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AGRADECIMENTO AOS DEUSES TRICOLORES E UM PEDIDO TÁTICO PARA QUE O “TRABALHO” DELES SEJA MENOS SOFRIDO!” Opinião Rafael de Castro Ladewig

Olá, Guerreiros!
Seja qual for sua religião; esteja onde estiver sua crença; na próxima quinta será dia de exercitar a fé. No entanto, verdade seja dita, temos que antes de mais nada agradecer às inúmeras intervenções do Gravatinha e Cia e a vitória do Botafogo contra o SP tem muito mais campo energético tricolor, do que alvinegro. Um verdadeiro milagre, que mesmo diante das forças ocultas, tão conhecidas lá no clube de Remo, não conseguiram levar o SP ao menos ao empate no pênalti mais espírita dos últimos anos.
Quando precisávamos daquele “gol cagado”, nossos deuses estavam lá; Quando precisávamos de um fôlego extra para os vovôs Fred e Nenê, lá estavam eles; Quando o adversário recuava uma bola aos 45 do segundo tempo, um sopro divino empurrava o Yago para balançar as redes dos mulambos; Quando nem para eles dava mais para sustentar as bizarras falhas do Muriel, entra em campo um iluminado Marcos Felipe…Mas há um ponto fundamental para o nosso estilo de jogo atual, onde nem mesmo nossos milagreiros podem atuar: Nosso time precisa de um volante “Box to Box”! Precisamos daquele atleta com poder de controlar o jogo através da saída de bola e também chegar à frente com criatividade e finalização.
Apesar da birra de muitos, diante da sua postura para saída, até a primeira metade do campeonato, Dodi havia sido o único no elenco com poder de fazer o nosso time avançar linhas. Com sua saída do time e tendo Yuri ou Hudson como opções, vivíamos o famoso ”esquema caranguejo”, sempre para os lados. Um futebol sofrível, provocado pela mudança de apenas uma peça, tendo como raras exceções as subidas de Nino.
Como muitos dos nossos Deuses amam o Fluminense, amam xerém e sabem que Marcão é um ser humano extraordinário, surge a Luz na sua mente para a efetivação de Martinelli e com ela um futebol moderno, com Nenê novamente desafogado no jogo, com espaços sendo construídos para os avanços dos laterais e até mesmo com mais um homem chegando à frente com poder de finalização. Surgia a era XAVINELLI!
O futebol nos alucina com os gols, dribles e até defesas mirabolantes, mas quando surgem “mentes brilhantes” como a de MATHEUS XAVINELLI, devemos ter mais atenção. Falcão, Cerezo, Xavi, Deco, Zidane, entre outros, são gênios que nos deixam confusos sobre quais funções exerceram em campo. Se seriam camisas 8 ou 10 e às vezes, até 5. Nos dias atuais observamos potenciais “Box to Box” em jogadores como Pogba e Gerson (cria de Xerém) e sem medo de errar, Xerém fabrica mais um: MATHEUS XAVINELLI.
O colunista que vos escreve exalta nosso grande MATHEUS MARTINELLI, mas como o FFC está acima de tudo e todos, precisamos pensar no time com e sem ele. Primeiro, vamos invocar nossos Deuses tricolores para que o garoto já esteja pronto para batalha, pois o jogo controlado contra o Santos nos fez lembrar o desespero que se torna a partir de sua saída (já explicado acima o motivo). Para piorar, não teremos nem mesmo o Nino. Portanto, com Ferraz e sem Martinelli, o esquema caranguejo é certo, se não tivermos uma ousadia de Marcão. Eu, levaria Callegari para a Função de Martinelli, caso o mesmo esteja fora de combate. O que não podemos é repetir o erro cometido em todo campeonato onde não tivemos Dodi ou Martinelli.
É hora de decisão, de aprender com os próprios erros e de não deixar tudo nas mãos dos Deuses.
FLU 3X0 Fortaleza; SP 1×1 Trevas; Inter 2×0 Corinthians!

Rafael de Castro Ladewig de Araujo.
Meu sangue é grená com glóbulos verdes e brancos.

“CONVOCAÇÃO AOS ADVOGADOS TRICOLORES!” Opinião Rafael de Castro Ladewig

Olá, Guerreiros!
Apesar da ótima fase em campo, continuamos a levar goleadas fora dele.
Um posicionamento comercial muito aquém das nossas tradições e exposições; um marketing que acredita que o torcedor deve continuar pagando “Planos de sócios arquibancada” apenas pelo amor e pelo “grande prazer” de receber e-mails com “tapinhas nas costas”; uma gestão de futebol que vive dos “Royalties” vindos de Xerém; e um departamento jurídico “made in Flusocio”…Talvez essa última definição seria suficiente para tudo!
Essa semana fomos informados de novas ações na justiça. Entre elas, zagueiro que passou pela base sem nenhum retorno e a do “Treineiro”, Oswaldo de Oliveira. Em ambos haviam dívidas trabalhistas, mas se no caso do jovem o discurso de ter herdado problemas será reforçado, o que dizer sobre a condução de todos episódios que envolvem Oswaldo de Oliveira!
Primeiramente, uma escolha típica de quem não tem uma gestão de futebol profissional. Um treinador parado no tempo, sem nenhum trabalho a curto e médio prazo, com linguajar e postura sem nenhuma característica compatível a de elencos formados pelo FFC nos últimos anos, recheados de jovens. Mas, ok! Vamos considerar que errar é humano, e nesse caso, haviam expectativas, que eu não consiga atingir a compreensão.
Após iniciado o trabalho, mesmo nossos gênios conseguiram compreender que era uma questão de tempo. Fale ou pense o quiser, mas quem contrata Odair, tem uma proposta de jogo reativo; quem mantém Marcão tem uma proposta de manter o vestiário nas mão dos caciques e principalmente o de usar um “baita ser humano” e “um baita homem identificado com nossa armadura” como escudo, de forma que não consigamos mirar Angione, Simone e Cia. Agora, quem contrata Oswaldo de Oliveira pode esperar o que?!
A oportunidade de concertar o problema apareceu. Ele como comandante do elenco tem como responsabilidade gerir os seus. Qualquer reação negativa produzida pelos comandados é responsabilidade sua. Até que prove o contrário, treinador relaciona, escala ou põe no banco. Portanto, o episódio Ganso é algo que não competia ao clube algum apontamento jurídico, independentemente de nossas opiniões pessoais quanto aos aspectos morais, comerciais e de marketing.
Quando na sequência dos fatos esse cidadão hostiliza o maior patrimônio do clube, nós torcedores, caberia ao nosso Presidente fazer a “DEFESA INSTITUCIONAL”! Creio que todos lembrem dessa promessa de campanha. No entanto, diferentemente disso, essa aberração, O.O, deu entrevista após o jogo e saiu do estádio ainda empregado.
Não é possível que nossos grandes juristas não tenham observado uma série de prejuízos à instituição e danos morais aos seus torcedores!
Se imaginem como patrocinador. Pensem que sua empresa é do ramo de educação. Daí, tentem compreender sua imagem associada a um homem, o líder maior do time, “dando dedo” para seu torcedor, para o torcedor do adversário ou para qualquer pessoa, até mesmo uma criança que pudesse estar com a TV ligada!
O final dessa história já conhecemos. A demissão técnica era óbvia e mesmo diante de todos os danos sofridos pela instituição ainda vamos ao tribunal para recebermos uma condenação trabalhista. O cenário só não foi pior, pois o “cara de pau”, invertendo completamente os fatos, não logrou êxito no pedido de danos morais.
Chegamos às seguintes conclusões: 1-O clube continuará sangrando no futuro por ações trabalhistas e o discurso de que todos os problemas são herdados é mentiroso; 2-Nossa gestão de futebol inexiste. Assim como os Prefeitos que recebem pela extração do Petróleo, gastam demais e não reinvestem para o futuro, vivemos dos royalties de Xerém, sempre bancando a teta dos “meia dúzia de senhores feudais” de sempre; 3-Precisamos urgentemente convocar advogados tricolores a promoverem ações coletivas com objetivo de defender a honra dos que estiveram no estádio e se sentiram atingidos por esse cidadão que nos hostilizou.
Como sugestão, daria como valor da causa os mesmo R$ 600.000,00 que ele ganhou na ação trabalhista, destinando todo valor para projetos de formação educacional para jovens de Xerém!
Alguém precisa fazer a DEFESA INSTITUCIONAL e consequentemente, defender o maior patrimônio do clube, nós torcedores!
Sou apaixonado. No próximo jogo estarei torcendo e acreditando muito em classificação direta para Libertadores, mas já prometi pra mim mesmo que meu orgasmo só acontecerá com pleno prazer e isso só irá acontecer se meu FFC voltar a ser o gigante de sempre, fora do campo. Do contrário, iremos comemorar batalhas, mas nunca a Guerra!
Nossa música de arquibancada diz: “Quero gritar campeão!”…
Mas o meu momento racional diz: Eu só quero ver meu FLUMINENSE grande novamente…Fora de campo e por conseqüência dentro dele. Se não for nessa ordem, esqueçam!

Rafael de Castro Ladewig de Araujo.
Meu sangue é grená com glóbulos verdes e brancos.

“O advogado que queimava regras” – Opinião André Ferreira de Barros

“O advogado que queimava regras”

Numa interpretação ampliada, perfeitamente consonante com o bom senso, o advogado é indispensável à concreção do valor justiça (artigo 2o da Lei no 8.906, de 04 de julho de 1994). A ética é norte em toda a sua vida, ainda que fora do exercício da nobre função (artigo 31, “caput”, da Lei no 8.906/94).

Entretanto, no Fluminense F.C, um estrelado advogado – que, como dirigente de futebol, nada mais é do que um farsante de quinta categoria – obra diferentemente. Ele rasga as regras. Pisoteia o Estatuto. Estupra o Direito.

O último preceptivo queimado pelo Sr. Mário Bittencourt – sabe Deus por quê – foi o artigo 56, inciso I, alínea “b”, do Estatuto do clube.

Quo usque tandem abutere, Mário Bittencourt, patientia nostra?

Saudações tricolores.

O texto é de total responsabilidade do autor.

“De costas para os deuses” – Opinião Anfré Ferreira de Barros

“De costas para os deuses”

O Sr. Mário Bittencourt, enquanto Presidente do Fluminense F.C, é a encarnação da incompetência em seu nível mais elevado.

A essa inaptidão, soma-se outro desvalor: o Sr. Mário Bittencourt dá as costas aos deuses do futebol.

Num campeonato brasileiro de quinta categoria, o Fluminense joga um futebol de décimo escalão. Se os placares dos jogos refletissem a qualidade do time, o Fluminense estaria afundado no Z-4.

Mas, para a nossa sorte, os deuses do futebol intervieram em muitos jogos e nos colocaram no G-8, próximos ao G-4.

Ou seja, para conseguirmos uma imerecida vaga na Copa Libertadores, bastaria o nosso Presidente pensar só um tantinho no clube, deixando de lado, ainda que brevemente, os seus desvarios e idiossincrasias.

O que faz, então, o Sr. Mário Bittencourt? Vira as costas aos deuses do futebol e insiste com Marcão e cia.

Sr. Mário, o seu nome do meio é infâmia.

Saudações tricolores.

O texto é de total responsabilidade do autor.

Política no Flu

Opinião: “Grounds of impeachment”

Sr. Presidente Mário Bittencourt, sirvo-me deste para dirigir-me, brevemente, a Vossa Senhoria.

Embora não tenha o conhecimento e a erudição de Vossa Senhoria, eu já li, na íntegra, “O Federalista no 10”. Também já dei uma boa vasculhada nos precedentes dos casos de Andrew Johnson, Richard Nixon, Bill Clinton e ,agora, Donald Trump.

Se o Fluminense perder para o Moto Clube, Sr. Presidente, passarei em revista, palavra por palavra, “The Federalist Papers”. Com certeza James Madison, Alexander Hamilton e outros Founding Fathers, extravasando dos estreitos limites do Estatuto do clube, hão de me prover com “… grounds of impeachment…” ante a sua reiterada e gigantesca incompetência.

Ouso dizer que, pela primeira vez, Vossa Senhoria será emparedado por um plebeu.

Por amor ao Fluminense, hei de provar, além de qualquer dúvida razoável, que Mário Bitcoin é mais um farsante na infinda lista de embustes que nos perseguem.

Será a mais elevada missão de minha vida!

Opinião: apertem os cintos… O Presidente sumiu

No final de 2013 – no rumoroso “Caso Lusagate” -, Flamengo e Portuguesa cometeram erros crassos na escalação de jogadores que, ao cabo de contas, livrariam o Fluminense de um merecido rebaixamento para a segunda divisão. A Procuradoria de Justiça Desportiva, por dever de ofício, denunciou os dois clubes. O Regulamento do Campeonato era solarmente claro e, por isso, só cabia um resultado ao final, a punição dos dois clubes. Embora o momento recomendasse discrição e sobriedade, o Fluminense interveio no procedimento como “terceiro interessado”. Estava montado o picadeiro para a atuação do talentoso – e ambicioso – advogado do Fluminense, o Sr. Mário Bittencourt. Aquela pantomima, a um só tempo, projetou nacionalmente o ilustre causídico e tornou o Fluminense objeto da ira da imprensa desportiva e das torcidas adversárias. Em suma, por vaidade, ganhamos, mas perdemos. Poderíamos ter levado a causa no silêncio dos sábios.

Mais de seis anos depois, a Procuradoria de Justiça Desportiva denunciou, também por dever de ofício, o mesmo Flamengo devido a gritos de guerra homofóbicos desferidos por sua torcida contra a nossa. Ultrajado, o Fluminense mandou para representá-lo no Tribunal…. NINGUÉM. PQP! Quanta falta nos fez a argúcia e o proselitismo do Sr. Mário Bittencourt. O Flamengo foi absolvido!

Dois pesos e uma medida?

Não, de jeito algum!

Diferentemente do que acreditam os mais incautos, há método nisso. E não se baseia no interesse do Fluminense F.C.

Aliás, o Sr. Mário Bittencourt me lembra o Aldo, lateral-direito dos anos 80, só aparece na boa.

A diferença é que o Aldo deu muitas alegrias à torcida.

Ex presidente Peter Siemsen responde sobre entrada na justiça contra prestação de conta de seu último mandato

Ex presidente do Fluminense, Peter Siemsen, obteve na justiça uma liminar que impediu o conselho deliberativo do Fluminense a executar a votação de seu último mandato, em 2016.

A votação aconteceria nesta sexta-feira (29), mas uma ordem expedida pela juíza Anna Eliza Duarte Diab Jorge, da 22ª Vara Civel, impediu a ação.

Siemsen usou suas redes sociais ainda na tarde desta sexta-feira (29) para responder a ação:

Veja a publicação completa clicando aqui

Liminar impede votação de reabertura de contas do último ano do mandato de Peter Siemsen

O ex presidente do Fluminense, Peter Siemsen, conseguiu via liminar judicial, a suspensão da reabertura de votação das contas referentes a 2016 – último ano de sua gestão, que seria realizada nesta sexta-feira (29).

A decisão foi concedida pela juíza Anna Eliza Duarte Diab Jorge, da 22ª Vara Civel, com o argumento de que Siemsen não teve o devido tempo para apresentar sua defesa, uma vez que o ex presidente alega ter sido notificado da reunião somente na última segunda-feira (25) e recebido apenas 72 horas para apresentar documentos.

A votação, em 2017, foi feita por contraste visual, e não por contagem dos votos de cada conselheiro. Os favoráveis foram convidados a levantar a mão. Ao constatar maioria, o presidente do Conselho encerrou o tema.

Diante de grandes erros contábeis, as contas foram receitas e mudaram drasticamente, mudando de um superávit de R$8 milhões para um déficit de R$13 milhões.

Uma reunião ainda tentou ser organizada na época em que Pedro Abad presidia o clube, porém, a mesma terminou em agressão física entre os conselheiros.

Caso o balanço seja reprovado, Peter Siemsen pode ser responsabilizado pelos prejuízos ao clube.

Ainda de acordo com a decisão da magistrada, uma reunião de conciliação foi agendada para o dia 14 de fevereiro de 2020.

Confira a decisão na íntegra:

” Pretende o Autor a concessão de tutela de urgência para suspender a realização de assembleia extraordinária convocada pelo Conselho Deliberativo do Fluminense Football Clube, ora 1º Réu, pelos fundamentos expostos na inicial. Para concessão da medida de urgência requerida, impõe-se a caracterização dos requisitos previstos no art. 300, do NCPC: a probabilidade do direito e o perigo de dano ou o risco ao resultado útil do processo. A probabilidade que autoriza o emprego da técnica antecipatória para a tutela do direito invocado na inicial se traduz na probabilidade lógica, isto é, o direito se afigura provável, a partir da análise das alegações e das provas que instruem a inicial. O perigo de dano e o risco ao resultado útil do processo, requisitos dispostos pelo legislador de forma alternativa, estão associados à urgência e devem ser interpretados como o perigo na demora, ou seja, há urgência quando a demora na tutela do direito possa comprometer sua própria realização, imediata ou futura.

A prova documental acostada aos autos demonstra a franca inobservância pelos Réus dos princípios constitucionais do contraditório e da ampla defesa, previstos no art. 5º, inciso LV, da CRFB. Os documentos de fls. 92/95 comprovam que o Autor foi cientificado da realização de assembleia extraordinária do Conselho Deliberativo do Clube, cuja pauta seria o reexame das contas prestadas pelo Autor, na condição de Presidente do Fluminense Football Clube, relativamente ao ano de 2016, sem prazo suficiente para apresentar defesa. A notificação foi encaminhada ao Autor por email subscrito pelo 2º Réu, em 25/11/2019, concedendo-lhe o prazo de 72 horas para apresentação de documentos que entendesse pertinentes à sua defesa, prazo claramente exíguo e que não encontra previsão no Estatuto do Clube, muito menos na lei.

Não há, também, indicação da data em que seria realizada a assembleia e não foram especificadas as razões que conduziriam à nova análise das contas. O email encaminhado pelo 2º Réu em 27/11/2019, somente neste informada a data da assembleia, apenas indica a existência de ´erros materiais´, o que em nada se traduz.

Note-se que os documentos de fls. 101/107 comprovam que estas foram regularmente aprovadas pelo Conselho Fiscal e pelo Conselho Deliberativo, além de ter sido objeto de apuração através de inquérito civil, arquivado por ausência de provas de irregularidades. E, ainda, não está acompanhada do termo de convocação dos conselheiros, na forma do art. 30, do Estatuto do Clube, a fim de que tenha conhecimento o Autor de seu conteúdo. Ademais, eventual reexame das contas já aprovadas pode gerar, em tese, responsabilidade civil do Autor, o que configura perigo de dano. Presentes, pois, os requisitos legais.

Isto posto, DEFIRO a medida de urgência requerida para suspender a realização da reunião extraordinária convocada pelo Conselho Deliberativo do Fluminense Football Clube, convocada para 29/11/2019, às 19:30 horas, sob pena de multa única no valor de R$ 100.000,00. Citem-se e intimem-se, com urgência, face à proximidade da data, por OJA. Certificado o correto recolhimento das custas, expeça-se o respectivo mandado. Encaminhe-se cópia desta decisão para o Plantão Judiciário. Designo audiência de conciliação para o dia 17/02/2020 às 14:50 hs, na forma do art. 334, NCPC.

Os Réus deverão comparecer à audiência de conciliação designada, acompanhados de advogado ou de Defensor Público, cientes de que seu desinteresse na autocomposição deverá ser comunicado a este Juízo, por petição, com no mínimo 10 (dez) dias de antecedência, contados da data da audiência (art. 334, §5º, NCPC). Neste caso, não se realizando a audiência, na forma do art. 334, §4º, inciso I, NCPC, o prazo para contestar correrá da data do protocolo do pedido de cancelamento (art. 335, inciso II, NCPC). Havendo, contudo, interesse dos Réus na tentativa de composição consensual, será mantido o ato designado e o prazo de 15 (quinze) dias para oferecimento da contestação computar-se-á da data da audiência (art. 335, inciso I, NCPC) “.