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Exclusivo: Candidato à presidência do Fluminense Hebert Borges confirma União com Ricardo Tenório.

Nesta manhã em uma reunião onde estavam presentes os candidatos Hebert Borges da chapa Fluminense pra frente e Ricardo Tenório da chapa Libertaores e seus assessores, firmaram aliança para a eleição do dia 8 de junho. Assim sendo a Chapa Fluminense pra frente está com Ricardo Tenório.

Mais informações após o candidato Hebert Borges publicar o comunicado oficial.

ST.

O Estádio que o túnel engoliu.

Arte: Marketing Fluminense FC.
 O Estádio que o túnel engoliu.
“O túnel Catumbi-Laranjeiras merecia ser um daqueles projetos que o povo pitorescamente chama de “obra de Igreja”.
  Arnaldo Guinle idealizou o que seria o novo Fluminense – clube que se iniciara com o século XX e que deveria projetar-se no mínimo para mais cem anos – mas nem de longe pretendeu fugir às suas raízes familiares. Prevaleceu o francesismo dos Guinles, mesclado ao conceito fechado dos tradicionais clubes ingleses. Conceito que inclusive marcava o Fluminense como um “football club”.
 “ De Histotias do Fluminense… Patinava no mesmo lugar desde 1947, quando o Rio ainda era município com prefeito nomeado. Emancipou-se a cidade, tornou-se um florescente estado e o novo governo – por fé, superstição ou lá o que seja – decidiu mudar  o seu nome, consagrando-o a Santa Bárbara. Na verdade, as obras nada ou pouco andavam pois era um tal desabamento de abóbadas, ocasionando entre os operários vítimas fatais nunca devidamente contabilizadas. Mudou-se o nome, fez-se num local estratégico uma capelinha para abrigar a imagem da santa e, como complemento, a célebre pintora Djanira providenciou o afresco daquela que protege os pobres mortais dos raios, trovoadas e, por extensão, de uma gama de acidentes. Aí tudo deslanchou sem maiores percalços, até que quase 20 anos depois era concluída a tão almejada ligação norte-sul. Que substituiria o trajeto centenário, que ia do Rio Comprido (via Barão de Petrópolis), passando pelo sopé de SantaTeresa e culminado na Rua de Laranjeiras pela descida da Mário Portela.  Havia restado um problema: o do escoamento do tráfego que pelo novo túnel desaguaria em Laranjeiras, no rumo direto a Botafogo. E, como já diziam os antigos sábios, a solução mais simples para um problema complicado é geralmente a mais desastrosa. Assim foi. Para duplicar a Pinheiro Machado seria necessário desapropriar casas e, o que era mais trágico, cortar parte substancial de majestosa entrada do Fluminense e uma nesga de seu estádio. Mais os jardins do Palácio Guanabara. Foram vãs as tentativas dos poderes do clube de sensibilizar os gestores públicos, que bateram o martelo e determinaram como indenização uma parte em dinheiro e um terreno onde ensaiava o tradicional bloco carnavalesco Canarinhos das Laranjeiras. Outra vítima inocente que hoje continua usando o mesmo nome tradicional, mas tem agora sua sede em… Jacarepaguá. Coisas do destino: em 26 de agosto de 1963, pouco antes da fase final  da desfiguração destruidora do estádio que ele, com seus recursos, construíra em 1917, morre Arnaldo Guinle. Pelo menos Deus poupou-o do imenso desgosto de ver o estádio do Fluminense – o mais bonito do Brasil, o primeiro de concreto, o primeiro a abrigar jogos da seleção brasileira e o único abençoado diretamente pelos braços abertos do Cristo Redentor – ser engolido por um túnel. 
 O patrono assim queria e assim patrocinou um conjunto arquitetônico assinado por Hypolito Pujol, dentro do estilo que pontificaria no Hotel Copacabana Palace, no Palácio das Laranjeiras e até mesmo no palacete do clã Guinle-Gaffrée-Paula Machado, ali na esquina de Dona Mariana com São Clemente, em Botafogo.
Teria que ser um complexo em que tudo se encaixasse e se harmonizasse, lado a lado o esportivo e o social. O planejado foi cumprido à risca. O futebol recebeu os mesmos requintes da sede, tendo ambos os setores entradas majestosas. A face social, na Álvaro Chaves, exatamente como é hoje; a destinada ao público ficava ampla na rua que anos depois se chamaria  Pinheiro Machado. Não esta Pinheiro Machado que conhecemos hoje: ela era uma via de mão dupla, larga o bastante para os raros fordecos que por lá passavam. O estádio ficava recuado cerca de dez metros na calçada de pedras portuguesas, com o anel de arquibancadas fechando o círculo de localidades destinadas ao público torcedor. Essa magnitude foi desfigurada (melhor,  destruída) nos anos 60 quando o governo do Rio – numa solução simplista para um difícil problema urbanístico – cortou a nossa praça de esportes, a mais bonita do Brasil, para alargar a Pinheiro Machado em nome do desafogo do trânsito que passou a fluir pelo recém-inaugurado túnel Santa Bárbara.
 Daquela monumental fachada só restam fotos, mostrando seu acabamento apurado, as artísticas grades de ferro batido, os desenhos do chão de pedras portuguesas. O espaço era tão amplo que a rapaziada e os desocupados o elegeram cenário de suas “peladas”. Os desafios de bola de meia se eternizavam, de manhã até altas horas, para desespero da vizinhança. Para atender aos justificados protestos, o vice-presidente de patrimônio Affonso de Castro resolveu colocar no local a placa: “Aqui é proibido jogar futebol”.
Estávamos no final da década de 20, de vacas magras e jejum de títulos para o time tricolor. De imediato e em revide, os punidos com a resolução do dirigente providenciaram um cartaz, colocado bem abaixo do outro: “E lá dentro, também”. Foi o que bastou para que no dia seguinte Affonso de Castro mandar sumir com a placa oficial e a “pirata”. E assim os peladeiros recuperaram seus domínios até que os governantes nos anos 60 fizessem o mais bonito  estádio do Brasil ser engolido pelo túnel”.

 É proibida a reprodução total ou parcial do texto, por qualquer meio de comunicação, sem prévia autorização. Direitos autorais reservados.

“Isto até parece um Coliseu!”

Arte: Marketing Fluminense FC

“Isto até parece um Coliseu!” Essa frase foi dita pelo almirante Alexandrino de Alencar, ministro da Marinha do Brasil, aos dirigentes do Fluminense, em 12 de setembro de 1918, ao fazer uma visita de inspeção às obras de construção do Estádio das Laranjeiras. O Coliseu de Roma, era sobretudo, um enorme instrumento de propaganda e difusão da filosofia de toda civilização romana.
    O Estádio das Laranjeiras foi construído para que o Brasil pudesse sediar o Campeonato Sul-Americano de futebol de 1919. A realização do torneio no Brasil, consolidava a devoção geral pelo futebol. A CBD não tinha recursos, mas o Fluminense liderado por Arnaldo Guinle, prontificou-se a construir o maior estádio da América Latina, até então. 
    O Estádio das Laranjeiras foi inaugurado no domingo, 11 de maio de 1919, com a presença do presidente Delfim Moreira, ministros e embaixadores. O Brasil goleou o Chile por 6 a 0, na estreia do campeonato. 
    Na final, na quinta-feira,  29 de maio, o jogo literalmente paralisava o Rio de Janeiro. Nas repartições públicas, por ordem do presidente da República, foi decretado ponto facultativo. Os bancos não funcionaram, enquanto grande parte do comércio fechou suas portas. Com a vitória de 1 a 0 sobre o Uruguai, com gol de Friedenreich, o futebol se consagraria nos corações e mentes dos brasileiros. Por toda a capital federal, inúmeras foram as comemorações. Em homenagem à vitória brasileira, o músico Pixinguinha compôs o choro “Um a Zero”, imortalizando o Campeonato Sul-Americano de 1919. 
    Em 1922, o Brasil voltaria a conquistar o Campeonato Sul-Americano no Estádio das Laranjeiras. O Fluminense conquistou muitos títulos no Estádio das Laranjeiras. Mas, Flamengo, Vasco, Botafogo, América e Bangu, também conquistaram títulos de campeões cariocas no estádio. 
    Dos 519 anos de história oficial do Brasil, o Estádio das Laranjeiras chega ao “Centenário”. No país do “bota-abaixo”, um estádio de futebol – que já foi palco de inúmeros outros espetáculos – chegar ao “Centenário”, é algo que deve ser muito festejado. 
    No século XXI, o turismo é uma das maiores fontes de receita e divulgação cultural, pelas principais potências econômicas do mundo. O Boca Juniors da Argentina nos dá o exemplo ao desenvolver na América Latina, o melhor caso de visitação ao Estádio La Bombonera. 
    O Estádio das Laranjeiras é um patrimônio e monumento nacional. O futebol é o maior símbolo da cultura e civilização brasileira. A preservação e visitação do Estádio das Laranjeiras deve se tornar uma “política de Estado”, do Fluminense e de nosso país. Que se busque a inspiração no Coliseu de Roma. Que hoje é o principal ponto turístico da belíssima Itália. 
    Contudo, vale recordar a frase do monge e historiador Beda, no século VII: “Enquanto o Coliseu se mantiver de pé, Roma permanecerá; quando o Coliseu ruir, Roma ruíra e quando cair, o mundo cairá”. Portanto, “Tricolores do mundo, uni-vos!” Pela preservação do Estádio das Laranjeiras, já!

* É proibida a reprodução total ou parcial do texto, por qualquer meio de comunicação, sem prévia autorização. Direitos autorais reservados.

Obrigado Fluminense, o futebol agradece

Foto: Lucas Merçon/FFC

Guerreiros da Sul , Tricolores e Tricolindas ! O que foi aquilo ontem ? Meu Deus ! Sensacional ! Emoção que não tinha há muito tempo. Emoção vivida e presenciada no gol de Assis, aos 46 do segundo tempo. Emoção no gol de barriga do Renato Gaúcho, emoção na Bombonera, emoção nos títulos brasileiros, mas ontem ? Ah ontem é bem diferente, né ? Três a zero com vinte minutos de jogo, pensei: F… !!! Vai ser uma goleada e amanhã não vou nem trabalhar – porque sou profesor de educação física e trabalho semanalmente com o manto, imagina a molecada me sacaneando ?? Aí veio o 3 x 2, perguntei: será ??? Ataque vai baixar o espírito dos guerreiros ?

Começou o segundo tempo e massacre do Flu, Júlio César fez varias defesas difíceis, mas a bola não entrava. Coração na boca, remedinho da pressão do lado e, vamos, empate ! Xinguei, quebrei copo no bar, todos rindo.

Mas aí veio a virada. Levantei e sai correndo, maior comédia !!! Kkkkk ! Aí veio o gol de empate, ducha de água fria ! Voltam a me sacanear no bar, meu Deus ! Não é possível. Só que aí saiu o quinto gol. Quase enfartei, êxtase total !!!!

Quem me sacaneava estava batendo palmas, incrível, o que é o Futebol ? Apaixonante !!! Mas não acabou ali. O árbitro me inventa um VAR aos 49 minutos do segundo tempo, mais emoção que isso, IMPOSSÍVEL !!!! Fica o suspense. Vai ou nao vai ? Sinistro !!

Mas fica a lição para o professor pardal teimoso, o nosso Guardiola paraguaio intransigente com três volantes. Bruno Silva e Airton não podem jogar juntos.

Queremos e exigimos um time leve, ofensivo, futebol bonito que se adapte ao sistema implantado por ele. Enfim, DINIZ, vê se aprendeu alguma coisa ontem, Porque não foi por acaso, recado divino dado.

Em tempo, Thiago Silva, duas da madrugada em Paris, assistindo ao jogo na cama ao lado da esposa e vibrando como nós, isso é ÍDOLO, MONSTRO !!! Campanha para trazer ele de Volta já !

No mais, Saudações Tricolores ! Vitoria na Guerra !

Ataque deixa de ser solução e preocupa

Crédito: Mailson Santana/Fluminense FC

O começo da temporada tricolor foi de muitos gols. Luciano e Yony González somam 20, sendo 12 do brasileiro e 8 do colombiano. Porém, nas últimas três partidas, somente um gol foi feito pelo Pedro na derrota para o Santos. A dupla de artilheiros no ano passou os jogos em branco e o jejum está ligado diretamente a falta de vitórias.

O reflexo disso está no pior início de Brasileiro na história dos pontos corridos do Tricolor. Essa é a primeira vez que o Flu fica sem pontuar após duas rodadas desde 2003.

Em quatro oportunidades, o Fluzão ficou sem vencer ao menos uma das partidas. Em 2003, perdeu a estreia contra o Criciúma e empatou com o Fortaleza. Em 2004, foram dois empates, Paysandu e Coritiba. No ano de 2007, o Fluminense empatou contra o Cruzeiro e perdeu para o Grêmio e, em 2008, empatou contra o Atlético Mineiro na primeira rodada e perdeu para o Náutico na segunda.

Grêmio e Fluminense já se enfrentaram 54 vezes no Campeonato Brasileiro, com 23 vitórias pelo lado gaúcho e 16 da equipe das Laranjeiras. Ao todo, foram 15 empates.

Fluminense teria ultrapassado o teto estipulado para tentar manter Everaldo

Foto: Lucas Merçon/FFC

Vivendo uma grave crise financeira, o Fluminense estipulou um teto de aproximadamente R$150 mil de salário mensal.

Para segurar Everaldo, um dos destaques do time na atual temporada, o clube das Laranjeiras teria aumentado o valor a fim de seduzir o atacante e, teria oferecido um valor de R$170 mil mensais por quatro anos de contrato. O jogador no entanto recusou.

Sabendo do real interesse do Corinthians no atacante, o Fluminense chegou a subir o valor para cerca de R$200 mil mensais pelos mesmo quatro anos. Ainda sim, Everaldo e seu estafe não aceitaram a proposta do Flu e aceitaram de fato a proposta do Corinthians.

De acordo com informações obtidas pelo Canal Flunews, o acerto entre o atacante e o clube paulista já estava velado há mais de um mês. Inclusive há quem garanta que um dos empresários do atleta nunca aceitou a ideia de seu cliente jogar no Flu, e na primeira oportunidade escolheu outro caminho.

Como já confirmado mais cedo, depois da confirmação do acerto com o Corinthians, Everaldo foi retirado do grupo que enfrenta o Grêmio na noite deste domingo (05) em Porto Alegre.

Não dá mais! Airton e Bruno Silva.

Nao dá mais, Airton e Bruno Silva

Mais um jogo e mais uma derrota do Fluminense. Dessa vez, o time saiu derrotado da Vila Belmiro por 2×1 para o Santos.

Novamente, a torcida tricolor se decepcionou com a dupla de volantes tricolor, Airton e Bruno Silva. Ambos foram muito xingados nas redes sociais.
Ambos tiveram uma fraca atuação, influenciando no resultado do time. E não é de hoje que esse enfurecimento da torcida acontece. Isso já vem de alguns jogos, porém, veio à estourar hoje.
Esaa questão de jogar com três volantes, não funciona como o Diniz quer. Airton, nitidamente fora de forma, ainda consegue dar um pouco de calma ao meio de campo na hora do aperto do ataque, as vezes. Agora, Bruno Silva, falta-lhe técnica e o principal, que é jogar futebol. Erra muitos passes e se enrola ao sair jogando. Hoje, foi a gota d’água.

Allan merece a titularidade mas ainda precisa ganhar confiança e parar de inventar em certas bolas. Falta orientação e acertar nas decisões.

Talvez seja a hora de dar uma chance ao Dodi como titular. Airton e Bruno Silva, atualmente, atrapalham mais do que ajudam.

Sem contar que a saída do Ganso tem sido um enorme problema, uma vez que o time tem muitas dificuldades para armar jogadas ofensivas. Depender do Luciano, que não é da posição para isso, tendo Léo Arthur e Danielzinho no banco, é no mínimo para irritar a torcida.

Segundo jogo no brasileirão. Segunda derrota. Diniz, vamos abrir o olho?

Saudações Tricolores,

Opinião do colunista Lauro Cernicchiaro sobre os pré-candidatos à presidência do Fluminense.

Guerreiros da Sul, Tricolores e Tricolindas, voltei!
Hoje vou falar um pouco da política do Clube, pois dia 8 de junho próximo teremos a tão esperada ANTECIPAÇÃO DAS ELEIÇÕES. Procurar esclarecer para aqueles que não frequentam o clube, não participam de grupos políticos mas são SÓCIO FUTEBOL como eu e tem direito a voto, ok?
Bem, temos cinco candidatos atualmente, dois ” cascudos ” que já possuem bagagem extraordinária no meio do futebol, experiência e altamente preparados e vacinados, e mais três lançando candidatura pela primeira vez. Vemos la.
1) Mario Bittencourt, foi diretor jurídico do clube e diretor de futebol, nos livrou do rebalixamento ao defender brilhantemente no caso Lusa, sem vice geral, ao lado do Dr Celso Barros, que virá no comando do futebol, com larga experiência e competência.
2 ) Ricardo Tenório, empresário, saiu há pouco da coligação TRIUNVIRATO,já foi diretor de Futebol também, possui grande experiência no meio, capaz de dar upgrade necessário, também sem vice geral. Até o momento irão ambos candidatos fazendo negociações e alianças para ocupar o cargo de vice e se fortelecerem. Muito bem. Os outros três.

1) Ayrton Xerez, ex deputado federal, tem o apoio de vários empresários tricolores consagrados, não o conheço, vice Edmundo Coelho, esse sim amigo pessoal, com uma grande vontade de ajeitar o clube, resta saber se vão deixar.

2 ) Marcelo Souto, conselheiro do clube, Presidente do Grupo Esperança Tricolor, criado pelo filho do Francisco Horta, também não o conheço, carreira solo, com ideideias e propostas novas.
3 ) Hebert Borges, advogado criminalista e empresário, oriundo das arquibancadas, YOUNG FLU, vem com apoio irrestrito da torcida, defendeu e soltou torcedores presos em várias situações, vem com muita vontade.

Gostaria muito que essa eleição tivesse apenas duas chapas, opinião pessoal minha, Mario Bittencourt & Celso Barros e do outro lado Ricardo Tenório & Pedro Antonio! Aí sim , BRIGA DE CACHORRO GRANDE, com debates, entrevistas, apresentação de plano de gestão, e o principal MEDIDAS IMEDIATAS A PARTIR DE 10 DE JUNHO, aí sim, chegar eleito com choque de ordem, arrumar a casa, custe o que custar, auditoria, abrir a caixa preta, Samorin, mistério Marcelo Teixeira, balancetes passados, enfim, averiguar e responsabilizar quem brincou de ser Presidente e afundou o clube. Concomitantemente partir com muita disposição e planejamento pré determinado, resgatar a credibilidade no mercado, patrocínio master, material esportivo, revitalizar o programa sócio torcedor e trazer a confiança do torcerdor tricolor de volta. E abrir o peito e falar : “AGORA SIM ” , isso que eu e milhares de tricolores esperamos. CHEGA DE AMADORISMO, ser Presidente por vaidade ou status, nao valorizar grupinhos ou ego pessoal. Tem que entrar, sabendo da furada, não dizer depois de eleito:
“NAO SABIA QUE A SITUAÇÃO ERA TÃO CRÍTICA ” , sem essa, eleito, bate no peito, encara e vai pra dentro. Lógico com aporte político e suporte financeiro já definido. Isso que desejo, e acredito que a grande maioria.
Então que vença realmente o melhor para o FLUMINENSE!
Saudações Tricolores.
Vitória na Guerra!

Comunicado: Movimento Cidadania Tricolor emite carta aberta aos pré-candidatos à presidência do Fluminense FC.

Segue a carta na íntegra.

Carta aberta aos pré-candidatos à presidência do Fluminense

O Movimento Cidadania Tricolor – criado como forma de resgate de princípios do outrora clube invejado pela organização e disciplina – e preocupado com os rumos da centenária instituição, vem propor um debate aberto aos pré-candidatos à presidência do Fluminense.

A referência para o debate advém de dois conceitos. O primeiro, condição necessária – mas não suficiente, da honradez. Entendemos que o Presidente do Fluminense deva ter uma biografia exemplar. Tenha servido e não se servido do clube. Tenha, por fim, uma postura ética no enfrentamento das lutas do dia a dia.

Mas, é claro, honradez só não basta. É fundamental que o Presidente do Fluminense, diante dos extraordinários desafios que se impõem, tenha competência suficiente para gerenciar o clube. A situação financeira em curto prazo é caótica. Ter um plano para resolvê-la, e explicitá-lo, é condição “sine qua non” para ser Presidente neste momento.

Além disso, o Movimento Cidadania Tricolor propôs onze pontos essenciais para a transformação do clube, enunciados abaixo:

1- Transformação da Gestão
2- Equacionamento da dívida
3- Reativação da sede social
4- Reavaliação estratégica dos Esportes Olímpicos
5- Modernização e gestão dos estádios das Laranjeiras e Maracanã
6- Condução de Xerém e do CT
7- Gestão do Marketing
8- Atração de investidores e patrocinadores
9- Redução dos custos operacionais
10- Gestão do Futebol
11- Responsabilidade Social

Resumindo, instamos os pré-candidatos a:

  • Revelar se há, na sua trajetória, fatos que, de alguma forma, possam macular a representação que terão ao exercer como Presidente do Fluminense. E se já se serviram do clube;
  • Explicitar como será equacionado no curtíssimo prazo a caótica situação financeira;
  • Indicar suas posições relacionadas aos pontos propostos para a modernização do clube.

Sendo o Conselho Deliberativo o condutor do processo eleitoral, sugerimos ao Presidente do Conselho que organize um grande debate em torno dos temas levantados.

Respostas por escrito dos candidatos serão bem-vindas na página do Facebook do Movimento Cidadania Tricolor.

Saudações Tricolores.

CENÁRIO DE 46 PONTOS. Opinião de Marcelo Accetta.

CENÁRIO DE 46 PONTOS

Com inicio de um cenário assustador, não poderíamos ter começado pior um Campeonato Brasileiro. Vimos um time limitado nas ações, tocando excessivamente a bola, com a finalidade de valorizar a posse desta. Mas diante disto, o fato é que isto não surta o efeito esperado, pois não estamos tendo objetividade, ou seja, não temos jogadas de infiltração, não estamos fazendo gol, não estamos tendo jogadas ao fundo, meio campo sem criacao. Chegar ao gol adversário nas poucas vezes que chegamos, é ridículo para os 90 minutos…A forma que estamos jogando, está sendo bem estudado pelo adversário e com isso, facilmente, neutralizado por eles.
Não me venham falar que se não houvesse falta, se não houvesse gol anulado, se não tivesse perdido pênalti…Vamos deixar o “se” de lado e não se iludir com o time e nem com o esquema proposto(arbitragem sempre ruim, isso nao é de agora e muito menos surpresa). Além de ser um esquema de “presa facil” não temos time para jogar dessa forma e não é de agora que isso é percebido. Teremos dois confrontos muito difíceis nesta semana, mas que dará oportunidade do time reverter está situação ou mesmo se afundar de vez e ter dificuldades de fazer os 46 pontos. Está muito claro que, por mais esforçado que seja, Rodolfo não tem condições de ser titular do time e o mais preocupante é que isto está muito visível e nem assim se toma uma decisão na contratação de um outro goleiro. Diniz não propõe uma mudança de jogo, mesmo que alternativa e isso acaba sendo muito perigoso, na medida que os resultados podem ir aparecendo. No campo político apresenta novidades, vide nomes surgindo, mas que, sinceramente, tenho minhas dúvidas quanto à essas novas candidaturas (além da dificuldade dos 200 nomes), nenhuma com o impacto que precisamos. Entendo que precisamos de renovação, mas sem uma mudança estatutária o clube fica muito “engessado”para o que precisa ser feito. Muitas ações na justiça aparecendo contra essa eleição, o que já era esperado.
Absurdo o que foi prometido ao associado e não cumprido, ou seja, deste poder votar e agora com esta nova situação, sendo impedido de participar. Muitos buscando reverter essa questão, também na justiça… cenário péssimo, retrato dessa gestão.
Infelizmente é o FLUMINENSE no meio disso tudo.
Saudações Tricolores.

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