Em treino, Fluminense trabalha bola aérea e cobrança de pênalti

De olho no Nacional, adversário na primeira fase da Sul-Americana, o Fluminense treinou na tarde desta terça-feira, no CT do Blooming, em Santa Cruz de La Sierra. Foi o único trabalho na Bolívia.

Durante o treino, os principais pontos praticados foram cruzamentos, por conta do aumento da velocidade da bola, e cobrança de pênaltis, pela possibilidade de haver penalidades, em caso de triunfo do Nacional por 3 a 0.

Abel Braga testou o sistema defensivo nas bolas levantadas na área. Robinho lançava para Pedro e João Carlos, marcados por Gilberto, Frazan, Gum, Renato Chaves e Ayrton Lucas. Júlio César defendia a meta.

Houve, ainda, troca de passes e rachão em campo reduzido, com onze de cada lado e Marcos Felipe, terceiro goleiro, completando o segundo time.

Reserva de Gilberto, Léo sofreu pancada, acusou dores e pediu atendimento. Recuperou-se do problema e seguiu treinando.

Apesar de esconder a escalação para o duelo, Abel Braga deve levar a campo a equipe titular em 2018, à exceção de Ibañez, ainda tratando de lesão na coxa.

O Fluminense dorme em Santa Cruz de La Sierra e, em voo fretado, embarca para Potosí, a 4.067 metros, na manhã desta quinta-feira. A partida acontece às 21h45.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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Potosí, a terceira cidade mais alta do mundo: como a altitude pode afetar o Fluminense?

Às 21h45 de quinta-feira, o Fluminense inicia o jogo que decide o classificado à segunda fase da Sul-Americana. Apesar do 3 a 0 no Maracanã, a delegação lida com um temor: a altitude. Casa do Nacional, Potosí é a terceira cidade mais alta do mundo, a expressivos 4.067 metros. Mas, como o problema pode afetar o elenco? Canal FluNews explica, com a ajuda do doutor João Felipe Franca, médico do esporte e do exercício. 


Por que os brasileiros sofrem ao jogar na altitude?

Embora atinja qualquer pessoa acostumada ao nível do mar, o ‘mal da montanha’ tende a ser mais agressivo quando há esforço físico, ligado ao futebol. Maiores riscos, contudo, estão associados aos mal-condicionados fisicamente.

Os jogadores brasileiros são desabituados a treinar, por exemplo, a mais de 2 mil metros, quando o ar se torna rarefeito, mais pesado, e menos oxigênio circula. Por isso a dificuldade em atuar a elevadas altitudes.

Dr. João Felipe Franca: “Os atletas brasileiros costumam sofrer ao jogar futebol na altitude porque não têm o hábito de se exercitar em alta intensidade nas montanhas com mais de 2 mil metros de altitude, que é a altura em que o ar começa a ficar significativamente mais rarefeito, com pressão parcial de oxigênio 25% mais baixa em relação ao nível do mar”.


Ano passado, alguns tricolores foram a Quito, quando ocorreu o reencontro com a LDU, e sentiram o desgaste – mesmo com o 2 a 1 adverso, os cariocas se classificaram pelo gol fora de casa. No elenco de 2018, há quem nunca tenha conhecido a altitude, como Richard e Pablo Dyego.

Richard, nesta terça-feira, na chegada ao hotel:

– Tem a questão da altitude. Nunca joguei nestas características. É procurar se tratar bem. Será um jogo muito difícil, independente da vantagem que fizemos em casa.

Pablo Dyego, na segunda-feira, em entrevista:

– Nunca tive essa experiência, é a primeira vez. Vamos ver como será. Espero que dê tudo certo. Temos de encarar.

Dr. João Felipe Franca: “Apesar de terem ido uma vez para a altitude, isso não os faz se adaptar diferente dos que nunca foram. Eles podem, sim, pela experiência anterior, saber identificar melhor os sintomas e, com isso, se prevenir, se poupar, e até entender melhor que a possível queda de performance pode estar relacionada à altitude”.


O que mais impacta o corpo e quais são os sintomas?

Quanto maior a altitude, menor a pressão atmosférica. Cada vez mais rarefeito, o ar perde moléculas de oxigênio e, assim, prejudica o corpo humano e provoca diversos efeitos, cuja ocorrência e intensidade variam de organismo para organismo.

Normalmente, os sintomas se dividem em três estágios. Leve, quando há dor de cabeça, náusea ou dormência de extremidades; moderado, quando acontece falta de ar ou tontura; e grave, caracterizado por desmaios, confusão mental e, em casos mais sérios, até a morte.

Dr. João Felipe Franca: “Os sintomas, geralmente, manifestam-se de seis a dez horas após a subida e desaparecem em um ou dois dias. Mas, ocasionalmente, podem se desenvolver condições mais graves. Os esforços agravam os sintomas. Portanto, pode ser ainda mais prejudicial chegar no dia do jogo”.


Abel Braga, duranta a semana, sobre a realidade de Potosí:

– Não tem condições jogar com uma altitude de 4 mil metros. É desproporcional. Até o dia em que morrer alguém. Num dia em que um se for no campo, tomarão providências.


Como a altitude pode afetar um jogo de futebol?

No que diz respeito ao rendimento em campo, a altitude causa fadiga e, às vezes, incapacidade de raciocínio. A mais de 4 mil metros, nem a bola escapa. Ela tem sua velocidade alterada, em virtude do ar rarefeito, assim como os chutes. O que pode ser uma importante arma para os times.

Dr. João Felipe Franca: “Primeiro, a bola tende a correr mais, os chutes saem mais fortes, devido à pressão atmosférica mais baixa e à menor resistência do ar. Segundo, os jogadores não aclimatados tendem a ter fadiga mais precoce. O frio da altitude pode, também, influenciar negativamente os atletas que não têm aclimatação ao jogo no frio. Os efeitos variam de um indivíduo para o outro, sem relação com a idade em si. Sem dúvida, há queda de performance em todos”.


Como prevenir os incômodos?

O ideal é se aclimatar ao ambiente local com antecedência. Como a mudança de planos do clube impediu o processo, é necessário que a subida ocorra lentamente, com paradas ao longo do caminho. No entanto, a tendência é que a delegação vá de avião a Potosí, diferente do que havia sido combinado – antes, a viagem seria por estrada, bloqueada por protestos na Bolívia.

Dr. João Felipe Franca: “O recomendado seria subir a 2.500 metros e ficar, pelo menos, um dia. Depois, subir de 500 metros a 1000 metros por dia, até chegar à altitude de 4 mil. De avião, é pior e aumenta a chance de haver sintomas e queda de rendimento num esporte de alta demanda energética, como o futebol”.


Entenda o imbróglio:

O planejamento do Fluminense esbarrou nos percalços encontrados ainda no Brasil. Como recomendado por especialistas, o elenco se aclimataria ao ambiente do país sul-americano. Mas protestos contra o governo boliviano resultaram no fechamento do aeroporto de Sucre, onde os jogadores passariam pela adaptação, a 2.810 metros, e até o bloqueio da estrada de acesso à cidade da partida.

Os relacionados tiveram de se hospedar em Santa Cruz de la Sierra, onde se faria apenas uma escala, a nível do mar. O que significa que a ida a Potosí ocorrerá justamente no dia do jogo.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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Orejuela nega indisciplina no Fluminense e justifica saída

Emprestado para a LDU, Orejuela esbarrou com os ex-companheiros de Fluminense em Santa Cruz de La Sierra. O volante entrou em campo na terça-feira para enfrentar o Guabirá e saiu derrotado, por 2 a 1. Mas garantiu vaga na segunda fase da Sul-Americana, mesmo objetivo do clube de Laranjeiras.

Em 2017, a partir da queda de rendimento, Orejuela ouviu a imprensa especular problemas disciplinares. O jogador, no entanto, nega ter se envolvido em atritos nos bastidores.

– Escutei, sim, a imprensa do Brasil falar coisas erradas, que nunca fiz, nunca aconteceram. Sempre me dei muito bem com meus companheiros, comissão técnica. Nunca aconteceram atos de indisciplina – garante.

Na verdade, foi o volante que decidiu deixar o Rio e retornar ao Equador, em virtude de problema de saúde de sua mãe. O estado dela preocupava o atleta, de 25 anos.

– O Fluminense foi um momento muito bom, muito legal em minha carreira. Mas acabou por problemas de saúde de minha mãe. Isso atrapalhou muito minha cabeça e pedi para conversar com o clube para voltar para o meu país. Agora estou muito tranquilo, muito feliz na LDU – afirma.

Embora tenha passado pouco tempo no Fluminense, Orejuela diz sentir um carinho especial pelas três cores e espera representá-las novamente. O contrato com o Tricolor vale até 2020.

– Agora a minha cabeça está mentalizada na LDU e na recuperação de minha mãe. Mas sinto muito carinho pelo Fluminense. Se houver a possibilidade, eu gostaria de voltar. Meu contrato é de um ano com a LDU. Terminando o ano, vamos ver o que vamos fazer.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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Richard admite temor pela altitude e destaca: ‘Jogo de guerreiros’

Mesmo com a vantagem de 3 a 0, placar no Maracanã, o duelo desta quinta-feira, frente ao Nacional, em Potosí, promete cobrar do time a luta e a alma de 2018. Ao falar com a imprensa em Santa Cruz de La Sierra, onde a delegação está hospedada, Richard previu dificuldades e um ‘jogo de guerreiros’.

– Eles já estão acostumados a jogar na altitude. Nós, não. Para eles é uma vantagem. O resultado que fizemos em casa foi importantíssimo. Mas, independente do placar que fizemos, será um jogo difícil. Será aquilo que é a cara do time, o que temos sido. Este jogo será de guerreiros – falou.

Os primeiros percalços foram encontrados no Brasil, quando ainda havia um imbróglio acerca da realização do jogo. Com os protestos contra o governo boliviano, o aeroporto de Sucre, onde o elenco se aclimataria ao ambiente, a 2.819 metros, e a estrada de acesso a Potosí foram fechados.

Desta forma, houve uma mudança de planos: o grupo fica em Santa Cruz de La Sierra, a nível do mar, treina no Centro de Treinamento do Blooming e, quinta-feira, sobe à cidade da partida, a 4.067 metros, sem se adaptar à altitude.

– Seria bom termos um primeiro contato antes, seria importante. Mas, se não tivermos, o mais importante será a concentração. Manter a posse de bola será importante para não ficarmos correndo e matarmos o jogo quando tivermos a oportunidade – declarou o volante.

Embora pregue foco, Richard confessa estar preocupado com o que encontrará nas montanhas. Prestes a estrear na altitude, o camisa 25 conta que, quando há relatos de companheiros que viveram a experiência, prefere nem ouvir.

– Eu nunca joguei (na altitude), é a primeira vez. A galera vem falando isso, aquilo, e você vai ficando até meio assustado. Eu pus o fone no ouvido e procurei não ouvir, para concentrar mais no jogo. Só na hora em que chegarmos lá, quando formos aquecer, é que vamos ver como é que é.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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Desfalcado, Fluminense desembarca na Bolívia

Apesar do silêncio da Conmebol até horas antes da viagem à Bolívia, o Fluminense embarcou para a disputa de jogo pela Sul-Americana, mas se viu obrigado a alterar o planejamento. A partida está confirmada para 21h45 de quinta-feira.

Inicialmente, o destino seria Sucre. No entanto, protestos contra o governo provocaram o fechamento do aeroporto local e o bloqueio da estrada de acesso a Potosí, palco da partida. A casa do time até o compromisso, portanto, teve de ser Santa Cruz de la Sierra, prevista, anteriormente, para ser apenas uma escala do voo fretado.

A delegação, que chegou ao hotel na noite desta terça-feira, estava desfalcada de Roger Ibañez, ainda se recuperando de lesão. Como Luan Peres e Nathan Ribeiro, reforços para a temporada, aguardam suas inscrições na Sul-Americana (Dodi, volante, vive a mesma espera), o trio deve ser formado por Renato Chaves, Gum e Frazan.

Fora do duelo de domingo, contra o Vitória, por dores musculares, Gum e Ayrton Lucas estão à disposição. A missão é superar a altitude, de 4 mil metros, e defender a vantagem de 3 a 0, construída no Maracanã, dia 11 de abril.

A tendência é que, nesta quarta-feira, às 17h (horário de Brasília), os jogadores treinem no Centro de Treinamento do Blooming.

Goleiros: Júlio César, Rodolfo e Marcos Felipe
Laterais-direitos: Gilberto e Léo
Zagueiros: Gum, Frazan, Renato Chaves
Laterais-esquerdos: Ayrton Lucas e Marlon
Volantes: Richard, Jadson, Douglas e Mateus Norton
Meias: Sornoza e Luquinhas
Atacantes: Pedro, Marcos Jr., Pablo Dyego, Robinho, Matheus Alessandro e João Carlos

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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Autuori reclama da Conmebol e ameaça não viajar a Bolívia

Viagem do Tricolor segue marcada para a tarde desta terça-feira.

Diante do conturbado momento político que atravessa a Bolívia, com manifestantes fechando as estradas por conta da disputa por royalties de uma reserva de gás situada entre os estados de Chuquisaca e Santa Cruz. Diante de tal situação, o diretor de futebol do Flu, Paulo Autuori, cobrou um posicionamento da Conmebol, e, não descarta cancelar a viagem:

– Seguimos esperando um posicionamento (da Conmebol) que vem sendo adiado. Se a gente vai depender de uma aeronave que não faz parte do nosso planejamento, por mim, abortaríamos esta viagem. Não podemos colocar em risco a segurança do nosso grupo por conta de um jogo. Dependemos de um posicionamento da Conmebol – Declarou Autuori.

Apesar do jogo do Tricolor ser em Potosí, o Fluminense havia planejada a logística passando por Santa Cruz de la Sierra, que fica em Santa Cruz, e Sucre, antes de chegar no local da partida.

 

ST,

Douglas Wandekochen

foto: Lucas Merçon

Aeroporto de Sucre, destino do Fluminense, suspende voos por protestos

Próximo destino do Fluminense, a Bolívia sofre com protestos há uma semana. O povo defende os royalties do campo de gás de Incahuasi. Como medida de segurança, estradas foram bloqueadas e, pelo segundo dia consecutivo, os voos do aeroporto de Sucre estão suspensos.

A retomada do funcionamento do aeroporto pode acontecer nesta terça-feira, quando a delegação embarca para Sucre, a depender do que for decidido pela administração.

– Bloqueios foram massificados tanto na cidade como nas proximidades do aeroporto. Por isso decidimos cancelar as operações neste dia e, depois, avaliaremos se retomaremos amanhã – informou, ao ‘Correo Del Sur’, Alex Rocabado, chefe da administração de aeroportos e serviços auxiliares à navegação aérea (AASANA).

Caso o planejamento, sujeito a mudanças, seja mantido, quarta-feira, o time treina no Estádio Olímpico Patria. A viagem até Potosí, local do jogo contra o Nacional, pela primeira fase da Sul-Americana, é por terra.

Às 21h45 de quinta-feira, os clubes duelam pela continuidade no torneio. Dia 11 de abril, no Maracanã, o Fluminense goleou os bolivianos por 3 a 0. Com o resultado adverso, o Nacional de Potosí tem de buscar placar maior ou, para levar aos pênaltis, igual.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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Abel cita Vasco como exemplo e pede cautela na Sul-Americana

Treinador lembrou a derrota do Cruz-maltino por 4 a 0 após vencer pelo mesmo placar no Brasil.

O Fluminense enfrenta o Nacional Potosí na próxima quinta-feira (10) pelo jogo de volta da primeira fase da Copa Sul-Americana. Apesar de ter ganhado a primeira partida por 3 a 0 no Maracanã, o técnico Abel Braga cobra cautela de seus comandados e usa o Vasco como exemplo – Cruz-maltino venceu o Jorge Wilsterman por 4 a 0 em São Januário pela pré Libertadores e sofreu o revés pelo mesmo placar na Bolívia, cobseguincoa classificação somente nos pênaltis –

– É algo que preocupa muito e isso que aconteceu com o Vasco está vivo na nossa memória. Vamos precisar ter força ofensiva, nos defender muito bem e reduzir os espaços para cruzamentos e chutes de fora da área. O triunfo no jogo de ida nos dá uma tranquilidade para sentir o jogo, mas está longe de ter nos garantido a classificação, pois existem fatores atípicos envolvidos neste cenário – comentou o treinador.

– Se tivéssemos feito mais um gol no Maracanã acho que seria uma vantagem confortável, mas 3 a 0, e jogando na altitude agora…- concluiu Abelão.

 

ST,

Douglas Wandekochen

foto: Lucas Merçon

Estreante, Nathan Ribeiro tem bom desempenho contra o Vitória

Jogador atuou os 90 minutos da partida.

O zagueiro Nathan Ribeiro, contratado na última quarta-feira (02) foi regularizado à tempo de fazer sua estreia contra o Vitória, no último domingo (06), no Barradão. O zagueiro que foi muito elogiado por Abel Braga, deixou uma boa impressão na estréia.

Tendo jogado os 90 minutos da partida, o camisa 32 teve excelentes números, sendo:  46 passes certos, com 93% de aproveitamento, 9 lançamentos, com 7 certos, 8 cortes feitos, sendo 1 desarme completo 2 duelos mano a mano vencido de 4 disputados.

Esses números se tornam ainda mais expressivos se lembrarmos que o jogador estava há quase um ano sem atuar por uma equipe profissional.

 

ST,

Douglas Wandekochen

foto: Lucas Merçon

Subindo: Fluminense vira pra cima do Vitória no Barradão e chega a sexta colocação

Tricolor mostrou força mesmo fora de casa e foi superior durante maior parte do jogo.

Vitória e Fluminense se enfrentaram na tarde deste domingo (05) diante de forte chuva em Salvador. O Vitória chegou a abrir a contagem com Neílton, mas Pablo Dyego e Gilberto viraram o placar para o Tricolor, que chegou a sua segunda vitória no Brasileirão em quatro rodadas disputadas.

Jogando sob seus domínios, o Vitória começou o jogo pressionando a equipe carioca e aos 20 minutos Neílton abriu o placar. Jefferson recebeu na linha de fundo e cruzou rasteiro. A zaga não cortou e Neílton encheu o pé da entrada da pequena área, com um chute inapelável para Júlio César.

O Fluminense reagiu bem ao gol sofrido e passou a dominar a partida, e, embora tivesse mais posse de bola, não conseguia furar a boa marcação da equipe baiana, que passou a explorar os contra-ataques. A melhor chance do Tricolor veio em cobrança de falta de Marlon, defendida por Caique, mas não consegui ameaçar de fato os donos da casa.

Na volta do intervalo, o técnico Abel Braga lançou Pablo Dyego no lugar de Marcos Júnior. Contudo, a mudança que parecia não ter surtido muito efeito foi decisiva no empate tricolor, que veio exatamente com Pablo Dyego, que após passe de Pedro bateu cruzado contando ainda com o desvio em Rhayner para vencer Caique.

O Fluminense continuou em cima do rubro-negro baiano em busca da virada que quase veio no lance seguinte, quando Renato Chaves desviou de cabeça e Frazan desviou já na pequena área para grande defesa de Caique. A bola ainda sobrou para Richard que buscou Pedro na área mas de carrinho o goleiro do Vitória voltou a salvar os donos da casa.

A virada no entanto, veio aos 40 minutos com Gilberto. Sornoza cobrou escanteio e o lateral apareceu livre na risca da pequena área para virar o jogo.

O Vitória não demonstrou forças para reagir e o jogo terminou com o triunfo do tricolor, que com o resultado chegou a sexta colocação com sete pontos. Já o Vitória ocupa a penúltima colocação com apenas um ponto conquistado.

 

ST,

Douglas Wandekochen

 

foto: Futebol Baiano