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Fluminense resiste ao Z-4 no 1º semestre e terá sequência no Rio após Copa América

À beira da zona de rebaixamento, com apenas oito pontos, o Fluminense busca recuperar os jogadores lesionados e crescer no Brasileirão após a pausa para a Copa América. No mês que vem, a equipe de Fernando Diniz, castigada pelo calendário das primeiras rodadas, emenda uma sequência de cinco jogos no Rio de Janeiro, com um clássico com o Vasco em São Januário, na véspera da FluFest.

De acordo com a tabela divulgada pela CBF na semana passada, o clube retoma o campeonato diante do Ceará, às 20h do dia 15, segunda-feira. Só volta a jogar longe de seus torcedores em 10 de agosto, em Belo Horizonte, contra o Atlético-MG. Veja detalhes das rodadas 10 a 15:


10ª Rodada 
15/07 – DOM – 19h – Maracanã
Fluminense x Ceará 

11ª Rodada 
20/07 – SÁB – 17:00 – São Januário 
Vasco x Fluminense 

12ª Rodada 
27/07 – SÁB – 19h – Maracanã
Fluminense x São Paulo

13ª Rodada 
03/08 – SÁB – 19h – Maracanã
Fluminense x Internacional

14ª Rodada 
10/08 – SÁB – 19h – Independência
Atlético-MG x Fluminense

15ª Rodada 
18/08 – DOM – 16h – Maracanã
Fluminense x CSA


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Após empate com a Chape, Diniz critica arbitragem e lamenta série de lesões no Fluminense

Treinador tricolor reclamou das inúmeras paralisações do juiz e disse ser “bem-vinda” a parada para a Copa América

Foto: Lucas Merçon / FFC

Repleto de desfalques, o Fluminense foi até Chapecó enfrentar a Chapecoense e voltou para o Rio de Janeiro com um ponto na bagagem. Apesar da expulsão de Allan na segunda etapa, o Tricolor segurou o 1 a 1 com a equipe catarinense e se manteve na 16ª posição, fora da zona de rebaixamento. Após a partida, Fernando Diniz elogiou a postura de seus atletas, mas fez questão de criticar a atuação da arbitragem, que segundo o treinador paralisou o jogo muitas vezes. Ainda de acordo com o técnico do clube das Laranjeiras, o time melhorou no segundo tempo e poderia ter conseguido um resultado mais satisfatório.

“Foi um jogo atípico, com muitas paradas da arbitragem, VAR, muita bola aérea da Chapecoense. Sofremos com tudo isso, mas conseguimos um domínio. Faltou mais tranquilidade no último terço do campo. Em termos de qualidade de jogo, sim, fiquei satisfeito. De resultado, não. Poderíamos estar com mais sete pontos pelos jogos que a gente fez. Hoje, tomamos o gol muito cedo em uma bola muito forte do Everaldo. Depois, tivemos o domínio, mas sem criar tantas chances. No segundo tempo fomos mais contundentes”.

Perguntado sobre as lesões em sequência no Fluminense, Diniz afirmou que os atletas sem condição de jogo fazem falta e comemorou a parada de um mês para a Copa América. Para ele, é difícil manter uma evolução no entrosamento quando muitas mudanças precisam ser feitas.

“São lesões acidentais. A única muscular é do Yony González. O restante é ligamento, menisco, fratura… O Digão está em processo final de recuperação. Está fazendo falta… Estamos mexendo muito no time, isso dificulta. Não tem solução mágica, temos que trabalhar em todas as frentes. Após a janela, saberemos o time que vai continuar com a gente. Essa parada vai ser muito bem-vinda. Vamos ver quem mais vai sair de imediato para ter um time com menos mudanças”.

Por fim, o comandante tricolor fez uma breve análise do empate com a Chapecoense, onde aproveitou para novamente reclamar da performance do árbitro do jogo. De acordo com Diniz, o duelo não teve “fluência”.

“A gente voltou para o segundo tempo jogando bem, foi nosso melhor momento. Quando empatamos, o jogo ficou diferente. Muita interrupção, muita falta, muito lance duvidoso. Isso cria receio no time. O jogo não teve fluência. Muita falta, muita bola parada”.

Gum deve ser titular e reencontra o Fluminense

Crédito: Reprodução

A partida desta quinta-feira (13) terá um elemento especial. O zagueiro Gum vai enfrentar o Fluminense pela primeira vez após a saída do clube. O jogador, que vestiu as três cores por 414 jogos é provável titular no time de Chapecó.

Do lado Tricolor, Gum vai ver alguns velhos conhecidos, como o zagueiro Frazan, o lateral Igor Julião, Daniel e os meninos João Pedro e Marcos Paulo. Porém, várias figuras são novas para o zagueiro, Agenor, Nino, Caio Henrique, Ganso, Allan e Brenner.

O zagueiro que veste a camisa número três, tem um gol anotado pela Chapecoense. Pelo Fluminense, ao longo de sua passagem pelo clube que durou nove anos, ele marcou 29 gols em jogos oficiais.

A partida será realizada na Arena Condá a partir das 20h. Ambos os times têm sete pontos no torneio, desta forma a vitória é importante para os dois lados.

Sem Luciano, Marcos Paulo e João Pedro devem começar juntos pela primeira vez entre os profissionais

Foto: Divulgação/FFC

O Fluminense viaja até Chapecó para enfrentar a Chapecoense pela nona rodada do Campeonato Brasileiro, sem seu principal artilheiro, Luciano, que pediu para não ser relacionado para o jogo evitando desta forma estourar o limite de setes jogos com a camisa Tricolor.

Sem o camisa 18, a oportunidade deve cair no colo de Marcos Paulo, sensação da base Tricolor ao lado de João Pedro, que já brilha também pelos profissionais.

Caso seja mesmo confirmada a escalação de Marcos Paulo, será a primeira vez que a dupla terá a oportunidade de refazer a parceria iniciando uma partida entre os profissionais.

Marcos Paulo que estava estava com a seleção de Portugal na disputa do Torneio de Toulon, na França, voltou ao Brasil na última semana e, entrou durante o intervalo no Fla-Flu e foi um dos destaques do Tricolor na partida.

Chapecoense e Fluminense se enfrentam nesta quinta-feira às 20h no estádio Arena Condá, em Chapecó.

Caio Henrique diz estar se adaptando à lateral-esquerda e avalia conversa com Mário e Celso

Meio-campo de origem, jogador lamentou a lesão de Matheus Ferraz e comentou sobre a ascensão dos ‘Moleques de Xerém’

Foto: Mailson Santana / FFC

Caio Henrique é um dos principais destaques do Fluminense nesta temporada. Contratado após uma temporada aquém no Paraná em 2018, o jogador aos poucos conquistou seu lugar na equipe titular e, acumulando boas atuações, se tornou peça chave no esquema de Fernando Diniz, mesmo fora de sua posição. Volante de origem, ganhou a posição na lateral-esquerda após a ausência de Mascarenhas e desde então não saiu mais. Em entrevista coletiva concedida no CTPA, o atleta de 21 anos comentou sobre a improvisação no Tricolor e disse estar apto a dar seu melhor seja onde for.

“Estou me adaptando cada dia melhor na lateral esquerda. Sou meio de campo de origem, mas estou à disposição do Fluminense para jogar onde o Diniz precisar. Se for de lateral, vou dar o meu melhor. Se for no meio, vou dar o meu melhor”.

O volante/lateral aproveitou para rasgar elogios aos jovens da base tricolor, que vem entrando na equipe e dando conta do recado, como por exemplo a dupla João Pedro e Marcos Paulo. De acordo com ele, a troca de experiência dos mais velhos com os ‘Moleques de Xerém’ é essencial para que a mescla continue dando certo.

“Os meninos que estão entrando tem qualidade, ousadia, procuram sempre atacar. Estão se sentindo à vontade no clube. É importante que os mais experientes como o Ferraz, o Ganso, o pessoal mais rodado, dê suporte. Acho que por isso tem dado certo também”.

Caio Henrique também lamentou a lesão de Matheus Ferraz. Xerife da defesa tricolor, o zagueiro rompeu os ligamentos cruzados do joelho e dificilmente voltará a atuar em 2019. Para ele, o Fluminense perdeu uma ‘referência’ dentro de fora de campo.

“Sobre o Matheus, todo mundo ficou triste. É um cara que dentro e fora de campo passa muita tranquilidade para a gente. É uma referência. Acho que vivia seu melhor momento na carreira. Torcemos para que se recupere o mais rapidamente possível”.

Perguntado sobre a situação política do clube, que elegeu um novo presidente no último final de semana, o jogador destacou que espera que o mandatário consiga resolver os problemas que a instituição vem passando. Caio ainda revelou que a breve conversa com Mário Bittencourt e Celso Barros foi bastante positiva.

“É muito cedo para avaliar, mas o discurso foi muito positivo. Desejamos um bom mandato para eles, que eles consigam resolver os problemas que o Fluminense está passando”.

Por fim, comentou sobre o reencontro de Fluminense e Gum, que ficou por praticamente 10 anos nas Laranjeiras. De acordo com ele, o zagueiro adversário foi muito vencedor pelo Tricolor e o confronto será legal de assistir. O time de Fernando Diniz enfrenta a Chapecoense na próxima quinta (13), às 20h (de Brasília), na Arena Condá, pela nona rodada do Campeonato Brasileiro.

“Vai ser um jogo legal pra ambas as partes. Quando não estava no Fluminense, acompanhava bastante. O Gum é uma referência dentro do clube, os torcedores têm carinho por ele. É vencedor aqui dentro. Vai ser legal para quem assistir. Desejo um bom jogo pra ele, mas a vitória para o Fluminense”.

Após boa atuação no Fla-Flu, Frazan destaca relação de confiança com Diniz

Zagueiro avaliou seu desempenho no clássico como o “melhor com a camisa do Fluminense” e agradeceu apoio do treinador

Foto: Lucas Merçon / FFC

Diante das lesões que vem assombrando a equipe do Fluminense, Frazan viu uma oportunidade surgir e, até agora, vem desfrutando muito bem da mesma. Atualmente, Matheus Ferraz, Digão e Léo Santos estão machucados, deixando uma lacuna aberta no sistema defensivo do Tricolor carioca. Com isso, o jovem zagueiro ganhou espaço e, no Fla-Flu do último final de semana, foi um dos destaques em campo. Revelado pelas categorias de base de Xerém, o jogador afirmou que o clássico foi sua ‘melhor partida com a camisa do Fluminense’. Para ele, o time não se intimidou apesar dos desfalques – 11 no total -, e merecia ter saído do Maracanã com a vitória.

“Considero a minha melhor atuação com a camisa tricolor. Vinha treinando muito bem e estava confiante em colocar em prática tudo aquilo que vinha fazendo nos treinamentos. Eu, Julião, Yuri e todos os outros treinamos muito para chegar no jogo e fazer tudo que o Diniz nos pede. Foi um bom jogo nosso. Não nos intimidamos com os desfalques e conseguimos impor nossa maneira de jogar. Merecíamos mais sorte”, disse.

Frazan também fez questão de agradecer ao treinador Fernando Diniz e aproveitou para atribuir a ele seu bom nível de desempenho. O zagueiro afirmou que o comandante passa confiança e apoio aos atletas a todo momento, o que faz grande diferença na hora dos jogos.

“A minha relação com o Diniz é excelente. Desde que chegou aqui ele sempre procurou me passar muita confiança. Antes do jogo ele me passou tranquilidade e ainda mais confiança. Disse que era só eu repetir o que vinha fazendo nos treinamentos que daria tudo certo. Ele é um treinador que procura sempre conversar e passar apoio a todos”, concluiu.

Se no Fla-Flu Frazan atuou ao lado do volante Yuri, improvisado, na partida contra a Chapecoense ele terá ao seu lado um defensor de origem. Nino, que cumpriu suspensão no clássico regional, estará de volta e deve formar a dupla de zaga com o jovem oriundo de Xerém. Fluminense e Chape se enfrentam nesta quinta-feira (13), às 20h (de Brasília), na Arena Condá, pela nona rodada do Campeonato Brasileiro. O duelo é uma briga direta pela fuga da parte de baixo de tabela.

Com Gilberto mais uma vez de fora, Igor Julião deve ser mantido contra a Chapecoense

Lateral-direito voltou a sentir dores no joelho, ficou de fora do treino e está vetado do duelo contra os catarinenses

Foto: Mailson Santana / FFC

Ainda sentindo dores no joelho direito, Gilberto está de fora da partida contra a Chapecoense, na próxima quinta-feira (13), às 20h (de Brasília), na Arena Condá, pela nona rodada do Campeonato Brasileiro. O lateral-direito ficou de fora do treinamento desta última terça no CTPA e teve sua ausência confirmada. Com isso, Igor Julião, titular no Fla-Flu, deve ser mantido na posição. Reserva imediato na lateral, o jogador de 24 anos foi participativo no clássico e criou boas jogadas pelo lado direito do campo.

Vale lembrar que o incômodo sentido por Gilberto é no mesmo joelho que o tirou de praticamente todo o segundo semestre em 2018. Nenhuma lesão foi constatada no local, mas o atleta sente dores que o impedem de treinar normalmente. Além de ter ficado de fora contra o Bahia, o lateral não atuou no clássico contra o Flamengo, no último final de semana.

Foto: Mailson Santana / FFC

Gilberto tem apenas seis jogos no Brasileirão, ou seja, ainda não excedeu o limite de partidas e pode se transferir para outro clube da Série A, caso receba alguma proposta que agrade. Vivendo uma situação financeira bastante complicada, o Fluminense deve direitos de imagem desde o início do ano e está com dois meses de salários atrasados. Na 15ª posição no campeonato, o Tricolor precisa de um bom resultado em Chapecó para evitar uma possível entrada no Z4 sem depender de outros resultados. A equipe treina nesta quarta na cidade catarinense, onde Fernando Diniz irá definir o time titular.

Experiente, Ganso comenta relação com Moleques de Xerém: “Estou desfrutando muito”

Camisa 10 tricolor também elogiou a boa atuação de Diego Alves, que com boas defesas evitou a vitória do Fluminense no clássico

Foto: Mailson Santana / FFC

Diego Alves. O goleiro do Flamengo foi o nome do Fla-Flu deste último domingo, no Maracanã. Com uma grande atuação, o goleiro fez ótimas defesas, garantiu o empate em 0 a 0 e evitou que o Fluminense saísse de campo com os três pontos. Após a partida, Paulo Henrique Ganso, um dos principais nomes do elenco tricolor, elogiou o desempenho do atleta adversário e lamentou os dois pontos que a equipe deixou de conquistar.

“O mais importante seriam os três pontos. O Diego realmente fez duas ou três defesas muito bonitas, ele salvou o time do Flamengo. Eles tiveram uma bola na trave também, não podemos tirar os méritos deles, mas faltaram esses dois pontinhos pra gente”, disse.

Camisa 10 do time de Fernando Diniz, Ganso alia técnica com experiência. Perguntado sobre sua relação com os “Moleques de Xerém”, que vem sendo importantíssimos para o Fluminense em 2019, o meia disse ser ‘uma honra’ poder passar conhecimento para os jovens e enalteceu a qualidade da base tricolor.

“Uma honra passar um pouco da minha experiência. Estou desfrutando muito jogando com eles (jovens). Terminamos com cinco ou seis da base em campo. Mostra que a base de Xerém é muito forte”, finalizou.

Luciano exalta postura do time apesar dos atrasos salariais: “Estamos dando a vida”

Atacante revelou que Mário Bittencourt, novo presidente do Fluminense, bateu um papo com os atletas antes da partida

Foto: Mailson Santana / FFC

A situação financeira delicada que o Fluminense vive não é mais surpresa para ninguém. Porém, é sempre válido destacar a postura dos atletas com relação a essa realidade. Atualmente, são dois meses de salários atrasados e cinco de direito de imagem. Mas, apesar disso tudo, os jogadores seguem se doando em campo e jogando um bom futebol. Pelo menos é o que afirma Luciano, capitão da equipe no empate em 0 a 0 com o Flamengo. Após a partida, o atacante exaltou a hombridade dos atletas em seguir ‘dando a vida’ mesmo com os problemas extracampo e revelou que Mário Bittencourt, novo presidente do clube das Laranjeiras, conversou com o grupo antes do clássico.

“Questão de salário é complicada. Mesmo com tantos salários atrasados, não paramos de correr. Hoje tivemos conversa bacana com novo presidente. Precisam resolver o quanto antes. Pagaram uma parte de março. Estamos correndo, batalhando, com direito de imagem atrasado. Estamos dando a vida. Espero que o novo presidente dê jeito”, disse.

O atacante finalizou com perigo duas vezes e quase abriu o placar para o Fluminense, mas esbarrou nas boas defesas de Diego Alves. Perguntado sobre a atuação do goleiro adversário, Luciano afirmou que o arqueiro estava em uma noite inspirada e garantiu a igualdade no Maracanã.

“Diego Alves estava inspirado hoje, a gente poderia ter saído com três pontos. Tivemos mais chances claras, mas Diego ajudou o Flamengo com o empate”, concluiu.

Daniel destaca entrosamento da equipe e enaltece qualidade na saída de bola

Meia fez questão de levantar a moral de Frazan e Yuri, que formaram a dupla de zaga do Fluminense no clássico

Foto: Mailson Santana / FFC

Mais uma vez o Fluminense jogou melhor, envolveu o Flamengo em vários momentos do jogo, criou oportunidades de gol, mas não conseguiu sair com a vitória. Porém, o empate em 0 a 0 no Maracanã não desmotivou os atletas tricolores, que elogiaram bastante a atuação do time no clássico carioca. Titular da equipe, Daniel atuou bem na construção das jogadas e, após o apito final, rasgou elogios a saída de bola do clube das Laranjeiras. O meia também afirmou que o entrosamento está ficando cada vez mais forte, fazendo com que os atletas não tenham dificuldade em colocar em prática o estilo passado por Fernando Diniz, onde se valoriza a posse de bola e a troca de passes com confiança.

“Entrosamento está fluindo, estamos melhorando, prendendo mais a bola. Dificuldade nenhuma em sair a bola. Fla tentou apertar, de 10 vezes roubou uma bola, nossa saída foi muito bem com eles (Yuri e Frazan)”.

O último desafio de Daniel e do Fluminense antes da parada para a Copa América é na próxima quinta (13), às 20h (de Brasília), contra a Chapecoense, na Arena Condá. O confronto será válido pela 9ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Tricolor é atualmente o 16º colocado, com 7 pontos conquistados.

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