fbpx

Justiça determina novo bloqueio nos cofres do Fluminense pelo “caso Marquinho”

Foto: Nelson Perez

O Fluminense recebeu mais um duro golpe na justiça por acordos não cumpridos com o meia Marquinho, hoje no Vasco.

Em execução provisória proferida pelo juiz Pedro Figueiredo Waib, da 53ª Vara do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região do rio de Janeiro, determinou a penhora de té R$10.337.493,17 do Fluminense pelo descumprimento de acordo combinado com o meia, dispensado do clube no fim de 2017.

A penhora que foi informada em primeira mão pela reportagem do Lance! ocorrerá junto do patrocínio da Auto Visa Rio, que terá averba repassada ao Tricolor penhorada, até que se chegue ao montante estipulado. Caso o valor não seja atingido, haverá apreciação no pedido de penhora junto aos demais patrocinadores do clube.

A medida é referente ao acordo feito em agosto do ao passado, quando o clube foi condenado a pagar cerca de R$7,5 milhões ao jogador. Como houve o descumprimento da ordem, uma nova ação foi proferida com juros recalculados, ultrapassando os R$10 milhões.

Vale destacar que a já sob a nova administração do clube foi convocada uma audiência em julho deste ano, porém, não ouve acordo.

De acordo com a advogada do jogador, Thereza Cristina Carneiro, o processo é referente ao atraso de pagamento de salários e verbas rescisórias.

Na véspera do jogo contra o Cruzeiro, Flu é condenado em ação trabalhista movida por Thiago Neves

Tricolor carioca terá de pagar mais de R$ 200 mil ao meia de 34 anos

Foto: Vinicius Silva / Cruzeiro

Nesta quarta (5), às 19h15 (de Brasília) Fluminense e Cruzeiro se enfrentam no Mineirão por uma vaga nas quartas de final da Copa do Brasil. Porém, nos bastidores, o duelo já começou. Pelo menos com um jogador da equipe mineira e velho conhecido da torcida tricolor. Ex-atleta do clube das Laranjeiras, Thiago Neves teve homologada a condenação contra o Fluminense, em uma ação trabalhista movida por ele, que corria desde 2015 no Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-1), conforme notificou o jornalista David Nascimento, do Lancenet.

A decisão da condenação foi assinada pela juíza Cléa Maria Carvalho do Couto, da 61a Vara. Com isso, o Tricolor carioca terá de pagar R$ 266.389,15 ao meia de 34 anos. Thiago Neves acumulou duas passagens pelo Fluminense. Na primeira, conquistou o título da Copa do Brasil e foi destaque no vice-campeonato na Libertadores. Na segunda, sagrou-se campeão do Brasileirão. Vale lembrar que, neste ano, o jogador manifestou publicamente que deseja encerrar a carreira ou no Paraná ou nas Laranjeiras.

Diego Souza move ação contra o Fluminense cobrando R$ 710 mil

Nesta quarta-feira, o meia  Diego Souza do São Paulo, entrou com uma ação no Tribunal Regional do Trabalho contra o  Fluminense cobrando R$ 710.159,33 de verbas rescisórias referentes ao fim antecipado do vínculo com o Clube, em março de março de 2016. O caso ainda será julgado.

Tendo  retornado ao Fluminense no dia 10 de janeiro de 2016, na gestão do presidente Peter Siemsen, Diego Souza  chegou a um acordo com o clube e rescindiu seu contrato no dia 21 de março do mesmo ano para ir para o Sport.

Diego pede o saldo de salário referente ao seu último mês no clube, proporcional do 13º salários, férias, FGTS, multa de mais um salário (R$ 301 mil), além de honorários do processo.

  • Saldo de salário (21 dias): R$ 210.700,00;
  • 13º salário proporcional (3/12): R$ 75.250,00;
  • férias proporcionais (3/12): R$ 75.250,00;
  • 1/3 sobre férias proporcionais: . R$ 25.083,33;
  • FGTS rescisório (sobre saldo de salário e 13º proporcional): R$ 22.876,00;
  • Multa do art. 477, § 8º, da CLT: R$ 301.000,00;
  • Multa do art. 467 da CLT: a apurar;
  • Honorários de sucumbência: a arbitrar

O artigo 467 da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) determina que em caso de rescisão de contrato de trabalho, “havendo controvérsia sobre o montante das verbas rescisórias”, o empregador é obrigado a pagar ao trabalhador, “a parte incontroversa dessas verbas, sob pena de pagá-las acrescidas de cinqüenta por cento”.

Já os parágrafos 6 e 8 da CLT impõe que o pagamento das parcelas do acordo de rescisão deverão ser efetuados “até o primeiro dia útil imediato ao término do contrato” ou “até o décimo dia, contado da data da notificação da demissão, quando da ausência do aviso prévio, indenização do mesmo ou dispensa de seu cumprimento”. O não cumprimento sujeita o empregador a multa equivalente ao valor de um salário.

Alvaro Souza  Che

Fonte : Globoesporte.com
Foto :Marcello Zambrana/AGIF

Top