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Fluminense pode buscar no Engenhão uma alternativa ao Maracanã

Foto: Divulgação

Confusão na final da Taça Guanabara teria sido a gota d’água da conturbada relação entre Flu e Maraca.

A confusão entre Fluminense, Ferj, Vasco e Consórcio Maracanã pode melar de vez a relação entre o clube das Laranjeiras e a administração do estádio.

O Fluminense entende que foi desrespeitado pelo consórcio no episódio, uma vez que havia um contrato assinado entre as partes e, no entendimento da direção Tricolor o consórcio teria que ter feito valer o contrato e ficar ao “lado” do Fluminense na queda de braço contra Vasco e Ferj.

E exatamente por sentir essa falta de respeito, o Tricolor deverá buscar uma alternativa nos seus mandos de jogos. Em informação passada inicialmente pelo site Saudações Tricolores e, confirmada pela reportagem do Canal Flunews, o Fluminense deve buscar um acordo junto ao Botafogo para que passe os mandos do Maracanã para o Engenhão.

O Canal Flunews apurou inclusive que uma reunião deve acontecer ainda no início desta semana para que uma definição saia o mais breve possível. A intenção do Flu é dividir os custos com o alvinegro, diminuindo drasticamente o valor pago em cada jogo ao Consórcio Maracanã.

Caso haja um acordo com o Botafogo, o Fluminense ainda teria caminho livre para acionar Consórcio na justiça por quebra de contrato.

Procurada pela reportagem do Canal, a direção do Flu não confirmou um possipos acordo com o Botafogo

Ex Flu, Cícero acerta sua volta ao futebol Carioca

foto: Divulgação

Jogador estava sem clube após deixar o Grêmio.

Sem clube desde sua saída do Grêmio no início deste ano, o meia Cícero, ex Fluminense, acertou sua volta ao futebol Carioca onde irá defender o Botafogo.

Cícero será o sexto reforço do alvinegro e já poderá inclusive estrear pela nova equipe nesta quarta-feira (06) pela estréia do clube na Copa Sul-Americana, quando o time de Zé Ricardo irá receber o Defensa Y Justicia.

Aos 34 anos, esse será o 11° clube da carreira do jogador que já defendeu grandes equipes do País, como Fluminense, São Paulo e Santos, além do Grêmio, onde foi campeão da América. O jogador ainda defendeu clubes de fora, como Hamburgo e Wolfsburg, ambos da Alemanha e Al-Gahrafa, do Qatar.

Sem acordo com o Vasco, Luís Gustavo pode pintar no Flu

Zagueiro teve atuação de destaque no returno do Brasileirão pelo cruzmaltino.

O zagueiro Luis Gustavo, de 24 anos, está em final de contrato com o Vasco, no qual o vínculo de empréstimo se encerra no próximo dia 31, não deve continuar no cruzmaltino e, seu destino pode ser às Laranjeiras.

Sem acordo com o Vasco, o jogador que é zagueiro de origem, mas atua também como lateral (tanto na direita como na esquerda) e volante, foi oferecido ao Flu e está com o nome sendo avaliado pela diretoria Tricolor.

Revelado pelo Palmeiras em 2012, o zagueiro disputou apenas 4 partidas pelo alviverde, sendo emprestado no ano seguinte ao Vitória da Bahia, onde teve mais oportunidades, disputando 62 partidas e marcando cinco gols pelo rubro-negro baiano. Depois do Vitória, o jogador acumulou passagens por Ferroviária-SP e Avaí, só voltando a se destacar na primeira metade da atual temporada, pelo Oeste-SP. As atuações o credenciou a ganhar uma oportunidade no Vasco da Gama, onde o zagueiro conseguiu acumular 34 partidas, sendo algumas delas com certo destaque, principalmente no returno do Brasileirão.

O zagueiro que ainda acumula passagens pelas seleções de base das categorias sub-15, sub-16, sub-17 e sub-20, também teria sido oferecido ao Botafogo.

 

foto – Divulgação/CRVG

Dispensado pelo Fluminense, Diego Cavalieri assina com o Botafogo

Dispensado pelo Fluminense em dezembro de 2017, Diego Cavalieri defenderá o Botafogo em 2019, depois um primeiro semestre sem jogos pelo Crystal Palace, da Inglaterra. Aos 36 anos, o goleiro, inicialmente, assume a condição de reserva e substituto de Gatito Fernandéz em eventuais convocações para a seleção paraguaia.

Apesar do longo período de inatividade, Cavalieri, que assinará por uma temporada, está bem fisicamente, segundo o preparador de goleiros do rival, Flávio Tênius. Contratado para suprir a ausência de Jefferson, que se aposentou, o jogador ganhou aprovação em General Severiano pela experiência.

– Está muito motivado, ele não vê a hora. Esse ano foi diferente, ficou um tempo sem jogar, teve essa passagem rápida na Inglaterra e também não jogou. Então ele está louco para ir a campo para trabalhar – revelou, em entrevista à Rádio Brasil, Flávio Tênius.

Diego Cavalieri deixou o Fluminense, onde se tornou campeão brasileiro em 2012, magoado com a diretoria, principalmente por ter sido comunicado sobre a demissão via WhatsApp. As partes viabilizaram um acordo para o pagamento da rescisão, mas que jamais fora cumprido. Desta forma, o atleta cobra mais de R$ 6 milhões na Justiça e, por enquanto, recebeu pouco mais de 50%.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Ex-Santos, Jubal se propõe a deixar Portugal e interessa ao Fluminense

Com poucas chances em Portugal, Jubal vem recebendo sondagens e analisa um possível retorno ao Brasil. Um dos interessados na contratação é o Fluminense, que tem a concorrência de Botafogo e Ponte Preta. Visando maior valorização no mercado, o zagueiro de 25 anos está emprestado pelo Arouca ao Portimonense, mas sequer jogou nesta temporada. A informação chega de terras lusitanas, por meio do jornal “A Bola”.

Formado no Santos e negociado há três anos para o futebol português, Jubal viveu seu auge no Arouca, em 2016, quando conseguiu uma vaga no time que, pela primeira vez, competiu na Liga Europa. Naquele ano, marcou dois gols em só 11 jogos. Cedido ao Vitória de Guimarães, em 2017, teve um bom desempenho.

Jubal estreou no profissional em 2013. Em duas temporadas, somou 21 jogos e um gol pelo Peixe. Em 2015, seu último ano no Brasil, defendeu o Avaí, por empréstimo, mas sem brilho: apenas seis partidas.

Hoje, o setor defensivo não é o que mais carece de reforços no Fluminense. Embora as permanências de Gum e Digão ainda sejam incertas, há jogadores voltando de empréstimo. Reginaldo e Nathan Ribeiro, por exemplo, devem ser reincorporados ao elenco em 2019. Nogueira, por sua vez, ainda precisa de mais rodagem, segundo a diretoria.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Abelão considera resultado ‘mentiroso’ e define performance do time: ‘Aula de futebol’

A bola pune. É a frase que melhor define o Clássico Vovô desta segunda-feira, vencido pelo Botafogo, por 2 a 1. Embora tenha sido superior durante a maior parte do jogo, o Fluminense desperdiçou chances de gol e, acima de tudo, a oportunidade de encostar nos líderes. O resultado, para Abel Braga, é mentiroso, assim como contra o Corinthians, na primeira rodada.

– Esse resultado é mentiroso. Se fosse empate, seria mentiroso também. Meu time finalizou 21 vezes, 60% de posse de bola. O goleiro (Jefferson) foi um monstro? Foi. Mas teve jogada que ele nem defendeu, chutamos para fora – disse.

A performance do time, talvez a melhor em 2018, impressionou. Orgulhoso, Abelão enalteceu o trabalho do grupo e, inclusive, disse que viu uma aula de futebol no Engenhão.

– O Fluminense, principalmente no 1º tempo, deu uma aula de jogar futebol. Eles foram uma vez e fizeram o gol. Foi brincadeira. No 2º tempo, até o segundo gol, o jogo estava igual. Eu falei para os jogadores que estou orgulhoso. O que os torcedores viram aqui foi fantástico – destacou.

Como nem tudo é perfeito, a parte defensiva é que destoou. Praticamente nulo na partida, o Botafogo ameaçou poucas vezes, mas foi preciso nas oportunidades que teve. Os gols, no entanto, saíram de bola aérea. Mas, na entrevista, o treinador deu um ‘desconto’ à zaga, que teve a entrada de Luan Peres no lugar de Frazan.

– Futebol é assim. Quantos gols de bola parada temos feito esse ano? Uma hora, há desatenção – defendeu, completando:

– Luan não teve culpa em nada, fez um jogo acima do esperado. O Botafogo teve uma jogada muito forte que não conseguiu usar hoje, com Luiz Fernando e Marcinho, e ele se posicionou muito bem.

Confira mais trechos da entrevista:

Jefferson ‘monstro’

Hoje, talvez, se tivesse o titular (Gatito) no gol, tivéssemos ganho. O Jefferson é um monstro. A defesa que ele fez no chute do Sornoza não é possível. A bola não foi reta, caiu um pouco. Eu não acreditei.

Orgulho do time

Tem dia em que você sai decepcionado, vai para casa, tem que tomar uma taça a mais de vinho para poder dormir. Mas estou orgulhoso hoje. Quem vê esse time do Fluminense, que não tem craque, não tem alguém que desequilibre, vê que tem algo a mais nesse time aí. Estou orgulhoso de ser treinador desse time, dessa rapaziada, do ambiente que nós criamos.

Ação ofensiva

Desde o ano passado, não vejo o Sornoza finalizar tanto a gol. Subidas constantes dos laterais. Perdi um jogador de profundidade, que é o Ayrton. Entraram os atacantes, não perdemos o domínio. Mas não conseguimos botar a bola para dentro.

Viagem a Potosí influenciou?

Não vou dar desculpa de nada, de viagem… Nem pensar. Corremos para caramba, jogamos para caramba.

Análise da estreia de Luan Peres

Luan não teve culpa em nada, fez um jogo acima do esperado. O Botafogo teve uma jogada muito forte que não conseguiu usar hoje, com Luiz Fernando e Marcinho, e ele se posicionou muito bem.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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Jádson marca pela primeira vez com a camisa tricolor e zoa: ‘Lei do ex’

Geralmente distante de holofotes, Jádson ficou em evidência pelo gol que sacramentou o título do Fluminense, domingo, no Clássico Vovô. Foi o primeiro pelo clube de Laranjeiras e, curiosamente, marcado diante do Botafogo, onde surgiu para o futebol.

– O mais importante é o título, meu primeiro pelo Fluminense. Também tem o gol, o primeiro aqui. Até que enfim saiu. Estava querendo muito marcar com essa camisa. Em uma final, então, é uma coisa incrível. Estou muito feliz. É a tal da lei do ex (risos). Aconteceu – zoa o volante, que cresceu no Flamengo, mas despontou em General Severiano.

Ciente do elenco enxuto que Abel Braga tem nas mãos, Jádson prefere ressaltar a garra de seus companheiros. O jogador cita a invencibilidade nos clássicos em 2018 e, seguindo a mesma linha de Gum, crê na conquista do Carioca.

– O Abel sempre disse que seria muito difícil para a gente, mas que, se a gente se esforçasse, na raça, não ia dar para ninguém, ia ser muito difícil nos vencer. O time que quer ser campeão tem que passar por isso. Nós estamos invictos em clássicos, fomos campeões do returno e vamos fortes para conquistar o Carioca – garante.

A sequência pesada requer maiores cuidados ao grupo. O Tricolor caminha para o terceiro clássico seguido – enfrenta o Vasco, quinta-feira, pela semifinal do Estadual. O volante explica a receita para chegar bem para a disputa da vaga na decisão.

– São poucos dias para se preparar, mas é escutar o que o Abel tem para passar para a gente. Claro que tivemos erros, apesar da grande vitória, e temos que trabalhar para corrigir. Só assim vamos evoluir e chegar melhor preparados para essa semifinal contra o Vasco. O restante é descanso e boa alimentação. Não tem outro jeito.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Abel Braga fala em superação e engrandece postura do time: ‘Vitória da alma’

Abel Braga relacionou o título da Taça Rio, domingo, sobre o Botafogo, à postura do time em campo. Embora mais fraco em comparação ao ano passado, o elenco esbanja superação e espírito guerreiro, o diferencial para 2018. É o que pensa o comandante.

– Vitória da alma. Estamos competindo. Não nos achamos superiores a ninguém. Respeitamos todos. Mas para ganhar da gente tem que correr, pelo menos, igual. Temos nos superado. A alma está sempre em primeiro lugar. Essa amizade que existe entre todos nós acontece em campo, uma superação incrível – declara.

A taça vai a Laranjeiras num ano de desconfiança. Depois de perder titulares, seja por dispensa ou negociação, o Fluminense tenta reconstruir sua equipe. Até pelas turbulências vividas recentemente, a conquista surpreendeu aos tricolores – entre eles, Abelão.

– É surpreendente. Essa equipe não perdeu na Taça Rio. Time titular não perdeu no Carioca. Equipe depende de encaixe. Com coletivo forte, se tivermos dois ou três em um momento bom, nos superamos. Mas se tivermos quatro ou cinco abaixo, não – analisa.

Novamente, faz-se um paralelo entre 2017 e 2018. A diferença entre o grupo de cada temporada. Para o técnico, o time atual apresenta o que faltou no último ano: competitividade.

– Ano passado, o time chegou a empolgar com futebol muito lindo, rápido, vistoso. Mas não era tão competitivo. Quando você vê as perdas… Foram onze jogadores! Temos que confiar muito naquilo que fazemos e o jogador confiar no que falamos. Nosso time titular está adquirindo confiança. No papel, de repente, não ganha dos outros. Mas dentro do campo está mostrando capacidade de reagir, enfrentar a cada palmo do campo.


Leia mais respostas de Abel Braga

Richard amarelado: substituí-lo ou mantê-lo?

O banco inteiro me dando bronca que não tirei o Richard, com amarelo. Não vou tirar, senão vou desmontar o time. Graças a Deus não levou o vermelho.

Espírito positivo e sonhador do elenco

A grande coisa desse time é que a gente coloca na cabeça um sonho. Não é assim, ir para o campo. Se tiver medo, cara, é meio caminho para trás. Pensamos sempre positivo. Quantos gols poderíamos ter feito no primeiro tempo? Está legal por isso.

Vantagem do empate contra o Vasco

Não vou falar em vantagem com eles. Eles sabem que o jogo começa 0 a 0. Se empatar, eles passam. Do outro lado estará um time muito bom, com grande treinador. Empatamos com eles outro dia. Se entramos pensando no empate, teremos problemas.

Elogio ao momento de Júlio Cesar

Virtude dele, trabalho do Marquinhos e do André. Ano passado já vinha muito bem. De repente, a saída do Cavalieri tenha dado uma confiança suplementar. Está naquele momento em que, quando chutam e você acha que não há mais chance, ele defende.

Destaque para Pedro

Joga na função mais difícil que tem hoje no futebol. O homem mais adiantado, que na hora que tem que zerar, tirar lá de trás, tem que pegar bola lá na frente, toma porrada de atacante. É difícil dar o salto. Mas é muito acima da média para a posição.

Pablo Dyego, Robinho e Richard

Até jogo passado, ninguém conhecia o Pablo. Ele entrou, escutei cochichos, vaias. Pediam Robinho… Mas eu estou no dia a dia. E hoje ele novamente entrou bem. E aí cai nas graças. Futebol jamais vai ser ciência exata. Por exemplo, Robinho foi contratado para substituir o Richarlison. Bom jogador, vem trabalhando. Mas ele só viria se o Richard viesse de contrapeso. Hoje o Richard é titular da equipe.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Abel Braga fala em superação e engrandece postura do time: ‘Vitória da alma’

Abel Braga relacionou o título da Taça Rio, domingo, sobre o Botafogo, à postura do time em campo. Embora mais fraco em comparação ao ano passado, o elenco esbanja superação e espírito guerreiro, o diferencial para 2018. É o que pensa o comandante.

– Vitória da alma. Estamos competindo. Não nos achamos superiores a ninguém. Respeitamos todos. Mas para ganhar da gente tem que correr, pelo menos, igual. Temos nos superado. A alma está sempre em primeiro lugar. Essa amizade que existe entre todos nós acontece em campo, uma superação incrível – declara.

A taça vai a Laranjeiras num ano de desconfiança. Depois de perder titulares, seja por dispensa ou negociação, o Fluminense tenta reconstruir sua equipe. Até pelas turbulências vividas recentemente, a conquista surpreendeu aos tricolores – entre eles, Abelão.

– É surpreendente. Essa equipe não perdeu na Taça Rio. Time titular não perdeu no Carioca. Equipe depende de encaixe. Com coletivo forte, se tivermos dois ou três em um momento bom, nos superamos. Mas se tivermos quatro ou cinco abaixo, não – analisa.

Novamente, faz-se um paralelo entre 2017 e 2018. A diferença entre o grupo de cada temporada. Para o técnico, o time atual apresenta o que faltou no último ano: competitividade.

– Ano passado, o time chegou a empolgar com futebol muito lindo, rápido, vistoso. Mas não era tão competitivo. Quando você vê as perdas… Foram onze jogadores! Temos que confiar muito naquilo que fazemos e o jogador confiar no que falamos. Nosso time titular está adquirindo confiança. No papel, de repente, não ganha dos outros. Mas dentro do campo está mostrando capacidade de reagir, enfrentar a cada palmo do campo.

Leia mais respostas de Abel Braga

Richard amarelado: substituí-lo ou mantê-lo?

O banco inteiro me dando bronca que não tirei o Richard, com amarelo. Não vou tirar, senão vou desmontar o time. Graças a Deus não levou o vermelho.

Espírito positivo e sonhador do elenco

A grande coisa desse time é que a gente coloca na cabeça um sonho. Não é assim, ir para o campo. Se tiver medo, cara, é meio caminho para trás. Pensamos sempre positivo. Quantos gols poderíamos ter feito no primeiro tempo? Está legal por isso.

Vantagem do empate contra o Vasco

Não vou falar em vantagem com eles. Eles sabem que o jogo começa 0 a 0. Se empatar, eles passam. Do outro lado estará um time muito bom, com grande treinador. Empatamos com eles outro dia. Se entramos pensando no empate, teremos problemas.

Elogio ao momento de Júlio Cesar

Virtude dele, trabalho do Marquinhos e do André. Ano passado já vinha muito bem. De repente, a saída do Cavalieri tenha dado uma confiança suplementar. Está naquele momento em que, quando chutam e você acha que não há mais chance, ele defende.

Destaque para Pedro

Joga na função mais difícil que tem hoje no futebol. O homem mais adiantado, que na hora que tem que zerar, tirar lá de trás, tem que pegar bola lá na frente, toma porrada de atacante. É difícil dar o salto. Mas é muito acima da média para a posição.

Pablo Dyego, Robinho e Richard

Até jogo passado, ninguém conhecia o Pablo. Ele entrou, escutei cochichos, vaias. Pediam Robinho… Mas eu estou no dia a dia. E hoje ele novamente entrou bem. E aí cai nas graças. Futebol jamais vai ser ciência exata. Por exemplo, Robinho foi contratado para substituir o Richarlison. Bom jogador, vem trabalhando. Mas ele só viria se o Richard viesse de contrapeso. Hoje o Richard é titular da equipe.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Júlio César comenta espera por titularidade e destaca a união do grupo

Dono de lindas defesas na final da Taça Rio, Júlio César demorou a assumir de vez a meta do Fluminense. Foram cerca de quatro anos sendo sombra de Diego Cavalieri, dispensado em dezembro passado. A hora chegou e, aos poucos, o goleiro constrói uma imagem positiva perante a torcida.

– Quando cheguei, em 2014, o Diego tinha alcançado títulos – a história dele tem que ser respeitada. Fui degrau por degrau, escalando. Em 2016, ele, infelizmente, se lesionou. Eu tive uma sequência de quase 15 jogos. Foi bom para mim, pois ficar sem jogar é péssimo, perde ritmo de jogo, velocidade. Em 2017, o Diego se machucou no primeiro jogo. Eu tenho sequência novamente. E aí acabamos revezando no ano passado. Esse ano, aconteceram essas mudanças no grupo, incluindo a saída do Diego, e eu assumi a titularidade. Sabendo da importância e da grandeza que o Fluminense tem – afirmou, durante bate-papo no Seleção SporTV desta segunda-feira.

A ausência daquela figura que desequilibra e decide jogo é notada até pelos jogadores. Júlio César, porém, destaca a união como principal qualidade do elenco e torce por voos maiores.

– É um grupo que não tem um craque que tira três ou quatro jogadores da frente, que faz o diferencial. Mas nós temos um grupo unido. De mãos dadas, a gente consegue fazer coisas grandes e vencer grandes jogos.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

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