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Jogar por quem?

Salve Tricolagem,
Depois desse inverno tenebroso, volto a escrever na primavera, afinal chegou a hora de desabrochar e deixar de lado a parte baixa da tabela, quero ver florescer a vontade de buscar algo para que possamos ficar verdadeiramente motivados para o ano de 2020. Nos grupos de whats app tenho visto muitas teses de como o time jogava com o Oswaldo, que se fosse bom, seria apenas WALDO, um dos maiores artilheiros do nosso Fluzão, e como jogou neste ultimo jogo contra o Grêmio, do nosso Rei do Rio, ora pessoal o time jogou pelo Marcão e não jogava pelo antecessor? Mas será que o time não teria que jogar pela Torcida, que diga-se de passagem tem mostrado muito apoio e que está do lado dos jogadores? Nossos atletas têm que entender que o maior patrimônio somos nós, os torcedores, é nítido que ao lado do Marcão o time fica com um astral mais leve, mas eles têm que jogar por nós, por eles, pelas suas famílias e pelo FLUMINENSE, ou será que o Ganso fez apenas um discurso politicamente correto?
Nobres tricolores que nosso time é um time desiquilibrado todos sabemos, e fazendo uma analise rápida e superficial, não temos lateral direito, lateral esquerdo, zagueiros que inspiram confiança, não temos um primeiro volante, pois o Allan, com toda sua categoria na minha opinião é segundo, mas se entenderem que ele é o primeiro, não temos um reserva a altura, nosso segundo volante em atividade nunca pode ser o Ganso, Danielzinho tem feito um feijão com arroz muito bem temperado, Nenê não está decepcionando, Ganso próximo da Área impõe velocidade e dá assistências, mas o Joao Pedro não pode ficar fora da Área, ele é finalizador, precisa maturar, mas tem muita vontade e as vezes se atrapalha longe da área e o Yony, o Pogbá das Laranjeiras, crescer de produção quando recebe a bola em profundidade e entra na área fazendo o facão e não sabe jogar centralizado, mesmas características do nosso Guerreiro Wellington Nem, que é melhor que o Pogbá no mano a mano.
Domingo sairemos de nossos domínios e iremos ao Subúrbio encarar o time de uma única estrela, time esse que vem cambaleando no campeonato, ninguém sabe como mas conseguiu fazer uma gordura, assim como os ursos, para passar o inverno, mas como disse no inicio do texto, já estamos na primavera, vamos acabar com a graça desse time sem graça, vamos garantir mais uma vitória, que será a segunda consecutiva e alçar mira nos time com 30 pontos, nossa camisa pesa e vamos mostrar o peso dela no domingo e que os Jogadores joguem pela torcida!
REPINICADAS

  • Dia 05/10, teremos Renato da Rocinha lá na quadra do GRES Paraíso do Tuiuti, Rua Campo de São Cristóvão S/N, em frente ao Centro de Tradições Nordestinas, ainda existem alguns ingressos, falar com Alex Jogador (21)99253-7991
  • Os Ensaios/ oficina de percussão do Bloco Minha Raiz, o Bloco da Familia Tricolor, já começaram, todas as terças na quadra da GRES Alegria da Zona Sul, as 19h, Venham participar da nossa Familia.

Rodrigo Amaral

Minha Raiz.

Minha Raiz
Tricolagem, existe uma coisa chamada berço, assim como Vila Isabel é Berço do Samba e de gente Bamba, as Laranjeiras é berço do Fluminense FC, da Seleção Brasileira e de uma sociedade que sempre pensou em prol do Rio de Janeiro, outrora majestosa e imponente Laranjeiras ficou de lado por várias administrações, como aquela camisa que está fora de moda mas que você nunca se desfaz porque ela te traz boas recordações e tem um carinho enorme, mas a moda é assim, ela vai e volta, um dia você poderá usá-la novamente e tirar sua onda de “brabo”.
Tiveram épocas em que a grandiosidade dos estádios se faziam necessárias para mostrar o tamanho do poder do clube e por acreditar que o futebol seria da massa, do povo, e assim foi Laranjeiras, que abrigou o primeiro jogo da Seleção Brasileira contra o Exeter City, da Inglaterra, já o Fluminense derrotou em seu primeiro jogo neste solo sagrado o Vila Isabel por 4×1, imagina quanta gente “Bamba’ não tinha neste jogo? Laranjeiras nunca pode ser considerada um sonho, pois ela é realidade, ela é nossa Raiz, ela nos faz mais tricolores que nunca, são histórias ouvidas e contadas que fazem desse lugar um espaço tridimensional, onde viajamos, onde paramos e admiramos embriagados pelas imagens vistas em nossas literaturas Tricolor, Laranjeiras será sempre Laranjeiras, e hoje não temos como desvincular Laranjeiras do nosso futuro, que nossos filhos possam contar histórias vividas por eles sobre este Estádio Centenário aos nosso netos, e assim Laranjeiras se tornará eterna, mas não só na memória, mas sim no nosso cotidiano, do time outrora aristocrata e hoje do povo.
Dia 11 de Maio está chegando, sugiro um abraço simbólico ao nosso berço para que o novo gestor do nosso Fluminense possa entender a importância dela para as nossas gerações.

Recordar é viver!
30 de Abril foi dia Nacional de Mulher, parabéns a todas a Brasileiras que sempre ajudaram ao crescimento de nossa nação. Parabéns em especial às Tricolores que fazem de nossa torcida A MELHOR E MAIS BONITA TORCIDA DO MUNDO (onde foi parar essa faixa?).

Repinicadas:
Dia 10 de Maio o GRES Paraíso do Tuiuti apresentará o evento “I Love Paraiso” com o pagode de Ah! Mr Dan e a Tropa Colombia (será que o Yony Gonzales irá?) com vairos Djs, detalhes no instagram @paraisodotuiutioficial.

💔Hoje o Samba está de Luto. Que Cartola receba a Madrinha do samba Beth Carvalho ao som de preciso me encontrar deixando-a ir, pois As Rosas não falam. Ô coisinha tão bonitinha do pai. Vá com Deus e muita Luz!

“Timinho”

TIMINHO !!!

Salve Tricolagem,
Seria esse um termo pejorativo? É para todos os times do mundo, mas não para nós, o Time de Guerreiros, um time aguerrido, o time que ressurge das cinzas, que alcança vitórias improváveis principalmente em épocas que mais precisamos, Somos, com ésse maiúsculo mesmo, o time que não gosta de perder, sempre Fomos assim e sempre Seremos! A história mostra isso desde o time desacreditado de 51 e campeão do Mundial de 52, a famosa Taça Rio, até o Tri Carioca 83/84/85, foram com supostos timinhos que ganhamos vários títulos e fizemos a história vencedora do Fluminense, mas gostaria de lembrar que os nossos Timinhos vencedores sempre tiveram uma contribuição forte da nossa base, onde os patinhos feios se tornaram ídolos, como Castilho, Altair, Telê, Pinheiro, Waldo, Edinho, Ricardo Gomes, Roger, Thiago Silva entre tantos outros. A mescla de nossa base com jogadores mais experientes sempre foram ingredientes do sucesso e hoje, fazemos isso?

Ontem conversei alguns minutos com a modelo tricolor Renata Amorim e ela exaltava o trabalho do Diniz, sem dúvidas, um futebol alegre, de posse de bola, gostoso de ver, saudosista para muitos e de vanguarda para outros, mas e os jogadores da Base, cadê? Temos peças importantes na base e que todos têm ciência do potencial dessas peças, e porque não mesclar?

Contratar jogadores de categoria duvidosa e preterir nossas promessas com este estilo de jogo chega a ser frustrante, afinal quem costuma ver os jogos do sub 17 e sub 20 sabe o que estou falando. Sendo esse o exposto, queremos nosso TIMINHO de volta.


Recordar é Viver:
Dia 23/04 foi dia do Glorioso São Jorge, Santo Guerreiro, assim como nós e ficou marcado também pela aposentadoria do nosso Conquinha, que foi peça importantíssima na conquista do Brasileiro de 2010. Merecia um jogo de despedida no Maracanã, com camisa comemorativa, copo comemorativo e o escambau… ALÔ MARKETING!!!
Repinicadas:
O Bloco Minha Raiz volta a fazer sua oficina de percussão no estilo escolinha, no dia 07/05, às 19h na quadra da GRES Alegria da Zona Sul, interessados manter contato no instagram @blocominharaiz ou no facebook BLOCO MINHA RAIZ.

Saudações Tricolores.

Cariocando.

Cariocando.

Tricolagem, andar pelas ruas do nosso amado Rio de Janeiro e ver nossas cores sendo envergadas com amor é uma alegria para nossos corações apaixonados por este clube centenário, mas saber que ainda existem pessoas que não se rendem a serem massas de manobras como gados que são tocados para o curral, é mais que um alento, é esperança renovada.

A boêmia carioca tem muito a ver com nosso clube, outrora aristocrata, mas sempre do povo, do povo que pensa, que reflete, que escolhe, que faz questão de ser único, que não pensa em ser melhor que ninguém, que apenas pensa em ser ele mesmo desenvolvendo sua essência e sendo melhor do que ele foi em outro momento, como é bom saber que temos tantos tricolores influenciadores da nossa cultura e que nos enchem de orgulho.

Ser carioca é viver de bem com a vida, é andar de chinelos, é falar “coé irmão” sem ter parentesco com o individuo, é passear no calçadão com camisa nos ombros, são as mulheres terem o bronzeado natural, são amigas saírem sozinhas e se preferirem, ficarem sozinhas, são as pessoas se falarem, se respeitarem, marcarem um chope, ser carioca virou verbo, cariocar, e é cariocando que vivemos, e num espaço tão democrático como a arquibancada do “Maraca” não podemos esquecer disso tudo, que somos do Rio de Janeiro, cidade de praia e carnaval, que somos nascidos em Laranjeiras e é de lá que vem esse sentimento sem igual.

Hoje temos um jogo importante, o glorioso Santinha do Recife, vem aos nossos domínios e temos que mostrar a nós mesmos que somos os mesmos de sempre, que somos o Único Tricolor do mundo, pois assim como Sansão tinha sua força ligada aos seus cabelos, a nossa está diretamente ligada a nossa Torcida e foi por isso que enchemos jogo as onze da matina, a Diretoria fez a promoção e você que é sócio 100% tem direito a um segundo ingresso gratuito, não deixe de chamar um amigo para ir ao jogo, seu amigo não pode ir? Disponibilize o outro ingresso para um “irmão”, assim seguimos cariocando.
Recordar é viver:
Gostaria de lembrar a todos que segunda passada foi aniversário da Ana Paula Araujo, uma profissional exemplar e uma grande pessoa e que sempre faz questão de mostrar seu amor ao FLUMINENSE FC.
Repinicadas:
Este fim de semana o Bloco Minha Raiz divulgou seu enredo com os homenageados para o Carnaval de 2020, Thiago Silva e Marcão, em breve o lançamento Oficial.

Saudações Tricolores.

Cuide do seu patrimônio.

Cuide do seu Patrimônio
Tricolagem,
Havia feito um texto para incentivar a todos irem ao jogo de hoje, que esquecêssemos o desastre de sábado e que pudéssemos estar novamente juntos com nossa massa Tricolor a apoiar o que faz história, mas acabei por abortar essa ideia devido os fatos ocorridos nesta noite na cidade do Rio de Janeiro, Cidade Maravilha purgatório da beleza e do caos, cidade de identidade própria e que acolhe a todos que aqui chegam, nós Fluminenses estamos atônitos com a forte chuva e a falta de resposta do nosso governo, somos Fluminense, no Tupi guarani, nascido no rio, Guerreiros e sofredores, mas sempre alegres e esperançosos, me remete à nossa arquibancada, que sempre coloca o coração no verde da esperança, não sabemos se terá jogo hoje, posicionamento que já deveria ter sido tomado pelo clube junto a CBF, afinal o Rio virou rio, e nós, apresar de nascidos no Rio não somos peixes, somos humanos, cansados de tanto descaso, somos patrimônio do nosso clube e de nossa cidade e merecemos esse cuidado.


Como disse o grande Dominguinhos do Estácio, “Oh Virgem Santa, olhai por nós…” no samba da Estácio de Sá de 1975.

Saudações Tricolores.

SÁBADO DE ALELUIA!

Sábado de Aleluia

Tricolagem, o domingo parecia cinzento, apesar do azul celeste e do brilho do sol mostrarem todos os encantos de nossa cidade maravilhosa, não tínhamos as três cores que juntas formam o manto mais bonito do mundo nas ruas, me soou um vazio.. Existia um zum zum zum pela cidade, mas e daí? A Praia estava ótima, a água de coco como sempre gelada, famílias passeando, amigos confraternizando, fiquei até incrédulo com tamanha paz, mas a saudade estava grande, enorme, como não pensar no jogo da quarta-feira anterior? Olhei para o meu Santo, Guerreiro, assim como aquela que canta e pula o jogo todo, sussurrei “meu São Jorge, queria mais uma chance, o Diniziniesta está fazendo trabalho diferenciado, erra? Erra! Mas acerta também, ele nos deu nova esperança de dias melhores, a pesar dos calafrios com as  bolas recuadas para o Rodolfo, por isso te peço, interceda por nós!” A tarde chegou, nada como  sentar-me ao sofá e ver um bom filme, comer pipoca e ficar desligado do mundo. O véu negro se fez presente e antes de dormir fui falar novamente com meu querido Jorge, agradecer por mais essa oportunidade, a vida não para e assim como Jesus se levantou no terceiro dia, nos levantamos no quarto! Foi feita a Vossa vontade e que assim seja no sábado dia 06, mas que mostremos que somos merecedores dessa ressurreição, Tricolores do Céu e da Terra, mostremos nosso amor, nossa força, nossa devoção por este que traduz tradição!

Que venha o filho pródigo, que possamos malhar o Judas e que esse Sábado seja o Sábado de Aleluia Tricolor.

Amém!

40 minutos antes do nada.

40 minutos antes do nada.


Já dizia nosso mestre, Nelson Rodrigues, o Fla-Flu nasceu 40 minutos antes do nada, e todos eles sabem que é sempre um ai Jesus, um Clássico Místico, capaz de consagrar um desconhecido, capaz de lances lindos e sobrenaturais.
Hoje, poderia estar falando do lindo chapéu do Ganso em Everton, poderia estar sorrindo com o gol, o primeiro de sua carreira profissional, da nossa joia de Xerem, João Pedro, João Pedro Junqueira de Jesus, para eles foi mais um ai, Ai Jesus!


Poderia eu me furtar a falar como torcedor que sou: – foi o time reserva, queremos a revanche com os titulares.
Nem precisei pedir a Deus essa oportunidade, quarta feira teremos essa tal peleja. Tudo isso faz parte de um belo clássico, mas na verdade hoje não tem como não nos vermos, nos olharmos, no enxergarmos como o maior patrimônio do nosso clube, subir a rampa esperançosos, fazemos em todos os jogos, mas num clássico não tem como chegar no fim da rampa e não nos enxergarmos, não nos vermos, não nos olharmos naquela arquibancada de tantas almas, olhei para um lado estava Nelson Rodrigues, do outro Gravatinha, mais a frente Ximbica, quando percebi estava rodeado de grandes tricolores que desceram para nos ajudar, para mostrar-nos que não estávamos tão em menor número quanto aparentava.


Um Clássico se decide nos detalhes, assim como o jogador Uruguaio errou no outro jogo, nossa meiuca também conseguiu dar um passe contra, detalhes… detalhes…. detalhes……… foram tantos que achamos uma joia, não a de Xerem, mas a de São Gonçalo Laís de sete anos, Símbolo da resistência Tricolor ao aparecer ilhada, cercada por cores do adversário, sorrindo, cantando, vibrando com o Tricolor da Laranjeiras, que nossa Torcida olhe para ela, Tricolores sigam seu exemplo, venham, ajudem, façam com que Ximbica e Cia possam sentar-se no desconfortável teto do Maracanã, que façam dessa Guerreira o combustível necessário para honrarmos nossas tradições, afinal estamos juntos na vitória ou na derrota, mas a certeza é que nós NUNCA iremos te Abandonar.

Classico Vovô. Estréia do novo colunista Rodrigo Amaral.

Salve Tricolagem,
Como é bom ir a um Clássico, desta vez o Vovô, camisas, histórias e gerações apaixonadas por suas cores. Arquibancada pulsa, vibra, ecoa, mas cadê todo esse Glamour? Cadê todo esse envolvimento? Cadê as apostas? Cadê os jogadores rivalizando e promovendo esse confronto que já teve como Protagonistas, Waldo, Lula, Ubirajara, Marco Antonio, Garrincha, Nilton Santos, Mário Tilico, Marcão, Fred? Olha que tivemos nessa peleja Ganso e Diego Souza, pensar que eles poderiam estar do mesmo lado se não fosse uma gentileza nossa. Nossa Torcida estava lá, não como antes, mas como sempre mais participativa, temos orgulho desse Patrimônio, aquela que canta e pula o jogo todo… O jogo era um até o apito do tempo técnico, Fluminense envolvente, sem dar chances para o azar, depois o jogo ficou menos interessante, mas o Único Tricolor do Mundo dominava e isso foi até aos incríveis 4 minutos de acréscimo. Ainda estava eu, no bar, tentando comprar uma gelada, afinal só havia um caixa com sinal para passar o cartão de débito, imaginem a fila, gol deles, não vi, ufa! Me fez lembrar uma camisa de organizada, realmente somos a SUIPA, mais uma vez ajudando a cachorrada, enfim a gelada, uma não, logo três porque não sou bobo. Continuamos dominando, ao estilo Diniziniesta, mas esse toque muito próximo do goleiro nos rendeu calafrios, o tempo passou e vieram os acréscimos, 3 minutos, incrível, 5 substituições, várias paralizações e no momento de uma falta a nosso favor na entrada da área, marcada firmemente pelo homem de preto, que não usa mais preto, ele decretou o fim do jogo, gosto amargo, depois de um golaço de Ganso, da torcida mais uma vez dando a alma, a minha cabeça baixa por ir embora daquele jeito, a cabeça baixa do Marlon por ter ficado a beira do campo daquele jeito, a cabeça baixa do Clássico por um público daquele jeito.
Que venha o próximo Clássico!
Lembranças: 19 de Março foi Dia de São José, Aniversário do Bloco Minha Raiz, o Bloco da Família  Tricolor!

 

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