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Ferj volta a cobrar mais de Flu e Botafogo na 5° rodada da Taça Rio

A Federação de futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) divulgou neste sábado (04), o boletim financeiros das partidas válidas pela última rodada da Taça Rio. E Fluminense e Botafogo tiveram os custos operacionais aproximadamente seis vezes maior que Vasco e Flamengo.

Enquanto as despesas operacionais nos jogos do Tricolor e do Alvinegro foram, respectivamente, R$ 13 mil e 12 mil; os custos do Rubro-negro foi R$ 2,8 mil e do Alvinegro foi R$ 1,9 mil.

Vale ressaltar que, por não terem sido mandantes, Bota e Flu dividiram os custos em 50/50 com Portuguesa e Macaé. Mesmo assim, as despesas operacionais ficaram superiores às dos outros dois grandes.

Na rodada anterior a Ferj havia cobrado valores 10 vezes superiores à dupla, em relação a Fla e Vasco.

Confira o boletim financeiro referente à 5° rodada da Taça Rio

Fonte: Globoesporte.com
Foto: Úrsula Nery / FERJ

Em ação conjunta Fluminense e Botafogo volta a criticar a Ferj: “Show de horrores”

Na véspera da partida válida pela semi-final da Taça Rio, Fluminense e Botafogo, em uma ação conjunta, emitiram uma comunicado oficial reafirmando posicionamento dos clubes com relação a volta do futebol em meio a pandemia, além de criticar veemente a Federação de Futebol do Rio de Janeiro, considerando um “Show de horrores” o que está acontecendo no futebol Carioca.

A dupla cita os ataques sofridos e os constrangimentos gerado pela Federação, no período em que se discutia a volta do estadual. E até mesmo após os clubes cederem e concordarem em retornar a competição.

No texto diz ainda queA FERJ se esforçou e conseguiu desvalorizar sobremaneira o produto pelo qual deveria trabalhar visando o sucesso, que é o Campeonato Carioca

Fluminense e Botafogo entram em campo neste domingo (05), às 16h, no Estádio Nilton Santos, para decidir quem avançará a final da Taça Rio. Vale Lembrar que o Tricolor tem a vantagem do empate, por ter feito melhor campanha.

Confira a nota na íntegra de Fluminense e Botafogo

Botafogo e Fluminense foram obrigados a sair de seus domínios, em várias ocasiões, para jogar em estádios precários, em condições de risco e de exaustão, enquanto outros clubes, mais alinhados, mandaram todos os seus jogos em seus estádios; Apesar de dizer que os jogos do retorno seriam apenas em três estádios – Maracanã, São Januário e Nilton Santos, a Ferj fez o Botafogo jogar na Ilha do Governador e o Fluminense em Bacaxá, sem poder se concentrar, ou seja, tendo que viajar duas horas de ônibus no dia do jogo;

Botafogo e Fluminense tiveram que lutar para não serem obrigados a jogar após apenas um ou dois dias de treinamento, colocando em risco a saúde e a integridade física de seus atletas. E tudo isso sob o argumento pueril de que treinamentos estariam liberados, quando o índice de contaminação explodia e vidas estavam sendo perdidas em filas de hospital. Quando serviços muito mais importantes estavam ainda proibidos de funcionar por razões tão óbvias que dispensariam discussões. Muito menos retaliações.

Em atitude que em tudo contraria o espírito democrático e a liberdade de expressão, o treinador Paulo Autuori foi punido na véspera do primeiro jogo em razão de declarações em entrevista em que brilhou pela sensatez. Em sinal de protesto, Autuori não comandou a equipe na partida, mas suas palavras estavam em campo, para nos representar. A todos os que professam a empatia, o respeito ao próximo;

O Botafogo foi punido ainda com perda de mando porque contestou a conta absurda e astronômica para a operação do estádio Nilton Santos, dez vezes mais cara do que a que outros clubes pagaram para jogar no… Maracanã! Uma clara atitude de retaliação por seu posicionamento a favor da vida, somente de nossos clubes foram cobrados valores exorbitantes por despesas operacionais. A mesma cobrança exorbitante ocorreu com Fluminense, ao jogar no estádio Nilton Santos e em… Bacaxá!

Quando tudo parecia já grotesco, os clubes se viram punidos com a perda de um contrato essencial para sua subsistência, que é o contrato de direitos de transmissão da Globo. A emissora argumentou em sua notificação que a Ferj falhou em garantir a exclusividade na transmissão de um jogo de um dos cedentes de diretos, o que gerou a ruptura do contrato de TV e que causa prejuízos a Fluminense e Botafogo no montante estimado de 120 milhões de reais, somados o que os dois clubes têm a receber nos próximos quatro anos. Sem entrar aqui em considerações sobre a responsabilidade da emissora por sua participação na condução do episódio, sem deixar de entender a forte influência de discussões paralelas com um dos clubes, o fato é que o conjunto de agremiações se viu arrastado de roldão, embrulhado em uma confusão para a qual não contribuiu. Sequer fomos consultados em Arbitral sobre os riscos desta decisão;

Estamos chegando ao fim de uma competição em que as verdadeiras lutas se deram fora de campo e de forma totalmente inadequada. Com reuniões às escuras, intensa atividade em práticas de bastidores, indisfarçável ligação simbiótica com outros clubes, descumprimento de contratos, chuva de liminares e um comportamento incompatível com a de uma liderança em momentos de crise. A FERJ se esforçou e conseguiu desvalorizar sobremaneira o produto pelo qual deveria trabalhar visando o sucesso, que é o Campeonato Carioca.

Não bastasse o constrangimento de sermos obrigados a retomar o Campeonato Carioca, convivendo com registros de mais de 63 mil mortes no Brasil, com média superior a 1.200 por dia, tivemos que relembrar, em vão, esse marco fúnebre em reuniões sucessivas do Conselho Arbitral da FERJ. A insensibilidade evidenciou que os números alarmantes não passam de fria estatística àqueles que parecem não entender a função social do futebol: impactar a vida das pessoas, pautar costumes e atitudes.

Fluminense e Botafogo foram fortemente atacados pela FERJ e por outros clubes quando tiveram posição de bom senso de preservar seus atletas e funcionários ao seguir as recomendações da quarentena. Definitivamente, retornar competições com o inexplicável açodamento – com o calendário nacional ainda indefinido – não era a melhor mensagem a se transmitir por parte de tão importantes influenciadores.

Botafogo e Fluminense entendem que este é um momento em que a solidariedade deve prevalecer. Por isso, estão unidos e pedem que seus torcedores façam o mesmo. Unidos em torno da exigência de respeito. Do tratamento digno. Da preservação da honradez nas relações. Por isso estão lançando aqui as bases de uma associação entre os dois clubes para a discussão de direitos. Quem quiser participar será bem-vindo. Importante frisar: no futebol ou na vida, ninguém joga sozinho. É tempo de solidariedade.


Foto: Divulgação

Flu e Botafogo entram com ação no STJD nesta sexta-feira

Assim como previsto, a dupla Fluminense e Botafogo, entraram com um recurso no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) na tarde desta sexta-feira (19), pedindo o adiamento de suas partidas do Campeonato Carioca, que estão marcadas para a próxima segunda-feira (22). A dupla teve o pedido negado pelo TJD-RJ nesta quinta-feira.

O presidente do STJD, Paulo César Salomão Filho, confirmou o recebimento da ação do Tricolor e do Alvinegro e rapidamente entrou em contato com a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) para marcar uma reunião que está prevista para acontecer hoje mesmo, às 18h.

Flu e Botafogo pedem que a seus jogos sejam remarcados para o início de julho, pedindo entre 10 e 15 dias para que os atletas tivessem tempo hábil de treinamento. Ambos confirmaram que não entrarão em campo na próxima segunda e quarta-feira, pela quarta e quinta rodada da Taça Rio.

Fonte: UOL
Foto: Lucas Merçon / Fluminense – Vítor Silva/SSPress/Botafogo

Flu é o único dos quatro grandes do Rio a não demitir funcionários

Mesmo diante das dificuldades enfrentadas pelo clube neste período de pandemia de coronavírus, a diretoria do Flu vem trabalhando para manter o salário, e consequentemente o emprego de todos seus colaboradores.

Enquanto, Vasco, Flamengo e Botafogo juntos já anunciaram o desligamento de 152 profissionais, sendo 50 pelo Cruzmaltino, 40 pelo Alvinegro e 62 pelo Rubro-Negro, o Tricolor, até aqui, é único dos quatro grandes que não anunciou a demissão de funcionários.

Foto: divulgação Cidade de Niterói

#DiadeFlu! Tricolor encara o Botafogo pelo primeiro jogo da final do Carioca de 2012

A primeira partida da decisão do Campeonato Carioca 2012 está marcada para as 15h, com transmissão do canal por assinatura Sportv. E o tricolor vai em busca de seu trigésimo primeiro título estadual, contra o alvinegro.

Divulgação: FFC

Em seu blog PVC destaca “Palmeiras, Botafogo e Fluminense foram os líderes do bom senso”

O jornalista Paulo Vinicius Coelho destacou as posições de liderança das equipes para que houvesse a paralisação dos estaduais de Rio e São Paulo, diante da pandemia que afeta não apenas o esporte, mas todas as esferas da sociedade no âmbito mundial.

Após as rodadas do último final de semana dos campeonatos estaduais, as federações, que tinham a autonomia por parte da CBF para decidir o futuro de suas competições, optaram pela suspensão dos jogos.

Nesta segunda-feira, a Federação Paulista de Futebol (FPF) anunciou pela manhã a paralisação do Paulistão. Já a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ), após três horas de reunião, seguiu o mesmo caminho.

Entretanto algo que teoria parecia ser apenas uma reunião para bater o martelo e determinar os cancelamentos das partidas, se tornou uma polêmica. Isso porque, houve quem divergisse e fosse favorável a continuação dos torneios, o que gerou motivos de criticas e até mesmo indignação por parte da mídia jornalistica.

Clubes como Santos, São Paulo, Flamengo e Corinthians (que só mudou de opinião após ter seu jogador Luan submetido a exames para saber se portava o corona vírus) foram contrários a paralisação do Paulistão e do Carioca. Enquanto Fluminense, Botafogo e Palmeiras insistiram na suspensão por tempo indeterminado das competições.

A sugestão para a continuação seria a antecipação das últimas rodadas das fases de grupos do Campeonato Paulista e Taça Rio, restando apenas o mata-mata. Para os clubes pequenos, o principal argumento era em relação aos contratos dos jogadores, pois, a ideia era liberar os atletas cujos contratos terminam no final do estadual. E a paralisação obriga a uma renovação mesmo sem haver calendário, para algumas equipes, no segundo semestre

PVC destaca ainda que “as posições de liderança de Palmeiras, Botafogo e Fluminense foram decisivas para os campeonatos de São Paulo e Rio de Janeiro não passarem pelo ridículo de não serem paralisados”

Fonte: globoesporte.com

Jogadores planejam protesto durante jogos da rodada

Cumprindo recomendação do governo para evitar concentração de pessoas em locais que pudesse ter uma grande aglomeração, como nos estádios de futebol, a Ferj determinou que os jogos dessa terceira rodada da Taça Rio acontecesse de portões fechados.

Contudo, os jogadores se mostraram contrariados pois achavam por bem a paralisação total do Campeonato, a fim de evitar qualquer tipo de contágio entre os atletas.

Como não houve a paralisação do tornei, jogadores de Fluminense, Botafogo e Vasco decidiram protestar durante os jogos da rodada.

Em acordo com o Sindicado de Atletas de Futebol do Rio de Janeiro (Saferj) os atletas taparão a boca com uma das mãos antes, durante os jogos e até em eventuais comemoração de gols. O gesto também será repetido na entrada em campo durante a saída dos vestiários e até mesmo no cara ou coroa.

O gesto será parecido ao já realizado por Fluminense e Flamengo em 2015, quando na época os jogadores protestaram por conta de uma suspensão imposta a Vanderlei Luxemburgo pelo treinador ter criticado a Federação de Futebol do Rio de Janeiro, a Ferj.

De acordo com o Saferj, os jogadores do Flamengo não participaram da ação porque a ideia surgiu após a partida entre Flamengo e Portuguesa-RJ, que aconteceu no último sábado (14) no Maracanã.

Após o jogo no entanto, o capitão rubro-negro, Diego, e até mesmo o técnico Jorge Jesus se manifestaram também em favor da paralisação do Campeonato, principalmente no caso rubro-negro que houve contato dos jogadores com o vice-presidente de consulados e embaixadas rubro-negro, Maurício Gomes de Mattos testar positivo para o vírus.

Flu tira “Honda” após clássico contra Botafogo

Tricolor dá sugestão culinária de jantar para a noite deste domingo e assistir à cerimônia do Oscar 2020

Depois da vitória por 3 a 0 contra o Botafogo na tarde do último domingo, o perfil oficial do Fluminense no Twitter postou uma foto recomendando um jantar de comida japonesa para os tricolores na noite. Em alusão à chegada de Keisuke Honda, que presenciou a derrota do Alvinegro e queda do técnico Alberto Valentim.


Com o resultado deste domingo, o Tricolor vai enfrentar o Flamengo na semifinal da Taça Guanabara. A partida está marcada para esta quarta-feira, às 20h30 (de Brasília), no Maracanã. Por ter sido líder de seu grupo, o Fluminense terá a vantagem do empate.

Fonte: Globo Esporte

Goleada do Fluminense provoca demissão de Alberto Valentim no Botafogo

Alberto Valentim não resistiu à goleada por 3 a 0 para o Fluminense e, junto do seu auxiliar, Fernando Miranda, acabou demitido do Botafogo ainda nesse domingo, conforme informado pelo próprio Alvinegro nas redes sociais. O rival entrou em campo no Maracanã já sem chance de classificação à semifinal da Taça Guanabara.

Treinador e diretoria se reunirão nessa segunda-feira em busca de acordo sobre a multa rescisória de R$ 1 milhão.

Publicado por: Nicholas Rodrigues.

Luccas Claro valoriza vitória sobre Botafogo e destaca clássico com Fla: “Até então, jogo mais importante do ano”

A goleada por 3 a 0 sobre o Botafogo não só garantiu a classificação em primeiro lugar do grupo B, mas ainda elevou a confiança do Fluminense, que decide com o Flamengo um dos finalistas da Taça Guanabara. É o que pensa Luccas Claro.

— Sem confiança não se ganha jogo. Precisamos disso. Foi uma pré-temporada curta, não deu para trabalhar muito. E o Fluminense foi evoluindo a cada partida. Sem dúvida, estamos preparados para esse jogo, que vai ser grande e dificílimo. Mas temos condições, sim, de vencer – disse.

O zagueiro, inclusive, não poupou adjetivos para definir o clássico de quarta-feira, no Maracanã.

— É um jogo importantíssimo, enorme, que vale muito. Até então, o jogo mais importante do ano. Faremos de tudo para vencer – garantiu, para completar:

— Será um jogo dificílimo. É clássico. A diferença é que, agora, é mata-mata. Você perde e já não tem mais tempo de recuperar. Nós vamos entrar com tudo. Sabendo que o jogo vai ser difícil, mas sempre confiando no nosso potencial. É descansar bem nesses dois dias que temos para entrar forte na partida.


CONFIRA OUTRAS FALAS DO ZAGUEIRO

Postura no Clássico Vovô e preparação para Fla-Flu: “Sempre tem que entrar sério, para ganhar. Foi o que fizemos. Agora é concentrar, descansar. Não temos muito tempo para isso. Mas, da melhor forma possível, vamos nos preparar para o próximo jogo”.

Vencer sem sofrer gols: “É importante. Nós nos cobramos muito para isso. Principalmente a linha de quatro defensiva. Esperamos manter isso para o próximo jogo”.

Titularidade: “É aproveitar as oportunidades que estou tendo. A alegria de estar jogando futebol, de estar dentro de campo… Viver cada momento, cada jogo, sem pensar muito na frente. É o que eu tenho feito. Graças a Deus, estou muito feliz com meu desempenho”.

Matheus Ferraz: “É um grande jogador e uma excelente pessoa. Está voltando pouco a pouco por conta da lesão. Não tenho dúvida de que ele vai adquirir a sua melhor forma e vai nos ajudar muito. Tem que ter um pouco de paciência. O Fluminense já sabe da qualidade dele. Os torcedores têm total confiança no Matheus”.


Publicado por: Nicholas Rodrigues.

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