” O Fluminense sempre teve base forte, mas não foi Xerém quem inventou a roda” Opinião por Antônio Gonzalez.

“O Fluminense sempre teve base forte, mas não foi Xerém quem inventou a roda” (por Antonio Gonzalez)

A foto é clara em razão, trata-se do time Campeão Carioca Infantil de 1973.

Os sócios e torcedores do Fluminense que frequentavam às Laranjeiras nos sábados pela manhã (entre eles, quem vos escreve essas humildes palavras) sabiam, naquele início dos anos 1970, que aquelas safras de jogadores dos Dentes de Leite e dos Infantis, iriam dar frutos.

E que frutos!

Em 1971, nos Dentes de Leite, o camisa 10 Gilson, que anos mais tarde receberia o tratamento de Gilson Gênio, era o Rei do Rio. Na imprensa esportiva tinha tratamento de craque.

Já o time de Infantis em 1973 foi campeão invicto com a seguinte campanha:

32 jogos, 29 vitórias, 3 empates, 94 gols pró, 0 (sim: ZERO) gols contra.

Uma Maquininha de jogar bola aquela geração de 1959 e 1960. Todos flutuavam sobre os 13 anos de idade. Imberbes, porém campeões.

Eu não perdia nenhum jogo deles em Álvaro Chaves

Nessa foto, tirada em nosso estádio por ocasião do empate que nos deu o título, 0 x 0 contra o Botafogo, estavam…

Em pé: o Diretor Orlando Hardman, Zé Carlos, Valter, Flávio Paraense, Zezinho, Edgar (o goleiro que não levou nenhum gol), José Farias (Treinador) e o Diretor Alfredo.
Agachados: o Massagista Humberto, Jaiminho, Mourinho, Robertinho, Vicentinho, Tião, Novaes e o Roupeiro “Seu” Luiz.

Nos anos que correm muito se fala da “Batalha dos Aflitos”, com relação à partida entre o Náutico e o Grêmio, disputada em 2005, vencida pelos gaúchos no campo adversário e que lhes deu o direito de disputar a Série A no ano seguinte.

Mas também existiu outra batalha épica.

Esse time de garotos participou da Batalha da Pavuna:

Pavunense 0 x 1 Fluminense, com o alçapão da equipe amarelo e verde lotado até o último suspiro. Vencemos por 1 a 0, gol do Robertinho de cabeça (o camisa 9 que tinha cheiro de gol), no último minuto do 2º tempo. Então eram 2 tempos de 35 minutos na categoria.

O clima foi de total guerra, 100% Vietnã. O nosso time foi recebido à pedradas e até jogaram fogos em direção ao nosso vestiário. Do nosso time 2 atletas (Flavio e Valter) tiveram que ser costurados, cada um deles saiu com 4 pontos de sutura na cabeça.

Não esqueçam, falamos de adolescentes de somente 13 anos: pura covardia. Sem esquecer que mães e pais dos nossos atletas também foram vítimas de morteiradas e cusparadas. O árbitro da partida foi o já polêmico e gordinho Pedro Carlos Bregalda que nada relatou na súmula.

Isso sem falar do nível do time da Pavuna: no meio de campo o Pita e no ataque o Juari e o João Paulo… Isso em 1973…

Pois bem, o Santos Futebol Clube conquistou em 1979 o seu primeiro título pós-Pelé. Foi o Campeonato Paulista de 1978, que só terminou no ano seguinte. João Paulo foi o atleta que mais atuou entrando em campo 69 vezes e marcando 14 gols. O Juari jogou 59 partidas e fez 33 gols. O Pita, o cérebro do time, fez 7 gols em 54 jogos. Foi então que surgiu a expressão “OS MENINOS DA VILA”.

Com isso dá para entender o tamanho da vitória e da conquista daquela equipe de Infantis do Fluminense.

Dessa escalação, o Zezinho e o Mourinho chegaram a jogar nos profissionais, sem brilho numa fase de transição entre o time campeão carioca de 1980 e do Tri. O Zezinho, que era lateral esquerdo até que chegou a ser mais utilizado.

Os craques, ainda em começo de adolescência, eram o zagueiro Flávio e o Robertinho, atacante que tinha cheiro de gol.

Flávio foi capitão das categorias de base do Fluminense e levantou mais taças, colecionador de títulos. De família com história nas Laranjeiras, no esporte nacional e mundial. Seu avô, Guilherme Paraense, atleta da equipe de tiro do clube, conquistou a 1ª medalha de ouro para o Brasil numa olímpiada, nos Jogos Olímpicos da Antuérpia em 1920.

Jogador de corte clássico, técnico, guerreiro de largo recorrido, sem deixar de ser vigoroso. Poderia ter ido longe nos profissionais se não tivesse encontrado pela frente nada mais, nada menos do que o Edinho, que sem lugar à dúvida foi o maior zagueiro revelado nas Laranjeiras e dos quase 119 anos de existência do clube.

Já o Robertinho foi o grande craque. Até a sua estreia nos profissionais era, de forma inquestionável, o maior artilheiro das divisões de base do Fluminense. Naquela época era comum o atleta jogar campo e Futebol de Salão no Tricolor.

Então o recorde brasileiro de artilharia no Salão em uma única temporada era de um jogador de São Paulo com oitenta e poucos gols. O Robertinho chegou à última partida em condições de ultrapassar a marca. Fla-Flu nas Laranjeiras. Fez 6 gols e virou recordista.

Traduzindo: se fosse hoje, com 17 anos o Robertinho estaria valendo no mínimo 20 Mi de Euros e o Flavio também teria sido vendido para o exterior.

Que me perdoem os mais jovens, mas nos anos 1970 e 1980 a base do Fluminense produziu muita qualidade. Só que então o número de extrangeiros na Europa era reduzido e com sorte eles vinham buscar ao Brasil no máximo figurinha já carimbada. Só para vocês terem uma ideia na Seleção Brasileira que ganhou o Pré-Olímpico em 1971 e participou dos Jogos Olímpicos de 1972 (na época somente podiam ser convocados jogadores não profissionais) passaram os seguintes atletas do Flu: Nielsen, Rubens Galaxe, Marquinhos, Abel, Marinho e Carlos Alberto Pintinho. Quase nada!

O treinador José Farias (que anos mais tarde iria para Marrocos e conseguiria levar a seleção daquele país ao Mundial do México em 1986) garimpava e o Pinheiro dava polimento transformando em pedras preciosas.

Amigos…
Muito legal Xerém.
É um belo trabalho Xerém.

Mas as facilidades financeiras são outras: maior número de estrangeiros nas competições europeias, passaporte europeu por descendência, televisão passando competições Sub-Chupeta para os 4 cantos do mundo…

Mas só um ponto para a reflexão: quanto valeriam hoje com 18 anos os seguintes atletas… Marco Antônio, Didi, Nielsen, Rubens Galaxe, Marquinho, Zé Roberto, Abel, Carlos Alberto Pintinho, Kleber, Edinho, Erivelto, Dufrayer, Arthurzinho, Gilson Gênio, Sylvinho, Uchoa, Carlinhos, Paulo Sérgio (goleiro), Edevaldo, Zezé, Robertinho, Flávio Paraense, Mario Português, Gilcimar, Deley, Branco, Ricardo Gomes e Eduardo?

Com certeza, através de gestões transparentes, consequentes e sem dirigentes inconsequentes, com as joias do tesouro citadas acima, certamente o Fluminense já teria ZERADO A SUA DÍVIDA.

De resto…

Hoje é dia de atropelar o Junior Barranquilla. A Libertadores, além de ser obrigação, é possível.

No mais…

PELA DEMOCRACIA PLENA NO FLUMINENSE…

VOTOONLINENOFLU

VOTOONLINEJÁ

“Time de todos” Opinião Rodrigo Amaral

Somos diferentes e sem diferenças!
Caros irmãos, nós somos a História porque trouxemos o futebol para o Rio de Janeiro, porque aqui nasceu a palavra TORCEDORA, com a mulheres tricolores muito bem trajadas e distintas nas arquibancadas do primeiro estádio para grandes jogos, o Palco, o Berço da Seleção Brasileira, onde ali ganhamos os primeiros títulos da Seleção Canarinho, somos a História porque revertemos um grito ofensivo em marca de nossa torcida, inteligente, fidalga e agregadora, ora irmãos, o pó de Arroz nasceu de um xingamentos que hoje seria encarado como racista e nossa torcida, nossa gente, não se fez de rogada, não segregou, acolheu o xingamentos como um canto de incentivo, fez com que a suposta vergonha virasse orgulho e Tradição. Hoje, nos tempos modernos, onde não existe mais espaço para o machismo do antigo futebol, nem tão pouco para qualquer tipo de segregação, nos deparamos com um vídeo tirado do contexto, que verdadeiramente foi feito com intuito de criar uma situação desagradável entre os torcedores, mas ora pois pois, nossa torcida se esqueceu do passado? Não vamos segregar, se o Magno Navarro foi posto à prova através de sua arte, entendam, ele é Fluminense, está na maior rede televisiva da América do Sul, então irmãos não o ataquem, ele da visibilidade ao nosso clube, à nossa paixão, ao nosso amor, ou vocês nunca repararam que ele usa o celular com a Capa do Clube Tantas vezes campeão? Se quiseram sacanear nosso torcedor com um olhar homofobico sobre o vídeo, mostremos para o ser que criou isso, que não estamos nem ai pra ele, que sim, somos o TIME DE TODOS, que sim VIVEMOS E REPEITAMOS AS DIVERSIDADES, mostremos para esse ser e para todos os outros que o AMOR CLUBISTICO NÃO TEM COR NEM GÊNERO! Façamos uma nova história, história com o DNA Tricolor e que saibamos aproveitar toda a categoria do Magno e sua imitações a favor do Fluminense, afinal ele é Fluminense e tem talento.

Timedetodos

AMORNAOTEMCORNEMGENERO

” Quero um time vencedor sempre” Opinião Lauro Cernicchiaro

Guerreiros da Sul e Tricolindas,

Poupar jogadores para o objetivo principal? Libertadores, concordo, mas não podemos descartar o Carioquinha. Sou da época que zoavamos a Mulambada direto, tínhamos mais títulos cariocas, disparados. Desde 2012, não conquistamos mais o Carioca, é Importante para dar moral, animar tanto a equipe como a torcida. Portanto é INADMISSÍVEL, escalar Hudson, jogador lento, limitado junto com Ganso, que é lento em demasia. E mais, esse Egídio não tem mais condições de atuar, erra tudo, não entende nada, consegue sequer acertar uma cobrança de escanteio, erra passes curtos e fáceis, não apoia, defensivamente um horror, em suma, INEXISTENTE. Não sei quais motivos obscuros levam a manutenção dele, afilhado e amiguinho de FRED ? Jogador do Eduardo Uram? Tanto ele como o Danilo Barcelos , devem ficar de fora. Por que não colocam o garoto Jefté? A Cada dez torcedores do Fluminense , nove não querem Egídio.em campo. Temos que jogar todas as partidas com os melhores, mesmo poupando. Hudson e Egídio não são essas opções, semifinal contra a Poderosa Portuguesa da Ilha do Governador, e sair comum empate. Desculpe não aceito. Do mais perdemos muitos gols, os adversários também. Enfim, temos elenco, entramos com nove reservas, mas não dá mais para aceitar passivamente esses resultados. Muito toque para o lado e chutão para a frente. Quero um time vencedor sempre, principalmente contra os considerados pequenos! O Fluminense é ENORME !!!!

Salve salve Tricolores!! – Opinião J Antonio Castilho

Salve Salve Tricolores !
Aqui , Castilho integrante do extinto, Rock Bola da Radio Cidade.

Ontem tivemos um jogo a altura das nossas conquistas. Ou seja,
Com muito sofrimento…

Há quem leve a vitoria de ontem para o campo da crença, do sobrenatural.
Do espirito vencedor e de luta do Goleiro Castilho e da Bênção do João de Deus.
Então, Vamos dar Graças ao Sobrenatural!

Mas no mundo real;
Foi um jogo contra um time relativamente fraco, *onde o Flu se complicou pela nítida falta de velocidade do meio campo.*
Com Nene, que tecnicamente jogou bem, o meio é lento e o time perde força no ataque e na defesa.
*Com a entrada do Gabriel e do Cazares , o jogo mudou á nosso favor, mas por pouco tempo*. Ou melhor, até o lance de amadorismo do Egidio.
Enfim, Um jogo que poderia ter sido tranquilo, se transformou num sufoco até o minuto final…
Desses dois jogos pela Libertadores, fica a impressão de que temos um time mais competitivo.
E cabe ao Roger encaixar as peças dessa engrenagem de forma mais eficiente.

Enquanto isso, vamos de,
“A Bênção, João de Deus” !!!

Castilho.

O texto é de total responsabilidade do autor.

Foto destaque CONMEBOL Libertadores

” FAZ QUE EU GARANTO” Opinião Rodrigo Amaral


Essa noite eu vi um jogo, um jogo eu vi esta noite! Jogo? Batalha! E é na batalha que vemos quem é quem, é na batalha que percebemos que não estamos a sós, é no campo de batalha que entendemos que necessitamos da tropa unida, que um depende do outro, sem o companheiro não existirá a tropa e que sozinho não ganharemos a batalha, que sá a guerra, cada um tem sua importância e a coisa mais importante é a união e a confiança em seu companheiro. Hoje vimos, como a tempos não víamos, um goleiro Tricolor e Tricolor de verdade, clássico, com Leiteria e tudo, CASTILHO?! CASTILHO!? Gritavam alguns, acho que era ele, afinal com aquela competência, sorte e aquelas orelhas, tudo levava a crer que era, e como era, Marcos Castilho ! E se lá na nossa cozinha ele garantia todo esse tempero, lá na frente nada poderia dar errado e a experiência deu o ar de sua graça, um Nênê que escreveu com uma letra linda a frase, Faz Fred, e isso ele sabe fazer, o que? A Alegria dessa torcida! Gol, gol de artilheiro, do maior em jogos oficiais, do segundo maior da história, é amigos os incautos batem palmas e com olhos marejados após o segundo gol do Dom, é a História acontecendo, sendo vivida, sendo sentida, assistida, contemplada, não é Justin? Que vitória amigos! Uma batalha vencida, por um time aguerrido, que jogou, acertou, errou, mas acima de tudo se doou, que encarnou o espírito dos guerreiros, que entendeu que esta armadura tem vida e que ela merece a Glória, e se o nosso inimigo tinha fé, a Santa Fé, nós tínhamos o gravatinha, sentado a direito de Nossa Sra da Glória e a esquerda de João Paulo ll, e de mãos dada os três mostraram o que era a verdadeira Santíssima Trindade e que nossa força, nossa Luz, e nossa Fé transcende o imaginável, agora acho que começo a entender a frase, O Fluminense tem a vocação da eternidade, pois ela começa a se dar quando existem heróis e hoje o grupo foi heróico!
Parabéns e obrigado time!

“Fred e Marcos Felipe brilham e Flu sai da Colômbia líder do grupo.” Opinião Thiago Caruso

E o Fluminense garantiu a liderança da chave D ao vencer o Santa Fé por 2 x 1 com dois gols de Fred e uma grande atuação de Marcos Felipe que garantiu a vitória no segundo tempo.

Fred com os dois gols, ultrapassou Orlando Pingo de Ouro e se tornou o segundo maior artilheiro da história do Fluminense com 185 gols. Vocês imaginem se a Flusocio não expulsasse ele do clube em 2016? Teria mais de 200 gols com certeza. De qualquer forma, é a história sendo escrita pelo nosso ídolo e só posso agradecer a Deus por viver esse momento do maior ídolo contemporâneo da história do Fluminense.

O primeiro gol dele foi uma obra prima com um passe de letra do Nenê e chapou de pé esquerdo. No segundo, cruzamento de Egídio no segundo pau e Fred subiu sozinho para fazer o segundo gol.

O Flu embora terminasse com 27,5% de posse de bola poderia ter feito mais uns 2 gols no jogo com Kayky que chutou no travessão, com Gabriel Teixeira que fez uma jogadassa na esquerda e não conseguiu tocar por cima e com Danilo Barcelos em que o Flu teve um tiro livre indireto dentro da pequena área mas o lateral chutou em cima do jogador do Santa Fé.

Precisamos falar de Marcos Felipe. Este que vos fala pede uma chance para ele desde 2016. E pensar que tivemos que aturar Rodolfo, Agenor, Júlio Cesar que não eram goleiros seguros e impediram o desenvolvimento do Marcos Felipe. Notem que ao contrário do Muriel, ele sai do gol pra pegar a bola ao invés de dar soquinhos como faz o reserva. Marcos Felipe foi muito seguro e fez duas grandes defesas no segundo tempo em especial uma cabeçada no seu canto direito em que garantiu a vitória do Fluminense. Acho que a torcida tem que dar bastante apoio a esse goleiro, ao invés de querer pegar cada erro para metralhar de criticas. Marcos Felipe é de Xerém, é tricolor e agarra demais.

Flu volta a jogar no domingo contra a Portuguesa pela semifinal do campeonato carioca e logo depois viaja para Barranquilla para o pegar o Júnior pela terceira rodada da chave D.

Um grande abraço do Caruso e VENCE O FLUMINENSE

Siga a gente no twitter:
@Caruso_FFC
@CanalFluNews
E toda terça-feira tem Mesa Redonda Flu News no YouTube sempre as 20:00. Inscreva-se, ative o sininho. Dê um like.

“O Santa Fé não vence com um jogador a mais! Será o próximo adversário do Flu na Libertadores. ” Opinião Rodrigo Amaral

Com dois gols e uma assistência de Borja(9), Junior de Barraquila vence o Santa Fé por 3×1, que jogou com um a mais desde os 19 minutos do segundo tempo.


Apesar de não ter feito gol neste jogo, o Único Tricolor do mundo tem que ficar atento com Kelvin Osório(13), meia atacante do Santa Fé, nosso próximo adversário pela Copa Libertadores, que já fez 6 gols no “Colombianão” e já deu 2 assistências.

Os dois adversário do Fluminense no torneio Sul-americano, estão envolvidos na disputa das quartas de final do Apertura, e o jogo da volta será no domingo dia 02/05 às 15h.


Vale dizer que o gol do Santa Fé foi marcado pelo zagueiro de 1,85m, Jeison Palácios (24), que apesar deste gol não tem costume de balançar as redes, em 37 jogos pelo Santa Fé, entre 2020 e 2021 fez apenas 3 gols e tomou 11 amarelos.


Fluminense enfrenta o Santa Fé nesta quarta feira às 21h, pela Taça Libertadores da América.

Atacantes reservas vão bem e Fluminense goleia o Madureira por 4 x 1 – Opinião Thiago Caruso

Atacantes reservas vão bem e Fluminense goleia o Madureira por 4 x 1.

Boa tarde, amigos e amigas do FluNews.


E agora há pouco, o Fluminense goleou o Madureira por 4 x 1 e vai pegar a Portuguesa na semifinal do campeonato carioca no próximo final de semana com a vantagem do empate. Os gols do Fluminense foram de Hernandez, Bobadilla, Ganso e Gabriel Teixeira (golaço por sinal).

Flu entrou com time mesclado dando minutagem para os reforços entrarem em forma. O primeiro tempo do Flu foi apático, também com Wellington e Hudson no meio não podia esperar outra coisa né? Cazares ficou preso na marcação, Hernandez e Bobadilla tentando abrir os espaços mas foi o Madureira quem abriu o placar com Luiz Paulo após mais uma pixotada de Hudson. E quase que logo depois, o Madureira ampliou após uma desastrosa ação da dupla de zaga onde quase saiu mais um golaço do Luiz Paulo.

No segundo tempo, Roger adiantou as linhas e o Flu melhorou um pouco. Conseguiu o empate com Abel Hernandez após méritos do próprio em conseguir o pênalti e converter. Com o empate, o Flu cresceu e após o chute de Samuel, o goleiro do Madureira soltou e Bobadilla no rebote virou o jogo. Com a desvantagem, o Madureira quase empatou por duas vezes mas Marcos Felipe e Matheus Ferraz impediram o empate.

Roger fez as substituições e em especial Ganso e Gabriel Teixeira foram muito bem. O primeiro com um belo gol de cabeça atuando Como um meia e chegando no ataque como sempre pedimos e o segundo com um golaço e sempre atuando verticalmente, com velocidade. Acho que Roger viu nesse jogo que Lucca não pode ser opção na frente desse rapaz que é mais uma jóia rara a ser lapidada.

Sobre os reforços, considerando sempre o desentrosamento desse time:
Samuel Xavier: tímido no apoio ao ataque, seguro atrás.
Manoel: fora o lance que quase saiu o segundo gol do Madureira, foi bem.
Bobadilla: achei muito intenso, tentando achar espaços e um pouco ansioso mas mostrou boa colocação pra poder marcar o segundo gol.
Hernandez: mérito total no gol de empate ao sofrer e marcar o gol de pênalti. Após perdeu um gol de frente que não pode perder em um contra ataque de 4 contra 2(podia até ter rolado por Gabriel Teixeira).
Acho que vão agregar muito durante a temporada.
Agora o Fluminense concentra suas energias para a segunda rodada da Taça Libertadores e se eu sou o Roger colocaria a mesma formação contra a Portuguesa.

O texto é de total responsabilidade do autor.

Foto em destque: FELIPE DUEST/PHOTOPRESS/Folhapress

É GUERRA – Opinião Antonio Gonzalez

É  GUERRA

Estamos de volta sabedores que a história nos deve uma.  E pensar que fazem 50 anos que fomos apresentados:

“29/01/1971 –
PALMEIRAS-SP 0 x 2 FLUMINENSE-RJ –
COPA LIBERTADORES DA AMÉRICA

Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho – Pacaembú – São Paulo / SP – Brasil –
Público: 26.687 pagantes.

Árbitro: Armando Marques (SP)

Palmeiras (São Paulo/SP): Leão, Zeca (Eurico), Luís Pereira, Nélson, De, Dudu, Cabralzinho, Edu, Héctor Silva, César, Pio (Fedato) –
Técnico: Rubens Minelli
Fluminense (Rio de Janeiro/RJ): Félix (Vitório), Oliveira, Galhardo, Assis, Toninho, Denílson, Didi, Cafuringa, Samarone, Flávio (Mickey), Lula –
Técnico: Zagallo
Gols: Flávio (Fluminense), aos 5 min e aos 25 min primeiro tempo”.

(na foto Galhardo desarma o Palmeirense, observado pelo Denilson Rei Zulu e pelo Oliveira, Palmeiras 0 x 2 Fluminense, na Libertadores de 1971)

Talvez, passadas 5 décadas, não existam 50 tricolores vivos, que estiveram na noite daquele  sábado no Pacaembu.

Gostaria saber quem são ao outros 49!

Todos sabem do quão é de ojeriza, repulsa e, até mesmo, repugnância o meu sentimento a essa gestão.  Se fosse na década de oitenta diríamos que o Fluminense foi invadido por farofeiros tal a galhofa existente onde o imperativo da anti-transparência é colônia barata.

Mas antes que tergiversem as minhas palavras, antes que apareçam covardes, FRAUDULENTAS, porcas lorotas trapaceiras parecidas com as que inventaram sobre a minha pessoa onde levianamente fui acusado de que haveria pedido 260 mil reais de comissão no caso LIVE SORTE (falando em LIVE SORTE quero mais que essa merda termine nos tribunais, de saída me coloco a inteira disposição do Ministério Público… traduzindo: estou louco de vontade de conversar sobre o tema e eu sei muito)… antes que a Comunicação, os haters, os influencers de contracheque e os bloguinhos barriga de aluguel, criem uma nova narrativa a meu respeito, vou deixar claro:

ESTAMOS NA LIBERTADORES E TEMOS QUE ENTRAR COM ESPÍRITO DE GUERRA, A TAÇA TEM QUE VIR PARA A NOSSA SALA DE TROFÉUS.

Mesmo sem ter dado 2 treinos, sei de sobra que o bom resultado do Fluminense no Campeonato Brasileiro a 5ª colocação, para nada foi fruto do planejamento ou da boa administração.

Mas isso não é o que me importa, temos que vencer ao River Plate, esta noite no Maracanã, pelo civil e pelo criminal (como dizia Luiz Aragonés, treinador espanhol campeão da Eurocopa de seleções em 2008) e assim começar o que vai ser uma marcha triunfal pela América do Sul.

É óbvio que são 2 as nossas armas, a camisa e a torcida… apesar dos farofeiros.

Então deixa eu fazer as minhas rezas, deixa eu pedir a quem de direito.  Permitam-me algumas palavras:

É guerra…
E na guerra tem Castilho, Píndaro e Pinheiro…
Tem Telê Santana, Pingo de Ouro e Waldo artilheiro.

Tem Carlos Alberto capitão de renome…
Tem Félix, Galhardo, Flávio e Samarone.

Tem Lula, Manfrini, Rubens, Kleber e Pintinho…
Tem Búfalo Gil, Rivelino e Edinho.

Tem Deley com a bola rolando de pé em pé…
Tem Robertinho, Gilberto, Claudio Adão e Zezé.

Tem Aldo, tem Branco, Tato, Jandir, Romerito…
Tem Washington, Ricardo, Vica e Paulo Vitor.

Tem Ximbica, seu Armando, tem o Careca…
Tem Tia Helena, tem Biscoito e tem Edir…
Tem Zé de Almeida, tem Schwartz, tem Laport…
Tem David Fishell, tem Francisco Horta, tem VENCER OU VENCER…
Tem João Boueri, tem Graúna, tem Castro Gil…
Tem Oscar Cox, tem o patrono Arnaldo Guinle…
Tem Nelson Rodrigues, tem Vilela Rei do Tapetão.

Tem gol de Barriga, Deco Maestro, o Fred vai te pegar…
Tem o Carrasco “Assis acabou com vocês” para viver e recordar.

Hoje à noite todos eles (vivos e mortos) estarão conosco e com o nosso time.

E já que é guerra… DECLARE GUERRA POR UM FLUMINENSE CAMPEÃO.

Vencer ou Vencer, sempre!

#LIBERTADORESÉOBRIGAÇÃO

#VOTOONLINEJÁ

O texto é de total responsabilidade do autor.

História do Tricolor. Foi o primeiro clube não Paulista que conquistou título campeão brasileiro de Basquete Feminino em 1998.

Flu se sagrou 1º clube não-paulista campeão brasileiro de Basquete Feminino. Flu se sagrou 1º clube não-paulista campeão brasileiro de Basquete Feminino.

Em 1997, o Fluminense decidiu investir no elenco de Basquete Feminino, sob o comando do treinador Antônio Carlos Vendramoni e da diretora-técnica Hortência, recém-aposentada das quadras. Com o auxílio de patrocínio, o clube acertou a contratação de boa parte da equipe de Sorocaba, do interior de São Paulo. Entre os reforços, as irmãs Cíntia e Silvia Luz, além de Marta e a estadunidense Victoria Bullet.

As jogadoras se juntaram àquelas reveladas pelo Tricolor para a disputa do Campeonato Brasileiro de 1998. O torneio reuniu um representante de Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás e Rio de Janeiro e quatro de São Paulo.

Com 13 triunfos em 14 jogos, o Flu assumiu a primeira colocação da classificação geral. Na sequência, avançou para os play-offs das semifinais. Diante do Santo André, que contava com a cestinha da competição, Janeth, venceu por 3 x 0.

Na decisão, o Fluminense enfrentou o BCN Osasco. O duelo ficou empatado em 2 a 2. No dia 21 de abril, porém, o Ginásio do Tijuca Tênis Clube recebeu 5 mil tricolores e se tornou o palco da primeira conquista de título brasileiro por um clube não-paulista. O placar ficou em 101 x 92 para os cariocas.

Textos: Comunicação – Fluminense F.C.
Fotos: Flu-Memória