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Briga com Ganso e gesto obsceno a torcedores minam Oswaldo de Oliveira no Fluminense e encaminham demissão

A diretoria do Fluminense deve se reunir na manhã desta sexta-feira, dia seguinte ao empate que tirou a equipe da zona de rebaixamento, para discutir o futuro de Oswaldo de Oliveira. Ameaçado por atuações e resultados ruins, o técnico se complicou ainda mais após bate-boca acalorado com Paulo Henrique Ganso e gesto obsceno direcionado a torcedores no jogo contra o Santos, no Maracanã.

Oswaldo chegou a dar entrevista depois do duelo, mas viu a demissão ser encaminhada, especialmente, devido aos polêmicos episódios. Entretanto, assim como na saída de Fernando Diniz, há pouco mais de um mês, os dirigentes preferiram aguardar um dia para formular uma decisão.

— O trabalho segue. Está todo mundo incomodado com a situação, com a mesma pontuação de equipes da zona, como CSA e Cruzeiro. E a gente tem que trabalhar junto para tirar o Fluminense dessa situação. Está todo mundo querendo sair dessa situação incômoda. Eu procuro fazer meu trabalho. Quem tem que decidir sobre permanência do Oswaldo ou não é o Mario e o Celso (Barros, vice geral) — disse o treinador.

Caso a dispensa seja consumada, Marcão deve assumir o comando interinamente no duelo de domingo, frente ao Grêmio, no Rio. Entre as eras Diniz e Oswaldo, o auxiliar ficou à beira do campo uma vez, no empate em 0 a 0 com o Corinthians pela ida das quartas-de-final da Sul-Americana, em 22 de agosto, em São Paulo.

O presidente Mário Bittencourt e o vice Celso Barros, diferentemente do que estão acostumados, não acompanharam a delegação no ônibus. Ambos deixaram cabine do estádio aos 39′ do segundo tempo e, sem passar longo tempo com elenco e comissão técnica, foram embora em carros diferentes.

Com as quedas de Cuca e Rogério Ceni em São Paulo e Cruzeiro, respectivamente, o Tricolor ganha mais opções para possível substituição. O primeiro, inclusive, colaborou para a arrancada que livrou o clube do rebaixamento em 2009 e, nessa quinta-feira, teve a contratação pedida por torcedores no Maraca. Há, porém, um entrave na procura no mercado: a crise financeira nas Laranjeiras.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Celso inicia conversas para renovação de Allan e Caio Henrique, mas vê Yony ‘sem muito interesse’ em seguir no Flu

Vice-geral do Tricolor carioca também comentou sobre uma possível compra do zagueiro Nino junto ao Criciúma

Foto: Lucas Merçon / FFC

Nesta quarta-feira (18), o presidente Mário Bittencourt concedeu entrevista coletiva para falar sobre os 100 dias da nova gestão. Ao seu lado esteve Celso Barros, vice-geral do Fluminense, que comentou sobre os assuntos relacionados a futebol, principalmente a renovação de atletas. Em foco, o colombiano Yony González.

Um dos principais nomes do Tricolor nesta temporada, o atacante e o clube seguem conversando sobre uma possível extensão de vínculo. Porém, Celso demonstrou pessimismo quanto ao futuro de Yony com a camisa verde, branca e grená. Vale lembrar que o jogador veio para o Fluminense sem custo algum.

“Fizemos uma proposta para o Yony, conversamos com o pai dele. Ele não demonstra muito interesse em permanecer. Como veio sem custos, a gente fez uma proposta até parcelando uma eventual compra dos direitos, mas ele não deu resposta”.

Perguntado sobre Allan e Caio Henrique, que estão emprestados até o final da temporada, o vice-geral mudou de tom e relatou que existe sim a possibilidade de ambos continuarem no clube em 2020.

Foto: Lucas Merçon / FFC

“O Allan tem um representante no Brasil e estamos conversando. O Caio Henrique é representado pelo Deco (ex-jogador do clube), que tem um ótimo relacionamento conosco. As conversas estão ocorrendo e há chance de eles ficarem com a gente no ano que vem. O Daniel estamos esperando a documentação”.

Por fim, Celso Barros comentou a situação de Nino, também emprestado até o fim do ano. Para manter o atleta, que pertence ao Criciúma, o Fluminense precisa pagar R$ 5 milhões ao time catarinense.

“O Nino tem uma cláusula de compra de R$ 5 milhões por 50% e é um jogador que interessa. Vamos conversar com o Criciúma”.

Última passagem de Oswaldo no Flu foi marcada por rusga com Celso Barros

Foto: Divulgação/FFC

Oswaldo de Oliveira foi anunciado como novo técnico do tricolor, nessa que será sua terceira passagem do treinador pelo clube.

Substituto de Fernando Diniz, que deixou o clube com uma certa insatisfação com o vice-geral, Celso Barros, Oswaldo, em sua última passagem pelo Flu, deixou o clube de forma bem bem semelhante com a que aconteceu com Diniz.

Na ocasião, em 2006, Oswaldo deixou claro que sua saída teria sido em decorrência de uma pressão feita por Celso Barros, que na época era presidente da Unimed, principal patrocinadora do clube na ocasião.

– Pelo que me foi passado, foi pressão do patrocinador. E posso avaliar isso porque meu critério de avaliação de escalação da equipe não passava por nenhum índice que não fosse técnico. Nunca fiz distinção entre jogador de patrocinador e de Xerém. Acho que isso não estava agradando e, por esse motivo, estou deixando o Fluminense – disse Oswaldo no momento de sua saída em 2006.

Fonte: Globoesporte.com

Opinião: A contratação de Oswaldo de Oliveira

A noite dessa terça-feira reservou aos torcedores tricolores a iminente surpresa do anúncio de Oswaldo de Oliveira como novo treinador do Fluminense. Essa aquisição, foi e ainda é muito contestada pela torcida tricolor. Porém, farei uma pequena análise dessa contratação e para que o torcedor possa, pelo menos, dar uma chance e confiar no trabalho do novo comandante.

Oswaldo de Oliveira já acumula duas passagens pelo Fluminense(2001 e 2006). Tem 77 jogos, 38 vitórias, 21 empates e 18 derrotas. Levou o time a semifinal do campeonato brasileiro em 2001. Essa será a terceira passagem do técnico pelas Laranjeiras.

Oswaldo nas Laranjeiras (Foto:Netflu)

Porém, ele não era o plano A da diretoria. Abel Braga, não topou assumir um time no meio de temporada. Dorival, plano B, afirmou ao Netflu estar negociando ainda com um time de fora do país. Oswaldo foi o plano C da diretoria, que acabou acertando. Nomes ainda como Jair Ventura, Thiago Larghi, Maurício Barbieri e Ariel Holan, ex-Independiente foram especulados pela imprensa mas nenhum confirmado pelo clube.

Contudo, o fato de que o Vice Presidente Celso Barros, culpado provável pela demissão de Fernando Diniz e que durante a semana colocou uma enorme pressão no ex-técnico, cobrando vitórias e melhor desempenho, foi alvo de milhões de torcedores, afirmando que o diretor fez as escolhas erradas. Mário Bittencourt no caso, sempre foi a favor da continuidade no trabalho de Diniz, porém, Celso, desde que assumiu, já impôs uma pressão ao ex-comandante.

Infelizmente, o futebol brasileiro ainda é muito fiel ao resultado. O aproveitamento de Diniz era bem ruim, apesar da boa campanha na Sulamericana, talvez não fosse o momento de demiti-lo, mesmo com toda a sua teimosia e fidelidade ao seu modelo de jogo, a diretoria tinha que ter um técnico na manga. Mas não tinha!

É claro que em oito meses, o time evoluiu e muito. Tenho certeza que a maioria dos torcedores são e gratos ao Diniz por tudo o que ele fez, mas a situação dele era muito complicada, o que não fecha as portas para um retorno futuramente.

Foto: Lucas Merçon / FFC

Oswaldo de Olivera era a melhor opção disponível no mercado? Ao meu ver, não. Porém, dentre as opções restantes, talvez fosse a que mais se encaixava no perfil e nas condições financeiras do clube. O fato de que ele já conhece o local de trabalho, provavelmente pesou para o Fluminense ir buscá-lo. Precisávamos de um técnico mais experiente, com mais bagagem(técnico “cascudo”) para poder pegar esse time tricolor e fazer alguns aprimoramentos ao estilo que o time vem jogando.

Oswaldo em sua passagem pelo Flu (Foto: Destak Jornal)

Só o tempo dirá se essa contratação foi acertada. Pode ser que dê certo? Sim! Como também pode dar errado. Só que como tudo, o treinador vai precisar do apoio da torcida! Não adianta ficar remoendo o que a diretoria deveria fazer ou deixou de fazer. Já foi feito! A página virou! Agora, é esquecer Fernando Diniz e dar apoio ao Oswaldo de Oliveira, o novo treinador do Fluminense Football Club.

Saudações Tricolores,

João Eduardo Gurgel

Celso Barros ida rede social para responder Fernando Diniz

Foto: Divulgação/FFC

Em coletiva realizada na tarde da última segunda-feira (19) o técnico Fernando Diniz deixou no ar uma certa insatisfação com o vice-geral do Fluminense, Celso Barros.

Na coletiva o ex treinador Tricolor não citou o nome de Celso durante os agradecimentos, alegando que só iria falar o nome de quem “remava junto”.

Por meio de sua rede social, Celso respondeu ao ex treinador. Com um texto breve, Celso Barros desejou sucesso ao treinador e disse estar na torcida:

Vice geral, Celso Barros se mostra otimista com permanência de Yony no Flu

Dirigentes do Fluminense, entre eles o vice geral, Celso Barros e diretor de futebol, Paulo Angione, se reuniram na manhã desta quinta-feira (15) com o pai e o estafe de Yony Gonzáles.

De acordo com as palavras de Celso Barros, a torcida pode ficar animada por um final feliz. Isso porque, o dirigente classificou a reunião como: “positiva”.

– Foi uma boa reunião. Encaminhamos para eles uma proposta do Fluminense, eles ficaram de estudar e dar uma resposta em breve – disse Barros.

Vale destacar que Yony Gonzáles tem contrato só até o final do ano com o clube das Laranjeiras e, com isso, já pode assinar um pré contrato com qualquer outra equipe.

Vale destacar ainda que essa já é a terceira tentativa de renovação com Yony, sendo uma feita pela antiga gestão que tinha como presidente Pedro Abad, e outra pela atual diretoria a comando de Mário Bittencourt. Em ambas, o atleta recusou as ofertas.

O estafe do jogador pede um valor que beira os R$4 milhões, valor bem acima do que oferecido pelo clube nas outras tratativas. O Tricolor no entanto já teria concordado em pagar o valor pedido, faltando apenas alinhavar como seria feito esse pagamento. Enquanto o Flu pretende parcelar, os representantes do jogador pedem a quantia à vista.

Celso Barros confirma Diniz, mas admite haver cobrança com o treinador

Vice presidente geral e homem forte do futebol do Fluminense, Celso Barros concedeu coletiva na tarde desta terça-feira (13) após o treinamento do grupo no CTPA (Centro de Treinamento Pedro Antônio), e esclareceu alguns fatos, principalmente a cerca de permanência do técnico Fernando Diniz.

De acordo com Barros, o clube não procurou nenhum nome para substituir o atual treinador:

– Surgiu um rumor de que havíamos procurado o Mano, que é meu amigo, o Dorival e até mesmo o Abel. Isso não procede – afirmou o dirigente.

Celso no entanto, deixou claro o desconforto com a atual situação do clube na temporada, e admitiu haver cobranças não só para com o treinador, como também para o grupo de jogadores:

– Não vou dizer aqui que ele está prestigiado porque isso não existe. O dirigente fala que o treinador está prestigiado e ele cai no dia seguinte. O que posso dizer é que o Diniz é o treinador do Fluminense. Mas ele está sendo cobrado, assim como os jogadores também são e até nós da diretoria somos, pelos torcedores. Os resultados são importantes – disse Celso Barros.

Internado por pneumonia, Celso Barros é liberado de hospital após duas semanas

Uma figura importante do Fluminense perdeu as atividades das últimas semanas, como treino aberto à torcida, jogos de Brasileirão e Sul-Americana, apresentação dos reforços Nenê e Wellington Nem e a FluFest. Trata-se de Celso Barros, que estava internado em hospital da Unimed na Barra da Tijuca desde o dia 13 para tratar de pneumonia. Recebeu alta nesta quinta-feira e continuará o tratamento em casa.

Ao NETFLU, o dirigente disse que não deve comparecer ao jogo contra o São Paulo, sábado, no Maracanã. Mas que, provavelmente, retomará os trabalhos no início da próxima semana.

– Tive uma pneumonia braba, mas muito braba. Mesmo assim, continuo de pé. Não foi dessa vez que levaram o Celsão (risos).

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Celso Barros é internado com pneumonia

Vice-presidente do Fluminense, Celso Barros precisou ser internado, domingo, em razão de uma pneumonia. Em tratamento no Hospital da Unimed-Rio na Barra da Tijuca, o dirigente acabou perdendo o treino aberto à torcida e a apresentação de Nenê, no Maracanã, segunda-feira, dia do empate em 1 a 1 com o Ceará, pela 10ª rodada do Brasileirão.

– Graças a Deus estou melhorando. Tive um gripe forte, que evoluiu para pneumonia. Mas estou bem. Agora é esperar o tempo da medicação para ter alta.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

Portal revela possível retorno de Wellington Nem ao Flu

Foto: Agência / Photocamera

Campeão Carioca e Brasileiro em 2012 pelo Fluminense, o atacante Wellington Nem pode acertar seu retorno ao Tricolor.

O jogador que após se destacar no Flu se transferiu para o Shaktar Donetsk, da Ucrânia, não conseguiu repetir o mesmo sucesso de Flu na Europa. Nem ainda foi emprestado ao São Pulo, em 2017, porém, também não teve um bom desempenho. Em 20 partidas marcou apenas um gol.

Recém empossado com Vice presidente geral, Celso Barros nutre uma grande admiração pelo jogador, que de acordo com o site Saudações Tricolores, pode pintar no clube das Laranjeiras ainda durante o ano de 2019.

Tendo contrato com o Shaktar até o junho de 2020, é possível que Nem consiga convencer os ucranianos um possível empréstimo ou até mesmo uma rescisão de contrato, ficando livre dessa forma para assinar com o Fluzão.

De féria no Rio, Wellington Nem já havia se encontrado casualmente com o vice presidente do Fluminense, Celso Barros. (Foto: Reprodução/Instagram)

Vale destacar que o jogador esteve no Rio curtindo férias e encontrou com Celso Barros. Na ocasião, o encontro foi registrado pelo próprio vice presidente Tricolor, que publicou uma foto ao lado do atacante em sua rede social.

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