Jogadores valorizam vaga na segunda fase da Sula, e Gum enfatiza ‘experiência de vida’

As dificuldades foram superadas e ficaram para trás, lá na Bolívia. Mesmo com o 2 a 0 do Nacional de Potosí, o Fluminense se garantiu na segunda fase da Sul-Americana e retornou ao Rio de Janeiro, na sexta-feira, aos gritos de ‘time de guerreiros’.

A vantagem conquistada em abril, no Maracanã, com a goleada de 3 a 0, foi fundamental para o clube de Laranjeiras sair classificado de Potosí. Afinal, jogar a 4 mil metros acima do nível do mar é uma batalha. Ou uma experiência de vida, como destacou Gum.

– Dou até risada porque é uma experiência de vida isso aqui. Suportamos como? Com o grupo forte e a união. Falamos que ia ser difícil. Mas o futebol nos proporciona isso. Claro que queríamos jogar no Brasil. Mas, já que estávamos aqui, fomos para o desafio. Sabíamos que sofreríamos juntos e voltaríamos classificados dando risadas de gente que passou mal aqui. Vamos contar para os nossos filhos – disse o zagueiro, na saída do campo.

A viagem da delegação à Bolívia foi marcada por imprevistos desde o Brasil, quando a logística planejada há meses teve de ser alterada, em razão de protestos em Sucre. Quando os jogadores entraram em campo, mais problemas: além da altitude, a má qualidade do campo.

– Inadmissível jogar aqui. Sem altitude, o campo já seria impraticável, essa é a verdade. Mas é parabenizar a fisiologia, pessoal da logística do clube e a gente também, que entrou em campo. Nos superamos, sempre brigando por todas as bolas. Voltar para casa é o melhor presente que temos – declarou o volante, que fez o pênalti que originou o segundo gol do adversário.

Em 2017, na mesma Sul-Americana, os brasileiros conheceram o clima de Quito, no Equador, quando enfrentaram a LDU. No entanto, Júlio César garante que a altitude equatoriana está longe de ser comparada à boliviana. Autor de defesas importantes, o goleiro ressaltou, ainda, a entrega do elenco.

– Olha, é um jogo extremamente complicado. Tivemos a experiência, no ano passado, em Quito, mas isso não tem nada a ver. É 20 vezes pior. O grupo está de parabéns, soube sofrer na hora certa, foi complicado. Você puxa e o ar não vem. Isso porque eu não corro tanto quanto eles (jogadores de linha). Não posso deixar de valorizar a entrega. A união do nosso grupo mais uma vez fez a diferença – frisou o camisa 22.

Renato Chaves seguiu o discurso de seus companheiros e reclamou das condições encontradas nas alturas. O zagueiro, que fez uma grande partida, relatou como sofreu na quinta-feira e valorizou o placar em casa, na jogo de ida.

– Sensação horrível. 4100 metros é complicado, ainda mais num campo desse. Mas soubemos jogar com o placar e hoje fizemos um grande jogo. Tivemos erros, saíram os gols, mas isso não apaga o que fizemos no Brasil. (Acréscimos) A gente já sabia que ele ia dar bastante, já estava prometendo. É complicado demais, o ar é muito seco, dá muita dor de cabeça. Complicado demais. Saímos de cabeça erguida.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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Ex-Fluminense, Deco comentará Copa do Mundo pelo SporTV

Craque nos gramados de Brasil afora, Deco promete brilhar, agora, como comentarista. O SporTV contratou o ex-jogador do Fluminense para integrar o timaço de comentaristas para a Copa do Mundo 2018, na Rússia. Seedorf, Petkovic e até o técnico Cuca farão companhia ao português, segundo diz o LANCE!.

Deco participará do programa ‘Seleção da Copa’, apresentado por André Rizek e Marcelo Barreto. Durante o mês do Mundial, a atração irá ao ar diariamente.

Antes de encerrar a carreira, em 2013, o Mago, de 40 anos, fez história nas Laranjeiras. Foram quatro temporadas, 91 jogos, sete gols, dois Campeonatos Brasileiros e um Carioca vestindo verde, branco e grená. Pela seleção de Portugal, Deco disputou, ainda, duas Copas do Mundo – 2006 e 2010.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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Paulo Autuori está insatisfeito no Fluminense e ameaça se demitir

Em razão de episódios desagradáveis ao longo do ano, Paulo Autuori ameaça, mais uma vez, deixar o Fluminense, com apenas quatro meses de clube. A gota d’água foi o desligamento de Marcus Vinícius Freire, que comandou as tratativas para a vinda do diretor-esportivo.

No entanto, houve mais alguns acontecimentos que contribuíram para levar Autuori a considerar a demissão. Como, por exemplo, o vazamento de informações sobre o caso Kléber, que encerrou as negociações com o Fluminense por ter sido reprovado nos exames médicos. O atacante sofre de lesão no joelho e estava com um pé nas Laranjeiras, até que sua situação médica veio à tona.

Mais antiga, a polêmica na final da Taça Rio, em março, irritou Paulo. Na festa do título, o dirigente preferia algo mais restrito e acabou surpreendido pela presença de figuras de fora do clube, como Rubens Lopes, presidente da FERJ.

Autuori, que descarta retomar a carreira de técnico no Brasil, disse, à imprensa chilena, estar aberto a conversar, em caso de proposta de fora. Recentemente, a Universidad de Chile demonstrou interesse.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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Fluminense firma acordo com a Descomplica, nova patrocinadora

No clássico com o Botafogo, às 20h de segunda-feira, a camisa do Fluminense apresentará novidade. É porque, na sexta-feira, o clube anunciou acordo de três meses com a Descomplica, patrocinadora que estampará as costas do uniforme.

Considerando o acordo firmado entre as partes, segundo o Globoesporte.com, a Descomplica pagará valor superior ao da Thinkseg, ex-parceira.

– O Descomplica é uma empresa inovadora, bem posicionada no mercado de ensino e que escolheu a camisa do Fluminense para potencializar sua marca e explorar as oportunidades que o futebol oferece. Isso nos traz bastante satisfação. Tenho certeza de que o retorno para as duas partes será excelente – afirma o diretor de marketing do Tricolor, Lawrence Magath.

Para oficializar a união com o clube de Laranjeiras, a plataforma de ensino online se pronunciou por nota oficial. Nela, a Descomplica afirma que vê o futebol como um caminho para levar educação de qualidade a mais pessoas.

– Acreditamos que educação transforma vidas e sabemos que aprender pode ser fácil, apaixonante e para todo mundo. Unir educação à paixão pelo futebol é uma grande porta para que mais gente conheça o nosso trabalho e tenha acesso à educação de qualidade. Essa inciativa toca em alguns pontos que estão no centro do que é o Descomplica: acreditamos que educação transforma vidas e sabemos que aprender pode ser fácil, apaixonante e para todo mundo – declarou Marco Fisbhen, CEO da empresa.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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Marcus Vinícius Freire deixa o Fluminense e agradece chance: ‘Experiência incrível’

Uma cadeira ficou vaga nas Laranjeiras. Nesta sexta-feira, o Fluminense comunicou o desligamento de Marcus Vinícius Freire, que atuava como diretor-executivo. Pedro Abad e o ex-cartola decidiram, em comum acordo, pela saída:

– A enorme experiência do Marcus Vinícius no ambiente esportivo foi decisiva em algumas decisões estratégicas do clube nos últimos meses e na caminhada para tornar a gestão do clube mais profissional. Além disso, Marcus participou ativamente da montagem da equipe de executivos, com destaque para as contratações do Paulo Autuori e Emanuel Rego. Agradeço a ele por ter acreditado no projeto do clube e desejo muito sucesso nos seus próximos desafios – diz o presidente.

Embora sequer tenha completado um ano no clube (chegou em julho de 2017, ou seja, ficou por nove meses), Marcus, ex-superintendente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), se disse honrado com o convite e agradeceu a oportunidade.

– Foi uma experiência incrível em um mercado que, para mim, era instigante pelas possibilidades de mudanças. Gostaria de agradecer ao presidente Pedro Abad o honroso convite para ser o Executivo profissional deste tradicional clube. Vou buscar novos caminhos e desafios, mas afirmo que, mesmo de longe, estarei torcendo para que o clube encontre o seu equilíbrio – afirma.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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Abel Braga destaca bravura do Fluminense e detona altitude: ‘Desumano’

Foi suado, mas deu Fluminense no duelo desta quinta-feira, em Potosí, contra o Nacional. Com o 3 a 0 no Maracanã, o time se classificou à segunda fase da Sul-Americana, mesmo tendo perdido por 2 a 0 na Bolívia.

A 4 mil metros acima do nível do mar, os jogadores só se preocuparam em confirmar a vaga. Abel Braga, que reconheceu a bravura de seus comandados, se mostrou inconformado com o clima nas alturas.

– Aqui em Potosí, as pessoas são muito amáveis e simpáticas, nos receberam muito bem. Mas, com todo respeito, não há possibilidade de jogar futebol a mais de 4 mil metros de altura. É impossível! Já tinha jogado em Quito, mas 4 mil metros não é normal. Tivemos jogadores com oxigênio no hotel, oxigênio antes do aquecimento, oxigênio depois do aquecimento, e eu conversei com os jogadores no intervalo e eles com oxigênio – relatou, em entrevista, completando:

Não estou dizendo que o povo de Potosí tem problema com isso. Desumano é jogar futebol, não morar aqui. As pessoas que moram aqui estão habituadas. Agora, você sair do nível do mar para 4 mil metros é complicado.

Embora entenda que a vitória do adversário foi justa, Abelão destacou a inteligência do Fluminense para construir a goleada no Rio, levando vantagem para o segundo jogo, e a bravura para segurar os bolivianos e superar as dificuldades.

– Eles mereceram a vitória, mas nós, pela bravura, merecemos a classificação. Nós tínhamos um objetivo. Você joga 180 minutos. O que te classifica é a soma dos placares. E nós conseguimos fazer um resultado melhor lá embaixo. Aquele time do Maracanã é minha equipe. Lá conseguimos botar a bola no chão, e aqui não conseguimos jogar – disse.

O Nacional de Potosí caiu na Sula, o segundo principal torneio do continente, mas recebeu elogios do treinador brasileiro. Abel Braga mencionou três nomes que agradaram no rival.

– É um grande time, tem grandes jogadores. Vocês, em Potosí, têm grandes jogadores. Salazar é grande jogador. Reina é grande jogador. Paniagua, também.

Confira mais declarações de Abel Braga:

Análise da partida


Nós nos colocamos em uma maneira de nos defender. Eles cruzando bola na área, nós com três zagueiros. Tivemos algumas oportunidades de fazer um golzinho, mas o domínio foi todo do adversário.

Como lidaram com a altitude?

Viemos muito preocupados. Procurei não falar com meus jogadores sobre altitude, mostrar que não estávamos preocupados, nervosos ou com medo. Mas sabíamos que as dificuldades seriam muito grandes.

Elogios à Bolívia

Eu nunca tinha vindo à Bolívia. Fiquei encantado com Santa Cruz de la Sierra. Fiquei encantado com as pessoas, nos aplaudiram na rua, na saída do hotel.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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#AeroFlu: torcida festeja, pede Abelão para sempre no clube e sugere Gilberto na Seleção

Apesar da derrota, por 2 a 0, para o Nacional de Potosí, a 4 mil metros acima do nível do mar, o Fluminense retornou ao Brasil com a vaga na segunda fase da Sul-Americana e com o carinho da torcida. Mais de 100 pessoas foram ao aeroporto do Galeão, na tarde desta sexta-feira, acompanhar a chegada do time e comemorar a classificação, ato combinado às pressas e que foi chamado #AeroFlu.

Enquanto esperavam o desembarque da delegação, os tricolores fizeram festa no Galeão e cantaram músicas tradicionais nas arquibancadas. Quando os jogadores, finalmente, apareceram, o bloqueio improvisado por seguranças foi furado, o que facilitou o contato com os heróis da noite de quinta-feira.

Bastante assediado pelos torcedores, Abel Braga ouviu pedidos para ficar nas Laranjeiras para sempre e elogiou a iniciativa da torcida em reconhecer o esforço dos jogadores.

– É um incentivo muito grande para os jogadores. Coisa que emociona. Eles vão ver os jogadores todos os jogos com essa garra. O sofrimento vale a pena quando a recompensa é boa – disse.

O clima nas montanhas afetou, principalmente, Ayrton Lucas, que insistiu em atuar, pelo menos, o primeiro tempo. Quando esgotou suas forças, deu lugar a Marlon. Na volta ao Rio, o camisa 6 exaltou a equipe.

– Sem palavras. A gente esperava um jogo difícil. Partida importante. A gente está de parabéns, conseguimos superar as dificuldades. Agora é comemorar com a torcida – declarou.

Com Daniel Alves fora da Copa do Mundo, a torcida do Fluminense brincou, nas redes sociais, pedindo a convocação de Gilberto. O apelo chegou até o lateral-direito, que agradeceu o carinho e prometeu correspondê-lo em campo.

– É importante esse apoio da torcida. A gente tem um clássico agora pela frente. Eu estava sentindo. Minha primeira vez. Mas quando chega no jogo a gente esquece tudo. Demos a vida dentro de campo para conseguir a classificação. O time está inteiro. Nosso grupo é forte, já temos sete pontos (no Brasileirão). Nosso objetivo é brigar lá em cima – garantiu.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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Apesar de tudo, classificados

A partir de domingo, quando aconteceu o fechamento do aeroporto de Sucre, onde a delegação ficaria hospedada, os bastidores nas Laranjeiras se agitaram. Ninguém sabia se haveria jogo, nem se deveriam viajar. A Conmebol se limitou a determinar o prazo de um dia – que, diga-se, foi desrespeitado – para dar resposta. A CBF, como normalmente faz, se escondeu, sem interferir no imbróglio. Era um contexto complicado, tenso, que comprovava a dificuldade do jogo em Potosí. Se o clube encontrou percalços antes mesmo de chegar lá, imagine quando a bola rolasse? Prato cheio para o futebol e suas zebras atacarem. Aqui, não.

Sem se aclimatar à altitude, o time partiu para Potosí, a 4.067 metros, e enfrentou o adversário, a falta de ar e o frio. Resistiu aos problemas durante todo o primeiro tempo, e, depois, com os jogadores esgotados, sofreu. O que é normal, em se tratando de Fluminense. Nós, tricolores, é que sabemos, né?

Pressionando com cruzamentos e chutes de longa distância, que ganhavam força com o ar rarefeito, o Nacional abriu 2 a 0. O máximo. Mais que isso, pênaltis ou classificação deles.

Depois que o placar passou a comprometer a vaga – mais que merecida – do clube mais amado do Brasil, os guerreiros, mesmo cansados e desabando a todo momento, pela situação desumana que foi atuar no estádio Victor Agustín Ugarte, se superaram. Tiraram forças de onde nem existia mais, recuperaram um gás que havia se acabado há tempos.

Fizeram nada menos do que representar o Fluminense em sua essência: guerreiro, valente e brigador. Como a gente quer, como deve ser.

O tão esperado apito final ecoou. Era a confirmação da continuidade na Sul-Americana e, especialmente, de que vale a pena se entregar por essas três cores.

Guerreiros, time de guerreiros. Que, apesar de tudo, estão classificados.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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‪#AeroFlu: torcida planeja acompanhar desembarque da delegação no Rio‬

Depois de se classificar para a segunda fase da Sul-Americana, mesmo perdendo por 2 a 0, o time do Fluminense ganhou, de vez, a confiança da torcida. Uma prova de apoio aos guerreiros, que enfrentaram 4 mil metros acima do nível do mar, deve acontecer nesta sexta-feira, na chegada da delegação ao Rio de Janeiro.‬

‪Animados com a continuidade no torneio, principal objetivo do clube no ano, e orgulhosos da raça apresentada em campo, os torcedores planejam recepcionar o elenco no aeroporto do Galeão. O desembarque, segundo a assessoria, está previsto para 14h. ‬

Saudações Tricolores,‬
‪Nicholas Rodrigues.‬

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Afastado, Thiago Santos cita destaques do Nacional e dá dicas ao Fluminense

Afastado do Nacional por empurrar o treinador, com quem teve atritos a partir do duelo com o Fluminense, em abril, no Maracanã, Thiago Santos aconselhou os brasileiros a como se comportar diante de 4.067 metros acima do nível do mar. Nascido no Rio, o jogador prevê dificuldades, mas aposta na juventude tricolor para superar o problema.

– O Fluminense terá dificuldade. Muita gente não conhece e diz que é psicológico. Mas é muito difícil. O Vasco foi a Sucre, que não é tão alto, e os jogadores não conseguiam correr, não conseguiam fazer nada. Em Potosí, é mais difícil ainda. Eu, para conseguir fazer o que fazia fora da altitude, demorei dois meses para me adaptar. Nos primeiros dias, você tenta, mas dá um pique e já cansa, não consegue recuperar. Vai ao ataque e não consegue voltar correndo. Pode até ser que o Flu não sofra tanto, pois tem muitos jogadores jovens. Eles têm mais fôlego, correm mais, não cansam – explica.

Conhecedor do estilo de jogo do Nacional, Thiago Santos cita Reina e Salazar, os principais destaques do ex-clube, e aponta o maior perigo aos zagueiros brasileiros dentro de campo.

– O time joga em função do atacante Reina. Ele tem muita qualidade, é muito rápido, está aclimatado à altitude, fez oito gols no campeonato, a maioria em Potosí. Há outro colombiano, o Salazar, que é o pilar do time, chuta bem de fora – informa.

Em 2007, o Flamengo saiu da terceira cidade mais alta do mundo com um empate, em 2 a 2, com o Real Potosí. A postura adotada pelo Rubro-Negro, segundo Thiago, é a mais indicada para o Tricolor: priorizar a posse de bola.

– A estratégia do Fluminense tem que ser que nem a do Flamengo, quando veio jogar contra o Real Potosí: ter a posse de bola. Porque, se você tem a posse de bola, é o adversário que vai correr atrás. Não adianta ficar querendo só se defender, porque virá bola aérea, bola de todos os lados. E aí, quando o time pegar a bola, vai estar cansado e vai dar chutão para frente – diz.

Apesar de passar dicas sobre o Nacional e macetes para atuar nas alturas, úteis para Abel Braga, Thiago Santos nega torcida pelo Fluminense, por manter amizade com os ex-companheiros.

– Vou torcer pelo Nacional. Tenho que torcer. Tenho muitos amigos lá, que ficaram tristes com minha saída, que me apoiaram. Independentemente do que passou com o treinador, tenho muito carinho com o clube. Isso vale mais do que qualquer orgulho que eu pudesse ter em ver o time perder por causa de um treinador que me fez coisas ruins.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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