Fluminense vence o Fortaleza, mas depende do Palmeiras para entrar direto na fase de grupos da Libertadores

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O tricolor carioca lutou, fez o dever de casa, mas não foi hoje que o Fluminense garantiu a vaga na fase de grupos da Libertadores. O São Paulo derrotou o Flamengo, terminando na quarta colocação.

Em jogo morno, o time de guerreiros construiu a vitória com um gol em cada etapa. O Flu começou o jogo com posse de bola, armando as jogadas desde a defesa com Martinelli. O primeiro gol veio na boa e velha bola parada: Fred finalizou para grande defesa de Felipe Alves, o próprio artilheiro pegou o rebote e abriu o placar.

O segundo gol do Flu foi de Matheus Ferraz já na segunda etapa em outra jogada de bola parada. Depois de abrir 2×0, o tricolor controlou a partida e terminou assim.

Com a vitória de 2×0 sobre o Fortaleza, o Fluminense foi aos 64 pontos, melhor campanha desde o tetracampeonato, essa pontuação rendeu ao Flu a quinta colocação. O tricolor depende do Palmeiras ser campeão da Copa do Brasil para entrar direto na fase de grupos da Libertadores.

Fluminense perde chances, empata com Atlético Mineiro, e adia classificação para libertadores

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O Fluminense adiou um pouco a classificação para libertadores. Com boa atuação defensiva, mas pecando nas finalizações, o tricolor não saiu do zero com o Atlético Mineiro.

A primeira etapa já deixou clara como seria o jogo. O time mineiro dominava a posse de bola e o Fluminense tentava vencer através dos contra ataques. As melhores chances foram do tricolor.

Em duelo de times que brigam na parte de cima, o Flu teve apenas 27% de posse de bola, mas finalizou mais que o adversário (10×8).

O jogo ficou marcado por duas chances claras perdidas pelo Flu. Na primeira, John Kennedy, que entrou no intervalo na vaga do lesionado Fred, saiu na cara do gol, enrolou para finalizar e se jogou. Minutos mais tarde foi Fernando Pacheco que perdeu a melhor chance do jogo. O peruano finalizou em cima do goleiro, perdendo a chance de colocar o tricolor na libertadores.

o uruguaio Michel Araújo ainda acertou um bomba de fora da área nos acréscimos, mas parou no goleiro Éverson.

Com o empate, o Flu chegou aos 57 pontos e se manteve na quinta colocação. A próxima partida será contra o Ceará, segunda, às 18h.

Opinião: Mário Bittencourt não performou como presidente do Fluminense

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A verbo “performar” já fora utilizado pelo atual presidente para justificar vendas por valores ínfimos, mas hoje chegou a vez de ser utilizado para analisar o trabalho do estrelinha Mário Bittencourt. Sem aspas mesmo, nosso presidente é um estrelinha. Uma pessoa que se esconde no calor, mas aparece nos momentos bons (noite fresca).

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As promessas de campanha foram muitas, o tal presidente criticou a gestão passada e chegou a dizer que era inadmissível um clube da grandeza do Fluminense não ter patrocínio master. Quem não lembra do estrelinha falando que o Flu brigaria por todos os títulos que disputasse? Mentiroso. Brigamos pelo título de maior vergonha da temporada. O 5×0 para o Corinthians ainda ficou barato. Um time entregue, sem comando, com ex-jogadores tomando a vaga de promessas. O Santos faz o oposto e disputará a final da Libertadores. Competição que o tricolor insiste em ficar de fora. Por que será?

Começamos 2021 da mesma forma que iniciamos 2020, fazendo vergonha. A eliminação na primeira fase da Copa Sul-Americana para o La Calera não teve nenhuma no futebol, o massacre de ontem também não terá. A direção parece mais preocupada em atacar sites como o NetFlu, mas esquece que um time vencedor começa por um bom técnico. Ah, com todo respeito, Marcão não é essa pessoa. Pode até ser gente boa, mas só tá ali por ter feito campanha pelo então candidato Mário Bitencourt junto com o auxiliar Ailton.

A vaga na libertadores tinha que ser tratada como obrigação. O campeonato tem chances de virar G-8, isso significa que 40% dos times que disputam o Brasileiro estarão na Libertadores 2021. É inadmissível ficar de fora. O “problema” é que uma vaga nessa competição vai exigir da diretoria um técnico decente e contratações que tenham critérios técnicos. Não ser jogador do Uram tem que ser pré-requisito.

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Mário Bittencourt, você não performou como presidente do Fluminense. Sabe o Íbis, vulgo pior time do mundo? Então, até eles estão zoando o Fluminense. O que você faz? Se esconde. Quando ganhou o FlaxFlu, sabe lá Deus como, apareceu no vestiário com o humilde “foca a câmera em mim”. Você é um desastre, senhor presidente. Não aceita opiniões contrárias e insiste em ter alguém sem poder para barrar os medalhões que você contratou. Por que ainda tratam a renovação de Hudson e Caio Paulista? Tomem vergonha na cara.

Ah, tinha esquecido. Hoje tem jogo decisivo do projeto Angioni. O famoso sub-23. André, John Kennedy e Samuel foram descartados mais uma vez do profissional para atuar nessa grande competição. Imagina a moral de eliminar o Vila Nova ein? Um dia após o time profissional perder de 5×0. Teremos tempo real no Twitter do Fluminense? Que vergonha, Mário Bitcoin.

Triste para os bajuladores, mas o estrelinha não performou como presidente.

Enquete FluNews: Com 80% dos votos, Calegari é o preferido da torcida para a lateral-direita

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A torcida tricolor escolheu Lucas Calegari como o mais indicado do elenco para assumir a titularidade na lateral-direita. A enquete contou com Igor Julião (titular da equipe), Calegari e Daniel Bolt. Todos os atletas são crias de Xerém.

Calegari era titular da equipe até testar positivo para o novo coronavírus. Igor Julião ganhou a vaga e não saiu mais. A falha no gol do Grêmio pode custar caro ao jogador.

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A enquete terminou com Calegari somando 80% dos votos, Daniel Bolt 17% e Igor Julião com apenas 3%. Agora é aguardar a semana de treinos e descobrir a decisão de Odair Hellmann.

Opinião: o esquecimento do meia Miguel prejudica mais o Fluminense do que o próprio jogador

Foto: Twitter Miguel

Começo meu texto deixando claro que isso é uma opinião minha. Falo isso porque sei que, provavelmente, muitos vão pensar “é tudo culpa do pai/empresário dele.”

O meia Miguel Silveira, 17 anos, é uma das maiores revelações de Xerém nos últimos anos. O jogador não pulou etapas à toa. O armador soma poucas partidas no profissional, mas seu talento é indiscutível. Aí vem o questionamento: por que o Fluminense é o maior prejudicado pelo esquecimento de Miguel? Pois bem, a minha análise tem base técnica e financeira.

Com passagens pelas seleções de base, Miguel chama atenção pela sua facilidade de enxergar o jogo e a qualidade no passe. O meia foi o líder de assistências do Fluminense no Campeonato Carioca. Em 2019, Miguel foi lançado por Fernando Diniz num jogo decisivo da Copa do Brasil, no Mineirão. Na ocasião, o jogador demonstrou personalidade e participou do golaço de empate marcado por João Pedro.

O jogador, que chegou ao Fluminense com apenas 10 anos, acertou seu primeiro contrato profissional no ano passado com multa de 35 milhões de euros (R$ 223,1 milhões). Não utilizar um ativo desse tamanho é um tiro no pé. Ver Caio Paulista tendo inúmeras chances é triste demais. Miguel se destaca por conseguir jogar centralizado ou aberto na esquerda. Será que em nenhum momento o jogador foi melhor nos treinamentos que Marcos Paulo, Wellignton Silva, Caio Paulista e até Paulo Henrique Ganso? Eu, Rodrigo, não acredito. Tá muito na cara que tem algum problema interno que faz com que o atleta não seja utilizado. O presidente, obviamente, deve saber o motivo. Seja qual for, quem perde é o Fluminense.

A atuação do tricolor na última rodada foi deprimente, Ganso entrou no intervalo na vaga de um Michel Araújo pouco eficiente. O desempenho do camisa 10 foi ainda pior. E Miguel? Mais um jogo assistindo de camarote.

É de conhecimento de todos que o pai/empresário exigiu que o jogador ficasse no profissional para renovar. Pra mim, um erro gravíssimo. Mas, cá entre nós, Miguel tem bola pra jogar muito nesse time. Uma birra com o empresário do atleta não pode atrasar a utilização de um ativo do clube. Afundado em dívidas, o tricolor precisa valorizar cada dia mais Xerém, contratar por contratar não resolve problema de ninguém. Sejam sinceros, alguém aqui tá satisfeito com as contratações? Estamos vendo Caio Paulista e Felippe Cardoso pintando como preferidos de Odair Hellmann. Isso é um crime inafiançável. Esse texto não perderá tempo criticando jogadores terríveis como Igor Julião e nem o previsível Hudson. Nem vou falar que Martinelli, André, Calegari e até Metinho podem oferecer mais ao time do Fluminense do que os medalhões utilizados.

Miguel é um jogador pra ser vendido bem, com capacidade pra ser a maior venda da história do clube. Para isso, sua utilização é essencial. Em 2023, o contrato acaba. Do jeito que tá, o pai leva ele para outro time e a carreira segue. Esse não é o cenário que desejo para o clube que amo. Tecnicamente, o atleta merece ser utilizado; financeiramente, o jogador precisa jogar pra valorizar.

Deixar de lado uma jóia de R$ 223,1 milhões pra utilizar refugo de empresários é pegar uma arma e atirar em cada torcedor do Fluminense.

Acorda, Odair. Apareça, Mário Bittencourt.

“Na parte ofensiva só faltou o gol”, diz Odair Hellmann após mais uma derrota no Campeonato Brasileiro

Foto: Mailson Santana / FFC

O técnico Odair Hellmann falou após a derrota do Fluminense para o Sport. Na visão do treinador, a equipe teve o controle do jogo e merecia sair com a vitória.

-Na minha visão, na parte ofensiva só faltou o gol. Tivemos domínio, pressão, trabalhamos de um lado e do outro. Com infiltrações, criamos finalizações perigosas. No início do primeiro tempo, uma desatenção acabou resultando em um pênalti. Precisamos corrigir isso.

-Tivemos controle de todo o jogo. Só no início, nos primeiros dez minutos eles conseguiram uma construção de saída que nós pressionamos e pressionamos errado. Acabou abrindo um pouco de espaço e tomamos o primeiro gol cedo. A gente precisa corrigir isso, para que o nosso domínio e a nossa posse se traduza em resultado positivo. Faltou fazer o gol. O resultado foi injusto, por tudo que se viu dentro de campo. Mas futebol é botar a bola na rede para ter o resultado.

Fluminense tem quatro derrotas e apenas uma vitória fora do Rio no Campeonato Brasileiro

Foto: Mailson Santana / FFC

O desempenho do Fluminense fora de casa no Campeonato Brasileiro é desanimador. Com o revés diante do Sport, o tricolor chega a quarta derrota fora do Rio de Janeiro. A única vitória foi contra o Athletico Paranaense; o time saiu derrotado diante do Grêmio, RB Bragantino, São Paulo e Sport. A outra derrota do Fluminense foi para o Flamengo, no Maracanã.

O aproveitamento fora de casa de apenas 20% preocupa para o decorrer da competição. O clube fez apenas três dos 14 pontos na competição longe de seus domínios.

A derrota para o Sport surgiu de um pênalti infantil cometido pelo lateral-esquerdo Egídio. O Fluminense até fez uma pressão no fim da partida, mas não conseguiu empatar o duelo. A derrota deixa o time carioca na nona colocação.

Fluminense lucra R$ 13,5 milhões por venda de Evanilson ao Porto

Foto: Lucas Merçon/FFC

O Fluminense perdeu hoje o melhor atacante do elenco, mas a venda vai aliviar um pouco as dívidas do clube. Evanilson estava emprestado ao tricolor pelo Tombense-MG, time do empresário Eduardo Uram, acertou sua ida para jogar no futebol português. O Fluminense tinha 10% do passe + 20% de taxa de vitrine, esse valor representa R$ 13,5 milhões da negociação.

A direção do Fluminense tentou manter Evanilson até o final do Campeonato Brasileiro, mas o Porto exigiu a apresentação imediata do jogador. O valor total da venda do atacante foi de 7,5 milhões de euros (R$ 46,9 milhões).

Fluminense renova contrato do zagueiro Davi, promessa da base

Foto: Lucas Merçon/FFC

O Fluminense acertou a renovação de contrato do zagueiro Davi, 18 anos, que atua no time sub-19 tricolor. O jogador já teve passagens por seleções de base e teve o contrato renovado até 2023.

Foto: Lucas Merçon/FFC

A informação foi dada inicialmente pelo repórter Marcos Coelho, da rádio Tupi. A multa rescisória passa a ser de 30 milhões de euros (R$ 188 milhões).

Ex-Flu não agrada Tiago Nunes e está fora dos planos do Corinthians

Foto: Rodrigo Coca/ Ag. Corinthians

A frase “uma escolha muda todo o seu futuro” seria uma boa forma de explicar a situação do atacante Everaldo. O atleta vivia um bom momento na equipe carioca quando optou por deixar o tricolor para jogar na equipe paulista. Desde então, Everaldo acumulou lesões, atuações fracas e passou a ser considerado dispensável.

O Corinthians investiu R$ 3,5 milhões por 50% dos direitos econômicos do atacante, que assinou contrato até junho de 2023. Everaldo soma apenas dois gols em 21 jogos.

O jogador era titular indiscutível de Fernando Diniz, hoje desperta interesse de Ceará e Fortaleza. A aventura no time paulista parece que não deu certo. Escolhas, senhoras e senhores, escolhas.