“UFA! VENCEMOS, MAS NÃO CONVENCEMOS.” Opinião Lauro Cernicchiaro

“UFA! VENCEMOS, MAS NÃO CONVENCEMOS.”

Minha leitura sobre o jogo de ontem é a seguinte: Abel entrou com uma nova formação, ofensiva, dois zagueiros como muitos pediam, barrou Cris Silva, sequer foi relacionado, como muitos pediam correto?

Entrou com um 4-3-3, dois volantes apenas, Arias fazendo função de meia e três atacantes.  Aí não deu liga! Primeiro tempo horroroso, SX não existe, Pineida não rola na LE, todo torto, zaga falhou nós dois gols, erros individuais consecutivos, LH totalmente fora de foco, disperso e ineficiente. 

Culpa exclusiva do Abel? Fala sério!

Não temos é peça de reposição a altura, o Ganso obviamente não aguenta a maratona de jogos, viagens longas, tem que ser poupado, Nathan não é confiável, lacra mais no Tik Tok que nos treinos, Abel não confia nele. JK moleque irresponsável, está no mesmo caminho que Robert e Maycon, se perdendo, enfim.

Segundo tempo as substituições dele foram.cirúrgicas, entrada de Caio Paulista e Ganso,  depois Fred e Marlon, acertou, e viramos o jogo.

Resultado foi muito bom. Uma bela virada em 45 minutos, mas o primeiro tempo fraco, lembrou os jogos contra Olímpia, Botafogo e Jr Barranquilla, enfim , Abel está com sérios problemas de acertar essa equipe, não coloco a culpa toda nele!

Saudações Tricolores

O texto é de responsabilidade do autor.

Foto destaque lance.com.br

Análise: Fluminense faz primeiro tempo muito ruim, melhora no segundo mas saí derrotado da Colômbia

O Fluminense realizou seu primeiro jogo fora de casa na Copa Sudamericana e não foi o que o torcedor esperava. Com um primeiro tempo muito abaixo, o tricolor sofreu 2 gols e teve que correr atrás do resultado mas não conseguiu furar o bloqueio adversário e no fim do jogo tomou o 3º gol do Jr Barranquilla e acabou derrotado por 3 a 0, com isso caiu para 3ª posição no grupo.

Abel Braga manteve o time que enfrentou o Santos, analisado pelo Tática Didática, com a volta de Ganso ao time titular, o meia tinha sido poupado na partida do Brasileirão. O Fluminense tinha menos posse de bola e também errava muitos passes, Yago não dava sequência as jogadas ofensivas e o tricolor perdia nas divididas com a zaga colombiana, Ganso jogava mais a frente e Árias fechava as linhas de marcação. Abel encontrou uma forma do camisa 10 jogar os 90′, sem muita obrigação de marcar o meia tricolor consegue se poupar durante a partida e com isso tem mais liberdade para jogar.

Antes do gol adversário o Fluminense adiantou suas linhas e pressionava o Jr na sua defesa e foi assim que os colombianos chegaram ao gol. André e Yago subiram para pressionar, a equipe colombiana conseguiu sair jogando e com um passe em profundidade, achou o extremo nas costas da última linha, e com uma passe para trás Moreno finalizou sem chances para Fábio. A defesa estava desorganizada e André deu muito espaço para o atacante finalizar dentro da área. No 2º gol o Fluminense errou uma saída de bola e André acabou fazendo a falta, fora da área, mas o juiz marcou pênalti, Borja bateu bem e fez o gol.

No segundo tempo Abel tirou os dois laterais, improvisou Nino na lateral direita e abriu os extremos com Luis Henrique e Árias na amplitude, com Ganso e Cano centralizados, em alguns momentos o Fluminense se organizava ofensivamente e defensivamente no 1-4-2-4. O extremo tricolor, Luis Henrique, criou boas chances mas não foi possível sair o gol. Árias também melhorou na segunda etapa mas acabou cansando e foi substituído, Manoel sentiu uma contusão e deu lugar a Martinelli, com isso Yago foi para a lateral direita e Nino voltou pra zaga.

O Fluminense conseguiu finalizar mais e ter mais posse porém sem perigo ao gol colombiano, Fred entrou no lugar de Cano, que não estava em um bom dia, e buscou bastante o jogo. Teve uma oportunidade ao finalizar de voleio em cima do goleiro adversário. Ganso também teve a chance de diminuir o placar em cobrança de falta, mas o goleiro fez ótima defesa.

Com a derrota o Fluminense caiu para a 3ª colocação com 3 pontos, e precisa vencer seus jogos em casa para sonhar com a classificação, já que apenas o 1º colocado do grupo se classifica a próxima fase, Abel terá trabalho para organizar melhor sua equipe nas partidas fora de casa, onde o tricolor tem péssimo aproveitamento. Pela Sudamericana o Fluminense volta a jogar no Maracanã na próxima rodada contra o União Santa Fé da Argentina.

Análise: Com grande atuação de PH Ganso, o Fluminense domina Oriente Petrolero e vence na estreia da Copa Sul-americana.

Abel Braga repetiu o modelo de jogo que deu o título do Campeonato Carioca no empate contra o Flamengo, sem Nino, suspenso, Calegari, poupado e Felipe Melo machucado o Fluminense começou no 1-3-4-1-2, com Árias e Cano no ataque.

Com muito mais posse de bola o tricolor dominava a partida e teve as melhores oportunidades, Ganso foi o melhor em campo e apareceu seja na 1ª fase de construção, ou organizando o meio de campo nas transições ofensivas. Árias também tinha bastante liberdade e flutuava das extremas para o centro do campo, dificultando a marcação do adversário. 

Yago e André participavam das ações ofensivas, assim como os laterais Samuel Xavier e Cris Silva, e em uma dessas jogadas saiu o gol do Fluminense, Yago arriscou de fora da área e o goleiro do Oriente Petrolero espalmou mal para frente, Cris Silva bem posicionado finalizou para o gol praticamente vazio fazendo 1 a 0 para o tricolor. O segundo gol não demorou para sair, Árias carregou a bola da extrema para o meio e deu o passe para Ganso, que com um toque de maestro achou Samuel Xavier na direita, o lateral de primeira rompeu a linha adversária e encontrou Árias nas costa da última linha, que finalizou forte sem chances para o goleiro.

Com o 2 a 0 no placar, o Fluminense voltou para o segundo tempo seguro e sem forçar muito, poupou seus principais jogadores e numa infelicidade do zagueiro adversário fez o 3 com um gol contra. Vale observar que a equipe tricolor consegue realizar triangulações com aproximação de seus jogadores de meio e atacante, envolvendo o adversário e conseguindo gerar superioridade numérica no último terço do campo.

O Fluminense conseguiu um bom resultado e como se classifica apenas o 1º colocado de cada grupo é importante vencer e com uma boa diferença de gols, ainda é uma longa caminhada mas o tricolor tem tudo para chegar ao título internacional tão desejado pela torcida.

“O Cartola.” Por Eduardo Coelho

O CARTOLA

O principal símbolo do Fluminense: o CARTOLA! O Fluminense sempre teve apreço pela democracia! O Fluminense foi o primeiro clube do Brasil a criar um "Conselho Deliberativo", em 1920, para fiscalizar a gestão de seus presidentes. Não é à toa, que a História tricolor não teve espaço para déspotas autoritários e os demagogos não prosperaram. A criação do "Conselho Deliberativo" do Fluminense ocorreu na gestão do fantástico "Dr° ARNALDO GUINLE, O PATRONO E MAIOR NOME DA HISTÓRIA DO FLUMINENSE". 
O CARTOLA simboliza os dirigentes do período do Clube exemplar, do Clube modelo, aonde os dirigentes dos outros clubes iam aprender no Fluminense, como fazer gestão esportiva e cultural. O CARTOLA simboliza a disciplina, a inteligência, a educação e a fidalguia tricolor. 
O Clube exemplar de Laranjeiras, foi digno de ser chamado por Jules Rimet, o ex-presidente  da Fifa, de: "A organização esportiva mais perfeita do mundo!" O grande dramaturgo Nelson Rodrigues, também definia o Fluminense: "Não se dá um passo em Álvaro Chaves sem tropeçar numa glória!" A Taça Olímpica de 1949, uma das maiores premiações desportivas do mundo, completamente ignorada pelos "idiotas da objetividade", viria a coroar uma busca incessante na prática desportiva.
O Fluminense é o clube aonde nasceu a disciplina da Educação Física e se deu o seu desenvolvimento. Apesar de ter nascido com a vocação do FUTEBOL e ter essa marca em seu nome, segundo a definição de Mário Filho: "O Fluminense é o Clube de todos os esportes". 
O Fluminense teve grandes presidentes e grandes dirigentes que não chegaram a ser presidentes. Muitos intelectuais entre os seus quadros. Para não cometer injustiças, sempre  homenageio e cito apenas o Dr° ARNALDO GUINLE, pois este é INCOMPARÁVEL! Mário Filho disse: "O Dr° ARNALDO GUINLE É O PATRONO DO ESPORTE BRASILEIRO!" ❤🇧🇷


OrganizaçãoEsportivaMaisPerfeitaDoMundo

DetentorDaTaçaOlímpica1949 #Fluminense

Não foi uma vitória normal !!! – Por Roberto Medeiros

Não foi uma vitória normal !!!

A euforia justa e legítima que nos toma as veias decorre de um título vencido a várias mãos. Várias mesmo, pois foi a sua indignação nas redes sociais, com cada um dos caracteres digitados, dando voz a uma torcida ferida por tantos desmandos, que movimentou e fez mudar obtusos pensamentos que levaram o nosso Fluminense, recentemente, a derrocada em diversas competições importantes. Portanto, não foi normal vivenciarmos isso. Normal seria uma ideia de jogo retrógrada que incutia na cabeça dos jogadores a mediocridade dos pequenos e médios, e mascarava um time que nasceu com a vocação para as vitórias. Nos jogos das finais o Fluminense foi o novo velho normal, se engrandeceu, reviveu os bons tempos em que, independente da qualidade dos times do nosso maior rival, sempre, sempre nos saíamos melhores, e fazíamos vitórias se tornarem normais.

Nosso treinador Abel foi gigante na sua humildade, quando reconheceu e assumiu seus erros e que algo precisava mudar. Teimosia e arrogância não combinam com sucesso. Colocou o time para cima deles e fomos Fluminense.

Ontem também não foi normal, porque derrubamos uma muralha até pouco tempo, aparentemente intransponível. Derrubamos a empáfia, a arrogância, a soberba e contrariamos a lógica de uma mídia tendenciosa. Não existe time invencível. Descemos nosso adversário do ‘’otopatamá’’ e, poderíamos até dizer que, diante de tantas vitórias seguidas e uma invencibilidade insistente, que nós agora subimos para um patamar mais elevado. Entretanto a prudência diz que não. Isso não combina com a nobreza da nossa história, nem com a nossa indefectível fidalgia, muito menos com a nossa sabedoria, afinal, sabemos que nenhuma vitória é para sempre. Aprendemos com a dor e inauguramos, quem sabe, um novo capítulo de glórias e vitórias, como sempre nos mostrou a fantástica história do Fluminense.

Não foi uma vitória normal, porque vimos um jogador outrora apático e sem inspiração para exercer sua profissão, mostrar o seu verdadeiro valor e talento, como maestro de um time renovado, e contribuir significativamente para um título que não tínhamos há 10 anos. Valeu Ganso.

Não foi uma vitória normal porque fazia tempo que não víamos uma revelação de Xerém, vestir nossa armadura com tanta garra. Infelizmente, nos acostumamos com traíras que foram criados em Xerém, mas no entanto torciam por outros clubes e não hesitaram em querer menosprezar o Fluminense,  tão logo vestiram a camisa do rival. André, foi gigante nessa conquista e não tenho dúvidas em afirmar que, muito em breve, estará vestindo a camisa da seleção brasileira, em que pese os questionáveis critérios atualmente utilizados. André reuniu a garra de Denilson Rei Zulu, com a técnica de Deley e o amor ao Fluminense de Assis. Moleque André você nos encheu de orgulho.

Seria injusto se não citasse outros dois jogadores que encarnaram o que é ser profissional. Vencidas as desconfianças iniciais, David Braz e Felipe Mello foram importantíssimos nessa jornada e emprestam suas experiências para contagiar esse time que, com alguns ajustes, pode continuar a nos dar muitas alegrias. Valeu David Braz, Valeu Felipe Mello, Ruf! Ruf!

Não foi uma vitória normal porque pode ter sido a última conquista de um dos nossos maiores ídolos contemporâneos. Fred está terminando sua gloriosa carreira e recebeu essa retribuição do clube, com o título no Maracanã, pelos seus bons serviços prestados. Valeu Frederico.

Não foi uma vitória normal porque o pai do Lorenzo em outros times não era campeão de nada. Vibra Cano, agora você é um vencedor. Como diria a torcida tricolor, você cheira a gol. Assis, no céu, deve ter ficado orgulhoso. A capa do carrasco que estava sem dono, agora possui um herdeiro. Com as bênçãos de João de Deus e de todos os tricolores vivos e mortos, Cano eu te batizo carrasco do time de Remo.

Por fim, parabéns para você fiel tricolor que vibra e chora pelo seu clube, que paga se associando e não é ouvido, que sofre para comprar um ingresso, que é enganado em diversas oportunidades. Hoje não foi um dia normal, você pode sorrir e gritar para todos lhe ouvirem:

EU SOU CAMPEÃO CARIOCA DE 2022.

“Na mão grande, não! (2)” – Por André Ferreira de Barros

“Na mão grande, não! (2)”


Sr. Mário Bittencourt,
Quem conhece futebol, sabe que o chope da vitória demora à beça para chegar. Afinal, o resultado da partida final é incerto.


Ou não?


Seria muito proveitoso que um veículo de comunicação com credibilidade gerasse imagens internas e atualizadas da Gávea. Ninguém arruma a festa antes. Afinal, o resultado da partida é incerto.


Ou não?


Saudações tricolores!

“Na mão grande, não!” – Por André Ferreira de Barros

“Na mão grande, não!”


Sr. Mário Bittencourt,
Semana de Fla x Flu decisivo impõe-nos, a todos, uma Trégua de Natal. Assim obro neste momento.
É célebre a frase de Karl Marx – prolatada em “18 Brumário” – segundo a qual “… primeiro como tragédia [Napoleão Bonaparte], depois como farsa [Luís Napoleão]…”.


Essa é a História dos campeonatos cariocas nos últimos 40 anos. Em 1986, o W.O foi uma tragédia que nos custou o tetracampeonato; depois, sucederam-se farsas.


Sr. Presidente, na primeira etapa do jogo de ontem, o assistente invalidou, ab ovo, uma jogada legítima do Fluminense que redundou em gol. Nem consulta ao VAR houve. Por outro lado, no segundo tempo, o mesmo personagem deu seguimento a um ataque dos Orcs que culminou com grande defesa do Fábio. Não tenha dúvidas que “… no seu legítimo espaço de interpretação…”, os árbitros – inclusive os da cabine – considerariam que se dera uma nova jogada – uma nova linha de desdobramento causal, em juridiquês.
Caras de pau!!!


Mais, no último lance do jogo, armava-se um contra-ataque do tipo “4 contra 2”. O que Sua Senhoria, o árbitro, fez? Trilou, imediatamente, o apito, impedindo jogada promissora do Fluminense.


Quem já deu dois treinos sabe que essa vantagem de dois gols é facilmente descontada com um cartão amarelo aqui, outro ali e um vermelho acolá. E a alegação já está na ponta da língua da Flapress: “… o time do Flamengo é melhor!…”, “… deixaram chegar…”, “… a torcida foi o décimo segundo jogador…” e outras bobagens repetidas como mantras.


Vão nos roubar, na cara dura, Sr. Presidente!!!!!
Isso é perceptível no ar!!!!
Decerto, a farmacologia jurídica oferta algum remédio para dizer: “Pilantras, estamos aqui! E processos choverão!”


Como tenho em mente uma medida cautelar, o juízo cível é, sim, competente! Quanto ao fumus boni juris? O senhor pode juntar uns 500 vídeos de jogos decisivos, começando, por puro diletantismo, pela criminosa marcação de impedimento do Palhinha em 1980. Naquele fatídico lance, o urubu foi campeão brasileiro.


O circo está armado para um falso estoicismo rubro-negro, Sr. Presidente. Repito, isso se sente no ar.
Incumbe ao senhor – e apenas ao senhor – velar para que não façamos papel de palhaços no maior espetáculo da Terra.


Saudações tricolores!

O texto é de responsabilidade do autor.

“LUTEM ATÉ O FIM” – Opinião, Lauro Cernicchiaro

Bom dia, Guerreiros da Sule Tricolinda! 

No domingo eu estava lá, sempre no mesmo local, 113/114 sul inferior, torcida acreditou, deu mais um voto de confiança, afinal a paixão sempre fala mais alto, público 28.500, no canil, aproximadamente 4.000, mais uma vez faltou postura em campo, faltou atitude e agressividade, reflexo do sistema tático covarde imposto pelo Abel! Até quando? Parei de contar quando chegou a dez, as bolas recuadas para Marcos Felipe, ei mesmo dar um chutão para frente, toques laterais improdutivos me aos uma vez reinaram, não me importo de perder, mas que os jogadores em campo se dediquem, que apresentem uma evolução técnica e tática com o decorrer dos jogos e treinamentos, quando estamos com a bola no pet, parecem que tem medo, querem se livrar logo dela, não vejo ímpeto, ousadia, de ir para dentro, tentar um drible vertical, um chute inesperado, impera o medo! 

Infelizmente! Abel repense a sua proposta de jogo, pq o inciar sempre com três zagueiros? Futebol é diversidade, evolução, esperamos mais de vc! Fomos 22.000 tricolores apaixonados ontem, vi várias famílias com crianças, lindo! ” O medo de perder inibe a vontade de vencer! ” Quanto a classificação, comemorei sim, a eliminação do Bostinha, jogadores arrogantes, o que esse tal de Ericson fez com a bandeira do nosso clube é um total desrespeito,não podia passar em branco no campo, nenhum jogador foi em cima dele cobrar, reflexo da atitude inoperante em campo, atitude apática, queremos brio, raça, que defendam a honra do clube em campo, que vistam literalmente nosso manto tricolor! 

Fred a você meus sinceros agradecimentos por ontem, em oito minutos infernizou a cachorrada,mostrou aos demais atletas que já estavam cabisbaixos e entregues a derrota, o verdadeiro significado da minha faixa ” LUTEM ATÉ O FIM! “, muito obrigado capitão pela classificação! O vídeo do garoto que está rodando é sensacional, o espírito é esse, e quarta, independente da situação política do clube, presidente, gestão, etc, estarei lá! Vi muitos amigos criticando , com razão a atuação desastrosa de ontem, mas não comemorar por ser oposição jamais o farei! 

Quarta temos obrigação de ir, torcer, apoiar a instituição Fluminense, e impedir que a seita do mal seja tetra! Carioca vale sim, e muito! Estarei lá, e espeto que vocês tricolores, também estejam, não importa, eles se borram quandodo outro lado tem o nosso manto! Nós somos a história, e Somente o que sentimos, justifica o que fazemos! Vamos com tudo para cima da Mulambada! Tem que respeitar!

ATENÇÃO: NÃO DEIXE A SORTE SE CANSAR (por Antonio Gonzalez)

Ontem (segunda 28) escrevi para um amigo, Tricolor como a gente que pensa e vive o Fluminense grande:

“Quanto mais vivemos, aprendemos.

Quanto mais torcemos para o Fluminense, aprendemos ainda mais”.

Havia pouco o que comentar.

O regozijo pela classificação para as finais do Carioca trouxe, previamente, consigo algumas marcas (das que doem muito).

Decepção, raiva, amargura, mágoa, revolta, desilusão… sentimentos únicos… juntos e misturados.

Mais uma vez o Fluminense nos tira do sério e nos maltrata. Time covarde, sem conteúdo, mal escalado, pessimamente treinado e de ideias ultrapassadas.

Após o 2° gol botafoguense voltei no tempo, aturdido, tal qual aquele fatídico 13 de agosto de 2014… o mesmo sabor do 5° gol marcado pela equipe do América de Natal, naquela também vergonhosa derrota em pleno Maracanã, 5 a 2 para o time potiguar, o que nos custou a eliminação na Copa do Brasil.

Assim como na atualidade, o Vice Presidente de Futebol em 2014 era o Presidente Mário Bittencourt.

Entretanto quis o destino escrito pelo Gravatinha que dessa vez, faltando 10 segundos, surgisse o gol milagroso. Graças a Deus (me perdoem o trocadilho) o Cano não permitiu que o Fluminense entrasse pelo cano.

Feridas machucam, fazem sangrar, doem… entretanto (se tratadas) cicatrizam, são curadas.

Amanhã tem Fla-Flu. É a primeira parte de um jogo de 180 minutos. Temos a obrigação de impedir o tetracampeonato carioca do arquirrival.

Por isso suplico: que tal se por momentos a gente esquecessse a vergonha vivenciada no domingo passado?

Repito: “Quanto mais torcemos para o Fluminense, aprendemos ainda mais”.

Termino essa coluna reproduzindo parte da letra de “FLUMINENSE EU SOU!”:

“Em 1902 nascia a lenda, somos a história, pó de arroz.
JOGA COM RAÇA, NOSSO POVO TE ABRAÇA, João de Deus, o Careca… VENCER OU VENCER!”

Mas não se esqueça de acender 10 caixas de velas para que os espíritos de Quincey Taylor, Carlos Carlomagno, Ondino Vieira, Gentil Cardoso, Zezé Moreira, Tim, Telê Santana e Pinheiro, consigam iluminar a, cada vez mais sem luz, cabeça do Abel.

Façamos a nossa parte de torcedores.

É bom não abusar da sorte. O sucesso da gestão é o sucesso do Fluminense.

Mas é importante não cansar a sorte.

Que venha o Flamengo.

Antonio Gonzalez

foto Flu memória

Análise: Fluminense joga muito mal, sofre dois gols e no fim, com gol de Cano, se classifica para a final do Carioca 2022.

Em jogo de muitos erros, sonolento, mal nas transições e sem inspiração no meio de campo o Fluminense sofreu dois gols, e teve que buscar o gol da classificação que veio de forma dramática com gol de German Cano aos 52′ do segundo tempo.

O tricolor entrou em campo com a mesma formação da primeira partida, só Nino que deu lugar a Lucas Claro, foi uma ausência. Ainda sem Luís Henrique o Fluminense tinha muita dificuldade na trasição ofensiva, sem velocidade pelos lados do campo não conseguia chegar ao ataque. Embora Willian ficasse aberto pela direita, abrindo espaços para Calegaria infiltrar pelo meio e Pineida na esquera, o Fluminense não levava perigo ao gol adversário, além de errar muitos passes e permitir os contra-ataques do Botafogo.

Árias tentava as jogadas pela extrema e flutuava pouco pelo meio, com isso o Fluminense dependia de Martinelli e André na criação, o colombiano até teve boas oportunidades mas finalizava mal, acabou sendo substiuído no intervalo, acredito até por questão física do que por qualidade técnica e função na partida.

Já no segundo tempo o treinador Abel Braga abriu mão dos 3 zagueiros e colocou Ganso em campo, o Fluminense tinha mais criatividade e controlava o meio campo mas não tinha intensidade e com isso cedia ao Botafogo espaços para contra atacar. Ganso jogava nas entrelinhas do Botafogo e buscava ações ofensivas, Nonato, que também entrou no intervalo, errava muitos passes

Já no fim da partida em falta cavada por Fred, que entrou minutos antes do 2º gol do Botafogo, cavou uma falta no 2º terço do campo e deu ao Fluminense a possibilidade de jogar a bola na área adversária, Yago cruzou na 2ª trave e Ganso finalizou no travessão, a bola sobrou para Cano que empurrou para o gol da classificação.

O Fluminense volta a campo para a final do Carioca 2022 contra o Flamengo, é a 3ª final entre as duas equipes de forma consecutiva. O Flamengo vai em busca do tetra consecutivo e o Fluminense querendo quebrar a hegemonia rubro-negra nas últimas temporadas.