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Preferido de Celso Barros, Ariel Holan é anunciado oficialmente por clube chileno

Um dos bons nomes disponíveis no mercado de treinadores, o argentino Ariel Holan já definiu o seu futuro. E não será no Brasil! A Universidad Católica do Chile anunciou oficialmente o acerto com o treinador.

Ariel Holan na Católica (Foto: Twitter Univ Católica Oficial)

Holan, além de ser um dos nomes preferidos de Celso Barros, que disse que chegou a ter conversas com o técnico, também foi colocado no radar de Santos e Athletico Paranaense.

Saudações Tricolores,

João Eduardo Gurgel

Em post de agradecimento, Celso Barros fala sobre Ariel Holan, planos para 2020 e muito mais. Confira!

Afastado pelo presidente Mário Bitencourt nessa reta final da temporada, o vice-presidente geral Celso Barros usou a sua rede social, o Instagram, para fazer um comunicado para toda a torcida tricolor.

Foto: Reprodução/Instagram

Celso falou sobre diversos temas da temporada atual e visando o ano que vem, inclusive, sobre o treinador argentino Ariel Holan, desejo da torcida do Fluminense. Confira o que ele falou:

“O Nosso Fluminense em 2019: Alívio. Parabéns. Necessidade de análises profundas. Planejamento 2020.”

“Eu gostaria de cumprimentar a TODOS os colaboradores do Fluminense (Laranjeiras, Xerém e CT Profissional) que se empenharam para manter o clube na série A do Campeonato Brasileiro.”
“Desde quando fui eleito, ao lado do Presidente, como Vice Presidente Geral, essa sempre foi a minha maior preocupação em relação ao campo. E não exponho isso agora, pelo contrário, deixei claro desde a nossa primeira coletiva no dia da vitória, em junho/19, assim como em outros momentos de reuniões junto à comissão técnica e jogadores. Tenho absoluta certeza que se não tivéssemos feito as mudanças – todas estas onde todos os responsáveis estiveram envolvidos – não teríamos sobrevivido. O aproveitamento depois da mudança inicial melhorou e nos fez permanecer na elite do Futebol Brasileiro.”
Aproveitando o alívio do momento, não comemoração pela colocação na tabela, acho importante esclarecer que alguns procuraram usar fatos como minhas falas (internas ou externas) para desgastar a imagem que tenho junto ao futebol do Fluminense. O momento em campo nunca deve ser político, porém o futebol brasileiro é bastante impactado por ela e avaliá-la faz-se necessário por todas as partes. Em qualquer gestão temos acertos e equívocos mas a omissão não faz parte da minha história e nunca fará – seja qual for a circunstância. O FLU é minha grande paixão e sei que ninguém duvida.”
“É chegada a hora do planejamento para o próximo ano e como Vice Presidente Geral, estando ou não à frente do futebol, seguirei ativo. Por isso, acho importante deixar claro e avaliarmos uma das características que tornou-se um “hábito” nos últimos anos: me preocupa profundamente que após a saída da UNIMED em 2014 (quando ficamos na 6 colocação), de 2015 a 2019, estivemos sempre na segunda página da classificação, inclusive esse ano em que obtivemos a modestíssima 14 colocação na tabela. Como defendemos em nossa campanha, inclusive, o Fluminense não é um clube para estar nesta virada de tabela. Na década que se encerra agora (2010 a 2019) “

– Corinthians – 3 títulos;
– Fluminense – 2 títulos;
– Cruzeiro – 2 títulos
– Palmeiras – 2 títulos
– Flamengo – 1 título

“Isso por si só já diz muito que temos aceitado muito pouco do fim de cada campeonato. Estamos entre os maiores da década. Gerações de torcedores nasceram vendo o FLU campeão graças às últimas conquistas. Não podemos deixar este orgulho morrer em nós torcedores. O Fluminense é maior do que todos nós e para isso precisamos mudar. Precisamos avaliar e voltar a escrever uma história vitoriosa.”

“Entendo que o momento financeiro do clube não é o mesmo do período que tivemos a UNIMED como patrocinadora e isso faz parte não apenas da realidade do nosso clube. Nem por isso, devemos achar que tudo pode e deve ser modesto. Tudo tem que ser feito de forma responsável, porém jamais pensando pequeno. Nestas situações de falta de verba a criatividade é o que fará diferença no resultado desportivo. Este é o nosso desafio: sermos criativos e termos coragem. Como o maior dos exemplos do que enxergo de criatividade e mudança de paradigma dentro do Flu é a minha predileção pela contratação de Ariel Holan para 2020, como todos já sabem. Muito já saiu na mídia e no momento que conversamos, extra oficialmente, ele tinha uma extrema motivação em vir para o Fluminense. Uma grande certeza que tenho é que o Fluminense Football Club precisa alçar por maiores ambições – sendo sempre responsável dentro e fora de campo.”

“Certamente há muito a ser feito para modernizarmos o futebol do FLU. Da minha parte na posição institucional que exerço estarei sempre à disposição do clube para colaborar no que for necessário e não pouparei esforços. ST”

O que achou das palavras do Celso, torcedor?

Saudações Tricolores,

João Eduardo Gurgel

Em coletiva, Celso Barros assume demissão de Diniz: “Talvez tivesse tirado logo que assumi”

Foto: Divulgação

Em coletiva concedida na tarde desta sexta-feira em sua casa, o vice geral do Fluminense abordou vários assuntos, entre eles, a demissão do técnico Fernando Diniz.

– Então, eu teria tirado o Diniz antes. Pois ele tinha a história no Athletico-PR, de campanha na zona do rebaixamento. A gente estava em 16º, jogava lindamente e perdia. Todo mundo lembra da nossa virada contra o Grêmio, mas, amigo, levamos 3 a 0 parecendo um time de futsal. Eu talvez tivesse tirado logo ao assumir, mas sabia que ele tinha boa relação com os jogadores. Quando assumi, me perguntaram se eu daria tempo ao treinador. Ele teve. Desde o começo do ano. Com todo o respeito, ficamos em quarto no Carioca, atrás do Bangu. Quando entramos, o Fluminense, com o Diniz, era 16º. E caiu para 18º no Brasileiro – disse Celso Barros.

Vale destacar que com a nova diretoria Diniz esteve por nove jogos a frente da equipe: sete pelo Campeonato Brasileiro e dois pela Copa Sul-Americana. Foram três vitórias, duas pela Sul-Americana e uma pelo Brasileirão, dois empates e quatro derrotas.

O ponto final no trabalho veio após a derrota de 1 a 0 para o CSA, em pleno Maracanã.

Celso Barros admite ter conversado com Ariel Holan. Jose Peseiro também foi oferecido.

Celso Barros concedeu uma entrevista coletiva nessa sexta-feira em sua casa na Barra da Tijuca ressaltando sua indignação ao ser afastado do departamento de futebol e negou que vai renunciar ao cargo de vice-presidente.

Um dos tópicos abordados foi o treinador do Fluminense. Celso, segundo Mário Bittencourt, era a favor da demissão de Marcão e segundo o próprio Celso, ouve conversas com o técnico argentino Ariel Holan para assumir o clube.

Outro nome oferecido foi o do portugûes José Peseiro, após Marcão ser efetivado pelo presidente Mário Bittencourt, em outubro. A informação foi dada pelo Yahoo!

O nome de Peseiro foi levado ao Fluminense pela empresa Baller 360, que conversou com Celso Barros ePaulo Angione. As negociações, porém, não avançaram, pois Marcão conta com o apoio do mandatário tricolor.

Aos 59 anos, José Peseiro foi um dos grandes adversários de Jorge Jesus em Portugal. Ele chegou a trabalhar como auxiliar de José Mourinho, no Real Madrid. Treinou equipes como Porto, Sporting Lisboa, Panathinaikos e a seleção da Arábia Saudita e atualmente, está sem clube.

Saudações Tricolores,

João Eduardo Gurgel

Diretoria Tricolor entra em rota de colisão e Celso Barros é afastado de viagem

Foto: Divulgação/FFC

O clima no Fluminense esquentou de vez, após o vice geral, Celso Barros fazer uma postagem em sua rede pessoal, o mandatário concedeu uma entrevista na qual revelou alguns detalhes do atual momento do clube.

De acordo com Celso, as decisões do futebol tem ficado todas a cargo do presidente, Mário Bittencourt, que ainda segundo Celso, tem sido irredutível em suas decisões. Como no caso de Marcão, onde Celso era a favor da demissão do treinador enquanto Mário preferiu a manutenção, fato que aconteceu.

As respostas de vice geral parece não ter agradado ao presidente, Mário Bittencourt, que resolveu afastar Celso Barros das viagens do clube para os confrontos contra São Paulo e Internacional, na capital paulista e em Porto Alegre.

De acordo com pessoas próximas ao presidente, o afastamento é uma forma de blindagem ao técnico Marcão assim como o elenco.

Ainda de acordo com informações obtidas pelo Canal Flunews, já existe uma tentativa de afastamento definitivo de Celso Barros no comando do futebol do clube.

Vice geral, Celso Barros aponta possível culpado pela delicada situação do Flu no Brasileirão

Foto: Divulgação

Vice presidente geral do Fluminense, Celso Barros fez uma postagem em sua rede social na tarde desta segunda-feira (5), onde fez um balanço dos 30 jogos da atual gestão, presidida por Mário Bittencourt.

Na postagem, Celso apresentou uma porcentagem do clube dentro do Campeonato Brasileiro, onde, na visão de Barros, a situação do clube seria bem diferente se tivesse agido antes na troca de comando do time.

Ainda de acordo com os números apresentados pelo dirigente, o aproveitamento quase que dobrou se comparado à época do ex treinador Fernando Diniz, que deixou o clube com 27% de aproveitamento, contra 42% atualmente, somando as passagens de Oswaldo de Oliveira e do atual treinador, Marcão.

Celso ainda fez um prognóstico do que o clube precisa para escapar do rebaixamento e, de acordo com o dirigente, seria 60% de aproveitamento em oito jogos.

Briga com Ganso e gesto obsceno a torcedores minam Oswaldo de Oliveira no Fluminense e encaminham demissão

A diretoria do Fluminense deve se reunir na manhã desta sexta-feira, dia seguinte ao empate que tirou a equipe da zona de rebaixamento, para discutir o futuro de Oswaldo de Oliveira. Ameaçado por atuações e resultados ruins, o técnico se complicou ainda mais após bate-boca acalorado com Paulo Henrique Ganso e gesto obsceno direcionado a torcedores no jogo contra o Santos, no Maracanã.

Oswaldo chegou a dar entrevista depois do duelo, mas viu a demissão ser encaminhada, especialmente, devido aos polêmicos episódios. Entretanto, assim como na saída de Fernando Diniz, há pouco mais de um mês, os dirigentes preferiram aguardar um dia para formular uma decisão.

— O trabalho segue. Está todo mundo incomodado com a situação, com a mesma pontuação de equipes da zona, como CSA e Cruzeiro. E a gente tem que trabalhar junto para tirar o Fluminense dessa situação. Está todo mundo querendo sair dessa situação incômoda. Eu procuro fazer meu trabalho. Quem tem que decidir sobre permanência do Oswaldo ou não é o Mario e o Celso (Barros, vice geral) — disse o treinador.

Caso a dispensa seja consumada, Marcão deve assumir o comando interinamente no duelo de domingo, frente ao Grêmio, no Rio. Entre as eras Diniz e Oswaldo, o auxiliar ficou à beira do campo uma vez, no empate em 0 a 0 com o Corinthians pela ida das quartas-de-final da Sul-Americana, em 22 de agosto, em São Paulo.

O presidente Mário Bittencourt e o vice Celso Barros, diferentemente do que estão acostumados, não acompanharam a delegação no ônibus. Ambos deixaram cabine do estádio aos 39′ do segundo tempo e, sem passar longo tempo com elenco e comissão técnica, foram embora em carros diferentes.

Com as quedas de Cuca e Rogério Ceni em São Paulo e Cruzeiro, respectivamente, o Tricolor ganha mais opções para possível substituição. O primeiro, inclusive, colaborou para a arrancada que livrou o clube do rebaixamento em 2009 e, nessa quinta-feira, teve a contratação pedida por torcedores no Maraca. Há, porém, um entrave na procura no mercado: a crise financeira nas Laranjeiras.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Celso inicia conversas para renovação de Allan e Caio Henrique, mas vê Yony ‘sem muito interesse’ em seguir no Flu

Vice-geral do Tricolor carioca também comentou sobre uma possível compra do zagueiro Nino junto ao Criciúma

Foto: Lucas Merçon / FFC

Nesta quarta-feira (18), o presidente Mário Bittencourt concedeu entrevista coletiva para falar sobre os 100 dias da nova gestão. Ao seu lado esteve Celso Barros, vice-geral do Fluminense, que comentou sobre os assuntos relacionados a futebol, principalmente a renovação de atletas. Em foco, o colombiano Yony González.

Um dos principais nomes do Tricolor nesta temporada, o atacante e o clube seguem conversando sobre uma possível extensão de vínculo. Porém, Celso demonstrou pessimismo quanto ao futuro de Yony com a camisa verde, branca e grená. Vale lembrar que o jogador veio para o Fluminense sem custo algum.

“Fizemos uma proposta para o Yony, conversamos com o pai dele. Ele não demonstra muito interesse em permanecer. Como veio sem custos, a gente fez uma proposta até parcelando uma eventual compra dos direitos, mas ele não deu resposta”.

Perguntado sobre Allan e Caio Henrique, que estão emprestados até o final da temporada, o vice-geral mudou de tom e relatou que existe sim a possibilidade de ambos continuarem no clube em 2020.

Foto: Lucas Merçon / FFC

“O Allan tem um representante no Brasil e estamos conversando. O Caio Henrique é representado pelo Deco (ex-jogador do clube), que tem um ótimo relacionamento conosco. As conversas estão ocorrendo e há chance de eles ficarem com a gente no ano que vem. O Daniel estamos esperando a documentação”.

Por fim, Celso Barros comentou a situação de Nino, também emprestado até o fim do ano. Para manter o atleta, que pertence ao Criciúma, o Fluminense precisa pagar R$ 5 milhões ao time catarinense.

“O Nino tem uma cláusula de compra de R$ 5 milhões por 50% e é um jogador que interessa. Vamos conversar com o Criciúma”.

Última passagem de Oswaldo no Flu foi marcada por rusga com Celso Barros

Foto: Divulgação/FFC

Oswaldo de Oliveira foi anunciado como novo técnico do tricolor, nessa que será sua terceira passagem do treinador pelo clube.

Substituto de Fernando Diniz, que deixou o clube com uma certa insatisfação com o vice-geral, Celso Barros, Oswaldo, em sua última passagem pelo Flu, deixou o clube de forma bem bem semelhante com a que aconteceu com Diniz.

Na ocasião, em 2006, Oswaldo deixou claro que sua saída teria sido em decorrência de uma pressão feita por Celso Barros, que na época era presidente da Unimed, principal patrocinadora do clube na ocasião.

– Pelo que me foi passado, foi pressão do patrocinador. E posso avaliar isso porque meu critério de avaliação de escalação da equipe não passava por nenhum índice que não fosse técnico. Nunca fiz distinção entre jogador de patrocinador e de Xerém. Acho que isso não estava agradando e, por esse motivo, estou deixando o Fluminense – disse Oswaldo no momento de sua saída em 2006.

Fonte: Globoesporte.com

Opinião: A contratação de Oswaldo de Oliveira

A noite dessa terça-feira reservou aos torcedores tricolores a iminente surpresa do anúncio de Oswaldo de Oliveira como novo treinador do Fluminense. Essa aquisição, foi e ainda é muito contestada pela torcida tricolor. Porém, farei uma pequena análise dessa contratação e para que o torcedor possa, pelo menos, dar uma chance e confiar no trabalho do novo comandante.

Oswaldo de Oliveira já acumula duas passagens pelo Fluminense(2001 e 2006). Tem 77 jogos, 38 vitórias, 21 empates e 18 derrotas. Levou o time a semifinal do campeonato brasileiro em 2001. Essa será a terceira passagem do técnico pelas Laranjeiras.

Oswaldo nas Laranjeiras (Foto:Netflu)

Porém, ele não era o plano A da diretoria. Abel Braga, não topou assumir um time no meio de temporada. Dorival, plano B, afirmou ao Netflu estar negociando ainda com um time de fora do país. Oswaldo foi o plano C da diretoria, que acabou acertando. Nomes ainda como Jair Ventura, Thiago Larghi, Maurício Barbieri e Ariel Holan, ex-Independiente foram especulados pela imprensa mas nenhum confirmado pelo clube.

Contudo, o fato de que o Vice Presidente Celso Barros, culpado provável pela demissão de Fernando Diniz e que durante a semana colocou uma enorme pressão no ex-técnico, cobrando vitórias e melhor desempenho, foi alvo de milhões de torcedores, afirmando que o diretor fez as escolhas erradas. Mário Bittencourt no caso, sempre foi a favor da continuidade no trabalho de Diniz, porém, Celso, desde que assumiu, já impôs uma pressão ao ex-comandante.

Infelizmente, o futebol brasileiro ainda é muito fiel ao resultado. O aproveitamento de Diniz era bem ruim, apesar da boa campanha na Sulamericana, talvez não fosse o momento de demiti-lo, mesmo com toda a sua teimosia e fidelidade ao seu modelo de jogo, a diretoria tinha que ter um técnico na manga. Mas não tinha!

É claro que em oito meses, o time evoluiu e muito. Tenho certeza que a maioria dos torcedores são e gratos ao Diniz por tudo o que ele fez, mas a situação dele era muito complicada, o que não fecha as portas para um retorno futuramente.

Foto: Lucas Merçon / FFC

Oswaldo de Olivera era a melhor opção disponível no mercado? Ao meu ver, não. Porém, dentre as opções restantes, talvez fosse a que mais se encaixava no perfil e nas condições financeiras do clube. O fato de que ele já conhece o local de trabalho, provavelmente pesou para o Fluminense ir buscá-lo. Precisávamos de um técnico mais experiente, com mais bagagem(técnico “cascudo”) para poder pegar esse time tricolor e fazer alguns aprimoramentos ao estilo que o time vem jogando.

Oswaldo em sua passagem pelo Flu (Foto: Destak Jornal)

Só o tempo dirá se essa contratação foi acertada. Pode ser que dê certo? Sim! Como também pode dar errado. Só que como tudo, o treinador vai precisar do apoio da torcida! Não adianta ficar remoendo o que a diretoria deveria fazer ou deixou de fazer. Já foi feito! A página virou! Agora, é esquecer Fernando Diniz e dar apoio ao Oswaldo de Oliveira, o novo treinador do Fluminense Football Club.

Saudações Tricolores,

João Eduardo Gurgel

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