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“Precisamos de um Técnico…” opinião Lauro Cernicchiaro

Tricolores e Tricolindas.

Achei o primeiro tempo um horror , nada com nada, o segundo houve uma melhora , por incrível que pareça com a entrada de Felipe Cardoso. Uma referência fixa na área , limitado claro , mas, saiu um volante ( André ) , dos quatro em campo , AFF , para que isso afinal contra o poderoso Sport ? Ganso apesar da lentidão rotineira, fez uma boa partida , com algumas bolas precisas e com passes verticais finalmente. Nosso problema principal, ainda, reitero é o técnico. Retranqueiro , medroso , covarde. Não vemos progresso absolutamente em nada , um bando desgovernado sem padrão algum. Cada jogo uma experiência na escalação, muda tudo , nenhum jogador se sente seguro , confiante , com esquema tático algum , jogadas não existem , ainda continuamos com aquelas bolas perigosas atrasadas para Muriel , todos sabemos que ele é um horror com a bola nos pés. E esse Egídio??? Não falo mais nada !!! Como disse culpa do técnico que escala , teve participação direta em vários resultados com seus erros individuais grotescos e bisonhos , deve ser AFASTADO IMEDIATAMENTE . Precisamos sim , de um lateral esquerdo, um meia ofensivo rápido e um centroavante , para ontem. E um técnico , chega de testagem , técnico de verdade !!! Nosso elenco no todo não é ruim , e sim mal treinado.

É PRECISO UNIR, CLARO. MAS #ÉPELOFLU – Opinião Ademar Arrais

É PRECISO UNIR, CLARO. MAS #ÉPELOFLU

Essa semana vou tratar de outro tema de suma importância para o Fluminense, que é a necessária união de todos os segmentos e principais lideranças do Clube.

Como cediço, há décadas o Clube vem passando por um processo crescente de auto-destruição institucional, que alimenta diariamente um ambiente hostil, muitas vezes sujo, intolerante, inócuo e onde as pessoas se agridem, se ofendem, detroem biografias e fazem de absolutamente tudo para afastar de vez por via reflexa e as vezes diretamente pessoas sérias e valorosas, que muito poderiam contribuir para o Clube. Se é amigo ou do meu grupo pode tudo e vale tudo. Se não é, nem paro pra escutar.

Com muito orgulho, desde que participo da política do Fluminense permaneci quase a totalidade do tempo na oposição às diversas gestões catastróficas que tivemos. Algumas delas, apoiei e fiz parte de composições eleitorais e logo um tempo depois da eleição fui para oposição. O foco é e deve ser sempre o Fluminense e seus interesses.

Composições eleitorais, no cenário do arcaico estatuto que temos, são necessárias, mas não podem justificar jamais a colocação dos interesses do clube num segundo plano, nem antes, nem muito menos depois das eleições. Se o candidato e sua chapa prometem mundos e fundos, mentem descaradamente para torcida e para os associados e depois resolvem fazer o que querem e bem entendem, ignorando o Clube para atender a outros fins, quem realmente ama o Fluminense tem mais do que obrigação de se afastar e lutar pelo que tinha sido prometido e contra o que estiver sendo feito de prejudicial, até mesmo porque ajudou a eleger quem lá está.

Contudo, pensar diferente, divergir, ser oposição, não significa que tenhamos que acabar pessoalmente com quem está na direção do Clube e vice versa. Mesmo sendo sempre muito enfático e incisivo na defesa dos interesses do Fluminense, apenas uma ou outra pessoa do Fluminense parei de falar e cumprimentar e mesmo assim porque elas pararam de falar comigo.  E olha que não faltaram traições, atitudes e tratamentos completamente desrespeitosos e sem nenhuma reciprocidade da minha parte.

A maturidade e a própria vida nos ensinam que a construção e reconstrução de pontes são muito mais importantes para cada um de nós evoluirmos e sobretudo para todos nós juntos crescermos. Nem sempre é possível, mas é importante tentarmos sempre.

No Fluminense tem sido muito comum também satanização de quem não é amigo ou não faz parte do mesmo grupo. Qualquer reunião ou organização de tricolores pela melhoria do Fluminense, desde que seja pelo Fluminense mesmo, é válida. Nesse sentido, não vejo problema algum na existência de grupos políticos. Alguns que estão atuando e outros que passaram pela história do Clube cometeram erros gravíssimos e que produzem efeitos imensuráveis até hoje, mas também realizaram transformações importantíssimas. É hipocrisia e mentira, por exemplo, atacar genericamente a Flusócio, como se tudo o que ela tivesse feito tenha sido prejudicial. Não é verdade isso. O movimento em si deixou alguns legados positivos também e as pessoas que dele participaram, via de regra, não podem ser responsabilizadas pelos desvios provocados pela suas lideranças.

O retrovisor serve para você não bater o carro nem errar com os mesmos caminhos do passado, mas se ficares apenas preocupado e olhando para o retrovisor certamente baterá o carro da mesma forma ou errará o caminho.

Conforme defendi no artigo da semana passada, não basta trocarmos o Presidente, as pessoas ou os grupos da Direção do Clube, independente de quem sejam os que vão sair e os que vão entrar. É preciso mexer nos alicerces, reestruturar, mudando efetivamente todo o modelo ultrapassado que temos hoje. Não há outra saída para o Fluminense que não seja o Clube-empresa ou o Clube gerido como uma empresa. Qualquer outro caminho é paliativo e enganador.

O discurso da união pela mera união, pela mera junção entre tricolores, ou pela união em torno de outros interesses é uma mera bobagem. Precisamos sim de união, mas tendo como foco prioritário sempre os interesses do Fluminense.

Nenhuma instituição pode ter sucesso e ainda mais se reestruturar, se reerguer, como é o nosso caso, tendo a quantidade que temos de guerrilheiros e guerrilhas internas. Observem que até mesmo nas arquibancadas temos hoje inúmeras divisões de fomento a esse processo destrutivo do Clube. O atual Presidente do Clube não só menospreza esse fato, como procura se isolar para imperar,  incentivando esse ciclo destrutivo ainda com requintes de arrogância e prepotência.

O fundamental é sempre entendermos que o que nos une é o Fluminense Football Club e são os interesses dele que devem estar sempre em primeiro lugar. Ninguém precisa amar ninguém, mas todos devem se respeitar e amar o Fluminense. Eu não conheço problema algum do Clube que tenha sido criado ou aumentado em razão do diálogo e do respeito mutuo. Ao revés, boa parte dos problemas que temos são exatamente pela falta de respeito e pela falta de diálogo. Mudemos isso juntos e o Fluminense só terá a ganhar.

Saudações Tricolores.

Imagem de destaque Criador: MaleWitch 

“Tampax – Incomodada ficava a sua avó” – Resposta André Barros

“Tampax – Incomodada ficava a sua avó”

Qual um tsunami, um disse que disse tomou conta das redes sociais tricolores nos últimos dias. O Presidente Mário Bittencourt teria ficado “… incomodado…” com algumas críticas desferidas contra a sua pessoa. Consta que, num genuíno ataque de pelancas, ele chegou ao cúmulo de ameaçar processar “A”, “B” e “C”, inclusive a mim.

Cabem ressalvas, muitas ressalvas.

Em primeiro lugar, Sr. Mário Bittencourt, dirijo-lhe as críticas enquanto Presidente do Fluminense F.C. Nada tenho de pessoal contra o senhor. Aliás, sequer o conheço pessoalmente. Levante-se dessa histórica cadeira – na qual o senhor nunca deveria ter tido o atrevimento de sentar-se – e nunca mais ouvirá falar de mim. Ganharemos eu, o senhor e, principalmente, o Fluminense F.C. Afinal, como dirigente do Fluminense F.C, numa escala de “0” a “10”, dou-lhe “-1” – isso com muito boa vontade.

Em segundo lugar, Sr. Mário Bittencourt, desde o aparecimento do absorvente “Tampax”, “… incomodada…” ficava a sua avó. Aliás, coitadas, “… incomodadas…” ficavam as nossas avós.

Em terceiro lugar, Sr. Mário Bittencourt, estou coberto pela franquia constitucional do freedom of speech (artigo 5o, inciso IX, da Constituição Federal, promulgada em 05 de outubro de 1988). Tenho certeza que as minhas críticas – conquanto acerbas, ferozes e carregadas de palavras de conteúdo semântico negativo, que produzem inegável mal-estar na pessoa a quem se dirigem, no presente caso, o senhor – se contêm no polígono encantado do sagrado direito de opinião. Jamais, jamais descambei para o hate speech. No ponto, impende lembrá-lo, com alguma imprecisão decorrente da ligeireza do escrito, o famoso episódio envolvendo um humilde moleiro e o Rei Frederico II da Prússia. Coagido por este a deixar a sua residência, aquele resistira com um argumento que, embora de simples enunciação, entraria para a História: “… ainda há juízes em Berlim…”. E, então, ante essas iniludíveis palavras, o Rei Frederico II da Prússia, prudentemente, recuou. Pois bem, Sr. Mário Bittencourt, ainda há juízes no Brasil. E, ao me forçar a escrever sobre isso, o senhor perdeu comigo pontos justamente na província do saber humano em que, sinceramente, o apreciava, o Direito.

Em quarto lugar, Sr. Mário Bittencourt, a despeito do uso de palavras infinitamente mais duras do que as minhas, não me consta que o senhor tenha levado o Sr. Elias Duba às barras dos Tribunais. Isso é algo a se pensar e a se argumentar numa eventual contestação ou reconvenção.

Em quinto lugar, Sr. Mário Bittencourt, exorto-lhe a ouvir a mítica trilha sonora do filme “High Noon” (1952), em especial a parte que emula coragem por todos os lados: “I do not know what fate awaits me […] I only know I must be brave […] And I must face a man who hates me […] Or lie a coward, a craven coward […] Or lie a coward in my grave…”. Em suma e em caixa-alta: EU NÃO TENHO MEDO DO SENHOR NEM DE SUAS FOQUINHAS AMESTRADAS. Ou eu, em defesa de minha inesgotável paixão pelo Fluminense, o arrosto de frente ou escrevam “covarde” na minha lápide. No nosso “duelo”, eu encarno a personagem vivida por Gary Cooper.

A propósito, Sr. Mário Bittencourt, eu sou homem o bastante para assinar todos os meus posts. Não tenho perfis fakes tampouco lanço mão de avatares. Diferentemente sucede com a sua odiosa alcateia. No ponto, recomendo-lhe prudência, eis que sempre tem um idiota que se desgarra das instruções que lhe foram dadas e se excede nas ações. Por exemplo, um sociopata – que me parece seu ardoroso simpatizante, valendo-se de um fake, como sói ocorrer com todo covarde – fica me ameaçando via zap. Como não consigo identificá-lo, em linha com a Teoria do Domínio do Fato, no limite, posso atribuir as ameaças ao líder – ou mentor – do grupo, não? Ou seja, o senhor pode buscar lã e sair tosquiado.

Caminhando para o fim, eu não conto com milícia virtual, muito menos com real. Armado estou apenas com a pena, que se mostra, outra vez, mais poderosa do que a espada, mesmo a dos poderosos e criados, em condomínio fechado, pela avó. Por meio deste, desafio-lhe, abertamente, para um debate, olho no olho, de homem para homem, somente sobre a História do Fluminense. Só tema de arquibancada, Presidente. Papo de boleiro, Mário. Hora, data e local à sua livre escolha. De quebra, o senhor pode levar todas as suas foquinhas amestradas e a elas recorrer em momentos de grande aperto. Se eu perder 10% do predito debate, comprometo-me a sair vestido de Carmem Miranda, na hora do almoço, em dia útil, em plena Avenida Rio Branco, no Centro do Rio de Janeiro/RJ. Por outro lado, se eu ganhar 90% da altercação, o senhor volta ao seu bem-sucedido escritório de advocacia, deixando o Fluminense para “… gente que faz…”.

Por derradeiro, há pouco, a minha esposa veio me interpelar, dizendo que o slogan “… incomodada ficava a sua avó…” era referente ao “Sempre Livre”, não ao “Tampax”. Sinceramente, eu não sei. Afinal de contas, marca de absorvente nunca foi o meu ponto forte. Quanto aos “… incômodos…” do Sr. Mário Bittencourt, estou pouco me lixando. Ele que use um “Tampax” – ou um “Sempre Livre”, ao seu gosto, válida a consulta ao Eduardo Uram.

#FORAMÁRIO

#NÃOHÁMALQUESEMPREDURE

#EUQUEROMEUFLUDEVOLTA

#ÉPELOFLUDEVERDADE

“Itaberá ou Egídio?” – Opinião André Barros

“Itaberá ou Egídio?”
Amigos, a distopia tomou conta de boa parte da torcida tricolor. Trocando em miúdos, andamos meio sem rumo, qual um bando de bêbados em busca do longo caminho de casa.
Pouco antes do jogo do último domingo, acompanhei, pelas redes sociais, um debate que bem retrata o triste momento do Fluminense F.C: cada qual a seu tempo, quem seria pior tecnicamente, o lateral-direito Carlinhos Itaberá ou o “ala” esquerdo Egídio?
De início, dei de ombros para a discussão, ante a sua aparente irrelevância.
PQP! Itaberá ou Egídio?
No entanto, de repente, caí em mim.
A questão suscitada pelos torcedores – aparentemente rasa – tinha um pano de fundo digno de análise, tal seja, a trajetória amargamente descendente do Fluminense F.C depois da saída do grande Manoel Schwartz. Vox Populi, Vox Dei.
O péssimo Carlinhos Itaberá – que chegou ao cúmulo de, num jogo contra o Náutico, cobrar um lateral para fora do campo – rompera uma longa e gloriosa tradição de grandes laterais-direitos. De 1975 até ele, velaram pela lateral-direita tricolor Toninho Baiano, Carlos Alberto Torres, Edevaldo, (o mediano) Nei Dias, Aldo, o promissor Carlos André, o improvisado Donizete, etc. Todos deram conta do recado. Nesse tom, Carlinhos Itaberá foi um choque para a torcida, algo escalafobético, surreal, um ponto que supúnhamos fora da curva.
Desafortunadamente, o péssimo – escalafobético, surreal – Egídio é a confirmação, em cores vivas, de que estávamos redondamente enganados quanto à transitoriedade da penúria. Carlinhos Itaberá não era um ponto fora da curva, mas, sim, uma nova e cruel tendência, de apequenamento do Fluminense F.C. Egídio, amigos, é o milionésimo Itaberá que passa pelas Laranjeiras. E outros virão, preferencialmente pelas mãos dos amigos do Rei.
Isso quer dizer muita coisa, muita coisa mesmo!
Afinal de contas, tal situação de pequenez se verificou, também, na gestão do clube. Críamos que o desditoso Fábio Egypto seria um mero ponto fora da curva. Mais uma vez, estávamos errados. Seguiram-se Ângelo Chaves et caterva. Prova incontestável de degenerescência dessa curva maligna é a eleição do Sr. Mário Bittencourt, outro traste à frente do Fluminense – talvez o maior deles.
Em tempo, Sr. Mário Bittencourt: coloque as suas foquinhas amestradas – ou leões de teclado – de prontidão. Vou descer a lenha no senhor no próximo post – que já tem até o sugestivo título de “Tampax – Incomodada ficava a sua avó”.

#FORAMÁRIO

#NÃOHÁMALQUESEMPREDURE

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Direito para quem não deu dois treinos – Opinião Dr. Bruno Freitas

Direito para quem não deu dois treinos

Outro dia estava debatendo com um grande advogado do Nordeste, Arthur Vilela e o tema desse post acabou por nascer naturalmente.

           “Auditoria” é o tema da moda no Reino do Laranjal e tem toda a razão justamente por conta da falta de transparência das seguidas gestões em demonstrar suas operações e resultados. O torcedor investe no clube, quer como Sócio, quer como Assinante de Produtos Televisivos e/ou Licenciados mas, na verdade, jamais soube o que se passa entre as paredes do clube.

            Isso se reflete em equipes medíocres que dão desgosto ao torcedor, nomeadamente por não se saber os limites e know how dos seus gestores. De fato, o Fluminense é uma enorme “Caixa Preta” que precisa ser aberta.

            A postulada auditoria, na verdade, força um dever legal do clube como reza o Estatuto do Torcedor (Lei nº 10671/03):

“Art. 33. Sem prejuízo do disposto nesta Lei, cada entidade de prática desportiva fará publicar documento que contemple as diretrizes básicas de seu relacionamento com os torcedores, disciplinando, obrigatoriamente:

(…)

II – mecanismos de transparência financeira da entidade, inclusive com disposições relativas à realização de auditorias independentes, observado o disposto no art. 46-A da Lei nº 9.615, de 24 de março de 1998;

(…)”

            Como se isso não bastasse, o mesmo estatuto acaba impor sanções ao gestor que não cumpre a lei:

“Art. 37. Sem prejuízo das demais sanções cabíveis, a entidade de administração do desporto, a liga ou a entidade de prática desportiva que violar ou de qualquer forma concorrer para a violação do disposto nesta Lei, observado o devido processo legal, incidirá nas seguintes sanções:

(…)

II – suspensão por seis meses dos seus dirigentes, por violação dos dispositivos desta Lei não referidos no inciso I;

(…)

§ 1o Os dirigentes de que tratam os incisos I e II do caput deste artigo serão sempre:

I – o presidente da entidade, ou aquele que lhe faça as vezes;

(…)”

Essa mesma lei suscita ainda a atuação do Ministério Público como órgão fiscalizador do cumprimento da lei, tornando competente o Judiciário para apreciação dos processos que versem sobre a mesma.

            E uma forma de se fazer isso andar com maior peso passa justamente por você leitor que é torcedor, uma vez que sua lei assim determina:

“Art. 40. A defesa dos interesses e direitos dos torcedores em juízo observará, no que couber, a mesma disciplina da defesa dos consumidores em juízo de que trata o Título III da Lei no 8.078, de 11 de setembro de 1990”

            Trocando em miúdos significa uma proteção ainda mais especial do torcedor pela necessária aplicação de princípios como transparência (exibição de documentos), boa fé (que impede o clube de ficar dando desculpas como falta de organização contábil para promover a auditoria) e o de fundo processual que inverte o ônus da prova (caso o clube obrigue o torcedor à provar o alegado).

            São direitos seus, meu amigo torcedor.

            De outro lado, na minha visão – e isso é apenas uma opinião – o Estatuto do Torcedor ao reconhecer o Sócio Torcedor como membro de um Programa de Fidelização não deixa dúvidas de que, ao menos, quanto à essa classe de adeptos, não pode o Judiciário deixar de julgar.

            Aliás, assim já se pronunciou a Justiça do Distrito Federal no processo nº 0737801-59.2018.8.07.0016 em ação onde um Sócio Torcedor conseguiu rescindir seu plano contra o Clube de Regatas do Flamengo.

            Por derradeiro – sei que os cansei nessas longas linhas – imaginemos que esses quase 4 mil torcedores que assinaram essa petição virtual de auditoria, fossem ao Judiciário requerer a tão necessária auditoria que, muito além de uma promessa de campanha, cuida-se de obrigação legal do gestor do clube?

            Imagine ainda se usassem essa petição como prova de uma denúncia ao Ministério Público de descumprimento do Estatuto do Torcedor?

            Melhor abrir o olho MB. O Gigante acordou…

Créditos imagem de destaque para GloboEsporte.com .

” Versiculo 20″ opinião Rodrigo Amaral

Versículo 20
GUERREIROS, irmãos, seguidores da três cores mais imponentes do mundo, nossa religião sempre foi o Fluminense e todos sabem como os números me fascinam, assim como o tricolor pela sua disciplina e fidalguia, votei vinte, votei no êxodo, assim como Moisés, Mário foi escolhido para conduzir a massa Tricolor à Terra Prometida, aos títulos, glórias, Vitórias, o responsável a elevar a auto-estima dessa torcida que anda maltratada, descrente de tantas promessas não compridas entre outras mazelas que jogam nosso orgulho no lixo. O escolhido deve-se lembrar sempre que o Deus chama-se Fluminense e ele dita as diretrizes através de sua Rica História, adoradores e seguidores, e nesse “êxodo” deve-se atentar que os dez mandamentos estão escritos não só no estatuto do clube, mas no Coração de cada torcedor, no olhar de cada criança que clama por dias melhores, portanto segue-o.
Então disse Deus: “Eu sou teu Senhor, não terás outros Deuses diante de mim”, sendo assim, mostre ao filhos das Laranjeiras que o poder que Deus te deu não foi em vão, que os filhos estão diante de um profeta e não de um charlatão. Lembre-se você fazia parte desse povo. Como disse Moisés: “aqueles que não seguirem as leis de Deus, morreram por ela”. O Fluminense não precisa de segregação, precisa de União, precisamos olhar para dentro e entendermos quem somos, o que precisamos e não nos corrompermos pelo fator externo, tão sedutor.
Os insatisfeitos não podem causar uma rebelião, nem tão pouco uma anarquia, Lembrem -se, acreditamos no mesmo Deus, somos do mesmo povo, cobremos sim, pois isso é democrático, assim como o voto de confiança dado na antecipação da eleição, assim como nosso hino clama por esperar para alcançar, ainda aguardamos as promessas serem postas em prática e não serem jogadas ao vento como em outrora, não sejais mais do mesmo, não jogue fora toda admiração que muitos têm por ti pelo simples é arrogante fato da vaidade, do poder, olhai para as sandálias de couro de Deus e calçeas, para quem tem a humildade do reconhecimento dos próprios erros e percepção de suas fragilidades, sempre haverá a segunda chance, falta pouco para a metade deste mandato, não se furte da possibilidade de fazer o que precisa ser feito, não use as vendas do egocentrismo, afinal o FLUMINENSE não precisa disso, ele é mais que um clube, é nossa religião.
Lembre-se, ninguém, eu disse ninguém, consegue Vitória sem ajuda, nem nos esportes individuais isso é possível, delegar e confiar é necessário, diria eu, essencial. Queremos o Fluminense grande novamente e hoje só você pode iniciar esse crescimento, não fuja do seu destino.

NADA É MAIS IMPORTANTE E URGENTE PARA O FLUMINENSE DO QUE A MUDANÇA DO MODELO DE GESTÃO – Opinião Ademar Arrais

NADA É MAIS IMPORTANTE E URGENTE PARA O FLUMINENSE DO

QUE A MUDANÇA DO MODELO DE GESTÃO

Inicialmente gostaria de agradecer ao Canal FluNews pelo convite para escrever semanalmente sobre assuntos de interesse do Fluminense Football Club. Com base na experiência adquirida ao longo de toda minha história de vida ligada ao Fluminense, bem como na minha experiência pessoal e profissional, vou procurar apresentar algumas das minhas idéias, projetos e ou criticas sobre os mais diferentes aspectos e segmentos do Clube, objetivando sempre contribuir para a qualificação do debate sobre nossos problemas e sobretudo de forma propositiva e sem qualquer pretensão de ser dono da verdade.

Nesse primeiro texto vou abordar aquele que é disparado há tempos o assunto mais importante para o Fluminense, que é a necessidade de mudança urgente do seu atual modelo de gestão arcaico e ultrapassado. Não é mais uma opção. Trata-se de um imperativo no sentido de que ou muda radicalmente o modelo ou continuaremos esse processo de apequenamento acelerado e constante do Clube até chegarmos a completa inviabilização administrativa, financeira e esportiva.

A transformação do Fluminense em clube-empresa há tempos me parece ser o melhor caminho a ser trilhado, mas não o único possível. Existem experiências de sucesso e insucesso com Clubes que são sociedades civis sem fins lucrativos, da mesma forma que existem experiências de sucesso e insucesso em clubes-empresa. Independente da roupagem jurídica escolhida, para obtermos a eficiência e os resultados esperados o fundamental é que tenhamos uma gestão empresarial, responsável e profissional.

É compreensível, mas completamente inócua a esperança constante de segmentos do Clube e da torcida de que a solução de nossos problemas está na contratação ou troca de um determinado técnico, na contratação de um ou outro jogador ou até mesmo na esperança de que só um Presidente Rico seria capaz de resolver nossos problemas. Infelizmente nossos problemas são muito mais profundos e não são essas as soluções.

Outro aspecto importante é que para superarmos nossas dificuldades precisamos parar de terceirizar responsabilidades. Os problemas do futebol não são decorrentes da existência do Social e do Olímpico. Lembro que desde que passamos a ter eleições diretas no Fluminense, todos os Presidentes eleitos pelos Associados, sem exceção, são ligados ao Futebol do Clube. A mesma gestão caótica, à deriva e irresponsável do futebol é a do Social e também do Olimpico ou alguém acha que nesses outros dois segmentos somos verdadeiras potencias e que não existem dificuldades. A SITUAÇÃO DO FUTEBOL, DO OLIMPICO E DO SOCIAL DO FLUMINENSE SÃO CONSEQUÊNCIAS E NÃO CAUSAS DOS NOSSOS PROBLEMAS. É preciso também que mudemos nossa mentalidade sobre essas questões sem ficar elegendo inimigos.

Mas então, o que precisamos fazer? O que significa mudar o modelo de gestão? O que significa mexer nos alicerces atuais, reestruturar? Vamos citar EXEMPLIFICADAMENTE algumas dessas medidas:

  1. Auditoria externa e interna que auxiliem tecnicamente a gestão no diagnostico do clube para a correta adoção das melhores medidas necessárias a obtenção de uma maior eficiência.
  2. Renegociação, quando possível, das dividas e melhor tratamento da sua equalização por pessoas jurídicas e físicas especializadas e experientes no assunto.
  3. Adotar medidas concretas de prevenção de passivo trabalhista, cível e tributário, evitando assim a continuidade dessa bola de neve.
  4. Separação imediata das receitas e despesas do futebol, do olímpico e do social, com adoção de todas as medidas necessárias para o imediato reequilíbrio orçamentário de cada unidade de negócio.
  5. Revisão de todos os contratos para eventuais renegociações e ou rescisões quando tivermos acordos fora da realidade de mercado ou das possibilidades do Clube.
  6. Diminuição de despesas e busca por novas receitas substanciais.
  7. Elaboração do planejamento estratégico do Clube em geral, promovendo a deliberação institucional pela adoção do modelo do clube-empresa ou pela continuidade como sociedade civil sem fins lucrativos,  o Planejamento estratégico especifico de cada unidade de negócio, plano diretor, ações de curto, médio e longo prazo, o papel da sede de Laranjeiras, de Xerem, do Centro de Treinamento, a possibilidade de construção de um estádio próprio, etc…
  8. Reforma estatutária com inicio através de um anteprojeto que contemple as deliberações do Planejamento estratégico e onde necessariamente conste a responsabilização dos dirigentes por gestões temerárias, regulamentação de um novo e moderno processo politico-eleitoral, independência maior entre os Poderes Constituídos do Clube, limites aos gestores, maior poder de fiscalização e acompanhamento do fiel cumprimento orçamentário pelos gestores, proibição explicita e bem definida de conflitos de interesses, etc…
  9. Posicionamento institucional ativo, permanente e combativo na defesa de nossos interesses, buscando melhores resultados. Como exemplo podemos citar as absurdos valores que pagamos de forma completamente desnecessária em relação ao Maracanã, direitos de transmissão, etc…O Clube precisa de uma vez por todas saber usar a sua própria força, até mesmo através de pessoas ligadas a ele no Poder Público Municipal, Estadual e Federal, bem como em importantes segmentos da iniciativa privada.
  10. Estruturação completa de um Departamento de Gestão de Pessoas. É preciso ter critérios e parâmetros salariais, perspectiva de crescimento profissional, meritocracia, critérios, parâmetros e procedimentos para contratações, metas, cobranças, ter quantidade de empregados compatível com a sua necessidade, impedir medidas que deixem o clube vulnerável, etc… O Clube não pode continuar contratando pessoas por critérios políticos ou de amizade e a peso de ouro e ainda sem que os contratados tenham a  qualificação necessária. Lembro que o atual Presidente manteve todos os funcionários da gestão Abad, que tanto satanizou, e ainda contratou para pagamento de promessas de campanha. Não há como tirar qualquer instituição do caos com as mesmas pessoas que criaram o caos, sobretudo quando elas acreditam que ele não existe e que tudo o que está acontecendo é normal.
  11. Da mesma forma, é preciso ter claro o perfil dos profissionais e atletas do futebol que desejamos na busca de um time sempre equilibrado e  competitivo. É preciso também apostar mais na meritocracia através de parcela remuneratória variável e progressiva, priorizar o trabalho de Xerem principalmente quando não tiver condições de buscar no mercado jogadores efetivamente melhores, ter contratos cuja negociação levem em conta as condições do clube, as características pessoais do atleta como a idade por exemplo, o rendimento as perspectivas do mesmo para o Clube, etc…
  12. Ações e posturas institucionais que contribuam para o resgate da credibilidade do Fluminense em todos os segmentos. Credibilidade gera dinheiro com o decorrer do tempo. Ser dirigente do Fluminense e em especial Presidente, é uma honra e tem o bônus, mas também o ônus. Presidente do Fluminense não pode jamais fomentar internamente e publicamente a idéia de que em função de menos recursos vamos entrar numa competição com outros objetivos menores que o título da competição. Não pode sequer admitir que um jogador do Fluminense ache prepotência ter como meta o título. Da mesma forma que não é papel de Presidente do Fluminense ir abraçar e pular com jogadores em vestiário. Presidente é a ultima palavra do Clube, é quem negocia e assina pelo clube, não pode ter esse tipo de conduta. Não é papel de Presidente do Fluminense ficar batendo boca com torcedor em rede social e muito menos ficar ameaçando de processo judicial. Não é papel de Presidente do Fluminense organizar doações para Fiocruz quando sequer paga os salários de seus profissionais. Não é papel de Presidente do Fluminense comemorar e divulgar pagamento parcial de salários de meses passados como se fossem títulos. Presidente do Fluminense não pode jamais se considerar um ser supremo e superior porque deu dois treinos. Não pode ter relações promiscuas com empresários nem conflitos de interesses com o Clube. São apenas alguns dos milhares de exemplos.
  13. Ter transparência em todas as suas ações. Transparência gera confiabilidade e ambas também geram credibilidade e dinheiro com o tempo. A confidencialidade no Fluminense não pode mais ser a regra e continuar servindo de instrumento para assinatura de contratos milionários, imorais, completamente fora da realidade de mercado e das condições do clube. A transparência não pode continuar completamente opaca.
  14. Abertura da gestão para eventual ajuda e o diálogo permanente com todos os segmentos e lideranças do clube, tendo humildade suficiente para ouvir e implementar sugestões e corrigir rumos.
  15. Ter permanentemente ações congruentes com a situação geral do Clube e somente tomar determinadas decisões após a oitiva do Departamento específico, do Jurídico e do Financeiro, realizando todas as ponderações necessárias.

Quantas dessas medidas ou outras no mesmo sentido foram adotadas pela atual gestão do Fluminense? Se temos as mesmas atitudes e as mesmas práticas, não podemos esperar resultados diferentes. Precisamos mudar urgentemente. Não há outra saída.

Saudações Tricolores,

Compliance e Governança Corporativa segundo Mario Bittencourt – Opinião Dr. Bruno Freitas

Compliance e Governança Corporativa segundo Mario Bittencourt

Em entrevista dada ao Portal Netflu no fim de 2019, o Presidente do FFC, Mario Bittencourt assim se manifestou quando indagado sobre o polêmico tema da “Auditoria Externa” (tema para outro artigo):

 

“Desde que assumimos a gestão do Fluminense estamos internamente debruçados sobre os números do clube e já iniciamos o processo de contratação de uma auditoria externa para 2020. Em paralelo, já estamos implementando as estruturas de Compliance e Governança Corporativa, também para estarem funcionando plenamente no próximo ano.”
Antes de discorrer sobre a declaração, aliás, promessa de campanha, tem que se entender os conceitos de Compliance e Governança Corporativa.
O primeiro é um conjunto de regras, padrões, procedimentos éticos e legais que, uma vez, desnudo e implantado, será a linha mestra que orientará o comportamento da instituição no mercado em que atua, bem como as atitudes de seus funcionários.
O segundo atua no extremo zelo pela aplicação do primeiro, certo de que seu desvio arrisca a instituição no Plano Legal e de Imagem.
Trocando em miúdos, escusas conexões, contratos superfaturados, gestão equivocada de passivo e de ativo, são exemplos que arriscam a instituição no plano legal (possibilidade de processos) e no de imagem (ninguém gosta de se ver associado àqueles que mantém tais práticas).
E, falando de FFC, para não cansar o leitor, usarei um único exemplo de quão bravateiro é o nosso presidente.
O clube está sendo ajuizado pela Brazil Soccer Sports Management Ltda (leia-se: Eduardo Uram) pelo singelo valor de R$ 2.769.568,52, isso mesmo, dois milhões setecentos e sessenta e nove mil, quinhentos e sessenta e oito reais e cinquenta e dois centavos, por uma confissão de dívida assinada pelo Sr. Pedro Abad que consolida falta de pagamentos de comissões por agenciamento de diversos atletas (muitos enquanto o MB ainda era Vice Presidente de Futebol) – Processo nº 0131170-92.2020.8.19.0001.
Vamos pensar: Não é arriscado no plano legal seguir contratando com uma empresa que demanda judicialmente contra o clube? Não soa promíscua a contratação do Danilo Barcelos e da venda do Evanilson (ambos do agenciados pelo Sr.Uram) na semana que esse processo judicial veio à tona?
Isso explica muita coisa no clube. Uma delas é a que não temos Patrocínio Master porque nenhuma empresa associará sua marca (seja consolidada ou em fase de consolidação) em uma instituição sem qualquer governança corporativa. Posso apostar que isso não acontecerá em se mantendo esse estado de coisas… pelo menos não com um patrocinador sério.
Tais questões nos forçam à conclusão de que Mario Bittencourt é um Flusócio com vestes de tribuno.

“Vaza Mário” – Opinião Thiago Caruso

Mario Bittencourt saia do comando do futebol do Fluminense.

Descentralização da gestão já. E aproveite peça ao Paulo Angioni para descansar, a imagem de vocês dois perante ao torcedor não estão ruins, estão PÉSSIMAS. Você dando entrevista ultimamente tem sido uma lástima. A desculpa para vender Evanilson foi tacanha, ruim, era mais fácil pedir desculpas ao torcedor e prometer que este tipo de situação não aconteceria mais. Ontem, em plena rede Globo, fomos lembrados de ser VITRINE DO TOMBENSE. Como se atrai patrocínio com uma característica dessa?

Fique onde o senhor sempre foi brilhante na área administrativa e jurídica, onde esse ano já fizeram grandes feitos, mas no futebol, o senhor onde toca não nasce grama. Cadê a gestão do futebol para cobrar o preparador de goleiros por seguidas falhas de Muriel ? Cadê a gestão do futebol para cobrar do treinador atuações muito ruins do clube ? Cadê a presidência para cobrar do diretor executivo que está no clube desde o meio de 2018 pela perda de um ativo como Evanilson? O senhor também quando fala ultimamente não tem sido feliz….(torcedor modinha, nunca deu dois treinos e por aí vai) .

Anteontem, o seu vice administrativo apareceu no Globo esporte para dizer que não assina cheque para pagar conta, que absurdo é esse ? Quer dizer que você vem a público falar que o patrocinador master do Flu é o seu torcedor e o na hora H o seu torcedor não assina cheque? Ajudamos e muito também a assinar o cheque. Quem destruiu a campanha #ÉPeloFlu feita pelo torcedor, foi você , MÁRIO BITTENCOURT! CHEGA! ESSAS SITUAÇÕES TEM QUE DESAPARECER DE UM COMANDO QUE SE DIZ PROFISSIONAL! NÃO REPITA o grupo político anterior que culpava diretamente os torcedores.
Contrate um novo diretor executivo para o futebol, que possa cobrar realmente dos jogadores e Comissão técnica, algo que hoje a imagem de que se tem aqui fora e que nada acontece.

Ainda dá tempo, presidente Mário Bittencourt.

Cobrança e como cobrar, mudanças são necessárias! Opinião Rodrigo Amaral

Guerreiros e Guerreiras, ontem tivemos um clássico e em dia de clássico o ar da cidade fica diferente, as pessoas não são as mesmas da semana passada, apesar de serem. Mesmo com a existência da pandemia, que restringem as pessoas de irem aos estádios, os torcedores se mobilizam para ver e torcerem juntos, pois a rivalidade faz com que a emoção dê um porre na razão, mas lembro que não podemos nos descuidar. O Fla-FLU ou ainda o FLU-fla, pois o mando de campo era nosso, não foi o que esperávamos, um time sonolento, sem aquela gana de vencer, os jogadores pareciam não entender que isso era um Clássico, parecem não saber o que significa para os torcedores a disputa desse jogo, que faz tantas pessoas ficarem com os nervos à flor da pele, pergunto então para os irmãos, será que são informados, será que mostram para todos que hoje representam nossas cores a importância vital de vencer esta peleja, ou que não se vença, mas que joguem com a força e destreza de um verdadeiro GUERRREIRO? Será que a cobrança está sendo feita dentro de uma hierarquia onde o comandante se mostre comandar e não apenas usar a política da boa vizinha do “me ajuda aí”? O campeonato chega a sua nona rodada, gostaria de não estar escrevendo estas linhas, mas infelizmente não existe outra forma de externar todo sentimento vivido e sentido após a derrota neste clássico que era, volto a dizer, VITAL, nosso amado FLUMINENSE chega a esta rodada com apenas 11 pontos e mais uma vez as calculadoras começam a assumir papel de grande valia para entendermos o que ocorre no campeonato e qual pode ser o fim dele. Ora Guerreiros e Guerreiras, estes 11 pontos em nove rodadas equivalem a um aproveitamento de 41% e se mantiver este ritmo mostro para todos o que ocorrerá com o Time das Três Cores que Traduzem Tradição no fim do campeonato, vejam a planilha que fiz, um levantamento dos campeonatos de pontos corridos desde 2015 até 2019, com as médias de pontos e aproveitamentos que nos credenciam do G8 para cima e do temido Z4, peço um parênteses para falar sobre nosso treinador, Odair Hellmann que hoje possui um percentual de aproveitamento, durante sua prestação de “serviços” ao Fluminense, de 14 v/7 e/ 11d, ou seja, 51% de aproveitamento, mas vale apena lembrar que em 11 jogos do brasileiro vencemos apenas 3, sendo assim vemos que o sinal de alerta está ligado no Reino do Laranjal, Luz amarela piscando, chegou a hora de mudanças, a distancia para o pelotão da frente ainda não é irrecuperável, mas se nossa diretoria não agir rápido começaremos a flertar com o pelotão que vem logo abaixo.

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