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Opinião – Fluminense está equivocado em se posicionar de forma radical

Vice Presidente do Fluminense ao se pronunciar contra Governo Federal e clubes co-irmãos , joga para galera e age de forma equivocada .

Talvez tentando embarcar no momento de pequeno declínio popular do Presidente da República naquela data e aproveitando se do fato de duas agremiações rivais estarem reunidas com nosso representante máximo do executivo da Federação. Dr Celso Barros me fez questionar sobre como se deve, o Fluminense e quem está a frente do clube agir .

Deixar sua posição pessoal sobre retorno ou não do futebol Brasileiro nesse momento é algo salutar e compreensivel, até porque ele é médico e tem alguma capacidade mínima para nesse contexto dar seu parecer , e ele diz priorizar vidas humanas num contexto e é até de se admirar e tem até uma lógica , disso ele não fugiu . Mas há outros pontos que analisei que vejo imprudência nas declarações dele .

Um ponto relevante mediante tudo isso é a marcação política dele. Tal como Raí do São Paulo critiquei muito , Celso não irá fugir a isso . Citar termos ao fim da postagem como “Gripezinha” deu ênfase num posicionamento particular político dele , ou seremos ingênuos !? Não! Ele da uma cutucada no nosso Presidente, mas ao Lula , condenado, ele até hoje replica em suas redes sociais . Direito dele mas cabe registro .

Mas antes fosse só isso. Foi além , aliás se fosse isso não me daria o trabalho de escrever , era completamente inteligente ignorar .

A questão está a volta ou a viabilidade de se retornar as atividades esportivas , discussão de calendário , e da volta de jogos com ou sem público! Opa pera lá!
Como assim ?! Não estava lá não sabe detalhes do que foi conversado e ataca a Flamengo e Vasco a troco de nada e sendo contra a volta do Futebol , esporte esse que é a mola propulsora das finanças do Clube e da existência do Clube , o Fluminense é pioneiro tem que estar discutindo na CBF , na FERJ e em qualquer dos Governos a viabilidade do retorno das atividades desportivas , se vai ser em Junho, Julho , Agosto ou Setembro , ele deve estar inserido nesse contexto e não simplesmente marcar uma posição contrária de forma mimada e teimosa retumbando o famoso #fiqueemcasa como se o mundo pudesse parar , discutir se pode ou não ter jogos e dar condicões a isso é fundamental, que seja sem público, que se faça testes nos atletas , levem soluções inteligentes e tentem ajudar nesse processo .

O Fluminense deu uma grande mancada nesse posicionamento , vejo com tristeza que a demagogia patife e o lobby corrente do momento político aproveitando-se dessa crise na saúde tenha atingido em cheio Laranjeiras , pois sabe-se que essa é a posição de nosso Presidente em exercício Mário Bittencourt também, lamentavelmente.

Erra o Fluminense em não tentar entrar nessa discussão e achar soluções, se fechar num casulo trazendo a política do politicamente correto só para não “mancharem” sua imagem e deixar protagonizar Flamengo e Vasco , e pior ainda trazendo uma luta politica do assunto para alfinetar rivais fora de campo .

A vida tem que continuar , o Futebol tem que continuar , há de se adaptar a uma nova realidade , hoje não pode ter público, não tenha , mas gradativamente e de forma responsável esse retorno se torna vital, ou há interesse em não retonar ou arrastar o máximo que puder ?!

Por isso vejo de forma lamentável o posicionamento do Fluminense e seus respectivos gestores em exercício.

Por Marco Velloso

Vice do Flu, Celso Barros se diz contrário a volta do futebol em maio: “voltar agora seria contrariar as recomendações de saúde da maioria do mundo”

Vice presidente do Fluminense, Celso Barros segue afastado do clube, principalmente agora, em tempos de isolamento social. Contudo, apesar das opiniões diversas com grande parte do departamento de futebol, numa delas as partes seguem alinhadas: na volta do futebol.

Fluminense e Botafogo vem dando demonstrações e posicionamentos contrários a volta do futebol de imediato, mais precisamente, em maio – desejo esse de Flamengo, Vasco, Ferj e até do presidente Jair Bolsonaro.

E nisso, Mário Bittencourt e Celso Barros, presidente e vice presidente respectivamente, seguem o mesmo pensamento: de que seria precipitada uma volta do futebol em meio ao número crescente da pandemia em todo país.

Celso Barros, que é médico, usou seu Instagram pessoal para expressar sua opinião, onde citou exatamente o aumento do número de casos e o iminente colapso da saúde em todo país. Confira:

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Tomei conhecimento hoje do parecer do Ministério da Saúde a respeito do possível retorno dos treinamentos e jogos do futebol brasileiro. Na minha opinião como medico, o parecer é daquele tipo que tenta explicar o nada com coisa alguma, com todo o respeito. São inúmeras ressalvas, que ao meu ver, inviabilizam o retorno das atividades neste momento, ao contrário das conclusões finais do documento. Estamos assistindo um aumento significativo do número de óbitos e casos. Estados como Rio de Janeiro, São Paulo, Ceará, Pernambuco, Amazonas, Maranhão e alguns outros denotam quase um colapso, nas Unidades de Saúde. Os óbitos se acumulam, demonstrando que pessoas estão morrendo em casa, nos carros, na porta dos hospitais e evidentemente dentro deles. Segundo todas as lideranças políticas e médicas de todo o mundo, a única medida que temos hoje é continuar mantendo o distanciamento social. Vários trabalhos estão sendo feitos na busca de medicamentos e principalmente de vacinas que sejam eficazes no tratamento da doença. Mas no entanto, ainda não temos resultados definitivos. É claro que o isolamento, principalmente nas camadas mais vulneráveis da população, torna-se ainda mais angustiante. Cabe ao governo liberar de forma mais rápida os recursos para atender as necessidades desta enorme fatia do nosso povo. Voltar agora ao futebol significa contrariar as recomendações das autoridades da maioria do mundo. Falando especificamente do Fluminense, seria acomodar no Centro de Treinamento aproximadamente algo em torno de cinquenta pessoas por treinamento. Além disso, todos esses profissionais têm familiares, o que poderia aumentar o risco de contágio para todo este grupo. Sendo assim, tudo isso me parece um desejo do governo federal de tentar mais uma vez desconsiderar as medidas de distanciamento social. Volto a afirmar, que esse meu posicionamento é feito como médico e como vice-presidente geral do clube. Deixo claro que quem manifesta a posição do clube é o presidente Mário Bittencourt, que pelo que tenho visto, tem tido uma posição correta em relação ao assunto. Reitero também, que não fui consultado pelo presidente. Saúde a todos. Que Deus nos proteja. ST 🇭🇺

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Foto em destaque: Divulgação/FFC

Vice-presidente Tricolor, Celso Barros se manifesta sobre o coronavírus

O dirigente fez um post em seu Instagram. E diante da pandemia de COVID-19, ele ressaltou a importância de seguir as orientações das autoridades competentes para se precaver da doença.

Confira o post

Foto: Lucas Merçon – FFC

Preferido de Celso Barros, Ariel Holan é anunciado oficialmente por clube chileno

Um dos bons nomes disponíveis no mercado de treinadores, o argentino Ariel Holan já definiu o seu futuro. E não será no Brasil! A Universidad Católica do Chile anunciou oficialmente o acerto com o treinador.

Ariel Holan na Católica (Foto: Twitter Univ Católica Oficial)

Holan, além de ser um dos nomes preferidos de Celso Barros, que disse que chegou a ter conversas com o técnico, também foi colocado no radar de Santos e Athletico Paranaense.

Saudações Tricolores,

João Eduardo Gurgel

Em post de agradecimento, Celso Barros fala sobre Ariel Holan, planos para 2020 e muito mais. Confira!

Afastado pelo presidente Mário Bitencourt nessa reta final da temporada, o vice-presidente geral Celso Barros usou a sua rede social, o Instagram, para fazer um comunicado para toda a torcida tricolor.

Foto: Reprodução/Instagram

Celso falou sobre diversos temas da temporada atual e visando o ano que vem, inclusive, sobre o treinador argentino Ariel Holan, desejo da torcida do Fluminense. Confira o que ele falou:

“O Nosso Fluminense em 2019: Alívio. Parabéns. Necessidade de análises profundas. Planejamento 2020.”

“Eu gostaria de cumprimentar a TODOS os colaboradores do Fluminense (Laranjeiras, Xerém e CT Profissional) que se empenharam para manter o clube na série A do Campeonato Brasileiro.”
“Desde quando fui eleito, ao lado do Presidente, como Vice Presidente Geral, essa sempre foi a minha maior preocupação em relação ao campo. E não exponho isso agora, pelo contrário, deixei claro desde a nossa primeira coletiva no dia da vitória, em junho/19, assim como em outros momentos de reuniões junto à comissão técnica e jogadores. Tenho absoluta certeza que se não tivéssemos feito as mudanças – todas estas onde todos os responsáveis estiveram envolvidos – não teríamos sobrevivido. O aproveitamento depois da mudança inicial melhorou e nos fez permanecer na elite do Futebol Brasileiro.”
Aproveitando o alívio do momento, não comemoração pela colocação na tabela, acho importante esclarecer que alguns procuraram usar fatos como minhas falas (internas ou externas) para desgastar a imagem que tenho junto ao futebol do Fluminense. O momento em campo nunca deve ser político, porém o futebol brasileiro é bastante impactado por ela e avaliá-la faz-se necessário por todas as partes. Em qualquer gestão temos acertos e equívocos mas a omissão não faz parte da minha história e nunca fará – seja qual for a circunstância. O FLU é minha grande paixão e sei que ninguém duvida.”
“É chegada a hora do planejamento para o próximo ano e como Vice Presidente Geral, estando ou não à frente do futebol, seguirei ativo. Por isso, acho importante deixar claro e avaliarmos uma das características que tornou-se um “hábito” nos últimos anos: me preocupa profundamente que após a saída da UNIMED em 2014 (quando ficamos na 6 colocação), de 2015 a 2019, estivemos sempre na segunda página da classificação, inclusive esse ano em que obtivemos a modestíssima 14 colocação na tabela. Como defendemos em nossa campanha, inclusive, o Fluminense não é um clube para estar nesta virada de tabela. Na década que se encerra agora (2010 a 2019) “

– Corinthians – 3 títulos;
– Fluminense – 2 títulos;
– Cruzeiro – 2 títulos
– Palmeiras – 2 títulos
– Flamengo – 1 título

“Isso por si só já diz muito que temos aceitado muito pouco do fim de cada campeonato. Estamos entre os maiores da década. Gerações de torcedores nasceram vendo o FLU campeão graças às últimas conquistas. Não podemos deixar este orgulho morrer em nós torcedores. O Fluminense é maior do que todos nós e para isso precisamos mudar. Precisamos avaliar e voltar a escrever uma história vitoriosa.”

“Entendo que o momento financeiro do clube não é o mesmo do período que tivemos a UNIMED como patrocinadora e isso faz parte não apenas da realidade do nosso clube. Nem por isso, devemos achar que tudo pode e deve ser modesto. Tudo tem que ser feito de forma responsável, porém jamais pensando pequeno. Nestas situações de falta de verba a criatividade é o que fará diferença no resultado desportivo. Este é o nosso desafio: sermos criativos e termos coragem. Como o maior dos exemplos do que enxergo de criatividade e mudança de paradigma dentro do Flu é a minha predileção pela contratação de Ariel Holan para 2020, como todos já sabem. Muito já saiu na mídia e no momento que conversamos, extra oficialmente, ele tinha uma extrema motivação em vir para o Fluminense. Uma grande certeza que tenho é que o Fluminense Football Club precisa alçar por maiores ambições – sendo sempre responsável dentro e fora de campo.”

“Certamente há muito a ser feito para modernizarmos o futebol do FLU. Da minha parte na posição institucional que exerço estarei sempre à disposição do clube para colaborar no que for necessário e não pouparei esforços. ST”

O que achou das palavras do Celso, torcedor?

Saudações Tricolores,

João Eduardo Gurgel

Em coletiva, Celso Barros assume demissão de Diniz: “Talvez tivesse tirado logo que assumi”

Foto: Divulgação

Em coletiva concedida na tarde desta sexta-feira em sua casa, o vice geral do Fluminense abordou vários assuntos, entre eles, a demissão do técnico Fernando Diniz.

– Então, eu teria tirado o Diniz antes. Pois ele tinha a história no Athletico-PR, de campanha na zona do rebaixamento. A gente estava em 16º, jogava lindamente e perdia. Todo mundo lembra da nossa virada contra o Grêmio, mas, amigo, levamos 3 a 0 parecendo um time de futsal. Eu talvez tivesse tirado logo ao assumir, mas sabia que ele tinha boa relação com os jogadores. Quando assumi, me perguntaram se eu daria tempo ao treinador. Ele teve. Desde o começo do ano. Com todo o respeito, ficamos em quarto no Carioca, atrás do Bangu. Quando entramos, o Fluminense, com o Diniz, era 16º. E caiu para 18º no Brasileiro – disse Celso Barros.

Vale destacar que com a nova diretoria Diniz esteve por nove jogos a frente da equipe: sete pelo Campeonato Brasileiro e dois pela Copa Sul-Americana. Foram três vitórias, duas pela Sul-Americana e uma pelo Brasileirão, dois empates e quatro derrotas.

O ponto final no trabalho veio após a derrota de 1 a 0 para o CSA, em pleno Maracanã.

Celso Barros admite ter conversado com Ariel Holan. Jose Peseiro também foi oferecido.

Celso Barros concedeu uma entrevista coletiva nessa sexta-feira em sua casa na Barra da Tijuca ressaltando sua indignação ao ser afastado do departamento de futebol e negou que vai renunciar ao cargo de vice-presidente.

Um dos tópicos abordados foi o treinador do Fluminense. Celso, segundo Mário Bittencourt, era a favor da demissão de Marcão e segundo o próprio Celso, ouve conversas com o técnico argentino Ariel Holan para assumir o clube.

Outro nome oferecido foi o do portugûes José Peseiro, após Marcão ser efetivado pelo presidente Mário Bittencourt, em outubro. A informação foi dada pelo Yahoo!

O nome de Peseiro foi levado ao Fluminense pela empresa Baller 360, que conversou com Celso Barros ePaulo Angione. As negociações, porém, não avançaram, pois Marcão conta com o apoio do mandatário tricolor.

Aos 59 anos, José Peseiro foi um dos grandes adversários de Jorge Jesus em Portugal. Ele chegou a trabalhar como auxiliar de José Mourinho, no Real Madrid. Treinou equipes como Porto, Sporting Lisboa, Panathinaikos e a seleção da Arábia Saudita e atualmente, está sem clube.

Saudações Tricolores,

João Eduardo Gurgel

Diretoria Tricolor entra em rota de colisão e Celso Barros é afastado de viagem

Foto: Divulgação/FFC

O clima no Fluminense esquentou de vez, após o vice geral, Celso Barros fazer uma postagem em sua rede pessoal, o mandatário concedeu uma entrevista na qual revelou alguns detalhes do atual momento do clube.

De acordo com Celso, as decisões do futebol tem ficado todas a cargo do presidente, Mário Bittencourt, que ainda segundo Celso, tem sido irredutível em suas decisões. Como no caso de Marcão, onde Celso era a favor da demissão do treinador enquanto Mário preferiu a manutenção, fato que aconteceu.

As respostas de vice geral parece não ter agradado ao presidente, Mário Bittencourt, que resolveu afastar Celso Barros das viagens do clube para os confrontos contra São Paulo e Internacional, na capital paulista e em Porto Alegre.

De acordo com pessoas próximas ao presidente, o afastamento é uma forma de blindagem ao técnico Marcão assim como o elenco.

Ainda de acordo com informações obtidas pelo Canal Flunews, já existe uma tentativa de afastamento definitivo de Celso Barros no comando do futebol do clube.

Vice geral, Celso Barros aponta possível culpado pela delicada situação do Flu no Brasileirão

Foto: Divulgação

Vice presidente geral do Fluminense, Celso Barros fez uma postagem em sua rede social na tarde desta segunda-feira (5), onde fez um balanço dos 30 jogos da atual gestão, presidida por Mário Bittencourt.

Na postagem, Celso apresentou uma porcentagem do clube dentro do Campeonato Brasileiro, onde, na visão de Barros, a situação do clube seria bem diferente se tivesse agido antes na troca de comando do time.

Ainda de acordo com os números apresentados pelo dirigente, o aproveitamento quase que dobrou se comparado à época do ex treinador Fernando Diniz, que deixou o clube com 27% de aproveitamento, contra 42% atualmente, somando as passagens de Oswaldo de Oliveira e do atual treinador, Marcão.

Celso ainda fez um prognóstico do que o clube precisa para escapar do rebaixamento e, de acordo com o dirigente, seria 60% de aproveitamento em oito jogos.

Briga com Ganso e gesto obsceno a torcedores minam Oswaldo de Oliveira no Fluminense e encaminham demissão

A diretoria do Fluminense deve se reunir na manhã desta sexta-feira, dia seguinte ao empate que tirou a equipe da zona de rebaixamento, para discutir o futuro de Oswaldo de Oliveira. Ameaçado por atuações e resultados ruins, o técnico se complicou ainda mais após bate-boca acalorado com Paulo Henrique Ganso e gesto obsceno direcionado a torcedores no jogo contra o Santos, no Maracanã.

Oswaldo chegou a dar entrevista depois do duelo, mas viu a demissão ser encaminhada, especialmente, devido aos polêmicos episódios. Entretanto, assim como na saída de Fernando Diniz, há pouco mais de um mês, os dirigentes preferiram aguardar um dia para formular uma decisão.

— O trabalho segue. Está todo mundo incomodado com a situação, com a mesma pontuação de equipes da zona, como CSA e Cruzeiro. E a gente tem que trabalhar junto para tirar o Fluminense dessa situação. Está todo mundo querendo sair dessa situação incômoda. Eu procuro fazer meu trabalho. Quem tem que decidir sobre permanência do Oswaldo ou não é o Mario e o Celso (Barros, vice geral) — disse o treinador.

Caso a dispensa seja consumada, Marcão deve assumir o comando interinamente no duelo de domingo, frente ao Grêmio, no Rio. Entre as eras Diniz e Oswaldo, o auxiliar ficou à beira do campo uma vez, no empate em 0 a 0 com o Corinthians pela ida das quartas-de-final da Sul-Americana, em 22 de agosto, em São Paulo.

O presidente Mário Bittencourt e o vice Celso Barros, diferentemente do que estão acostumados, não acompanharam a delegação no ônibus. Ambos deixaram cabine do estádio aos 39′ do segundo tempo e, sem passar longo tempo com elenco e comissão técnica, foram embora em carros diferentes.

Com as quedas de Cuca e Rogério Ceni em São Paulo e Cruzeiro, respectivamente, o Tricolor ganha mais opções para possível substituição. O primeiro, inclusive, colaborou para a arrancada que livrou o clube do rebaixamento em 2009 e, nessa quinta-feira, teve a contratação pedida por torcedores no Maraca. Há, porém, um entrave na procura no mercado: a crise financeira nas Laranjeiras.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Fonte: Globoesporte.com.

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