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Flu de Odair terá que quebrar duas escritas para ser campeão direto

Nesta quarta-feira (15), Fluminense e Flamengo decidem quem será o campeão Carioca de 2020. A partida está marcada para às 21h, no Maracanã.

No primeiro duelo, no último domingo (12), o rubro-negro levou a melhor ao vencer por 2 a 1. Com isso, o Tricolor terá de vencer por dois gols de diferença para ser campeão sem a necessidade pênaltis.

E para isso acontecer o Flu de Odair Helmann terá de quebrar duas escritas, sendo uma recente e outra um pouco mais antiga, que é: Conquistar a primeira vitória pós-quarentena e vencer o rival por dois gols de diferença ou mais.

A última vitória do Flu em 2020 foi no clássico contra o Vasco, por 2 a 0, no dia 15 de março. Depois daí foram 105 dias sem jogar, em razão da pandemia de coronavírus que paralisou as competições.
Desde que retornou, o Tricolor ainda venceu. Ao todo, foram cinco partidas, sendo três empates e duas derrotas.

Além disso, o Fluminense não vence o Flamengo por dois gols de diferença ou mais, desde 2018, quando goleou o rival por 4 a 0, pela fase de grupos da Taça Guanabara. Na ocasião o rubro-negro entrou em campo com uma equipe mista.

Por tanto, nesta noite, Odair terá a chance de quebrar dois tabus de uma vez e ainda conquistar seu primeiro título pelo Tricolor.

Foto: Lucas Merçon – FFC

TJD autoriza transmissão da final da Taça Rio na FlaTV

Na tarde desta quarta-feira (08), pouco mais antes da bola rolar para Fluminense e Flamengo, que se enfrentam pela final da Taça Rio, o Tribunal de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro (TJD-RJ) autorizou Flamengo a transmitir a final da Taça Rio na FlaTV.

Mandante da partida através do sorteio feito pela Ferj, o Fluminense se fez valor da Medida Provisória 984/2020 – que prevê os direitos de transmissão para o mandante da partida – já que a TV Globo, não iria exibir a decisão. Mas, o entendimento do TJD foi de que, como a decisão é em jogo único, ambos os clubes têm o direito a realizarem as próprias transmissões.

Fonte: Globoesporte
Foto: Divulgação

Desdenho? Apresentador afirma que se o Flu vencer o Flamengo “será uma zebra histórica”

O jornalista e apresentador, Benjamin Back, do programa “Fox Sports Rádio” considerou improvável a vitória do Tricolor diante do Flamengo na final da Taça Rio, nesta quarta-feira (08).

Confiante na vitória do rubro-negro, Benjamin declarou que se o Flu levar a melhor “será uma zebra história, do tamanho da Baía de Guanabara” e além disso, se comprometeu fazer o programa na quinta-feira com o cabelo pintado nas cores do Fluminense.

– Se o Flamengo não for campeão amanhã, será uma zebra história, do tamanho da Baía de Guanabara. Os caras podem me xingar a vontade. Não estou desrespeitando o Fluminense. Eu acho que quem desrespeita os clubes são os dirigentes. Nós só constatamos fatos. Hoje, infelizmente, o Flamengo está numa situação no futebol carioca que não dá para colocar na mesma frase Fluminense, Botafogo e Vasco. – disse Benja – assim é chamado no programa –

– Faço, quinta-feira, o programa com o cabelo pintado de vermelho e verde em homenagem à torcida do Fluminense. Não tem problema nenhum. Pinto metade de verde e metade de vermelho. – apostou o apresentador

Além dele, Felippe Facincani se comprometeu a mudar o visual caso o Flu seja campeão. O comentarista fará o programa de quinta-feira com “Flu” escrito na testa.

– Se o Fluminense ganhar amanhã do Flamengo, o Pipo vem com ‘Flu’ escrito na testa, eu vou pintar metade do cabelo de vermelho, metade de verde. – resumiu o apresentador

Vale lembrar que em 2019 a bancada do Fox Sports Rádio, apresentou o programa vestindo a camisa do Fluminense, após o Tricolor vencer o Flamengo pela semi-final da Taça Guanabara. Na ocasião, todos apostaram em uma goleada rubro-negra.

Fonte: UOL
Foto: Fox Sports

Sem Fred, Odair promove mudanças e esboça time para a final da Taça Rio

No último treino antes do duelo contra o Flamengo, nesta quarta-feira (08), pela final da Taça Rio, Odair Helmann esboçou equipe que vai a campo. Além de Fred, que está fora do clássico após se lesionar contra o Botafogo, o treinador Tricolor promoveu mudanças zaga e no ataque, mantendo o apenas meio campo.

Na defesa, Matheus Ferraz volta ao time titular após cumprir suspensão. Já na linha de frente Evanilson ganhou a vaga do camisa 9 e Marcos Paulo deve entrar no lugar de Wellington Silva.

Veja a provável escalação do Fluminense para a final da Taça Rio

Muriel; Gilberto, Matheus Ferraz, Nino e Egídio; Dodi, Hudson e Yago; Nenê, Marcos Paulo e Evanilson.

Fonte: NetFlu
Foto: DIEGO MARANHÃO/AM PRESS & IMAGES/ESTADÃO CONTEÚDO

Fluminense está escalado para enfrentar o Botafogo

O Tricolor encara o Alvinegro neste domingo (05), às 16h, no Nilton Santos, pela semi-final da Taça Rio. Para partida, Odair promoveu três alterações no time titular, em relação ao último jogo.

A volta de Egídio, que retorna após cumprir suspensão, Digão entra na vaga de Matheus Ferraz, que tomou o terceiro amarelo e está fora do clássico e a entrada de Dodi no meio campo no lugar de Marcos Paulo, que foi sacado e será opção no banco de reservas.

Confira a escalação do Flu para jogo contra o Botafogo

Fred terá nova oportunidade para desencantar nessa volta ao Flu e contra sua maior vítima

Neste domingo (05), Fluminense e Botafogo se enfrentam pela semi-final da Taça Rio, às 16h, no estádio Nilton Santos. E para essa partida o Tricolor chega pressionado, necessitando de um resultado positivo, e mais do que isso, uma resposta em campo para seu torcedor. Já que a equipe vêm de dois resultados e atuações ruins.

Porém, essa pressão pode servir de combustível nesse duelo não só para o time, mas principalmente para Fred. Isso por que, foi diante do Botafogo que o Flu mostrou, talvez, seu melhor futebol na temporada, na vitória por 3 a 0 na Taça Guanabara.
Além disso, tem o fato do Alvi-negro ser a maior vítima do camisa 9, que terá nova oportunidade para desencantar nessa volta às Laranjeiras, depois de passar em branco contra Volta Redonda e Macaé. Ao todo, o centroavante anotou 14 gols em 21 oportunidades, entre o período de 2009 a 2016.

Divulgação/Fluminense FC

Ferj volta a cobrar mais de Flu e Botafogo na 5° rodada da Taça Rio

A Federação de futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) divulgou neste sábado (04), o boletim financeiros das partidas válidas pela última rodada da Taça Rio. E Fluminense e Botafogo tiveram os custos operacionais aproximadamente seis vezes maior que Vasco e Flamengo.

Enquanto as despesas operacionais nos jogos do Tricolor e do Alvinegro foram, respectivamente, R$ 13 mil e 12 mil; os custos do Rubro-negro foi R$ 2,8 mil e do Alvinegro foi R$ 1,9 mil.

Vale ressaltar que, por não terem sido mandantes, Bota e Flu dividiram os custos em 50/50 com Portuguesa e Macaé. Mesmo assim, as despesas operacionais ficaram superiores às dos outros dois grandes.

Na rodada anterior a Ferj havia cobrado valores 10 vezes superiores à dupla, em relação a Fla e Vasco.

Confira o boletim financeiro referente à 5° rodada da Taça Rio

Fonte: Globoesporte.com
Foto: Úrsula Nery / FERJ

Em ação conjunta Fluminense e Botafogo volta a criticar a Ferj: “Show de horrores”

Na véspera da partida válida pela semi-final da Taça Rio, Fluminense e Botafogo, em uma ação conjunta, emitiram uma comunicado oficial reafirmando posicionamento dos clubes com relação a volta do futebol em meio a pandemia, além de criticar veemente a Federação de Futebol do Rio de Janeiro, considerando um “Show de horrores” o que está acontecendo no futebol Carioca.

A dupla cita os ataques sofridos e os constrangimentos gerado pela Federação, no período em que se discutia a volta do estadual. E até mesmo após os clubes cederem e concordarem em retornar a competição.

No texto diz ainda queA FERJ se esforçou e conseguiu desvalorizar sobremaneira o produto pelo qual deveria trabalhar visando o sucesso, que é o Campeonato Carioca

Fluminense e Botafogo entram em campo neste domingo (05), às 16h, no Estádio Nilton Santos, para decidir quem avançará a final da Taça Rio. Vale Lembrar que o Tricolor tem a vantagem do empate, por ter feito melhor campanha.

Confira a nota na íntegra de Fluminense e Botafogo

Botafogo e Fluminense foram obrigados a sair de seus domínios, em várias ocasiões, para jogar em estádios precários, em condições de risco e de exaustão, enquanto outros clubes, mais alinhados, mandaram todos os seus jogos em seus estádios; Apesar de dizer que os jogos do retorno seriam apenas em três estádios – Maracanã, São Januário e Nilton Santos, a Ferj fez o Botafogo jogar na Ilha do Governador e o Fluminense em Bacaxá, sem poder se concentrar, ou seja, tendo que viajar duas horas de ônibus no dia do jogo;

Botafogo e Fluminense tiveram que lutar para não serem obrigados a jogar após apenas um ou dois dias de treinamento, colocando em risco a saúde e a integridade física de seus atletas. E tudo isso sob o argumento pueril de que treinamentos estariam liberados, quando o índice de contaminação explodia e vidas estavam sendo perdidas em filas de hospital. Quando serviços muito mais importantes estavam ainda proibidos de funcionar por razões tão óbvias que dispensariam discussões. Muito menos retaliações.

Em atitude que em tudo contraria o espírito democrático e a liberdade de expressão, o treinador Paulo Autuori foi punido na véspera do primeiro jogo em razão de declarações em entrevista em que brilhou pela sensatez. Em sinal de protesto, Autuori não comandou a equipe na partida, mas suas palavras estavam em campo, para nos representar. A todos os que professam a empatia, o respeito ao próximo;

O Botafogo foi punido ainda com perda de mando porque contestou a conta absurda e astronômica para a operação do estádio Nilton Santos, dez vezes mais cara do que a que outros clubes pagaram para jogar no… Maracanã! Uma clara atitude de retaliação por seu posicionamento a favor da vida, somente de nossos clubes foram cobrados valores exorbitantes por despesas operacionais. A mesma cobrança exorbitante ocorreu com Fluminense, ao jogar no estádio Nilton Santos e em… Bacaxá!

Quando tudo parecia já grotesco, os clubes se viram punidos com a perda de um contrato essencial para sua subsistência, que é o contrato de direitos de transmissão da Globo. A emissora argumentou em sua notificação que a Ferj falhou em garantir a exclusividade na transmissão de um jogo de um dos cedentes de diretos, o que gerou a ruptura do contrato de TV e que causa prejuízos a Fluminense e Botafogo no montante estimado de 120 milhões de reais, somados o que os dois clubes têm a receber nos próximos quatro anos. Sem entrar aqui em considerações sobre a responsabilidade da emissora por sua participação na condução do episódio, sem deixar de entender a forte influência de discussões paralelas com um dos clubes, o fato é que o conjunto de agremiações se viu arrastado de roldão, embrulhado em uma confusão para a qual não contribuiu. Sequer fomos consultados em Arbitral sobre os riscos desta decisão;

Estamos chegando ao fim de uma competição em que as verdadeiras lutas se deram fora de campo e de forma totalmente inadequada. Com reuniões às escuras, intensa atividade em práticas de bastidores, indisfarçável ligação simbiótica com outros clubes, descumprimento de contratos, chuva de liminares e um comportamento incompatível com a de uma liderança em momentos de crise. A FERJ se esforçou e conseguiu desvalorizar sobremaneira o produto pelo qual deveria trabalhar visando o sucesso, que é o Campeonato Carioca.

Não bastasse o constrangimento de sermos obrigados a retomar o Campeonato Carioca, convivendo com registros de mais de 63 mil mortes no Brasil, com média superior a 1.200 por dia, tivemos que relembrar, em vão, esse marco fúnebre em reuniões sucessivas do Conselho Arbitral da FERJ. A insensibilidade evidenciou que os números alarmantes não passam de fria estatística àqueles que parecem não entender a função social do futebol: impactar a vida das pessoas, pautar costumes e atitudes.

Fluminense e Botafogo foram fortemente atacados pela FERJ e por outros clubes quando tiveram posição de bom senso de preservar seus atletas e funcionários ao seguir as recomendações da quarentena. Definitivamente, retornar competições com o inexplicável açodamento – com o calendário nacional ainda indefinido – não era a melhor mensagem a se transmitir por parte de tão importantes influenciadores.

Botafogo e Fluminense entendem que este é um momento em que a solidariedade deve prevalecer. Por isso, estão unidos e pedem que seus torcedores façam o mesmo. Unidos em torno da exigência de respeito. Do tratamento digno. Da preservação da honradez nas relações. Por isso estão lançando aqui as bases de uma associação entre os dois clubes para a discussão de direitos. Quem quiser participar será bem-vindo. Importante frisar: no futebol ou na vida, ninguém joga sozinho. É tempo de solidariedade.


Foto: Divulgação

Odair testa Dodi no lugar de Marcos Paulo para o jogo contra o Botafogo

Pelo treinamento realizado neste sábado (04), ao que tudo indica o Fluminense terá mudanças para a partida deste domingo (05), contra o Botafogo pela semi-final da Taça Rio.

Após cumprir suspensão contra contra o Macaé, Egídio retorna a lateral-esquerda do time, além disso Digão dever ser o escolhido para vaga de Matheus Ferraz, suspenso por acúmulo de cartão amarelo.

Porém, a surpresa maior pode vir no meio campo, isso por que, Dodi treinou entre os titulares no lugar de Marcos Paulo e pode pintar entre os 11 que vão a campo.

Caso se confirme as mudanças, a provável escalação do Tricolor para domingo seria: Muriel; Gilberto, Nino, Digão e Egídio; Hudson, Yago, Dodi e Nenê; Fred e Wellington Silva.

Foto: Fluminense Football Club

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