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Abelão recusa Fluminense, e Mário decide abrir negociação com Dorival Júnior

Abel Braga decidiu, em consenso com a família, não substituir Fernando Diniz, dispensado nessa segunda-feira, no comando do Fluminense. Mais uma vez por não se interessar em assumir equipes no meio do ano. Ele vem de trabalho à frente do Flamengo, encerrado no fim de maio. Entre dezembro de 2016 e junho de 2018, Abelão realizou sua última passagem pelas Laranjeiras.

Com a recusa do plano A, a diretoria busca começar em algumas horas a negociação com Dorival Júnior, 57 anos, nome que agrada ao presidente Mário Bittencourt. O próprio, inclusive, deve se encarregar da tratativa. Recém-demitido do Cruzeiro, Mano Menezes figura entre os especulados, mas com menos chances de ser procurado.

Segundo informado pelo Globoesporte.com, Diniz, o auxiliar técnico Márcio Araújo e o preparador físico Wagner Bertelli custavam, juntos, R$ 300 mil. As opções em pauta no momento requerem um investimento maior, apesar da dificuldade financeira.

Desempregado desde a saída do Flamengo, em dezembro passado, Dorival passou pelo Tricolor em 2013, ano em que o clube ficou à beira do rebaixamento para a segundona. Foram três triunfos em cinco jogos, além de um empate e uma derrota, já na reta final daquele Campeonato Brasileiro.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: UOL.

Flu 2012 ou Fla atual ? Jornalistas fazem o par ou ímpar com as duas equipes

Foto: Divulgação/FFC

Ambos os times tem algo em comum: o técnico Abel Braga.

Os jornalistas do esporte interativo fizeram uma disputa do par ou ímpar entre o Flamengo atual e o Fluminense multicampeão em 2012.

Tendo no técnico Abel Braga o ponto em comum entre as equipes, o Fluminense de 2012 levou grande vantagem na comparação, com dez escolhidos contra dois do Fla.

As escolhas feitas no programa +90, dos canais Esporte Interativo, levou em consideração o momento dos jogadores do Fluminense na época, assim como o momento atual dos flamenguistas.

Na “seleção” feita pelo programa, apenas os tricolores Leandro Euzébio e Edinho ficaram de fora, dando lugar a Rodrigo Caio e Cuellar.

Desta forma o time ficaria de seguinte maneira: Diego Cavalieri; Bruno, Gum, Rodrigo Caio e Carlinhos; Cuellar, Jean, Deco e Thiago Neves; Rafael Sóbis e Fred. Além de Abel Braga dos tempos de Fluminense em 2012. 

Vale destacar que naquele ano o Fluminense foi campeão Carioca e Brasileiro. Outro detalhe é que o Tricolor ainda contava com a presença de Wellington Nem, que não entrou na relação do programa.

Comentarista detona Abel Braga: “foi a vitória do futebol contra um time covarde”

Foto: Lucas Merçon/FFC

Durante debate no programa “linha de passe” Mauro César não poupou críticas ao treinador.

Após a vitória do Fluminense sobre o Flamengo, muitos comentaristas esportivos criticaram a postura da equipe rubro-negra e sobre tudo do treinador da equipe: Abel Braga.

Um desses comentarista, Mauro César Pereira, dos canais ESPN, não poupou crítica ao treinador durante na edição da última quinta-feira (14) do programa Linha de Passe

Em uma de suas falas, Mauro César chegou a dizer que o treinador é poupado das críticas por parte da imprensa:

– O Abel é tipo o Felipão: por ser um treinador bom de resenha, ele é poupado em relação as críticas. Mas até seus comentários são ultrapassados. Lamentar as chances criadas, que chances ? Uma derrota que serve de aprendizado… jogar no contra ataque ? É inadmissível um time do tamanho do investimento do Flamengo, jogar no contra ataque – disse Mauro.

Em certo momento do programa, o comentarista ainda enalteceu o trabalho de Fernando Diniz, chegando a dizer que a partida foi: “uma vitória do futebol contra a covardia”.

– o jogo do Flamengo foi covarde, enquanto o Fluminense, mesmo com jogadores tecnicamente inferiores, tentava ficar com a bola, tentava propor o jogo. Não liquidou a partida antes por que faltava exatamente do meio para frente essa categoria. Espero que o Fluminense conquiste coisas boas, pois vence o futebol. Hoje foi uma vitória do futebol contra um time covarde – falou o comentarista

Ainda de acordo com o jornalista, o trabalho realizado por Abel Braga até o momento é um regresso em comparação aos trabalhos realizados por Dorival Júnior e até mesmo Maurício Barbieri, ex treinadores do Flamengo.

Fábio Moreno deixará o Fluminense para formar comissão de Abel no Flamengo

Desempregado desde junho, quando rompeu contrato com o Fluminense, Abel Braga comandará o Flamengo em 2019. Encaminhado há alguns dias, o acerto se confirmou com a eleição de Rodolfo Landim à presidência rubro-negra, no sábado. Ele assinará vínculo de um ano, sem multa rescisória.

Fábio Moreno, que assumiu a equipe do Fluminense na 38º rodada do Brasileirão, contra o América-MG, por causa da demissão de Marcelo Oliveira, deixa o clube para formar a comissão técnica de Abel no Flamengo. Leomir segue o mesmo caminho. 

Moreno chegou às Laranjeiras em 2012, indicado por Abelão. Trabalhou como observador técnico, cargo no qual, inclusive, ganhou o ouro olímpico pela Seleção, em 2016. Retornou um ano depois, com Abel Braga sendo contratado para mais uma passagem pelo Fluminense. Foi promovido a auxiliar-técnico a partir da saída do treinador de 66 anos.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

 

Abel Braga se diz contente com a melhora do Fluminense: ‘Deu uma respirada boa’

Com o objetivo de ajudar o trabalho de Marcelo Oliveira no Fluminense, Abel Braga confirmou que seu assistente, Leomir, se reuniu com a comissão técnica que gere o time há um mês para destrinchar as principais características do elenco. Desde a chegada do ex-comandante do Coritiba, são três jogos de invencibilidade.

– Me dou muito bem com o Marcelo, mas sou amigo do Tico, seu auxiliar. Ele é cunhado do Leomir, as esposas são irmãs. Leomir deu todas as dicas para o Tico, ambos são de Curitiba. Toda vez que vamos lá, o Leomir faz churrasco e o Tico está presente. Estamos sempre juntos, é uma comissão fantástica. Leomir passou o perfil de todo o plantel – explicou.

O desempenho do Tricolor no começo do segundo semestre, o melhor entre os clubes da Série A, anima Abelão, que até se mostra otimista. Quando ele saiu, a equipe vinha de quatro derrotas consecutivas e, agora, se recuperou na tabela.

– O negócio está começando legal e a gente fica muito contente. Saiu das derrotas, deu uma respirada boa. Mais uma ou duas vitórias, chega lá em cima. Isso aumenta a confiança de todos – disse.

Com as saídas de Roger Machado e Jair Ventura de Palmeiras e Santos, respectivamente, o telefone de Abel Braga, que prefere descansar até o fim da temporada, tocava a todo momento. Eram sondagens, inclusive, de Seleção. Eliminada ainda na fase de grupos da Copa do Mundo de 2018, o Egito, de Salah, fez contato com o técnico, mas teve o convite recusado. A ideia era tê-lo à frente da equipe já para o amistoso de setembro, contra a Nigéria. Ou seja, dada a demanda de especulações, nada de aposentadoria por enquanto.

– Não pensei sequer em mudar de função, virar coordenador. O certo é que vou voltar a trabalhar. Tem tanto convite que deve pintar um em janeiro (risos). Agora tenho empresário pela primeira vez na carreira, a 7BragaSports, representada pelo Fábio (seu filho). Tenho que dar uma moral para ele. Já quebrei essa palavra de que ia parar – afirmou, referindo-se à promessa de 2013, quando revelou que pretendi parar em cinco anos.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

 

Desgastado, Abelão aponta saída de Paulo Autuori como estopim para demissão

Querido pela maioria da torcida, Abel Braga deixou o Fluminense, onde estava desde o fim de 2016, em meados de junho. Ele mesmo confessou que a saída de Paulo Autuori, no mês anterior à sua demissão, foi o estopim para sua decisão. Sem o elo entre diretoria e elenco, o técnico perderia a ‘blindagem’ que ganhou em janeiro, quando da chegada do ex-diretor de futebol, e reviveria o filme de 2017.

– Fiquei um ano e meio no Fluminense, foram muitos problemas. A saída do Paulo me quebrou, não dava para viver aquilo de novo. Ia chegar o momento do desgaste, não tinha o que fazer. Iam me tirar, a situação poderia estar complicada. Mas volto a frisar: entrei sabendo de tudo desde o primeiro dia – afirmou, antes de complementar:

– Ele (Paulo Autuori) saiu antes da Copa e fiquei acho que mais duas semanas. Sem o Paulo, o jogador não tinha a quem recorrer. Eu tinha que resolver, dar explicação. Isso já tinha me desgastado muito no ano passado.

Também em razão do grupo enxuto, Abelão viu o time despencar, emendando quatro derrotas consecutivas. Ele, que sempre alertava sobre a necessidade de reforços, lamentou a dificuldade da diretoria em negociar contratações, meses atrás. Novidade do segundo semestre, Júnior Dutra, por exemplo, era um dos pedidos do treinador.

– Achava que esse ano o negócio ia melhorar. Se já tivesse desde o início esses reforços que chegaram agora… Mas é isso, o presidente trouxe no momento que deu. Por isso só levo alegrias, fui feliz lá mais uma vez – garantiu.

– Eu pedi o Dutra em janeiro do ano passado. Vi no Avaí e pensei: ”Quero esse cara”. Não deu. Agora veio o Luciano, dizem que o Cabezas joga demais. Vai fazer uma campanha legal.

Quando percebeu que a vontade de Autuori era abandonar o cargo, mesmo poucos meses depois de assumir, Abel Braga tentou convencê-lo a esperar até a parada para a Copa do Mundo. Mas a tentativa foi em vão, especialmente com a proposta da Bulgária, onde o ex-cartola do Fluminense retomou a carreira de treinador e, pelo Lugadorets, já foi até campeão.

– Todo dia o Autuori falava que queria conversar comigo e eu fugia. Uma hora eu falei que sabia o que ele queria dizer. Pedi para ele segurar a onda. Tudo o que eu queria não aconteceu, não estava dentro do que eu esperava, mas pedi para ele segurar até a Copa. E aí definiríamos numa boa. O grupo adora ele. Se o Paulo falasse ”A” para os jogadores, tinha que ser daquele jeito. Se mudasse para ”B”, complicava. Por isso confiavam nele. Surgiu um problema pequeno uma vez e ele, antes de sair, já tinha recebido essa proposta da Bulgária. Mas as duas coisas se complementaram: o problema, que ele não gostou, e a proposta.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Com saída de Abel Braga, comissão técnica sofre reformulação

A saída de Abel Braga, há duas semanas, provocou mais mudanças na comissão técnica do Fluminense, agora comandado por Marcelo Oliveira, ex-Coritiba. Escudeiro de Abelão, Leomir também deixou o clube, assim como Manoel Santos (preparador físico) e Marquinhos Lopes (preparador de goleiros). Eles trabalharam durante um ano e meio no Tricolor.

Com a vinda de Oliveira e os desfalques no time que coordena o futebol, o Fluminense contratou os auxiliares Tico e Eduardo Pacheco, que começaram trabalho nesta segunda-feira, reservada apenas para avaliações físicas. Ex-Paraná e campeão da Olimpíada 2016, no Rio, pelo Brasil, Marcos Seixas, que atua como preparador físico, foi integrado ao grupo. É sua terceira passagem por Laranjeiras (outras duas foram no final da década de 90 e em 2000).

Os remanescentes do comando passado são Marcão, assistente técnico, Fábio Moreno, auxiliar técnico, Marcelo Chirol, preparador físico, e André Carvalho, preparador de goleiros. Os novatos têm um mês para conhecer melhor o elenco, que se reapresentou, nesta terça-feira, sem novidades. O primeiro compromisso pós-Copa é o clássico com o Vasco, dia 19 de julho, em São Januário.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com

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Abel Braga culpa desgaste por demissão e reforça amor ao Fluminense: ‘Eternamente grato’

A terceira passagem de Abel Braga como técnico do Fluminense foi encerrada. Uma reunião com Pedro Abad, neste sábado, selou a demissão, motivada por diversos fatores. Há pouco, o treinador divulgou nota oficial em que explica por que optou por deixar o cargo e culpa, principalmente, o ‘desgaste do dia a dia’ nas Laranjeiras.

– Acho que chegou a hora de descansar, de dar um tempo. Durante toda essa minha passagem como treinador do Fluminense, clube que todos sabem que tenho um carinho e uma identificação enormes, pensei no presidente, nos jogadores, na minha comissão técnica, na torcida, mas pouco pensei em mim e na minha família. Não me arrependo de nada, porque sempre fiz tudo com o coração e com o maior profissionalismo possível, mas o desgaste do dia a dia tem sido muito grande – admite.

Os laços do relacionamento entre o ex-comandante e a torcida do Fluminense foram reforçados em 2017, quando Abel Braga perdeu um filho, João Pedro, o caçula, e se manteve à frente do time. À época, a torcida encheu o Maracanã e prestou apoio e solidariedade ao Abelão. Ao finalizar o pronunciamento, reservou espaço para agradecer os tricolores e, especialmente, Pedro Abad.

– Só tenho a agradecer a todo mundo. Primeiramente, ao Abad, um cara sensacional e correto, que busca fazer o melhor, e a toda diretoria. Aos jogadores, o meu muito obrigado pela parceria e dedicação. Realmente, temos uma equipe com alma. O meu agradecimento se estende a todos os funcionários, verdadeiros guerreiros. E, em especial, aos torcedores, a quem sempre fui e serei eternamente grato.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com

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Sozinho e incomodado, Abel Braga se reúne com presidente e anuncia demissão

Enquanto a Copa do Mundo acontece na Rússia, os problemas continuam surgindo aos montes nas Laranjeiras, no Rio de Janeiro. A bomba da vez é a demissão de Abel Braga, anunciada neste sábado, em reunião com Pedro Abad. Contratado em dezembro de 2016, quando a atual gestão assumiu o comando do Fluminense, o técnico assinou até o fim de 2018 e, pela primeira vez na carreira, terminou um ciclo antes do prazo. A saída foi confirmada e lamentada pelo presidente, por meio de comunicado oficial.

– Certamente é uma perda muito grande para o Fluminense. Abel estava conosco desde o início da gestão. Mas entendeu que era o momento de encerrar este ciclo. Respeitamos a decisão dele e já estamos em busca de uma reposição à altura para o carro-chefe do nosso clube.

A temporada prometia ser diferente de 2017, quando Abelão teve de treinar o time e, ainda, servir de elo entre o elenco e a diretoria. A dupla-função, somada às questões extracampo, influenciou o trabalho nas quatro linhas. Para impedir que o cenário se repetisse, Paulo Autuori foi chamado para ser diretor-executivo de futebol, em janeiro deste ano. Depois de cinco meses, porém, optou por deixar o cargo, devido à recorrência dos atrasos salariais.

A partir da perda dessa peça-chave na manutenção da tranquilidade do ambiente interno, Abel Braga se sentiu sozinho na gestão do grupo e notou que a sina da última temporada voltara à tona. A dificuldade do Fluminense em honrar seus compromissos com os jogadores e a falta de recursos para reforçar a equipe incomodavam antes mesmo da derrota para o Santos, quarta-feira, e contribuíram para o treinador pedir o boné.

Com o recesso do Mundial, o clube ganha tempo para correr atrás de um substituto – a reapresentação está marcada para o dia 26 de junho. A intenção de Abel, inclusive, era comunicar sua escolha o mais rápido possível, justamente para facilitar a procura por um novo comandante.

Abel Braga, com três passagens pelas Laranjeiras, é o segundo técnico com mais jogos à frente do Fluminense: 329. Foi campeão brasileiro (2012), carioca (2005 e 2012), da Taça Rio (2005 e 2018) e da Taça Guanabara (2012 e 2017).

Neste primeiro semestre de 2018, soma 14 vitórias, oito empates e 12 derrotas em um total de 34 partidas. Campeão da Taça Rio, foi eliminado da Copa do Brasil ainda na terceira fase, para o Avaí, e ficou fora da final do Campeonato Carioca. Deixa o Tricolor com uma vaga na segunda fase da Sul-Americana, onde enfrentará o Defensor-URU, e em 12º lugar no Brasileirão, com 14 pontos (a dois do Z-4).

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com

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Abel da ultimato por pagamento de atrasados aos jogadores

Segundo informações que circulam em Laranjeiras e que foram apuradas pelo Canal FluNews , Abel Braga deu um ultimato a diretoria tricolor.

O treinador deu um prazo para que sejam solucionados os problemas de atraso salarial até a próxima quarta feira. Abel exige também garantias futuras de recebimento, pois esse foi um dos principais problemas do último ano tricolor e que acarretaram  com a saída de vários e  importantes jogadores no início da temporada . Se a diretoria não cumprir com as exigências de Abel Braga, o treinador entregará o cargo e não comandará mais a equipe tricolor no segundo semestre após a parada da Copa do Mundo da Rússia .

 

Alvaro Souza Che

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