Em nota, Fluminense nega exclusão do Ato Trabalhista

Por meio de uma nota oficial o Fluminense desmentiu a informação de que o clube tenha sido excluído do Ato Trabalhista. Nela o clube informou ainda que sua saída foi em virtude da lei que estipula sua permanência dentro de um determinado prazo, vencido em dezembro.

Ainda de acordo com a nota, o clube dará entrada em um novo pedido, que já estaria inclusive em processo de elaboração pelo departamento jurídico.

Confira a nota na íntegra:

O Fluminense informa que, ao contrário do que foi veiculado na imprensa, o clube não foi excluído do Ato Trabalhista. Tal instrumento tem prazo definido por força de lei. Esse prazo venceu em dezembro de 2020 e o documento apresentado pelo veículo que publicou a notícia nada mais é do que o despacho de encerramento, providência obrigatória de um desembargador. Na Justiça cabe aos magistrados e somente a eles iniciar e encerrar os procedimentos.

O Ato Trabalhista em questão, obtido em dezembro de 2011, tinha duração de nove anos, prazo máximo permitido pela legislação da época. Este Ato, porém, abrangia apenas os processos trabalhistas ajuizados até 2011. Durante esse período de nove anos, o FFC pagou em torno de R$ 80 milhões de reais, sendo aproximadamente R$ 22 milhões quitados entre julho de 2019 e dezembro de 2020.

Essas explicações iniciais são necessárias para esclarecer que o clube não foi excluído do provimento do TRT, mas sim, cumpriu integralmente os pagamentos durante nove anos, restando apenas o valor remanescente referente ao período de pandemia, quando obteve através de provimento da própria Justiça o direito de quitar o saldo em 2021, o que o habilita agora a pleitear novo ato.

O Fluminense aproveita para esclarecer que dará entrada em um novo pedido de centralização das execuções restantes. Esse instrumento permite previsibilidade na quitação das dívidas, de acordo com a capacidade de pagamento das instituições.  A legislação atual, diferentemente da que vigia no ato mencionado pela matéria, prevê um prazo máximo de três anos.

O novo pedido já está em fase de elaboração pelo Departamento Jurídico e dessa vez com o objetivo de quitar os processos ajuizados a partir de 2012 (dívidas antigas que somam aproximadamente R$ 90 milhões, além dos R$ 80 milhões já pagos) e impedir as penhoras que seguem interferindo diariamente no fluxo de caixa do Fluminense. Para mais informações, favor consultar a assessoria de comunicação do clube, que está sempre à disposição da imprensa.

Após nove anos, Fluminense pode quitar ato trabalhista

Compromisso atual foi assinado em 2011, e terminou em dezembro. Com a pandemia, algumas parcelas ficaram suspensas, e o clube negocia o pagamento delas. 

O acordo que renegociou cerca de R$ 121,2 milhões, na gestão Peter Siemsen, está prestes a ser quitado faltando apenas o acerto das parcelas suspensas na pandemia.

Em abril o clube garantiu um mandado de garantia para suspender durante três meses as parcelas do Ato trabalhista. A decisão na época, foi a de postergar 50% do valor mensal equivalentes aos meses de agosto, setembro e outubro. Até que em novembro a medida foi quebrada. 

O que falta no momento, é que a diretoria tricolor negocie um prazo para quitar esses vencimentos em aberto e concluir o ato trabalhista. O acordo ao longo dos nove anos, foram aumentando de forma gradativa as parcelas. No início de 2020, o Fluminense começou pagando R$ 1,2 milhão e terminou com o valor na casa de R$ 1,4 milhão. Esses valores eram retidos diretamente do direito de transmissão dos jogos. 

O Fluminense já conversa com o Tribunal Regional do Trabalho (TRT), planejando um segundo acordo ato trabalhista visando renegociar dívidas com ex jogadores e funcionários que não estavam incluídos no primeiro plano, ou seja, que surgiram de 2011 para cá. 

Foto: Lucas Merçon/FLUMINENSE FC

Fonte: Globoesporte

Fluminense consegue suspensão no Ato Trabalhista e alivia caixa

A diretoria do Fluminense conseguiu uma boa vitória em meio a pandemia do Novo Coronavírus (Covid-19). O clube conseguiu junto a justiça uma autorização suspensão no pagamento do Ato Trabalhista por três meses.

Desta forma, o clube das Laranjeiras ganha um reforço de cerca de R$3,6 milhões no caixa do clube, uma vez que a parcela gira em torno de R$1,2 milhões mensais.

Vale destacar que essa valor equivaleria a uma folha de salário do clube antes do acordo de redução salarial com os jogadores e integrantes da comissão técnica.

Fluminense faz acordo para seguir no Ato Trabalhista

Foto: Divulgação/FFC

Tricolor comprometerá parte de sua verba da Tv.

Vivendo uma de suas maiores crises financeiras, o Fluminense busca alternativas para seguir cumprindo com suas despesas.

Uma delas é o acordo da dívida do atleta trabalhista, que para se mamter no programa, o Fluminense fez um acordo onde irá destinar parte da verba que recebe da tv para quitar sua dívida.

De acordo com informações do portal Lancenet!, a justiça determinou que R$ 1,2 milhão do que o clube recebe mensalmente do Grupo Globo seja destinado ao pagamento. Além disso, R$ 2,4 milhões da verba recebida foi depositada para pagar os atrasados.

 

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