“Fluminense eu sou!” – Vídeo Música Antonio Gonzalez e Claudio Kote

FIM DE CICLO SIGNIFICA COMEÇO DE OUTRO CICLO

A vida tem disso. É preciso se reinventar.

Quando fiz 30 achei que o futuro seria gorjeta de Deus. 30 anos depois, pintou esse filho. Dedicado a todos os meus amigos. Mesmo os que não aparecem no vídeo. De coração!

“Fluminense eu sou!” é uma música dedicada à torcida do Fluminense. Nessa música encontram-se passagens que marcaram a caminhada que transformou um menino num homem.

É preciso resistir!

Todos!

Temos que mudar, todos juntos… Todos!

Essa música e a sua letra nasceram numa tarde de novembro de 2015. Deram-me um grande presente, eu só tenho que agradecer. Não somente pelo custo zero, mas sim porque nem nos meus melhores sonhos eu sequer poderia imaginar que um dia viesse a rolar uma parada dessas.

Não sou músico, nem cantor.

Mas entendo, há mais de 4 décadas, alguns caminhos do básico das 6 cordas de um violão. Na humildade! Já escrever… tem dias de sorte. O presente é de vocês! Se a música vai ser cantada ou não… foge da minha vontade. Mas ela nasceu, está viva!

Muito obrigado a todos!

Um beijo no coração de vocês!

Salve!

Antonio Gonzalez

(se vocês gostarem e se quiserem, deixem um like. Se inscrevam no canal, certamente teremos conteúdo. Simples, mas com a minha cara. E POR FAVOR: Compartilhem!)

Seu cadastro desapareceu e não consegue incluir nova senha no NOVO SITE DO SÓCIO FUTEBOL do FLUMINENSE? Leia o texto do Dr. Bruno Freitas (Torcida Tricolor) clicando no link da matéria.

Resolvendo o problema causado pelo novo Programa Sócio Futebol do FFC

Nos últimos dias tenho observado uma série de problemas gerados pela implantação do novo Portal do Sócio Futebol no âmbito do Fluminense Football Club.

E não foram poucos…

Alguns dizem respeito ao desaparecimento de cadastro dos sócios quando do acesso ao novo portal e; outros, pelo cancelamento do plano após suposta inadimplência de mais de 3 (três) meses sobre parcelas que deveriam ser cobradas por débito automático em cartão de crédito ou de débito.

Fato é que, em todos os casos, a instituição obriga o torcedor a celebração de novo plano de sócio desprezando o tempo de contribuição para fins eletivos e outros.

Absurdo que se ataca com o remédio adequado. Vejamos.

Já não é de hoje que advogo a tese de que o “torcedor” é “consumidor”. Mas, para isso, é importante entender o que é uma relação de consumo. O Código de Defesa do Consumidor (CDC), que em seu artigo 2º, diz que “consumidor é toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final”. Já fornecedor é, de acordo com o artigo 3º do CDC, é “toda pessoa física ou jurídica, pública ou privada, nacional ou estrangeira, bem como os entes despersonalizados, que desenvolvem atividade de produção, montagem, criação, construção, transformação, importação, exportação, distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços”.

E o que nos fala o Estatuto do Torcedor e a Lei Pelé?

Inobstante o enquadramento do torcedor e da atividade desportiva em geral, como sendo uma relação de consumo, tutelada pelas normas do Código de Defesa do Consumidor, consta de forma expressa no Estatuto do Torcedor (Lei nº 10.671/03), em seu artigo 3º, além do artigo 42, parágrafo 3º, da Lei Pelé (Lei nº 9.615/98): “Para todos os efeitos legais, equiparam-se a fornecedor, a entidade responsável pela organização da competição, bem como a entidade de prática desportiva detentora do mando de jogo” e “o espectador pagante, por qualquer meio, de espetáculo ou evento desportivo equipara-se, para todos os efeitos legais, ao consumidor”.

Com efeito, todos os direitos e garantias trazidos pelo CDC são afetos aos torcedores, entre eles: reconhecimento da vulnerabilidade, direito à informação, controle de qualidade e segurança de produtos e serviços, mecanismos de solução de conflitos de consumo, coibição e repressão de abusos praticados no mercado de consumo, direito à proteção da vida e saúde, direito à educação sobre o consumo, liberdade de escolha e igualdade das contratações, proteção contra publicidade enganosa ou abusiva, proteção contratual, prevenção e reparação de danos, acesso à justiça, inversão do ônus da prova, dentre vários outros…

Sendo assim é direito do torcedor ser informado sobre eventual inadimplência. Como se isso não bastasse é também direito ver seu contrato preservado por eventual mudança no Programa de Sócio Futebol.

Por outro lado, é obrigatório que o fornecedor tenha sempre propostas prontas quando notificar o torcedor, certo de que a rutura contratual será sempre a consequência última.

Mas a questão é que o FFC tem cancelado os planos de sócio sem “porquês” ou soluções – o que até levantam suspeitas em função do certame eleitoral que se avizinha.

E, para solucionar isso, cabe ao torcedor ingressar no Judiciário com pedido liminar para imediato restabelecimento do plano mediante depósito judicial dos valores, em virtude da ausência de notificação.

Nessa mesma ação vislumbro a ocorrência de Danos Extrapatrimoniais (também conhecidos como “Morais”) suscetíveis de indenização.

Por derradeiro, se o torcedor cogitar medir se vale à pena investir em custas e taxas judiciais para fins de ingressar com a ação, informo que serão raríssimos os casos em que isso acontecerá, vez que os valores normalmente envolvidos são da alçada dos Juizados Especiais Cíveis (Lei nº 9.099/95) onde não se aplicam custas (salvo em medidas recursais).

Espero que tenham gostado. Até o próximo.

Dr, Bruno Freitas

O texto foi autorizado pelo autor para ser publicado.

“ESTOU DE SACO CHEIO” – Opinão Wagner Aieta

 Estão conseguindo transformar em apenas alguns anos um clube centenário em um clube apenas de bairro.
Sede as mosca (antes da pandemia), atividades sociais sempre as mesmas (antes da pandemia) só mudam as datas do comunicado, atividades para sócios nenhuma (antes da pandemia), patrimônio caindo aos pedaços, sem imaginação para captar recursos financeiro (antes da pandemia), conseguiu afastar os sócios e torcedores (antes da pandemia e durante), transformou as dependências da sede em escritórios de empresas, tem PJ contratado pra todos os lados, Marketing zero a esquerda, comunicação só da bola fora, sem patrocínio Master que merecemos, trocam o espaços no traje de gala por esmolas e permutas.

NÃO POSSUEM CREDIBILIDADE NO MERCADO, gestão sem transparência e inoperante.

DEPARTAMENTO DE FUTEBOL entregue a um que jamais deu dois treinos.

SEM ELENCO A ALTURA NO FUTEBOL PROFISSIONAL para ganhar títulos.

XERÉM produz e vendem a preço de banana a prazo.

FARRA DE EMPRESÁRIOS que só oferecem de jogadores de nível baixo.

Ganharam as eleições e até o momento 80% que foi prometido não passou de mentiras (vulgo estelionato eleitoral). Possui um exército de robôs que são mal educados com os torcedores nas redes sociais.

NÃO ACEITAM AJUDA DE FORA, AS DESCULPAS PELOS SEUS PRÓPRIOS ERROS E FRACASSOS COLOCAM NA CONTA DE TERCEIROS, dizem que a OPOSIÇÃO só torce contra, e etc…, etc… e etc…..

E para terminar. Fizeram uma bagunça com o Sócio Futebol com a mudança do site, o Torcedor Tricolor é tratado como gado e alguns como massa de manobra. Tem Sócio que ainda não conseguiu cadastrar a nova senha ou o cartão de crédito e está desistindo, ou seja, vários, ou melhor milhares vão perder o direito de voto para 2022.
Esse é o padrão do “novo fluminense”!!!!


#VotoOnLineNoFluJá
#QueremosGritarÉCAMPEÃO
#DevolvamNossoFluminense
ST.

“Sócio do Fluminense FC envia suas considerações sobre o Edital de Licitação do Maracanã para a Sec. da Casa Civil do RJ e ao Presidente do Fluminense FC” – Por Wagner Victer

Amanhã, 27 de outubro, acontecerá a Audiência Pública para debater às minutas do edital e seus anexos para à Concessão do Complexo do Maracanã.

Fiz uma análise da minuta do edital e seus anexos e, pela minha experiência, fiz como cidadão as minhas sugestões e questionamentos a *Comissão de Licitação, que pertence à Secretaria de Estado da Casa Civil*, com aspecto que para mim são muito claros que impedem a participação de Fluminense, Vasco e Botafogo e
ao meu ver violam princípios tradicionais das licitações públicas.

O edital, como está colocado podemos afirmar que somente o Flamengo poderá ser o titular ou participar dessa futura licitação e espero que se proponham a alterar essas questões.

Enviarei essas minhas considerações também a Direção do Fluminense e divido com vocês que fiquem à vontade para ler e circular entre outros tricolores e torcedores de outros clubes do Rio de Janeiro, porque essas minutas devem ser reformadas, pois como está pode ser caracterizado como um eventual direcionamento.

Segue abaixo as considerações.

A COMISSÃO DE LICITAÇÃO DA CONCESSÃO DO COMPLEXO DO MARACANÃ, DA SECRETARIA DE ESTADO DA CASA CIVIL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Ref.: Contribuições formais à Audiência Pública da Concessão Onerosa do Complexo do Maracanã

Dentro das regras estabelecidas, para a Audiência Pública voltadas a CONVOCAÇÃO PARA AUDIÊNCIA PÚBLICA REFERENTE AO PROJETO DE CONCESSÃO ONEROSA DE USO DE BEM DOMINICAL PARA A GESTÃO, EXPLORAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DO COMPLEXO MARACANÃ, publicado no Diário Oficial, do dia 6 de outubro de 2021, página 26, passo as seguintes considerações, que eu, Wagner Granja Victer, cidadão, portador da carteira de identidade CREA-RJ 81-1-06393-4, Engenheiro, Administrador e residente na Cidade do Rio de Janeiro, faço  por forma das bases legais e junto ao canal definido para tal e através do e-mail: licitacao@casacivil.rj.gov.br, pertencente a Secretaria de Estado da Casa Civil e dentro do prazo estabelecido.
Antes de tal protesto, gostaria de parabenizar a vossas senhorias pelo processo participativo como é conduzido e tenho a certeza de que essas considerações que ofereço, certamente serão avaliadas e consideradas nos eventuais documentos que serão colocadas já como o certame.

CONSIDERAÇÕES REFERENTES À MINUTA DO EDITAL:

Item 1 – Primeiramente gostaria de ressaltar que ao contrário da modelagem da licitação realizada no passado quando foi feita a concessão para empresas operadores de arenas esportivas que deveriam entrar com clubes, que não participavam diretamente do certame, e o faziam somente através de compromissos para utilização do estádio, a minuta do atual edital ofertado em minuta, permite a administração direta por clubes do Rio de Janeiro e que logicamente é sabido que todos os grandes clubes do Rio de Janeiro tenham condições para a qualificação técnica (item 11.6 do edital) desde que mostre experiência na gestão do estádio condição esta que tanto Flamengo-Fluminense também já atingiram em função da permissão de uso que fizeram das contratações diretas recentes. Já o Vasco através de São Januário e o Botafogo pelo Engenhão também possuem essa qualificação.

O fato que nessa minuta de edital, existe a meu ver uma falha acentuada em sua modelagem, na forma de exigência dos “requisitos de qualificação, regularidade jurídica e fiscal (item 11.4.1-a 11.4.1-b do edital)” pois se torna um direcionamento claro e concreto para que um único Clube possa administrar e ser vencedor desse certame que é o Clube de Regatas Flamengo tendo em vista que a exigência do atendimento desses itens para os participantes isoladamente e ou formadores dos eventuais consórcios. Portanto, esse dado constante nestas exigências citadas nesse parágrafo, é fato conhecido previamente e público e alijam desse processo, tanto o Fluminense, como Vasco e Botafogo. Portanto, essa licitação da maneira, como está modelada no edital praticamente só defini que um clube possa participar diretamente que é o Clube de Regatas Flamengo.

Destaco que, se a modelagem efetivamente solicitada estabelecesse somente a constituição de uma Sociedade Propósito Específico (SPE), onde os clubes eventuais entrassem como “gestores da operação” (artigo 11.6), permitiria uma modelagem, legal SMJ, sem a exigência da comprovação exigida no item 8.4.2 (cumprimento de regularidade jurídica e fiscal) por todos os membros do consórcio e sim cobertas pelas garantias de execução contratual que seriam firmadas pela SPE.  É lícito também ressaltar, se essa modelagem se perpetuar, ou outra não for estabelecida, não há a mínima dúvida que esse contrato só terá um administrador e um concessionário que será o Flamengo, o que pode ser interpretado como um direcionamento por ser situação já de conhecimento público, ferindo gravemente os princípios de “impessoalidade” como baseado na Lei 8666/93 e novos princípios constantes da nova Lei de licitação 14.133/21, em especial os princípios da “economicidade” e “competitividade”.
Aliás o edital por diversas vezes confunde por sua dinâmica a formação societária pelos conceitos de consórcio para licitação (geralmente somente constituído no pós licitação), com a Sociedade de Propósito Específico – SPE, prevista para ser criado pelo Item 1.11 da minuta do edital.

Item 2 – O Maracanã, é um patrimônio do futebol brasileiro, da nossa história, e sediou finais de duas Copas do Mundo (1950 e 2014), Copa das Confederações e também dos principais campeonatos regionais que foram os campeonatos cariocas, que na prática desenvolvem o Futebol Carioca. Sediou também finais dos Jogos Olímpicos de 2016, além de competições extremamente importantes como os Campeonatos Mundiais de Clubes de 1951 e 1952, e é um dos principais pontos turísticos de visitação do Rio de Janeiro.

Nesse contexto histórico, o Maracanã é historicamente conhecido como “Templo Mundial do Futebol”, como inclusiva define o próprio Item 3.2.1-6 do Termo de Referência (anexo 2) e, portanto, mesmo sendo legítima a sua concessão, não pode virar um “estádio de um clube”, e esse cuidado é fundamental e tem que ter previsões muito claras no edital para evitar que não aconteça, descaracterizando seu papel histórico.

Outro aspecto não abordado e fundamental e não está presente na minuta do edital e termo de referência (anexo I), qualquer clube que vier ganhar a administração do Maracanã, deve ter o limite de aposição da sua marca somente dentro do vestiário que lhe é reservado e também durante a iluminação cênica do estádio, tal qual é feita hoje nos moldes, e só quando for Clube mandante, sem estabelecer marcas incisivas associadas ao clube em áreas comuns como o Campo, como a colocação daqueles grandes tapetes ou em áreas externas de uso comum. Se reforça a essa preocupação de descaracterização pois o Estádio Maracanã, além disso é um bem também tombado pelo IPHAN e, portanto, não pode independente da modelagem que venha a ser adotado virar uma “casa de um clube” e sim um local que os clubes do Rio de Janeiro possam nos dias de seus jogos colocar a sua marca nos locais adequados e logicamente e retirar posteriormente e sem ter que conviver com a constrangedora marca do clube que possivelmente vencerá a licitação, nessa modelagem.

Essas restrições de descaracterização, portanto, não estão claras na minuta do edital ou termo de referência estabelecendo os espaços em que o concessionário que será um clube pode colocar suas marcas, como interior de vestiário a colocação de suas lojas externas na hora do jogo e efetivamente a iluminação caso seja mandante no dia da partida. Qualquer coisa que caminhe em sentido contrário será uma descaracterização do Maracanã como sendo um “patrimônio cultural brasileiro e virar um estádio de um clube que daria as cartas” e seria um equívoco muito grande e uma afronta aos outros clubes do Rio de Janeiro.

Aliás, se considerarmos que somente nos anos recentes, os valores investidos pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, por ocasião da Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, são valores superiores a 1,5 Bilhões de reais, o que fortemente contrasta com o valor estabelecidos as outorgas fixa de 5 Milhões por ano (item 13.11-XIII do edital), representam somente 0,3% do valor investido, e sem considerar os valores da outorga leva a uma arrecadação pífia nos 20 anos de concessão a valores da ordem de somente 6% destes valores investidos como CAPEX (sem considerar o ativo inicial do estádio), em um nítido subsídio da Sociedade Fluminense a essa operação e a agremiação esportiva que irá conduzir pela modelagem estabelecida, que não possui a amarração de novos investimentos significativos nesta modelagem passando esses compromissos se limitando basicamente ao OPEX da operação.

Desta forma, esse nítido subsídio pela Sociedade Fluminense em forma de outorga baixíssimas, não pode se fantasiar de uma operação de concessão privada onerosa, até porque se transformará em nítido e injustificável apoio a uma única agremiação esportiva, que será o Flamengo sem trazer os benefícios e externalidades para todos os clubes do Rio de Janeiro, aliás como foi considerado no modelo de criação desse Estádio com recursos públicos. Esse subsídio, portanto, só seria aceitável se fosse um elemento mitigador, como forma política pública, para uma participação simétrica de outros clubes do Rio de Janeiro de grande torcida, em especial aqueles que não possuem estádio sob gestão como Fluminense e Flamengo, nesse caso como exposto como o virtual vencedor caso perpetuem essas regras aqui impugnadas.

Dessa forma a violação desses novos princípios das licitações públicas, em especial os de competitividade e economicidade, são claras dentro dessa modelagem, quando já se sabe preliminarmente que só um clube atende aos requisitos da modelagem.

Aliás, apesar de valores baixíssimos da outorga fixa que tendem a pouco variar na licitação pela inexistência da competitividade, a minuta do edital no seu item 27.1, abre uma heterodoxa possibilidade de através da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer, ser desde já no chamado o canal para eventuais flexibilização de exigências (waivers) e até reequilíbrio econômico e financeiro ao longo do contrato, em um frágil históricos de capacidade de execução da função de um poder concedente diante de uma torcida imensa.

Item 3 – É necessário definir que os limites estabelecidos para uso, 70 jogos (54 jogos +16 jogos), devem ser com os chamados clubes de grande torcida sediados no Rio de Janeiro e realizadas em datas distintas, evitando a manipulação de ser atingida para as regras do edital com jogos em preliminares, Sub23 (para as 16 partidas), clubes de outros estados da Série B ou até clubes sem expressão os chamados clubes pequenos (Campeonato FERJ). Além disso se tal procedimento não for firmado como obrigação dos próprios clubes participantes como sendo titulares do SPE ou o modelo de concessão aqui questionado esse limite pode ser obtido facilmente pelo Clube de Regatas Flamengo só estabelecendo com meros pré-contratos de partidas de times de outros estados da série B ou os até chamados clubes pequenos (campeonato FERJ), ou de clubes grandes que ficam refém do poder outorgado por essa minuta de edital, em detrimento de outros clubes impedidos por essa regra.

Aliás o princípio de simetria do uso para clubes não participantes, vira uma peça de ficção de gestão contratual pois não há e não existirá um “open book” de custos ou margens que de como mínimo de governança para controlar essa exigência e aferir valores cobrados que será teórica e os clubes ficarão reféns.

Aliás, nesta composição está muito confuso e aberta nas minutas apresentadas, há um nítido conflito entre o Item – 8.4.5, que permite jogos do campeonato carioca pela FERJ e o Item de qualificação técnica (11.6.1, inciso II do edital), que exclui a FERJ e os jogos do Campeonato Carioca. Aliás esse conflito nas relações também se perpetuam no anexo 1 do edital “Termo de Referência” os itens 3.4.1 onde se fixam os “calendários dos eventos” e o item 2.2.a do mesmo “Termo de Referência”.

Item 4 – É importante estabelecer exigências de contrapartidas sociais, é fundamental que nas modelagens colocadas um pequeno percentual seja alocado, para que em jogos de menor potencial de público, e em visitações e sobre gerenciamento do próprio poder concedente que é o Estado, para que sejam reservados espaços para que jovens especialmente nas áreas de comunidades carentes, para que possam ter o seu primeiro contato com o clube e tenham o prazer de frequentar o estádio.

Poderia se avaliar o princípio de uma concessão no Maracanã, dessa atividade até no abatimento de outorgas, oferecendo o transporte mínimo, para que essas ações com crianças, como Vans, possam diariamente levar crianças para conhecer o Maracanã, e isso seriam são valores bastante e irrisórios, porém seriam bastante representativos na inserção de jovens no conhecimento desse patrimônio do Rio de Janeiro.

Nesse sentido esses anteriores são meus quatro pontos que considero que devam ser modificados na minuta do edital e na própria modelagem e espero que sejam recebidas como críticas construtivas do processo, que apesar de alguns momentos parecerem contundentes as faço de maneira respeitosa ao Governo do Estado e em especial as Secretarias envolvidas como Casa Civil, Esporte e Lazer e a própria Procuradoria Geral do Estado (PGE), não só na forma, mas em aspectos que podem tangenciar a legalidade pelo afastamento aos princípios de licitação pública retro citados e, no momento que informo que como é um processo de audiência pública darei publicidade dessas sugestões às entidades, à mídia e eventuais usuários.

Wagner Granja Victer
Engenheiro, Administrador

e-mail: victer.wagner@gmail.com

O tratamento do passivo do FFC em função da Lei nº 14193/2021(SAF) – Texto Bruno Freitas (Torcida Tricolor) – Postado por Wagner Aieta

Texto bem detalhado sobre o passivo do Clube X Clube Empresa – Lei Nº 14193/2021 (SAF).

O tratamento do passivo do FFC em função da Lei nº 14193/20210 (SAF)

Após algum tempo de inércia, resolvi voltar a escrever sobre temas que, modestamente, julgo relevantes para o Fluminense Football Club. E nada melhor do que falar um pouco (esse será o primeiro de outros artigos) sobre a coqueluche do momento: as Sociedades Anônimas de Futebol que foram instituídas pela recente Lei nº 14193/21.

Sem me preocupar muito com a ordem de assuntos sobre a SAF, nesse artigo falarei exclusivamente sobre como a formação de uma Sociedade Empresária (Clube Empresa) pode impactar no âmbito do FFC.Além de dispor sobre normas de constituição, governança, controle, transparência e meios de financiamento da atividade futebolística, essa legislação procura regular formas que visam equacionar o pagamento das dívidas da instituição.

A primeira delas inaugura o Regime de Central de Execuções, onde o Clube Empresa deverá separar o seu passivo em classes (Trabalhista e Civil). O juiz do primeiro processo movido contra a instituição em cada classe, será o responsável pelo processamento e administração dos pagamentos fracionados do total da dívida (quer trabalhista, quer civil) pelo prazo de até 6 (seis) anos, renováveis por mais 4 (quatro), desde que quitados, ao menos, 60% (sessenta por cento) do montante.

Particularmente, não gosto desse regime. Explico. Ao se vislumbrar um RCE na Trabalhista e outro no Cível, será quase impossível se estabelecer comunicação entre os mesmos – isso pode acarretar problemas de processamento e descumprimento de decisões em função do entendimento sobre créditos preferenciais.

Esse mesmo sentimento tenho quanto à segunda modalidade de tratamento da dívida do clube, esta denominada de “Recuperação Extrajudicial” onde a idéia é estabelecer um acordo, entre o clube e os seus credores, para que, de alguma forma, seja facilitada a quitação de todas as dívidas pendentes entre as partes.

Mas é na terceira hipótese que vislumbro a maior vantagem para o Clube Empresa. Falo da Recuperação Judicial, onde todas as dívidas passíveis de execução serão processadas, julgadas e administradas por um único juiz (Vara Empresarial), que obviamente terá acesso à todo o passivo sem ter que oficiar juiz trabalhista e vice versa.

Na Recuperação Judicial as regras sobre o que se pode ou não fazer são mais claras e a Nova Lei de Falências (Lei nº 14112/20) torna ainda mais simples ao empresário tratar o seu passivo, mantendo sua atividade e investimentos. A começar pelo Stay Period (espécie de moratória) por 180 (cento e oitenta dias) renováveis por igual período  para todas as execuções. Grosso modo, significa dizer que nenhuma penhora será intentada contra a instituição sobre esse período – isso, por si só, já concede enorme paz na condução do cotidiano empresarial.

Como se isso não bastasse a possibilidade de pagamentos dos créditos de origem fiscal em até 120 (cento e vinte) meses; podendo ainda ser amortizado 30% (trinta por cento) desse montante com prejuízo fiscal (o que não acredito ser o caso do FFC em particular). A Lei 14.112/2020 trouxe também como inovação a possibilidade da extensão do prazo de pagamento dos créditos trabalhistas em mais dois anos (artigo 54, §2°), mantendo a regra geral do prazo de um ano, que agora poderá ser estendido, totalizando um prazo final de pagamento de até três anos, desde que cumpridos os requisitos legais. Podem até dizer que os prazos são exíguos e que não serviriam ao FFC, justamente pelo gigantismo da dívida que pressiona a receita.

Pode até ser verdade, salvo o fato de que na RJ é possível desagiar (reduzir) a dívida mediante proposta aos credores. De outro lado, a transparência gerada pela organização do passivo atrai investidores na aquisição de uma empresa, em boa parte, com pagamentos mensais por força do seu planilhamento e injeções pontuais de capital que, em outras palavras, significa “comprar fiado”.

Certo é que no modelo atual, ou seja, “Associativo”, o clube não arai investimento e vive, tão somente, para pagar dívidas, ao passo que na SAF essas dívidas poderão ser cuidadas devidamente (na minha opinião, através da Recuperação Judicial), com transparência e possibilidade de atrair investimento que, até mesmo, se prestem a custeá-las.

Pedindo desculpas por algum inevitável “juridiquês”, quis com essas breves linhas dar apenas um contorno sobre o tema (que é extenso), mas com o intuito de mostrar ao torcedor que mesmo um clube endividado poder ser viável desde que governado com vistas ao universo corporativo.

Até o próximo.

Bruno Freitas

Texto autorizado pelo autor para publicação.

Vai com Deus nosso Amigo Thiago Caruso!

Vai com Deus nosso Amigo Thiago Caruso!

É com imensa tristeza que viemos comunicar o falecimento de nosso Amigo e Colunista do Canal Flunews.

Thiago era uma pessoa com o coração enorme. Tricolor apaixonado, um dos fundadores do Bate Papo Tricolor, comentarista no nosso programa Mesa Redonda e postava excelentes crônicas.

Estava estudando Jornalismo para com isso se aproximar mais do seu amado Flumienese. Ficaremos com as lembranças de um cara alegre, parceiro, solidário e principalmente de um Amigo.

Nossos sentimentos aos familiares.

Equipe Canal Flunews

“Feliz aniversário, Dr. Celso” – Por Wagner Aieta

Feliz aniversário, Dr. Celso”


No fim dos anos 90, estávamos à beira do precipício, ou melhor, rumo ao mais profundo círculo do inferno.
Já tomados pela desesperança, eis que surge uma mão redentora e nos puxa para cima.
E, mais, pouco a pouco, essa mão redentora recoloca-nos no lugar que a História nos reservou.


Abandonemos a metonímia da parte (mão) pelo todo (pessoa).
Graças a ele, nós, tricolores, aguardávamos, ansiosos, a chegada do mês de janeiro, que era recheado de especulações e boas notícias. Não tinha essa de Caio Paulista, não!
Essa espera, amigos, não era em vão.


Graças a ele, vimos craques voltarem a envergar o nosso manto: Romário, Edmundo, Ramon, Asprilla, Beto, Felipe, Petkovich, Carlos Alberto, Thiago Silva, Thiago Neves, Fred, Conca, Deco, etc.


Graças a ele, tornamo-nos o time mais badalado do Brasil.
Graças a ele, ganhamos três títulos nacionais e fizemos uma campanha histórica na Copa Libertadores em 2008 – que nos foi tirada, apenas, para dar um quê de tragédia grega. Assim sucede com todos os heróis.


Refiro-me ao Dr. Celso Barros, cujo lugar de honra, por seus inegáveis feitos, já está guardado no panteão dos grandes tricolores.


PARABÉNS Dr. CELSO BARROS! O senhor tem o reconhecimento daqueles que realmente importam.

Abaixo assinado público. Auditoria externa no Fluminense FC

O Movimento Sou Tricolor em conjunto com outros tricolores ilustres deu início a nova campanha para auditoria no Fluminense

O fundador do movimento, Marcelo Daemon entende que esta é a única forma de ajustar as finanças do clube, responsabilizar gestores que agiram de má fé e implantar governança corporativa para gestão de excelência

“Sem transparência, responsabilidade na gestão e imposição de responsabilidade individual não conseguiremos investidores”

https://secure.avaaz.org/community_petitions/po/movimento_sou_tricolor_auditoria_externa_fluminense_football_club/?zcXKqrb

“Presidente Mário Bittencourt, cumpra promessa de campanha e instale auditoria externa independente no Fluminense.
Após divulguem-se os resultados e sejam responsabilizadas as pessoas que eventualmente tenha agido de má fé.”

Por Marcelo Daemon

“Faz 45 anos que o bi-campeão Europeu curvou-se a genialidade da Máquina Tricolor”

Rio de Janeiro, 10 de junho de 1975.

Recordações.

Maracanã, noite de quarta-feira, 60.137 pagantes, mais de 100.000 presentes, de um lado a MÁQUINA TRICOLOR, do outro lado o bi-campeão Europeu base da seleção alemã campeã do mundo em 1974 com Sepp Maier, Schwarzenbeck, Franz Beckenbauer, Gerd Müller e Kapellmann e ainda tinha o jovem Rummenigge.

Sim seria apenas um mero amistoso e como movimentou a Cidade do Rio de Janeiro. Torcedores do Fluminense em delírio, inclusive eu, junto com meu pai assistíamos a mais uma exibição de gala de Félix, Toninho, Silveira, Assis e Marco Antônio; Zé Mário e Kleber; Cafuringa (deixou os gringos tontos, inclusive o fabuloso Franz Beckenbauer), Paulo César Caju, Rivellino e Mário Sérgio.

O cartão de apresentação começou logo aos sete minutos de jogo. Após o famoso drible do elástico Rivellino deu um passe milimétrico para o Kleber, Sepp Maier o maior goleiro do mundo na época saiu fechando bem o ângulo, mas Kleber com categoria tirou do goleiro provavelmente a bola não iria em direção ao gol, mas no meio do caminho a bola encontrou o craque, o maior jogador do mundo na época Gerd Müller e que com um leve toque encontrou o caminho da rede, isso, GOL CONTRA e o placar do maior estádio do mundo anunciava FLUMINENSE 1 X 0 BAYERN.

Vídeo editado por Flumania

O placar não condiz o que foi a partida, era para no mínimo o super Bayern levar para a Alemanha uns 4 ou 5 gols na bagagem. Cafuringa só não fez acontecer um terremoto no Rio de Janeiro, foi a maior partida que ele fez com a camisa Tricolor, dizem que o Backenbauer perguntou se ele era de outro planeta, rsrsrs.

Esse amistoso marcou também a primeira vez que um clube brasileiro estampou na camisa um patrocínio, o MOBRAL pioneirismo que sempre faz parte da nossa história e não poderia deixar de saudar o eterno Presidente Francisco Horta que sempre aprontava uma surpresas. Ah, já ia esquecendo dos torcedores dos nossos rivais que também aproveitaram e tiraram um casquinha da exibição de gala do FLUMINENSE FC.

Saudações Tricolores!!!

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