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Fluminense trabalha com dois nomes para técnico e busca selar negócio em uma semana

Essencial para recuperar o elenco do desgaste pela maratona de jogos, o recesso da Copa do Mundo servirá, também, para a diretoria resolver problemas acumulados. Entre eles, a grande novidade: a demissão de Abel Braga, consumada no sábado, em reunião com Pedro Abad. Depois de confirmada a saída do agora ex-técnico, o Fluminense trabalhar para contratar um substituto em uma semana – a ideia é ter um novo treinador à frente do time até o dia 26, data da reapresentação.

A busca é realizada pelo próprio presidente, em parceria com o vice-presidente de futebol, Fabiano Camargo. Os nomes que mais agradam nas Laranjeiras são Zé Ricardo, ex-Vasco, e Dorival Júnior, ex-São Paulo. Considerado o melhor de sua geração, Zé, que também treinou o Flamengo, talvez largue na frente. Dorival, no entanto, conta com a admiração de Abad – fã do trabalho do comandante desde antes de assumir a presidência do clube. O que era temido por torcedores, a possibilidade de Léo Percovich, responsável pela equipe do sub-20, ser promovido ao profissional sequer foi cogitada.

Com a saída de Abelão, a comissão técnica será reformulada. Leomir, auxiliar-técnico, e Manoel Santos, preparador físico, deixam o Fluminense. Estas são, por enquanto, as únicas baixas. Para o cargo principal, vale destacar que a diretoria dificilmente tentará alguém que esteja empregado.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com

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Abel Braga culpa desgaste por demissão e reforça amor ao Fluminense: ‘Eternamente grato’

A terceira passagem de Abel Braga como técnico do Fluminense foi encerrada. Uma reunião com Pedro Abad, neste sábado, selou a demissão, motivada por diversos fatores. Há pouco, o treinador divulgou nota oficial em que explica por que optou por deixar o cargo e culpa, principalmente, o ‘desgaste do dia a dia’ nas Laranjeiras.

– Acho que chegou a hora de descansar, de dar um tempo. Durante toda essa minha passagem como treinador do Fluminense, clube que todos sabem que tenho um carinho e uma identificação enormes, pensei no presidente, nos jogadores, na minha comissão técnica, na torcida, mas pouco pensei em mim e na minha família. Não me arrependo de nada, porque sempre fiz tudo com o coração e com o maior profissionalismo possível, mas o desgaste do dia a dia tem sido muito grande – admite.

Os laços do relacionamento entre o ex-comandante e a torcida do Fluminense foram reforçados em 2017, quando Abel Braga perdeu um filho, João Pedro, o caçula, e se manteve à frente do time. À época, a torcida encheu o Maracanã e prestou apoio e solidariedade ao Abelão. Ao finalizar o pronunciamento, reservou espaço para agradecer os tricolores e, especialmente, Pedro Abad.

– Só tenho a agradecer a todo mundo. Primeiramente, ao Abad, um cara sensacional e correto, que busca fazer o melhor, e a toda diretoria. Aos jogadores, o meu muito obrigado pela parceria e dedicação. Realmente, temos uma equipe com alma. O meu agradecimento se estende a todos os funcionários, verdadeiros guerreiros. E, em especial, aos torcedores, a quem sempre fui e serei eternamente grato.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com

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Sozinho e incomodado, Abel Braga se reúne com presidente e anuncia demissão

Enquanto a Copa do Mundo acontece na Rússia, os problemas continuam surgindo aos montes nas Laranjeiras, no Rio de Janeiro. A bomba da vez é a demissão de Abel Braga, anunciada neste sábado, em reunião com Pedro Abad. Contratado em dezembro de 2016, quando a atual gestão assumiu o comando do Fluminense, o técnico assinou até o fim de 2018 e, pela primeira vez na carreira, terminou um ciclo antes do prazo. A saída foi confirmada e lamentada pelo presidente, por meio de comunicado oficial.

– Certamente é uma perda muito grande para o Fluminense. Abel estava conosco desde o início da gestão. Mas entendeu que era o momento de encerrar este ciclo. Respeitamos a decisão dele e já estamos em busca de uma reposição à altura para o carro-chefe do nosso clube.

A temporada prometia ser diferente de 2017, quando Abelão teve de treinar o time e, ainda, servir de elo entre o elenco e a diretoria. A dupla-função, somada às questões extracampo, influenciou o trabalho nas quatro linhas. Para impedir que o cenário se repetisse, Paulo Autuori foi chamado para ser diretor-executivo de futebol, em janeiro deste ano. Depois de cinco meses, porém, optou por deixar o cargo, devido à recorrência dos atrasos salariais.

A partir da perda dessa peça-chave na manutenção da tranquilidade do ambiente interno, Abel Braga se sentiu sozinho na gestão do grupo e notou que a sina da última temporada voltara à tona. A dificuldade do Fluminense em honrar seus compromissos com os jogadores e a falta de recursos para reforçar a equipe incomodavam antes mesmo da derrota para o Santos, quarta-feira, e contribuíram para o treinador pedir o boné.

Com o recesso do Mundial, o clube ganha tempo para correr atrás de um substituto – a reapresentação está marcada para o dia 26 de junho. A intenção de Abel, inclusive, era comunicar sua escolha o mais rápido possível, justamente para facilitar a procura por um novo comandante.

Abel Braga, com três passagens pelas Laranjeiras, é o segundo técnico com mais jogos à frente do Fluminense: 329. Foi campeão brasileiro (2012), carioca (2005 e 2012), da Taça Rio (2005 e 2018) e da Taça Guanabara (2012 e 2017).

Neste primeiro semestre de 2018, soma 14 vitórias, oito empates e 12 derrotas em um total de 34 partidas. Campeão da Taça Rio, foi eliminado da Copa do Brasil ainda na terceira fase, para o Avaí, e ficou fora da final do Campeonato Carioca. Deixa o Tricolor com uma vaga na segunda fase da Sul-Americana, onde enfrentará o Defensor-URU, e em 12º lugar no Brasileirão, com 14 pontos (a dois do Z-4).

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com

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Gustavo Scarpa entra na pilha de torcedores e repreende ida ao Flu-Samorin: ‘Misericórdia’

A internet ficou pequena para a quantidade de memes sobre a sentença, em primeira instância, da juíza Dalva Macedo, favorável ao Fluminense e contra Gustavo Scarpa. O caso, em aberto desde dezembro de 2017, parece se aproximar do fim, embora ainda caiba recurso por parte do meia.

Impedido de defender o Palmeiras, pelo qual fez seu último jogo como profissional, em março, e ainda vinculado ao clube do Rio, o jogador foi aconselhado por torcedores a rumar para a Eslováquia. Lá fica a filial tricolor, o Flu-Samorin. Mas a proposta parece ter desagradado. Em tom de brincadeira, Scarpa se pronunciou, via Instagram, em resposta a post da ‘FluMidia’: ‘Misericórdia. Tá repreendido’. Confira a imagem:

Veja mais brincadeiras na web. Até eu, Nicholas, entrei na onda:


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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Justiça decide a favor do Fluminense, e Gustavo Scarpa é derrotado nos tribunais

A novela Gustavo Scarpa está em sua reta final ou, até mesmo, terminou. Embora ainda caiba recurso, a juíza Dalva Macedo anunciou, nesta segunda-feira, decisão favorável ao Fluminense, em primeira instância, no caso que se arrasta desde dezembro passado. A magistrada considerou improcedentes as reclamações do jogador e foi além: determinou pagamento de R$ 120 mil em honorários advocatícios, somados aos R$ R$ 22.583,20 em gastos em custos processuais. A sentença mantém em vigor o contrato com o Tricolor, impedindo o meia de atuar pelo Palmeiras – última vez em campo foi em 11 de março, contra o Ituano, em jogo em que marcou dois gols.

Junho representou uma derrota seguida de outra para Scarpa. Afinal, há uma semana, o Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro negou o mandado de segurança impetrado por seus advogados. A medida fazia parte do plano de conseguir liberá-lo do Fluminense enquanto o processo estava em andamento.

A juíza entende que, mesmo o clube atrasando parcelas de salários e FGTS desde 2012, o relacionamento contratual era tolerável. Lembra-se que, em 2017, Gustavo renovou seu vínculo até 2020. Veja trechos nos quais Dalva Macedo explica no que se baseou para bater o martelo:

“A demora no ajuizamento da ação pelo empregado indica que a relação contratual ainda é tolerável, ficando demonstrado, de igual modo, o perdão tácito (…) Pela análise dos documentos contidos nos autos, verifica-se que a Reclamada, desde o ano de 2012, atrasa o recolhimento do FGTS do atleta (…) Tal atraso não foi entrave suficiente para que o atleta, em março de 2017, renovasse o seu contrato com a Reclamada, com significativo aumento salarial e extensão do pacto até o ano de 2020. Ora, se o atraso no recolhimento do FGTS e no pagamento de algumas parcelas contratuais (13º salário e férias de 2016) fosse o real motivo para a insatisfação do jogador, de nenhum modo as partes chegariam ao consenso para a formalização da renovação contratual”.

“A renovação contratual demonstrou que o autor ainda possuía interesse em se manter vinculado ao clube, independentemente do atraso salarial, indicando, de forma inequívoca, o perdão tácito à falta praticada pela Ré. A ausência de imediatidade demonstrou que a mora, ainda que contumaz, da Ré não teve potencialidade suficiente para impedir a manutenção do pacto laboral.”

Caso opte por insistir na batalha judicial, Gustavo Scarpa pode recorrer ao Tribunal Superior do Trabalho, em Brasília, em segunda instância. As partes podem negociar um acordo, o que, meses atrás, foi tentado, mas sem sucesso.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com

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Abel da ultimato por pagamento de atrasados aos jogadores

Segundo informações que circulam em Laranjeiras e que foram apuradas pelo Canal FluNews , Abel Braga deu um ultimato a diretoria tricolor.

O treinador deu um prazo para que sejam solucionados os problemas de atraso salarial até a próxima quarta feira. Abel exige também garantias futuras de recebimento, pois esse foi um dos principais problemas do último ano tricolor e que acarretaram  com a saída de vários e  importantes jogadores no início da temporada . Se a diretoria não cumprir com as exigências de Abel Braga, o treinador entregará o cargo e não comandará mais a equipe tricolor no segundo semestre após a parada da Copa do Mundo da Rússia .

 

Alvaro Souza Che

Surpresa! Pedro e Ayrton Lucas viajam a BH e podem enfrentar o Atlético-MG

Sem vencer há três rodadas, o Fluminense foca em se livrar da má fase. Para resgatar a confiança da torcida e crescer na tabela, o time contará com dois reforços para o jogo deste domingo, contra o Atlético-MG, em Belo Horizonte. Pedro e Ayrton Lucas estão recuperados de lesões musculares e viajaram a Minas Gerais. São, portanto, novidades que podem pintar no esquema montado por Abel Braga.

O camisa 9 é quem tem mais chances de atuar, na vaga de João Carlos. Pedro sofreu estiramento na coxa esquerda há quase duas semanas, em jogo contra o Grêmio. Houve até a possibilidade, revelada pelo próprio técnico, de o artilheiro disputar o Fla-Flu de quinta-feira. Mas seguiu fora, tratando da contusão.

Ayrton Lucas, por sua vez, machucou a coxa direita no clássico com o Botafogo, em 15 de maio, e treina com bola desde o início da semana. Inicialmente, previa-se que o lateral-esquerdo estivesse à disposição apenas depois da Copa do Mundo. Com Marlon suspenso, o camisa 6 pode reassumir o setor. Ou, caso Abelão prefira preservá-lo, a função fica a cargo de João Vitor, do sub-20.

O Galo pode encontrar um Fluminense ainda mais mudado. Em atividade no Centro de Treinamento, o treinador testou, por exemplo, Douglas no lugar de Sornoza e colocou Matheus Alessandro entre os titulares. Pablo Dyego, sacado na última partida com dores nas costas, também está com a delegação. Marcos Júnior, parceiro de Pedro no ataque, é desfalque por edema na coxa esquerda.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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Clássico em Brasília bate recorde de público e dá lucro de R$ 500 mil ao Fluminense

Na quinta-feira, o clássico entre Fluminense e Flamengo, vencido pelo rival, por 2 a 0, levou 60 mil pessoas ao Mané Garrincha. A renda bruta foi de R$ 3,1 milhões. Mandante, o clube de Laranjeiras lucrou R$ 500 mil. Pelo acordo com o ex-jogador Roni, promotor do evento, a FERJ ficou com R$ 150 mil. O jogo bateu recorde de público no Brasil em 2018, com 59.987 pagantes.

A partida foi transferida para Brasília em razão de uma dívida com Roni. Em 2016, ainda na gestão passada, Peter Siemsen vendeu seis mandos por R$ 5 milhões. No entanto, cumpriu só quatro. Ao NETFLU, o empresário informou que, devido ao grande valor arrecadado desta vez, a pendência foi quitada.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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Fluminense sente fluxo de caixa menor e atrasa salários de junho

Depois de um 2017 turbulento financeiramente, o Fluminense, para reduzir os sintomas da crise, trabalhou por mudanças. Uma delas se refere à folha salarial, diminuída em quase 40% (é, hoje, de R$ 5 milhões, incluindo jogadores e funcionários). Entretanto, a dificuldade em manter os salários em dia persiste. O pagamento via CLT de junho, previsto para cair no quinto dia útil, está em aberto. Quanto aos direitos de imagem, também há atraso, mas um pouco maior: abril e maio, totalizando dívida de R$ 1,8 milhão com o elenco. Há, aliás, a chance de o mês atual entrar nesta lista – vencimento é dia 15.

A diretoria regularizou as pendências do ano passado e, em janeiro, prometeu cumprir com seus compromissos na nova temporada. O combinado foi seguido à risca até maio, quando foi necessário um empréstimo junto a uma instituição financeira. O plano desandou, o que pode ser explicado pelo fluxo de caixa menor.

Maior parte da receita do clube está ligada aos direitos de transmissão. Até o último mês, ainda se recebia a cota pelo Campeonato Carioca. Agora, apenas referente ao Brasileirão. A missão nas Laranjeiras é regularizar os débitos. Para ajudar na tarefa, o Fluminense procura um novo diretor-executivo de futebol, cargo antes ocupado por Paulo Autuori. Este, inclusive, pediu para sair justamente pelos problemas financeiros.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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Episódio em Fla-Flu gera polêmica, e Fluminense e Descomplica rescindem contrato

A última quinta-feira marcou o fim da parceria entre Fluminense e Descomplica. Tudo porque, durante o Fla-Flu, um professor de biologia, rubro-negro e convidado a narrar lances do jogo com referências ao conteúdo, exaltou apenas o Flamengo, também patrocinado pela empresa. A polêmica despertou a ira de tricolores e conselheiros, que exigiram providências. Depois de acionar o departamento jurídico para analisar o caso, Pedro Abad decidiu rescindir o vínculo, medida anunciada em nota oficial, neste sábado.

O contrato, previsto para durar de maio até o final de julho, previa pagamento de R$ 350 mil pelo espaço das costas da camisa. A plataforma de ensino online quitou o valor em parcela única, o que, inicialmente, foi considerado como um possível empecilho para a rescisão. No entanto, entende-se que, por não ser cogitada no acordo, a devolução é desnecessária.

As publicações que geraram mal-estar no Fluminense até foram apagadas, ainda enquanto a bola rolava em Brasília. Mas era tarde demais. O episódio terminou o excelente relacionamento entre as partes, que planejavam renovar o vínculo, possibilidade que constava nas linhas contratuais. O erro foi reconhecido pela Descomplica, que enviou representante para pedir desculpas à diretoria do clube.

Confira, na íntegra, a nota oficial do Fluminense:

“O Fluminense FC comunica que, nesta sexta-feira, encaminhou notificação à empresa Descomplica de rescisão do contrato de patrocínio. Os episódios ocorridos durante o último Fla-Flu causaram transtornos significativos e inviabilizaram o propósito fundamental deste tipo de parceria – promover a conexão entre as marcas e os nossos torcedores. Zelar pelo respeito à nossa torcida e à nossa marca é premissa fundamental de nossas relações com qualquer entidade.

O Fluminense FC informa também que recebeu um pedido formal e presencial de desculpas da diretoria da empresa ainda nesta sexta-feira, gesto pelo qual o clube agradece.

Pedro Abad
Presidente do Fluminense FC”

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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