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Cobrança e como cobrar, mudanças são necessárias! Opinião Rodrigo Amaral

Guerreiros e Guerreiras, ontem tivemos um clássico e em dia de clássico o ar da cidade fica diferente, as pessoas não são as mesmas da semana passada, apesar de serem. Mesmo com a existência da pandemia, que restringem as pessoas de irem aos estádios, os torcedores se mobilizam para ver e torcerem juntos, pois a rivalidade faz com que a emoção dê um porre na razão, mas lembro que não podemos nos descuidar. O Fla-FLU ou ainda o FLU-fla, pois o mando de campo era nosso, não foi o que esperávamos, um time sonolento, sem aquela gana de vencer, os jogadores pareciam não entender que isso era um Clássico, parecem não saber o que significa para os torcedores a disputa desse jogo, que faz tantas pessoas ficarem com os nervos à flor da pele, pergunto então para os irmãos, será que são informados, será que mostram para todos que hoje representam nossas cores a importância vital de vencer esta peleja, ou que não se vença, mas que joguem com a força e destreza de um verdadeiro GUERRREIRO? Será que a cobrança está sendo feita dentro de uma hierarquia onde o comandante se mostre comandar e não apenas usar a política da boa vizinha do “me ajuda aí”? O campeonato chega a sua nona rodada, gostaria de não estar escrevendo estas linhas, mas infelizmente não existe outra forma de externar todo sentimento vivido e sentido após a derrota neste clássico que era, volto a dizer, VITAL, nosso amado FLUMINENSE chega a esta rodada com apenas 11 pontos e mais uma vez as calculadoras começam a assumir papel de grande valia para entendermos o que ocorre no campeonato e qual pode ser o fim dele. Ora Guerreiros e Guerreiras, estes 11 pontos em nove rodadas equivalem a um aproveitamento de 41% e se mantiver este ritmo mostro para todos o que ocorrerá com o Time das Três Cores que Traduzem Tradição no fim do campeonato, vejam a planilha que fiz, um levantamento dos campeonatos de pontos corridos desde 2015 até 2019, com as médias de pontos e aproveitamentos que nos credenciam do G8 para cima e do temido Z4, peço um parênteses para falar sobre nosso treinador, Odair Hellmann que hoje possui um percentual de aproveitamento, durante sua prestação de “serviços” ao Fluminense, de 14 v/7 e/ 11d, ou seja, 51% de aproveitamento, mas vale apena lembrar que em 11 jogos do brasileiro vencemos apenas 3, sendo assim vemos que o sinal de alerta está ligado no Reino do Laranjal, Luz amarela piscando, chegou a hora de mudanças, a distancia para o pelotão da frente ainda não é irrecuperável, mas se nossa diretoria não agir rápido começaremos a flertar com o pelotão que vem logo abaixo.

“Visão Angioni” opinião Rodrigo Amaral.

Experiência e visão de mercado, 2 anos de Angioni
Com larga experiência no Futebol nacional e no Fluminense desde junho de 2018 como Gerente de Futebol, o Tricolor assumido, Paulo Angioni, já viu passar os seguintes atletas pelo Fluminense:

Temporada 2018/2019:
Marcelo Oliveira(tec)
Fernando Diniz (tec)
Osvaldo de Olveira (tec)
Muriel (gol)
Agenor (Gol)
Léo Santos (zag)
Paulo Ricardo (zag)
Nino (zag)
Nathan (zag)
Matheus Ferraz (zag)
Ezequiel (lat)
Nenê (mei)
Allan (mei)
Caio Henrique (mei/lat)
Guilherme (mei)
Bruno Silva (mei)
Yuri (mei)
Ganso (mei)
Matheus Gonçalves (ata)
Luciano (ata)
Junior Dutra (ata)
Kayke (ata)
Lucão (ata)
Ewandro (ata)
Léo Arthur (ata)
Kelvin (ata)
Brenner (ata)
Luiz Felipe (ata sub23)
Yony Gonzáles (ata)
Wellington Nem (ata)
Everaldo (ata)
Bryan Cabezas (ata)
Sendo assim:
3 treinadores
2 goleiros
5 zagueiros
1 Lateral Direito

7 meias

14 Atacantes

Temporada 2020:
Odair Hellman (tec)
João Lopes (gol)
Luccas Claro(zag)
Orinho (lat)
Egidio(lat)
Yago(mei)
Michael Araujo(mei)
Hudson (mei)
Henrique (mei)
Mateus Cassini (mei sub23)
Lucas Barcellos(ata sub23)
Gabriel Capixaba(ata sub23)
Caio Paulista (ata)
Felippe Cardoso(ata)
Fernando Pacheco(ata)
Wellington Silva(ata)
Fred(ata)
Sendo assim:
1 Treinador
1 Goleiro
2 Laterais Esquerdos
5 Meias
7 Atacantes
Não estão relacionados renovações de contrato, retorno de empréstimo e jogadores que subiram da base.

“Em Época de Pandemia, fique em casa!” Opinião Rodrigo Amaral


E assim começa o Brasileiro, calendário sempre igual, estaduais sendo decididos dentro do Brasileiro, que já tem jogos adiados por conta disso, mais um jogo adiado por conta da contaminação, mas isso já sabíamos que poderia acontecer, mas o que assusta é a forma como foi organizado, onde os testes feitos dois dias antes e foram liberados no dia do jogo, confusão armada, CBF se superando, mas aqui falamos de Fluminense, eu não treinei duas vezes uma equipe e nem vivi o clima de vestiário de um time profissional, mas sou Fluminense, vivo o futebol 24h, já joguei em divisões de base e mesmo se não tivesse qualquer contato com as quatro linhas eu me sentiria no direito de falar, afinal sou torcedor e torcedor tem sempre razão, por mais que não a tenha. Pegamos um Grêmio sem sua principal arma, se reinventando no ataque, e nosso time com toda sua limitação, não entendeu isso. Odair nunca venceu na Arena e hoje, mais uma vez com três volantes, num audacioso esquema 721, não quis nem tentar vencer no primeiro tempo. Time covarde, jogando por uma bola, sem transição, marcando em nossa própria intermediária, impressionante, revoltante, mas, você via que o time é treinado pra isso, não se iludam, não é um elogio. Pois, o segundo tempo começa e tiramos o nosso terceiro zagueiro, ou seria volante ou ainda um líbero que não vai à frente, não importa, o que importa é que ele saiu, quem? Nem lembro, pois o narrador não falou o nome do Yuri. Entrou o “Araurro”, que logo no reinício da partida pegou uma bola, engrenou a quinta e veio costurando pela meiuca. Pensei eu, agora sim, vamos ajustar um 442 trazendo o Marcos Paulo pra ajudar a criação e continuar com gente no meio campo, doce ilusão, o time virou num 433 todo desorganizado, via-se nitidamente que não treinam esse esquema. Depois, apesar de algumas mexidas até melhores que as dos últimos jogos, o time continuou embolado, com um buraco no meio campo e a zaga toda exposta. Fred, nosso ídolo, deu pena, jogaram ele numa fogueira danada, isolado na frente, sem comentários, se a bola não chegar, ele não joga.
Amigos, Guerreiros, ver os nossos Laterais , ambos, mostrando tudo que sabem nessa partida, me deu ânsia de vômito, não é possível que todos vejam que o Julião é um grande professor de filosofia e só, o Odair acha que ele é jogador de futebol. O que falar do Edígio? Cara experiente, vice presidente da resenha, cara de grupo, mas, alguém tem que chegar e sacudir seus ombros, ele erra tudo que tenta, e quem organiza nosso futebol o aplaude.
É amigos, ver esse arremedo de time, já me deixa tenso para a sequência do campeonato, oremos.
Pra ver o time como está hoje, é melhor seguirmos a quarentena à risca e ficarmos em casa, pois, essa Loucapandemia Tricolor ainda nos levará à morte!

“O Herege” opinião Rodrigo Amaral


Queridos irmãos Tricolores, Laranjeiras e nossa igreja e toda a torcida do Fluminense nossa comunidade, ovelhas seguidoras de um pastor que direciona e doutrina nossa almas com os dogmas da Fidalguia e da paz, tendo o livre arbítrio como um fator libertador do mundo de gado, vivido e tocado dentro dos currais da ignorância. Sabemos que em nossos quadros sociais, eu disse sociais e não anti sociais, nem todos enxergam o nosso escudo como sendo o ápice, o crucifixo que representa algo maior, mas dentro de nossa igreja todos que comungam ali de tudo que é oferecido deve um ato mínimo, o respeito. Dentro desse pensamento como poderia eu manter a calma por ver um “ser” pouco evoluído e sem muita cultura proferir palavras que nos humilham, tais como: “Sou sócio do seu clube e é um prazer urinar na piscina”, mantendo um sorriso sarcástico, irônico e desafiador, ora irmãos, olhei no fundo de seus olhos, elevei o pensamento a Nelson Rodrigues e respondi, com chamas nos olhos de um bom ariano que sou, que escutar tal frase não poderia vir de alguém que não fosse um filho, adepto de nosferato, que cultuam as cores preto e vermelho, e assim como no apocalipse o desafiaria, a luta do bem contra o mal, mas nós tricolores, nobres amigos, somos ungidos com o pó de arroz, o branco da paz, da Fidalguia, sendo assim disse a esse senhor,o qual não merece o respeito de ninguém, que externaria meu desconforto aqui, o qual me implorou para não prosseguir com tal pensamento, afinal seu filho era tricolor e jogava nas categorias de base e poderia ser prejudicado, meus amigos, não sou um justiceiro, nem tão pouco um omisso, alem de dar-lhe uma lição sobre etica, respeito e historia do futebol, o fiz entender o tamanho da blasfêmia que ele havia cometido, tanto que o mesmo levantou-se e saiu de nossa mesa, obviamente “a francesa”, pois educação não é o seu forte, por isso conclamo a nossa inquisição, para que possamos decidir o futuro desse Herege, quem não respeita merece respeito?
O fla-FLU começou 40 minutos antes do nada é quarta-feira tem mais um!
Por esse relato conclamo a todos, Sejam Sócios, #épeloFlu

Espaço Democrático.

Espaço Democrático

Eu vi um esporte sendo criado para ser popular, onde se uniriam as classes sociais, cores e credos, acolhia à todos com um sentimento único. Vi mulheres muito destintas, com seus lindos chapéus e luvas, se emocionando com as pelejas, tensas, torcendo seus lenços e luvas. Vi nascer o termo torcedor(a), que ficou estigmatizado à todos aqueles que veêm os jogos vibrando, querendo a vitória da sua agremiação de predileção. Vi um avião sendo entregue à Força Aérea Brasileira para a segunda guerra mundial, onde o time do Fluminense tinha um grande numero de italos-brasileiros, numa época em que os imigrantes eram muito perseguidos e discriminados. Vi uma Missa Campal com o Papa, onde antes frequentavam pessoas muito bem trajadas, deu-se o lugar a uma vestimenta mais leve e menos pomposa, mas, que deixou os torcedores muito bem trajados a meu ver, afinal essas três cores unidas são de uma beleza ímpar. Vi a Seleção Pentacampeã nascer, crescer e ser vitoriosa. Vi e ouvi conversas, ah, se eu pudesse falar tudo aquilo que já escutei, ja fui muito judiado, maltratado, mas, falam de mim com muito amor, afinal é aqui que todos gostam de estar, de encontrar e se expressar. Aqui nasceram movimentos populares e politicos, aqui os indigentes viram protagonistas, famosos “quem”, que fazem seus instantes de glória ao demonstrarem seu amor ao club de football, viram não somente o torcedor, mas sim a torcida. Aqui existe vida, pulsa um unico coração e é por isso que eu, a arquibancada, não podem ser personificada, aqui todos são um, e, minha cara é da democracia, assim como o Club de Football. Não somente comigo, mas, também, com seus sócios e frequentadores da sede social, que fazem o retrato do club. Se temos um clube de todos, não podemos ter um viés, uma bandeira que não seja a do nosso Club, que une e não segrega, que faz com que tenhamos o sentimento de pertencimento a uma instituição grandiosa, que sempre contribuiu para o melhor da sociedade, pensado em seu progresso . Por pensar assim, fiquei aleijado, cortaram me um pedaço para que a Pinheiro Machado fosse construida. Pensar que teve clube de massa que ganhou estadio e nós nos sacrificamos com perda de 1/4 do nosso, em detrimento de uma sociedade melhor. Mostrou-se ao mundo também, o quão democratico é o Fluminense ao sediar os Jogos Olimpicos Latino-Americanos, porteriormente chamado de Pan-Americano, o qual foi base de defesa para nossa honraria maior que é a Taça Olímpica. Hora amigos, tricolores e admiradores, a Democracia está em nosso DNA, sempre andou conosco, assim como a luta contra o Racismo, onde reconhecemos tantos idolos pelo que fizeram, pelo que são como atletas e pessoas, tais como: Jair Marinho, Altair, Assis, Washington, Carlos Alberto Pintinho, Paulo Cesar Caju, Waldo, Marcão, Aldo, Cafuringa, Carlos Alberto Torres, Carlos Alberto (po de Arroz), Carlos Alberto entre tantos outros, que não são brancos, mas, contribuíram para este club ser o que é. Apesar de muitos quererem macular essa linda história, com rótulos que não condizem com a realidade do Pó de Arroz, afinal uma mentira repetida mil vezes, acaba tornando se uma verdade. A raiva, o ódio adversário por ter perdido atletas para o Fluminense, me fez ver uma cena lamentável, que nos dias de hoje seriam tratadas com repúdio , afinal o chacotearam, humilharam, xingaram e usaram de um subterfúgio baixo, diria anti desportivo para tentar tirar sua concentração. Afinal já exstiam outros negros jogando pelo Tricolor das Laranjeiras, nossa torcida sempre inteligente, não se fez de rogada e assumiu a identidade de Carlos Alberto e o defendeu com os mesmos gritos, com a conotação de incentivo. Então amigos, hoje com assuntos tão in voga, pois, nossa alma não permite mais tantas atrocidades contra os seres humanos, eu digo, levantemos a bandeira do Fluminense em primeiro lugar, não precisamos seguir a moda pura e simplesmente, sempre a ditamos com atos e realizações. Afinal, eu, como uma humilde arquibancada, estou aqui para ver o Fluminense sempre em primeiro plano e não misturado numa politica que vem de fora para dentro.

Saudações Tricolores

Rodrigo Amaral

“Dente de Leão ” opinião com Rodrigo Amaral


Esperança, Liberdade e otimismo, simbolismo dado a esta flor que voa sem destino, que você vê, tão delicada, mas não sabe de onde veio.
Se devemos soprar sua flor pensando que suas pétalas ao retornarem nos tragam o amor desejado, ao mesmo tempo imaginamos que ela possa ir a onde ela possa se enraizar e crescer.
Estamos passando um momento onde o mundo, por imposição de um vírus, que não se vê e nem se sabe de onde vem, apesar de saber sua origem, está olhando pra dentro de si, resgatando o que o simbolismo dessa pequena flor traduz, onde a Liberdade nos faz agir com sensatez, procurando o amor ao próximo tão esquecido no cotidiano do nosso egocentrismo, com a esperança e o otimismo, não de vencer um inimigo, mas de passar por este momento de forma digna, de sairmos dessa pandemia pessoas melhores, que não esqueçamos o significado deste isolamento, que o ressurgimento da vida normal nos faça normais novamente, assim como na época de nossos avôs, que hoje nos preocupamos, que o sentido de coletividade, de união, de amor ao próximo voe sempre como a pétala do dente de leão e se prolifere afim de deixar ainda mais bonito os campos de nossas vidas.
Quem ama cuida, isolados sim, sozinhos nunca!

“Nosso pedaço de chão” opinião Rodrigo Amaral


Caros amigos,


Ontem andei, andei, andei, como um andarilho que anda sem rumo e apenas observa a paisagem, e percebi que algo aconteceria, que nas cercanias do Mario Filho, que em dia de Nossos jogos poderia ser chamado de Nelson Rodrigues, assim como em Milão, haveria algo, não sei se lotaram o estádio, mas vi os camisas negras brotarem como formigas no verão, saindo e caminhando para aquele torrão de açúcar, inclusive um me perguntou onde era a entrada da Sul, e eu com um sorriso malandro de canto de boca falei:”A entrada do nosso lado fica pela Eurico Rabelo, em frente ao Bar dos Esportes”, e ele me exclamou, “Ah Você é Fluminense, Pô!” Eles sabem, todos sabem, mas a discussão existe, o próximo confronto entre o time da Barreira e o nosso Tricolor das Laranjeiras será no Nelson Rodrigues, e o mando será deles, ué e o lado Sul? Se o mando é deles, que joguemos no estádio deles, nunca fugimos da batalha, porquê teremos que jogar no nosso? Conheço as regras do cariocão, mas isso é questão de auto-estima, de rivalidade, de moralidade, até de ego, e não podemos sucumbir! Que Chitãozinho e Xororó me permitam, mas esse trecho da Música Coração Sertanejo reflete o nosso sentimento:”Andei, andei, andei até encontrar
Este amor tão bonito que me fez parar
Nesse pedaço de chão”. A Sul é o nosso pedaço, ali é nossa identificação, que eu possa continuar andando e que os tricolores me surpreendam, que mostrem que essa terra tem dono!

” Nos FlaxFlu’s é um aí Jesus” opinião Rodrigo Amaral


Irmãos tricolores, ainda me lembro daquele Fla X Flu da lagoa, ano de 1941, apesar de ter nascido em 76, mas como sou tricolor desde outras encarnações, estava eu lá, de chapeu panamá e terno, la na Gávea, me lembro como se fosse ontem, dividíamos as arquibancadas e como hoje jogavamos pelo empate. Tivemos um de nossos jogadores expulso, nosso goleiro, o Batatais, tinha uma lesão na Clavícula, e assim como em 95 abrimos 2×0, eles reagiram, tiveram a empáfia de achar que poderiam vir com tudo pra cima do já então time de guerreiros, apesar da alcunha só vir em 2009, pobres cronistas cegos da época, empataram, é verdade, mas só no placar, não na vontade, não na predestinação de fazer história .

Os jornais da época disseram que a expulsão foi injusta, que Pirillo merecia expulsão por pisar propositalmente no Ombro de Batatais, jogamos boa parte do jogo com um a menos, mas o jornal O Globo Sportivo, teimava em valorizar os chutões que por um acaso caiam na Lagoa, e com isso retardavam o jogo, valia título, nunca se fez tanta verdade com a Frase “Bola pro mato que o jogo é de campeonato” , e eles incomodados com a eminente perda do título , mandaram seus remadores buscar as bolas que por ventura caiam na Lagoa, ora, se são tão bons na água, que voltem a Remar.

Contra tudo e contra todos conquistamos nosso 14° estadual, um Bicampeonato mais que merecido, um empate com gosto de Vitória, com Garra, com vontade de vencer, podemos dizer que foi uma Vitória com a predestinação da imortalidade. Hoje, já me vejo mais tarde, com os amigos a brindar a exibição dos nossos guerreiros, Fla-Flu é Fla-Flu, não existe favorito, mas pra vencer esse duelo tem que ter vontade de fazer história, e de História nós entendemos, afinal NÓS SOMOS A HISTÓRIA!

“Nuestro sentimiento no puede parar” opinião Rodrigo Amaral


Vi declarações de muitas pessoas e respeito a opinião de todos, mas a arquibancada é um lugar mágico, de sentimento, onde os pulmões são tão exigidos quanto o coração, que trabalham em sincronia, em harmonia, em vezes dão a cadência do jogo em outras apenas acompanham o ritmo voraz da equipe, a grande verdade é que a arquibancada jamais poderá ser pragmática, omissa aos momentos da partida, jamais poderá deixar,e nunca pôde deixar de sentir a necessidade do time, não adianta cantar aquela musica porque você a acha legal ou bonita, ou porque ela ainda nao foi cantada, quem puxa os cantos tem que ter a sensibilidade de perceber qual é a música que vai inflamar a torcida naquele momento, não existe um roteiro, não existe uma cronologia, Lógico, após um gol, o êxtase, a festa, o alivio, o Show tá começando e parem pra vê-lo. Nenhum reino, povoado ou comunidade se fez sem união e a presunção de manter um ideal sem entender o momento, beira a arrogância, o Ceticismo! Assim como fizemos história no campo, na arquibancada também nunca foi diferente e os mais diversos movimentos, “sempre populares”, deram um novo rumo e protagonizam hoje um jeito latino hispanico de torcer, mas não esqueçam nossas origens , peço, não esqueçam a Minha Raiz, lembrem-se daquela Musica cantada a um ritmo, digamos … de cúmbia? que NÓS SOMOS DO RIO DE JANEIRO, CIDADE DE PRAIA E CARNAVAL..
Nós temos Surdos e não bumbos, temos caixas e não pratos, falei no inicio em respeito a opinião de todos, certo? o Respeito é tudo, cada um na sua, com ou sem União na parte mais democratica do estádio, mas se é pra seguir um ideal, seguirei sempre um, O FLUMINENSE, e tudo que entender que for a ele benéfico!
Caros Tricolores Unam-se, só assim seremos maiores!
Repinicadas:
BLOCO MINHA RAIZ desfilará no dia 15/02 – Concentração as 15h – Rua Visconde de Itamarati esquina com rua Eurico Rabelo, rua em frente ao portao 2. Tragam bandeiras de mão, aprendam o samba e o cantem a plenos pulmões, vamos valorizar e respeitar a Historia do Fluminense! Samba disponivel do YOUTUBE DO CANAL FLUNEWS

“Eu Nasci, há 10 mil anos atrás ” opinião Rodrigo Amaral


Na era das arenas e da elitização do Futebol nos deparamos com um cenário pitoresco e que nos remete à decada de 50 e nada mais popular do que o estadio Proletário Guilherme da Silveira e proletário é o nome mais adequado, afinal o famoso esporte Bretão é popular, é do trabalhador e o estadio “Raiz” nos enche de orgulho, resgata a alma, rejuvenece, nos faz sentir verdadeiros torcedores e não intectuais do mundo do futebol, nos faz ter sentimento,, ver o Alan jogando foi uma coisa linda, como jogou esse guerreiro, te enganei, aquele que você pensou está no galo mineiro, me refiro ao Alambrado, onde crianças, mulheres, idoso e todo tipo de manifestação popular está, eles ali, olhando, se esbeirando nas grades, quase tocando em seus idolos, fungando no cangote do bandeira, jogando junto com o time.. Vi vendedores de Sacolé, eu vi churrasquinho sendo vendido na garagem de casa, Eu vi bandeiras confeccionadas no fundo do quintal serem vendidas como se fossem oficiais, eu vi, eu vi… que Raul Seixas me desculpe, mas eu vi a Moça Bonita ficar mais Bela usando o Grená, o verde e o branco numa harmonia tão perfeita que mais parecia um desfile de moda, mas não era, foi um verdadeiro Carnaval, torcida e time em perfeita harmonia, com a bateria cadenciada ao ritmo da emoção, do coração feliz pelo belo placar. Que venha quem vier, estamos vivos!

Por Rodrigo Amaral

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