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Sem acordo com a Ferj, jogadores do Flu mantém redução salarial

O Fluminense segue firme na posição de não entrar em campo nas datas marcadas pela Ferj (22 e 25 de junho) e para isso, conta com o apoio dos jogadores, que além de criarem um manifesto, contra a volta da competição, também concordaram em seguir com a redução salarial.

De acordo com o portal UOL, no acordo celebrado em março entre jogadores e a direção do clube que estabeleceu a redução salarial dos atletas, foi acertado que os moldes seria redescutido em junho caso a pandemia ainda impossibilitasse a volta aos jogos. Em caso de volta das partidas, os atletas já receberiam o valor integral.

Contudo, mostrando estar alinhados com a diretoria na ideia de não entrar em campo nas datas definidas, os jogadores através de vozes ativas do elenco, como Digão, Muriel, Henrique Hudson, Nenê e até do recém chegado, Fred, assim como de mais jovens como Nino e Igor Julião, decidiram em manter os salários reduzidos, com os vencimentos devendo continuar com os descontos de 25%.

Foto em destaque: Divulgação/FFC

Fluminense acerta negociação de redução salarial com jogadores

Um dos grandes impasses desde que começou o isolamento social por conta do Novo Coronavírus (Covid-19) era de como iria ficar o contrato entre clubes e jogadores, onde depois de seguidas reuniões entre a Comissão de Clubes e o Sindicato dos Jogadores, ficou decidido a negociação individual entre clube e seus respectivos jogadores.

Desta forma, segundo informado por Victor Lessa, setorista do Flu na Rádio Globo, o clube chegou a um acordo de redução salarial durante o período de pandemia.

Através de um documento assinado pelo presidente Mario Bittencourt e Alfredo Sampaio, presidente do Sindicato dos Atletas, ficou acertado que os jogadores abrem mão de 15% do salário de março e 25% de maio. As férias de abril serão pagas metade no final de maio e a outra metade (e terço das férias) até 31 de dezembro.

Ficou combinado ainda que os Jogadores terão 10 dias de bônus de férias sem remuneração ao término da temporada.

O documento foi enviado após uma longa negociação e senão houver nenhuma contestação de última parte pelos atletas, será este o modelo de redução salarial.

Em junho, caso seja possível a realização de jogos (mesmo com portões fechados), o Fluminense voltará a pagar os 100% da remuneração aos jogadores.

Vale destacar que a comissão técnica já havia feito voluntariamente o corte nos salários nos mesmos moldes.

Após tentativas frustadas de acordo amigável, Fred aciona Cruzeiro na justiça

O atacante Fred parece mesmo disposto a deixar o Cruzeiro em 2020. Após diversas tentativas frustadas de acordo amigável para uma rescisão contratual o jogador acionou o clube na Justiça do Trabalho, buscando exatamente a rescisão do vínculo.

O processo que corre na 1ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte já tem até data para audiência marcada: dia 3 de março.

O Cruzeiro ainda não foi notificado sobre a ação e o staff do jogador disse que somente o jurídico poderia responder, indicando um contato com o advogado Fernando Moura. Por sua vez, Moura afirmou que não trabalha com ações trabalhistas e desconhecia o processo.

Marco inclusive será um mês de “justiça” para Fred, uma vez que o atacante tem uma ação marcada para o mesmo mês sobre o processo que o atacante move contra o Atlético Mineiro.

Vale destacar que segundo apuração do Canal Flunews, Fred já tem um acerto apalavrado para ser o principal jogador do Fluminense e grande instrumento para alavancar o programa de sócio torcedor. Contudo, o presidente do Fluzão, Mário Bittencourt, desmente qualquer contato com o jogador, embora confirme um interesse.

Foto: Bruno Haddad/Cruzeiro

Fonte: Globoesporte.com

Fred encaminha acordo com o Cruzeiro e deve conseguir a liberação do clube mineiro

A novela entre o atacante Fred e o Cruzeiro parece ter entrado na reta final. Segundo o repoetagem, do portal UOL Esportes, o atacante já teria chegado a um acordo com o Cruzeiro, e a rescisão estaria próxima de sair.

Ainda de acordo com o UOL, Fred teria topado imclusive em receber o valor de forma parcelada, faltando apenas a confirmação da quantia de parcelas para assinar o distrato.

O UOL informou ainda que a multa de R$10 milhões junto ao Atlético Mineiro ficará a cargo do Cruzeiro.

Vale destacar que de acordo com uma.fonte muito próxima ao jogador, já existe um acordo entre Fred e Fluminense para que o atacante volte às Laranjeiras em 2020, porém, nem jogador muito menos o presidente Tricolor, Mário Bittencourt, confirmam esse acordo.

Foto em destaque: Divulgação/Cruzeiro

Fluminense faz acordo para seguir no Ato Trabalhista

Foto: Divulgação/FFC

Tricolor comprometerá parte de sua verba da Tv.

Vivendo uma de suas maiores crises financeiras, o Fluminense busca alternativas para seguir cumprindo com suas despesas.

Uma delas é o acordo da dívida do atleta trabalhista, que para se mamter no programa, o Fluminense fez um acordo onde irá destinar parte da verba que recebe da tv para quitar sua dívida.

De acordo com informações do portal Lancenet!, a justiça determinou que R$ 1,2 milhão do que o clube recebe mensalmente do Grupo Globo seja destinado ao pagamento. Além disso, R$ 2,4 milhões da verba recebida foi depositada para pagar os atrasados.

 

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Fluminense faz acordo para pagar parcelas atrasadas do Ato Trabalhista

GloboEsporte.com

 

Na última terça-feira, o Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região deu cinco dias para o Fluminense regularizar parcelas em atraso do Ato Trabalhista. O prazo venceu, porém, um acordo foi feito para pagamento.

A assessoria de imprensa do TRT informou que houve uma reunião entre o Tricolor e o juízo gestor de execução após a intimação ter sido feita. Na ocasião, representantes da equipe das Laranjeiras garantiram que a quitação dos meses de dezembro (2018) e janeiro (2019), que totalizam R$ 2,4 milhões e citados na cobrança, seriam pagos com verba dos direitos de transmissão nos próximos dias.

O Fluminense alega que o mês de dezembro de 2018 foi quitado em 14 de fevereiro, portanto, antes da intimação do dia 19, segundo o clube uma documentação foi protocolada no processo.

O Ato Trabalhista é um parcelamento pago mensalmente pelo clube para quitar reclamatórias de ex-jogadores e ex-funcionários. Desta forma, as cobranças até 2011 são centralizadas e se evitam bloqueios judiciais de receitas. O valor mensal a ser depositado é de R$ 1,2 milhão e vence todo o dia 15. Ou seja, o mês de fevereiro igualmente já venceu.

 

 

Fluminense pode buscar no Engenhão uma alternativa ao Maracanã

Foto: Divulgação

Confusão na final da Taça Guanabara teria sido a gota d’água da conturbada relação entre Flu e Maraca.

A confusão entre Fluminense, Ferj, Vasco e Consórcio Maracanã pode melar de vez a relação entre o clube das Laranjeiras e a administração do estádio.

O Fluminense entende que foi desrespeitado pelo consórcio no episódio, uma vez que havia um contrato assinado entre as partes e, no entendimento da direção Tricolor o consórcio teria que ter feito valer o contrato e ficar ao “lado” do Fluminense na queda de braço contra Vasco e Ferj.

E exatamente por sentir essa falta de respeito, o Tricolor deverá buscar uma alternativa nos seus mandos de jogos. Em informação passada inicialmente pelo site Saudações Tricolores e, confirmada pela reportagem do Canal Flunews, o Fluminense deve buscar um acordo junto ao Botafogo para que passe os mandos do Maracanã para o Engenhão.

O Canal Flunews apurou inclusive que uma reunião deve acontecer ainda no início desta semana para que uma definição saia o mais breve possível. A intenção do Flu é dividir os custos com o alvinegro, diminuindo drasticamente o valor pago em cada jogo ao Consórcio Maracanã.

Caso haja um acordo com o Botafogo, o Fluminense ainda teria caminho livre para acionar Consórcio na justiça por quebra de contrato.

Procurada pela reportagem do Canal, a direção do Flu não confirmou um possipos acordo com o Botafogo

Flu não cumpre acordo de rescisões e vê dívida crescer

Valor que já supera os R$5 milhões pode ficar ainda maior.

Ao anunciar as rescisões de contrato de Cavalieri, Marquinho, Higor Leite, Robert e Arthur no final de 2017, a diretoria do Fluminense almejava gerar um lucro aos cofres do clube, porém, depois de descumprir o acordo feito com os atletas, a cobrança foi parar na justiça e o que era pra ser um alívio se tornou em mais dívida.

Descontentes pelo não cumprimento do acordo por parte do clube, os atletas procuraram seus direitos na justiça para receberem o valor com multa, juros e à vista.

Desta forma, de acordo com o portal Globoesporte.com, a dívida do clube já aumentou em pelo menos R$5 milhões, com chances de crescer ainda mais.

Ainda de acordo com o portal, o lateral Wellington Silva, dispensado no início de 2017,  também se encontra na mesma situação pode tomar o mesmo caminho dos ex companheiros.

 

foto: Lucas Merçon

Jornalista revela valor que Flu pagará pelo Engenhão

Equipes ainda acordaram uma dívida antiga do Tricolor.

Deivison ao fechamento do Maracanã para uma melhor manutenção do gramado do estádio, o Fluminense entrou em acordo com o Botafogo para realizar a sua próxima partida (Fluminense x Grêmio) marcada para o próximo sábado (29), no estádio do Engenhão.

Para jogar no campo da equipe alvinegra, o Tricolor, de acordo com informações do jornalista Thiago Veras, da Super Rádio Tupi, irá pagar um valor de R$ 125 mil pelo aluguel do Nilton Santos.

Ainda de acordo com o jornalista, houve um acordo entre os clubes de equacionar uma dívida antiga do Fluminense pelo aluguel do jogo contra o Avaí, pela copa do Brasil deste ano, no valor de R$ 180 mil.

 

ST,

Douglas Wandekochen

Fluminense encaminha acordo por dívida de Marquinho

Valor da venda de Richarlison será repassado diretamente ao clube italiano.

Diante de uma grave crise financeira, a diretoria do Fluminense vai se reinventando para realizar o pagamento das dívidas. Uma delas, a que o clube tem referente à negociação do meia Marquinho em 2016, que gira em torno de 1,3 milhão (R$ 6 milhões, na cotação atual), está se encaminhando para um desfecho positivo para a quitação.

Para o acordo, o Tricolor busca encaminhar parte da verba que têm direito na venda de Richarlison diretamente ao clube italiano, isso por quê, o dono da Udinese, Giampaolo Pozzo é pai do proprietário do Watford, Gino Pozzo.

O entendimento entre as partes é fundamental para evitar que a Fifa aplique punição ao Flu. Afinal, sem receber o que tinha direito, a Udinese denunciou o caso.

Da venda de Richarlison do Watford ao Everton, € 50 milhões (R$225 milhões), o Flu terá direito a 10%: 3,75 milhões de euros (R$ 17 milhões). Pagando o acordo à Udinese, ainda sobrariam R$11 milhões aos cofres do Flu.

 

ST,

Douglas Wandekochen

foto: Nelson Perez

fonte: Globoesporte.com

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