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Com um a menos, Fluminense perde para o Athletico-PR por 3 a 0 e periga entrar no Z-4

Diante do Athletico-PR, na Arena da Baixada, o Fluminense viveu um domingo para esquecer. De olho no duelo decisivo com o Cruzeiro, pela Copa do Brasil, Fernando Diniz escalou um mistão, com Gilberto, Paulo Henrique Ganso e Luciano poupados, além de Agenor suspenso. Aliás, nem o treinador, expulso contra o Bahia, pôde orientar seus jogadores à beira do campo, passando o bastão ao auxiliar Márcio Araújo.

A equipe entrou desligada e sofreu pressão desde que a bola começou a rolar. Aos 3′, a trave já havia sido carimbada por Marco Ruben. Em seguida, Rony recebeu sozinho na área, mas mandou na rede pelo lado de fora. Na terceira chegada, o gol saiu: Rony cruzou e achou Lucho González, que surpreendeu a zaga vindo de atrás para cabecear.

Novamente com Marco Ruben, o clube paranaense assustou e, dessa vez, obrigou Rodolfo a fazer sua primeira defesa. E, quando um outro ataque perigoso se desenhava, ocorreu o lance que complicou ainda mais o Tricolor. Airton deu carrinho duro em Bruno Guimarães e foi expulso, aos 30′ do primeiro tempo. Caminho livre para o adversário ampliar com Rony, de cabeça, em jogada semelhante à do gol que abriu o placar.


– A gente vem tendo muita desatenção no início das partidas, sofrendo gols até defensáveis – alertou Caio Henrique ao deixar o gramado.

Voltando do intervalo, o Flu conseguiu se arrumar, mas seguiu dominado pelo Athletico-PR. Foi então que descolou um bom lance, com Caio Henrique lançando para pequena área e Yony González quase desviando.

Com o triunfo encaminhado, os donos da casa ainda armaram mais uma grande chance, com Nikão encobrindo Rodolfo. Ele só não correu para o abraço porque Yuri, de cabeça, impediu. Entretanto, o terceiro estava amadurecendo e veio com Marcelo Cirino, em chute que bateu na perna de Nino antes de encontrar as redes.

– Nos surpreenderam na marcação no primeiro tempo. Encaixamos no segundo, mas o time já estava com um a menos. Claro que o gramado dificulta, mas não é desculpa. Nem o time misto. A gente entrou para vencer, precisávamos do resultado. Mas, quando arrumamos a equipe, era tarde – analisou Igor Julião.

É a segunda derrota seguida do Fluminense no Campeonato Brasileiro. Na 16ª colocação, precisa torcer contra o CSA, que visita o Atlético-MG, para não cair para a zona de rebaixamento ainda nesta rodada.

No próximo domingo, o compromisso é o clássico com o Flamengo, no Maracanã. Antes, quarta-feira, acontece o embate com o Cruzeiro que define o classificado às quartas-de-final da Copa do Brasil. Novo empate no Mineirão leva aos pênaltis. Matheus Ferraz (joelho direito) e Yony González (coxa esquerda) saíram com dores e são dúvida.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Airton diz que grama sintética atrapalhou, mas crê em final feliz para o Fluminense: “Nada perdido”

No desembarque no aeroporto do Galeão, no fim da tarde desta quinta-feira, Airton conversou com a imprensa sobre como a grama sintética da Arena da Baixada atrapalhou o Fluminense. No jogo de ida, os tricolores saíram derrotados por 2 a 0, mas esperançosos com uma virada no Maracanã, daqui a três semanas.

– É difícil. Eles sempre jogam lá e treinam. A gente não tem esse hábito de jogar em grama sintética, e eles aproveitam um pouco isso. Eles imprimem um ritmo muito grande por já conhecerem o gramado. Isso, até nos adaptarmos, pega de surpresa – disse o volante, completando:

– Tivemos dificuldades com a grama sintética, mas sabemos que não tem nada perdido. Dia 28, diante do nosso torcedor, vamos buscar a classificação.

Como a partida que decide o classificado à final da Sul-Americana ainda está distante, o time precisa pensar no Campeonato Brasileiro para impedir fortes emoções neste fim de temporada. Com alguma chance de cair para o Z-4, o Fluminense pega o Sport, que luta contra a Série B, no Maracanã, domingo.

– A gente sabe que precisa jogar o Brasileiro. Jogamos contra o Sport e vamos buscar os três pontos para pode pensar no Atlético mais na frente.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

 

Tricolores isentam grama sintética pelo resultado adverso

Para Marcelo Oliveira e Jadson situação do gramado não interferiu no resultado.

Grande parte das equipes no Brasil elegem a grama sintética da Arena da Baixada como a grande responsável por possíveis derrotas na casa do Furacão. Porém, o discurso adotado pelos tricolores após a derrota por 3 a 1 ante o Atlético Paranaense, foi o oposto.

Tanto para o técnico Marcelo Oliveira, quanto para o volante Jadson, o gramado sintético da Arena não foi preponderante para o resultado adverso.

–  O gramado é realmente diferente dos outros que estamos acostumados a atuar, mas a gente procura se adaptar. Não podemos botar a culpa no gramado, porque no Brasil tem muito piores que esse – comentou Jadson.

Por sua vez, Marcelo Oliveira reconheceu a força do adversário dentro de casa:

– O Atlético-PR não por acaso está há um bom tempo ganhando suas partidas no seu campo. Seja pelo bom time, pela torcida que acaba empurrando bastante. Menos pela questão da grama. Eles estão acostumados, mas não atrapalha tanto de jogar – declarou Marcelo.

A derrota para o Furacão interrompeu uma sequência de três partidas sem derrotas do Tricolor: 1 a 1 contra o São Paulo, 0 a 0 contra o Vitória e, 1 a 0 ante o Botafogo. O próximo compromisso do Flu pelo Brasileirão é no próximo domingo (23) contra a Chapecoense, na Arena Condá. Antes, a equipe comandada por Marcelo Oliveira enfrenta o Deportivo Cuenca, em Quito, no Equador, na próxima quinta-feira (21) pela Copa Sul-Americana.

 

ST,

Douglas Wandekochen

foto: Lucas Merçon

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