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Abel Braga alimenta expectativa por Pedro no Fla-Flu, mas artilheiro está fora; veja desfalques

Depois de perder para o Paraná, o Fluminense se prepara para encarar o Flamengo, em Brasília, na quinta-feira, sem Pedro e Marcos Júnior, substituído aos 11′ do primeiro tempo do jogo na Vila Capanema, em Curitiba, com dores na coxa esquerda. O camisa 35 passará por exames nesta quarta-feira, no Rio, para descobrir a gravidade da lesão. É o mesmo problema que afetou o jogador contra a Chapecoense e o tirou do duelo com o Grêmio, semana passada.

Quanto a Pedro, a torcida ainda teve alguma esperança de vê-lo no clássico da décima rodada. Isso porque Abel Braga, durante entrevista, sinalizou a possibilidade de o camisa 9 ser relacionado. Chance esta que, segundo a assessoria do clube, está descartada. Nenhum atleta foi integrado ao grupo que viaja à capital federal. Veja a fala do técnico na segunda-feira:

– Marcos Jr. não tem chance nenhuma de jogar (o Fla-Flu). Saiu com 5 minutos. Sentiu a posterior da coxa. Vamos saber agora do Pedro. Ayrton também não pode, Léo já não poderia. Vamos ver a formação que vamos usar, pensar bem – disse.

Léo também é desfalque confirmado

Léo pode escolher a razão pela qual está fora deste Fla-Flu. Além de pertencer ao rival, o lateral-direito, titular diante do Paraná, torceu o tornozelo e deixou a partida durante a segunda etapa. Ao sair do estádio, inclusive, foi visto com o pé imobilizado.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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Abel Braga analisa mudança de postura e exalta segundo tempo do Fluminense

A forma como escalou o time e as escolhas durante o jogo evidenciaram a estratégia de Abel Braga em Porto Alegre: arrancar o empate. Para conquistar um ponto na Arena, o primeiro tempo do Fluminense se resumiu em focar em se defender e suportar à pressão do Grêmio. Esta postura inicial abdicava da ofensividade, o que foi cobrado no intervalo e alterado para a etapa final.

– Eu acho que foram dois tempos distintos. A nossa proposta ficou clara, mas foi o pior primeiro tempo que fizemos no ano. Recuperamos várias bolas e não tivemos transição ao ataque, coisa em que somos muito bons. Isso ocasionou, ao perder a bola, a correr muito – explicou.

Com a chacoalhada no vestiário, o grupo de Abelão retornou ao campo decidido a mudar o panorama da partida, antes dominada pelo rival, e, quem sabe, achar o gol que daria o triunfo. Faltou pouco; ou melhor, segundo o treinador, faltou perna.

– No segundo tempo, o Grêmio teve uma oportunidade, com Everton. Tivemos com Renato, que foi puxado. Uma com Pedro e outra com Richard. Se a gente não tivesse corrido tanto no primeiro tempo, não estaríamos frágeis no segundo. Faltou perna – opinou.

O empate, em 0 a 0, garantiu mais um ponto ao Fluminense na tabela. Agora, o clube ocupa o terceiro lugar, com 14 pontos, e se mantém na briga pela ponta. O resultado longe do Rio, para Abel, está de bom tamanho.

– Estou contente. A estratégia do segundo tempo foi a mesma, mas a gente jogou. Acho que demos a posse ao Grêmio, eles rodaram e só criaram uma chance. Pelo primeiro tempo ruim que tivemos, acho que foi justo. Mas tivemos as melhores chances.


Veja mais falas de Abel Braga:

Análise do jogo

É um time muito forte. Veio com Lima na frente, sem Ramiro. Luan voltando, Cícero de segundo volante. Time muito ofensivo. A gente soube neutralizar. Conhecemos a força que eles têm. Cada um com seu time, com a sua estratégia. Não mudei, mas peguei no pé deles. Cobrei que a gente tinha de atacar. As melhores chances foram nossas. A minha equipe veio fechada, mas também procurou jogar.

Arbitragem e ponto valorizado

O Bressan fez muitas faltas, uma sem bola no Sornoza. Critério, tudo bem. Foi bom. Conseguimos um ponto, aqui é muito difícil. Grêmio é forte, mina o adversário. Fomos impecáveis na defesa.

Futuro no Fluminense

Me identifico com o clube. Tivemos a saída de vices, agora do Paulo Autuori. Enquanto estiver feliz, estou dentro. No dia em que acabar a felicidade, estou fora. Assim como as pessoas têm direito de me demitir.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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Desfalcada, delegação está em Porto Alegre para jogo com o Grêmio

A delegação do Fluminense desembarcou em Porto Alegre, na tarde de terça-feira, para enfrentar o Grêmio, desfalcada de peças importantes. Com desgaste muscular, Gum (panturrilha esquerda) e Marcos Jr. (coxa esquerda) foram poupados e ficaram no Rio, a mando da comissão técnica. Ambos passaram por exames e nenhum teve lesão detectada.

Trunfo e principal reserva de Abel Braga, Pablo Dyego está fora da partida desta quarta-feira, na Arena, às 21h45, pela 8ª rodada do Brasileirão. Em razão de dores lombares, o jogador se ausentou de treinos, do último jogo e, agora, da viagem ao Rio Grande do Sul.

Igualmente suplente, Léo, lateral-direito, alegou problema particular e foi dispensado deste compromisso.

Enquanto uns saem, há quem retorne à lista de relacionados. Depois de se contundir na primeira rodada, contra o Corinthians, em abril, Ibañez está recuperado e liberado para atuar.

Para o lugar de Marcos Jr., vice-artilheiro do clube em 2018, com dez gols, Abelão tem Robinho e Matheus Alessandro. Na zaga, o trio pode ser o mesmo que terminou o duelo com a Chapecoense, sábado: Renato Chaves, Nathan Ribeiro e Luan Peres. Existe, porém, a possibilidade de Ibañez reassumir a titularidade.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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Vice-liderança do Fluminense é destaque no ‘Bem, Amigos’, e Abelão recebe elogios

Pela primeira vez na história dos pontos corridos, Flamengo e Fluminense estão em primeiro e segundo lugar na tabela do Campeonato Brasileiro, respectivamente. Para um elenco enxuto e recheado de jovens, como é o caso do clube de Laranjeiras, o desempenho nas primeiras rodadas impressiona. Mas uma figura é considerada o divisor de águas no ano tricolor: Abel Braga.

Durante o programa ‘Bem, Amigos’, nesta segunda-feira, o treinador recebeu elogios de comentaristas, entre eles, Ricardinho. O ex-jogador entende que, hoje, o trabalho de Abelão é superior ao de Renato Gaúcho, do Grêmio.

– Do ano passado para esse ano, o Abel perdeu muitos jogadores importantes. Abel teve que não só refazer o grupo, mas também fazer um novo time. Aí está o grande mérito dele. O trabalho dele, acho que é o melhor que temos no Brasil. Não em termos de resultado, mas no todo – opinou, emendando a justificativa:

– Renato tem um elenco com qualidade superior no Grêmio, digo em relação ao elenco que o Fluminense tem. Hoje ele conseguiu fazer com que o time jogue de uma forma com os jogadores que tem. Ele tira o que o jogador tem de melhor: juventude e velocidade. Isso incomoda os adversários. Se recompõe rápido e sai rápido. Usa dessa juventude o tempo todo. Até os 40 minutos do segundo tempo eles estão em velocidade.

Mais que um comandante, Abel Braga é torcedor do Fluminense. Seu carinho pelo clube, inclusive, é o que permitiu o recomeço do time em 2018. Assim pensa o comentarista Caio Ribeiro.

– Abel está acima do cargo que ocupa, é mais do que um treinador para o Fluminense. Todo treinador, quando perde duas ou três, partidas passa a ser contestado. O Abel, não. Muito dessa retomada passa pela figura do Abel. Treinador com métodos muito modernos. É um cara que não tem medo de revelar jogador. Quando o torcedor olha para ele, vê um cara “que é dos nossos”. É extremamente identificado com o Fluminense.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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Em visita ao Brasil, Richarlison presenteia Abel Braga e reencontra ex-companheiros

Com o fim do Campeonato Inglês, Richarlison, agora no Watford, está no Brasil e, nesta quarta-feira, reencontrou ex-companheiros de Fluminense, onde brilhou e apareceu para o futebol internacional.

No Centro de Treinamento, o ex-tricolor, de 21 anos, se divertiu ao matar a saudade do elenco e da comissão técnica e entregou um presente a Abel Braga. Trata-se da pintura de um abraço entre os dois, emoldurada em quadro. O gesto rendeu comentários nas redes sociais, inclusive do treinador. Abelão, no Instagram, publicou uma mensagem agradecendo a homenagem.

– A gratidão é um sentimento fantástico. E, quando é recíproco, se torna extraordinário. Me alegra saber que você reconhece o que, de fato, era uma obrigação minha. Você vai longe, garoto – diz a postagem.

Richarlison vestiu a camisa verde, branca e grená em 2016 e até metade de 2017, quando foi vendido para a Inglaterra. Nas Laranjeiras, disputou 67 jogos e marcou 19 gols. No Watford, é titular, fez 34 partidas e balançou as redes cinco vezes. Seu desempenho tem despertado interesse de clubes maiores da Europa.

Júlio César, Richarlison e Ayrton Lucas registraram o momento. (Foto: Lucas Merçon)

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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Abel Braga elogia figuras do Clássico Vovô e destaca Pedro: ‘Conquistou todo mundo’

O Fluminense perdeu o Clássico Vovô, na segunda-feira, por 2 a 1. No entanto, a superioridade imposta sobre o Botafogo impressionou Abel Braga e rendeu elogios individuais, como para Marcos Jr., Gilberto e Jádson.

– Para ele chegar com aquele espaço, é porque Marcos Jr. está tirando lateral da posição, é porque Jadson está tirando volante da posição – explicou Abelão, sobre a liberdade de Gilberto para atacar.

– É aquele tipo de jogador que encanta. Não encanta muito o torcedor porque tudo o que ele faz é muito simples, ele não faz nada por beleza, mas por produção, por objetividade. Estou muito feliz com ele – disse, referindo-se a Jádson.

Mas o maior destaque foi para Pedro, autor do gol do Fluminense no jogo. Artilheiro do time em 2018, o novo camisa 9 de Laranjeiras driblou a desconfiança da torcida, agora sua grande fã. Quem também admira o futebol do centroavante é o professor Abel, que diz, inclusive, ver o jovem no top-3 melhores da posição no país.

– Conquistou todo mundo. Para posição que joga, está entre os 3 melhores do Brasil tecnicamente. Tinha um defeito e briguei muito com ele. O difícil ele acertava, o fácil, errava. Agora ele está dando soluções. Foi o que mais saiu chateado de campo. Está em uma caminhada muito positiva – avaliou.

A verdade é que, em maior parte da entrevista, o treinador distribuiu comentários positivos. Até para o juizão, Raphael Claus. Mas com uma ressalva.

– Esse árbitro é um dos melhores do Brasil. É muito bom. Mas quatro minutos de acréscimo é brincadeira. Você viu a atitude dos gandulas? Contra o Cruzeiro, com menos um, meu time caiu, fez cera, mas deram oito – relembrou.

Do lado de lá, dois jogadores do Bota chamaram atenção de Abelão. Um deles, o Jefferson, foi até chamado de ‘monstro’, por defender bolas que tinham o caminho do gol. O outro, Kieza, que fez 2 a 1 para o Alvinegro.

– O Kieza é um jogador muito complicado, porque ele é muito bom na primeira bola. No primeiro gol, ele roça a bola, joga para trás e sai o gol. Na segunda, ele subiu mais que a zaga.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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Abelão considera resultado ‘mentiroso’ e define performance do time: ‘Aula de futebol’

A bola pune. É a frase que melhor define o Clássico Vovô desta segunda-feira, vencido pelo Botafogo, por 2 a 1. Embora tenha sido superior durante a maior parte do jogo, o Fluminense desperdiçou chances de gol e, acima de tudo, a oportunidade de encostar nos líderes. O resultado, para Abel Braga, é mentiroso, assim como contra o Corinthians, na primeira rodada.

– Esse resultado é mentiroso. Se fosse empate, seria mentiroso também. Meu time finalizou 21 vezes, 60% de posse de bola. O goleiro (Jefferson) foi um monstro? Foi. Mas teve jogada que ele nem defendeu, chutamos para fora – disse.

A performance do time, talvez a melhor em 2018, impressionou. Orgulhoso, Abelão enalteceu o trabalho do grupo e, inclusive, disse que viu uma aula de futebol no Engenhão.

– O Fluminense, principalmente no 1º tempo, deu uma aula de jogar futebol. Eles foram uma vez e fizeram o gol. Foi brincadeira. No 2º tempo, até o segundo gol, o jogo estava igual. Eu falei para os jogadores que estou orgulhoso. O que os torcedores viram aqui foi fantástico – destacou.

Como nem tudo é perfeito, a parte defensiva é que destoou. Praticamente nulo na partida, o Botafogo ameaçou poucas vezes, mas foi preciso nas oportunidades que teve. Os gols, no entanto, saíram de bola aérea. Mas, na entrevista, o treinador deu um ‘desconto’ à zaga, que teve a entrada de Luan Peres no lugar de Frazan.

– Futebol é assim. Quantos gols de bola parada temos feito esse ano? Uma hora, há desatenção – defendeu, completando:

– Luan não teve culpa em nada, fez um jogo acima do esperado. O Botafogo teve uma jogada muito forte que não conseguiu usar hoje, com Luiz Fernando e Marcinho, e ele se posicionou muito bem.

Confira mais trechos da entrevista:

Jefferson ‘monstro’

Hoje, talvez, se tivesse o titular (Gatito) no gol, tivéssemos ganho. O Jefferson é um monstro. A defesa que ele fez no chute do Sornoza não é possível. A bola não foi reta, caiu um pouco. Eu não acreditei.

Orgulho do time

Tem dia em que você sai decepcionado, vai para casa, tem que tomar uma taça a mais de vinho para poder dormir. Mas estou orgulhoso hoje. Quem vê esse time do Fluminense, que não tem craque, não tem alguém que desequilibre, vê que tem algo a mais nesse time aí. Estou orgulhoso de ser treinador desse time, dessa rapaziada, do ambiente que nós criamos.

Ação ofensiva

Desde o ano passado, não vejo o Sornoza finalizar tanto a gol. Subidas constantes dos laterais. Perdi um jogador de profundidade, que é o Ayrton. Entraram os atacantes, não perdemos o domínio. Mas não conseguimos botar a bola para dentro.

Viagem a Potosí influenciou?

Não vou dar desculpa de nada, de viagem… Nem pensar. Corremos para caramba, jogamos para caramba.

Análise da estreia de Luan Peres

Luan não teve culpa em nada, fez um jogo acima do esperado. O Botafogo teve uma jogada muito forte que não conseguiu usar hoje, com Luiz Fernando e Marcinho, e ele se posicionou muito bem.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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Abel Braga destaca bravura do Fluminense e detona altitude: ‘Desumano’

Foi suado, mas deu Fluminense no duelo desta quinta-feira, em Potosí, contra o Nacional. Com o 3 a 0 no Maracanã, o time se classificou à segunda fase da Sul-Americana, mesmo tendo perdido por 2 a 0 na Bolívia.

A 4 mil metros acima do nível do mar, os jogadores só se preocuparam em confirmar a vaga. Abel Braga, que reconheceu a bravura de seus comandados, se mostrou inconformado com o clima nas alturas.

– Aqui em Potosí, as pessoas são muito amáveis e simpáticas, nos receberam muito bem. Mas, com todo respeito, não há possibilidade de jogar futebol a mais de 4 mil metros de altura. É impossível! Já tinha jogado em Quito, mas 4 mil metros não é normal. Tivemos jogadores com oxigênio no hotel, oxigênio antes do aquecimento, oxigênio depois do aquecimento, e eu conversei com os jogadores no intervalo e eles com oxigênio – relatou, em entrevista, completando:

Não estou dizendo que o povo de Potosí tem problema com isso. Desumano é jogar futebol, não morar aqui. As pessoas que moram aqui estão habituadas. Agora, você sair do nível do mar para 4 mil metros é complicado.

Embora entenda que a vitória do adversário foi justa, Abelão destacou a inteligência do Fluminense para construir a goleada no Rio, levando vantagem para o segundo jogo, e a bravura para segurar os bolivianos e superar as dificuldades.

– Eles mereceram a vitória, mas nós, pela bravura, merecemos a classificação. Nós tínhamos um objetivo. Você joga 180 minutos. O que te classifica é a soma dos placares. E nós conseguimos fazer um resultado melhor lá embaixo. Aquele time do Maracanã é minha equipe. Lá conseguimos botar a bola no chão, e aqui não conseguimos jogar – disse.

O Nacional de Potosí caiu na Sula, o segundo principal torneio do continente, mas recebeu elogios do treinador brasileiro. Abel Braga mencionou três nomes que agradaram no rival.

– É um grande time, tem grandes jogadores. Vocês, em Potosí, têm grandes jogadores. Salazar é grande jogador. Reina é grande jogador. Paniagua, também.

Confira mais declarações de Abel Braga:

Análise da partida


Nós nos colocamos em uma maneira de nos defender. Eles cruzando bola na área, nós com três zagueiros. Tivemos algumas oportunidades de fazer um golzinho, mas o domínio foi todo do adversário.

Como lidaram com a altitude?

Viemos muito preocupados. Procurei não falar com meus jogadores sobre altitude, mostrar que não estávamos preocupados, nervosos ou com medo. Mas sabíamos que as dificuldades seriam muito grandes.

Elogios à Bolívia

Eu nunca tinha vindo à Bolívia. Fiquei encantado com Santa Cruz de la Sierra. Fiquei encantado com as pessoas, nos aplaudiram na rua, na saída do hotel.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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Na LDU, Orejuela fala de amizade com Abelão e se atualiza sobre o Fluminense

Foi pouco tempo vestindo a camisa do Fluminense, mas o suficiente para Orejuela, de 25 anos, se tornar fã do clube. De volta ao Equador, seu país-natal, para acompanhar a saúde da mãe, o volante confessa estar desatualizado sobre o que acontece nas Laranjeiras. Conta, no entanto, com os ex-companheiros para estar à par da nova fase do time.

Na verdade, não estou conseguindo acompanhar. Mas sempre busco manter contato com meus ex-companheiros, e eles falam que o time está bem, está ganhando. Fico muito feliz com isso – afirma.

Compatriotas, Orejuela e Sornoza, apesar da distância, mantêm a amizade construída ainda no Independiente Del Valle. Além do camisa 10 do Fluminense, mais alguns tricolores, certamente, estão na lista de conversas do WhatsApp do jogador da LDU.

Falo também com o Douglas, com o Reginaldo, que agora foi para a Ponte Preta. Matheus Norton, Frazan, Wellington Silva, que está no Inter. São jogadores muito legais, com quem criei uma amizade muito forte – revela.

Comandando por Abel Braga no ano em que esteve no Rio, Orejuela destaca a relação amistosa com o treinador e aprova a experiência de trabalhar com uma figura vencedora do futebol.

Gostei muito. É um cara que sabe muito, um grande treinador. Minha amizade com ele foi muito boa e sempre nos falamos.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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Flu terá dois desfalques e possíveis novidades contra o Vitória

Gum e Ayrton Lucas estão fora da partida.

O Fluminense encara o Vitória neste domingo, no Barradão, às 16h, em jogo válido pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro.

Para o duelo contra a equipe baiana, o técnico Abel Braga terá dois importantes desfalques já confirmados, e, os dois jogadores do sistema defensivo: o zagueiro Gum e o lateral esquerdo Ayrton Lucas, ambos com dores musculares.

Para a lateral esquerda o treinador deve optar pelo reserva imediato do camisa 6 e entrar com Marlon. O grande mistério está na zaga, uma vez que o treinador terá quatro jogadores para duas vagas, Luan Peres, Frazan, Nathan Ribeiro e Ibanez, isso se Abel mantiver o esquema com três zagueiros. Ainda existe a possibilidade de Abel voltar para o 4-4-2, restando desta forma uma vaga para, já que Renato Chaves segue como titular absoluto na temporada com Abelão.

 

 

ST,

Douglas Wandekochen

foto: Mailson Santana
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