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Pedro leva prêmio de revelação do Brasileirão e pensa em Europa: “Me enquadraria melhor na Inglaterra e Espanha”

Mesmo sem jogar desde a 21ª rodada, quando lesionou o joelho, Pedro venceu o prêmio de revelação do Campeonato Brasileiro. Aos 21 anos, ele deslanchou no Fluminense nesta temporada e, antes da contusão, vinha liderando a artilharia do campeonato, com 10 gols, acompanhado de Roger Guedes, ex-Atlético-MG. 

– Ano que vem, vou voltar mais forte do que esse ano. Foi um ano gratificante, cheio de emoções. Pude realizar o sonho de ser convocado para a Seleção. Agradeço a minha família e ao Fluminense, que me formou como ser humano e jogador – disse.

Pedro coroaria o primeiro grande ano da carreira defendendo a camisa da Seleção. Chegou a ser convocado para os amistosos de setembro, contra Estados Unidos e El Salvador, mas a lesão provocou o corte. Na ocasião, deu lugar a Richarlison, que também apareceu para o mundo jogando pelo Fluminense. 

– Foi um momento muito difícil para mim. Eu que realizei um sonho de ser convocado para a Seleção e, infelizmente, não pude ir e mostrar meu valor lá dentro. Mas tenho certeza que coisas boas vão vir pela frente. Ano que vem, vou dar o meu melhor, voltar à seleção brasileira e, dessa vez, jogar e fazer gol, se Deus quiser – declarou, ao “Bem, Amigos”, depois da premiação desta segunda-feira.

Em razão da gravidade do problema, o camisa 9 precisou ser operado e, segundo a expectativa do departamento médico, retomará os treinos com bola a partir de março.

– Sem apressar nada, voltar no prazo, porque tem de voltar 100%, de seis a nove meses. Estou dobrando a perna toda, sem dor, processo de fortalecimento, fortalecendo a coxa. Ali para março estarei voltando a treinar com bola com meus companheiros – explicou.

Pedro finaliza a temporada como goleador do Fluminense, com 19 gols em 40 jogos, e cheio de moral no Brasil. Aliás, provavelmente, estaria negociado para o Real Madrid, com quem estava apalavrado, caso não se machucasse. Ao comentarista Caio Ribeiro, ele se esquivou de falar sobre saída para a Europa, mas revelou preferência por dois países.

– Eu não posso escolher assim, mas acho que qualquer lugar da Europa é um sonho. Acho que me enquadraria melhor na Inglaterra e na Espanha.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

 

Paulo Ricardo valoriza confiança da torcida em fuga do Z-4: “Nada mais importante que isso”

Ainda com 4% de chance de rebaixamento, conforme calculado pelo matemático Tristão Garcia, o Fluminense promete usar a pausa no calendário da Sul-Americana para se garantir na primeira divisão do ano que vem. Neste domingo, enfrenta o Sport, que tenta deixar o Z-4, no Maracanã, com ingressos a preços popularíssimos (R$ 10, a inteira, e R$ 5, a meia). Caso vença, consegue, enfim, respirar aliviado.

– Projeto ganhar, antes de tudo. Meio a zero, cinco a zero, quero ganhar de todo jeito. Acho que a torcida vai nos apoiar o tempo todo, eles estão nos apoiando muito, nos mandando mensagens. Jogo contra o Sport é muito importante para a sequência. Nosso objetivo é tentar o máximo de pontos no Brasileiro, afastar da zona de rebaixamento e, se possível, chegar no G-6. Sabemos que temos capacidade para isso – disse Paulo Ricardo, que substituirá Ibañez, suspenso, neste fim de semana.

Até o dia 28 de novembro, quando decide vaga na final da Sula, contra o Atlético-PR, o time tem cinco jogos para se ver livre da degola e recuperar a confiança para o grande momento da temporada. Uma boa sequência pode, também, trazer os tricolores ainda mais para perto.

– A gente vê na internet mensagens de apoio. Vemos que a torcida está com a gente, não tem nada mais importante que isso. Temos que ganhar alguns jogos, fazer o máximo de pontos possível. Assim, chegamos no dia 28 tranquilos e confiantes para tentar essa virada. A gente acredita e a torcida também – declarou o zagueiro.

Apesar da desvantagem na partida de ida, o elenco mantém a esperança de superar o Furacão. A principal arma pode ser o estádio cheio. Até o momento, inclusive, foram vendidos mais de 10 mil ingressos.

– Sabemos que aqui será diferente. Lá teve o sintético. Vi de fora que o gramado ajuda quem está adaptado. Nós acreditaremos do início ao fim. Vamos tentar vencer de todo jeito.

No treino desta sexta-feira, apenas os reservas foram a campo. Os titulares, por sua vez, ficaram na academia. A última atividade acontece neste sábado, quando Marcelo Oliveira definirá o time que pega o Leão da Ilha.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Folga na Sula faz Flu pensar em escapar de vez do Z4

Tricolor terá quatro jogos antes da volta contra o Furacão.

Após a derrota de 2 a 0 para o Atlético Paranaense na última quarta-feira (07) na Arena da Baixada, a ordem no Fluminense é mudar a chave para o Brasileirão, onde o clube ainda busca espantar qualquer chance de rebaixamento.

Com o jogo da volta pela Sul-Americana acontecendo apenas no dia 28, o Tricolor terá quatro compromissos pelo Brasileiro antes de encarar a decisão contra o Furacão.

O primeiro deles, acontece já neste domingo (11), às 19h, contra o Sport, no Maracanã. Depois o Flu ainda visita o Palmeiras no Alianz, volta ao Rio onde enfrenta o Ceará e, ainda enfrenta o Bahia em Salvador.

Com 40 pontos, a comissão técnica planeja vencer as duas partidas no Maracanã contra Sport e Ceará, para dessa forma espantar qualquer chance de rebaixamento e ainda poder preservar a equipe titular no jogo de Salvador.

 

foto: Lucas Merçon

Baseado em levantamento da CBF, Fluminense tem quatro pontos a menos no Brasileirão

Os torcedores estão acostumados às trapalhadas de juízes brasileiros nos torneios no país. A pouco mais de um mês do fim do Brasileirão, a CBF publicou um levantamento de erros cruciais até a 27ª rodada da Série A deste ano, mas sem detalhar o que é levado em conta na hora de selecionar os lances que passarão por análise. Nem todas as polêmicas entram na balança.

A entidade diz que o Fluminense, o nono colocado (40 pontos), não teve nenhuma falha a favor. Em contrapartida, foi prejudicado em duas partidas, ambas no primeiro turno e que terminaram empatadas em 1 a 1: contra o São Paulo, no Maracanã, quando teve um pênalti ignorado pela arbitragem; e frente ao Bahia, também no Rio, quando o adversário teve validado um gol impedido.

De acordo com este levantamento, o clube de Laranjeiras deveria ter quatro pontos a mais na tabela do campeonato. Ou seja, pularia de 40 para 44 pontos, ficando ainda mais perto de se livrar do risco de rebaixamento.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Tricolores isentam grama sintética pelo resultado adverso

Para Marcelo Oliveira e Jadson situação do gramado não interferiu no resultado.

Grande parte das equipes no Brasil elegem a grama sintética da Arena da Baixada como a grande responsável por possíveis derrotas na casa do Furacão. Porém, o discurso adotado pelos tricolores após a derrota por 3 a 1 ante o Atlético Paranaense, foi o oposto.

Tanto para o técnico Marcelo Oliveira, quanto para o volante Jadson, o gramado sintético da Arena não foi preponderante para o resultado adverso.

–  O gramado é realmente diferente dos outros que estamos acostumados a atuar, mas a gente procura se adaptar. Não podemos botar a culpa no gramado, porque no Brasil tem muito piores que esse – comentou Jadson.

Por sua vez, Marcelo Oliveira reconheceu a força do adversário dentro de casa:

– O Atlético-PR não por acaso está há um bom tempo ganhando suas partidas no seu campo. Seja pelo bom time, pela torcida que acaba empurrando bastante. Menos pela questão da grama. Eles estão acostumados, mas não atrapalha tanto de jogar – declarou Marcelo.

A derrota para o Furacão interrompeu uma sequência de três partidas sem derrotas do Tricolor: 1 a 1 contra o São Paulo, 0 a 0 contra o Vitória e, 1 a 0 ante o Botafogo. O próximo compromisso do Flu pelo Brasileirão é no próximo domingo (23) contra a Chapecoense, na Arena Condá. Antes, a equipe comandada por Marcelo Oliveira enfrenta o Deportivo Cuenca, em Quito, no Equador, na próxima quinta-feira (21) pela Copa Sul-Americana.

 

ST,

Douglas Wandekochen

foto: Lucas Merçon

Jadson fala sobre salários atrasados após empate

Saudações Tricolores:

 

O volante Jadson falou na zona mista após o empate contra o Vitória em 0 x 0 no campeonato Brasileiro. Jadson falou a partida de ontem, situação do time, atrasos de salários e projetou o jogo contra o Botafogo: 

Empate contra o Vitória:

“A gente fez uma boa partida, criamos muito. O Vitória não chegou a nos incomodar. Infelizmente, pecamos no último passe. Temos que trabalhar para isso não voltar a acontecer no clássico. Quem tiver mais capricho, vai vencer”.

“Temos que ter tranquilidade, cabeça no lugar para avaliar. Precisamos aumentar nosso rendimento e pontuação. Não adianta ter cabeça quente e arriscar perder todo o trabalho”.

Sobre o clássico contra o Botafogo:

“Temos que ter frieza, inteligência. Não adianta chegar no domingo e querer ganhar de qualquer jeito. Tem que ter equilíbrio, nos preparar e recuperar. Te tar fazer um bom jogo, organizado e com a cabeça no lugar”.

Sobre salários atrasados:

“Situação chata. Todo funcionário trabalha com a intenção de receber. Mas essa parte não me compete. O presidente fez certo em comunicar, tem falado com a gente. Temos que nos doar, porque é a camisa do Flu e nossa carreira em campo”.

“Ninguém quer saber se tem salario atrasado, querem saber de resultado. Poderia estar melhor, é nítido. Mas procuramos fazer nosso melhor”, diz Jadson.

Ontem, Jadson ficou no banco de reservas por opção do treinador Marcelo Oliveira que escalou Dodi em seu lugar.

Por Thiago Caruso

 

 

Fluminense recua e acaba castigado por 1 a 1 com o Bahia no Maracanã

Derrotado pelo Ceará na rodada anterior, o Fluminense foi ao Maracanã, às 19h deste domingo, para somar três pontos. Vencer o Bahia, na briga contra o Z-4, manteria a confiança e o sonho do G-6 vivos nas arquibancadas. Mas o empate, consequência de um desempenho abaixo, atrapalhou os planos do time, que segue em nono lugar, agora com 22 pontos.

O começo de jogo foi de pressão baiana, com, pelo menos, três boas chegadas ao gol. Especialmente nos primeiros minutos, Zé Rafael, Vinícius e Edgar Júnior provocaram fortes emoções nos mais de 16 mil corações tricolores. Júlio César teve de trabalhar e fazer defesas importantes, como no chute de Zé, aos 27′. Teve, ainda, a conclusão do ex-Fluminense, que passou perto do travessão.

No entanto, é regra no futebol: quem não faz, leva. Foi assim no Maracanã. Diferentemente do que aconteceu na quinta-feira, contra o Defensor, a posse de bola era dominada pelo Bahia. Mas o Fluzão precisou só de alguns segundos para abrir o placar.  Matheus Alessandro criou boa jogada e deixou Pedro, de fora da área, em condições de marcar um golaço, depois de três partidas na seca. É, isolado, o artilheiro do Campeonato Brasileiro.

O duelo ficou ainda mais animado com o 1 a 0. Superior, o Bahia viu no erro de Marcelo Oliveira a chance de crescer para cima do dono da casa. O técnico trocou Marcos Jr. por Richard, o que levou a equipe a recuar e chamar o rival para a pressão. Entre uma investida e outra, o Fluminense contra-atacava. Matheus Alessandro, inclusive, teve o que o treinador chamou de ‘bola do jogo’: entrou cara a cara com o goleiro Anderson, mas mandou para fora.

Aos 36′ da etapa final, o adversário empatou, graças a Edgar Júnior. Ele se antecipou a Ibañez, colocado no lugar de Gum, com mal-estar, e cabeceou contra a meta de Júlio César, que nada pôde fazer. Foi a vez do Fluminense esboçar reação, sem sucesso. A minutos do fim, os jogadores do Bahia cobraram falta de fair-play de Aírton. Sem maiores problemas, o desentendimento foi contornado.


Arbitragem

Foi fraca. Vi pênalti em Everaldo, puxado dentro da área. Mas o juizão mandou seguir. Na transmissão do Premiere, pediram que o Paulo César Oliveira comentasse um lance do seu irmão e árbitro do jogo, Luiz Flávio de Oliveira. Interessante.

Vinícius bagunçou

Vinícius, que sempre tornou pública a vontade de voltar ao Fluminense, seria um grande reforço. Joga bem e, hoje, deu uns sustos no Júlio César. Foi com ele que o Bahia teve sua melhor chance no primeiro tempo. Imaginem ele e Sornoza? Daria uma bela dupla, não?

Empolgação da torcida é travada

Eu acho impressionante como o Fluminense adora desanimar seu torcedor quando ele começa a se empolgar. Mal tivemos tempo de sonhar. Isso cansa.

Retranca no Maracanã?

Matheus Alessandro perdeu a bola do jogo. Ali, aos quase 30 do segundo tempo, faríamos 2 a 0 e acabou. Marcelo Oliveira errou em trocar Marcos Jr., apagado, por Richard. Que colocasse, sei lá, Everaldo. Retrancou o time e pediu o empate.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Goleiro da base, Vinícius destaca ‘grupo forte’, elogia Júlio César e sonha com profissional

Esta semana é decisiva para os moleques de Xerém. Vice-líder do grupo B no Campeonato Brasileiro sub-20, o Fluminense encara o primeiro colocado, Palmeiras, às 15h desta quarta-feira, e disputa sua permanência no torneio, tendo Grêmio e Chapecoense na cola. Confiante, Vinícius Garcia, goleiro reserva, destaca a união do elenco e faz suas projeções para o fim desta primeira fase.

– Agora pegaremos o Palmeiras, em Itu. A expectativa é grande. Precisamos sair com os três pontos, fazer nove na competição e torcer para que os resultados nos permitam ficar em primeiro. Assim teremos um grupo mais confortável na próxima fase – explicou, antes de elogiar seus companheiros:

– O grupo está forte, unido. Acho que o pessoal está se desenvolvendo bem. Vamos honrar essa camisa e, se Deus quiser, conseguiremos a classificação. Espero que esse Brasileiro seja nosso.

Aos 17 anos, o jovem ainda busca seu espaço no time de Léo Percovich. Com a saída de Guilherme Boer, dispensado pela falta de verba do clube para adquirir seu passe (R$ 100 mil), Pedro Paulo é, hoje, o dono da meta. Mas tem a sombra de Vinícius, que aponta o caminho para deixar a condição de suplente.

Vinícius Garcia trabalhou no CT nesta segunda-feira, junto com o elenco principal. (Foto: Reprodução/Instagram)

– Trabalhando, com certeza. Respeito muito o companheiro de equipe. É lógico que quero a vaga. Mas sou mais novo, tenho que evoluir. Continuarei trabalhando. Se o Léo me der essa oportunidade, estou pronto, sim – afirmou, em entrevista ao Canal FluNews, durante a FluFest do último dia 21 de julho, quando jogou bola com a criançada no parquinho da sede.

As origens de Vinícius estão lá no interior do Paraná, em Londrina. Há três anos, ele, apoiado pela família, superou a concorrência de 80 goleiros em uma peneira promovida pelo Fluminense. Acostumado aos ambientes de Xerém e Laranjeiras, o jogador, às vezes, tem o Centro de Treinamento, na Barra, como local de trabalho. Acumula algumas convocações para treinar com o profissional. Foi assim com Abel Braga, ex-técnico, e, agora, com Marcelo Oliveira.

– Eu comecei a treinar no profissional aos 16 anos. Tive algumas oportunidades no ano passado, fui algumas vezes. Ficarei no profissional durante essa semana, fazendo a preparação. Darei meu máximo lá, vou trabalhar bastante para, daqui a pouco, quem sabe, ser promovido – declarou, esperançoso.


Veja mais trechos da entrevista com Vinícius Garcia:

Elogios a Júlio César

– Júlio é parceiro. Fera demais, humilde. Dá moral para o povo da base. É uma excelente pessoa. Eu, que já trabalhei com ele, posso dizer que se esforça muito. Falhar, pode acontecer. Mas o cara não desiste nunca.

Saída de Guilherme Boer para o Grêmio

– Ele sempre buscou renovar com o Fluminense. Mas o clube acabou não tendo o poderio financeiro para conseguir os direitos dele. Ele disse que ficou triste em ir embora.

Emocional de Léo Percovich depois da tragédia com a família

– Está melhor, sim. Às vezes, depois de alguns treinamentos e jogos, ele fica lembrando e acaba um pouco triste. Mas ele tenta sempre passar para nós uma energia positiva. Ele é um cara muito bom para a gente. Tentamos ajudar também. Sabemos a dificuldade que é, ele acabou perdendo duas filhas. Mas tenho certeza que o filho e a esposa dele dão muita força.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Mal escalado, Fluminense é derrotado pelo Ceará e perde embalo do pós-Copa

Se comparado ao que venceu o Palmeiras, quarta-feira, por 1 a 0, o time derrotado pelo Ceará, agora há pouco, pelo mesmo placar, foi diferente. Retornando de suspensão, Richard e Sornoza barraram Aírton e Marcos Júnior, presentes no jogo de meio de semana. Matheus Norton foi mantido e, completando o meio-campo, Jádson continuou atuando adiantado. Mas o quarteto teve uma tarde infeliz no Presidente Vargas.

À medida que sentia o apoio de sua torcida, o Ceará encontrava espaços na defesa do Fluminense. Primeiro, obrigou Júlio César a operar um milagre, em bola parada. Pouco depois, o goleiro só olhou o chute de Juninho Quixadá esbarrar na trave. Nas duas vezes que chegou com mais perigo, o time carioca acabou prejudicado pela arbitragem. Teve um gol mal anulado, quando o juiz assinalou falta inexistente no goleiro, e reclamou de suposto pênalti, alegando toque de mão do zagueiro.

Aos 40′ do primeiro tempo, o Vozão abriu o placar, com Leandro Carvalho. Ele passou por dois tricolores e, antes de vencer Júlio César, ainda deixou Gum no chão. Era a prova de que Marcelo Oliveira teria de mexer no time e, principalmente, sacar Richard e Matheus Norton, os piores, sem dúvida, da partida.

Oliveira, entretanto, preferiu tirar Sornoza e Jádson e promover as entradas de Luciano e Everaldo, dono da melhor oportunidade do segundo tempo. Com os mesmos problemas de antes, o Fluminense levou azar com seu reforço, que, livre na área, mandou para fora a bola e a chance de o clube encostar no pelotão de cima do Campeonato Brasileiro. No momento, ocupa o nono lugar, com 21 pontos, e pode terminar a rodada em 13º.


Arbitragem

O juizão do jogo, Leandro Bizzio Marinho, aquele mesmo que nos prejudicou contra o Paraná, no primeiro turno, começou os trabalhos cedo. Marcou perigo de gol no lance que faríamos 1 a 0, nos primeiros minutos. Estamos de olho, CBF!

Cadê o meia?

Fluminense sem meio-campo. Eu era a favor de colocar um armador no segundo tempo para fazer a bola chegar nos atacantes, principalmente a Pedro, apagado. Ah, não tem ninguém no banco…

Minhas alterações 

Marcelo poderia ter trocado Richard e Norton por Ibañez e Luciano, colocando o Júnior Dutra para fazer o mesmo papel de quarta-feira. Jádson também é dose para leão!

Déjà Vu

Replay daquele dilema que vivemos há anos: time embala, parece trazer a torcida para perto e tem a chance de subir na tabela. Mas joga mal e perde para time do Z-4. É dureza!


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Pedro marca duas vezes e garante primeira vitória da era Marcelo Oliveira

Atacante fez os dois gols da vitória do Tricolor.

O Fluminense realizou neste domingo (22) seu segundo jogo sob o comando do técnico Marcelo Oliveira, e, venceu o Sport na Ilha do Retiro por 2 a 1, com dois gols de Pedro. Gabriel marcou para o campeão Brasileiro de 86.

Lances do jogo

Desfalcado de um dos seus principais jogadores na temporada, o volante Jadson, o Fluminense fez um péssimo primeiro tempo, finalizando apenas uma bola ao gol de Magrão. Sorte do Tricolor que a finalização veio dos pés de Pedro, e aí, e fatal. Léo cruzou pela direita e o camisa 9 bateu de vôleio sem pulo para abrir o placar.

O Fluzão ficou na frente por pouco tempo e o Sport se aproveitou de mais uma falha de Júlio César para empatar a partida. Rafael Marques bateu colocado sem força e o goleiro tricolor rebateu a bola para o meio da área. Gabriel se antecipou a Ayrton Lucas e empatou a partida.

O Sport ainda teve mais uma chance na primeira etapa quando Felipe Bastos desviou de cabeça um escanteio cobrado por Michel Bastos, mas Júlio César se redimiu da falha no gol e fez boa defesa. O primeiro se arrastou amarrado com as duas equipes sem muita inspiração, seguindo o resultado de empate para o intervalo.

Na volta para o segundo tempo, Marcelo Oliveira mostrou ousadia e promoveu a estreia de Júnior Dutra no lugar do uno Dodi, que não marcou e nem armou enquanto esteve em campo. Com um time mais ofensivo o Tricolor melhorou no jogo e passou a ameaçar o Sport, sempre com Pedro. Na primeira, o centro avante bateu colocado e a bola passou tirando tinta da trave esquerda de Magrão. Na segunda o camisa 9 isolou. No lance seguinte, Marcos Júnior recebeu livre e rolou para Pedro, que sem goleiro tocou para fora. A jóia do Flu ainda teve mais uma chance. Depois de uma tabela com Júnior Dutra, o garoto bateu colocado e Magrão fez boa defesa. Na quinta ele não desperdiçou. Depois de Everaldo e Matheus Alessandro baterem prensados na zaga rubro-negra, a bola sobrou para Dutra que rolou para o meio e Pedro sem goleiro deu um lindo toque de letra para garantir a vitória do Fluzão e de quebra alcançar a artilharia do Brasileirão ao lado de Róger Guedes, com nove gols.

O Sport ainda tentou ensaiar uma pressão no final, mas o Flu se manteve bem postado e não deu chances para o campeão Brasileiro de 86 chegar ao empate.

Vale ressaltar o trabalho de Marcelo Oliveira, que não satisfeito com o empate, empurrou o time para frente e, junto de Pedro foi o grande responsável pela vitória do Tricolor. Destaque também para a dupla de zaga, Gum e Digão, que ganharam todas dos ataque rubro-negro.

Agora, que venha o Palmeiras, e cá para nós, com o futebol que ambos estão jogando, dá para confiar nos três pontos, melhor ainda se de quebra tiver uma péssima atuação de Gustavo Scarpa.

 

ST,

Douglas Wandekochen

 

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