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Opinião do nosso colunista LAURO CERNICCHIARO, sobre o momento político no Fluminense FC.

Guerreiros da Sul,Tricolindas e Tricolores.

Ontem foi um dia muito conturbado politicamente para o clube, aconteceu um RACHA no triunvirato, onde o Dueto Mario & Tenorio juntos desde a campanha de 2016, quando tiveram uma votação expressiva.
Ricardo Tenório em uma reunião segunda feira última bateu pé firme e impôs e cobrou que deveria ser o candidato a presidente. Como sabemos em uma pesquisa realizada por telefone encomendada pelo próprio triunvirato houve um “empate” técnico entre o Dr. Celso e o Mário, com Pedro Antonio em terceiro e Ricardo Tenório lá atrás, na frente do Júlio Bueno apenas. Baseados nesse dados tentaram um consenso, como não chegaram a um acordo o mesmo pulou fora para carreira solo. E agora? Quem será o vice geral do Biunvirato? Dr. Celso? Não creio, pois com certeza ele tem que assumir o futebol e tem que ser remunerado para tal. E concordo plenamente com isso, pois pagamos Angioni, Teixeira e Simoni para que? Pagam os Marcus Vinicius e Emanuel para que? Qual será a alternativa deles para vice presidente? Esportes olímpicos é a saída? Do outro lado quem Tenório irá procurar? Flusócio? Não acredito, queimação de filme total. Será que empresários tricolores com Xerez farão uma aliança com ele? E os Buenos? Muito quietinhos só corujando. E mais será que o Pedro Antonio ressussitaria das cinzas igual a uma Fênix? Só sei de uma coisa. Nessa suruba da política tricolor não existe fidelidade ou confiabilidade.
Sabe aquela garota de programa deliciosa que todo homem quer, mas sabe que não presta, que tem a certeza que vai se dar mal, perder um dinheiro, botar o casamento em risco e trazer problema e stress pessoal, mas mesmo assim não larga? Ela é o cargo de PRESIDENTE DO FLUMINENSE!
Clube praticamente falido, mergulhado em dívidas e penhoras, sustentação ZERO, sem estrutura, todo despedaçado, mas mesmo assim todos desejam estar lá na cadeira de PRESIDENTE.
Fico pensando. Será que desejam realmente reerguer nosso clube? Será que eles têm realmente a mesma paixão que a nossa? Será que sentem na pele a zoação nas ruas e são sacaneados e bombardeados nas redes sociais após duas derrotas seguidas em Fla Flu? Particularmente estou cansado e enjoado disso tudo. Até onde o Sr. dos anéis mongol está envolvido nisso com a sua seita do mal? Na véspera da carta aberta do Tenório todos juntos e sorridentes assistindo ao jogo da copa do Brasil como se nada tivesse acontecido ou se nada seria escrito ou publicado no dia seguinte. Enfim LAMENTÁVEL, DEPRIMENTE, mais uma ducha de água fria em muitos tricolores como eu que tinham alguma esperança. Afinal de contas. Por que esse cargo é tão atrativo para pessoas romperem amizades, alianças e traições inesperadas acontecerem?
E não me venham com essa conversinha de que são adversários políticos e não inimigos. Aqueles que exercem o cargo expondo ao ridículo o clube por simples váidade pessoal ou jogo de interesses, com incompetência e discaso total, afundam e destroem meu Fluminense, é sim meu INIMIGO!
Enojado de tudo isso e totalmente desacreditado, sigo em frente.
No mais,
Saudações Tricolores e Vitória na Guerra!

Lesionado, Léo Santos retornará ao Corinthians

Foto: Divulgação/SCCP

O zagueiro Léo Santos vive o chamado inferno astral: após falhar bisonhamente da semifinal da Taça Rio quando cometeu um pênalti sem explicações nos minutos finais do jogo, o zagueiro foi diagnosticado com uma lesão no joelho e não seguiu para Lucas do Rio Verde, onde o Fluminense enfrentou o Luverdense pela Copa do Brasil.

Como tudo que está ruim pode piorar, o blog De Primeira, do portal UOL, informou que o zagueiro retornará ao Corinthians para realizar o processo cirúrgico para correção de uma tendinite patelar no joelho direito. Operação essa que o deixará afastado do campo por cerca de três meses.

Vale destacar que Léo havia sido emprestado até o final de 2019 ao Fluminense a custo zero e com os salários sendo pagos integralmente pelo Corinthians.

Fernando Diniz projeta clássico menos tenso

Fluminense e Flamengo se enfrentam no próximo sábado no quarto Fla-Flu do ano, com vantagem até aqui para o rubro-negro, que venceu dois contra uma vitória do Tricolor.

Aliás, o último jogo entre as equipes, o clássico da semifinal da Taça Rio foi marcado por um jogo com verbos a flor da pele, acumulando duas expulsões na partida.

Nesse próximo, que será o jogo mais importante do confronto até aqui, o técnico do Fluminense, Fernando Diniz, acredita que será bem diferente do que foi o último:

– Ninguém quer que tenha aquele número de cartões e a confusão dos outros Fla-Flus neste próximo jogo. Eu espero que seja um jogo bem jogado e que vença o melhor em campo – comentou o comandante do Flu

Olho no apito: Bruno Arleu será o responsável por conduzir o Fla-Flu

Foto: Divulgação/Ferj

A Federação de Futebol do Rio de Janeiro (Ferj) definiu em sorteio realizado na sede da entidade na tarde desta quinta-feira (04) os árbitros responsáveis pela condução das semifinais do Campeonato Estadual.

Para o Fla-Flu, que acontecerá no próximo sábado (06), o responsável pelo apito será Bruno Arleu de Araújo, auxiliado por Rodrigo Figueiredo Corrêa e Daniel do Espírito Santo Parros. João Batista de Arruda será o quarto árbitro.

Assim como nas semifinais e finais de turno, a semifinal e final do Estadual também contará com o árbitro de vídeo, o VAR, que no caso do Fla-Flu ficará a cargo de Rodrigo Nunes de Sá.

Vale destacar que Bruno Arleu foi o árbitro do primeiro jogo do Flamengo no Campeonato Carioca, quando o rubro-negro enfrentou o Bangu e venceu de virada. Na ocasião, o primeiro gol da equipe da Gávea foi validado através de uma bola que havia saído pela linha de fundo no início do lance e nem o árbitro e seus auxiliares notaram a sua saída.

Fluminense e Flamengo se unem pelo Maracanã e levam proposta ao Governo

Pedro Abad e Rodolfo Landim, presidentes de Fluminense e Flamengo, levaram proposta ao Governo do Rio pela gestão do Maracanã, nessa quinta-feira, prazo limite para fazê-lo. A ideia, exposta em reunião no Palácio da Guanabara, é assumir temporariamente a operação do local, a partir da saída da Odebrechet, em 18 de abril. Os próximos encarregados pelo estádio serão anunciados na sexta-feira do dia 12.

– Nós vamos esperar que o prazo da entrega se encerre. Aí, sim, a gente vai planejar um momento mais detalhado de tudo aquilo que envolve à medida que o estado colocar a gente a par do resultado. A gente entende que é um equipamento do estado e da população. A gente tem que dar satisfação ao povo do Rio de Janeiro sobre o que está sendo feito com aquele investimento e o que o estado tem ou deixa de ter de gasto e de rendimento. A gente vai detalhar no momento certo – disse Pedro Abad.

No encontro desta quarta-feira, na FERJ, o Rubro-Negro revelou a intenção de exercer maior poder no comando do Maracanã. Havia consenso entre os quatro grandes cariocas sobre existir uma parcela maior dos lucros ao rival por atrair mais público, mas divergência quanto à liderança desejada. A nova licitação deve ser iniciada em 180 dias, mas a decisão só sairá após cerca de um ano.

– O Maracanã não é um equipamento que vai passar a ser de Flamengo e Fluminense. Nós apenas vamos gerir um equipamento que é do estado. Pela proposta que nós fizemos, se Vasco e Botafogo quiserem jogar, vão ter o mesmo nível de desembolso e receita que Flamengo e Fluminense terão. Da mesma forma que o estádio também é para eles jogarem. Nossa proposta é totalmente inclusiva. Vasco e Botafogo também construíram a história do Maracanã e devem continuar a construir a história lá – concluiu Abad.

Os clubes não explicaram como combinaram a administração conjunta. Porém, Rodolfo Landim disse que pretende promover jogos também de Vasco e Botafogo, que sobraram da parceria, e shows no Maracanã, a fim de torná-lo mais rentável.

– O objetivo é a gente fazer isso de forma harmônica e com a possibilidade de participação de todos os clubes. O objetivo não é só Flamengo e Fluminense jogarem lá. O objetivo é que todos os clubes possam jogar. Nós não temos dúvida nenhuma de que as condições de que nós vamos oferecer, juntos, para que outras agremiações possam participar lá serão melhores e mais baratas do que as que existem hoje. É um pleito de que seja utilizado para shows e a gente continua aberto a isso. A prioridade do Maracanã será o futebol, mas será também será aberto a outras atividades.

Desde meados de março, Fluminense e Flamengo vinham se reunindo semanalmente com a comissão nomeada pelo governador Wilson Witzel para conversar acerca do repasse do estádio. Além de um consórcio encabeçado pela empresa que gere a Arena Palmeiras, o Vasco, que defende gestão com os demais clubes e com o Governo responsável por uma fatia dos gastos, também formalizou interesse.


Confira a carta enviada ao Governo:

Carta que Flamengo e Fluminense apresentaram ao governo — Foto: Reprodução
Segunda página da carta que Flamengo e Fluminense apresentaram ao governo — Foto: Reprodução

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Fim do triunvirato: Ricardo Tenório anuncia fim de aliança com Celso Barros e Mário

Foto: Nicholas Rodrigues/Canal FluNews

Tido pelos opositores como solução para o grande problema político do Fluminense, o triunvirato formado por: Celso Barros, Mário Bittencourt e Ricardo Tenório, chegou ao fim com Tenório anunciando a saída da chapa.

Em comunicado por escrito, o ex integrante do trio deixou claro que embora a oposição os apontasse como solução, a chapa ainda deixava por desejar em vários quesitos, até mesmo como a definição do candidato a presidente. Outros deles, Tenório deixou bem explicado no comunicado:

Veja o comunicado na íntegra:

Tenho pelo Fluminense uma paixão infinita e sempre que fui solicitado, ajudei o clube, como fiz em 2009, quando assumi a vice-presidência de futebol com o time praticamente rebaixado, conseguindo uma reação histórica com o chamado “Time de Guerreiros”.

Todos nós tricolores temos um profundo sentimento de gratidão com o que o Dr. Celso Barros fez pelo clube quando era Presidente da nossa antiga Patrocinadora, bem como reconheço o trabalho feito pelo Dr. Mario Bittencourt como advogado do nosso clube.

O Fluminense atravessa a maior crise da sua história e entendo que só conseguiremos superar este momento com união e sob o comando de alguém que tenha independência financeira, não tenha nenhuma relação econômica com o clube, consiga pacificar o cenário político e principalmente promova com austeridade uma gestão com governança profissional e transparência.

Nesse momento comunico o meu desligamento do chamado triunvirato, por entender que estes objetivos não serão alcançados.

Continuo, como sempre, a disposição do Fluminense.

Saudações Tricolores

Ricardo Tenório

Flu faz programação especial antes de retornar ao Rio

foto: Lucas Merçon/FFC

O Fluminense teve de viajar até Lucas do Rio Verde para enfrentar o Luverdense, em partida válida pelo jogo de ida da terceira fase da Copa do Brasil.

O jogo deu início a uma verdadeira maratona que o Tricolor irá enfrentar nesse mês de abril.

Ainda em Mato, a equipe fará um trabalho regenerativo nesta quinta-feira (04) enquanto os atletas que não iniciaram o jogo, faraó um leve treinamento no campo.

Na parte da tarde, entre 15 e 16 horas a equipe viaja até Sorriso, ainda em Mato Grosso para só de lá pegar um vôo fretado para o Rio de Janeiro, onde tem previsão de chegada no final da noite desta quinta-feira (04).

Em solo carioca, o tricolor terá apenas a sexta-feira (05) para ajustar a equipe que enfrentará o Flamengo, no sábado (06) pela semifinal do Campeonato Carioca.

Já na terça-feira (09) o time terá outra decisão: o jogo de volta contra o Luverdense, no Maracanã.

Fernando Diniz elogia marcação do Luverdense, reclama do gramado e considera 0 a 0 justo: “Criamos pouco”

Sem espaços para ameaçar o gol adversário, o Fluminense não conseguiu sair do 0 a 0 com o Luverdense no estádio Passo das Emas. Fernando Diniz reconheceu que esperava um jogo difícil e destacou a falta de criatividade de seus comandados.

– O resultado foi justo, sim. Criamos pouco, tivemos uma ou outra chance, o Luverdense criou pouco. Foi um jogo muito truncado. Foi um jogo para empate mesmo. A equipe soube jogar a partida, mas tivemos dificuldade para penetrar

Além da marcação firme do Luverdense, as condições do campo não favoreceram o Tricolor nessa quarta-feira. Assim como Gilberto, que considerou o campo “pesado”, o treinador considerou as condições do gramado um empecilho para sua equipe.

– As dificuldades foram criadas não só pelo campo, mas pela disposição tática dos jogadores do Luverdense. Eles marcaram muito, jogadores rápidos, foram muito obedientes. Os dez marcando com força. Sabíamos que seria difícil criar. Faltou um pouco de criatividade para o time, mas que foi dificultado por esses dois fatores: o campo e o esquema tático deles.

Na próxima terça-feira, os times voltam a se enfrentar. Vão decidir no Rio o classificado à quarta fase da Copa do Brasil. Como não há gol qualificado, nova igualdade provocará disputas de pênaltis. Diniz imagina um jogo diferente no Maracanã.

– No Rio tende a ser um jogo diferente, porque as condições do gramado são outras, o ambiente é outro. O gramado, a maneira como nos sentimos em casa, jogando no Maracanã. O jogo fica mais fluido. Aqui, de fato, fica mais difícil de jogar.


Veja mais respostas de Fernando Diniz

Análise do jogo

– Sabíamos que teríamos dificuldades para articular o jogo em razão do campo e do time muito organizado defensivamente, como sempre são bem organizados os times do Junior Rocha. Poderíamos ter jogado melhor, algumas questões no ataque, mas sabíamos que o jogo seria difícil.

Força do Luverdense em casa

– Jogo muito difícil, como já esperávamos. Historicamente, o Luverdense pega times grandes aqui e complica. Lembro do Inter empatar jogo aqui, o Botafogo não conseguir ganhar, o Santos perder.

Pensamento no Fla-Flu

– Não pensamos no Flamengo enquanto não acabou esse jogo. Mas agora é pensar no Fla-Flu. Descansar bem o time e preparar para fazermos um grande jogo no sábado.

Lucas do Rio Verde, MT

– Já conhecia e sabia das dificuldades de jogar aqui. A experiência que tive aqui ajudou a preparar bem o time para fazer um jogo seguro. No 2º tempo melhoramos um pouco na partida, tivemos algumas chances para marcar e oferecemos muito poucas chances de contra-ataque, que era a proposta deles.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Em jogo sonolento, Fluminense empata com Luverdense e deixa para resolver vaga no Maracanã

Luverdense e Fluminense protagonizaram um jogo pouco interessante nessa quarta-feira, em Mato Grosso. Ainda que sem a mesma intensidade que geralmente apresenta em campo, os tricolores dominaram a posse de bola, mas sofreram com o bloqueio defensivo do adversário, que assumiu a postura de apostar nos contra-ataques. Foram apenas três chutes a gol.

– É uma equipe bem montada defensivamente. Jogadores fecharam os lados, quase não atacaram, tentaram jogar no contra-ataque. Foi um jogo difícil hoje, campo pesado – explicou Gilberto, na saída do gramado.

Desde o início do duelo, no estádio Passo das Emas, Fernando Diniz cobrava maior movimentação e mais rapidez na troca de passes. A primeira chegada, porém, só aconteceu aos 20′ do primeiro tempo, em cabeceada de Matheus Ferraz após cruzamento de Ezequiel.

Em seguida, Paulo Henrique Ganso percebeu a ultrapassagem de Luciano, que finalizou mal. Até que o Luverdense encaixou uma boa jogada que deixou o centroavante Wilson Júnior cara a cara com Rodolfo, que defendeu o chute em dois tempos.

Mais uma vez apagado, Ganso deixou o jogo – para entrada de Daniel – com apenas mais dois chapéus para o currículo. Ficou devendo à torcida, que não o vê bem nas partidas desde o clássico com o Botafogo, em meados de março, quando marcou seu primeiro gol pelo clube.

Foi no segundo tempo que surgiu a primeira – e única – chance de perigo do Fluminense. Caio Henrique recebeu livre na esquerda e encheu o pé na direção do goleiro, que espalmou.

Não demorou para o Luverdense dar sua resposta. A zaga tricolor cochilou e permitiu que o zagueiro Lucão, na área, dominasse e finalizasse. O jovem João Pedro se jogou na frente da bola e impediu o gol.

Sem mais emoções, o juiz encerrou o confronto, determinando o empate sem gols. A vaga na próxima fase da Copa do Brasil será decidida no dia 9 de abril, terça-feira, às 19h15, no Maracanã.

– Criamos boas oportunidades, podíamos ter vencido o jogo. Mas o importante é ir vivo para lá. Estamos muito vivos. Vamos brigar pela classificação – garantiu Júnior Lemos.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Abad recebe convite para participar da reunião sobre o futuro do Maracanã!

Reunião na Ferj traz pauta que fala sobre novo modelo de gestão

A reunião terá presentes membros como Alexandre Campelo (presidente do vasco), representantes do flamengo, do botafogo e Rubens Lopes (presidente da Ferj).

O assunto principal é um modo diferente de fazer a gestão, onde os clubes capitaneariam e a entidade máxima do futebol carioca participaria. O foco seria montar um consórcio que os clubes pudessem indicar integrantes para uma mesa diretora, escolhendo juntamente a Ferj. Dentre os integrantes, seria indicado um presidente com mandatos curtos.

Não foi confirmado, mas a tendência é adotar uma medida similar a exposta na pauta.

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