Protesto

A nossa insatisfação é total, pois estamos passando por um momento de muita crise, crise política e financeira, o que torna o Fluminense um barril de pólvora, pronto para explodir.

Todos se dizem indignados, exigem providências das mais variadas, se colocam à disposição para qualquer coisa que possa vir a ajudar o clube etc., mas poucos são aqueles que realmente vêm dando as caras.

As lideranças que se proclamam contrárias à gestão deveriam estar à frente das manifestações movidas por aquele que é o nosso maior patrimônio: a Torcida!!!

Ontem, mais uma vez, a nossa torcida se fez presente, e em grande número, na sede das Laranjeiras quando o Conselho Deliberativo se via reunido em assembleia de caráter extraordinário. Tudo bem que houve excessos e que esses excessos não repercutem positivamente, mas o fato é que os torcedores puderam sim extravasar a insatisfação que os contamina.

Eu, de minha parte, por razões pessoais, não pude me fazer presente ao protesto, porém, sempre que a torcida se reuniu eu estava lá com ela ou assistindo à reunião como um torcedor apaixonado e ávido por dias melhores.

A ausência das lideranças de oposição (possíveis candidatos) nesse momento é muito sentida, pois deixa a impressão de que não querem se expor na hora de roer o osso e estão apenas aguardando o momento certo de comer o filé.

Isso faz com que todos passem a pensar que a oposição é fraca, é desunida e é movida por interesses que se dividem pela conveniência.

Ou aqueles nomes que são tidos como possíveis comandantes de uma mudança radical aparecem ou iremos todos morrer na praia, incapazes de salvar o Fluminense do naufrágio.

Saudações Tricolores!!!

Wagner Aieta

O Destruidor de sonhos

 

Diante duma proposta que lhe parecera mais conveniente, profissional e financeiramente, Henrique Dourado se transferiu do Fluminense para o Flamengo. O que seria do roxo se não fosse o mal gosto?

Mas o verdadeiro Ceifador, o real Destruidor de Sonhos, desgraçadamente, permaneceu no nosso Fluminense. Seu nome é Pedro Eduardo Abad. Sim, haveremos de chamá-lo pelo nome mais amplo, evidenciando a distância sanitária que queremos manter desse senhor, que não é tricolor nem aqui nem na China.

Pobre torcida tricolor!!!

Padecemos todos nas cruéis mãos do Destruidor de Sonhos, Pedro Eduardo Abad.

Crianças e adolescentes não contêm as suas lágrimas diante dos consecutivos insucessos do Fluminense. É porrada em cima de porrada. As esperanças deles frequentemente viram pó nas tenebrosas mãos do Destruidor de Sonhos, o Sr. Pedro Eduardo Abad.

De seu turno, tricolores de meia idade se exasperam, lembrando-se de Presidentes da estatura de Francisco Horta e de Manoel Schwartz. É porrada em cima de porrada. As esperanças deles, igualmente, viram pó nas tenebrosas mãos do Destruidor de Sonhos, o Sr. Pedro Eduardo Abad.

Torcedores da melhor idade, então, se angustiam ao extremo, pois têm fundadas dúvidas se verão, ou não, um Fluminense grande novamente. É porrada em cima de porrada. As esperanças deles também viram pó nas tenebrosas mãos do Destruidor de Sonhos, o Sr. Pedro Eduardo Abad.

É isso mesmo: desafortunadamente, toda a grande torcida tricolor é refém do Destruidor de Sonhos e do odioso grupelho que o apoia.

Abrimos, aqui, espaço para bradar aos integrantes da Flusócio: os senhores têm vocação à mediocridade, mas não podem tornar o gigante Fluminense em clube medíocre. O Fluminense não é de vocês!!

Num dado ano do século XIX, o naturalista francês Saint-Hilaire, no livro “Viagem à Província de São Paulo”, disse algo assim: “Ou o Brasil acaba com a saúva, ou a saúva acaba com o Brasil”.

Pois bem, ou a torcida tricolor – cadê a Young- Flu, cadê a Força-Flu? – afasta a fórceps a Flusócio ou a Flusócio acaba com o Fluminense.

Simples assim!

Saudações tricolores!

Marcelo Jorand e André Ferreira de Barros

 

Khrushchov e Abad vs. Stálin e Siemsen

Em 05 de março de 1953, morreu Josef Stalin. Na sequência, como Primeiro Secretário do Comitê Central do Partido Comunista da União Soviética, assumiu Nikita Khrurshov. Tempos depois, precisamente em 25 de fevereiro de 1956, durante o XX Congresso do Partido Comunista, diante de delegados perplexos, Nikita Khrurshov denunciou os crimes cometidos por Josef Stalin. Fê-lo porque era indispensável fazê-lo. Afinal, na cruenta luta pelo poder naquele país, Nikita Khrurshov queria se diferençar de Josef Stalin.

Algo semelhante sucede no Fluminense, guardadas as sacrossantas proporções.

Em 23/05/2018, o portal NetFlu noticiou: “Levantamento financeiro aponta a pior crise da História tricolor”.

Como assim? Não era o Peter Siemsen um mago das finanças, implementador de um duro “ajuste fiscal” no Fluminense? Ele parecia tão competente que seria o melhor nome para assumir a Grécia então quebrada…

Como dizia o meu saudoso pai, isso está mal contado. Muito mal contado!

Pedro Abad é uma pessoa dotada pelo Criador de um intelecto privilegiado. Eu, por exemplo, queria ter metade da capacidade intelectual dele. Tá bom, 40% já me bastariam.

Ou seja, o Presidente do Fluminense pode ser um monte de coisas, mas burro eu garanto que ele não é. Então, de duas, uma:

a-) Peter Siemsen, mais que um engodo da Flusócio, é um fraudador perigosíssimo, da estirpe do Professor Moriarty, arqui-inimigo do Sherlock Holmes. Ele deve ser merecidamente jogado na lata de lixo da História? Sim! Apenas isso? Não! Mais do que olvidado, ele deve ser publicamente execrado e judicialmente responsabilizado. Aliás, recomenda-se, a todos que com ele interagiram, conferir tudo o que Peter Siemsen assinou. Sua esposa deve, inclusive, revisitar as núpcias então contraídas. Talvez seu nome nem seja “Peter”, sei lá;

b-) Pedro Abad está envolvido nisso até o pescoço, pois era um condestável da gestão do Peter//Flusócio.

Não há terceira alternativa. Ou, como diria o ilustrado Peter Siemsen: tertium non datur.

Translúcidas apurações internas não bastam, Presidente Pedro Abad. Implicaria varrer o lixo pra debaixo do tapete. Haja tapete!

Sessenta e dois anos depois, Abad, inspire-se em Nikita Khrurshev. Só neste particular, fique bem claro isso. Denuncie, Presidente, bote a boca no trombone! Diferencie-se de Peter Siemsen.

Ou, se preferir o silêncio e a rasa politicalha da Flusócio, o senhor entrará para a História como um partícipe na fraude e na ruína tricolor.

Saudações tricolores!

André Ferreira de Barros tem 50 anos, acompanha o Fluminense em estádios desde a final da Taça Guanabara de 1975 e acha que a Flusócio tem que deixar o Tricolor e tentar a sorte no Boavista, para o infortúnio do simpático clube da Região dos Lagos.

“Marcelo Jorand – Um Tricolor de raiz”

 

 

De início, registro um curto bate-papo travado, há pouco, com Marcelo Jorand:

(P) “Jorand, campeonato estadual vale alguma coisa?”

(R) “Claro que vale! As grandes rivalidades entre os clubes foram construídas, ao longo do tempo, nos Estaduais. Como diz a propaganda, ‘estadual é clássico’. Algumas das minhas melhores lembranças no futebol provêm dos campeonatos estaduais. Por exemplo, o golaço do Assis, em cima do urubu, em 1984.”;

(P) “Jorand, a perda da hegemonia em campeonatos estaduais para o Flamengo te causa irritação ou isso é bobagem?”

(R) “Bobagem nada! Sonho com a reviravolta a cada vez em que coloco a cabeça no travesseiro”;

(P) “Jorand, a inversão da freguesia para o Vasco te causa irritação ou isso é bobagem?”

(R) “[longo silêncio] Sonho com a reviravolta a cada vez em que coloco a cabeça no travesseiro”;

(P) “Jorand, a perda da hegemonia para o Flamengo e a inversão da freguesia para o Vasco podem ser atribuídos à Globo, ao Eurico, ao Caixa D’Água ou, principalmente, ao próprio Fluminense?”

(R) “Embora eu não desconheça a força de fatores extracampo, sempre contra a gente, o principal responsável por essa mudança de status é o próprio Fluminense, com os seus péssimos dirigentes”;

(P) “Jorand, Assis ou Romarinho?”

(R) “Tá de sacanagem, né?”;

(P) “Jorand, Manoel Schwartz ou Pedro Abad?”

(R) “Tá de sacanagem, né?”;

(P) “Jorand, diga-me algo por que você aguarda ansiosamente?”

(R) “Aguardo, ansiosamente, as próximas eleições no Fluminense, oportunidade para desalojar a Flusócio do poder, destinando esse nefando grupo à lata de lixo da História”;

Em segundo lugar, Marcelo Jorand não me encomendou texto a seguir. Ele não sabia, sequer, que o nosso diálogo seria, em parte, reproduzido na web. Procedo, portanto, espontaneamente e por minha conta e risco.

Isso posto, passo ao xis da questão.

Eu não uso Facebook, Instagram, Twiter ou coisa do gênero. Manejo, mal e porcamente, e-mail e zap. Por isso, Marcelo Jorand, para mim, até há pouco, era um ilustre desconhecido.

Eis que, num belo dia, o tal do Messenger interrompeu uma ligação minha ao celular. Era o colega Luiz Gusmão, de Mato Grosso do Sul, me cumprimentando, via Facebook, pelo meu aniversário. Como não posso acessar rede social da repartição, somente abri o Face à noite, ao chegar em casa. Respondi, prontamente, à felicitação do ilustre tricolor Gusmão e, ao acaso – ao acaso mesmo -, comecei a clicar, clicar e clicar. Em cima de notícias do Flu, claro!

No enésimo clique, deparei-me com um “live do Jorand”, que, naquele dia, a rigor, era um replay. Cliquei duas vezes e comecei a assistir ao vídeo.

Intoxicado pela propaganda enganosa e autoritária da Flusócio, sempre bati no detestável grupo por meio de comentários no portal NetFlu. Para quê? Era esquartejado pelos avatares do Lord Karece di Pirokka. Na mais amena das citações contra mim assacadas, eu era tachado de antitricolor. E, assistindo ao vídeo do Jorand, eu me deparei com o quê? Com um tricolor de raiz, verdadeiramente indignado, quase enfartando, ante os desmandos da Flusócio. Meus olhos se fixaram no vídeo. Prestei atenção a cada uma das palavras do Jorand. Em seguida, procurei outros vídeos similares.

Concordei com tudo que ele disse? Não.

Concordei com o essencial? Sim, concordei com o essencial.

Então, mandei uma mensagem pro Jorand via Face, ao que ele imediatamente respondeu – por sorte minha, pois a caixa de entrada dele vive entupida.

Desde então, falamo-nos frequentemente.

Aprendi que Marcelo Jorand não apoia Celso de Barros ou Mário Biitencourt; tampouco, ele desapoia o Abad, como se pode, erroneamente, concluir à primeira vista.

Marcelo Jorand quer um Fluminense forte, grande, vencedor, em linha com a sua História.

Isso é inegociável para ele, tricolor de raiz.

E ai daqueles que obrarem contra o Flu… do Marcelo Jorand escutarão impropérios e opróbios. A Flusócio que o diga!

Se, por um lado, Marcelo Jorand é um dos muitos tricolores de raiz genuinamente indignados com o passado recente, com o presente e com as sombrias perspectivas de futuro, por outro, ele tem um carisma como poucos têm. O cara tem um raro magnetismo pessoal, é forçoso admitir.

E a sofrida torcida tricolor carece de um líder.

Aliás, quando o Fluminense perde um jogo, o live do Jorand “bomba”, já perceberam? São os tricolores desalentados, todos em busca de uma palavra dele, mesmo que seja o indefectível “Papavê”.

Pois bem, o Brasil se cansou de Lula, de Geraldo Alckmin, de Marina Silva, de Jair Bolsonaro e quejandos. Os brasileiros clamam por algo novo, um outsider.

Passa-se o mesmo com o nosso amado Fluminense.

Os Conselheiros, em sua maioria, não gostam do Celso Barros nem do Mário Bittencourt. A torcida do Fluminense, de seu turno, detesta o Pedro Abad e, por extensão, a Flusócio.

Tricolores desesperançados querem algo novo. Pois eu tenho uma proposta:

JORAND PRESIDENTE

Saudações tricolores!

[1] André Ferreira de Barros tem 50 anos, acompanha o Fluminense em estádios desde a final da Taça Guanabara de 1975 e acha que a Flusócio tem que deixar o Tricolor e tentar a sorte no Boavista, para o infortúnio do simpático clube da Região dos Lagos.

Apesar de tudo, classificados

A partir de domingo, quando aconteceu o fechamento do aeroporto de Sucre, onde a delegação ficaria hospedada, os bastidores nas Laranjeiras se agitaram. Ninguém sabia se haveria jogo, nem se deveriam viajar. A Conmebol se limitou a determinar o prazo de um dia – que, diga-se, foi desrespeitado – para dar resposta. A CBF, como normalmente faz, se escondeu, sem interferir no imbróglio. Era um contexto complicado, tenso, que comprovava a dificuldade do jogo em Potosí. Se o clube encontrou percalços antes mesmo de chegar lá, imagine quando a bola rolasse? Prato cheio para o futebol e suas zebras atacarem. Aqui, não.

Sem se aclimatar à altitude, o time partiu para Potosí, a 4.067 metros, e enfrentou o adversário, a falta de ar e o frio. Resistiu aos problemas durante todo o primeiro tempo, e, depois, com os jogadores esgotados, sofreu. O que é normal, em se tratando de Fluminense. Nós, tricolores, é que sabemos, né?

Pressionando com cruzamentos e chutes de longa distância, que ganhavam força com o ar rarefeito, o Nacional abriu 2 a 0. O máximo. Mais que isso, pênaltis ou classificação deles.

Depois que o placar passou a comprometer a vaga – mais que merecida – do clube mais amado do Brasil, os guerreiros, mesmo cansados e desabando a todo momento, pela situação desumana que foi atuar no estádio Victor Agustín Ugarte, se superaram. Tiraram forças de onde nem existia mais, recuperaram um gás que havia se acabado há tempos.

Fizeram nada menos do que representar o Fluminense em sua essência: guerreiro, valente e brigador. Como a gente quer, como deve ser.

O tão esperado apito final ecoou. Era a confirmação da continuidade na Sul-Americana e, especialmente, de que vale a pena se entregar por essas três cores.

Guerreiros, time de guerreiros. Que, apesar de tudo, estão classificados.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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A luz do sol é o melhor desinfetante

A frase histórica e lapidar que intitula esse texto é atribuída a Louis Brandeis (1856-1941), então membro da Suprema Corte norte-americana.

Na última quinta-feira, o portal NetFlu publicou detalhes do contrato firmado entre o Fluminense – (mal) representado por proeminente membro da Flusócio, o mais odiado grupo político da gloriosa História tricolor – e a sua patrocinadora master, a Valle Express.

Como resultado dessa publicação, choveram críticas ao contrato celebrado, principalmente no que toca ao contraste com as condições supostamente oferecidas pela Caixa Econômica Federal – e rejeitadas pela Flusócio, que, como se sabe, é considerado por 99,99% da torcida tricolor como um ajuntamento de “jestores”. Isso para dizer o mínimo…

Como o que está ruim sempre pode piorar, na sexta-feira, a Flusócio – no conhecido “Blog das Alices”, onde tudo reluz cor de rosa -, fez uma postagem que entra, desde já, para a antologia das besteiras do milênio, quiçá da História da humanidade. Sob o título “A quem interessa sangrar o Fluminense”, o mais detestado grupo político da História do Tricolor das Laranjeiras desfiou um rosário de bobagens, dignas dum anedotário de quinta categoria.

A seguir, destaco algumas dessas pérolas do Febeaflusó (Festival de Besteiras que Assola a Flusócio).

Em primeiro lugar, o mais detestado grupo político da História do Fluminense diz achar “… bastante saudável uma oposição com críticas tecnicamente fundamentadas e com uma postura propositiva…”. Ora, bolas, ao contrário do que faz(em) supor o(s) signatário(s) do post, o Fluminense pertence a todos – e a cada um de seus – torcedores. Logo, não são apenas os integrantes deste ou daquele grupelho que têm legitimidade para criticar. Além disso, a imensa maioria das (veementes) críticas desferidas eram “… tecnicamente fundamentadas…”, ainda que a Flusócio não tenha gostado da fundamentação externada.

A propósito, para o exercício da atividade de criticar, é imperativo lógico e categórico conhecerem-se as informações. Desafortunadamente, a torcida tricolor só tem acesso a dados relevantes quando há vazamentos. Transparência – como o “velho esporte bretão” – não é o forte da Flusócio.

Em segundo lugar, o mais detestado grupo político da História do Fluminense considerou “… inaceitável […] prejudicar os interesses do Fluminense…” Meu Deus do Céu!!! Parem o mundo que eu quero descer!! O interesse-mor do Fluminense é ser – e manter-se como – gigante do futebol brasileiro, algo contra o qual a Flusócio conspira dia e noite, até aqui com indefectível sucesso.

Em terceiro lugar, o vazamento operado – “… uma fofoca, uma acusação…”, nas vazias palavras do mais odiado grupo político da História do Fluminense – desmobilizaria a torcida tricolor. Mando a Flusócio pra onde, colegas? Mais desmobilizados que presentemente estamos, impossível! Se houvesse uma mobilização – mínima que fosse -, a Flusócio seria banida do clube, relegada a uma negra nota de rodapé em nossa gloriosa História.

É tanta estultice por centímetro quadrado que vou parar por aqui.

Em tempo, sobre o mérito das críticas desferidas pelos torcedores comuns – os que verdadeiramente amam o Fluminense, independentemente de querelas e preferências políticas -, o mais odiado grupo político da História do Fluminense não dedicou uma linha sequer no post. Cláusulas de confidencialidade? Sei… A Velhinha de Taubaté acreditaria…

Membros da Flusócio, o Fluminense não é de vocês!! Por isso, entre um e outro quitute no camarote private, estudem o alcance da frase do Chief Justice Brandeis!!! Ou têm medo da luz do sol?

Saudações tricolores

André Ferreira de Barros tem 50 anos, acompanha o Fluminense em estádios desde a final da Taça Guanabara de 1975 e acha que a Flusócio tem que deixar o Tricolor e tentar a sorte no Boavista, para o infortúnio do simpático clube da Região dos Lagos.

A volta as Laranjeiras entra em pauta e ganha apoio no Fluminense

O Estádio das Laranjeiras que  transborda glórias  sendo  a história viva do futebol Brasileiro, poderá voltar a receber jogos do Fluminense .

Um projeto de reforma das Laranjeiras foi elaborado  por um grupo de Tricolores de diferentes correntes políticas que sempre almejaram revitalizar o Estádio das Laranjeiras. A princípio eram vários grupos com propostas diferentes  sobre Laranjeiras e estádios. Criou-se então um grupo  em uma rede social com a intenção de  debater o assunto  e  depois vieram reuniões  presenciais das quais estive presente em várias e ali ficou definido que uniríamos forças,que  seríamos  um grupo só e que dele sairia um novo projeto aproveitando a experiência de todos e o melhor de cada projeto, mas com uma certeza de que o  alvo seria a simplicidade para obter a  funcionalidade de Laranjeiras. Uma maquete simples foi criada  para  pontuar o que seria  necessário fazer .O foco sem dúvida alguma é no restauro das áreas históricas como a casa sede e a  arquibancada social .O projeto visa também a modernização  de  toda a área das arquibancadas populares. Obviamente há a necessidade de aprovação  do projeto junto aos órgãos públicos e para isso precisaríamos ter uma posição oficial do clube. O projeto então foi  apresentado  a direção em algumas reuniões e agradou ao  Presidente Pedro  Abad  e ao  conselho Diretor pois a possibilidade de  captação com recursos da Lei Rouanet, que permitiriam  ao Fluminense levantar os recursos  para a reforma sem precisar desembolsar recursos próprios foi um dos grandes motivadores . O Presidente Abad  deu uma carta para alguns membros que representam todos os grupos a  fim de iniciarem o detalhamento do projeto e para que negociassem com os órgãos Federais as aprovações necessárias .

É importante salientar que muitos avanços já foram conquistados  mas que  muito ainda há de  ser feito e que  por mais que se queira contar detalhadamente tudo o que se passa no projeto,chega o momento de manter o sigilo para que tudo flua sem contratempos !

Claro que algumas informações já podem ser passadas ao Torcedor para que ele possa entrar nessa corrente  de otimismo  que todos nos encontramos  em relação  a revitalização de Laranjeiras.
Recentemente no site globoesporte.com,uma matéria apresentava alguns tópicos do projeto  e a foto da maquete piloto . Seriam eles :

1-O estádio seria reformado, mas a fachada mantida.
O objetivo principal é fazer somente as mudanças necessárias paras as adequações do estatuto do torcedor e as exigências dos bombeiros. Preservar o máximo possível a estrutura original de Laranjeiras para não impactar negativamente aos órgãos públicos responsáveis pela aprovação do projeto.

2-Seria construída nova arquibancada no lugar do antigo estacionamento dos jogadores (Rua Pinheiro Machado).
A área que hoje recebe carros de diretores e que antigamente também servia aos jogadores,dará lugar há uma pequena arquibancada que pode vir a ser utilizada pela torcida visitante.

3-Por estarem em mau estado de conservação, as atuais arquibancadas teriam de ser refeitas.
Não há possibilidade de reforma das atuais arquibancadas populares e sua demolição se faz necessária.

4-A ideia é abandonar o modelo de dois lances, tendo apenas um
Em vez dos dois lances de arquibancada , seria apenas um,exatamente como era  entre 1919 e 1922.

5- A capacidade de público está indefinida.
Estima-se que a capacidade seja  em torno  de 15 a 18 mil lugares.

6-Parte do estádio teria cadeiras.
Cadeiras retráteis  como as do  Maracanã para proporcionar maior conforto aos torcedores.

7-Para atender ao Estatuto do Torcedor, novos acessos ao público seriam  feitos.
Quatro  novos acessos seriam construídos para facilitar a entrada e a saída dos torcedores.

8-Há previsão de espaço para viabilizar a transmissão de TV.
Quatro pontos de transmissão,cabines de rádio e TV seriam disponibilizados.

9-Os vestiários teriam de ser remodelados.
Reformas,ampliações  e instalação de equipamentos para o maior conforto de atletas e árbitros .

10-O custo ainda não foi estimado, mas os recursos viriam de patrocinadores e por leis de incentivo.
Várias formas de financiamento do estádio sem a necessidade de utilização dos recursos do Fluminense foram estudadas e já algumas já se encontram na fase de captação. Quanto ao custo só será divulgado quando da liberação do orçamento do projeto final.

Existem outros tópicos que oportunamente serão divulgados  após sua liberação.

Outro importante ponto a se salientar é que o Fluminense não abrirá mão de jogar no Maracanã  e que  Laranjeiras será usada para receber jogos de pequeno  e médio porte bem como jogos de futebol feminino que será obrigatório à partir de 2019 e do Football Americano que teve um crescimento fantástico de adeptos  no Brasil.


Perguntas sobre o projeto são respondidas na página do Facebook do Novo Estádio das Laranjeiras e obviamente também aqui no CanalFluNews .
https://www.facebook.com/NovoEstadioDasLaranjeiras/

O trabalho segue firme e forte para que Laranjeiras volte a ser a nossa casa.

Saudações Sempre Tricolores

Alvaro Souza Che

 

O vazamento do e-mail do Marcelo Teixeira.

Sei perfeitamente que o torcedor se atenta às questões que envolvem o time de futebol, jogos e etc., deixando um pouco de lado as outras questões que envolvem o Fluminense.

Contudo, entendo ser importante que esse mesmo apaixonado por futebol se inteire sobre o que está acontecendo, hoje, no Fluminense.
O vazamento do e-mail do Marcelo Teixeira para o empresário Eduardo Uram, envolvendo o jogador Diego Souza, acabou sendo, a meu ver, a pá de cal que faltava para sepultar, de uma vez por todas, a permanência desse indivíduo, uma eminência parda, nos quadros do Fluminense.

Não há dúvida alguma de que Marcelo Teixeira direcionou o aludido e-mail ao empresário do Diego Souza porque se via absolutamente autorizado pelo o presidente Pedro Abad, independente da autorização ter sido dada de forma verbal. E assim se diz, sem receio algum, porque o Abad já teria vindo a público, certamente, prestar satisfações aos sócios e torcedores, caso não tivesse autorizado Marcelo Teixeira a falar em seu nome.
Prosseguindo, no frigir dos ovos, quando a onça foi beber água, Marcelo Teixeira acabou sendo largado à própria sorte, abandonado literalmente, na medida em que o Fluminense, na ação intentada, de afogadilho, contra o SPORT e o São Paulo, com o propósito explícito de remediar a lambança produzida por essa trupe confusa, foi obrigado a dizer, textualmente, que o badalado e-mail foi “ASSINADO POR QUEM NÃO É INVESTIDO EM NENHUMA DAS PRERROGATIVAS ESTATUTÁRIAS DE REPRESENTAÇÃO DO ‘FLUMINENSE’”.

Trocando em miúdos, em âmbito judicial, Marcelo Teixeira foi formal e publicamente desautorizado pelo próprio Fluminense, dando a ação ajuizada a entender que esse mesmo Marcelo Teixeira agira por conta própria e à revelia absoluta da presidência. E não é só, porquanto está mais do que evidente que o Fluminense se viu obrigado a ingressar em juízo para evitar um prejuízo de R$ 4 milhões, prejuízo que seria imposto à secular instituição, graças a um ato isolado de Marcelo Teixeira.
Diga-se que a atuação do escritório de advocacia contatado para esse trabalho merece todos os aplausos, tendo conseguido decisão liminar que determina o depósito judicial do valor da negociação envolvendo o jogador Diego Souza, cabendo ao clube agora pugnar para que Marcelo Teixeira ressarça o Fluminense pelas despesas que o clube está tendo com esse processo, incluindo os justos honorários que estão sendo pagos ao competente escritório.
Diante de todo esse imbróglio não resta alternativa exigir, até mesmo por uma questão de coerência, a imediata demissão dessa figura, uma verdadeira caixa preta, até então, absolutamente intocável. E não só a demissão sumária, pois Marcelo Teixeira, a julgar pelo o que diz a petição inicial da ação promovida pelo Fluminense (Processo n.º 0035738-17.2018.8.19.0001), precisa responder também pelo dano financeiro causado ao clube, caso o seu e-mail venha a ser interpretado como o instrumento que alterou o contrato original.

De qualquer sorte, que fique claro que o Fluminense somente ingressou em juízo porque o e-mail do Marcelo Teixeira autorizou Eduardo Uram a negociar o jogador por valor inferior ao inicialmente estipulado em contrato.
Pedro Abad precisa prestar satisfações, sim, a todos nós, sócios e torcedores, na defesa de todos os nossos direitos e interesses, esclarecendo de uma vez por todas mais um canhestro episódio, o que se relaciona à autorização, a princípio, dada ao Marcelo Teixeira.
Financeiramente, estamos combalidos, buscando parcerias e tentando captar recursos em todos os lados, só que a nossa imagem se encontra bastante desgastada, não se podendo negar que todo o nosso desgaste decorre dos atropelos praticados pela a própria gestão.
Por outro lado, internamente, o momento político é conturbado, fala-se em insurreição, em golpe silencioso orquestrado por base de apoio, fala-se em propagação do ódio por parte da oposição, fala-se em impeachment por todos os poros, enfim, mas a verdade nua e crua é que a própria gestão, paulatinamente, envidou esforços para que as coisas saíssem do seu controle, haja vista todas as confusões que começaram a ser divulgadas, a contar da assunção do Abad. E o silêncio do mesmo, em determinados momentos, cá entre nós, acabou lhe sendo prejudicial ao extremo.
Não defendo o discurso que apenas difama, injuria, calunia, desqualifica, desmoraliza, sempre na busca do reconhecimento pessoal do ofensor, enfim, até porque em nada contribui para solucionar problemas. Todavia, sem querer ser desrespeitoso com quem quer que seja, entendo que chegamos a um ponto em que uma objetiva definição precisa ser dada, posto que a credibilidade, incontestavelmente, encontra-se abaixo de zero, sendo certo que quando se perde a credibilidade, infelizmente, perde-se tudo, incluindo aí a capacidade de gerir.
É chegado o momento em que as pessoas precisam, efetivamente, se posicionar e decidir o que realmente querem para o Fluminense.
Saudações Tricolores!!!

Marcello Luna – Conselheiro do Fluminense.