por qualquer motivo que seja, passou a fazer parte de um “grupiderme” político do FFC e não cobra a gestão da forma que deveria, essa culpa também é sua! “Ei Flusocio vtnc”, era a música preferida de muitos que hoje beijam os ex desafetos!

Rafael de Castro Ladewig de Araujo.
Meu sangue é grená com glóbulos verdes e brancos.

Opinião: o esquecimento do meia Miguel prejudica mais o Fluminense do que o próprio jogador

Foto: Twitter Miguel

Começo meu texto deixando claro que isso é uma opinião minha. Falo isso porque sei que, provavelmente, muitos vão pensar “é tudo culpa do pai/empresário dele.”

O meia Miguel Silveira, 17 anos, é uma das maiores revelações de Xerém nos últimos anos. O jogador não pulou etapas à toa. O armador soma poucas partidas no profissional, mas seu talento é indiscutível. Aí vem o questionamento: por que o Fluminense é o maior prejudicado pelo esquecimento de Miguel? Pois bem, a minha análise tem base técnica e financeira.

Com passagens pelas seleções de base, Miguel chama atenção pela sua facilidade de enxergar o jogo e a qualidade no passe. O meia foi o líder de assistências do Fluminense no Campeonato Carioca. Em 2019, Miguel foi lançado por Fernando Diniz num jogo decisivo da Copa do Brasil, no Mineirão. Na ocasião, o jogador demonstrou personalidade e participou do golaço de empate marcado por João Pedro.

O jogador, que chegou ao Fluminense com apenas 10 anos, acertou seu primeiro contrato profissional no ano passado com multa de 35 milhões de euros (R$ 223,1 milhões). Não utilizar um ativo desse tamanho é um tiro no pé. Ver Caio Paulista tendo inúmeras chances é triste demais. Miguel se destaca por conseguir jogar centralizado ou aberto na esquerda. Será que em nenhum momento o jogador foi melhor nos treinamentos que Marcos Paulo, Wellignton Silva, Caio Paulista e até Paulo Henrique Ganso? Eu, Rodrigo, não acredito. Tá muito na cara que tem algum problema interno que faz com que o atleta não seja utilizado. O presidente, obviamente, deve saber o motivo. Seja qual for, quem perde é o Fluminense.

A atuação do tricolor na última rodada foi deprimente, Ganso entrou no intervalo na vaga de um Michel Araújo pouco eficiente. O desempenho do camisa 10 foi ainda pior. E Miguel? Mais um jogo assistindo de camarote.

É de conhecimento de todos que o pai/empresário exigiu que o jogador ficasse no profissional para renovar. Pra mim, um erro gravíssimo. Mas, cá entre nós, Miguel tem bola pra jogar muito nesse time. Uma birra com o empresário do atleta não pode atrasar a utilização de um ativo do clube. Afundado em dívidas, o tricolor precisa valorizar cada dia mais Xerém, contratar por contratar não resolve problema de ninguém. Sejam sinceros, alguém aqui tá satisfeito com as contratações? Estamos vendo Caio Paulista e Felippe Cardoso pintando como preferidos de Odair Hellmann. Isso é um crime inafiançável. Esse texto não perderá tempo criticando jogadores terríveis como Igor Julião e nem o previsível Hudson. Nem vou falar que Martinelli, André, Calegari e até Metinho podem oferecer mais ao time do Fluminense do que os medalhões utilizados.

Miguel é um jogador pra ser vendido bem, com capacidade pra ser a maior venda da história do clube. Para isso, sua utilização é essencial. Em 2023, o contrato acaba. Do jeito que tá, o pai leva ele para outro time e a carreira segue. Esse não é o cenário que desejo para o clube que amo. Tecnicamente, o atleta merece ser utilizado; financeiramente, o jogador precisa jogar pra valorizar.

Deixar de lado uma jóia de R$ 223,1 milhões pra utilizar refugo de empresários é pegar uma arma e atirar em cada torcedor do Fluminense.

Acorda, Odair. Apareça, Mário Bittencourt.

“PHG, má vontade ou acomodação?” – Opinião Lauro Cernicchiaro

“PHG, má vontade ou acomodação?”

Guerreiros da Sul e Tricolindas, hoje minha coluna será dedicada exclusivamente ao Paulo Henrique Ganso.

O que esse cidadão está fazendo conosco é uma afronta, uma provocação sem limites de displicência, ironia, descaso, falta de profissionalismo e comprometimento, qualificou até como molecagem.

Entrar em campo para errar todos os passes, dar toquinho de calcanhar, fala sério. Alguma atitude deve ser tomada urgentemente, tudo bem que foi o desgraçado do ABAD que trouxe essa ingua, com contrato de 5 anos, reajustados anualmente, mas não dá mais, CHEGA!!

O Cara não quer mais jogar futebol, e não quer mais ser atleta está nítido isso, façam um acordo, paguem parcelado, mas afastem ele, sumam com ele, tem que desaparecer, não é possível bancar a manutenção desse indivíduo, se tivesse torcida nos jogos com certeza seria ameaçado, ofendido e até agredido!

Parece que faz de sacanagem, como diz um amigo aqui de Niterói, esta jogando um casado contra solteiros, durante a partida vai na mesa do lado do campo, da um gole na cerveja, e fica de olho na churrasqueira.

Venho aqui pedir a opinião e comentários de voces a respeito dessa lamentável situação que nos encontramos com relação a esse EX JQGADOR EM ATIVIDADE.

O que falta para solucionar e dar um FIM nisso ?Atitudes? Coragem ?

Saudações Tricolores

O texto é de total responsabilidade do autor.

“Meu nome é Sérgio Poggi” – Opinião André Barros

“Meu nome é Sérgio Poggi”


Sou católico bissexto e li o “Novo Testamento” uma única vez, há muito tempo. Pelo pouco que me lembro, Jesus de Nazaré – investido dos poderes advindos do Pai Celestial – operava milagres em sua passagem pela Terra, fazendo, por exemplo, o coxo andar e o cego enxergar.


Pois bem, hoje, o Sr. Mário Bittencourt operou feito semelhante, eis que me fez escrever, superando uma tendinite incapacitante. Só que -diferentemente do que sucedia com o Filho de Deus – para mim, essa mística do Presidente do Fluminense provém dos quintos dos infernos porquanto se funda na ira, não no amor.
Prosseguindo, reitero, à exaustão, que desconfio, demais, daqueles que retiram as suas força e coragem do coletivo – ou malta – a que pertencem. Tenho que homem é homem sozinho, independentemente de – ou, até mesmo, contrariamente a – vagas de opinião. E, aqui, uso o vocábulo “homem” em contraste a “moleque”, não a “mulher”, registre-se a tempo.


Mantendo o rumo, estatui o artigo 239 do Código de Processo Penal que considera-se “… indício a circunstância conhecida e provada, que, tendo, relação com o fato, autorize, por indução, concluir-se a existência de outra ou outras circunstâncias…”.


Diante dessa definição legal e do muito de disse que disse que pulula nas redes sociais, coberto de razão está o Sr. Sérgio Poggi ao exigir, em nome da torcida tricolor, maiores esclarecimentos do Sr. Mário Bittencourt acerca do rumoroso episódio da Live Sorte. Assino embaixo do requerimento dele.
Há buracos em demasia nessa estória da Live Sorte! E, diferentemente do que supõem as suas foquinhas amestradas, o Sr. Mário Bittencourt não gere coisa própria, senão que alheia. Nesse tom, deve ele, sim, satisfações aos poderes constituídos do Fluminense F.C – e quiçá ao Estado brasileiro.
A propósito, nesta última hipótese, respeitadas TODAS as garantias prescritas pelo Estado Democrático de Direito – repito, TODAS -, Sr. Mário Bittencourt, estarei aguardando-lhe com um copo de água gelada e uma xícara de café para uma prosa sobre parâmetros de fiscalização, Princípio da Impessoalidade, diferenças entre flagrante esperado e flagrante preparado, Teoria do Domínio do Fato, concurso de agentes, patrimônio a descoberto e otras cositas más… Mas não cogite de perseguição apriorística, Sr. Presidente. A construção apresentada é condicionada por vários “se” e pode ser facilmente desconstituída por suas cabais explicações.
Saudações tricolores.

O texto é de total responsabilidade do autor.

ANÁLISE FRIA, SEM APONTAR “O DEDO PARA O DODI” E SEM “METER A LINGUA NO ESCURO”! Opinião Rafael Ladewig

Olá, Guerreiros!
A novela Dodi tem muitos capítulos e uma enorme ala crítica apontando o “Dedo para o Dodi” e metendo a “língua no Escuro”. Deveríamos focar no bom momento em campo, no resgate da autoestima dos jogadores e blindar o elenco de qualquer oba oba, mas estamos produzindo veneno caseiro.
Antes de qualquer indicador, vou deixar minha opinião de forma clara, curta e grossa: O Dodi não é craque, mas faz função de compactação que vai muito além das modernas estatísticas, que faz qualquer torcedor se considerar entendido de futebol tático. Hoje ele é peça muito importante para o time, tem 24 anos e meio e em que pese acreditar que ele produz muito mais do que “Hudson e Ganso”, por exemplo, o FFC deve ter seu teto, se posicionar firme na resposta à contraproposta, mas sem “torcedor traído” conduzindo-a e sim um gestor de campo e um gestor mercadológico.
Analisemos a contraproposta do Escuro: Luvas de 2Mi + Salários de R$ 270Mil.
Isso significa um custo de R$ 14.960.000,00 ao longo de 04 anos e R$ 3.740.000,00 ao ano.
Se tivéssemos um elenco equilibrado, poderíamos dizer que ter “30 Dodis” seria algo bem razoável para o padrão brasileiro (claro que essa analogia produz um perfil Dodi em cada posição, mas cada um com a característica inerente a sua função em campo). Portanto, um perfil de elenco com “30 Dodis” em disposição e poder de revenda, nos traria uma despesa de R$ 112.200.000,00 ao ano, algo bem “normal” para o orçamento do gigante FFC, que tem potencial para R$ 250.000.000,00.
Mas voltemos para a análise individual…Com a Lei Pelé, o clube não tem no atleta um ativo a longo prazo. Olhando o exemplo Dodi, analisando somente o contrato futuro, o clube tem um “aluguel” de 04 anos e ao longo deste período desembolsaria aproximadamente 15Mi, que por coincidência é valor similar ao que estávamos negociando pelo Allan, hoje no Galo.
Se analisarmos quanto ganha M.Ferraz, Egídio, Hudson e Ganso, a conversa Dodi acaba!
Se analisarmos o poder de “retorno do capital investido” em M.Ferraz, Egídio, Hudson e Ganso, a conversa Dodi acaba!
O FFC pagará a estes pelos serviços prestados e receberá como retorno apenas o que eles entregarem em campo. Quanto ao Dodi, qual valor o FFC receberia de volta ao investir tal quantia?!
Essa pergunta não deveria ser respondida por torcedores, e muito menos, por dirigentes, também torcedores e apaixonados. Existem profissionais que fazem análise mercadológica que indicariam de forma muito realista o quanto obteríamos de retorno com a venda do Dodi em um cenário conservador, o atual, um cenário mediano, com o Flu na Libertadores e um otimista, campeão. Sem querer me colocar como entendedor do assunto mercadológico, deixarei a seguinte observação para que observem a diferença: Allan custou aproximadamente 15 Mi ao Galo + um salário de aproximadamente 500Mil por 03 anos. Isso significará um custo final de R$ 33.000.000,00. Alguém duvida que o Atlético terá um baita déficit nessa operação e que a única forma de obter retorno com esse atleta seria com rendimento em campo?!
Dodi não joga para ganhar metade do que seu empresário pede. No entanto, não sejamos bobos apaixonados. Ele pede o que quer e certamente tem na manga uma proposta de alguém que já fez “análise mercadológica”, além da técnica.
Se tivermos estômago e planejamento para ter Dodi 6 meses e nesse período tivermos gestão de futebol para promover uma substituição dele gradativamente (quem vem da base precisa disso), não teremos perda técnica imediatamente, não teremos perda técnica até abertura da melhor janela (meio do ano) e ganharemos dinheiro na operação.
Digo estômago, porquê precisaremos ceder, assim como o empresário também cederá. 1Mi de luvas + 200Mil por 04 anos ele fechará. Em 06 meses gastaríamos 2.2Mi.
Se alguém duvida que este investimento seria hiper superavitário, basta observar negociações recentes em posições iguais, onde menciono apenas jogadores de nível similar ou inferior ao Dodi:
Douglas – 22 anos – Corinthians para o Paok (85%) – 13 Mi;
Richard – 24 anos – Fluminense para Corinthians (50%) – 8Mi;
Gabriel – 25 anos – Botafogo para o Corinthians (50%) – 7Mi*;
Ano passado Al Hilal ofereceu 23Mi pelo “Gabriel”, o Corinthians pediu 27.8Mi e eles levaram o Cuellar, que nem cito, pois considero melhor que o Dodi.
O futebol enlouqueceu. Os valores são absurdos, mas Gestão de futebol não é para amador, nem tampouco para dirigente torcedor!
Não estamos na situação que estamos por contratos de jovens como Dodi e sim por outros milionários como o último de Gum, Cavalieri, Marquinhos e muitas outras boquinhas que passam despercebidas.

Rafael de Castro Ladewig de Araujo.
Meu sangue é grená com glóbulos verdes e brancos.

Razão x Oportunidade – Opinião Thiago Caruso

Razão x Oportunidade

Eis que a novela Dodi de renovação ganhou capítulos decisivos com a Fala do presidente Mário Bittencourt no programa Os Donos da Bola e com a resposta do empresário principal de Dodi, Carlos Scuro inclusive chamando o presidente de mentiroso.

O empresário tem razão em querer valorizar seu principal ativo , é verdade quando fala que Dodi é um dos melhores jogadores na sua posição na premiação da Bola de prata da revista Placar/ESPN e nem esperem boa vontade do empresário com o clube. Mesmo que Dodi não fosse um ninguém antes de chegar ao Fluminense.

O Flu alega que está valorizando o bom momento do jogador. Não, não está! Algumas renovações precipitadas que já comprometem a folha salarial para o ano de 2021 , acabam deixando o Fluminense com poucos recursos para valorizar as apostas que faz. Mas nada impede nos planos que a diretoria tem de ir limpando as dividas que o clube tem, de valorizar ainda mais o jogador com o passar dos anos. Deu certo com o Luccas Claro mas o jogador tem 28 anos, ao contrário de Dodi que tem 22 a mesma atitude parece que não vai colar.

Dodi atualmente ganha R$70 mil em CLT e passaria a ganhar R$100 mil. Depois, o salário subiria para R$120 mil e depois R$130 mil no último ano. Nesses dois anos que acho , o salário dele poderia ser melhorado. Não sou o dono do cheque mas o Flu pode chegar a algo melhor. Scuro quer cinco anos de contrato ao contrário do Flu que oferece três anos. Vamos ver a contra proposta dos empresários mas até hoje dia 30/10, o impasse está formado e caminha para uma não renovação. Temos substitutos para Dodi? Claro que temos e estão nas Laranjeiras como Calegari, André e Martinelli mas ainda são muito jovens e precisam ganhar vivência dentro de campo. Vejo no Dodi encorpando ainda mais para os anos seguintes e o Flu podendo ter um ativo interessante para ganhar dinheiro com ele no futuro e assim justificar o esforço em cima do jogador. Resta a diretoria do Fluminense ver se enxerga isso também.

Ressaltar também a postura do jogador que mesmo com esse imbróglio, mesmo com proposta de time de série A, continua com jogando bem e sendo um dos melhores do time. Vem tendo profissionalismo.

Não temos que ser reféns de empresários mas vale a pena abrir mão do Dodi por causa disso?

O texto é de total responsabilidade do autor.

Foto destaque site Uol.

PODERES CONSTITUÍDOS DO FLUMINENSE: O CONSELHO DIRETOR – Opinião Ademar Arrais

PODERES CONSTITUÍDOS DO FLUMINENSE:
O CONSELHO DIRETOR


Assim como no caso dos demais poderes, o Conselho Diretor precisa mudar e muito não só estruturalmente, por meio de modificações a serem efetivadas numa estatuinte ampla, geral e irrestrita, mas também quanto ao seu próprio funcionamento diário. A minha larga experiência no Clube em geral e no pouco tempo que participei de algumas reuniões no Conselho Diretor me permitir afirmar que é literalmente assustador a forma de atuação do Conselho Diretor no Fluminense.


Inicialmente é preciso ter noção de que o Conselho Diretor é um dos Poderes do Clube e não um segmento para atendimento das vontades e caprichos do Presidente. O Presidente deve ser apenas o líder de um projeto de transformação e melhoria permanente do Clube. Os Vice-presidentes devem ter um planejamento da sua área a ser executado incorporado no projeto geral e não apenas executarem o que tiverem vontade. É preciso que tenham metas, que as áreas interajam entre si, se integrem, sob a coordenação do Vice-presidente Geral, liberando assim o mandatário maior para as questões macro e de maior importância do clube.


Presidente não é dono. Presidente não é imperador. Presidente é gestor apenas e mesmo assim temporário. Assim, Presidente deve cobrar, mas também deve ser cobrado, inclusive pelos seus próprios pares.


O cargo de Vice-presidente geral não pode continuar servindo apenas para composições eleitorais e muito menos para acomodação de pessoas sem uma afinidade grande e que irão se degladiar logo depois da eleição. Isso é mais um desvirtuamento estatutário. O vice-presidente geral pode muito bem coordenar o trabalho de todas as Vice-presidências e fazer com que o Presidente tenha maiores condições e tempo para cuidar, por exemplo, do Futebol e das Finanças do Fluminense.
Observe-se que no Fluminense os nomes dos Vice-presidentes precisam passar pelo crivo do Conselho Deliberativo, mas na imensa maioria dos casos é feita uma votação levando em conta somente aspectos pessoais ou de grupos políticos. As pessoas sequer apresentam um plano de trabalho do que pretendem fazer à frente da pasta e muito menos o Conselho Deliberativo cobra. Não existe planejamento estratégico geral nem por áreas e portanto não existe um projeto institucional. Tudo é feito de acordo com a vontade pessoal de cada um que lá está e durante o período que lá está, sem qualquer trabalho de continuidade. Por outro lado, imaginem um grande nome de nossa sociedade civil, do mercado financeiro por exemplo, sendo convidado para fazer de uma Diretoria amadora e aceitando o desafio, sem ganhar nada, mas correndo o risco de ter seu nome vetado por um Conselho com a formação do nosso. Tudo sem o menor sentido e o mínimo de bom senso até.


Outro aspecto também é que independente de política interna, o Conselho Diretor deve ser único. Não faz sentido algum o que tem acontecido em diversas gestões. Várias pessoas participando de uma mesma Diretoria e falando mal da mesma, do Presidente, seja publicamente seja nos bastidores e corredores do Clube. Isso atinge diretamente ao Fluminense, pois enfraquece a gestão e contribui para o fomento de um péssimo ambiente. Quem participa de um Conselho Diretor não precisa e até não deve concordar com tudo, mas deve expor suas divergências internamente, jamais pode ficar sabotando ou difundindo fogo amigo. Se a pessoa faz isso de maneira comprovada e injustificável deve ser afastada em nome da unidade de gestão.
Nenhuma área do Clube deve ser analisada isoladamente. Participei de reuniões do Conselho Diretor na época do Peter onde a gestão tentava fazer um controle mínimo do orçamento, mas o Vice-presidente de futebol não participava das reuniões, o Presidente, quando ía, chegava mais tarde e saía antes da reunião acabar, não havia interação alguma entre as áreas, cada vice-presidente falava e fazia o que queria e bem entendia, etc…


É EVIDENTE QUE NÃO PODEMOS MAIS CONTINUAR COM ESSA ESTRUTURA ARCAICA, ULTRAPASSADA E AMADORA. COMO FALA MUITO BEM PEDRO TRENGROUSE: “NÃO SE PODE TRATAR UM ESPORTE, UM NEGÓCIO, QUE NO MUNDO TODO GERA MILHÕES, COM ESTRUTURA AMADORA E RECEBENDO TOSTÕES”.
Hoje a estrutura do Clube é para não funcionar mesmo. Alguns clubes possuem um comitê de gestão, um conselho de administração enxuto e mais eficaz, etc… De qualquer forma, o certo é que o Fluminense não pode continuar sendo administrado pelo horário que sobra de algumas pessoas, como um bico, apenas com voluntarismo. O profissionalismo tem um custo evidentemente, mas o custo do amadorismo, muitas vezes falso do ponto de vista do dirigente, tem sido infinitamente maior do ponto de vista institucional. Falar em profissionalismo no Fluminense atualmente é uma verdadeira piada, um deboche. Para um melhor funcionamento do Clube há que se ter também mecanismos de gestão com complaince, conformidade, melhores práticas de governança, com mais agilidade e que confiram segurança jurídica e financeira para investidores e parceiros do Clube.


Com os textos das duas últimas semanas e o de hoje, encerro uma breve análise sobre os Poderes Constituídos do Clube: Conselho Deliberativo, Conselho Fiscal e Conselho Diretor. Semana que vem escreverei sobre algumas propostas para serem levadas para uma estatuinte ampla, geral e irrestrita.
Saudações Tricolores,

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