Vaiar é criticar a própria camisa?

Depois de mais uma atuação péssima, a terceira seguida, o Fluminense foi derrotado em casa contra o América-MG. Com um primeiro tempo horrível e desmotivado, os comandados de Fernando Diniz acabaram perdendo novamente e, agora, estão fora do G-4.

Após o jogo, Fábio, goleiro de 42 anos, demonstrou sua insatisfação. Não com a derrota e a sequência de atuações pífias, mas com a torcida, os 23 mil guerreiros que foram assistir mais um jogo abaixo da crítica. Fábio, goleiro de 42 anos, que falhou em vários momentos decisivos nesta temporada, acha que a torcida deve cobrar, mas ele próprio decide como a cobrança pode ser feita.

Ao final do jogo, o goleiro afirmou:

A gente ficou invicto muito tempo, e o grupo é praticamente o mesmo. O torcedor fica triste com o resultado e cobra. Acho que tem o direito de cobrar principalmente no final do jogo. As vaias prejudicam a própria equipe. Principalmente depois do segundo tempo estavam incentivando mais a equipe adversária e desrespeitando a própria camisa. (…) O torcedor tem que ir até o final. Tem todo o direito de cobrar. Ele que é a referência e a razão do clube, mas tudo tem a hora certa: no final da partida. Infelizmente não foi o que aconteceu, mas é o mesmo time que era considerado o melhor e o que há pouco tempo estava brigando pelo título.”

Com mais de 20 anos de carreira, era esperado que o goleiro entendesse que o torcedor tem o direito de vaiar, criticar, cantar “Time sem vergonha” quando ele quiser. É uma demonstração de cada um. Alguns preferem vaiar ao final, outros durante o jogo. Mantendo o bom-senso, nunca apelando para agressões ou invasões de treinamento, cobranças ridículas no privado dos jogadores, as críticas devem ser feitas. E não são os jogadores que determinam como vão ser. Eles apenas ouvem e tentam melhorar. É a vida.

Mas Fábio, goleiro de 42 anos, acha que a torcida deve se comportar como ele quer. Parece que nunca foi vaiado em toda a sua carreira. Não é a primeira vez que um jogador experiente do atual elenco faz isso. Felipe Melo já discutiu com torcedores por ser vaiado. A própria diretoria atual não gosta de cobranças, acha que o torcedor não entende nada de futebol e serve só para fazer papel de bobo e pagar sócio.

Que os jogadores tentem se fechar, não se criticando abertamente, é compreensível. São colegas de trabalho e querem apoiar uns aos outros. Mas não podem querer ditar como a torcida se comporta.

Para amenizar as vaias, é importante jogar futebol, coisa que o Fluminense não faz há três rodadas. Perder é do jogo, muitas derrotas acontecem e a torcida apoia. O que não pode é apatia, lentidão e querer definir o que a torcida pode ou não fazer. O próprio Fernando Diniz criticou a partida, qual a razão do torcedor não poder?

Foto: Marina Garcia/FFC

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Demagogia Corinthiana

Guerreiros e Guerreiras, que a politica e o futebol sempre andaram juntos ninguém pode negar. Desde 50 quando perdemos a Copa do Mundo, passando pelos interesses militares na escolhas dos treinadores da seleção brasileira até os dias de hoje.

O povo acaba se manifestando de uma forma emocional, passional e irracional quando falamos de futebol e politica, inclusive podemos lembrar a frase dita no debate dos presidenciáveis, quando Lula cita o Vasco para dizer que é a luta de nós contra eles, pois Bolsonaro tem ajudado o Flamengo politicamente e, não obstante a estes posicionamentos, existiu um grupo de jogadores do Corinthians que na década de 80 ficou conhecido por formar a Democracia Corinthiana.

Não estamos aqui pra debater politica, mas é nítido e notório que aqueles que têm a mídia ao seu lado, ou por igualdade ideológica, ou clubistica, ou ainda por amizade, salta na frente quando se fala em expor suas opiniões e o pior, impor suas opiniões, mas se moramos numa DEMOCRACIA por que pessoas querem impor suas opiniões?

É bem nitido o porquê, porque querem manobrar o povo, pois na democracia (demos=povo,  kracia=governo, essa é a origem da palavra democracia) o governo é eleito pelo povo e se os “pensadores” tiverem o povo pensando como ele, fica mais fácil de conduzi-los, de receber apoios e serem eleitos. Nos deparamos neste fim de semana com a fala do Casagrande, quer por coincidência ou não, foi um dos pilares da democracia corinthiana e que, segundo rumores, foi demitido da Rede Globo por expor de forma incisiva e continua, chegando a ser inconveniente, os seus pensamentos políticos ao fazer suas análises sobre futebol.

Casagrande, que ao lado de Juca Kfouri, também corinthiano e que sempre teve um discurso , desde de os tempos da revista Placar, anti-carioca e principalmente, anti-Fluminense, num programa chamado, Cartão Vermelho (que nome hein?!), do próprio Juca e do José Trajano. O Casagrande, que se acha craque, solta a seguinte  frase ao falar sobre o DINIZISMO:

“(…) Posso falar uma coisinha que não gosto é o tal do Dinizismo, Dinizismo é uma palavra feia, Dinizismo vem lá do Nazismo, a primeira palavra que tem essa termologia, esse termo é o nazismo(…)”

Então vamos desmistificar o termo DINIZISMO para o NÃO CRAQUE DA BOLA E MUITO MENOS DAS PALAVRAS, CASAGRANDE:

Sufixo ISMO: sufixo nominal, de origem grega, formador de nomes que designam conceitos de ordem geral, como alcoolismo, tabagismo, pessimismo

Diniz é o nome, ou melhor, sobrenome, do nosso treinador, mas que podemos analisar também, afinal, DINIZ vem do nome Dionísio, equivalente ao Deus romano Baco, ou seja, remete a alguém que é dedicado a Deus.

Portanto o termo DINIZISMO nada tem a ver com Nazismo, Casagrande, é apenas um termo criado de forma a demonstrar o CONCEITO de jogar futebol implementado por DINIZ.

Casagrande, para sua tristeza não aceitamos a sua DEMAGOGIA CORINTHIANA, nem a flamenguista, nem a sua, nem a do Juca Kfouri. Não somos massa de manobra, e nem precisa prometer nada, nem se desculpar pois sabemos que nada se concretizará ou será de verdade!

No mais, o único Casagrande que respeito é o mestre Casagrande, esse sim craque, da Unidos da Tijuca, que diga-se de passagem é Fluminense!

Foto: Reprodução

“DETALHE” É O NOME DO JOGO! , Opinião Rafael Ladewig

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Olá, Guerreiros!
Nós amamos esse “jogo”, nós romantizamos esse “espetáculo” e nós ficamos cegos para os “DETALHES” que transformaram esse esporte chamado futebol.
Na sua origem, Inglaterra/Escócia, o jogo era brutal. Portanto, a imposição física reinava em campo. Na sequência, alguns “gênios” compreenderam que também era necessário utilizar-se de “táticas”, eis que surge o “WM” e outros professores a reboque. Até que a “cintura mole” latina começa a impor arte na disputa e diante do maior aproveitamento do grande campo (105 x 68), encontra-se espaço para ser efetivo, tático, mas conduzindo o baile, vide Copa de 1970…
Mas convenhamos, em 50 anos alguém também olhará para nosso período atual observando “DETALHES” que apontam às mudanças de rumos, pois o atleta virou uma máquina fisicamente, mesmo tendo cada vez mais seu psicológico em colapso; os goleiros se transformaram em gigantes com envergadura e reflexo quase robótico; as táticas são desenhadas e lidas em software com assertividade incrível; a bola mais leve, com gramado mais curto transforma o jogo ainda mais rápido; e por fim, mais de dez câmeras vão acabando com o imponderável, com a malandragem e em alguns casos, até mesmo com a famosa “La mano de Dios”.
Olhando para nosso FLU, precisamos enaltecer a preparação física/fisiológica. Pouco rodamos o elenco e temos um índice de lesões baixíssimo, se comparado aos anos anteriores; o lado humano/psicológico transborda e isso evidencia a união de um grupo realmente focado no objetivo maior; temos uma espinha dorsal, começando por um magnífico goleiro, zagueiros sérios/técnicos, laterais que cumprem funções além do trivial, um meio campo que sabe o que fazer com a bola, um ataque fulminante, os moleques de Xerém, um banco que mantém sintonia sem vaidade com os que jogam e quando são chamados representam, mas acima de tudo temos um “gestor, professor, estrategista, técnico, psicólogo e sujeito homem” que conhece o peso da nossa armadura, nos honra e merece demais a glória!
Considerando o orgulho dos passos até aqui dados, chegamos ao famoso “DETALHE”:
Uma semifinal, em especial contra Paulistas, cabe todas as observações possíveis. André, Ganso e Manoel, por exemplo, estão pendurados e apesar do grupo coeso e bem treinado, eu diria que os 3 estão entre os 4 titulares mais “regulares” no ano. Que seja lembrado isso no pré jogo (nada de cartão bobo, vide Ganso contra o Fortaleza).
Não esqueçamos 2015, semifinal da Copa do Brasil contra o Palmeiras. Jogamos para sair do Maracanã com boa vantagem, abrimos 2×0, poderíamos ter liquidado a fatura, mas em um pênalti duvidoso eles acharam um gol, que lá pesou.
Certamente o “Grande Diniz” está cuidando dos “DETALHES”, como a bola parada com Gil, a força do corredor com Fagner no C.Paulista, como bloquear as ações do Renato Augusto…e certamente cada torcedor se apegará aos seus “DETALHES”, muitos supersticiosos, muitos contando com o João de Deus, o Sobrenatural de Almeida, entre outros…eu me sintonizando com meu amado filhão!
Que o torcedor entenda que nosso time/treinador não se abate ao primeiro revés. Nosso time entrará em campo para a máxima vantagem possível, mas que estejamos preparados para jogar com eles durante os 90 minutos, independentemente das circunstâncias.
Fizemos a diferença contra o Fortaleza e precisamos “guerrear com os guerreiros” hoje por 90 minutos, independentemente de política ou gosto/desgosto por jogador A ou B
Muito confiante…dia de tricolor ficar “louco da cabeça”, mas com atenção aos detalhes!l

Rafael de Castro Ladewig de Araujo.
Filho, “Te levarei no peito; desde o berço até….o Reencontro”!

A IMPORTÂNCIA DO VERDADEIRO ÍDOLO

Que festa, meu amigos! Até que enfim a adrenalina baixou e já posso falar com vocês com mais razão do que emoção. O que foi aquela festa de sábado? Quando o Maracanã verá algo tão grandioso ou especial como aquela noite do dia 09/07/2022 as 19h?

Quem esteve presente no Maracanã, conseguiu assistir não só uma despedida de um ídolo e sim fazer parte da história. Sim, isso mesmo!!! Os pouco mais de 64 mil torcedores presentes fizeram parte da HISTÓRIA do Fluminense Football Club. Os que não conseguiram ir, por mais que eu não tenha o direito de falar para não se sentirem tristes, espero que entendam que com certeza VOCÊS FORAM REPRESENTADOS POR NÓS. Gritamos por vocês, nos emocionamos por vocês e vibramos juntos, pois a energia do lado de fora com certeza chegou dentro do Maracanã.

Entendo que nossa gestão não é uma que agrada a todos os torcedores e que nossa política muitas vezes atrapalha nosso entusiamo e que consegue em momentos bons nos dar um banho de água fria. Quando eles erram, críticas e mais críticas são feitas, mas quando há o acerto devemos sim comentar e PARABENIZAR, e o retorno do nosso ídolo foi um golaço da diretoria. Parabéns Mário e cia.

O retorno do Fred representou muito mais do que apenas o seu desempenho em campo. Fred trouxe junto com ele o orgulho de vestir nossa camisa. Fred trouxe de volta os holofotes da mídia nacional e internacional as Laranjeiras, e o principal: Fred trouxe de volta o prazer da torcida em dizer que SIM, FRED É NOSSO ÍDOLO.

Não serei hipócrita de falar que o mundo não é movido a dinheiro. Isso é óbvio. Quem é apaixonado de verdade é o torcedor e PONTO, entretanto quando observamos jogadores como Marcelo preferir continuar jogando em clubes mais fracos do leste Europeu ao invés de retornar aos braços da torcida que clama seu regresso, ou como Thiago Silva, que por diversas vezes tem suas redes sociais inundadas de comentários com pedidos de “Volta pra casa, Mostro” preferir continuar na Inglaterra e dizer que talvez retorne com 38 anos (idade que o Fred aposentou), dói, machuca o torcedor do Fluminense. O que falar então do Thiago Neves que foi para o time da Lagoa, marcou gol na gente e comemorou como se nunca tivesse jogado no Fluminense. Conca? bem, esse aí dá para defender e perdoá-lo.

Por isso que esse jogo de sábado foi especial. Com certeza essas imagens chegaram a outros jogadores que fizeram de certa forma sua história no Fluminense e que preferem continuar longe do clube. Não há dinheiro no mundo que compre aquela idolatria de sábado. Mosaicos, corredor humano, ingressos esgotados, festas, tudo isso para poder dizer MUITO OBRIGADO. Dizer muito obrigado a um cara que não é carioca e muito menos nasceu tricolor. Um cara que a mídia fez questão de deixa-lo constrangido colocando vídeos de suas entrevistas, onde o mesmo declarava que sua família torcida para Atlético MG e para o Cruzeiro, justamente na semana de sua despedida do Fluminense….E PASMEM OS SENHORES, tiveram a coragem de fazer isso com ele AO VIVO EM REDE NACIONAL APÓS A FESTA DE SÁBADO. Um cara que veio para o Fluminense em 2009 com o aporte do nosso patrocinador, capitaneado pelo Dr. Celso Barros e que aprendeu a amar o Fluminense e sua torcida em tão pouco tempo.

É Fred, sabemos o quanto você foi maltratado. Quiseram fazer de você o novo Barbosa, mas nós não deixamos. Faltava menos de 15km, 10km, 5k, 1km para você voltar para casa e você voltou. Saiu em 2016 de forma covarde, mas voltou para casa em 2020 e teve seu devido reconhecimento. Parabéns Dom Fredon! Jamais vamos esquecer o time de guerreiros liderado por você e Conca no qual tinhámos 99% de chance de risco, mas esqueceram que tínhamos 1% de fé. Lutem até o fim dizia a faixa e você lutou.

Que você curta seu devido descanso e que nunca abandone o clube e a torcida que sempre te apoiou. Saudações tricolores e VENCE O FLUMINENSE!

”ADERIR OU SE SAF-AR!’ – Opinião Rafael Ladewig de Araújo

Olá, Guerreiros!

Há semanas penso em escrever sobre o assunto, mas não gostaria de ser mais um a entrar no “Fla x Flu” que virou o debate sobre SAF sem ter nenhuma referência concreta, nenhum embasamento legal ou até mesmo detalhamento sobre as notícias que surgem diante os primeiros grandes clubes brasileiros a aderi-la.


Olhando especificamente para o meu Fluminense, e acredito ser realidade da grande maioria, o modelo societário arcaico e falido nos conduz a crer que a única solução para a tão sonhada profissionalização seria realmente a SAF, já que nenhum “dono” investiria 9Mi por 50% do possante Caio Paulista, 9 Mi no Cris, teria renovado contratos de Hudson e Matheus Ferraz (2021), por exemplo ou teria aparelhado departamentos importantes tecnicamente, apenas por amigos/aliados.


A falta de criatividade e profissionalismo na geração de receitas é assustadora; o conceito de alocar os amiguinhos de campanha em funções estratégicas traça paralelo à vergonha da nossa política nacional e em pleno século XXI os clubes são tratados apenas com a “paixão”, sem planejamento de marketing e gestão que justifique qualquer empreendedor de peso aportar capital, além das habituais receitas de TV, patrocínios, onde na maioria das vezes o clube serve de “vitrine imediatista” e ignora-se até o melhor uso de patrimônio, vide nosso estádio das Laranjeiras, que se não é viável para futebol profissional (na visão de alguns), poderia se tornar a maior casa de espetáculos da Zona Sul Carioca.


Se olharmos para a gestão de despesas, aí que realmente jogamos a toalha para o modelo atual. A Falta de transparência no preenchimento dos cargos, as escolhas baseadas em decisões monárquicas, as confusas parcerias com determinados empresários, que nos fazem “aceitar” barangas, os contratos com sigilo, as permutas…são muitos os motivos para abraçarmos de vez o modelo SAF e acreditarmos no “felizes para sempre”.


Focando nossas atenções à SAF, primeiramente precisamos compreender que existem modelagens diferentes em andamento e bem superficialmente olharei para duas: De um lado, os grandes a beira da falência (Cruzeiro, Botafogo, Vasco), buscando uma salvação imediata e se iludindo com cifras vultosas. Do outro lado, clubes novos/sem tradição/sem “marca” que se permitirão a tudo, incluindo perda da identidade (escudo, camisa, hino…Bragantino, Cuiabá…).


Não perderei tempo em analisar nosso possível alinhamento ao modelo adotado por clubes sem tradição, mas deixarei apenas claro um fato: a camisa irá pesar cada vez menos. Não acredita?! Veja as franquias da NBA!


Olhando para os grandes, precisamos ressaltar nossa principal diferença para eles. Temos um “tesouro” em mãos. Nossa base não é “uma obra de sorte ou do acaso”, mas sim um modelo de sucesso que pouquíssimos clubes conseguem realizar. Temos uma real integração entre as categorias e isso faz com que nossa transição de base seja uma das mais assertivas do Brasil, mas isso é conversa longa para outro capítulo. Foquemos no “Câncer” alojado em dois pontos no corpo do FFC: Dívidas e Gestão.


Dívidas e Gestão estão presentes em qualquer argumento pró SAF. Nada justificaria um clube, uma marca e uma história centenária “se vender” se o mesmo encontra-se saneado, com potencial máximo de alavancagem de receitas e com eficácia plena no controle de despesas.


Mas como encontrar soluções para liquidar as dívidas sem um aporte representativo, que traz uma SAF? Como fugir dos empréstimos bancários? Como cortar na raiz os “esquemas” junto aos empresários de sempre, que servem as migalhas com uma das mãos e nos esfolam com a outra?


Realmente estamos desacreditados e parece ser mais conveniente entregar nas mãos de um “dono”, que certamente não rasgaria seu capital como se faz no FFC!


Não vou desrespeitar quem assim pensa. Estamos descrentes, nos sentimos enganados de 3 em 3 anos (eleições) e pra quem é imparcial, a grande maioria, diferentemente do que diz os que estão no poder, a massa tricolor quer mesmo é time competitivo, um clube moderno, mas sem perder sua essência e acima de tudo títulos! Contudo, como bom romântico, eu ainda acredito que exista outro caminho.


No meu entender, não há solução, fora uma boa SAF, que não passe por uma plena reformulação do Estatuto, que afeta diretamente pessoas que “mamam na teta”, que determine a profissionalização e exponha criminalmente os envolvidos. Isso feito, precisamos ter a convicção que o “sistema” foi construído para que as pessoas vivam endividadas. Portanto, se perguntem: Há quem interessa o modelo atual de “vender no varejo”, cortando na carne e “pagando juros” absurdos? Se perguntem também: Não seria mais inteligente “cortar o mal pela raiz”, tornar a operação “venda de Xerém” um produto similar ao do “marcado de capitais”, pôr no caixa um montante mais do que suficiente para equacionar as dívidas, vender atletas pelo quádruplo, deixar de ganhar 50% com os sócios da operação e ainda assim ter a certeza que “ganhou o dobro” dos tempos atuais, e ainda usou esse capital para reinvestimento, time competitivo e não para nossos “negócios da China” com o Sr. Uram, por exemplo?


Eu tenho duas convicções: A primeira é que não gostaria de ver meu Fluminense ter dono, correr o risco de perder sua essência e até mesmo virar pó daqui há 30 anos, seja porquê o dono não se interessa mais ou porquê morreu e o filho só gosta de “vôlei”;


A segunda e principal convicção é que NO MODELO ATUAL DE CLUBE E GESTÃO NÃO DÁ! E não precisa ter dado “dois treinos” em administração e finanças para entender isso. Não precisa conhecer mais do que 5 tricolores daqueles que sequer pisam no clube, não possuem nenhum viés político e nem mesmo freqüentam mais arquibancada, para entender que o FFC vive duas das mais graves doenças: FALTA DE ESSÊNCIA E CREDIBILIDADE.


Se você é conselheiro do clube e está sentado sob almofadinha do seu “grupiderme” político, vendo o trem passar e ciente que nenhum dos remédios apresentados pelo líder resolverá de fato a vida do FFC, digo que passou da hora de honrar as calças que veste; se você é um mero apoiador ou oposição, em busca da manutenção do modelo, em busca de um camarote, um “almoço” com os jogadores ou uma mera “estrelinha no peito”, tenho ainda mais pena de você!


Se você é favor da SAF, adicione uns temperos no que está por vir e reflita que talvez, pelo desespero, esteja colocando energia na “solução desnecessária”: O modelo atual do futebol brasileiro está com dias contados; a liga já é uma realidade; somente o aporte inicial previsto já justificaria a compra de qualquer grande clube com as cifras que hoje são divulgadas; os contratos de TV sofrerão grande reformulação nos próximos anos, inclusive para o mercado internacional; nesse novo modelo, mais sólido, as negociações com mercado europeu terão valores bem mais expressivos; e a WTorre acaba de fechar um contrato para uma gigante e moderna reformulação da também histórica Vila Belmiro.


São muitos os indicadores que nos leva a crer que o Fluminense deveria se “SAF-ar”, ao menos neste momento de baixa. No entanto, estamos vivendo sob um barril de pólvoras e isso também me leva a compreender os mais céticos.

Devolvam nosso FLUMINENSE!

Sugiro a leitura, em especial para quem acredita só haver um lado de sucesso: https://www.matinaljornalismo.com.br/parentese/reportagem/quase-rebaixamento-do-colo-colo-expoe-falencias-do-modelo-de-clube-empresa-no-chile/

Rafael de Castro Ladewig de Araujo.
Meu sangue é grená com glóbulos verdes e brancos.

Nathan

Análise: Como joga Nathan? E como irá se encaixar no time de Abel Braga?

Nathan está prestes a assinar com o Fluminense. Empréstimo de um ano, junto ao Atlético-MG. Seria a “cereja do bolo” tricolor para a temporada 2022. Praticamente fechará a lista de reforços, caso Cano e Cristiano sejam confirmados como novos jogadores do Flu.

Nathan é um meia polivalente. Algo raro dentro do futebol brasileiro. Sabe fazer a função de 10, mas também a de 8. Ou seja, pode jogar como segundo volante, auxiliando na saída de bola. Mostramos essa polivalência no vídeo do Tática Didática, que segue abaixo.

O futuro jogador do Flu também pode atuar como falso 9. Fez isso no Galo, mesmo em algumas partidas. Não é a forma como se sente mais confortável, mas consegue jogar. Também tem a opção, como falamos no vídeo do Tática Didática, de ser um ponta pela esquerda. Mas atua um pouco diferente de um extremo clássico. Nathan não chega na linha de fundo. Ele afunila para o meio, buscando o passe ou finalização de perna direita.

Obviamente, nem tudo são flores. Nathan tem alguns problemas. O principal deles é que “desliga” do jogo. Algo que o torcedor tricolor está acostumado. Parece ser uma sina: o Fluminense só contrata meia com dificuldade de ser regular ao longo dos 90 minutos. Tanto Ganso, quanto Cazares, sofrem do mesmo mal.

Ir para o Fluminense é um passo importante na carreira de Nathan. Após ser contratado a peso de ouro pelo Atlético-MG, viu as conquistas de 2021 praticamente do banco de reservas. Agora terá a possibilidade de comandar o meio-campo de um time que vai disputar a Libertadores e voltar a mostrar porque é um dos talentos do futebol brasileiro.

André tem atuação elogiada por Roger Machado e principalmente pelos torcedores nas redes sociais.

A missão não era das mais fáceis: substituir Yago Felipe considerado por todos o motor do time. Com características diferentes de Yago e sem entrosamento, o time tricolor até ficou sentindo um pouco a falta, mas André não ficou devendo dentro do que era esperado. O termômetro de sua atuação pode ser visto nos comentários nas redes sociais, onde é possível ler vários elogios favoráveis a sua atuação.

Após o jogo, Roger enalteceu a atuação do André e comentou:

“O André eu vejo com características de primeiro homem, protetor da zaga. É um jogador de intensidade na retomada, de encurtamento rápido, de bom jogo físico, uma relativa bola área”.

Vale destacar que muitos já pedem pela opção do volante, entretanto a preferência do técnico Roger Machado ainda permanece com Wellington. Esperamos que após essa boa atuação, a jovem promessa de Xerém possa ter mais oportunidades entre os profissionais.

O Fluminense ocupa a sexta colocação da Série A do Brasileirão, com nove pontos. O próximo confronto será fora de casa contra o Atlético-GO às 19h com o retorno do Yago ao time principal.

(Foto: Lucas Merçon/Fluminense FC)

Pagou pela arrogância? Após críticas a atuação de Enzo Pérez como goleiro, Marcos Felipe falhou três vezes na decisão do Carioca.

De promessa do clube a titular do time, Marcos Felipe pagou pela sua inexperiência diante das câmeras ou pela sua arrogância? Certo mesmo é que após a sua entrevista, quando questionado pela imprensa a respeito de como ele avaliaria a partida de Enzo Peres como goleiro, mesmo não sendo da posição, Marcos Felipe apenas declarou não ter visto “nada demais”.

Não vi nada de mais. Ele simplesmente tapou um buraco que eles mesmo cavaram. Então, não tenho nada a falar a respeito do Enzo Pérez” –

Após essa declaração Marcos Felipe falhou nos três lances que originaram o gol do time Rubro Negro na decisão. Cometeu mais um pênalti (o terceiro), novamente por chegar atrasado em uma dividida, que originou o primeiro gol. Não pegou chute defensável, apesar de forte, no segundo gol e soltou a bola nos pés de João Gomes no terceiro gol.

Sim, de fato o improvisado goleiro dos “Milionários” foi pouco acionado, entretanto esse jogo está sendo tratado como um dos jogos mais memoráveis pelos Argentinos, logo faltou maturidade ao arqueiro tricolor para medir seus pensamentos antes de expressá-lo em forma de palavras. A camisa utilizado pelo Enzo está no museu do clube como prova de respeito perante a partida e as condições em que o jogo foi realizado.

Vale ressaltar que o Fluminense é um clube com diversos ídolos, porém o maior de todos chama-se Castilho, nosso eterno goleiro. Que as frases escritas sem seu busto possa motivar Marcos Felipe a melhorar e trazer de volta a sua humildade e confiança, pois vamos precisar e muito na partida de hoje diante do mesmo River Plate.

“Suar a camisa, derramar lágrimas e dar o sangue pelo Fluminense, muitos fizeram. Sacrificar um pedaço do próprio corpo por amor ao Tricolor, somente um”.

Foto: Lucas Merçon / Fluminense F.C.

“O Santa Fé não vence com um jogador a mais! Será o próximo adversário do Flu na Libertadores. ” Opinião Rodrigo Amaral

Com dois gols e uma assistência de Borja(9), Junior de Barraquila vence o Santa Fé por 3×1, que jogou com um a mais desde os 19 minutos do segundo tempo.


Apesar de não ter feito gol neste jogo, o Único Tricolor do mundo tem que ficar atento com Kelvin Osório(13), meia atacante do Santa Fé, nosso próximo adversário pela Copa Libertadores, que já fez 6 gols no “Colombianão” e já deu 2 assistências.

Os dois adversário do Fluminense no torneio Sul-americano, estão envolvidos na disputa das quartas de final do Apertura, e o jogo da volta será no domingo dia 02/05 às 15h.


Vale dizer que o gol do Santa Fé foi marcado pelo zagueiro de 1,85m, Jeison Palácios (24), que apesar deste gol não tem costume de balançar as redes, em 37 jogos pelo Santa Fé, entre 2020 e 2021 fez apenas 3 gols e tomou 11 amarelos.


Fluminense enfrenta o Santa Fé nesta quarta feira às 21h, pela Taça Libertadores da América.

E aí, presidente, vamos disputar a Libertadores ou apenas participar? Opinião Yuri Martins

Todos tricolores sabem que a Libertadores é o campeonato que mais faz falta no clube hoje. O Fluminense disputou o campeonato seis vezes ( 1971,1985,2008,2011,2012 e 2013) e nossa melhor campanha foi o vice campeonato em 2008, campanha essa que até hoje mexe com o torcedor. De 2013 pra cá, ficamos 7.300 dias, ou melhor, 7 anos sem participar desse tradicional e importante campeonato. Gestões desastrosas, elencos limitadíssimos, dívidas, foram um dos principais ingredientes para que ficássemos fora por tantos anos.

E hoje, com a boa campanha no Brasileirão do ano passado, voltamos a tão sonhada Libertadores da América 2021. Assim que o Palmeiras conquistou a Copa do Brasil 2020, o Fluminense soube que não precisaria participar da Pré-Libertadores, conseguindo assim, ir direto para a fase de grupos da competição. Nesse momento a torcida comemorava, o clube comemorava, jogadores comemoravam, afinal, depois de 7 anos voltávamos a fase de grupos. Euforia! Emoção! O que poderíamos esperar com essa vaga? Contratações, técnico que tivesse experiência na competição, bons jogadores (não caros) que pudessem fazer com que o Fluminense entrasse de fato na disputa e ser um time competitivo. Mas o que vimos até agora? NADA! ” – Ahh Yuri para de ser negativo, o Fluminense foi no mercado sim, está correndo atrás. ” OK, ok. Não serei injusto! A diretoria foi atrás sim e até contratou alguns jogadores, são eles: Wellington (?), Samuel Xavier (?), Rafael Ribeiro (?). Agora sim hein, vamos fortes para a competição!

A diretoria deve estar de brincadeira com a cara do torcedor, né? É isso mesmo, Mário? Assim que você trata a volta do clube a Libertadores depois de 7 anos? PIADA, PIADA! A torcida sr. Mário, quer jogadores, nós queremos DISPUTAR a Libertadores e não somente participar. Cadê o patrocínio máster que o sr. tanto criticou na gestão passada dizendo que era inadmissível um time como o Fluminense não ter um patrocínio máster. E ai? Cadê o patrocínio? Cadê o time campeão que o sr. prometeu em sua candidatura? Em junho desse ano, irá fazer 2 anos que está na presidência do clube e até agora, o que o fez? Um clube vive de títulos, títulos se conquista com elenco, elenco se conquista com patrocínios. Um time sem títulos e sem patrocínio, viverá de que? Eu nunca dei dois treinos para falar sobre algo relacionado a futebol, mas qualquer pessoa normal enxerga sua inutilidade dentro do clube. Chega dessa ladainha de que temos que preservar a camisa do Fluminense, porque enquanto não sair do papel as promessas feitas ao torcedor, suas desculpas serão recorrentes a cada entrevista. E mesmo que falem que o clube esteja endividado, que não tem dinheiro, eu digo que ele sempre soube disso e quis se candidatar mesmo assim, fazendo milhões de promessas e enganando descaradamente a torcida.

Em entrevista, o presidente falou acreditar nessa base que montou para disputar o título da Libertadores, ai eu pergunto a você torcedor, você acha que com essa base ( base que tomou 3 gols do Volta Redonda, empatou com time do Vasco ) vamos disputar a libertadores? Sério? E não venha falar que ainda estão se adaptando, porque é o mesmo time que vinha jogando ano passado (exceto Frazan). Libertadores não é carioca, não é copa do Brasil, não é Brasileirão, é um campeonato muito mais disputado e difícil. E se você acha de verdade que tomando gol de time de segunda divisão vamos ser competitivos na Libertadores, meu amigo, me desculpe, mas você não é normal. Qualquer pessoa um sua sã consciência sabe que se formos com esse elenco para disputar a Libertadores, a tinta é certa. Se não tivesse jogado dinheiro fora contratando Wellington, Hudson, Rafael Ribeiro, talvez esse dinheiro poderia estar sendo utilizado com jogadores que realmente fossem agregar ao elenco. Daqui há 19 dias a Libertadores estará começando. E aí, vamos disputar ou não?

Só pedimos uma coisa: Respeitem o Fluminense, pois isso aqui não é várzea.

Foto: Lucas Merçon/FFC