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Grupo dos Esportes Olímpicos se declara contra impeachment: “Momento é de união de forças”

Os diretores ligados ao grupo dos Esportes Olímpicos elaboraram um comunicado em que se declaram contra a aprovação do impeachment de Pedro Abad. Ao mesmo tempo que confirmam apoio ao presidente, negam suposto envolvimento com associações políticas no Fluminense, como a Flusócio. A votação que define o futuro do processo está marcada para o dia 20, quinta-feira, e depende de quórum mínimo de 150 conselheiros para ocorrer.

– Entendemos que o diálogo é sempre a melhor forma de se resolver os problemas, e por isso sugerimos ao Presidente que procure todas as lideranças importantes do Fluminense para um entendimento em prol da instituição, pois acreditamos que o momento não é para impeachment, e sim de união de forças para enfrentamento da crise que o clube atravessa – diz um trecho da carta enviada a Abad.

Por outro lado, o grupo, ao alertar para as más condições da estrutura da sede, reforça apelo para que as obras iniciadas sejam concluídas. Três esportes – natação, pólo aquático e nado artístico – estão proibidos de usar a piscina olímpica de Laranjeiras em 2019, até que seja reformada e garanta segurança aos atletas.

– Não é demais lembrar, que comunicamos a Presidência tão logo surgiram os primeiros indícios de falta de cuidado nas dependências da nossa sede, assim como aqueles anteriores a gestão de V. EXª., na espera de soluções imediatas. Também nos manifestamos contra a não finalização e abandono de várias obras iniciadas em nossa obra.


Abaixo, leia a íntegra do documento:


Saudações Tricolores,
Marcelo Jorand e Nicholas Rodrigues.

Marcelo Oliveira anuncia mais duas mudanças na inscrição da Sul-Americana

Daniel e Paulo Ricardo entram nas vagas de Renato Chaves e Robinho.

Após a vitória de 1 a 0 do Fluminense em cima do Atlético Mineiro, o técnico do Tricolor, Marcelo Oliveira, anunciou que a equipe terá mais duas mudanças na lista de inscritos para a Copa Sul-Americana. O zagueiro Paulo Ricardo e o meia Daniel entraram nos lugares de Renato Chaves, negociados com clube árabe e, Robinho, emprestado ao América Mineiro.

Desta forma, Cabezas, é o único contratado que não está na inscrito na competição. O atacanre que ainda não fez sua estreia pelo Tricolor ainda poderá ser inscrito na competição Continental caso o Flu chegue nas semifinais. Regulamento permite ainda mais duas trocas na semifinal.

 

ST,

Douglas Wandekochen

foto: Lucas Merçon

Parabéns aos Guerreiros

 

Marcelo Jorand e André Ferreira de Barros

Avançavam as últimas primárias do Partido Republicano. Repórteres, então, resolveram fustigar James Baker. “E se ‘A’ for eleito Presidente dos Estados Unidos? E se o eleito for ‘B’?”. Com a pertinácia que lhe é peculiar, o ex Secretário de Estado dos E.U.A respondeu: “Nada muda! Os Estados Unidos são à prova de idiotas…”.

Galera, é forçoso reconhecer que o time do Fluminense vem surpreendendo, positivamente, a todos nós.

Júlio César vem, pouco a pouco, ganhando a confiança da torcida tricolor. Gilberto, noves fora a patacoada no jogo contra o Cruzeiro, vem dando conta do recado. Gum… bom, Gum é Gum, o Guerreiro Gum! Ele tem lugar cativo no coração da galera e, quando sair, do time já terá entrado para a História. Renato “Calopsita” Chaves, quando não se acha o novo Franco Baresi, dá pro gasto. Luan Peres – ou qualquer outro zagueiro que complete a trinca – até agora não deu sustos. Ayrton “Beijinho” é, seguramente, uma das duas maiores revelações do futebol brasileiro em 2018. Marlon, quando entra, mantém o nível do titular. Richard é um volante austero, mas importantíssimo para o time. Jadson queimou a língua de 99,99% dos torcedores. Ele joga tanto quanto Wendell, mas com menos máscara. Marco Jr. quando se concentra em jogar bola, o faz com eficiência.

Júnior Sornoza merece um parágrafo à parte. Como joga bola esse equatoriano! Mesmo sabotado pelo Pedro Abad – que poderia presenteá-lo com um companheiro de criação no meio-campo -, Sornoza é incansável no leva e traz (a bola). E não é só transpiração, não! Tem muita inspiração o Papá!

Pedro, evidentemente, também merece um parágrafo à parte. Ele enverga a mais pesada camisa do Fluminense, a número 9. Não por causa do Dourado, claro, mas devido ao Fred. Guardadas as sacrossantas proporções, tem se saído muito bem o garoto. É a outra grande revelação do futebol brasileiro em 2018. E mais, além de competência, ele parece ter estrela em jogos cascudos. Pedro “Vai te Pegar” já enfiou bola na rede de Flamengo, Vasco, Botafogo, Cruzeiro, São Paulo e Chapecoense (aqui comparada aos grandes por razões óbvias).

Claro, o Abelão também merece um parágrafo particular – ou melhor, um artigo particular, só pra ele. Nós, cinquentões, colocamos o Abel no patamar de Carlos Alberto Parreira (1984) e Nelsinho Rosa (1980 e 1985). Abelão faz o time tricolor jogar no limite do limite. Parece que a garotada corre por ele. Mas Abel não é um mero incentivador, apenas um cara bom de grupo. Abel é muito mais, arrumou o time – e isso não é pouco!

De mais a mais, o Fluminense tem o peso de sua centenária camisa, um peso de entortar o varal.

A gana dos jogadores somado ao excelente trabalho do Abel somado ao peso de nossa camisa impulsionou o Fluminense à vice-liderança do Campeonato Brasileiro. Aliás, temos um encontro marcado com a liderança em Brasília, no Fla x Flu. E sou mais o Fluminense!!!

Voltando a James Baker, o Fluminense é forte, é fortíssimo, mas, infelizmente, não é à prova de incompetentes.

E não faltam incompetentes na Diretoria do Fluminense!

Já ouvimos um zumzumzum sobre as vendas do Pedro, do Ayrton e do Sornoza.

Putz Grilo!!

Desmancha-prazeres!!

Como dito num “live do Jorand”, “… o Fluminense não ganha por causa da Flusócio, ganha APESAR da Flusócio…”.

Saudações tricolores!

O vazamento do e-mail do Marcelo Teixeira.

Sei perfeitamente que o torcedor se atenta às questões que envolvem o time de futebol, jogos e etc., deixando um pouco de lado as outras questões que envolvem o Fluminense.

Contudo, entendo ser importante que esse mesmo apaixonado por futebol se inteire sobre o que está acontecendo, hoje, no Fluminense.
O vazamento do e-mail do Marcelo Teixeira para o empresário Eduardo Uram, envolvendo o jogador Diego Souza, acabou sendo, a meu ver, a pá de cal que faltava para sepultar, de uma vez por todas, a permanência desse indivíduo, uma eminência parda, nos quadros do Fluminense.

Não há dúvida alguma de que Marcelo Teixeira direcionou o aludido e-mail ao empresário do Diego Souza porque se via absolutamente autorizado pelo o presidente Pedro Abad, independente da autorização ter sido dada de forma verbal. E assim se diz, sem receio algum, porque o Abad já teria vindo a público, certamente, prestar satisfações aos sócios e torcedores, caso não tivesse autorizado Marcelo Teixeira a falar em seu nome.
Prosseguindo, no frigir dos ovos, quando a onça foi beber água, Marcelo Teixeira acabou sendo largado à própria sorte, abandonado literalmente, na medida em que o Fluminense, na ação intentada, de afogadilho, contra o SPORT e o São Paulo, com o propósito explícito de remediar a lambança produzida por essa trupe confusa, foi obrigado a dizer, textualmente, que o badalado e-mail foi “ASSINADO POR QUEM NÃO É INVESTIDO EM NENHUMA DAS PRERROGATIVAS ESTATUTÁRIAS DE REPRESENTAÇÃO DO ‘FLUMINENSE’”.

Trocando em miúdos, em âmbito judicial, Marcelo Teixeira foi formal e publicamente desautorizado pelo próprio Fluminense, dando a ação ajuizada a entender que esse mesmo Marcelo Teixeira agira por conta própria e à revelia absoluta da presidência. E não é só, porquanto está mais do que evidente que o Fluminense se viu obrigado a ingressar em juízo para evitar um prejuízo de R$ 4 milhões, prejuízo que seria imposto à secular instituição, graças a um ato isolado de Marcelo Teixeira.
Diga-se que a atuação do escritório de advocacia contatado para esse trabalho merece todos os aplausos, tendo conseguido decisão liminar que determina o depósito judicial do valor da negociação envolvendo o jogador Diego Souza, cabendo ao clube agora pugnar para que Marcelo Teixeira ressarça o Fluminense pelas despesas que o clube está tendo com esse processo, incluindo os justos honorários que estão sendo pagos ao competente escritório.
Diante de todo esse imbróglio não resta alternativa exigir, até mesmo por uma questão de coerência, a imediata demissão dessa figura, uma verdadeira caixa preta, até então, absolutamente intocável. E não só a demissão sumária, pois Marcelo Teixeira, a julgar pelo o que diz a petição inicial da ação promovida pelo Fluminense (Processo n.º 0035738-17.2018.8.19.0001), precisa responder também pelo dano financeiro causado ao clube, caso o seu e-mail venha a ser interpretado como o instrumento que alterou o contrato original.

De qualquer sorte, que fique claro que o Fluminense somente ingressou em juízo porque o e-mail do Marcelo Teixeira autorizou Eduardo Uram a negociar o jogador por valor inferior ao inicialmente estipulado em contrato.
Pedro Abad precisa prestar satisfações, sim, a todos nós, sócios e torcedores, na defesa de todos os nossos direitos e interesses, esclarecendo de uma vez por todas mais um canhestro episódio, o que se relaciona à autorização, a princípio, dada ao Marcelo Teixeira.
Financeiramente, estamos combalidos, buscando parcerias e tentando captar recursos em todos os lados, só que a nossa imagem se encontra bastante desgastada, não se podendo negar que todo o nosso desgaste decorre dos atropelos praticados pela a própria gestão.
Por outro lado, internamente, o momento político é conturbado, fala-se em insurreição, em golpe silencioso orquestrado por base de apoio, fala-se em propagação do ódio por parte da oposição, fala-se em impeachment por todos os poros, enfim, mas a verdade nua e crua é que a própria gestão, paulatinamente, envidou esforços para que as coisas saíssem do seu controle, haja vista todas as confusões que começaram a ser divulgadas, a contar da assunção do Abad. E o silêncio do mesmo, em determinados momentos, cá entre nós, acabou lhe sendo prejudicial ao extremo.
Não defendo o discurso que apenas difama, injuria, calunia, desqualifica, desmoraliza, sempre na busca do reconhecimento pessoal do ofensor, enfim, até porque em nada contribui para solucionar problemas. Todavia, sem querer ser desrespeitoso com quem quer que seja, entendo que chegamos a um ponto em que uma objetiva definição precisa ser dada, posto que a credibilidade, incontestavelmente, encontra-se abaixo de zero, sendo certo que quando se perde a credibilidade, infelizmente, perde-se tudo, incluindo aí a capacidade de gerir.
É chegado o momento em que as pessoas precisam, efetivamente, se posicionar e decidir o que realmente querem para o Fluminense.
Saudações Tricolores!!!

Marcello Luna – Conselheiro do Fluminense.

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