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Ganhando espaço no Fluminense, Marcos Paulo destaca união do elenco: “Um apoiando o outro”

Atacante teve grande oportunidade marcar contra o Internacional, mas acabou finalizando por cima do gol

Foto: Lucas Merçon / FFC

Aos poucos, Marcos Paulo vai ganhando seu espaço no Fluminense. Integrado ao elenco profissional ao lado de João Pedro para esta temporada, o atacante vem sendo titular e inclusive já marcou seus primeiros gols com a camisa do clube. Na vitória por 2 a 1 sobre o Internacional, o jovem de 18 anos chegou a ter uma oportunidade clara após assistência de calcanhar de Pedro, mas acabou batendo por cima do gol. Em entrevista à Rádio Brasil após a partida, a joia de Xerém comentou sobre a influência do resultado positivo contra o Colorado na recuperação da equipe no Brasileirão.

“A gente vinha ganhando na Sul-Americana e precisava voltar a ganhar no Brasileiro. Hoje a gente foi bem, ganhamos esse jogo, mas temos que trabalhar muito forte nessa semana para o jogo contra o Atlético. A gente precisa continuar ganhando e vamos continuar nessa sequência fazendo gols e ganhando jogos para subir na tabela”, disse.

Marcos Paulo também falou sobre a união do elenco e a confiança que seus companheiros de time vem passando desde que ele subiu para o profissional.

“É o que eu venho falando sempre, o grupo me dá confiança desde que eu subi. O professor Diniz, os caras mais velhos, os mais novos também… É um apoiando o outro o tempo todo, isso dá muita confiança. A torcida também vem apoiando sempre. Fico muito feliz com a confiança do grupo em mim e procuro retribuir da melhor forma”, completou.

Após ida para Coreia do Sul melar, Matheus Alessandro volta ao Fortaleza

Sem acerto com o Daejeon Citizen, da segunda divisão coreana, por causa de lesão no púbis, Matheus Alessandro retomou o empréstimo até dezembro ao Fortaleza. No início de julho, ele havia deixado o clube cearense para viajar à Coreia da Sul e fechar negócio, o que não ocorreu pela reprovação nos exames médicos. Reiniciará as atividades no time de Rogério Ceni nesta segunda-feira.

Cedido ao Fortaleza desde janeiro, o atacante de 23 anos fez apenas 9 jogos e não marcou gols. Pelo clube das Laranjeiras, desde a promoção ao profissional, em 2017, anotou um gol em 56 partidas. O contrato com o Tricolor vale até o fim da próxima temporada.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Allan cita dificuldade em furar o bloqueio defensivo do Inter e comemora os três pontos

Volante não conseguiu repetir as grandes atuações, mas ainda assim teve ótima participação na construção de jogadas

Foto: Lucas Merçon / FFC

Um dos principais destaques do Fluminense nesta temporada, Allan não repetiu as grandes atuações da maioria dos jogos na vitória por 2 a 1 sobre o Internacional, mas ainda assim foi importante na criação de jogadas e participou do lance que terminou no gol de Yony González. Depois da partida, o volante, que reencontrou o Colorado, seu ex-clube, pela primeira vez, citou a dificuldade em conseguir quebrar a linha defensiva da equipe gaúcha e destacou a necessidade que o Tricolor tinha de conquistar um bom resultado no Maracanã.

“É um adversário diferente. A gente sabe que o time do Inter é um dos times que mais rouba bolas no Brasileiro, um time que marca muito bem, fechado. Acho que a gente teve um pouco de dificuldade por isso, mas o que importa é o resultado e a gente tá feliz”.

Com a vitória, o Fluminense subiu para a 16ª posição e deixou momentaneamente a zona de rebaixamento. Para continuar fora do Z4, o time de Fernando Diniz precisa torcer para o Cruzeiro tropeçar diante do Atlético-MG no clássico mineiro.

Chance de gol, carinho da torcida e “arrepio” em aquecimento: a reestreia de Wellington Nem pelo Fluminense

Conforme havia previsto na apresentação ao Fluminense, Wellington Nem reestreou pelo clube frente ao Internacional, derrotado por 2 a 1, neste sábado. E, pela primeira vez, jogou no Maracanã, diante de mais de 16 mil pessoas, que cobraram de Fernando Diniz a sua entrada no segundo tempo.

– Quando fui aquecer, escutei a torcida gritando meu nome, escutei a torcida cantando. Veio um filme na minha cabeça de 2012, quando eu estava aqui. Estava doido para entrar logo. A torcida gritar meu nome de novo parecia que eu estava subindo dos juniores e estreando no profissional. Uma alegria, uma energia… Cheguei a ficar arrepiado no aquecimento – revelou.

Até por ainda buscar a condição física ideal, o atacante atuou por só 12 minutos. Faz duas semanas que ele treina no CT, após dois meses de férias. Na chegada ao estádio, inclusive, avisou que não se considerava 100%.

– Eu estava vindo de férias. Treinei pouco com bola. Noção de jogo, de espaço é só com o passar dos treinos e dos jogos que vou ganhar. Hoje joguei 10 minutos e já estava com a perna pesada. Mas isso vou ganhando com o tempo. Mais uns três jogos vou estar, se Deus quiser, 100%.

Apesar do pouco tempo em campo, Nem quase marcou gol. Recebeu dentro da área, aos 42′, mas demorou a finalizar e foi travado. A cria de Xerém assumiu o erro e o associou à falta de ritmo.

– Quase saiu o gol. Faltou um pouco de ritmo de jogo. Se eu tivesse um pouco de ritmo de jogo, acho que eu teria feito o gol. O campo está meio judiado, tentei dominar para chutar. Demorei muito para chutar.

Emprestado pelo Shakhtar Donetsk até o fim do ano, Wellington Nem, curiosamente, substituiu Daniel. Vale lembrar que os jogadores seriam envolvidos em tratativa do Tricolor com os ucranianos pela volta do atacante, em 2016. À época, não houve negócio. Com ambos no elenco, Fernando Diniz diz que o time fica mais encorpado para a sequência da temporada.

– É bem acima da média. Wellington Nem é um jogador que viveu um momento brilhante no Fluminense e esperamos ajudá-lo a retomar aquela fase. Chegou muito bem, rapidamente se colocou à disposição para treinar. Muito importante ele ter entrado. Jogador que tem muito carisma com a torcida, empatia. Muito confiante que ele irá nos ajudar. À medida que você vai ganhando mais opções, o elenco vai ficando mais robusto. Você olha para o banco e vê que tem jogadores com esse porte para entrar, que podem definir o jogo a qualquer momento. Isso só deixa o Fluminense com mais chances de fazer uma boa campanha no Brasileiro – avaliou o técnico.


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Primeira vez no Maracanã: “O Brasileirão e o Carioca que conquistamos (em 2012) foram no Engenhão. É uma emoção diferente vestir a camisa do Fluminense no Maracanã, com tanta história que tem aqui. Fiquei muito contente.

Ansiedade da torcida por reestreia: “Allan estava sentindo e ele chamou o Airton. A torcida pensou que seria eu logo. Mas com calma, estava voltando de férias. Duas semanas treinando, apenas uma com bola com o grupo. Vou entrando aos poucos. Diniz sabe como fazer isso”.

Vitória contra o Inter: “O mais importante foi a vitória. Fazia um bom tempo que não ganhávamos no Brasileiro. Jogamos bem, fizemos o resultado. Agora é continuar, trabalhar cada vez mais. Fico muito feliz pelo grupo. É muito unido, muito brincalhão e trabalha muito”.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Nenê comenta versatilidade dentro de campo e se diz satisfeito em ajudar a equipe

Meia de 38 anos entrou no segundo tempo na vitória por 2 a 1 sobre o Internacional e teve um papel importante tanto no ataque quanto na defesa

Foto: Lucas Merçon / FFC

Contratado para enriquecer o elenco do Fluminense com inteligência e qualidade, Nenê aos poucos vai ganhando espaço. Depois de uma boa estreia contra o Vasco, o meia de 38 anos entrou no segundo tempo na vitória por 2 a 1 sobre o Internacional, no Maracanã. Com o resultado, o Tricolor subiu para a 16ª posição e deixou momentaneamente a zona de rebaixamento, respirando um pouco no Campeonato Brasileiro.

Após a partida, Nenê, que entrou com a importante função de colaborar na criação de jogadas de ataque e também de dar segurança defensivamente, comentou sobre seu posicionamento na partida e o que Fernando Diniz pediu que ele fizesse dentro de campo.

“Estava na dúvida se entraria no meio ou mais aberto, acabei entrando mais aberto. Tinha de ajudar na marcação. Na hora de atacar, eu tinha liberdade de poder estar em qualquer lado do campo. Na hora de defender, precisava ajudar o lateral. Fiquei feliz de ter feito bem esse trabalho”, disse.

O experiente meia se colocou à disposição do treinador para colaborar em qual posição for, mas destacou que prefere atuar participando mais do setor ofensivo.

“Eu gosto de ficar mais ofensivo, mas isso faz parte da intensidade do jogo. Todo mundo tem de ajudar, até o Pedro ajuda. Então a gente tem de se esforçar pra ajudar o time na hora que precisa”, afirmou.

Por fim, Nenê rasgou elogios ao desempenho da equipe e enalteceu a importância da vitória sobre o Internacional.

“Muito importante essa vitória. Essencial. Não podíamos mais perder pontos em casa, ainda mais nessa situação que o time está no Brasileiro. Então realmente era primordial essa vitória. O time entrou muito concentrado, podíamos ter feito gols no primeiro tempo”, concluiu.  

Com mais um gol pra conta, Yony assume artilharia no Flu

Foto: Lucas Merçon/FFC

O atacante Yony Gonzalez se transformou na grande figura do Fluminense pós Copa América, marcando gols importantes e decisivos para o Fluminense.

Os números transformaram Yony no principal nome do ataque Tricolor: em 5 partidas o colombiano balançou as redes em cinco oportunidades, passando em branco apenas no empate por 1 a 1 contra o Ceará.

A fase goleadora transformou o jogador no principal artilheiro da equipe na temporada ao lado de Luciano – que se transferiu para o Grêmio, com 15 gols. Logo na sequência, vem João Pedro, com nove tentos marcados.

Fluminense sai da zona e agora tem de secar adversários

Foto: Lucas Merçon/FFC

Após a vitória de 2 a 1 sobre o Internacional, na noite do último sábado (03), no Maracanã, o Fluminense chegou aos 12 pontos e deixou a zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro.

Porém, para se manter fora dela, o Tricolor terá de secar o Cruzeiro, primeiro time da zona do rebaixamento, com 10 pontos e Chapecoense, 18° colocado, com 9 pontos. Contudo, para que o time catarinense ultrapasse o Flu, terá que golear sua partida.

A situação não é tão desfavorável se analisar os adversários, uma vez que Cruzeiro e Chapecoense terão duros confrontos, enquanto o time Celeste participa do clássico mineiro diante do Atlético, a Chape, visita o Grêmio, em Porto Alegre.

Ganso diz que recusou substituição e revela resposta a pedido de Diniz: “Falei que ia correr até o final”

Paulo Henrique Ganso cai cada vez mais nas graças dos tricolores devido às boas exibições com a camisa verde, branca e grená. Afim de jogo na vitória por 2 a 1 em cima do Internacional, o meia seria substituído por Wellington Nem, mas conseguiu convencer Fernando Diniz a mudar de ideia em diálogo ainda com a bola rolando. Daniel acabou sacado.

– Ele me perguntou se eu estava bem, se poderia continuar. Eu falei que sim, que estava bem. Ele falou assim: “Tá OK, então você vai ter que correr para c…”. Eu falei: “Não, não. Pode deixar que eu vou correr até o final” – explicou, na zona mista do Maracanã.

– Tem que estar sempre assim, com muita vontade de vencer. Esse foi o principal ponto da nossa equipe hoje. Graças a Deus, a gente voltou a vencer no Brasileiro – concluiu.

Na entrevista depois da partida, Fernando Diniz justificou a preocupação com o camisa 10.

– Ele podia sair. Eu perguntei como ele estava. Ele jogou com um proteção na coxa, mas falou que estava se sentindo bem. Então antes de fazer a substituição, se ele tivesse sentindo alguma coisa, eu iria tirá-lo. Mas ele falou que estava bem, que aguentava, que ia contribuir, e acabou ficando.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.


Yony González supera seca pré-Copa América e se iguala a ex-companheiro na artilharia do Fluminense em 2019

Vivendo fase artilheira no Fluminense, Yony González marcou de cabeça seu 15º gol em 2019, no 2 a 1 sobre o Internacional, sábado, no Maracanã. Assim, o colombiano se iguala a Luciano, que saiu para o Grêmio, no topo da lista de goleadores do clube carioca na temporada. É a volta por cima de quem vinha de seca de dois meses seguidos sem balançar as redes.

– Está vivendo um grande momento. O melhor dele no ano. É um jogador que tem muita condição física, tem boa técnica… Hoje, de maneira especial, coletivamente, foi quase perfeito. Ajudou a marcar o tempo todo, deu opções de movimentos muito interessantes, fez gol, participou de outras jogadas… Fez uma partida muito boa. Merece todos os elogios – disse Fernando Diniz depois de vencer o Colorado.

Após começo de ano arrasador, Yony viu o faro de gol falhar no fim do primeiro semestre. Por outro lado, no retorno da parada para a Copa América, só não deixou sua marca em um dos cinco jogos em que atuou (não enfrentou o Vasco por dores na coxa direita). Considerando suas passagens por Junior Barranquilla e Envigado, o atacante nunca havia anotado tantos tentos.


Yony González no pós-Copa América:

  • Ceará:
  • Peñarol: ⚽⚽
  • São Paulo:
  • Peñarol:
  • Internacional:

O bom momento, naturalmente, desperta interesse de rivais brasileiros. Em busca de valorização, o jogador de 25 anos não deve economizar na pedida para renovar com o Tricolor, com quem tem contrato apenas até dezembro.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Capitão do Flu, Digão elogia atuação da equipe e demonstra alívio com a vitória

Zagueiro teve um bom desempenho ao lado de Nino, seu companheiro na defesa tricolor

Foto: Lucas Merçon / FFC

Depois de sete jogos de jejum, o Fluminense enfim voltou a vencer pelo Campeonato Brasileiro. Enfrentando o Internacional, que mandou à campo uma equipe reserva, o Tricolor triunfou por 2 a 1 e conquistou os três pontos dentro do Maracanã. Com o resultado, a equipe foi para a 16ª posição e deixou a zona de rebaixamento momentaneamente. Em uma noite inspirada, o Flu criou diversas chances de gol e poderia ter saído de campo com um placar mais elástico.

Após a partida, o zagueiro Digão, capitão do time, falou com os jornalistas e elogiou a atuação dos companheiros, apesar das oportunidades desperdiçadas principalmente na primeira etapa. De acordo com o defensor, a vitória foi importante para dar um alívio para o Tricolor, que não conseguia repetir no Brasileirão as boas atuações da Sul-Americana.

“Era uma coisa que nos incomodava. Estávamos bem na Sul-Americana, mas no Brasileirão não estávamos conseguindo vencer. Hoje fizemos um jogo muito bom. O Inter é um time muito qualificado. Tivemos chances no primeiro tempo e não fizemos, mas voltamos melhor e conseguimos fazer os gols”, disse.

O Fluminense volta a campo somente no próximo sábado (10), quando enfrenta o Atlético-MG, fora de casa, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro, às 21h (de Brasília).

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