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O Flu que nós queremos

O futebol no Rio voltou, não quero entrar em mérito aqui se foi ou não certo, a questão não é essa . O que tem que voltar também é o futebol do Fluminense, que até então não voltou .

Desde que voltamos foram 3 jogos, 1 derrota e dois empates ( Volta Redonda, Macaé e Botafogo ), 3 gols sofridos e nenhum a favor . Isso de fato tem incomodado demais a torcida do Fluminense, já que quarta agora teremos uma final para jogar e não podemos negar de que com esse futebol apresentado dificilmente iremos ter um resultado positivo . Tem quem diga ¨Ah mas é clássico, não existe favorito ¨, concordo, realmente não existe, mesmo quando se trata de um Fla x Flu, mas a questão é que hoje o futebol exige dinâmica, entrosamento, vontade de ganhar, e convenhamos de que hoje o Fluminense não tem apresentado nada disso .

O que o Fluminense precisa para que possamos fazer um jogo de igual pra igual com o time rival na quarta-feira ? Mudar algumas peças ? Talvez, mas precisamos fazer algo . Precisamos que o Odair entenda que o Fred não é intocável e no momento em que não estiver mostrando um bom futebol, ele tenha peito para coloca-lo no banco. Hoje vimos uma enorme mudança de postura quando os meninos Pacheco, Evanilson, M.Paulo e M.Araújo entraram, ficou claro que o ataque ficou bem mais rápido e chegando com mais perigo . Sem falar naquele primeiro clássico contra o Flamengo em que saímos perdendo de 3 x 0 e conseguimos correr atrás do resultado, lembra ? Eu particularmente não gosto do esquema com 3 volantes como Odair montou, acho que o time cria bem menos e sempre toma pressão de maneira desnecessária .

Não vou arriscar o time ideal aqui e nem quero . O que nós torcedores queremos é que o time jogue como o gigante que é, e mostre para todos que podemos jogar de igual para igual com qualquer time do Brasil .

O Fluminense é enorme e já passamos por coisas muito piores para não acreditarmos na vitória quarta . Lute, corra, mostre garra, que assim sempre terão o apoio da sua torcida . Mostre a todos porque são chamados de TIME DE GUERREIROS .

Saudações Tricolores

Opinião – “Nós, os culpados”

“Nós, os culpados”

Foto site NetFlu


O Fluminense, enfim, retornou ao campo de futebol. E, claro, protagonizou mais um vexame que, infelizmente, não será o último.
Os culpados por essa situação deprimente?
Não é difícil apontá-los, muito pelo contrário.
Começo agrupando os torcedores tricolores em quatro classes.
A primeira classe de torcedores tricolores é contada às dezenas, no máximo em duas centenas. São os aproveitadores de plantão, que só dão ao clube o que têm para dar dentro de si: incompetência, inapetência, retórica, ódio, cizânia e gula. Tais torcedores são um verdadeiro cancro para o Fluminense, mas só vicejam – e se cevam – porque uma imensa maioria não os importuna – e isso há décadas. Ou seja, a bem do rigor, eles não são culpados de nada, pois apenas ocupam o espaço deixado pelos grandes tricolores.
A segunda classe de torcedores também é bastante diminuta. Pense no comensalismo existente na natureza. Eles são como rêmoras, que abocanham as pequenas migalhas de toda sorte deixada pelos tubarões – uma P.J aqui, uma assessoria ali, uma intermediação acolá. Outrossim, também não são culpados de nada, eis que aproveitadores de segunda categoria.
A terceira classe de torcedores tricolores é a das “polianas”, que, contra todas as evidências, creem que tudo, num passe de mágica, vai melhorar. O Fluminense foi eliminado na primeira fase da Copa Sul-Americana? “Não há de ser nada! Tudo vai melhorar”. O Fluminense foi goleado pelo Volta Redonda? “Isso foi obra do acaso”. Estamos na iminência de ser eliminados da Copa do Brasil? “Aguardemos o Campeonato Brasileiro”. Ficamos em décimo quarto lugar no Brasileirão? “Ano que vem melhora”. Essa classe de torcedores é bastante numerosa, e os seus integrantes me dão nos nervos, pois, com a sua pouca ambição e excesso de idiotice, legitimam o exercício desastroso do poder por parte das duas classes anteriores. Vocês, “polianas”, desconhecem a grandeza do Fluminense e “cantarão e vibrarão o jogo todo” mesmo diante duma hecatombe. Isso não é amor, “polianas”, é martírio!
Por fim, a quarta e mais numerosa classe de torcedores – na qual eu, impiedosamente, me incluo: a dos omissos. Refiro-me àqueles que sabem que está tudo uma droga, que ainda vai piorar bastante e, a despeito disso, não fazem nada de efetivo para mudar esse quadro dantesco. Lembram-se de Manoel Schwartz, de Francisco Horta, de Newton Graúna, de Antônio de Castro Gil e de outros tantos que engrandeceram o Fluminense. Têm certeza, portanto, que Mário Bittencourt é a encarnação da degradação do Fluminense. Num exercício de abstração, alguém o imaginaria concorrendo à Presidência nos anos 80? Aliás, alguém o imaginaria com algum cargo no clube nessa época? Claro que não! Mas, desafortunadamente, depois de um ou outro muxoxo no grupo de zap, todos se calam, deixando as duas primeiras classes nadarem de braçada e enterrarem, cada vez mais, o Fluminense. Em suma, Fábio Egypto, Ângelo Chaves, Peter Siemsen, Danilo Félix, Pedro Abad, Mário Biitencourt e outros desse tenebroso naipe são produtos de nossa gigantesca desídia. Nós, os culpados!!!
Saúde e paz para todos.

Opinião – “O amor (ao Fluminense) em tempos de COVID-19 – Passagem (10)”

“O amor (ao Fluminense) em tempos de COVID-19 – Passagem (10)”


23 de setembro de 1984.
Flamengo x Fluminense, decisão da Taça Guanabara de 1984.
Lutávamos pelo bicampeonato da outrora relevante Taça GB.
Pensei em dizer que fui a todos os Fla x Flu da década de 80.
Mas, como eu posso ser traído pela memória cada vez mais falha, deixo aberta uma fresta para lapsos: não me lembro de ter perdido um único Fla x Flu na década de 80. Aliás, não me lembro de ter perdido um único clássico na década de 80.
E, lógico, numa arquibancada rachada ao meio, nós, tricolores, costumeiramente “engolíamos” os molambos, que desde sempre foram como pombos – muitos, feios, sujos e não cantam.
Mas algo soava distinto naquele domingo ensolarado de setembro de 1984.
É forçoso – e doloroso – reconhecer que os molambos nos calaram. Não aos gritos de “Mengo”, mas, sim, aos de “ô ô ô… Fluminense malufou…”.
Nós, tricolores, entreolhávamo-nos atônitos, sem saber, ao certo, como reagir àquela provocação.
Embora houvesse uma faixa aqui outra ali, na torcida do Fluminense, rechaçando o apoio do clube – ou, ao menos, de parte dele – ao que era considerado retrógrado à época, a massa tricolor restava inerte na arquibancada à direita das tribunas. Só os urubus gritavam.
Isso porque, convém lembrar, às vésperas do jogo decisivo, metade do grupo do time Campeão Brasileiro – entre eles o grande goleiro Paulo Vítor – foi hipotecar apoio político a Paulo Salim Maluf – um candidato identificado com a ditadura militar e com a compra de votos no infame colégio eleitoral.
Inevitavelmente, a pasmaceira passou da arquibancada para o campo. Abobado, o capitão Duílio creu ter ouvido o apito do juiz e colocou a mão na bola. Tita cobrou a falta e Adílio marcou de cabeça. Desunidos, perdemos o jogo, ou melhor, a batalha.
Em 16 de dezembro de 1984, como já contei aqui, daríamos o troco nos urubus, vencendo a guerra, com mais um golaço do Carrasco Assis.
Mas a História nos deixou lições, inesquecíveis e dolorosas lições.
Torcedor tricolor, sincera e honestamente, não tenho a menor intenção de influenciar a sua orientação política. Não sou filiado a nenhum partido político, muito menos tenho político de estimação.
Mas sou intransigente defensor de valores democráticos – sem os quais não poderia estar aqui, livremente, escrevendo (“free market place of ideas”). E graças aos quais os meus opositores vão poder me descer o cacete nos comentários.
Mas, seja você de direita, centro ou esquerda, tenha sempre a democracia como valor fundamental e inalienável.
Não fiquemos, outra vez, do lado errado da História.
Saúde e paz para todos.

“Faz 45 anos que o bi-campeão Europeu curvou-se a genialidade da Máquina Tricolor”

Rio de Janeiro, 10 de junho de 1975.

Recordações.

Maracanã, noite de quarta-feira, 60.137 pagantes, mais de 100.000 presentes, de um lado a MÁQUINA TRICOLOR, do outro lado o bi-campeão Europeu base da seleção alemã campeã do mundo em 1974 com Sepp Maier, Schwarzenbeck, Franz Beckenbauer, Gerd Müller e Kapellmann e ainda tinha o jovem Rummenigge.

Sim seria apenas um mero amistoso e como movimentou a Cidade do Rio de Janeiro. Torcedores do Fluminense em delírio, inclusive eu, junto com meu pai assistíamos a mais uma exibição de gala de Félix, Toninho, Silveira, Assis e Marco Antônio; Zé Mário e Kleber; Cafuringa (deixou os gringos tontos, inclusive o fabuloso Franz Beckenbauer), Paulo César Caju, Rivellino e Mário Sérgio.

O cartão de apresentação começou logo aos sete minutos de jogo. Após o famoso drible do elástico Rivellino deu um passe milimétrico para o Kleber, Sepp Maier o maior goleiro do mundo na época saiu fechando bem o ângulo, mas Kleber com categoria tirou do goleiro provavelmente a bola não iria em direção ao gol, mas no meio do caminho a bola encontrou o craque, o maior jogador do mundo na época Gerd Müller e que com um leve toque encontrou o caminho da rede, isso, GOL CONTRA e o placar do maior estádio do mundo anunciava FLUMINENSE 1 X 0 BAYERN.

Vídeo editado por Flumania

O placar não condiz o que foi a partida, era para no mínimo o super Bayern levar para a Alemanha uns 4 ou 5 gols na bagagem. Cafuringa só não fez acontecer um terremoto no Rio de Janeiro, foi a maior partida que ele fez com a camisa Tricolor, dizem que o Backenbauer perguntou se ele era de outro planeta, rsrsrs.

Esse amistoso marcou também a primeira vez que um clube brasileiro estampou na camisa um patrocínio, o MOBRAL pioneirismo que sempre faz parte da nossa história e não poderia deixar de saudar o eterno Presidente Francisco Horta que sempre aprontava uma surpresas. Ah, já ia esquecendo dos torcedores dos nossos rivais que também aproveitaram e tiraram um casquinha da exibição de gala do FLUMINENSE FC.

Saudações Tricolores!!!

Espaço Democrático.

Espaço Democrático

Eu vi um esporte sendo criado para ser popular, onde se uniriam as classes sociais, cores e credos, acolhia à todos com um sentimento único. Vi mulheres muito destintas, com seus lindos chapéus e luvas, se emocionando com as pelejas, tensas, torcendo seus lenços e luvas. Vi nascer o termo torcedor(a), que ficou estigmatizado à todos aqueles que veêm os jogos vibrando, querendo a vitória da sua agremiação de predileção. Vi um avião sendo entregue à Força Aérea Brasileira para a segunda guerra mundial, onde o time do Fluminense tinha um grande numero de italos-brasileiros, numa época em que os imigrantes eram muito perseguidos e discriminados. Vi uma Missa Campal com o Papa, onde antes frequentavam pessoas muito bem trajadas, deu-se o lugar a uma vestimenta mais leve e menos pomposa, mas, que deixou os torcedores muito bem trajados a meu ver, afinal essas três cores unidas são de uma beleza ímpar. Vi a Seleção Pentacampeã nascer, crescer e ser vitoriosa. Vi e ouvi conversas, ah, se eu pudesse falar tudo aquilo que já escutei, ja fui muito judiado, maltratado, mas, falam de mim com muito amor, afinal é aqui que todos gostam de estar, de encontrar e se expressar. Aqui nasceram movimentos populares e politicos, aqui os indigentes viram protagonistas, famosos “quem”, que fazem seus instantes de glória ao demonstrarem seu amor ao club de football, viram não somente o torcedor, mas sim a torcida. Aqui existe vida, pulsa um unico coração e é por isso que eu, a arquibancada, não podem ser personificada, aqui todos são um, e, minha cara é da democracia, assim como o Club de Football. Não somente comigo, mas, também, com seus sócios e frequentadores da sede social, que fazem o retrato do club. Se temos um clube de todos, não podemos ter um viés, uma bandeira que não seja a do nosso Club, que une e não segrega, que faz com que tenhamos o sentimento de pertencimento a uma instituição grandiosa, que sempre contribuiu para o melhor da sociedade, pensado em seu progresso . Por pensar assim, fiquei aleijado, cortaram me um pedaço para que a Pinheiro Machado fosse construida. Pensar que teve clube de massa que ganhou estadio e nós nos sacrificamos com perda de 1/4 do nosso, em detrimento de uma sociedade melhor. Mostrou-se ao mundo também, o quão democratico é o Fluminense ao sediar os Jogos Olimpicos Latino-Americanos, porteriormente chamado de Pan-Americano, o qual foi base de defesa para nossa honraria maior que é a Taça Olímpica. Hora amigos, tricolores e admiradores, a Democracia está em nosso DNA, sempre andou conosco, assim como a luta contra o Racismo, onde reconhecemos tantos idolos pelo que fizeram, pelo que são como atletas e pessoas, tais como: Jair Marinho, Altair, Assis, Washington, Carlos Alberto Pintinho, Paulo Cesar Caju, Waldo, Marcão, Aldo, Cafuringa, Carlos Alberto Torres, Carlos Alberto (po de Arroz), Carlos Alberto entre tantos outros, que não são brancos, mas, contribuíram para este club ser o que é. Apesar de muitos quererem macular essa linda história, com rótulos que não condizem com a realidade do Pó de Arroz, afinal uma mentira repetida mil vezes, acaba tornando se uma verdade. A raiva, o ódio adversário por ter perdido atletas para o Fluminense, me fez ver uma cena lamentável, que nos dias de hoje seriam tratadas com repúdio , afinal o chacotearam, humilharam, xingaram e usaram de um subterfúgio baixo, diria anti desportivo para tentar tirar sua concentração. Afinal já exstiam outros negros jogando pelo Tricolor das Laranjeiras, nossa torcida sempre inteligente, não se fez de rogada e assumiu a identidade de Carlos Alberto e o defendeu com os mesmos gritos, com a conotação de incentivo. Então amigos, hoje com assuntos tão in voga, pois, nossa alma não permite mais tantas atrocidades contra os seres humanos, eu digo, levantemos a bandeira do Fluminense em primeiro lugar, não precisamos seguir a moda pura e simplesmente, sempre a ditamos com atos e realizações. Afinal, eu, como uma humilde arquibancada, estou aqui para ver o Fluminense sempre em primeiro plano e não misturado numa politica que vem de fora para dentro.

Saudações Tricolores

Rodrigo Amaral

O amor (ao Fluminense) em tempos de COVID-19 – Passagem (9)”

O amor (ao Fluminense) em tempos de COVID-19 – Passagem (9)”

Imagens Sportv – Narração Luiz Carlos Júnior

Primeiro de novembro de 2009.
A campanha épica do Fluminense na Copa Libertadores de 2008 forjou uma pequena tricolor de quatro costados em minha casa: Marine, minha filha, então com nove anos de idade.
Cerca de um ano depois, o Fluminense fazia uma campanha pífia no Brasileirão de 2009. Os matemáticos cravavam em 2%, na melhor das hipóteses, as chances de nossa permanência na primeira divisão.
Empolgadíssima com a vitória sobre o Atlético/MG – um dos melhores times do Campeonato de 2009 –, Marine, do alto de sua doce inocência, cria piamente em outro triunfo sobre o poderoso Cruzeiro/MG, então líder do Brasileirão. Tentei, de alguma maneira, esfriar os seus ânimos, alertando-lhe que, desta feita, o Fluminense jogaria fora de casa e, pior, com o Mineirão lotado. Nada, no entanto, lhe continha o ímpeto. Mais, deixando escapar uma ponta de superstição, ela disse que chamaria sua colega de colégio, Ingrid, para assistir ao jogo conosco. E deveríamos todos guardar a mesma posição do meio de semana…
Marine e Ingrid, eufóricas, envergavam a camisa tricolor. Eu, confesso, estava bastante ressabiado. Afinal, o Fluminense empilhava vexames no Campeonato.
Os dois times já estavam em campo. Então, um grito ensurdecedor tomou conta do estádio: “Fred guerreiro… volta pro Cruzeiro…”. As imagens da televisão mostraram o centroavante do Fluminense impassível diante da reverência da massa azul-celeste.
Bola rolando.
Pressão total cruzeirense.
Guérron – o maldito – nos infernizando de novo. Ô carma!!!
Pênalti perdido… gol do Cruzeiro… gol do Cruzeiro. Algo assim, não me lembro ao certo da sequência – registro que tenho um compromisso comigo mesmo de somente consultar o Google para conferir as datas dos jogos.
Intervalo de jogo no Mineirão.
Cruzeiro 2 x 0 Fluminense.
Foi pouco, muito pouco.
A vaca estava indo para o brejo com bezerro e tudo. À velocidade da luz.
Conformado, eu comecei a mexer nuns papéis do trabalho. Quando dei por mim, o segundo tempo do jogo já havia começado. O Fluminense voltou com três zagueiros – Gum, Dalton e Digão. “Grande coisa”, pensei eu, cá com meus botões.
Do nada, o time engrenou e passou a encurralar o Cruzeiro.
Gum, o Guerreiro, então desconhecido, marcou o primeiro gol, dando início à reação.
Fred, o ídolo em construção, empatou o jogo.
Fred, o mito em construção, após jogada espetacular de Maicon, virou o jogo.
Fred guerreiro voltou do Cruzeiro.
Oxalá rendimentos do passado sejam garantia de lucros no futuro.
Saúde e paz para todos.

Foto capa arquivo globoesporte.com

“Nós iremos achar o tom, um acorde com lindo som…” Opinião Rodrigo Amaral


Vida louca vida, vida breve… cantaria Cazuza numa música épica, mas como bom sambista que sou, enveredo pelos acordes do cavaco e melodia do Fundo de Quintal, pois hoje já são mais de 20 mil choros que não tocarão o meu bandolim, isolamento social, consciência pessoal para o bem de uma comunidade que luta pelo pão de cada dia, com a fé que trás no peito sendo sua maior companhia, consciência essa que muitos não conseguem entender, quem não pode ficar em casa por não ter uma reserva financeira, ou um emprego que faça “home office”, acaba sucumbindo, ou se despe de qualquer vaidade e pede ajuda para sobreviver ou se veste com as roupas de Jorge e se arma para essa batalha, com máscara, álcool gel, fé e esperança, com a certeza de que é isso que tem que ser feito, já dizia Herbert de Souza, o querido Betinho, “quem tem fome tem pressa”.
E o famoso esporte bretão? Não é um ofício de primeira necessidade, não, mas…. vejam esses números extraidos de um relatório de 2019 da CBF, que interessantes:
Clubes profissionais: 742
Clubes amadores: 385
Contratos profissionais: 22.177
Vínculos não profissionais: 38.309.
Ou seja, 1.127 clubes e 60.486 familas dependentes dos clubes.
Os dirigentes ficam entre a cruz e a espada, pois sabem a gravidade da coisa, uns com mais outros com menos consciência humanitária, mas não se pode vendar os olhos e nem se deixar enganar, planos de contingências devem ser discutidos numa cadeia de responsabilidades e o bom senso mensurado sendo o norte, pedindo licença a Shakspeare, Voltar ou não voltar, eis a questão, que pode ser e deve ser mais profundo, Voltar quando? De que forma? Quais protocolos a tomar? Seria sensato a volta dos jogos com público? Num mundo onde nada se cria e tudo se copia, que olhemos mais uma vez para o velho continente, onde passos estão sendo dados, assim como observamos no início dessa calamidade pública chamada pandemia.
Que os Deuses do Futebol possam iluminar as mentes de todos os organizadores e amantes desse esporte que une, que trás felicidade e empregos, na direção correta.
REPINICADAS
O GRES PARAISO DO TUIUTI anunciou seu enredo para 2021, “Soltando os bichos”. Assim como:
●GRES UNIDOS DO VIRADOURO, Enredo: Não há tristeza que possa suportar tanta alegria’
● GRESE IMPÉRIO DA TIJUCA, Enredo: “Samba de Quilombo: A Resistência pela raiz”

Opinião- Presidente Mário Bittencourt perfeito nas suas ações.

Amigos tricolores.

Quero deixar meu posicionamento a respeito de como o Presidente Mário tem lhe dado com esse problema da pandemia no Futebol e de forma geral.

A meu ver ele está perfeito, um posicionamento claro de como o Fluminense pensa, não podemos colocar o ser humano em risco, o futebol só pode voltar quando existirem as autorizações necessárias para que se faça isso com segurança, para não fazermos parte de uma irresponsabilidade e que percamos mais vidas.

A verdade que o Presidente vem articulando muito bem todas as questões do Fluminense, e explana muito bem a posição do clube e o porque, está de parabéns em todas as ações que tem feito. Por tanto não concordo com o texto que o meu amigo Marco Veloso colocou mais cedo no Canal FluNews, deixando claro que é uma opinião exclusivamente dele, e que não reflete o que pensa o Canal Flunenws aliás canal esse que tem preocupação máxima com as vidas das pessoas em primeiro lugar.

Em relação ao Mário ir ou não ir na reunião na federação ou com o Prefeito, foi uma posição dele Mário, eu Alexandre Vilella provavelmente iria pra reforçar tudo que penso e até convencer os outros que não existe condição de voltar com o futebol nesse momento de pico das mortes, pois se isentando da reunião nós como já ficamos numa zona de desconforto com a federação sempre, aliás de 1986 pra cá 4 títulos estaduais, aí pergunto a vocês, ou somos muito ruins por 4 décadas ou pela falta de bom relacionamento acabamos sempre preteridos e prejudicados.

Talvez até não adiantasse nada o Mário ir lá, acho que nossa imagem na federação é morta e continuará morta infelizmente, pra ganhar um carioca vamos ter que jogar demais e de tal forma que o juiz não terá condições de nos prejudicar, fora isso será muito difícil vencermos um estadual novamente e se vencer será pontual, infelizmente é esse cenário no estadual.

Por tanto em resumo, o Presidente está muito bem a frente as decisões do Fluminense nesse caso e em todas as ações que vem comandado, parabéns Presidente.

E outra coisa meus amigos, o futebol sem torcida é praticamente o mesmo que nada, não se tem graça alguma, é um cenário triste, feio e devastador, pra ser sincero pra mim futebol sem torcida é um desprazer, imaginem as arquibancadas vazias escutando todo mundo falando, algo realmente lamentável.

Outra coisa, Flamengo à frente de um movimento desses, nessa fissura para voltar, tá desesperado? Não é milionário, deveria se preocupar com as vidas, aliás o episódio do ninho tá aí né, e o Vasco (cujo Presidente é médico) como um mendigo atrás do Flamengo pra ver se sobra alguma migalha, certo estão Fluminense FC e Botafogo de estarem de fora de um movimento desses.

Estou a vontade pra falar isso pois a pandemia está acabando comigo, pois a minha fonte de renda está parada, dependo do comércio, mas mesmo assim não coloco essas questões acima da vida.

E pra finalizar não tem que se colocar política partidária aqui no Canal Flunews, não me interessa se a pessoa é Bolsonaro ou se é de esquerda, isso é uma opção de cada um, e a meu ver todos tem que serem respeitados, porém não tem que ter esse tipo de colocação num site tricolor, não se pode misturar isso no Canal Flunews, portanto essa é minha posição final sobre tudo isso.

Abraço

Alexandre Vilella

Opinião – Fluminense está equivocado em se posicionar de forma radical

Vice Presidente do Fluminense ao se pronunciar contra Governo Federal e clubes co-irmãos , joga para galera e age de forma equivocada .

Talvez tentando embarcar no momento de pequeno declínio popular do Presidente da República naquela data e aproveitando se do fato de duas agremiações rivais estarem reunidas com nosso representante máximo do executivo da Federação. Dr Celso Barros me fez questionar sobre como se deve, o Fluminense e quem está a frente do clube agir .

Deixar sua posição pessoal sobre retorno ou não do futebol Brasileiro nesse momento é algo salutar e compreensivel, até porque ele é médico e tem alguma capacidade mínima para nesse contexto dar seu parecer , e ele diz priorizar vidas humanas num contexto e é até de se admirar e tem até uma lógica , disso ele não fugiu . Mas há outros pontos que analisei que vejo imprudência nas declarações dele .

Um ponto relevante mediante tudo isso é a marcação política dele. Tal como Raí do São Paulo critiquei muito , Celso não irá fugir a isso . Citar termos ao fim da postagem como “Gripezinha” deu ênfase num posicionamento particular político dele , ou seremos ingênuos !? Não! Ele da uma cutucada no nosso Presidente, mas ao Lula , condenado, ele até hoje replica em suas redes sociais . Direito dele mas cabe registro .

Mas antes fosse só isso. Foi além , aliás se fosse isso não me daria o trabalho de escrever , era completamente inteligente ignorar .

A questão está a volta ou a viabilidade de se retornar as atividades esportivas , discussão de calendário , e da volta de jogos com ou sem público! Opa pera lá!
Como assim ?! Não estava lá não sabe detalhes do que foi conversado e ataca a Flamengo e Vasco a troco de nada e sendo contra a volta do Futebol , esporte esse que é a mola propulsora das finanças do Clube e da existência do Clube , o Fluminense é pioneiro tem que estar discutindo na CBF , na FERJ e em qualquer dos Governos a viabilidade do retorno das atividades desportivas , se vai ser em Junho, Julho , Agosto ou Setembro , ele deve estar inserido nesse contexto e não simplesmente marcar uma posição contrária de forma mimada e teimosa retumbando o famoso #fiqueemcasa como se o mundo pudesse parar , discutir se pode ou não ter jogos e dar condicões a isso é fundamental, que seja sem público, que se faça testes nos atletas , levem soluções inteligentes e tentem ajudar nesse processo .

O Fluminense deu uma grande mancada nesse posicionamento , vejo com tristeza que a demagogia patife e o lobby corrente do momento político aproveitando-se dessa crise na saúde tenha atingido em cheio Laranjeiras , pois sabe-se que essa é a posição de nosso Presidente em exercício Mário Bittencourt também, lamentavelmente.

Erra o Fluminense em não tentar entrar nessa discussão e achar soluções, se fechar num casulo trazendo a política do politicamente correto só para não “mancharem” sua imagem e deixar protagonizar Flamengo e Vasco , e pior ainda trazendo uma luta politica do assunto para alfinetar rivais fora de campo .

A vida tem que continuar , o Futebol tem que continuar , há de se adaptar a uma nova realidade , hoje não pode ter público, não tenha , mas gradativamente e de forma responsável esse retorno se torna vital, ou há interesse em não retonar ou arrastar o máximo que puder ?!

Por isso vejo de forma lamentável o posicionamento do Fluminense e seus respectivos gestores em exercício.

Por Marco Velloso

Opinião – André F. de Barros – “O amor (ao Fluminense) em tempos de COVID-19 – Passagem (8)”

“O amor (ao Fluminense) em tempos de COVID-19 – Passagem (8)”


Você sabia que, no time campeão estadual de 1980, o lateral-direito tricolor (Edevaldo) envergava a camisa 2, o zagueiro central (Tadeu), a 3, o quarto-zagueiro (Edinho), a 5, o lateral-esquerdo (Rubens Galaxe), a 4 e o volante (Deley), a 6?
Você sabia que, na maior parte do tempo, no timaço de 83/84/85, o lateral-direito tricolor (Aldo) envergava a camisa 4, o zagueiro-central (Duílio), a 2, o quarto-zagueiro (Ricardo), a 3, o lateral-esquerdo (Branco), a 6 e o volante (Jandir), a 5?
Você sabia que, nos jogos decisivos de 1984, Paulo Vítor não sofreu nenhum gol? No Campeonato Brasileiro, foram duas semifinais contra o Corinthians – sendo uma vitória em São Paulo (0x2) e um empate no Rio (0x0) – e duas finais contra o Vasco – com uma vitória do Flu (0x1) e um empate (0x0). Já no Campeonato Carioca, foram duas vitórias consecutivas – contra Vasco (2×0) e contra Flamengo (1×0).
Você sabia que, no triênio 83/84/85, os gols decisivos do Fluminense ocorreram na baliza à direita das cabines de rádio? Recordar é viver: Assis contra o Flamengo (1983), Romerito contra o Vasco (1984), Assis contra o Flamengo (1984), Romerito contra o Bangu (1985) e Paulinho contra o Bangu (1985).
Você sabia que Assis marcou o gol do bi aos 30 minutos do segundo tempo, e Paulinho, o do tri aos 31 minutos do segundo tempo?
Você sabia que, embora o saudoso Assis tenha sido imortalizado como “Carrasco do Flamengo”, Paulinho foi o único jogador do Fluminense a marcar gol nos três triangulares decisivos? Recordemos: ele marcou gol contra o Bangu em 1983, contra o Vasco em 1984 e contra o Bangu em 1985.
Você sabia que o Danilo Félix é um Mário Bittencourt que sabe informática?
Você sabia que o Mário Bittencourt é um Danilo Félix que sabe juridiquês?
Saúde e paz para todos.

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