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Abel Braga analisa mudança de postura e exalta segundo tempo do Fluminense

A forma como escalou o time e as escolhas durante o jogo evidenciaram a estratégia de Abel Braga em Porto Alegre: arrancar o empate. Para conquistar um ponto na Arena, o primeiro tempo do Fluminense se resumiu em focar em se defender e suportar à pressão do Grêmio. Esta postura inicial abdicava da ofensividade, o que foi cobrado no intervalo e alterado para a etapa final.

– Eu acho que foram dois tempos distintos. A nossa proposta ficou clara, mas foi o pior primeiro tempo que fizemos no ano. Recuperamos várias bolas e não tivemos transição ao ataque, coisa em que somos muito bons. Isso ocasionou, ao perder a bola, a correr muito – explicou.

Com a chacoalhada no vestiário, o grupo de Abelão retornou ao campo decidido a mudar o panorama da partida, antes dominada pelo rival, e, quem sabe, achar o gol que daria o triunfo. Faltou pouco; ou melhor, segundo o treinador, faltou perna.

– No segundo tempo, o Grêmio teve uma oportunidade, com Everton. Tivemos com Renato, que foi puxado. Uma com Pedro e outra com Richard. Se a gente não tivesse corrido tanto no primeiro tempo, não estaríamos frágeis no segundo. Faltou perna – opinou.

O empate, em 0 a 0, garantiu mais um ponto ao Fluminense na tabela. Agora, o clube ocupa o terceiro lugar, com 14 pontos, e se mantém na briga pela ponta. O resultado longe do Rio, para Abel, está de bom tamanho.

– Estou contente. A estratégia do segundo tempo foi a mesma, mas a gente jogou. Acho que demos a posse ao Grêmio, eles rodaram e só criaram uma chance. Pelo primeiro tempo ruim que tivemos, acho que foi justo. Mas tivemos as melhores chances.


Veja mais falas de Abel Braga:

Análise do jogo

É um time muito forte. Veio com Lima na frente, sem Ramiro. Luan voltando, Cícero de segundo volante. Time muito ofensivo. A gente soube neutralizar. Conhecemos a força que eles têm. Cada um com seu time, com a sua estratégia. Não mudei, mas peguei no pé deles. Cobrei que a gente tinha de atacar. As melhores chances foram nossas. A minha equipe veio fechada, mas também procurou jogar.

Arbitragem e ponto valorizado

O Bressan fez muitas faltas, uma sem bola no Sornoza. Critério, tudo bem. Foi bom. Conseguimos um ponto, aqui é muito difícil. Grêmio é forte, mina o adversário. Fomos impecáveis na defesa.

Futuro no Fluminense

Me identifico com o clube. Tivemos a saída de vices, agora do Paulo Autuori. Enquanto estiver feliz, estou dentro. No dia em que acabar a felicidade, estou fora. Assim como as pessoas têm direito de me demitir.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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Fluminense leva clássico para o Mané Garrincha, e CBF autoriza

Dia 07 de junho, às 20h, os líderes do Campeonato Brasileiro, Fluminense e Flamengo, se enfrentam pela 10° rodada. Mandante, o clube de Laranjeiras decidiu transferir o clássico, inicialmente marcado para o Maracanã, para o Mané Garrincha, em Brasília.

A mudança, avalizada pela FERJ e pelo Flamengo e autorizada pela CBF, ocorreu por causa de uma dívida antiga com o ex-atacante Roni. Em 2016, ainda na gestão Peter Siemsen, o Fluminense vendeu seis mandos por R$ 5 milhões, mas cumpriu apenas quatro.

Desta maneira, para pagar a dívida sem envolver dinheiro, além do Fla-Flu, os tricolores devem disputar mais uma partida na capital federal.

Durante entrevista nesta terça-feira, Júlio César confessou a preferência por atuar no Maraca, casa do Fluminense desde o segundo semestre de 2017, mas respeita a opção por alterar o palco do duelo.

– Particularmente, desde criança, se pudesse escolher, escolheria Maracanã, sonho de todo jogador. Mas são coisas que foram decididas, cabe a nós cumpri-las. Também será um prazer jogar em Brasília, será um atrativo. Tem tudo para ser um grande jogo.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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Pedro Abad descarta aposta e procura profissional com perfil igual ao de Autuori

Uma vez que a saída de Paulo Autuori foi, enfim, consumada, o Fluminense avalia o nome certo para assumir a vaga. O substituto, ainda indefinido, deve ter perfil semelhante ao do ex-diretor-esportivo. Nos encontros entre Pedro Abad, Fabiano Camargo e Abel Braga, ficou decidido, também, que uma aposta está descartada.

Há, internamente, o maior cuidado para impedir que o caso Alexandre Torres, demitido em dezembro, se repita.

O caminho, portanto, seria tentar figuras conhecidas do futebol, como Rodrigo Caetano, primeira alternativa do clube e que fechou com o Internacional. Ricardo Gomes, atualmente desempregado, e Fernando Gonçalves, ex-coordenador de psicologia do Flamengo, foram ventilados no passado e continuam na lista de preferidos da diretoria.

Enquanto trabalha para contratar um novo dirigente, Abad precisa manter o clima tranquilo no futebol, buscando, principalmente, mandar para longe a maré negativa que passou por Laranjeiras em 2017, em razão de atrasos salariais.

Como Autuori confirmou que sua demissão se deve, por exemplo, à dificuldade financeira, o elenco voltou a se preocupar com a chance de haver demora no pagamento dos vencimentos. As contas com o grupo estão em dia por causa de um empréstimo, realizado junto a uma instituição financeira.

Paulo Autuori, cuja despedida causou lamento no CT, na segunda-feira, era o elo entre jogadores e diretores, deixando Abelão livre para focar somente em treinar o time. Esta função deve ser a mesma exercida pelo sucessor.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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Fluminense lança escolinha de vôlei para recuperar menores infratores

Na quinta-feira passada, o Fluminense deu um passo à frente no cumprimento do seu papel na sociedade. Foi inaugurada uma escolinha de vôlei no Departamento Geral de Ações Socioeducativas (DEGASE), na Ilha do Governador, com o objetivo de estimular a prática esportivo e recuperar menores infratores. A iniciativa é em parceria com a Secretaria de Estado de Educação e Secretaria de Estado de Esporte, Lazer e Juventude.

Craque de vôlei de praia, Emanuel Rêgo, agora diretor-executivo de Esportes Olímpicos do clube, destacou o que o esporte pode proporcionar às jovens e espera ver mas trabalhos com este intuito sendo desenvolvidos.

– O papel do Fluminense é o de incentivar jovens. Convênios desse tipo ensinam valores como o trabalho em equipe e a busca pelo sucesso com disciplina e espírito de colaboração. Só posso desejar sucesso para as alunas, professores e todos que colaboram para que projetos como esse tenham cada vez mais êxito – declarou.

A escolinha atenderá 50 jovens, entre 12 e 18 anos, que estejam cumprindo medidas socioeducativas. As aulas acontecerão por duas vezes na semana, às quartas e quintas-feiras, pela manhã. A ação também garante uniforme e material esportivo, como bolas e redes.

– O acesso a projetos esportivos também é parte importante no processo de ressocialização. O ganho para os jovens que participarão dessa iniciativa será enorme – afirmou Wagner Victer, secretário de Estado de Educação.

A parceria é, também, resultado da contrapartida social da Lei de Incentivo ao Esporte e à Cultura, parte importante na manutenção do time feminino do Fluminense na Superliga.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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Jogadores valorizam vaga na segunda fase da Sula, e Gum enfatiza ‘experiência de vida’

As dificuldades foram superadas e ficaram para trás, lá na Bolívia. Mesmo com o 2 a 0 do Nacional de Potosí, o Fluminense se garantiu na segunda fase da Sul-Americana e retornou ao Rio de Janeiro, na sexta-feira, aos gritos de ‘time de guerreiros’.

A vantagem conquistada em abril, no Maracanã, com a goleada de 3 a 0, foi fundamental para o clube de Laranjeiras sair classificado de Potosí. Afinal, jogar a 4 mil metros acima do nível do mar é uma batalha. Ou uma experiência de vida, como destacou Gum.

– Dou até risada porque é uma experiência de vida isso aqui. Suportamos como? Com o grupo forte e a união. Falamos que ia ser difícil. Mas o futebol nos proporciona isso. Claro que queríamos jogar no Brasil. Mas, já que estávamos aqui, fomos para o desafio. Sabíamos que sofreríamos juntos e voltaríamos classificados dando risadas de gente que passou mal aqui. Vamos contar para os nossos filhos – disse o zagueiro, na saída do campo.

A viagem da delegação à Bolívia foi marcada por imprevistos desde o Brasil, quando a logística planejada há meses teve de ser alterada, em razão de protestos em Sucre. Quando os jogadores entraram em campo, mais problemas: além da altitude, a má qualidade do campo.

– Inadmissível jogar aqui. Sem altitude, o campo já seria impraticável, essa é a verdade. Mas é parabenizar a fisiologia, pessoal da logística do clube e a gente também, que entrou em campo. Nos superamos, sempre brigando por todas as bolas. Voltar para casa é o melhor presente que temos – declarou o volante, que fez o pênalti que originou o segundo gol do adversário.

Em 2017, na mesma Sul-Americana, os brasileiros conheceram o clima de Quito, no Equador, quando enfrentaram a LDU. No entanto, Júlio César garante que a altitude equatoriana está longe de ser comparada à boliviana. Autor de defesas importantes, o goleiro ressaltou, ainda, a entrega do elenco.

– Olha, é um jogo extremamente complicado. Tivemos a experiência, no ano passado, em Quito, mas isso não tem nada a ver. É 20 vezes pior. O grupo está de parabéns, soube sofrer na hora certa, foi complicado. Você puxa e o ar não vem. Isso porque eu não corro tanto quanto eles (jogadores de linha). Não posso deixar de valorizar a entrega. A união do nosso grupo mais uma vez fez a diferença – frisou o camisa 22.

Renato Chaves seguiu o discurso de seus companheiros e reclamou das condições encontradas nas alturas. O zagueiro, que fez uma grande partida, relatou como sofreu na quinta-feira e valorizou o placar em casa, na jogo de ida.

– Sensação horrível. 4100 metros é complicado, ainda mais num campo desse. Mas soubemos jogar com o placar e hoje fizemos um grande jogo. Tivemos erros, saíram os gols, mas isso não apaga o que fizemos no Brasil. (Acréscimos) A gente já sabia que ele ia dar bastante, já estava prometendo. É complicado demais, o ar é muito seco, dá muita dor de cabeça. Complicado demais. Saímos de cabeça erguida.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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Ex-Fluminense, Deco comentará Copa do Mundo pelo SporTV

Craque nos gramados de Brasil afora, Deco promete brilhar, agora, como comentarista. O SporTV contratou o ex-jogador do Fluminense para integrar o timaço de comentaristas para a Copa do Mundo 2018, na Rússia. Seedorf, Petkovic e até o técnico Cuca farão companhia ao português, segundo diz o LANCE!.

Deco participará do programa ‘Seleção da Copa’, apresentado por André Rizek e Marcelo Barreto. Durante o mês do Mundial, a atração irá ao ar diariamente.

Antes de encerrar a carreira, em 2013, o Mago, de 40 anos, fez história nas Laranjeiras. Foram quatro temporadas, 91 jogos, sete gols, dois Campeonatos Brasileiros e um Carioca vestindo verde, branco e grená. Pela seleção de Portugal, Deco disputou, ainda, duas Copas do Mundo – 2006 e 2010.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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Paulo Autuori está insatisfeito no Fluminense e ameaça se demitir

Em razão de episódios desagradáveis ao longo do ano, Paulo Autuori ameaça, mais uma vez, deixar o Fluminense, com apenas quatro meses de clube. A gota d’água foi o desligamento de Marcus Vinícius Freire, que comandou as tratativas para a vinda do diretor-esportivo.

No entanto, houve mais alguns acontecimentos que contribuíram para levar Autuori a considerar a demissão. Como, por exemplo, o vazamento de informações sobre o caso Kléber, que encerrou as negociações com o Fluminense por ter sido reprovado nos exames médicos. O atacante sofre de lesão no joelho e estava com um pé nas Laranjeiras, até que sua situação médica veio à tona.

Mais antiga, a polêmica na final da Taça Rio, em março, irritou Paulo. Na festa do título, o dirigente preferia algo mais restrito e acabou surpreendido pela presença de figuras de fora do clube, como Rubens Lopes, presidente da FERJ.

Autuori, que descarta retomar a carreira de técnico no Brasil, disse, à imprensa chilena, estar aberto a conversar, em caso de proposta de fora. Recentemente, a Universidad de Chile demonstrou interesse.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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Fluminense firma acordo com a Descomplica, nova patrocinadora

No clássico com o Botafogo, às 20h de segunda-feira, a camisa do Fluminense apresentará novidade. É porque, na sexta-feira, o clube anunciou acordo de três meses com a Descomplica, patrocinadora que estampará as costas do uniforme.

Considerando o acordo firmado entre as partes, segundo o Globoesporte.com, a Descomplica pagará valor superior ao da Thinkseg, ex-parceira.

– O Descomplica é uma empresa inovadora, bem posicionada no mercado de ensino e que escolheu a camisa do Fluminense para potencializar sua marca e explorar as oportunidades que o futebol oferece. Isso nos traz bastante satisfação. Tenho certeza de que o retorno para as duas partes será excelente – afirma o diretor de marketing do Tricolor, Lawrence Magath.

Para oficializar a união com o clube de Laranjeiras, a plataforma de ensino online se pronunciou por nota oficial. Nela, a Descomplica afirma que vê o futebol como um caminho para levar educação de qualidade a mais pessoas.

– Acreditamos que educação transforma vidas e sabemos que aprender pode ser fácil, apaixonante e para todo mundo. Unir educação à paixão pelo futebol é uma grande porta para que mais gente conheça o nosso trabalho e tenha acesso à educação de qualidade. Essa inciativa toca em alguns pontos que estão no centro do que é o Descomplica: acreditamos que educação transforma vidas e sabemos que aprender pode ser fácil, apaixonante e para todo mundo – declarou Marco Fisbhen, CEO da empresa.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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Marcus Vinícius Freire deixa o Fluminense e agradece chance: ‘Experiência incrível’

Uma cadeira ficou vaga nas Laranjeiras. Nesta sexta-feira, o Fluminense comunicou o desligamento de Marcus Vinícius Freire, que atuava como diretor-executivo. Pedro Abad e o ex-cartola decidiram, em comum acordo, pela saída:

– A enorme experiência do Marcus Vinícius no ambiente esportivo foi decisiva em algumas decisões estratégicas do clube nos últimos meses e na caminhada para tornar a gestão do clube mais profissional. Além disso, Marcus participou ativamente da montagem da equipe de executivos, com destaque para as contratações do Paulo Autuori e Emanuel Rego. Agradeço a ele por ter acreditado no projeto do clube e desejo muito sucesso nos seus próximos desafios – diz o presidente.

Embora sequer tenha completado um ano no clube (chegou em julho de 2017, ou seja, ficou por nove meses), Marcus, ex-superintendente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), se disse honrado com o convite e agradeceu a oportunidade.

– Foi uma experiência incrível em um mercado que, para mim, era instigante pelas possibilidades de mudanças. Gostaria de agradecer ao presidente Pedro Abad o honroso convite para ser o Executivo profissional deste tradicional clube. Vou buscar novos caminhos e desafios, mas afirmo que, mesmo de longe, estarei torcendo para que o clube encontre o seu equilíbrio – afirma.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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Abel Braga destaca bravura do Fluminense e detona altitude: ‘Desumano’

Foi suado, mas deu Fluminense no duelo desta quinta-feira, em Potosí, contra o Nacional. Com o 3 a 0 no Maracanã, o time se classificou à segunda fase da Sul-Americana, mesmo tendo perdido por 2 a 0 na Bolívia.

A 4 mil metros acima do nível do mar, os jogadores só se preocuparam em confirmar a vaga. Abel Braga, que reconheceu a bravura de seus comandados, se mostrou inconformado com o clima nas alturas.

– Aqui em Potosí, as pessoas são muito amáveis e simpáticas, nos receberam muito bem. Mas, com todo respeito, não há possibilidade de jogar futebol a mais de 4 mil metros de altura. É impossível! Já tinha jogado em Quito, mas 4 mil metros não é normal. Tivemos jogadores com oxigênio no hotel, oxigênio antes do aquecimento, oxigênio depois do aquecimento, e eu conversei com os jogadores no intervalo e eles com oxigênio – relatou, em entrevista, completando:

Não estou dizendo que o povo de Potosí tem problema com isso. Desumano é jogar futebol, não morar aqui. As pessoas que moram aqui estão habituadas. Agora, você sair do nível do mar para 4 mil metros é complicado.

Embora entenda que a vitória do adversário foi justa, Abelão destacou a inteligência do Fluminense para construir a goleada no Rio, levando vantagem para o segundo jogo, e a bravura para segurar os bolivianos e superar as dificuldades.

– Eles mereceram a vitória, mas nós, pela bravura, merecemos a classificação. Nós tínhamos um objetivo. Você joga 180 minutos. O que te classifica é a soma dos placares. E nós conseguimos fazer um resultado melhor lá embaixo. Aquele time do Maracanã é minha equipe. Lá conseguimos botar a bola no chão, e aqui não conseguimos jogar – disse.

O Nacional de Potosí caiu na Sula, o segundo principal torneio do continente, mas recebeu elogios do treinador brasileiro. Abel Braga mencionou três nomes que agradaram no rival.

– É um grande time, tem grandes jogadores. Vocês, em Potosí, têm grandes jogadores. Salazar é grande jogador. Reina é grande jogador. Paniagua, também.

Confira mais declarações de Abel Braga:

Análise da partida


Nós nos colocamos em uma maneira de nos defender. Eles cruzando bola na área, nós com três zagueiros. Tivemos algumas oportunidades de fazer um golzinho, mas o domínio foi todo do adversário.

Como lidaram com a altitude?

Viemos muito preocupados. Procurei não falar com meus jogadores sobre altitude, mostrar que não estávamos preocupados, nervosos ou com medo. Mas sabíamos que as dificuldades seriam muito grandes.

Elogios à Bolívia

Eu nunca tinha vindo à Bolívia. Fiquei encantado com Santa Cruz de la Sierra. Fiquei encantado com as pessoas, nos aplaudiram na rua, na saída do hotel.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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