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Mãe de Gilberto admite nervosismo por jogo em Potosí e comemora classificação

Antes mesmo do Dia das Mães, Solange, a mãe de Gilberto, ganhou um presentão do filho: a vaga na segunda fase da Sul-Americana. Para comemorar a continuidade no torneio, Solange vestiu a camisa, chamou o caçula, Lucas, e partiu para o aeroporto do Galeão, na sexta-feira, quando a delegação desembarcou no Rio.

A ocasião, inclusive, pedia a presença de pessoas especiais. Afinal, Gilberto retornava de um dos maiores desafios profissionais – atuar a 4.067 metros de altitude. Depois do sofrimento pelo jogo e pela viagem à Bolívia, marcada por imprevistos desde a saída do Brasil, Solange, enfim, pôde celebrar a classificação.

– O melhor presente de Dia das Mães foi ver aquele jogo, a classificação, foi ter dado tudo certo. Fizeram ligação com a tragédia da Chapecoense, eu fiquei muito nervosa. Já era uma grande dificuldade jogar lá e ainda ouvimos muitas coisas ruins. Confesso que foi preocupante, e ele nos surpreendeu, pois achei que não aguentaria tão bem. Foi muito angustiante. Os 90 minutos não passavam. Mas o presente veio antes, e estou muito feliz – disse, em entrevista ao Globoesporte.com.

No bate-papo com o GE, ficou claro que Solange se enche de orgulho para falar do lateral-direito do Fluminense. Peça importante no time em 2018, Gilberto é indicado pela torcida para Seleção. A mãe, ao ouvir os pedidos no aeroporto, se emocionou e relembrou os tempos em que o camisa 2 buscava realizar seu sonho.

– Gilberto nasceu com o propósito de ser jogador, sempre com a bola. E aprendeu sozinho, não tinha crianças para brincar. Ele jogava sozinho e, conforme ia crescendo, procurava as escolinhas de futebol. Eu não pude acompanhá-lo quando começou a ir aos testes, pois meu caçula tinha acabado de nascer. Mas ele foi sozinho atrás do sonho, até ser contratado pelo CFZ (Centro de Futebol Zico). Depois, ele só cresceu. Espero que continue tudo dando certo para ele – torce.

Mesmo com a rotina agitada do futebol, Gilberto se mantém presente quando o assunto é família. Solange destaca, principalmente, o companheirismo com o caçula.

– Ele é um menino de ouro, muito participativo. Muito família e muito preocupado com a gente. Faz questão de estar com a família. É muito determinado. Tem muita preocupação com o irmão caçula, o Lucas, que é tudo para ele. Nosso orgulho.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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Comandante do Nacional, Edgardo Malvestiti vê favorecimento ao Fluminense

A queda do Nacional de Potosí na Sul-Americana é, para Edgardo Malvestiti, injusta. Ao analisar a partida, vencida, por 2 a 0, pelo time boliviano, o comandante se disse satisfeito com o desempenho de seus jogadores e foi polêmico. Alfinetou a arbitragem uruguaia e reclamou de suposto favorecimento ao Fluminense.

– Faltou completar as muitas situações de gols. Fizemos uma grande partida. Saímos com um sabor amargo pelo resultado, mas não pelo desempenho. Estou muito orgulhoso. Lamentavelmente, sempre se beneficiam a um rival que tem um poder econômico superlativo, uma estrutura superlativa – afirmou, logo após a eliminação.

Os juízes, aliás, deixaram o campo escoltados pela polícia. A torcida mandante, irritada com a demora do Tricolor na reposição de bola, atirou pedaços de comida e lixo no trio que apitou o duelo na noite de quinta-feira.

Mesmo perdendo, principalmente pela dificuldade encontrada nas alturas, o clube de Laranjeiras se classificou para a segunda fase da Sula.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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Ayrton ouve sondagens de Portugal, e Fluminense determina valor para venda

Destaque em 2018, depois de retornar de empréstimo do Londrina, Ayrton Lucas chama atenção na Europa. Porto e Braga, ambos de Portugal, sondaram o estafe do lateral-esquerdo e sinalizaram possível proposta, a ser apresentada em breve. Segundo informou Jorge Nicola, jornalista da ESPN, o Fluminense estipulou o valor de 4 milhões de euros (R$ 17 milhões) para vender o camisa 6, titular absoluto com Abel Braga.

Os times portugueses prometem investir em Ayrton Lucas pois, provavelmente, perderão jogadores da posição. Alex Telles, do Porto, e Jefferson, do Braga, igualmente brasileiros, tendem a rumar para o futebol inglês.

Nesta temporada, o jovem, de apenas 20 anos, atuou em 18 jogos, sem marcar gols.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Jorge Nicola / ESPN

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Fluminense lança escolinha de vôlei para recuperar menores infratores

Na quinta-feira passada, o Fluminense deu um passo à frente no cumprimento do seu papel na sociedade. Foi inaugurada uma escolinha de vôlei no Departamento Geral de Ações Socioeducativas (DEGASE), na Ilha do Governador, com o objetivo de estimular a prática esportivo e recuperar menores infratores. A iniciativa é em parceria com a Secretaria de Estado de Educação e Secretaria de Estado de Esporte, Lazer e Juventude.

Craque de vôlei de praia, Emanuel Rêgo, agora diretor-executivo de Esportes Olímpicos do clube, destacou o que o esporte pode proporcionar às jovens e espera ver mas trabalhos com este intuito sendo desenvolvidos.

– O papel do Fluminense é o de incentivar jovens. Convênios desse tipo ensinam valores como o trabalho em equipe e a busca pelo sucesso com disciplina e espírito de colaboração. Só posso desejar sucesso para as alunas, professores e todos que colaboram para que projetos como esse tenham cada vez mais êxito – declarou.

A escolinha atenderá 50 jovens, entre 12 e 18 anos, que estejam cumprindo medidas socioeducativas. As aulas acontecerão por duas vezes na semana, às quartas e quintas-feiras, pela manhã. A ação também garante uniforme e material esportivo, como bolas e redes.

– O acesso a projetos esportivos também é parte importante no processo de ressocialização. O ganho para os jovens que participarão dessa iniciativa será enorme – afirmou Wagner Victer, secretário de Estado de Educação.

A parceria é, também, resultado da contrapartida social da Lei de Incentivo ao Esporte e à Cultura, parte importante na manutenção do time feminino do Fluminense na Superliga.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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Jogadores valorizam vaga na segunda fase da Sula, e Gum enfatiza ‘experiência de vida’

As dificuldades foram superadas e ficaram para trás, lá na Bolívia. Mesmo com o 2 a 0 do Nacional de Potosí, o Fluminense se garantiu na segunda fase da Sul-Americana e retornou ao Rio de Janeiro, na sexta-feira, aos gritos de ‘time de guerreiros’.

A vantagem conquistada em abril, no Maracanã, com a goleada de 3 a 0, foi fundamental para o clube de Laranjeiras sair classificado de Potosí. Afinal, jogar a 4 mil metros acima do nível do mar é uma batalha. Ou uma experiência de vida, como destacou Gum.

– Dou até risada porque é uma experiência de vida isso aqui. Suportamos como? Com o grupo forte e a união. Falamos que ia ser difícil. Mas o futebol nos proporciona isso. Claro que queríamos jogar no Brasil. Mas, já que estávamos aqui, fomos para o desafio. Sabíamos que sofreríamos juntos e voltaríamos classificados dando risadas de gente que passou mal aqui. Vamos contar para os nossos filhos – disse o zagueiro, na saída do campo.

A viagem da delegação à Bolívia foi marcada por imprevistos desde o Brasil, quando a logística planejada há meses teve de ser alterada, em razão de protestos em Sucre. Quando os jogadores entraram em campo, mais problemas: além da altitude, a má qualidade do campo.

– Inadmissível jogar aqui. Sem altitude, o campo já seria impraticável, essa é a verdade. Mas é parabenizar a fisiologia, pessoal da logística do clube e a gente também, que entrou em campo. Nos superamos, sempre brigando por todas as bolas. Voltar para casa é o melhor presente que temos – declarou o volante, que fez o pênalti que originou o segundo gol do adversário.

Em 2017, na mesma Sul-Americana, os brasileiros conheceram o clima de Quito, no Equador, quando enfrentaram a LDU. No entanto, Júlio César garante que a altitude equatoriana está longe de ser comparada à boliviana. Autor de defesas importantes, o goleiro ressaltou, ainda, a entrega do elenco.

– Olha, é um jogo extremamente complicado. Tivemos a experiência, no ano passado, em Quito, mas isso não tem nada a ver. É 20 vezes pior. O grupo está de parabéns, soube sofrer na hora certa, foi complicado. Você puxa e o ar não vem. Isso porque eu não corro tanto quanto eles (jogadores de linha). Não posso deixar de valorizar a entrega. A união do nosso grupo mais uma vez fez a diferença – frisou o camisa 22.

Renato Chaves seguiu o discurso de seus companheiros e reclamou das condições encontradas nas alturas. O zagueiro, que fez uma grande partida, relatou como sofreu na quinta-feira e valorizou o placar em casa, na jogo de ida.

– Sensação horrível. 4100 metros é complicado, ainda mais num campo desse. Mas soubemos jogar com o placar e hoje fizemos um grande jogo. Tivemos erros, saíram os gols, mas isso não apaga o que fizemos no Brasil. (Acréscimos) A gente já sabia que ele ia dar bastante, já estava prometendo. É complicado demais, o ar é muito seco, dá muita dor de cabeça. Complicado demais. Saímos de cabeça erguida.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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Ex-Fluminense, Deco comentará Copa do Mundo pelo SporTV

Craque nos gramados de Brasil afora, Deco promete brilhar, agora, como comentarista. O SporTV contratou o ex-jogador do Fluminense para integrar o timaço de comentaristas para a Copa do Mundo 2018, na Rússia. Seedorf, Petkovic e até o técnico Cuca farão companhia ao português, segundo diz o LANCE!.

Deco participará do programa ‘Seleção da Copa’, apresentado por André Rizek e Marcelo Barreto. Durante o mês do Mundial, a atração irá ao ar diariamente.

Antes de encerrar a carreira, em 2013, o Mago, de 40 anos, fez história nas Laranjeiras. Foram quatro temporadas, 91 jogos, sete gols, dois Campeonatos Brasileiros e um Carioca vestindo verde, branco e grená. Pela seleção de Portugal, Deco disputou, ainda, duas Copas do Mundo – 2006 e 2010.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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Paulo Autuori está insatisfeito no Fluminense e ameaça se demitir

Em razão de episódios desagradáveis ao longo do ano, Paulo Autuori ameaça, mais uma vez, deixar o Fluminense, com apenas quatro meses de clube. A gota d’água foi o desligamento de Marcus Vinícius Freire, que comandou as tratativas para a vinda do diretor-esportivo.

No entanto, houve mais alguns acontecimentos que contribuíram para levar Autuori a considerar a demissão. Como, por exemplo, o vazamento de informações sobre o caso Kléber, que encerrou as negociações com o Fluminense por ter sido reprovado nos exames médicos. O atacante sofre de lesão no joelho e estava com um pé nas Laranjeiras, até que sua situação médica veio à tona.

Mais antiga, a polêmica na final da Taça Rio, em março, irritou Paulo. Na festa do título, o dirigente preferia algo mais restrito e acabou surpreendido pela presença de figuras de fora do clube, como Rubens Lopes, presidente da FERJ.

Autuori, que descarta retomar a carreira de técnico no Brasil, disse, à imprensa chilena, estar aberto a conversar, em caso de proposta de fora. Recentemente, a Universidad de Chile demonstrou interesse.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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Fluminense firma acordo com a Descomplica, nova patrocinadora

No clássico com o Botafogo, às 20h de segunda-feira, a camisa do Fluminense apresentará novidade. É porque, na sexta-feira, o clube anunciou acordo de três meses com a Descomplica, patrocinadora que estampará as costas do uniforme.

Considerando o acordo firmado entre as partes, segundo o Globoesporte.com, a Descomplica pagará valor superior ao da Thinkseg, ex-parceira.

– O Descomplica é uma empresa inovadora, bem posicionada no mercado de ensino e que escolheu a camisa do Fluminense para potencializar sua marca e explorar as oportunidades que o futebol oferece. Isso nos traz bastante satisfação. Tenho certeza de que o retorno para as duas partes será excelente – afirma o diretor de marketing do Tricolor, Lawrence Magath.

Para oficializar a união com o clube de Laranjeiras, a plataforma de ensino online se pronunciou por nota oficial. Nela, a Descomplica afirma que vê o futebol como um caminho para levar educação de qualidade a mais pessoas.

– Acreditamos que educação transforma vidas e sabemos que aprender pode ser fácil, apaixonante e para todo mundo. Unir educação à paixão pelo futebol é uma grande porta para que mais gente conheça o nosso trabalho e tenha acesso à educação de qualidade. Essa inciativa toca em alguns pontos que estão no centro do que é o Descomplica: acreditamos que educação transforma vidas e sabemos que aprender pode ser fácil, apaixonante e para todo mundo – declarou Marco Fisbhen, CEO da empresa.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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Marcus Vinícius Freire deixa o Fluminense e agradece chance: ‘Experiência incrível’

Uma cadeira ficou vaga nas Laranjeiras. Nesta sexta-feira, o Fluminense comunicou o desligamento de Marcus Vinícius Freire, que atuava como diretor-executivo. Pedro Abad e o ex-cartola decidiram, em comum acordo, pela saída:

– A enorme experiência do Marcus Vinícius no ambiente esportivo foi decisiva em algumas decisões estratégicas do clube nos últimos meses e na caminhada para tornar a gestão do clube mais profissional. Além disso, Marcus participou ativamente da montagem da equipe de executivos, com destaque para as contratações do Paulo Autuori e Emanuel Rego. Agradeço a ele por ter acreditado no projeto do clube e desejo muito sucesso nos seus próximos desafios – diz o presidente.

Embora sequer tenha completado um ano no clube (chegou em julho de 2017, ou seja, ficou por nove meses), Marcus, ex-superintendente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), se disse honrado com o convite e agradeceu a oportunidade.

– Foi uma experiência incrível em um mercado que, para mim, era instigante pelas possibilidades de mudanças. Gostaria de agradecer ao presidente Pedro Abad o honroso convite para ser o Executivo profissional deste tradicional clube. Vou buscar novos caminhos e desafios, mas afirmo que, mesmo de longe, estarei torcendo para que o clube encontre o seu equilíbrio – afirma.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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Abel Braga destaca bravura do Fluminense e detona altitude: ‘Desumano’

Foi suado, mas deu Fluminense no duelo desta quinta-feira, em Potosí, contra o Nacional. Com o 3 a 0 no Maracanã, o time se classificou à segunda fase da Sul-Americana, mesmo tendo perdido por 2 a 0 na Bolívia.

A 4 mil metros acima do nível do mar, os jogadores só se preocuparam em confirmar a vaga. Abel Braga, que reconheceu a bravura de seus comandados, se mostrou inconformado com o clima nas alturas.

– Aqui em Potosí, as pessoas são muito amáveis e simpáticas, nos receberam muito bem. Mas, com todo respeito, não há possibilidade de jogar futebol a mais de 4 mil metros de altura. É impossível! Já tinha jogado em Quito, mas 4 mil metros não é normal. Tivemos jogadores com oxigênio no hotel, oxigênio antes do aquecimento, oxigênio depois do aquecimento, e eu conversei com os jogadores no intervalo e eles com oxigênio – relatou, em entrevista, completando:

Não estou dizendo que o povo de Potosí tem problema com isso. Desumano é jogar futebol, não morar aqui. As pessoas que moram aqui estão habituadas. Agora, você sair do nível do mar para 4 mil metros é complicado.

Embora entenda que a vitória do adversário foi justa, Abelão destacou a inteligência do Fluminense para construir a goleada no Rio, levando vantagem para o segundo jogo, e a bravura para segurar os bolivianos e superar as dificuldades.

– Eles mereceram a vitória, mas nós, pela bravura, merecemos a classificação. Nós tínhamos um objetivo. Você joga 180 minutos. O que te classifica é a soma dos placares. E nós conseguimos fazer um resultado melhor lá embaixo. Aquele time do Maracanã é minha equipe. Lá conseguimos botar a bola no chão, e aqui não conseguimos jogar – disse.

O Nacional de Potosí caiu na Sula, o segundo principal torneio do continente, mas recebeu elogios do treinador brasileiro. Abel Braga mencionou três nomes que agradaram no rival.

– É um grande time, tem grandes jogadores. Vocês, em Potosí, têm grandes jogadores. Salazar é grande jogador. Reina é grande jogador. Paniagua, também.

Confira mais declarações de Abel Braga:

Análise da partida


Nós nos colocamos em uma maneira de nos defender. Eles cruzando bola na área, nós com três zagueiros. Tivemos algumas oportunidades de fazer um golzinho, mas o domínio foi todo do adversário.

Como lidaram com a altitude?

Viemos muito preocupados. Procurei não falar com meus jogadores sobre altitude, mostrar que não estávamos preocupados, nervosos ou com medo. Mas sabíamos que as dificuldades seriam muito grandes.

Elogios à Bolívia

Eu nunca tinha vindo à Bolívia. Fiquei encantado com Santa Cruz de la Sierra. Fiquei encantado com as pessoas, nos aplaudiram na rua, na saída do hotel.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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