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Mário promete “grandes dias” no Fluminense e Celso fala em reconstrução em 1º discurso aos tricolores

Nos minutos seguintes ao anúncio de sua chegada ao poder no Fluminense, sábado, Mário Bittencourt apareceu na janela do Bar dos Guerreiros, nas Laranjeiras, acompanhado de seu vice, Celso Barros, para discursar pela primeira vez como presidente do clube.

– Quero um Fluminense unido, forte e imenso. Precisamos fazer o Fluminense imenso. E eu conto com vocês. O segredo do nosso sucesso está no amor que vocês têm ao Fluminense. Comecei aqui em 1998 e agora estou tendo a honra, ao lado do Celso, de presidir o clube. O trabalho é árduo. Mas a gente vai trazer o Fluminense para os grandes dias novamente. Que o Fluminense nos faça sorrir – disse, sendo ouvido por centenas de apoiadores.

Mário ficou com 2.225 dos 3.286 votos registrados nas urnas. Parabenizou seu ex-aliado, Ricardo Tenório, e considerou a disputa leal. Mas, principalmente, agradeceu aqueles que demonstraram confiança em suas propostas.

– Parabenizo a vocês pela belíssima campanha que fizemos juntos. Pela honradez, pela altivez, pela dignidade. Foi uma campanha de propostas, sem ofensas. Uma campanha que mostrou a grandeza do Fluminense.

– Agradeço a vocês pelos votos, pelos que pediram votos. Agradeço até aqueles que vieram aqui e não votaram em nós, mas exerceram seu direito democrático.

Foi, na verdade, Celso Barros quem puxou o pronunciamento. Assim como seu parceiro de chapa, destacou a importância do apoio em massa dos torcedores. Para o ex-patrocinador, a eleição da dupla aos cargos máximos vão devolver credibilidade ao Tricolor.

– Nosso presidente, Mário Bittencourt, foi um grande companheiro nessa campanha. Nós, juntos, vamos resgatar a credibilidade do Fluminense. Mas vocês é que vão ser a base desse caminho.

– É uma alegria estar aqui. Fizemos uma campanha limpa, com proposta e o resultado veio. Agora é o momento de reconstruirmos o Fluminense. Todos nós. Agradeço a vocês pelo carinho e pelo apoio. Quem vai salvar o Fluminense são vocês. Nós, torcedores, é que vamos salvar o Fluminense. Vamos buscar o rumo de onde esse clube nunca deveria ter saído.

Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Novo vice geral, Celso Barros confirma interesse em reforçar o gol Tricolor

Há poucas horas no poder como vice geral e homem forte do futebol Tricolor, Celso Barros já começou a entusiasmar a torcida.

Logo após eleito, Barros afirmou que estuda nomes para assumir a titularidade no gol Tricolor, posição essa que é tida pela torcida como um dos pontos fracos da equipe.

– Estamos pensando um goleiro, com todo respeito aos nossos, mas estamos avaliando nomes para a posição – disse o ex patrocinador do clube, que ainda confirmou o interesse do Flu em Buffon:

– O Buffon tem uma certa idade, mas estava jogando no PSG, não era qualquer time. Deve ser uma pessoa que se cuida, é um grande goleiro. No ponto de vista do marketing, seria ótimo. Com essa empresa que nós conversamos, ela disse que poderia trazer um grande jogador e falou do Buffon, inclusive pagando o valor inteiro, ou a gente dividindo os valores. Quem comentou sobre isso foi um jornalista da Italia, não nós. Ele não quer ir para a China, o empresário que falou conosco disse que ele tem também a opção dos Estados Unidos, mas o sonho dele é fazer uma escolinha de goleiros, o que pode ser feito perfeitamente aqui no Fluminense – disse Celso.

Após vencer a eleição, Celso Barros elogia Diniz mas se diz preocupado com resultados do treinador

Foto: Nicholas Rodrigues/CanalFlunews

Em sua primeira coletiva após vencer as eleições no Fluminense, onde ocupará a vice presidência de Mário Bittencourt, Celso Barros elogiou o trabalho feito por Fernando Diniz à frente do Fluminense, mas se mostrou preocupado com a falta de resultados do treinador:

– O trabalho do Diniz encanta, mas há uma verdade: não chegou à final do estadual, caiu na Copa do Brasil, está na Sul-Americana e perto da zona do rebaixamento e isso nos preocupa – afirmou o mandatário, que no entanto fez questão de garantir o treinador no comando da equipe.

– Ele terá tempo para trabalhar, ele é o técnico do Fluminense. Não temos dúvida disso – concluiu Barros.

Já sob a nova direção, o Fluminense de Diniz, terá um grande desafio pela frente, o clássico diante do Flamengo, neste domingo (09), às 19h, no Maracanã. Depois o clube ainda visita a Chapecoense antes da parada para a Copa América.

“Tantas Vezes Campeão”: Mário Bittencourt vence eleição e comanda o Fluminense até o fim de 2022

Fim da era Abad, início da era “Tantas Vezes Campeão”. Nesse sábado, os sócios elegeram Mário Bittencourt a presidente do Fluminense, com Celso Barros como vice. Apoiado por diversos ex-jogadores, como Aílton, Duílio, Marcão e Ronald, ele conseguiu 2.225 votos e desbancou Ricardo Tenório, que ficou com 1.032 votos. Nas 14 urnas eletrônicas, cedidas pelo TRE-RJ, e em cédulas de papel, destinadas àqueles que regularizaram sua inadimplência durante o dia, foram contabilizados 3286 votantes (5 brancos e 24 nulos).

Iniciada às 9h, com os concorrentes lado a lado recebendo os sócios na entrada na sede, a votação terminou às 18h. Simultaneamente, na Rua Álvaro Chaves, partidários de ambos os candidatos davam continuidade à campanha, com panfletagem, entrega de adesivos e exibição de faixas. A apuração levou mais de 1 hora até ser finalizada e foi acompanhada por centenas de torcedores com festa, às 19h20. O anúncio do resultado, feito pelo presidente do Conselho Deliberativo, Fernando Leite, aconteceu da janela do Bar dos Guerreiros.

A nova gestão, que segue até o fim de 2022, será empossada na segunda-feira, dia 10, e assume o comando no dia seguinte. Porém, a ideia é promover um primeiro encontro com os jogadores amanhã, no hotel onde estão concentrados para o clássico com o Flamengo, pela 8ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Originalmente previsto para novembro, o pleito ocorreu em junho devido à aprovação dos sócios à proposta de Pedro Abad para alterar o estatuto e adiantar a data. O agora ex-mandatário o fez em razão do desgaste político sofrido em três anos e meio de mandato.


PRIMEIRO A VOTAR

Paulo Sérgio Alonso abriu a eleição de 2019. Com o casamento da afilhada marcado para hoje à tarde, em Guaratinguetá, o sócio de 66 anos deixou a família em São Paulo na sexta-feira e voltou ao Rio para votar em Ricardo Tenório.

PRESENÇA ILUSTRE

Pedro Scudieri, torcedor covardemente agredido por vascaínos no início de 2017, foi votar. Ele cumprimentou ambos os candidatos ao chegar e foi festejado por amigos da organizada Bravo 52.

DISCRIÇÃO DE PEDRO ABAD

Foi em silêncio perante a imprensa que Pedro Abad se despediu do Fluminense. Votou, mas sem revelar sua preferência, e deixou o clube com a apuração ainda em andamento.

MÁRIO E CELSO NO MEIO DA GALERA

Enquanto seguravam a ansiedade no aguardo da oficialização do vencedor, Mário Bittencourt e Celso Barros se juntaram aos correligionários para celebrar a iminente vitória. Consagrados campeões, subiram ao Bar dos Guerreiros para falar pela primeira vez como novos presidente e vice-presidente do Tricolor.

TENÓRIO SAI ANTES

Após o fim da votação, Ricardo Tenório se pronunciou ao lado de seu vice, Wagner Victer: “Sempre estive e continuarei à disposição do Fluminense. Preguei, na campanha, a união. Independente do resultado, é importante ficarmos unidos e lutando pelo Fluminense”. Deixou o local em seguida, sem nem sequer ouvir o anúncio do resultado.


Saudações Tricolores,
Nicholas Rodrigues.

Celso Barros se pronuncia sobre paralisação no treino desta terça

Por Rômulo Morse


Candidato à presidência do Fluminense nas eleições de 2016 e ex-presidente da Unimed, Celso Barros se pronunciou nas redes sociais em relação ao protesto do elenco nesta terça. Ele falou sobre a situação política da instituição e solicitou a antecipação de um novo pleito.

Leia também: Dirigente diz não ter prazo para regularizar pendências financeiras

“Os jogadores do Fluminense fizeram hoje uma paralisação em razão de uma série de compromissos financeiros não cumpridos pela atual gestão do clube. Por esta razão no final de janeiro os sócios foram às urnas convocadas pelo próprio presidente e decidiram por ampla maioria pela antecipação das eleições . Pedro Abad, convoque logo as eleições. ST.”

Com folha salarial na casa dos R$ 4 milhões, o clube pagou no último dia 13 de fevereiro o que devia em relação a dezembro de 2018. Porém, ainda há pendências de três fatores: CLT (13º salário e férias referentes a 2018 e janeiro referente a 2019), direitos de imagem (novembro e dezembro de 2018 e janeiro de 2019) e a premiação do Brasileirão do ano passado e da primeira fase da Copa do Brasil.

Celso Barros e o discurso aos não eleitores

Acho avaliação de dada pessoa – ou fato – à luz da História requer distanciamento crítico e neutralidade, atributos que aumentam à medida que o tempo passa.
Nessa linha, consta que, indagado, em 1972, sobre os efeitos da Revolução Francesa, que tivera lugar em 1789, o premiê chinês Zhou Enlai teria dito algo como “… é muito cedo para tal avaliação […] são necessários, pelo menos, 500 anos para tal…”.

Trazendo tal raciocínio para o Fluminense, não são necessários 500 anos para que se reconheça que o Dr. Celso Barros foi – e é – um dos mais influentes tricolores do primeiro
quartil do século XXI. E, embora não seja uma unanimidade, é o único tricolor vivo que pode se dirigir à torcida falando “… olho no olho…”. Repito: é o único, goste-se dele ou não!

Do alto de sua indisputável autoridade perante a torcida tricolor, o Dr. Celso Barros deve, em primeiro lugar, desarmar uma “bomba” que tiquetaqueia a seu redor. Explico: a sua
grande força é, ao mesmo tempo, a sua maior fraqueza. Afinal de contas, a torcida tricolor associa o seu nome a craques, a muitos craques – em qualidade e em quantidade substanciais -, contratados num mágico estalar de dedos. Assim sendo, logo de início, o Dr. Celso Barros deve esclarecer à torcida que seus amor ao clube e disposição para trabalhar são os mesmos,
mas as circunstâncias, desafortunadamente, são bastante diferentes das de 1999-2014. Desta
feita, ao menos a princípio, não jorrará dinheiro de patrocínio, genuíno mecenato. Em bom português, ninguém deve esperar 8 craques no time, mas, talvez, 1 ou 2. Anticlímax, necessário choque de realidade.

Ainda falando “… olho no olho…”, penso que o Dr. Celso Barros deveria instar a torcida tricolor à associação em massa. Algo assim: a cada 10.000 novos sócios, um grande jogador é contratado. Com 100.000 sócios adimplentes, teremos um time forte, do contrário, convém
deixar claro que o senhor, Dr. Celso, pouco pode fazer. Em suma, trata-se de atar o destino do clube ao engajamento de seus torcedores – nada a ver com os chiliques do Zé Bobão, para
quem a torcida deveria comparecer, em peso, para assistir a Richard, Jadson, Ibanez e cia limitada. Mais uma vez, somente o Dr. Celso Barros tem tamanho crédito com a torcida tricolor.
Patrocinador master e recálculo de quotas de TV são eventos futuros e incertos. Se vierem, claro, será ótimo. Se não, caminhamos com nossas próprias pernas.

Mas a torcida não vota, dirão alguns. Verdade, mas ela dita tendências, mormente num período extremo como o de agora. E cobrará do novo presidente do Flu segundo esses parâmetros.

Desfechando, Dr. Celso Barros, o senhor já tem o seu lugar marcado em pedra na
gloriosa História tricolor. Não desdoure a sua imagem com um estelionato eleitoral, que é coisa de quem não tem nada a perder, como a ignominiosa Flusócio.

 

Saudações tricolores.

André Barros

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