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Na véspera do jogo contra o Cruzeiro, Flu é condenado em ação trabalhista movida por Thiago Neves

Tricolor carioca terá de pagar mais de R$ 200 mil ao meia de 34 anos

Foto: Vinicius Silva / Cruzeiro

Nesta quarta (5), às 19h15 (de Brasília) Fluminense e Cruzeiro se enfrentam no Mineirão por uma vaga nas quartas de final da Copa do Brasil. Porém, nos bastidores, o duelo já começou. Pelo menos com um jogador da equipe mineira e velho conhecido da torcida tricolor. Ex-atleta do clube das Laranjeiras, Thiago Neves teve homologada a condenação contra o Fluminense, em uma ação trabalhista movida por ele, que corria desde 2015 no Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-1), conforme notificou o jornalista David Nascimento, do Lancenet.

A decisão da condenação foi assinada pela juíza Cléa Maria Carvalho do Couto, da 61a Vara. Com isso, o Tricolor carioca terá de pagar R$ 266.389,15 ao meia de 34 anos. Thiago Neves acumulou duas passagens pelo Fluminense. Na primeira, conquistou o título da Copa do Brasil e foi destaque no vice-campeonato na Libertadores. Na segunda, sagrou-se campeão do Brasileirão. Vale lembrar que, neste ano, o jogador manifestou publicamente que deseja encerrar a carreira ou no Paraná ou nas Laranjeiras.

Diego Souza move ação contra o Fluminense cobrando R$ 710 mil

Nesta quarta-feira, o meia  Diego Souza do São Paulo, entrou com uma ação no Tribunal Regional do Trabalho contra o  Fluminense cobrando R$ 710.159,33 de verbas rescisórias referentes ao fim antecipado do vínculo com o Clube, em março de março de 2016. O caso ainda será julgado.

Tendo  retornado ao Fluminense no dia 10 de janeiro de 2016, na gestão do presidente Peter Siemsen, Diego Souza  chegou a um acordo com o clube e rescindiu seu contrato no dia 21 de março do mesmo ano para ir para o Sport.

Diego pede o saldo de salário referente ao seu último mês no clube, proporcional do 13º salários, férias, FGTS, multa de mais um salário (R$ 301 mil), além de honorários do processo.

  • Saldo de salário (21 dias): R$ 210.700,00;
  • 13º salário proporcional (3/12): R$ 75.250,00;
  • férias proporcionais (3/12): R$ 75.250,00;
  • 1/3 sobre férias proporcionais: . R$ 25.083,33;
  • FGTS rescisório (sobre saldo de salário e 13º proporcional): R$ 22.876,00;
  • Multa do art. 477, § 8º, da CLT: R$ 301.000,00;
  • Multa do art. 467 da CLT: a apurar;
  • Honorários de sucumbência: a arbitrar

O artigo 467 da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) determina que em caso de rescisão de contrato de trabalho, “havendo controvérsia sobre o montante das verbas rescisórias”, o empregador é obrigado a pagar ao trabalhador, “a parte incontroversa dessas verbas, sob pena de pagá-las acrescidas de cinqüenta por cento”.

Já os parágrafos 6 e 8 da CLT impõe que o pagamento das parcelas do acordo de rescisão deverão ser efetuados “até o primeiro dia útil imediato ao término do contrato” ou “até o décimo dia, contado da data da notificação da demissão, quando da ausência do aviso prévio, indenização do mesmo ou dispensa de seu cumprimento”. O não cumprimento sujeita o empregador a multa equivalente ao valor de um salário.

Alvaro Souza  Che

Fonte : Globoesporte.com
Foto :Marcello Zambrana/AGIF

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