” Os Novos Canalhas” Opinião Rodrigo Amaral

Os Novos Canalhas


Guerreiros e guerreiras, amantes deste esporte que mexe com milhões, que une famílias que faz de nossos corações pulsarem e grupos de amigos se formarem, vivemos novos tempos, já de algum tempo, mas hoje em dia surgiu uma nova safra de canalhas e canastrões.

O futebol foi forjado e enraizado pelos desportistas e não por atletas, por jogadores que tinha em sua essência a vitória através de um futebol bonito e vistoso, através de uma técnica apurada, além do improviso para poderem mostrar que eram superiores, era um verdadeiro baile, um balé de dribles e passes, finalizações difíceis se tornando fáceis e as fáceis eram feitas sem invenções, quem viu, viu, Paulo Cezar Caju, Rivellino, Búfalo Gil, Samarone, Mickey, Deley, Valdo, Tele Santana, Píndaro, Pinheiro, Altair, Branco, Romerito, Assis, Washington, Paulinho, Edinho, Robertinho, Cláudio Adão entre tantos outros, tivemos ainda Renato Gaúcho, Ézio, Bôbô, Romário, Roger (Maradoninha), Deco, Thiago Neves, Dodô, Thiago Neves, Marcelo, Coração Valente, Emerson Sheik, Fred, alguns desses não só bons de bola, mas também bons com as palavras, instigavam, provocavam, encarnavam, apostavam, promoviam os jogos, afloravam na torcida a idolatria e inflamavam a rivalidade e mais que isso tudo, entravam em campo e resolviam, faziam a coisa acontecer, chamavam a responsabilidade e jogavam para vencer, impunham respeito pelo talento, pela categoria, pela boca afiada, pelas conquistas épicas e triunfais, dignas dos Deuses.

Vejo meu filho de 10 anos escutando nossas resenhas e seu olhar arregalado ao falarmos de jogos como se fossem títulos, 2×0 no Va2co com um gol de placa do Washington do Casal 20, como o 7×1 no Botafogo com show do Mario Tilico, 6×2 no Palmeiras comandada pelo Roger (Maradoninha), 6×2 no Cruzeiro em pleno Mineirão com direito milésimo gol tricolor em brasileiros marcado por Djan Petkovic ou ainda das grandes finais onde tinhamos jogos de 3 ou 4 gols… hoje os Canalhas nos entubam Canastrões da bola, que não sabem dominar, não sabem passar, não sabem sequer fazer uma linha de passe, dribles então?

Esqueçam! Cada vez mais raros! Temos que ver nosso clube combalido em dividas fazer um contrato de 8 milhoes por um jogador que foi expulso da base por deficiência técnica, parece piada. Lembram que falei dos 7×1 no Botafogo? Quanto valeria então o Mario Tilico hoje? Ele era muito contestado pela torcida na época, tinha os que gostavam e os que detestavam. Nossos treinadores hoje falam em sofrer, teve um até que falou que vamos criar poucas chances de gol na partida, posso rir pra não chorar? Sofrendo nós estamos com esse jeito medroso de jogar, com essa tática que não condiz com a nossa essência, 4-3-3 era quando se jogava com 1 volante, 1 meia articulador, 1 meia de ligação (ponta de lança) e na frente era 1 ponta esquerda, 1 ponta direita e 1 centroavante, nunca vi os pontas virem reforçar a marcação do lateral dentro de nossa área, sempre fizeram o primeiro combate, aí vocês vão dizer, o futebol mudou e eu concordo com vocês, o vigor físico esta nos fazendo sofrer, ele hoje é determinante, por isso digo a algum tempo, a melhor contratação seria uma comissão de preparação física européia.

Hoje o futebol está quadrado, cadê o gingado? Hoje o futebol é dos engenheiros, “vamos jogar com dois blocos e tentar quebra suas linhas” e não mais dos artistas plásticos, que pincelavam os gramados com sua criatividade, sempre tiveram obediência tática, mas quando os tons eram pasteis e cinza, rapidamente vinham com uma cor vibrante para poder colorir a tela maior que são os gramados, ora sras. e srs., sofrendo nós estamos com os Canalhas que nos botam goelas abaixo os canastrões do novo futebol.

Oração a São Marcão “nós vos pedimos as bençãos e graças necessárias, para a nossa Salvação” Opinião Rodrigo Amaral

Guerreiros, Guerreiras, é tempo de renovação, é chegada a hora de ser escrito um novo evangelho, e certamente este será muito mais especial, pode até ser mais curto que os outros, afinal seu contrato não é de 2 anos, mas pode ser eterno, já que Marcos, o Aurélio, acompanha a nossa paixão, viu o sofrimento da terceira divisão, participou da ressurreição, e do reerguimento deste gigante chamado Fluminense, e foi atendendo ao chamado do povo sofrido das Laranjeiras que ele recebe está missão, de escrever uma nova página com uma nova visão, um novo evangelho que pode

ser seguido por muitos se for bem entendido e assim como o Leão que nos tempos primitivos rugia no deserto para impor respeito, nosso Marcos, de fala mansa e olhar penetrante, entende o que precisa ser feito para que nossos adversários voltem a nos temer, que depositemos a confiança e paciência neste homem de fé, neste homem que entende cada torcedor do Fluminense, neste homem humilde e GUERREIRO, assim como nós, que em outras oportunidades quando fora incumbido da missão de conduzir nossos Guerreiros em campo não nos decepcionou. Que cada torcedor, que cada sócio, que

cada diretor, que cada blogueiro, que cada um de nós possamos contribuir para um ambiente propício a está renovação, que façamos pela nossa igreja chamada Fluminense e para expressar minha fé neste novo momento, deixo o lirismo de lado e compartilho a oração de São Marcos:
“Deus Eterno e Todo Poderoso, nós vos pedimos as bençãos e graças necessárias, para a nossa Salvação, pela intercessão poderosíssima do evangelista São Marcos. Tudo isto vos pedimos Pai Celeste, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, na Unidade do Espírito Santo. Amém. São Marcos, rogai por nós.”

“O império contra ataca” Opinião Rodrigo Amaral

Guerreiros e Guerreiras, Libertadores é uma Copa que não se joga, se ganha, todos que defendem nossas cores precisam entender isso, mas custava jogar mais jogos como jogou contra o River Plate lá no Monumental de Nuñes? É incrível como o Fluminense não consegue se impor como outrora fazia em seu domínios, culpa de quem? De todos, menos da Torcida!
Eis que essa pequena introdução é feita para falar sobre uma coluna do portal UOL, BLOG DO JÚLIO GOMES, irmãos das três cores que traduzem tradição, o texto de isenção que este Sr faz ao nosso treinador é algo estranho, sombrio, coisa de Darth Vader e o chamarei assim, afinal imputar exclusivamente aos jogadores o mal momento do time e levantar uma hipótese de Racismo para justificar as criticas ao Treinador é coisa diabólica e se ele é o mau, nós seremos o Guerreiro Jedi, os rebeldes que querem o bem, afinal estamos vendo, sentindo e vivenciando este mal momento e entendendo que mudanças devam ocorrer.

Seguindo está crônica, vemos o Sr Darth Vader em seu texto dizer: Roger virou aquele treinador fácil de ser malhado. “Não quero colocar o componente “racismo” como preponderante, porque seria leviano da minha parte e seria uma generalização brutal. Mas é incrivelmente fácil criticar Roger. Algo tem.” em outro texto nosso Lord fala: “Talvez incomode pela maneira contundente como fala e pelas causas que defende. Não sei exatamente o que querem do Fluminense, com o elenco que tem.”

Lord Vader, você diz não querer ser leviano, mas acaba sendo, entenda o seguinte o Fluminense e sua torcida não tem o preconceito que o Sr diz não querer citar , mas acaba citando e na segunda parte levantando dúvidas sobre o nosso caráter e nos colocando um olhar discriminatórios sobre o Roger Machado porque ele defende algumas causas, causas essas que nós apoiamos e também defendemos, diga-se de passagem, assim como defendemos outras tantas, afinal somos o time de todos.


Nossa questão é campo e bola Sr Darth Vader, não gostamos de ver nosso time jogar da forma que vem jogando, podemos criticar jogadores individualmente por não estarem tecnicamente bem , treinadores por fazerem as escolhas erradas em substituições e esquemas táticos desastrosos, mas jamais vi ou ouvi de qualquer amante das três cores críticas ou pedidos exaustivos de FORA qualquer um que seja, por discordar da sua religião, da sua cor, da sua opção sexual , da sua origem ou coisa parecida, respeitamos , para sermos respeitados, caro Lord.


Hoje vemos os jogadores, em sua maioria, sacrificados por um esquema tático covarde, que faz o Fred sair do ataque e vir no meio campo fazer tabelas e cair pela ponta para tentar alguma jogada e você vem me dizer que o Fred não tem jogado nada? Convenhamos, Fred é artilheiro, fazedor de gols e longe da área fica mais difícil de valorizar suas características. Criticamos o Nenê por prender em demais a bola, mas também vemos ele no auge dos seus 40 anos, correr o campo todo, marca e atacar, sendo escalado pra jogar de ponta, mas com incumbência de voltar para marcar o lateral kkkk poderia eu falar aqui de cada um, de cada posicionamento e compromisso tático que lhes são impostos, mas querido DarthVader você diz ser estranho nossas críticas, que algo tem! Sim tem! Tem um treinador engessado, que não consegue extrair de seus comandados o melhor de cada um, sacrifícios existem é devem existir, mas valorizar e adaptar esquemas para extrair o melhor de cada atleta também, vemos garotos promissores deixarem de exercer suas características principais em detrimento de uma marcação dobrada em nossa intermediária, vemos o medo de levar gols e a pouca vontade de fazer , mas não por causa dos jogadores, muito por conta do desgaste fisico que esse esquema impõe e me perdoe a palavra , mas tenho que externar de forma efusiva meu descontentamento, “Está foda ver esse time jogar, está dando calo nos olhos” Não vou falar das substituições, sabe porque? É sempre a mesma coisa, os adversário já sabem o que acontecerá.

Tão ruim e desgastante quanto ver o time do Roger jogar é ver suas entrevistas pós jogo, certa vez, em jogo no Maracanã ele creditou o péssimo rendimento ao estado do gramado, numa outra frase ele diz que o Time irá Criar poucas chances de Gol!


Ora, ora Sr Darth Vader, você ainda quer atribuir as críticas à um possível racismo ou à forma do nosso comandante falar, desculpe, vou te parafrasear, ao ler o seu texto me surge um questionamento,, “Algo tem”.

Mestre Yoda, em sua sabedoria me ensinou uma coisa: “Um Jedi usa a força para conhecimento e defesa, nunca para ataque”
Fique na Luz

” E o seu povo” Opinião Rodrigo Amaral

Queridos irmãos e irmãs, GUERREIROS das três cores, a Guerra do Paraguai não terminou, teremos mais uma batalha nesta Terça, o Cerro vem de uma sequencia de quatro jogos de invencibilidade, 0x0 com o Deportivo Luqueño, 1×1 com o Libertad, 2×0 no Club Dr. Benjamin Aceval e 0x0 com o River Plate de Assuncion, temos uma boa vantagem, 2×0 no jogo de ida gols de Nenê e Egídio, esse segundo tão contestado, marcou seu primeiro gol pelo Flu e fez uma grande partida, mas como já é de costume quase estragou tudo num pênalti não marcado pelo VAR, no que pese

o Cerro levar poucos gols, ele também faz poucos e com isso nossa vantagem nos dá um certo conforto, mas o time do Roger não pode atrair o adversário para o nosso campo, temos que nos impor em nossa casa.
Por falar em Egidio, ele foi um dos principais alvos do protesto do nosso povo, não por não saber cruzar, mas sim por saber entregar, parece até que trabalha de bike no aplicativo, entrega em qualquer lugar, o protesto teve grande repercussão, poderíamos até fazer uma grande análise sobre o ocorrido, mas prefiro falar de forma geral, afinal se os profissionais que

trabalham no Fluminense não querem sentir pressão, que procurem outro clube. O FLUMINENSE não sobrevive de passado, ele vive de fazer história a cada instante, se você andar pela sede da rua Álvaro Chaves, você tropeça nas glórias conquistadas por este clube, e todos têm que entender isso. Críticas , protestos e diálogos, sem violência ou depredação do patrimônio são muito bem vindos, afinal temos um POVO que anseia por Vitória e Glórias, refletimos nossos sentimentos em cima desse time e não podemos ter uma postura covarde, ganhar e perder faz parte

do esporte, mas covardia não, entendemos que estratégias podem e devem ser feitas em diversas situações, mas não aguentamos mais escutar nas coletivas a palavra SOFRER, em diversas conjugações, queremos vencer com menos sofrimento, ou ainda, não ficaremos tão revoltados com derrotas inesperadas depois de apresentar um futebol vistoso.
Neste periodo de pandemia, onde o público está proibido de frequentar o lugar mais popular do futebol, as arquibancadas, travamos uma guerra de festas sem publico, mas com gente e sentimento através dos mosaicos e ornamentaçôes das

“bancada” e as logisticas têm sido feitas com maestria por todas as organizadas que nos representam, mas nossa diretoria, depois de cometer atos ditatoriais proibindo algumas faixas em jogos passados, novamente age de forma que lhe parece mais facil e confortavel e com isso esquece de seu POVO, ignora-o. Após um protesto lícito, afinal amigo leitor você se sentiu representado ou não por aqueles que estavam na porta do CT? Aconteceu um desentendimento entre componentes de duas organizadas na logística do jogo contra o Criciúma e o que nossa diretoria

faz? Pune seu POVO, mas não é a diretoria que diz que seu POVO através do programa de sócio pode ser o maior patrocínio do Fluminense? Ora amigos, organizar é não ficar parado, é ter atitude e pensar no bem comum, direcionado para o desenvolvimento da organização, hoje vivemos num grande “Big Brother”, com câmeras em todos os lugares, com isso fica facil punir os envolvidos, mas para isso tem que querer, tem que ser proativo, não ter essa atitude investigativa é dar uma banana para o nosso POVO e falar nas entrelinhas que não se importam com ele, afinal ja não temos público

e por atitude de 4 ou 5 pessoas ficamos sem mosaico, sem representatividade no lugar mais popular do estádio. NIGUEM PODE SER MAIOR QUE O FLUMINENSE e o FLUMINENSE É OU NÃO SUA TORCIDA? Não vou entrar no mérito do porquê houve a discussão, mas incrivelmente ela ocorre após um protesto e com isso entre notas oficiais e acusações vem a tona situações que não eram faladas anteriormente, o que se justifica? Assumam os erros e pensem no Fluminense e no sei POVO.
Como sempre digo, na boa malandragem, de um bom papo ninguém escapa, nos entendemos e

caminhamos juntos, bastar não ter medo de conversar e aceitar o argumento alheio, ou pelo menos escuta-lo, ter humildade e saber reconhecer virtude no alheio.
Que Venha o Cerro!

“Veja o ponto fraco do Cerro Porteño”


O Último jogo oficial do Cerro Porteño foi dia  28/05/2021 , na derrota de 2×0 para o Guarani do Paraguai, que o deixou em quarto lugar no Campeonato Paraguaio (Apertura) com 51,8% de aproveitamento.
Apesar das boas recordações, os torcedores, não podem achar que será um jogo fácil, há no time paraguaio um ex-Tricolor, o meia argentino Claudio Aquino, que jogou por apenas 105 minutos com a camisa do Time de Guerreiros em 2016, não fez gols e saiu pela porta dos fundos e entrou na Justiça contra o clube cobrando R$1,2 milhão. Outros jogadores conhecidos no futebol brasileiro que joga no rival paraguaio é o centroavante Mauro Boselli, ex-Corinthians e o goleiro Jean, ex- Bahia e São Paulo.
– Considero um confronto parelho em termos de futebol. O Cerro é uma equipa muito trabalhada pelo Arce. Ele conseguiu dar uma identidade de jogo. Coletivamente, é uma equipe que se movimenta harmoniosamente, o que a ajudou a aumentar seu percentual de posse de bola nas partidas e, às vezes, consegue superar seus rivais nesse aspecto – disse Victor Sostoa, da rádio “Unión FC”.
Sostoa ainda destaca o ponto fraco do Time Azulgrana:
– O Cerro teve complicações para terminar os jogos. Se estava ganhando, acabava perdendo pontos várias vezes, por falta de força e às vezes por falta de concentração.
Com isso, Roger Machado pode explorar bem essa queda de rendimento do adversário na segunda etapa e conseguir um bom resultado, já que o Fluminense tem por característica melhorar muito o seu jogo no segundo tempo e marca a maioria de seus gols na segunda metade dos jogos.

CERRO PORTEÑO X FLUMINENSE
LIBERTADORES 2021
OITAVAS DE FINAL
Dia: TERÇA – 13/07/2021
Horário: 19:15
Local: Estadio Nueva Lá Olla (Assunção)
Árbitro: Fecundo Tempo (Argentina)
A. VAR: C.Deishler (Chile)
Transmissão: CONMEBOL TV

Além de CAIO PAULISTA, FLUMINENSE tem outros desfalques. Confira.

Fluminense entra em campo hoje as 16h para enfrentar o Corinthians em São Januário, além de não contar com Caio Paulista com um desconforto muscular, Samuel Xavier é outro desfalque por ter sentindo contusão na coxa, mais duas ausencias para o confronto de hoje são Fred e Nenê ambos poupados, CONFIRA a lista de relacionados:

*HOJE É DIA DE FINAL, HOJE É DIA DE Fla-FLU* Opinião Rodrigo Amaral

Hoje é Final, Hoje é Fla-FLU, não precisava ser nascido para saber que nós teríamos um desgosto profundo se a História tivesse acontecido de forma diferente e é isso que nos faz diferente, ninguém precisa estar aqui, fica quem quer, quem comunga dos nossos ideais, da nossa filosofia, fica quem tem bom gosto, quem tem bom senso, longe de ser político, mas fica quem tem sensibilidade e que está do lado do povo! É, ainda dizem que eles que são o time do povo!
Temos muito orgulho de nossa história, forjada pela luta contra o Nazismo ao ajudar o Exército Brasileiro com uma aeronave, temos orgulho da nossa História por sermos o Berço da Seleção Brasileira, A mais campeã do Mundo! Temos orgulho da nossa História por termos contribuído para o crescimento da Cidade do Rio de Janeiro, mesmo que isso tenha nos custado abrir mão de um pedaço de nosso Estádio! Temos Orgulho de sermos quem somos e de não ser como vocês!
E assim como Santa Rita de Cassia que salvou da peste o seu cunhado apenas com oração, hoje salvaremos o Futebol Brasileiro, nem que seja apenas com um Mosaico!
Falando um pouco de história, Fé e devoção, que evoquemos a Força das nossas cores, da nossa camisa, pois ela tem vida e foi muitas vezes ela que nos salvou, assim como no 1° Fla FLU 1912, flu 3×2, ainda bem que não voltaram a remar, É o
Fla FLU da Lagoa 1941, o Titulo com o empate em 2×2 e muitas bolas curadas para a Lagoa e eles fizeram o que sabiam de melhor, remar atrás das bolas, no Carioca de 1969 – Flávio marca no fim 3×2, ou no fla-FLU de 1973, mesmo debaixo de chuva Manfrini e Dionísio garantiram o 4X2, o que falar de1983? O Carrasco degola o Urubu aos 45 do segundo tempo, Apoteose Tricolor! Em 1984, ao som da Bateria da Beija Flor de Nilópolis o Fluminense faz eles sambarem e Assis não perdoa, Fillol vira estatua, afinal gringo não sabe sambar. Vem
1995 – Os operários e GUERREIROS mostram que churrasco bom é o Gaúcho, pois faz crescer a barriga, que também é fonte de inesgotável prazer e mais uma vez Gravatinha estava on! 2005, um dia após a Morte de JOAO PAULO ll , um sonoro 4×1, A benção João de Deus, que virou nosso padroeiro! Como esquecer de 2008 – Creeeeeuuuuu 4×1, o samba vira Funk !
E Hoje é dia de continuar essa história!

“FLA-FLU E FLUMINENSE” Opinião Rodrigo Amaral

FLA FLU sempre será uma final
Caros guerreiros, numa final de campeonato, seja ele qual for, nossos nervos já estariam a mil, não como uma locomotiva, mas a mil graus como um enorme vulcão em ebulição e sendo um Fla-FLU isso se eleva a enésima potência, não falamos isso pelo ranço , nem tão pouco por qualquer motivo que possa ser confundido com inveja pelo bom time montado por nosso adversario, mas por toda a atmosfera que envolve esse clássico, sua tradição , toda sua história e se eles têm um bom time, nós temos o TIMINHO, os operários que se unem, que lutam, que guerream por cada palmo de campo, que não deixam a soberba invadir nossas condutas, e é na arrogância e na soberba que eles se perdem, o Fla-FLU não se limita as quatro linhas, as instituições têm suas identidades e nelas nos espelhamos e por isso escolhemos o FLUMINENSE, onde a fidalguia, a generosidade, fair play e conduta ilibada nos acolhem no pensamento e no sentimento de estarmos do lado certo e quando enfrentamos os dissidentes essa certeza fica clara, afinal em nossa realidade atual, onde a pandemia assola o mundo e eles, insuflados pela ganância de uma federação que visa o poder e as cifras a qualquer custo, não medem esforços para serem os donos da razão, razão? Nunca! Qual a razão de ir contra as leis, contra a sociedade, contra o senso comunitário? Atitude e ações sorrateiras sempre estiveram com eles, desde antes das papeletas amarelas, nunca pensamos e nem pensaremos em ser como eles, ou do tamanho deles, afinal eles podem ter mais torcida, mas nós temos mais GENTE, e é isso que nos tipifica. O primeiro jogo passou, o empate nos faz vivos para o segundo e derradeiro confronto, muitos podem até dizer que o Fluminense jogou mal, que poderia ter jogado diferente ou que no segundo tempo poderia ter tido uma melhor sorte e vos digo, NÃO! O Fluminense jogou o que tinha que jogar e da forma que se esperava, é Fla-FLU, é final, a camisa jogou, Assis e Washington na arquibancada central sorriam e passavam a confiança necessária e intimidavam o adversário, adversário? Não, oponente! Que sentiu o golpe e antes mesmo do apito inicial tentou contragolpear fazendo um mosaico sobre sua representatividade no futebol, tudo bem, palmas pra eles, que ainda não sabem contar e pelo visto, em mais de cem anos ainda não entendem nada de FlaFLU. Que venha o sábado que vem e que possamos mostrar nossa força, e que a mística deste clássico nos brinde com mais um FLA-FLU antológico e favorável ao Flumineense, aí sim poderemos dizer, Normal!

“Time de todos” Opinião Rodrigo Amaral

Somos diferentes e sem diferenças!
Caros irmãos, nós somos a História porque trouxemos o futebol para o Rio de Janeiro, porque aqui nasceu a palavra TORCEDORA, com a mulheres tricolores muito bem trajadas e distintas nas arquibancadas do primeiro estádio para grandes jogos, o Palco, o Berço da Seleção Brasileira, onde ali ganhamos os primeiros títulos da Seleção Canarinho, somos a História porque revertemos um grito ofensivo em marca de nossa torcida, inteligente, fidalga e agregadora, ora irmãos, o pó de Arroz nasceu de um xingamentos que hoje seria encarado como racista e nossa torcida, nossa gente, não se fez de rogada, não segregou, acolheu o xingamentos como um canto de incentivo, fez com que a suposta vergonha virasse orgulho e Tradição. Hoje, nos tempos modernos, onde não existe mais espaço para o machismo do antigo futebol, nem tão pouco para qualquer tipo de segregação, nos deparamos com um vídeo tirado do contexto, que verdadeiramente foi feito com intuito de criar uma situação desagradável entre os torcedores, mas ora pois pois, nossa torcida se esqueceu do passado? Não vamos segregar, se o Magno Navarro foi posto à prova através de sua arte, entendam, ele é Fluminense, está na maior rede televisiva da América do Sul, então irmãos não o ataquem, ele da visibilidade ao nosso clube, à nossa paixão, ao nosso amor, ou vocês nunca repararam que ele usa o celular com a Capa do Clube Tantas vezes campeão? Se quiseram sacanear nosso torcedor com um olhar homofobico sobre o vídeo, mostremos para o ser que criou isso, que não estamos nem ai pra ele, que sim, somos o TIME DE TODOS, que sim VIVEMOS E REPEITAMOS AS DIVERSIDADES, mostremos para esse ser e para todos os outros que o AMOR CLUBISTICO NÃO TEM COR NEM GÊNERO! Façamos uma nova história, história com o DNA Tricolor e que saibamos aproveitar toda a categoria do Magno e sua imitações a favor do Fluminense, afinal ele é Fluminense e tem talento.

Timedetodos

AMORNAOTEMCORNEMGENERO

” FAZ QUE EU GARANTO” Opinião Rodrigo Amaral


Essa noite eu vi um jogo, um jogo eu vi esta noite! Jogo? Batalha! E é na batalha que vemos quem é quem, é na batalha que percebemos que não estamos a sós, é no campo de batalha que entendemos que necessitamos da tropa unida, que um depende do outro, sem o companheiro não existirá a tropa e que sozinho não ganharemos a batalha, que sá a guerra, cada um tem sua importância e a coisa mais importante é a união e a confiança em seu companheiro. Hoje vimos, como a tempos não víamos, um goleiro Tricolor e Tricolor de verdade, clássico, com Leiteria e tudo, CASTILHO?! CASTILHO!? Gritavam alguns, acho que era ele, afinal com aquela competência, sorte e aquelas orelhas, tudo levava a crer que era, e como era, Marcos Castilho ! E se lá na nossa cozinha ele garantia todo esse tempero, lá na frente nada poderia dar errado e a experiência deu o ar de sua graça, um Nênê que escreveu com uma letra linda a frase, Faz Fred, e isso ele sabe fazer, o que? A Alegria dessa torcida! Gol, gol de artilheiro, do maior em jogos oficiais, do segundo maior da história, é amigos os incautos batem palmas e com olhos marejados após o segundo gol do Dom, é a História acontecendo, sendo vivida, sendo sentida, assistida, contemplada, não é Justin? Que vitória amigos! Uma batalha vencida, por um time aguerrido, que jogou, acertou, errou, mas acima de tudo se doou, que encarnou o espírito dos guerreiros, que entendeu que esta armadura tem vida e que ela merece a Glória, e se o nosso inimigo tinha fé, a Santa Fé, nós tínhamos o gravatinha, sentado a direito de Nossa Sra da Glória e a esquerda de João Paulo ll, e de mãos dada os três mostraram o que era a verdadeira Santíssima Trindade e que nossa força, nossa Luz, e nossa Fé transcende o imaginável, agora acho que começo a entender a frase, O Fluminense tem a vocação da eternidade, pois ela começa a se dar quando existem heróis e hoje o grupo foi heróico!
Parabéns e obrigado time!