fbpx

Agenor falha, é expulso, e Fluminense perde para o Bahia por 3 a 2

Embalado com a goleada na Sul-Americana, o Fluminense não repetiu nesse domingo a atuação que encantou o Maracanã no meio de semana. Foi à Arena Fonte Nova enfrentar o Bahia pela 6ª rodada do Brasileirão e, especialmente por conta de falhas individuais, sofreu sua quarta derrota no campeonato.

É verdade que Fernando Diniz contou com o importante retorno de Pedro, recuperado de pancada na perna esquerda. Por outro lado, Allan e Luciano, suspensos, não viajaram a Salvador. Desgastado pela sequência de jogos, Paulo Henrique Ganso começou no banco. Assim, o meio-campo, com Daniel e Léo Artur discretos no primeiro tempo, perdeu em criatividade.

Apesar de possuir o controle da posse de bola, o Tricolor esbarrou na marcação alta. Até por isso, a maioria dos passes era trocada entre os zagueiros e o estreante volante Yuri.

Eram poucas chances para ambos os lados. Bastou um contra-ataque com a zaga desarrumada para Artur abrir o placar para os donos da casa. A resposta veio em seguida, com Pedro cobrando pênalti em cima de Yony González.

Seguindo à risca a proposta de saída de bola de pé em pé, o goleiro Agenor acabou se complicando algumas vezes. Insistiu e, numa terceira oportunidade, foi desarmado por Gilberto, que recolocou o Bahia em vantagem: 2 a 1.

“Não foi falha. Eles têm esse método de trabalho, têm confiança em fazer. Tenho que pressionar mesmo, forçá-los a tomar a decisão errada”, disse Gilberto após o fim da etapa inicial.

Na volta do intervalo, Diniz apostou em Ganso e Marcos Paulo para buscar, ao menos, o empate. Não deu tempo nem de esboçar reação: o juiz, com auxílio do VAR, assinalou penalidade para o Bahia alegando toque no braço de Gilberto.

O xará do lateral-direito bateu para defesa de Agenor. Mas o goleiro, segundo a arbitragem, se adiantou. Logo, o juiz mandou repetir a cobrança e ainda aplicou o segundo amarelo para o arqueiro, que acabara de ser advertido por reclamação. Na segunda tentativa, com Rodolfo debaixo das traves, o atacante fez 3 a 1.

A injeção de esperança nos tricolores saiu dos pés do xodó João Pedro. Ele pegou rebote dado pelo goleiro do Bahia, Douglas, depois de cobrança de falta de Ganso: 3 a 2. Entretanto, o Fluminense parou por aí, mesmo com o acréscimo de 8 minutos.

Sem passar no Rio, a delegação viaja para a Colômbia, onde reencontra o Atlético Nacional na quarta-feira em busca da confirmação da vaga nas oitavas da Sula. No Brasileirão, o próximo compromisso é domingo que vem, contra o Athlético-PR, na Arena da Baixada. Com apenas 6 pontos, o Time de Guerreiros encerra a rodada na 14ª posição.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fluminense confirma 5ª edição da FluFest para 21 de julho com show de Lulu Santos

Nesse sábado, o Fluminense confirmou para o dia 21 de julho, domingo, a realização da 5ª edição da FluFest, que vai comemorar os 117 anos do clube. Dessa vez, a celebração será voltada ao centenário das Laranjeiras e, de novo, depende da colaboração dos torcedores via financiamento coletivo para alcançar a meta de R$ 100 mil até 15 de julho. Clique aqui para deixar sua contribuição.

Os colaboradores vão garantir diversos prêmios. A doação mínima, de R$ 50, dá um ingresso para o show de Lulu Santos, a estrela da festa tricolor em 2019. Um dos principais nomes do cenário musical brasileiro, o cantor reúne seus grandes sucessos na nova turnê. Diferentemente dos anos anteriores, a apresentação acontecerá no gramado do estádio, no fim da tarde.

Mais brindes: livro sobre os 100 anos das Laranjeiras, cuja capa foi escolhida em votação proposta aos tricolores; uma camisa da Liga Retrô (branca, com faixa na diagonal) que lembra os 50 anos do título de 1969 e os 10 anos do Time de Guerreiros; e, no valor máximo, de R$ 1000, uma moeda de prata, produzida pela Casa da Moeda em referência à sede do Fluminense.

Até a publicação desta matéria, foram registradas 8 colaborações, totalizando R$ 3.952 (ou 3% do montante necessário). Segundo o clube, um possível lucro do evento será reinvestido em melhorias nas Laranjeiras.


Recompensas para os colaboradores:

R$ 50,00 – Um ingresso para o show no gramado de Laranjeiras. Limite da recompensa: 5000 pessoas.

R$ 150,00 – Recompensa anterior + um exemplar do livro sobre o centenário de Laranjeiras. Limite da recompensa: 1000 pessoas.

R$ 300,00 – Todas as recompensas anteriores + uma camisa branca retrô inédita do Flu que celebra os 50 anos do título de 1969 e 10 anos do Time de Guerreiros. Limite da recompensa: 300 pessoas.

R$ 500,00 – Todas as recompensas anteriores + um nome citado na página de agradecimentos do livro (válido até a liberação para a gráfica, prevista para o fim da primeira quinzena de junho). Limite da recompensa: 100 pessoas.

R$ 1.000 – Todas as recompensas anteriores + uma medalha de prata exclusiva do centenário do Estádio de Laranjeiras. Limite da recompensa: 100 pessoas.


LEIA MAIS: Torcedores escolhem capa do livro do centenário das Laranjeiras

LEIA MAIS: Fluminense abre votação para decidir capa de livro sobre centenário das Laranjeiras


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Torcedores escolhem capa do livro do centenário das Laranjeiras

Iniciada na segunda-feira, uma enquete proposta aos tricolores definiu a capa do livro de 160 páginas preparado pelo Flu-Memória para homenagear o centenário das Laranjeiras, completado neste sábado, 11 de maio. Dentre quatro opções, a quarta ganhou com 40,99% dos mais de 9 mil votos.

Capa vencedora da enquete dos 100 anos de Laranjeiras — Foto: Divulgação
Capa vencedora mostra, do alto, o bairro das Laranjeiras e, ao fundo, a Praia do Flamengo

Em segundo lugar ficou a opção 3, com 24,66%, seguido da capa 1, com 22,61%, e da capa 2, com 11,74%. O lançamento da obra acontecerá durante a FluFest, marcada para o domingo do dia 21 de julho, na sede do Fluminense.

Resultado de enquete - capa livro oficial do Fluminense — Foto: Reprodução
Demais capas da enquete do livro dos 100 anos das Laranjeiras — Foto: Divulgação
Demais opções de capa postas em votação na segunda-feira

Registrada em 1930 e de autoria de Padre Romualdo, a imagem vencedora mostra, do alto, o bairro das Laranjeiras e, ao fundo, a Praia do Flamengo. Na época, ainda existia o anel completo do estádio, com a arquibancada que veio a ser demolida em 1961 devido à duplicação da Rua Pinheiro Machado.

Como celebração à data, o clube preparou diversas ações especiais. Durante o mês de maio, os jogadores vêm usando uma camisa com patch em referência ao berço do futebol brasileiro. Serão lançadas, ainda neste sábado, moedas comemorativas feitas em parceria com a Casa da Moeda. São cinco modelos: ouro, prata, bronze, bronze dourado e cuproníquel.

Além disso, no dia 18 haverá a estreia do “Jogue nas Laranjeiras”, projeto no qual os torcedores, mediante pagamento de R$ 1.199 (sócios têm desconto de 10%), participam de um amistoso com times comandados por Airton, campeão carioca em 1995, e Leandro Euzébio, bicampeão brasileiro em 2010 e 2012.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Fluminense abre votação para decidir capa de livro sobre centenário das Laranjeiras

A cinco dias do aniversário de 100 anos do Estádio das Laranjeiras, o Fluminense abriu uma votação para decidir a capa do livro planejado em homenagem à marca. A obra é de autoria de Carlos Santoro, Dhaniel Cohen e Heitor D’Allincourt e vai ser lançada na quinta edição da FluFest, em julho, que usará o centenário da sede do clube como tema. A enquete acontece por meio do Globoesporte.com. Clique aqui e, dentre quatro opções, escolha sua preferida.

Na edição passada da festa em comemoração ao seu aniversário, cuja temática era a história no Maracanã, o Tricolor promoveu esta mesma ação. Na ocasião, propôs que os torcedores definissem a capa do livro intitulado “O Maraca é Nosso”.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Tenório confirma contrato com Jackson Vasconcelos e nega vínculo com Peter: “Sempre esteve do lado contrário ao meu”

Nessa semana, o Extra divulgou que Ricardo Tenório, possível candidato à presidência do Fluminense, firmou parceria com Jackson Vasconcelos de olho na eleição de junho – provavelmente, dia 8. Diante do passado do consultor como assessor do ex-presidente Peter Siemsen, tricolores desaprovaram a união.

Procurado pela reportagem do Canal FluNews, Tenório rechaçou envolvimento com antigos clientes do profissional – um deles é, aliás, Celso Barros, à época da corrida pelo comando do clube em 2016.

– Quero deixar definitivamente claro, categoricamente, que não tenho nenhum compromisso com o Peter Siemsen e muito menos com o Pedro Abad. Em toda a minha trajetória no Fluminense, ele sempre esteve do lado contrário ao meu.

Em conversa informal, Ricardo Tenório revelou que o compromisso com Vasconcelos é somente profissional e voltado à organização de uma eventual campanha política. No começo do mês, vale lembrar, ele deixou a aliança com Mário Bittencourt e Celso Barros e, agora, busca apoio para alcançar as 200 assinaturas necessárias para lançamento de chapa.

– Jackson é um profissional que atua no mercado de campanhas eleitorais, há muitos anos, traçando suas estratégias – resumiu.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Debaixo de chuva, Fluminense vence Luverdense por 2 a 0 e se garante na próxima fase da Copa do Brasil

Pelo menos durante o primeiro tempo, a chuva intensa que caía no Maracanã apareceu como protagonista de um jogo morno, semelhante ao que terminou empatado em 0 a 0 em Mato Grosso. Porém, Yony González e Luciano, goleadores do elenco no ano, assumiram a responsabilidade e colocaram o Fluminense na quarta fase da Copa do Brasil. A classificação leva R$ 1,9 milhão aos cofres nas Laranjeiras.

Primeiramente, o clube homenageou a torcedora Júlia Neves Aché, vitimada pelo temporal que atingiu o Rio de Janeiro na segunda-feira. Os mais de 6 mil presentes gritaram o nome da menina de 6 anos.

Com a bola rolando, poucas ações ofensivas. Aos 14′, Yony González cabeceou sobre a meta defendida por Edson. Foi só o dilúvio começar que o estilo de jogo de Fernando Diniz, marcado pela troca de passes, acabou prejudicado. A redondinha travava nas poças d’água formadas em pontos do gramado.

Apesar dos 69% de posse, o Tricolor não produziu nenhuma jogada que levasse perigo ao adversário. Prejudicado pelo campo molhado, é claro. Mas, dada a necessidade de marcar para impedir pênaltis, a torcida, impaciente, encerrou o primeiro tempo com vaias ao time.

Na volta do intervalo e com uma chuva mais amena, Yony González precisou de só 4 minutos para abrir o placar, de cabeça, depois de belo cruzamento de Everaldo. O gol animou e, na sequência, Luciano se livrou da marcação, após receber de Ganso, e acertou boa finalização, defendida pelo goleiro.

Aos 38′ da etapa decisiva, Luciano sacramentou a classificação ao sair cara a cara com o arqueiro rival e empurrar para a rede, graças à assistência de Allan, que começou jogando na vaga do ainda lesionado Airton. Embora tenha ensaiado alguma pressão, o time mato-grossense deixou o estádio eliminado do mata-mata, mesmo com os tricolores pouco inspirados.

“Foi para lavar a alma. Poderíamos estar na final do Carioca. Conversamos a respeito disso, mas soubemos deixar para trás. Seguimos vivos na Copa do Brasil e agora começamos a trabalhar pensando no Brasileiro”, disse Luciano, em entrevista ao SporTV.

Sexta-feira, o Fluzão conhecerá seu próximo adversário em um sorteio, que definirá, também, a ordem dos mandos. As datas reservadas para esta fase são 17 e 24 de abril.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fluminense reage com reservas, mas não impede revés para o Flamengo por 3 a 2

Nesse domingo, o segundo clássico entre Fluminense e Flamengo em 2019 incendiou o Maracanã, que recebeu quase 50 mil pessoas. Cada um encarou o jogo à sua maneira. Confirmado na semifinal desde sábado, o Time de Guerreiros levou a campo reservas e Caio Henrique e Ganso, em razão do desgaste pela maratona de jogos e viagens. Por sua vez, o Rubro-Negro, com força máxima, precisava vencer para se classificar.


Logo no início, o Tricolor apontava seu principal algoz: o desentrosamento entre os jogadores. Erros de passes em sequência levavam o clube da Gávea ao ataque com facilidade. Gabriel poderia abrir o placar logo aos 7 minutos, quando não conseguiu desviar a bola cruzada por Pará.


Em lance parecido, os rivais fizeram 1 a 0. Pará lançou para Bruno Henrique, que marcou no contrapé de Agenor. Fernando Diniz viu falha na origem, com Mateus Gonçalves, que dobrava a marcação na esquerda com Marlon.


Na sequência, Pará quase guardou o dele, em cabeceio que parou no goleiro, após cruzamento de Renê. Na volta da parada técnica, Léo Duarte testou e Agenor, de novo, impediu o pior. Foi quando o domínio rubro-negro passou a ser ameaçado.


Caio Henrique finalizou colocado e acertou o travessão. Em seguida, Mateus Gonçalves driblou, chutou, mas Willian Arão salvou debaixo da trave. Em reposta, o Fla chegou mais duas vezes. Uma com Arão, antecipando-se a Marlon e cabeceando, e outra com Diego, que arriscou bicicleta.


No segundo tempo, Bruno Henrique saiu na cara do gol, ao receber lindo passe de Diego, e não perdoou. Não demorou, e Allan cedeu a posse de bola a Gabriel, que ampliou para 3 a 0. O adversário tirou o pé e viu o Fluminense tomar o controle das ações.


Calazans bagunçou a zaga e cruzou para Dodi, que substituiu Mateus Gonçalves, diminuir o placar. João Pedro, que voltou de lesão no lugar de Allan, ganhou uma chance na equipe. Seu primeiro toque parou dentro do gol, com nova assistência do camisa 30: 3 a 2. Duas substituições acertadas de Fernando Diniz.


Sem insistir em avançar, o Tricolor acabou reduzindo o ritmo e pouco conseguiu criar após a reação relâmpago. O jogo de qualidade deu espaço a um clima quente entre os atletas. Confusões resultaram em distribuição de amarelos e até em vermelho, este para Pablo Dyego, que fez sua primeira atuação no ano e atingiu a cabeça de Léo Duarte.


Apesar do revés, os guerreiros permaneceram na liderança, com 11 pontos. Assim, enfrentarão o Flamengo na semifinal, quarta-feira. Bangu x Vasco medem forças na quinta. Os tricolores e alvirrubros têm a vantagem do empate.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

 

 

Abad nega acusações em áudio: “Ou prova o que está falando ou vai responder criminalmente

No fim de semana, circularam, nas redes sociais, áudios nos quais um homem, anonimamente, acusa a diretoria de emperrar a negociação com um patrocinador por “motivos externos”. A empresa seria, supostamente, a BS2, anunciada, nos últimos dias, parceira do Flamengo. Em gravação no WhatsApp, Pedro Abad se revoltou com as alegações e disse que recorrerá à Justiça.


– Ou a pessoa prova o que está falando ou ela vai responder criminalmente. Simples assim. Ficar bagunçando com o nome das pessoas não tem sentido nenhum. Isso vai às últimas esferas judiciais. Vamos correr atrás de condená-la criminalmente e pedir reparação civil. Também vale para quem mexeu no Twitter.


De acordo com as mensagens de voz, o investidor procurou, primeiro, o Fluminense para, na sequência, tratar com o Rubro-Negro. Mencionando o nome do presidente, o indivíduo revela que exigências pedidas pelo clube impediram um acordo.


– Tive milhões de motivos para desbaratar esse áudio, um monte de incoerências, inconsistências. Mas não vou fazer isso, não. Vou brigar na Justiça e a pessoa vai ser condenada. A menos que prove alguma coisa – destacou Abad.


A polêmica surgiu às vésperas do clássico com o Fla e em meio a uma boa fase da equipe, que eliminou o Antofagasta na Sul-Americana e, ainda sem nem jogar a última rodada da Taça Rio, se classificou para a semifinal.


– A pessoa sequer se identifica. Ninguém sabe quem é. Embora a gente já tenha uma ideia de quem seja, nome, sobrenome, o que faz. A gente trabalha para c…, com a maior dificuldade, e vem pessoas, no meio de um momento bom do futebol, para tentar bagunçar – lamentou o mandatário.


Em comunicado enviado ao LANCE!, o Fluminense se posicionou sobre o caso.


“O Fluminense Football Club repudia profundamente os áudios que estão sendo divulgados nas redes sociais a respeito de um suposto patrocínio do banco BS2. O departamento jurídico do clube já foi acionado e todas as medidas criminais serão tomadas”.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Ganso marca, Fluminense domina Clássico Vovô e sofre empate em falha defensiva

Paulo Henrique Ganso seria o protagonista em seu primeiro clássico pelo Fluminense, neste domingo, no Maracanã. Num momento em que o domínio era dos tricolores, o camisa 10 recebeu passe açucarado de Everaldo e só desviou para a rede, abrindo o placar aos 24′ do 1º tempo. Foi uma falha defensiva, na volta do intervalo, que levou o Botafogo ao empate, com Alex Santana, aos 39 segundos.

Logo no início, a equipe de Fernando Diniz indicava que dominaria as ações no jogo, apoiando-se, principalmente, na velocidade de Everaldo. Fosse no mano a mano ou arriscando para o gol, o jogador que interessa ao Cruzeiro bagunçava a zaga adversária. Como concentrava a marcação no entorno da área de Rodolfo, o Botafogo se expunha e sofria contra-ataques perigosos.

Após levar o gol, o Alvinegro cresceu no Clássico Vovô. Marcinho inaugurou a “nova postura” mandando uma bomba que parou, primeiro, em Rodolfo e, depois, no travessão. O goleiro, por outro lado, assustou torcedores quando, pressionado, se enrolou duas vezes com a bola.

Ganso, na saída para o intervalo, disse: “Espero que a gente continue com a mesma dedicação do primeiro tempo e possa sair vencedor”. Não foi o cenário que se desenhou na etapa final. Além do tento do rival em cochilo da zaga, o Fluminense caiu de produção e não repetiu a mesma intensidade.

Ainda assim, chegou perto de marcar o segundo. Matheus Ferraz cabeceou para defesa de Gatito Fernandéz. Na sequência, o paraguaio viria a operar um milagre em chapada de Luciano, que já se preparava para comemorar. Sem mais redes balançado, o duelo terminou em 1 a 1.

Comum em estádios pelo Brasil, a violência no futebol ganhou mais um episódio. Três tricolores foram presos acusados de tentarem agredir botafoguenses na bilheteria 4 do estádio.

Com o resultado, o Tricolor se mantém na liderança isolada do grupo B da Taça Rio, com 11 pontos, quatro a mais que o vice-líder, Volta Redonda. O próximo compromisso pelo segundo turno do Carioca é no próximo sábado, contra o Flamengo. Antes, quinta-feira, há o embate com o Antofagasta, no Chile, pela Sul-Americana.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

 

 

 

Festa no Maracanã e “talento raro”: relembre a sexta-feira de Paulo Henrique Ganso

A última sexta-feira, dia 22, marcou a primeira atuação de Paulo Henrique Ganso com a camisa do Fluminense. Ele, que não jogava desde dezembro, nem precisou marcar gols ou dar assistências para conquistar o carinho dos 21 mil tricolores presentes ao Maracanã.

A cada passe, por mais simples que fosse, a torcida vibrava, como quando seu nome fora anunciado, com entusiasmo, no telão, durante a apresentação da escalação. Fôlego a mais para o camisa 10 permanecer em campo por 90 minutos.

A recepção à equipe ganhou um colorido especial, com o pó-de-arroz nas cores verde, branco e grená. A resposta do craque veio em campo, com bons lançamentos e, principalmente no primeiro tempo, o conhecido toque diferenciado. Ou, como disse Fernando Diniz, o “talento raro” de um candidato a ídolo nas Laranjeiras.

– Ganso tem muito a evoluir, mas teve boa produção e uma boa estreia. Ele é muito diferente, um talento raro. É bom para o Fluminense e para o futebol brasileiro ver o Ganso voltar a atuar por aqui. Acredito que ele terá uma grande temporada – opinou o treinador.

O meia atraiu para si os olhares do Brasil e da família, que acompanhou sua estreia. A esposa, Giovana, levou os filhos, Henrico, de 4 anos, e Stella, de 2, para conhecer a casa do “papai” pelas próximas cinco temporadas, tempo de contrato assinado em janeiro. As crianças, aliás, posaram com a armadura do clube e entraram em campo com a estrela daquela noite.

Em vídeo publicado no canal do Fluminense no YouTube, a FluTV reuniu os principais momentos do triunfo por 2 a 0 sobre o Bangu, pela Taça Rio. Jogo no qual o protagonista, que diz precisar “conquistar muita coisa ainda para ser ídolo desta torcida”, começou a caminhada para, quem sabe, alcançar seu espaço ao lado de grandes nomes que fizeram brilhar as três cores que traduzem tradição.


Assista aos bastidores:


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Top