DM da base do Flu publica artigo sobre exercícios físicos em casa

Assim como o time profissional, os meninos de xerém também estão tendo cuidados especiais nessa pandemia com a saúde física.

A base também está treinando em casa com o monitoramento dos médicos, Paulo César Vieira, Ricardo Carvalho, Guilherme Azizi, Cláudio Sérgio Pires, Sebastião Carlos da Silva, Marco Antonio Azizi e Bruno de Sá Pinto, que além de auxiliarem os meninos, escreveram um artigo para a Revista Brasileira de Fisiologia do Exercício relacionado ao momento que estamos passando com o covid-19.

Os médicos descreveram alguns pontos relevantes:

Ter uma intensidade moderada, afinal, não é o momento para esforço físico ao extremo.

Reduzir ou parar de fumar são de suma importância, o cigarro contribui para doenças pulmonares, câncer, hipertensão, entre outras.

Evitar mudanças em tratamentos de doenças crônicas sem acompanhamento do médico.

Evitar medicamentos para o tratamento ou prevenção do covid sem base científica.

Realizar atividades aeróbicas ou de resistência em lugares seguros e mantendo o distanciamento social

Manter a higiene dos equipamentos esportivos.

Em caso de febre ou outro sintoma perigoso não é indicado realizar os treinos.

O exercício em casa é recomendado e deram alguns exemplos, como: caminhar em casa, carregar sacolas, subir escadas, alternar pernas, abdominais, flexões, entre outros.

Igor Julião compartilha com a gente “Futebol, quarentena e mais alguns pensamentos em voz alta”

Igor Julião, lateral-direito do Fluminense, de 25 anos, conhecido como uma pessoa politizada e que defende causas sociais importantes, como a homofobia, racismo, machismo, entre outras, postou hoje em seu Instagram um vídeo falando sobre a atual situação que estamos vivendo no Brasil com o Covid-19.

O vídeo começa com uma crítica ao governo em que Igor sempre se posicionou contra e logo depois fala sobre os 60 dias sem futebol e em como ele é grato ao esporte: “tudo que eu conquistei, tudo que eu conheci, até hoje, é graças ao futebol. O que mais me dá prazer no futebol são as sensações que a gente sente a cada jogo, a cada treino, a adrenalina. Aquela tristeza profunda quando a gente perde um jogo e a euforia, a alegria quando a gente ganha” – Disse o jogador.

Igor demonstrou o amor pelo futebol e pelo Fluminense, esporte e clube no qual se dedica desde pequeno. Contou sobre o que anda fazendo nessa quarentena. “Tô usando esse tempo para aproveitar a companhia da minha esposa, cozinhando, assistindo um filme, uma série.” E deixou uma dica de filme para todos: A Onda, um filme alemão que retrata um regime totalitário que pode não estar tão longe de uma sociedade quanto a gente pensa.

O jogador não se mostrou surpreso com a forma que o atual Presidente do Brasil está lidando com a pandemia, e se mostrou esperançoso quanto a sociedade para quando tudo isso passar: “ que a gente volte mais empáticos e dando valor as coisas que realmente importam como passar mais tempo com os amigos e a família”. E deixou uma indicação de leitura: de quanta a terra precisa de um homem, de Toistói.

Especial dia das mães: três gerações de tricolores, de mãe para filha

Hoje vamos falar de três gerações de tricolores, Dona Eunice, a primeira geração, Bibi e Samantha, segunda geração, filhas da Dona Eunice, e Babi, a terceira geração, filha da Bibi, sobrinha da Samantha e neta da Dona Eunice.

Foto: enviada pelas entrevistadas.

Pra dar início vamos saber quando elas começaram a torcer para o Fluminense?

Dona Eunice: sou tricolor antes de nascer, desde a barriga da minha mãe, há mais de 85 anos.

Bibi: se houver outras vidas eu já era tricolor nelas.

Samantha: sou fluminense desde 1902, por que a alma é eterna e em 1902 minha alma descobriu que existia uma coisa chamada Fluminense e desde então eu sou Fluminense.

Babi: eu sou Fluminense desde que o meu bisavô era vivo e eu ainda não, é uma questão de ancestralidade, não é só dessa vida.

Logo depois perguntei como é herdar esse amor de mãe para filha e nessa família é realmente um amor de mãe para filha, é algo matriarcal mesmo, pois exceto Dona Eunice que herdou do pai a paixão tricolor, tanto Bibi e Samantha, quanto a Babi herdaram essa paixão de suas mães, pois as três são filhas de pais vascaínos.

Além de herdarem a paixão pelo o Fluminense, herdaram entre si os trejeitos e manias de torcedoras, como por exemplo: ficar em silêncio durante os jogos, fazer superstições antes dos jogos, dar uma de profeta acertando os resultados, ser corneteira nos pós jogos e até sair do sério com algum provocador. Dona Eunice esbravejou: podem falar de mim, mas não do Fluzão, não admito.  E, frisou também, que, na época dela, a família já deixava o machismo de lado, pois o próprio pai a levava para os jogos e contou que os times estaduais eram bastante populares e, por isso, foi a vários bairros e cidades do Rio de Janeiro para ver o Fluminense.

Elas relembraram jogos inesquecíveis juntas, desde um jogo entre o Fluminense x Vasco, uma final do Campeonato Estadual em 1976, o jogo épico entre Fluminense x São Paulo, pela Libertadores de 2008, uma viagem de Babi para a Argentina para assistir um Flu x Argentinos Jrs, até o grande ano de 2010, em que o Fluminense voltou a ser campeão brasileiro debaixo de chuva para limpar a alma dos tricolores. Contaram até que uma vez encontraram o Carlinhos no aeroporto e disseram: meu filho, vai até a linha de fundo (risos) e defenderam o jogador: ele participou da jogada do gol do Sheik, que deu o título ao Flu, mas finalizaram com: todos os jogos do Fluminense foram e são inesquecíveis.

Dona Eunice, que já não frequenta mais os estádios, por questões de saúde, contou que no histórico gol de barriga estava na missa, mas que não parava de pensar no jogo e até o Padre ficou encucado com a inquietude dela e do irmão na igreja que comemoraram bastante quando o Flu foi campeão em cima do rival Flamengo. Já Babi tinha apenas 6 anos na época e esse jogo foi uma das primeiras memórias que ela tem de vida. Babi também enfatizou que ela cresceu vendo as pessoas que ela mais amava sofrendo pelo o Fluminense, pois na época o time passou por poucas e boas. “Era pra eu odiar o Fluminense, mas acabei amando. Só Freud explica.”  – Disse Babi.

Falaram também sobre o que estamos passando no momento, por conta do covid-19, em que paralisou tudo, inclusive, os jogos de futebol. E soltaram frases cheias de emoção: “é uma saudade grande, tenho visto os jogos passados para diminuir.” “Nunca pensei que sentiria mais saudades do Fluminense de 2020 do que do de 2010”. “Uma saudade enorme da torcida, pois é uma confraria, as pessoas na torcida se parecem, nem que seja apenas naqueles 90 minutos. É um encontro e estamos num momento de desencontro. Sentimos a falta do ritual do maracanã, dos jogos do Fluminense.” Falaram sobre um dos momentos mais especiais nos jogos que é a descida na rampa, em que festejam a vitória, curtem as músicas da torcida. O Fluminense vira uma característica pessoal, as pessoas as descrevem como “As Tricolores”.

Perguntei a elas qual é a música da torcida que mais amam cantar juntas e responderam que é a do Alceu Valença na versão tricolor: “eu vou cantar essa paixão que vem de dentro. Um sentimento verde, branco e grená. Camisa tricolor e a bandeira ao vento, meu Fluminense eu vim aqui pra te apoiar, olê olê, meu tricolor amo você…”

E concordaram todas juntas: mas não tem nada mais bonito do que o hino do Fluminense. Desde a letra até a introdução. E Babi comenta: até as pequenas notas da substituição nos jogos já me dão vontade de chorar, o hino toca o coração.

E para finalizar, deixaram um recado para a torcida tricolor: continuem amando o Fluminense, com muito amor por que ele merece. O Fluminense é como se fosse uma pessoa, é um amigo. A nossa torcida é linda, maravilhosa.  – E queremos fazer um pedido um pedido: conservem as bandeiras nos estádios, é um ritual muito bonito, principalmente, as dos ilustres torcedores como Nelson Rodrigues. E se cuidem nesse momento para que possamos em breve estarmos juntos novamente nos jogos.

Magno Alves em entrevista ao GE relembra jogos no Fluminense e profetiza a volta de Fred

Magno Alves participou do Boletim do Flu, em entrevista para o Globo Esporte e relembrou as passagens pelo tricolor.

Foto: Divulgação / Fluminense

O Magnata, apelidado pela torcida tricolor, criou um carinho muito grande com os tricolores, desde a sua primeira passagem pelo o clube no momento mais difícil do Fluminense, o ano de 1998, em que o time já tinha caído para a segunda divisão, o ex-jogador disse que foi um momento muito complicado, mas que eles perseveraram e com a chegada do Parreira em 1999, o time foi se acertando.

Magno contou sobre a transição dos anos 90 para os anos 2000 em que o Fluminense se reergueu. Foi um momento de reconstrução do clube, em que o Flu começou a conquistar títulos depois de bater muito na trave em vários campeonatos. E o ex-jogador comentou sobre o Maracanã com ar saudoso do estádio, principalmente, do antigo maraca, antes da reforma e disse: foi o lugar em que fiz história.

Depois relembrou da outra passagem pelo clube depois de anos, em 2015, falou em como foi marcante jogar com o Fred, mesmo sendo veterano no clube e na vida. “Tivemos uma amizade muito boa, já estou profetizando que o Fred vai voltar”.  – Disse Magno Alves.

Flu aumenta vendas na bilheteria de 2018 para 2019

Fluminense teve um crescimento relevante nas receitas com a venda de ingressos 

O Fluminense teve um ótimo crescimento nas vendas de ingressos do ano de 2018 para 2019 nas partidas em que foi mandante.

2019 não foi um ano bom para o time tricolor, que terminou na parte de baixo da tabela do Campeonato Brasileiro, em contrapartida, a torcida deu um show nas arquibancadas não deixando a equipe na mão, pelo o contrário, esteve presente dando todo o apoio.

Apesar de ter tido um prejuízo de milhões no ano passado, o Fluminense ganhou R$ 16,4 milhões com bilheteria. Neste ano, com a paralisação do futebol por conta do covid-19 o clube vai sofrer uma queda nesses números, principalmente, se os jogos voltarem sem público.

Foto: Fluminense FC