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Opinião: “Grounds of impeachment”

Sr. Presidente Mário Bittencourt, sirvo-me deste para dirigir-me, brevemente, a Vossa Senhoria.

Embora não tenha o conhecimento e a erudição de Vossa Senhoria, eu já li, na íntegra, “O Federalista no 10”. Também já dei uma boa vasculhada nos precedentes dos casos de Andrew Johnson, Richard Nixon, Bill Clinton e ,agora, Donald Trump.

Se o Fluminense perder para o Moto Clube, Sr. Presidente, passarei em revista, palavra por palavra, “The Federalist Papers”. Com certeza James Madison, Alexander Hamilton e outros Founding Fathers, extravasando dos estreitos limites do Estatuto do clube, hão de me prover com “… grounds of impeachment…” ante a sua reiterada e gigantesca incompetência.

Ouso dizer que, pela primeira vez, Vossa Senhoria será emparedado por um plebeu.

Por amor ao Fluminense, hei de provar, além de qualquer dúvida razoável, que Mário Bitcoin é mais um farsante na infinda lista de embustes que nos perseguem.

Será a mais elevada missão de minha vida!

Opinião: apertem os cintos… O Presidente sumiu

No final de 2013 – no rumoroso “Caso Lusagate” -, Flamengo e Portuguesa cometeram erros crassos na escalação de jogadores que, ao cabo de contas, livrariam o Fluminense de um merecido rebaixamento para a segunda divisão. A Procuradoria de Justiça Desportiva, por dever de ofício, denunciou os dois clubes. O Regulamento do Campeonato era solarmente claro e, por isso, só cabia um resultado ao final, a punição dos dois clubes. Embora o momento recomendasse discrição e sobriedade, o Fluminense interveio no procedimento como “terceiro interessado”. Estava montado o picadeiro para a atuação do talentoso – e ambicioso – advogado do Fluminense, o Sr. Mário Bittencourt. Aquela pantomima, a um só tempo, projetou nacionalmente o ilustre causídico e tornou o Fluminense objeto da ira da imprensa desportiva e das torcidas adversárias. Em suma, por vaidade, ganhamos, mas perdemos. Poderíamos ter levado a causa no silêncio dos sábios.

Mais de seis anos depois, a Procuradoria de Justiça Desportiva denunciou, também por dever de ofício, o mesmo Flamengo devido a gritos de guerra homofóbicos desferidos por sua torcida contra a nossa. Ultrajado, o Fluminense mandou para representá-lo no Tribunal…. NINGUÉM. PQP! Quanta falta nos fez a argúcia e o proselitismo do Sr. Mário Bittencourt. O Flamengo foi absolvido!

Dois pesos e uma medida?

Não, de jeito algum!

Diferentemente do que acreditam os mais incautos, há método nisso. E não se baseia no interesse do Fluminense F.C.

Aliás, o Sr. Mário Bittencourt me lembra o Aldo, lateral-direito dos anos 80, só aparece na boa.

A diferença é que o Aldo deu muitas alegrias à torcida.

Ex presidente Peter Siemsen responde sobre entrada na justiça contra prestação de conta de seu último mandato

Ex presidente do Fluminense, Peter Siemsen, obteve na justiça uma liminar que impediu o conselho deliberativo do Fluminense a executar a votação de seu último mandato, em 2016.

A votação aconteceria nesta sexta-feira (29), mas uma ordem expedida pela juíza Anna Eliza Duarte Diab Jorge, da 22ª Vara Civel, impediu a ação.

Siemsen usou suas redes sociais ainda na tarde desta sexta-feira (29) para responder a ação:

Veja a publicação completa clicando aqui

Liminar impede votação de reabertura de contas do último ano do mandato de Peter Siemsen

O ex presidente do Fluminense, Peter Siemsen, conseguiu via liminar judicial, a suspensão da reabertura de votação das contas referentes a 2016 – último ano de sua gestão, que seria realizada nesta sexta-feira (29).

A decisão foi concedida pela juíza Anna Eliza Duarte Diab Jorge, da 22ª Vara Civel, com o argumento de que Siemsen não teve o devido tempo para apresentar sua defesa, uma vez que o ex presidente alega ter sido notificado da reunião somente na última segunda-feira (25) e recebido apenas 72 horas para apresentar documentos.

A votação, em 2017, foi feita por contraste visual, e não por contagem dos votos de cada conselheiro. Os favoráveis foram convidados a levantar a mão. Ao constatar maioria, o presidente do Conselho encerrou o tema.

Diante de grandes erros contábeis, as contas foram receitas e mudaram drasticamente, mudando de um superávit de R$8 milhões para um déficit de R$13 milhões.

Uma reunião ainda tentou ser organizada na época em que Pedro Abad presidia o clube, porém, a mesma terminou em agressão física entre os conselheiros.

Caso o balanço seja reprovado, Peter Siemsen pode ser responsabilizado pelos prejuízos ao clube.

Ainda de acordo com a decisão da magistrada, uma reunião de conciliação foi agendada para o dia 14 de fevereiro de 2020.

Confira a decisão na íntegra:

” Pretende o Autor a concessão de tutela de urgência para suspender a realização de assembleia extraordinária convocada pelo Conselho Deliberativo do Fluminense Football Clube, ora 1º Réu, pelos fundamentos expostos na inicial. Para concessão da medida de urgência requerida, impõe-se a caracterização dos requisitos previstos no art. 300, do NCPC: a probabilidade do direito e o perigo de dano ou o risco ao resultado útil do processo. A probabilidade que autoriza o emprego da técnica antecipatória para a tutela do direito invocado na inicial se traduz na probabilidade lógica, isto é, o direito se afigura provável, a partir da análise das alegações e das provas que instruem a inicial. O perigo de dano e o risco ao resultado útil do processo, requisitos dispostos pelo legislador de forma alternativa, estão associados à urgência e devem ser interpretados como o perigo na demora, ou seja, há urgência quando a demora na tutela do direito possa comprometer sua própria realização, imediata ou futura.

A prova documental acostada aos autos demonstra a franca inobservância pelos Réus dos princípios constitucionais do contraditório e da ampla defesa, previstos no art. 5º, inciso LV, da CRFB. Os documentos de fls. 92/95 comprovam que o Autor foi cientificado da realização de assembleia extraordinária do Conselho Deliberativo do Clube, cuja pauta seria o reexame das contas prestadas pelo Autor, na condição de Presidente do Fluminense Football Clube, relativamente ao ano de 2016, sem prazo suficiente para apresentar defesa. A notificação foi encaminhada ao Autor por email subscrito pelo 2º Réu, em 25/11/2019, concedendo-lhe o prazo de 72 horas para apresentação de documentos que entendesse pertinentes à sua defesa, prazo claramente exíguo e que não encontra previsão no Estatuto do Clube, muito menos na lei.

Não há, também, indicação da data em que seria realizada a assembleia e não foram especificadas as razões que conduziriam à nova análise das contas. O email encaminhado pelo 2º Réu em 27/11/2019, somente neste informada a data da assembleia, apenas indica a existência de ´erros materiais´, o que em nada se traduz.

Note-se que os documentos de fls. 101/107 comprovam que estas foram regularmente aprovadas pelo Conselho Fiscal e pelo Conselho Deliberativo, além de ter sido objeto de apuração através de inquérito civil, arquivado por ausência de provas de irregularidades. E, ainda, não está acompanhada do termo de convocação dos conselheiros, na forma do art. 30, do Estatuto do Clube, a fim de que tenha conhecimento o Autor de seu conteúdo. Ademais, eventual reexame das contas já aprovadas pode gerar, em tese, responsabilidade civil do Autor, o que configura perigo de dano. Presentes, pois, os requisitos legais.

Isto posto, DEFIRO a medida de urgência requerida para suspender a realização da reunião extraordinária convocada pelo Conselho Deliberativo do Fluminense Football Clube, convocada para 29/11/2019, às 19:30 horas, sob pena de multa única no valor de R$ 100.000,00. Citem-se e intimem-se, com urgência, face à proximidade da data, por OJA. Certificado o correto recolhimento das custas, expeça-se o respectivo mandado. Encaminhe-se cópia desta decisão para o Plantão Judiciário. Designo audiência de conciliação para o dia 17/02/2020 às 14:50 hs, na forma do art. 334, NCPC.

Os Réus deverão comparecer à audiência de conciliação designada, acompanhados de advogado ou de Defensor Público, cientes de que seu desinteresse na autocomposição deverá ser comunicado a este Juízo, por petição, com no mínimo 10 (dez) dias de antecedência, contados da data da audiência (art. 334, §5º, NCPC). Neste caso, não se realizando a audiência, na forma do art. 334, §4º, inciso I, NCPC, o prazo para contestar correrá da data do protocolo do pedido de cancelamento (art. 335, inciso II, NCPC). Havendo, contudo, interesse dos Réus na tentativa de composição consensual, será mantido o ato designado e o prazo de 15 (quinze) dias para oferecimento da contestação computar-se-á da data da audiência (art. 335, inciso I, NCPC) “.

“Mudança de modelo já!” Por, Frente Ampla Tricolor (divulgação).

“Mudança de Modelo Já!” (por Frente Ampla Tricolor)

A crise vivida pelo Fluminense desde a década de 90 é fruto não somente de más gestões, mas de falta de entendimento do novo cenário do esporte mundial.

A falta de entendimento que o futebol é muito mais do que um jogo, é um espetáculo a ser vivido e experimentando pelos seus torcedores em todos os momentos, no pré-jogo, na compra de produtos, nas viagens internacionais. O futebol é global e os maiores Clubes do Mundo são aplaudidos em todos os lugares por onde passam, nos 4 cantos da Terra…

O futuro da música “TRICOLOR EM TODA TERRA, AMOR IGUAL NÃO SE VIU” pode não existir se os nossos dirigentes não entenderem que mais importante do que contratar profissionais do esporte temos que MUDAR JÁ o FLUMINENSE FOOTBALL CLUB.

O FLUMINENSE tem que ser o pioneiro em tornar-se uma empresa e atrair investidores para os seus diferentes negócios: gestão da marca, formação de atletas, sede social, estádio das Laranjeiras, gestão de arenas, comercialização de produtos, dentre outros. O FLUMINENSE tem que vislumbrar ser o TIME principal das Américas, mas para isso é importante ter recursos financeiros para sanear as dívidas, formar um time de futebol profissional às alturas da sua tradição, reformar a sede e tantos outros investimentos.

E para isso é obrigatório “abrirmos as nossas portas” para um novo modelo de futebol, que conjuga a nossa paixão com retornos financeiros e que possa valorizar tudo que temos de propriedade, com o risco de que se não o fizermos teremos um Fluminense em plena decadência.

Usando a nossa origem inglesa, temos que olhar o exemplo da Liga mais rica e badalada do mundo: a PREMIER LEAGUE. Todos os principais Clubes, sem exceção são hoje uma potência esportiva porque deixaram o modelo de clube social sem fins lucrativos e passaram a ter investidores na sua administração.

A final da Champions entre o Liverpool e o Tottenham reforça como é possível compartilhar PAIXÃO, RESULTADOS FINANCEIROS, COMPETITIVIDADE.

A alternativa é pedir aos 4.000 sócios proprietários do Clube e aos aproximadamente 150 Beneméritos / Grandes Beneméritos que dividam a dívida de quase R$ 650 milhões de reais e aportem capital no Fluminense. Esta solução ficou para trás e o Fluminense precisa entender isso.

O Presidente do Fluminense possui uma oportunidade única ao final de 2019: terá o controle total dos poderes do Clube, com 150 Conselheiros para realizar a mudança de fato do Clube, a mudança empresarial e não apenas de profissionais. Terá ainda o Presidente da Câmara dos Deputados trabalhando pessoalmente na viabilização deste modelo novo que moderniza os Clubes no Brasil, conforme matéria veiculada no Jornal O GLOBO, no dia 12 de setembro de 2019.

Não perca esta oportunidade Presidente; aproveite que somos o time mais charmoso do Brasil, fidalgo, localizado na vitrine turística brasileira para mostrar para o mundo que o FLUMINENSE NASCEU PARA A ETERNIDADE.

MUDANÇA DE MODELO JÁ!!!!!

Frente Ampla Tricolor
12/09/2019

Carta aberta da Frente Ampla Tricolor aos Torcedores.

UNIÃO E GESTÃO PARA TRANSFORMAR

O Fluminense não precisa mais de diagnósticos, pois temos todos, sabemos das principais doenças (amadorismo, clientelismo, populismo, incompetência, falta de dinheiro…), mas o momento é de buscar alternativas urgentes para sairmos desse imbróglio em que o clube se meteu.

O pensamento de longo prazo é importante para qualquer instituição, não podemos nos afastar de um Fluminense com a sua vocação para a eternidade.

Contudo, o momento é de extrema gravidade e, como tal, há a necessidade de soluções corajosas, desprendidas e urgentes.

Não há “bala de prata”, milionários, mecenas… a solução está em pequenas, mais muitas mudanças.

O clube hoje tem mais “colaboradores remunerados” que sócios na sede, pois estes há muito, não frequentam o clube. Está na hora de estabelecer prioridades. Alguns salários (ou muitos), sejam CLT e/ou PJ, precisam de análise e comparação, pois encontram-se completamente fora do mercado. Se compararmos com o nível de entrega baixíssimo, essas remunerações tornam-se estratosféricas.

Quanto custam os Esportes Olímpicos e toda a sua estrutura?

Há necessidade de se gastar dinheiro com alguns esportes inexpressivos e com resultados questionáveis?

O que fazem alguns ex- atletas em Xerém sem a devida qualificação profissional para os cargos que ocupam?

O clube precisa ser gerido com profissionalismo, austeridade, projeto de recuperação, prioridades bem definidas, para o resgate da sua imagem, ou seja, gestão eficiente e corajosa.

Precisamos resgatar o fascínio e o respeito pelos valores de um clube bem organizado e bem gerido.

Não temos dúvidas que essas medidas não serão suficientes para sairmos dessa crise (a maior do clube), contudo o choque de gestão, atrai a confiança e possíveis parceiros, além de resgatar a esperança dos Tricolores.

Outra questão é o clima de guerra que não arrefece, muito pelo contrário, afastando Tricolores e quadros que muito poderiam contribuir.

A união de forças para enfrentar o momento é imperiosa mas, para isso, a nova gestão precisa buscar talentos, aglutinar os sócios, torcedores, além de criar convergências.

A manutenção do Fluminense na Série A une todos nós. Precisamos acreditar nisso, lutar até o fim por isso.

Precisamos de rapidez ou pode ser tarde.

FRENTE AMPLA TRICOLOR

05/09/2019

Opinião – Independente do resultado, que vença o Fluminense

Foto: Nicholas Rodrigues/CanalFlunews

Neste sábado (08), inicia-se um novo começo no Fluminense Futebol Clube, um começo que anuncia uma trajetória de grande dificuldade pra quem assumir a cadeira de presidente do clube.

Porém, essa dificuldade pode ser revertida com a vontade de reerguer o clube, a instituição. Vontade essa estampada nos olhos de ambos os candidatos.

Contudo, há de se destacar que o Fluminense não termina após a eleição, ela é só o começo, e isso tem que ficar bem claro principalmente para o derrotado nas urnas. Que o seu amor pelo Fluminense seja maior do que qualquer ego ou posição política, que se for fazer oposição, que seja coerente e defendendo os interesses do clube.

Ao torcedor, que fique também registrado a sua importância na hora de decidir o futuro de clube. Que após o pleito, esqueça de candidato A ou B e que pense restritamente no Fluminense. Se o candidato escolhido não cumpriu as promessas de campanha, cobre, não fique calado. Se por ventura votou no candidato derrotado, pense grande e torça pelo sucesso do eleito pela maioria, pois quem ganhará com isso não será Mário Bittencourt ou Ricardo Tenório, e sim o Fluminense.

Dito isto, Boa sorte ao vencedor e que vença o Fluminense, sempre !

Pedro Antônio comparece a evento mas não declara apoio a Tenório

Foto: Divulgação

Tido por muito como o fiel da balança nessas eleições, o idealizador do CT e ex vice de projetos especiais, Pedro Antônio, esteve presente no evento de lançamento da campanha de Ricardo Tenório à presidência do Fluminense.

Contudo, o ex dirigente não deu entrevista e nem declarou de forma oficial o apoio a Ricardo Tenório. Segundo o próprio Pedro Antônio, sua presença no local se decorreu devido ao convite feito por Tenório.

Tenório por sua vez jogou a “responsabilidade” para Pedro Antônio, dizendo que o apoio tinha que partir do ex diretor:

– As coisas acontecem naturalmente. Tenho conversado bastante com o Pedro Antonio, é um tricolor que nos ajudou muito e ainda pode nos ajudar muito. Mas esse apoio formal tem que vir dele. É uma pessoa importantíssima no processo político do Fluminense. Conto com ele como qualquer outro tricolor que deva assumir o Fluminense deve contar. Mas considero isso uma prova cabal de que estou conseguindo fazer a união que o Fluminense precisa – comentou Tenório.

O candidato ainda deixou as portas abertas para uma eventual ajuda na possível administração do clube:

– Todos estão se conscientizando que precisamos estar unidos para poder vencer esse grande obstáculo que é esse momento terrível político e financeiro que o clube vive. Estou aberto a conversar com todos os tricolores indistintamente de grupos. São pessoas que querem ajudar o Fluminense – completou Tenório.

Marcelo Souto lança campanha com foco na tecnologia e promete Diniz até o fim do mandato

Foto: Divulgação

O advogado Marcelo Souto, de 33 anos, lançou oficialmente sua candidatura ao cargo de presidente do Fluminense na noite da última terça-feira (28) na Barra da Tijuca.

O candidato prometeu, se eleito, um foco total no futebol e com direito a algumas inovações como a criação de um Centro de Inteligência e Aperfeiçoamento.

– Precisamos de um modelo de jogo enraizado. A forma como o time profissional joga, por exemplo com o Diniz, hoje, será a forma como todos os times da base também vão jogar. O Fluminense vai ser reconhecido por seu modelo de jogo – disse o candidato.

Souto ainda prometeu a manutenção do técnico Fernando Diniz até o final do seu mandato, com o treinador tendo total autonomia para implementar um sistema de jogo único em todas as categorias do clube:

– A minha ideia não é contar com o Fernando (Diniz) só até o final do ano, mas em toda a minha gestão. O futebol brasileiro não funciona dessa forma, mas deveria. Sou contra ter três ou quatro treinadores por ano. O futebol fica totalmente vulnerável – completou.

O advogado que ainda busca as 200 assinaturas para concorrer ao pleito do dia 8 de junho, ainda apresentou seu vice geral, o engenheiro e militar da reserva Ubiratan Oliveira.

Vale destacar que o Marcelo Souto tem que entregar as 200 assinaturas até a próxima quinta-feira (30).

Tenório lança oficialmente campanha à presidência do Fluminense e apresenta todos os nomes da chapa

Foto: Divulgação

Na noite da última terça-feira (28) o empresário Ricardo Tenório lançou oficialmente sua candidatura à presidência do Fluminense.

O evento que ocorreu no Salão Nobre de Laranjeiras, contou com a presença de todos os nomes que irão compor a chapa Libertadores, que como já explicou o candidato, não se trata de uma alusão ao torneio continental, e sim de uma tentativa de libertar o clube das amarras negativas.

Além dos nomes que já haviam sido apresentados na semana anterior: Wagner Victer (vice geral), Ayrton Xerez (vice institucional), Rafael Rolin (vice de assuntos jurídicos) e Ney Brito (vice de finanças), Ricardo Tenório apresentou também os novos integrantes do grupo para compor uma eventual administração: : Gustavo Marins (vice-presidência de patrimônio), Marilia Capela (vice-presidência social) e Sandor Hagen, diretor-executivo (CEO).

Faltou no entanto um nome na pasta: o do vice de futebol. Nome esse que Tenório explicou a ausência informando sobre uma possível exclusão da pasta:

– Hoje em dia você tem um cargo executivo no futebol que é muito representativo na maioria dos grandes clubes. Hoje já temos uma pessoa lá nessa função, que é o Paulo Angioni. Conversarei com ele, mostrarei nossa filosofia. É uma pessoa experiente. Vai ser direta a ligação com o presidente. E vamos ter um conselho diretor, com vice-presidentes estatutários não-remunerados. E vou pensar se vou extinguir ou não essa vice-presidência de futebol – disse o empresário.

Além de Ricardo Tenório, a eleição do Fluminense marcada para o próximo dia 8 de junho deve contar com Mário Bittencourt e Marcelo Souto.

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